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    Imprensa indiana critica erro histórico de Dunkirk, que omite soldados do país

    28 de julho de 2017 /

    Festejado pela imprensa norte-americana, o filme “Dunkirk” ganhou adversários na Índia, onde críticos locais apontaram uma grande falha, além de desrespeito, na produção sobre uma batalha histórica da 2ª Guerra Mundial: a ausência completa de soldados indianos. Jornalistas e acadêmicos lembraram que a Inglaterra não era apenas um país em guerra contra a Alemanha nos anos 1940, mas todo um reino, que na época incluía a Índia. Além disso, garantem que havia quatro tropas indianas presentes durante a operação Dínamo, que realizou a evacuação da cidade de Dunquerque. O filme do diretor Christopher Nolan, entretanto, apresenta apenas personagens brancos como representes britânicos no conflito. “Como Nolan esqueceu os desis (indianos) em Dunkirk”, reclama o título de um artigo publicado no jornal Indian Times. Já o Indian Today lembrou da história real: “Milagre em Dunquerque: os indianos também estavam presos com forças aliadas”. O debate acabou tendo repercussão internacional, com um texto de um professor de História no site americano Slate afirmando que a inclusão de maior diversidade “teria trazido uma boa lembrança do quanto foi importante o papel do exército indiano na guerra. Seu serviço significou a diferença entre a vitória e a derrota”. “Dunkirk” estreou nos cinemas brasileiros na quinta-feira (27/7).

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    Transformers: O Último Cavaleiro é o pior da franquia para a crítica norte-americana

    22 de junho de 2017 /

    Surgiu o franco-favorito ao Framboesa de Ouro 2018. Conforme os trailers prometiam, “Transformers: O Último Cavaleiro” é mesmo o pior de todos os “Transformers”. A opinião foi compartilhada de forma unânime pela crítica norte-americana. Se havia dúvidas, o ranking do site Rotten Tomatoes comprova a involução da franquia dirigida por Michael Bay. Até então, “Transformers: A Era da Extinção” (2014), o lançamento anterior, tinha o desempenho mais “podre”, com 18% de aprovação. Pois “Transformers: O Último Cavaleiro” conseguiu superá-lo, com o recorde negativo de abissais 15%. O filme teve sua estreia antecipada na quarta-feira (21/6) nos Estados Unidos, mas só chega no Brasil daqui a um mês, em 20 de julho. Já as críticas, que estavam embargadas até a véspera, começaram a jorrar desde terça (20/6) como pus, extremamente virulentas. Leia abaixo alguns dos comentários: “Toda vez que Michael Bay faz mais uma abominação dessas, a franquia morre um pouco. O ano não está nem na metade, mas ‘Piratas 5’, ‘Cinquenta Tons Mais Escuros’, ‘Rei Arthur – A Lenda da Espada’ e ‘A Múmia’ não podem roubar deste ‘Transformer’ o título de filme mais tóxico deste ano” (Peter Travers, revista Rolling Stone). “É tipo uma coleção dos piores filmes deste ano, desde a aparição dos Cavaleiros da Távola Redonda, à tentativa de ser engraçado igual ‘Baywatch’ e à ideia de ‘por que estamos na Inglaterra de novo?’ vista em ‘A Múmia'” (Alonso Duralde, do site The Wrap). “Assistir a um ator do calibre de Anthony Hopkins xingar seu mordomo-robô e tentar arrancar risadas pronunciando a palavra “dude” é doloroso, mesmo para um filme de ‘Transformers'” (Johnny Oleksinski, jornal New York Post). “‘Transformers’ é uma sequência tediosa, que perde muito tempo explicando uma trama indesejável e sem foco. A duração de duas horas e meia é mais um motivo para se evitar passar mais uma noite com essa franquia inspirada em brinquedos robóticos” (Brian Lowry, da rede CNN). “A suspeita tenebrosa é que a intenção era fazer um filme de duas horas e meia a qualquer custo, mesmo com apenas 90 minutos de material” (Mick LaSalle, jornal San Francisco Chronicle). ‘Ano sim, ano não, Michael Bay e seus gigantes robôs digitais saem da sua masmorra dourada para causar dano nas células cerebrais do mundo. ‘Transformers: O Último Cavaleiro’ me faz temer pela sanidade do planeta” (Peter Howell, jornal Toronto Star). “Qualquer pessoa capaz de explicar o enredo quase incompreensível merece um prêmio de algum tipo” (Frank Scheck, revista The Hollywood Reporter). “O desfecho é um borrão de efeitos especiais inexoráveis que atacam os sentidos para gerar diversão zero” (Brian Truitt, jornal USA Today). “Impossível achar redenção neste filme, apenas sofrimento” (Barry Hertz, jornal Globe and Mail). “Sobrecarregado em todos os aspectos, o ‘Último Cavaleiro’ é KLANK! KLANK! KLUNKER” (Soren Anderson, jornal Seattle Times). “É o pior desta série barulhenta e sem sentido” (Neil Genzlinger, do jornal The New York Times). “FiiigjhkwetwnwwwjsahafajhwfohofoehaoowofoeoicioeciaqidjFaerlaeaffjgjlje XGRSXSsfdsmfjjjomomrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr” (Bilge Ebiri, jornal Village Voice). “Faça parar. Faça parar. Faça parar. Faça parar” (Stephen Whitty, do jornal Newark Star-Ledger).

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    Primeiras impressões de Planeta dos Macacos: A Guerra falam em melhor filme do ano

    18 de junho de 2017 /

    A 20th Century Fox realizou as primeiras sessões de “Planeta dos Macacos: A Guerra” para a imprensa norte-americana. Embora as críticas estejam embargadas, já que falta praticamente um mês para a estreia do longa nos Estados Unidos, muitos jornalistas não se contiveram e foram ao Twitter compartilhar suas impressões. E pelo que se pode ler, o filme deve ser o melhor da trilogia. Mais que isso, seria o melhor filme pipoca do ano. Os elogios são rasgadíssimos, tendo até quem se animasse para o próximo filme de Batman, que terá o mesmo diretor. Veja abaixo alguns dos comentários feitos no Twitter por editores e críticos de cinema dos Estados Unidos. “Por favor, assistam esse filme no cinema, e assistam novamente. Recompense esse tipo de esforço. Faça Hollywood notá-lo. Não é um típico blockbuster de verão. A tensão emocional é um dos pontos mais altos.” (Kristopher Tapley, revista Variety) “Se você pensava que não poderia se emocionar tanto após Logan, está errado.” (Grae Drake, site Rotten Tomatoes) “‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ é mágico. Macacos cavalgando em cavalos na neve e nuances em todas as atuações, símias e humanas! Matt Reeves é o cara!” (Harry Knowles, site Ain’t It Cool) “O melhor filme do verão chegou… É oficial! ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ é incrível! Profundo, sombrio e épico! A Origem, O Confronto e A Guerra = Uma das melhores trilogias já feitas em todos os tempos.” (Scott Mantz, site Access Hollywood) “Após ver ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’, posso dizer: o próximo filme do Batman vai ficar incrível”. (Nigel W. Smith, site The Wrap) Dirigido por Matt Reeves, “Planeta dos Macacos: A Guerra” em 3 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Críticas de A Múmia avaliam a estreia como pior filme da carreira de Tom Cruise

    7 de junho de 2017 /

    Sinal desses tempos de Rotten Tomatoes, as críticas do filme “A Múmia” foram embargadas pelo estúdio Universal até esta quarta (7/6), véspera do lançamento do filme nos cinemas. A tática tem efeito preventivo, para evitar que avaliações negativas impactem a pré-venda e bilheteria de estreia. A contra-indicação dessa estratégia é concentrar uma avalanche de opiniões numa única data, com grande risco de fomentar uma avaliação uníssona e unânime, exatamente como aconteceu com “A Múmia”. E segundo a crítica norte-americana, o filme é uma catástrofe. Não do gênero catástrofe, mas um desastre por si só. Uma das resenhas chegou a considerá-lo o pior filme da carreira de Tom Cruise. E olha que o ator fez “Coquetel” (1988), que tem apenas 5% de média no Rotten Tomatoes. A avaliação de “A Múmia” ainda é oscilante, subindo e descendo em torno dos 26% no site. Por conta disso, especialistas em mercado cinematográfico já começaram a diminuir a expectativa da bilheteria do longa nas bilheterias norte-americanas. Antes das críticas serem publicadas, o longa quebrou o recorde de bilheteria de estreia na Coreia do Sul. Agora, o site The Hollywood Reporter projeta uma arrecadação máxima de US$ 35 milhões, bem abaixo da “Mulher-Maravilha”, que deve permanecer em 1º lugar no ranking. “A Múmia” foi apresentado como o primeiro lançamento de um novo universo compartilhado na Universal, denominado de “Dark Universe”, que deveria ser uma “Marvel de monstros”. Mas este projeto pode não prosperar, caso o fracasso do lançamento inicial seja maior que o esperado. Além disso, a Warner ameaça processar a Universal pelo nome “Dark Universe”, com o qual pretendia lançar os filmes dos heróis sombrios da DC Comics. Veja abaixo alguns trechos das resenhas publicadas na América do Norte: “Obviamente, o pior filme que Tom Cruise já fez” (David Ehrlich, do site indieWire). “Tom Cruise está terrivelmente mal escalado neste filme. Seu personagem parece que foi escrito para um ator de 20 anos de idade, já que é figura imprudente e moralmente corrompida. Aos 55 anos, Cruise parece que deveria estar interpretando o Dr. Jekyll ao invés de Nick” (Scott Chitwood, do site ComingSoon). “A maior surpresa é que as cenas de ação dão saudades da versão de 1999, sugerindo que aquele filme era mais divertido do que lhe damos crédito” (John DeFore, da revista The Hollywood Reporter). “Eu não tenho certeza se esse filme morno e sem objetivo, ainda que ocasionalmente divertido, era o que o estúdio sonhava para dar o pontapé inicial em seu Dark Universe” (Chris Nashawaty, da revista Entertainment Weekly). “Ao contrário dos antigos filmes que supostamente o inspiraram, ‘A Múmia’ não tem ambientação, nem ameaça, nem romance” (Stephen Whitty, do jornal Newark Star-Ledger). “A Múmia é um filme de monstro presunçoso e confuso. Ele atira coisas e informações em cima do público, e quanto mais se aprende sobre a suposta complexidade do seu universo, menos convincente ele se torna” (Owen Gleiberman, da revista Variety). “Um tropeço tão grande que não tem nem o senso crítico de brincar com a ideia de ser ‘tão ruim que chega a ser divertido’, e mal se qualifica como horror, aventura, fantasia, suspense ou mesmo como um veículo do ator Tom Cruise” (Robert Abele, do site The Wrap). “’A Múmia’ é uma desculpa datada, batida e risível para dar início a uma franquia, e deveria ter permanecida sepultada” (Rodrigo Perez, do blog The Playlist). “O filme ‘A Múmia’ é muito ruim, medonho, inconsistente, confuso, tortuoso e muito, muito estúpido” (Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times).

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    Mulher-Maravilha conquista a crítica nos Estados Unidos com 96% de aprovação

    30 de maio de 2017 /

    As primeiras críticas do filme da “Mulher-Maravilha” começaram a ser publicadas pela imprensa dos Estados Unidos e do Reino Unido. E ao contrário do que vinha acontecendo com os filmes de super-heróis da Warner, a recepção foi extremamente positiva. Enquanto “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” atingiram apenas 25% de aprovação no ano passado, “Mulher-Maravilha” impressiona com 96% no site Rotten Tomatoes. O filme está sendo considerado, de forma unânime, a melhor das adaptações de quadrinhos da DC Comics. Para se ter noção, “O Cavaleiro das Trevas”, até hoje considerado o maior acerto da Warner, teve 94% de aprovação em 2008. Houve quem publicasse que era o melhor filme de super-heróis de todos os tempos. Mas um crítico mais velho lembrou ter visto um superior em 1978, o que só aumentou a expectativa pela comparação: “É o tipo de filme que não vemos desde que Christopher Reeve voou para nossas vidas”. Elogiado por suas atuações, todas ótimas, pelos efeitos visuais arrebatadores e principalmente pelo carisma com que Gal Gadot vive a heroína, a produção foi aplaudida por ser ótimo entretenimento e ainda passar uma mensagem de empoderamento feminino. Mas antes de chegar nas críticas positivas, o filme precisou contornar tentativas de sabotagem de sua avaliação. A mais contundente foi plantada no podcast Schmoes Know em janeiro, que espalhou que “Mulher-Maravilha” era “uma porcaria”, citando uma fonte próxima da produção. Mas o ventilador foi ligado bem antes, em agosto do ano passado, quando uma suposta ex-funcionária da Warner publicou uma carta aberta detonando o estúdio por cometer sempre os mesmos erros e afirmando que o filme da heroína era “outro desastre”. Fica claro, agora, que estes rumores eram uma campanha má intencionada. A principal diferença em relação às adaptações anteriores da DC Comics é que o roteiro de “Mulher-Maravilha” foi escrito por dois autores de quadrinhos, Allan Heinberg (também criador da série “The Catch”) e Geoff Johns (criador da série “The Flash”). Além disso, a direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), que se tornou a primeira mulher a assinar um filme de super-heróis neste milênio. Confira abaixo algumas das frases das críticas publicadas nos Estados Unidos e no Reino Unido: “A espera acabou pessoal. O filme da DC que vocês têm esperado finalmente chegou” (Chris Nashawaty, revista Entertainment Weekly). “Uma façanha cinematográfica eletrizante e de tirar o fôlego. Atuações incríveis, ação de elevar os batimentos cardíacos e efeitos visuais surpreendentes fazem deste um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos” (Mark Hughes, revista Forbes). “É um filme que não apenas aperfeiçoa os inúmeros defeitos dos filmes de super-heróis, mas também mescla esperteza, sentimento e adrenalina no melhor estilo de Hollywood” (Alonso Duralde, site The Wrap). “A ação do filme é explosiva, envolvente e deslumbrante” (Kelly Lawler, jornal USA Today). “‘Mulher-Maravilha’ quebra o molde dos filmes do gênero” (Sheri Linden, revista The Hollywood Reporter). “Um dos melhores filmes de super-heróis. De todos os tempos” (William Bibbiani, site CraveOnline). “Este é o momento em que os sonhos e esperanças de milhões de meninas e mulheres adultas finalmente se cristaliza numa imagem transcendente que é orgulhosa, desafiadora e há muito merecida” (Don Kaye, site Den of Geek). “‘Mulher-Maravilha’ é um filme campeão, uma história de origem imersiva com humor inesperado e cenas de ação épicas. Gal Gadot prova que foi feita sob medida para o papel, transformando-se no ícone feminista e heroína que os fãs merecem” (Julian Roman, site MovieWeb). “‘Mulher-Maravilha’’ de Patty Jenkins oferece um alívio bem-vindo ao estilo sombrio da DC, com a estrela Gal Gadot provando-se uma escolha inspirada” (Andrew Barker, da revista Variety). “Gal Gadot é um presente dos deuses” (Kevin Harley, revista Total Film). “Forte, inteligente, sexy e absolutamente super, este é o blockbuster de super-herói que vocês precisam ver” (Chris Hunneysett, jornal Daily Mirror). “‘Mulher-Maravilha’ dá à super-heroína mais famosa dos quadrinhos uma estreia nos cinemas digna de seu legado” (Molly Freeman, site ScreenRant). “É o tipo de filme que não vemos desde que Christopher Reeve voou para nossas vidas” (Stephen Whitty, do jornal Newark Star-Ledger).

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    Primeiras impressões da crítica sobre Guardiões da Galáxia Vol. 2 são positivas

    18 de abril de 2017 /

    “Guardiões da Galáxia Vol. 2” teve sua primeira exibição para a imprensa norte-americana na noite de segunda-feira (17/4), e as impressões da crítica foram rapidamente postadas no Twitter. A maioria gostou muito. Mas tem um detalhe. Quanto mais geek a publicação, maior a aprovação. Houve, claro, quem achasse que o primeiro filme foi melhor. Veja alguns comentários abaixo e repare, curiosamente, como “toneladas” de expressões se repetem. “’Guardiões da Galáxia Vol. 2′ tem toneladas de surpresas e uma quantidade inesperada de emoção. Outro vencedor da Marvel.” – Germain Lussier, Gizmodo “’Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ é mais engraçado que o original, uma tonelada de surpresas e uma profundidade emocional inesperada. Eu sou o Groot. Mantis e Drax roubam o filme. A música de Awesome Mix 2 é ótima e possui algumas faixas mais obscuras que o volume 1”. – Peter Sciretta, /Film “‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ tem toneladas de diversão. Incrivelmente divertido, belamente colorido, e grandes sequências dos heróis. Muito feliz!” – Eric Eisenberg, Cinema Blend “Há mais beleza, profundidade e amor dos anos 80 em ‘Guardiões Vol. 2’ que em qualquer outro filme da Marvel. É como uma ácida viagem de aquarela, cheia de coisas incríveis”. – Erik Davis, Fandango “Não acho que eu já tenha ouvido tantas risadas em uma exibição para imprensa. As pessoas pareciam estar realmente curtindo ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’. Não posso dizer mais (ainda)”. – Aaron Couch, The Hollywood Reporter “Meu Deus, que experiência! Absolutamente amei e vocês vão também! Mal posso esperar por ver de novo!” – El Mayimbe, The Wrap “‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ manteve um sorriso no meu rosto do começo ao fim. Engraçado, ação garantida, emocional e toneladas de surpresas. Tem meu polegar pra cima.” – Steven Weintraub, Collider “‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ é muito divertido. Toma a estratégia de ‘dividir seus personagens’. Drax é uma figura. Baby Groot rouba o show”. – Mike Ryan, Uproxx “Foi ok, eu não amei. Falta muito daquilo que fez o original tão ajustado. Drax e Groot são os destaques” – Simon Thompson, co-apresentador de Meet The Movie Press “Eu odeio ser a voz da razão, mas ‘Guadiões da Galáxia Vol. 2’ não é tão bom quanto o primeiro. O que antes parecia revigorante agora parece forçado. 2,5 estrelas de 4. O problema é que os efeitos visuais ameaçam engolir o filme, que é longo demais e muito dependente das deixas musicais. O time de guardiões quer se romper exageradamente. Não me importei com o Senhor das Estrelas e seu pai, ou Gamora e sua irmã. Os protagonistas não são tão divertidos como Rocket, Drax, Yondu ou Baby Groot. De novo, estes filmes não são muito pra mim e eu acho que o público alvo (o povo que aprecia quatro cenas pós-créditos) vai devorá-lo”. – Jeff Sneider, The Tracking Board

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    Primeiras críticas de Velozes e Furiosos 8 são positivas, mas cheias de ressalvas

    10 de abril de 2017 /

    O oitavo filme da franquia “Velozes e Furiosos” já foi exibido para a imprensa internacional e as primeiras críticas pendem mais para os elogios, mas, ao contrário dos “capítulos” anteriores, vêm carregadas de ressalvas. O filme, que estreia nesta quinta (13/4) no Brasil, está com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Entretanto, os principais jornais só vão publicar suas avaliações na sexta nos EUA, portanto a tendência é esta percentagem mudar bastante. Apesar do aparente entusiasmo que estes números adiantam, as entrelinhas apontam o contrário. A avaliação do site The Hollywood Reporter foi considerada positiva pelo RT, mas o texto diz, basicamente, que o filme é mais do mesmo. “‘Velozes e Furiosos 8’ oferece exatamente o que os fãs esperam, para o bem e para o mal, e seria um choque vê-lo decepcionar os produtores nas bilheterias”, escreveu John De Fore. Também foi considerada positiva a crítica do jornal inglês The Guardian, que chamou a trama de incongruente. “As coisas acontecem de forma tão veloz e furiosa que você mal tem tempo de questionar os momentos de incongruência”, escreveu Gwilym Mumford. “Embora esta excursão seja muitas vezes um espetáculo agradável, o auge da franquia – ‘Velozes e Furiosos 5’ – passa longe de ser ultrapassado”, resumiu Jacob Stolworthy, do jornal britânico Independent. Os comentários, em geral, seguem esta linha. Algumas críticas chamaram atenção para o fato de que até a reviravolta, que mostra o personagem de Vin Diesel, Dominic Toretto, traindo os antigos parceiros, já foi vista antes, encarnada por Michelle Rodriguez em “Velozes e Furiosos 6”. Entre os aspectos que mais agradaram, o humor foi o mais mencionado. “Freqüentemente muito mais engraçado e mais leve do que os passeios anteriores, muito desse crédito vai para Jason Statham e Dwayne Johnson, cujo bromance é o núcleo real do filme”, apontou Leah Greenblatt, da revista Entertainment Weekly. Também elogiadas, as cenas de ação foram consideradas insanas. “Um espetáculo de ação deslumbrante que prova esta franquia está longe de ficar sem combustível”, escreveu Owen Gleiberman na revista Variety. “Se esta franquia, nos últimos 16 anos, nos ensinou alguma coisa é que quando você acha que ela está prestes a ficar sem gás, ela se reinventa com um sistema de injeção de combustível ainda mais elaborado. E isso nunca foi mais verdadeiro do que com este oitavo filme, que pode ser o mais espetacular da franquia”, completou. O fato deste ser o primeiro “Velozes e Furiosos” após a morte de Paul Walker também foi destacado. “O resultado não é uma mudança de marcha tão grande como alguns fãs esperavam devido à morte do ator Paul Walker. Na verdade, o filme recicla tramas de capítulos anteriores e mantém a ação centrada sobre a narrativa, estabelecida anos atrás, de pilotos que salvam o mundo”, acrescentou John De Fore no Hollywood Reporter. Mas também houve comentários bastante negativos. “É divertido? Com certeza. Mas é coerente em relação ao último filme? Absolutamente não. E para uma franquia que se vangloria pela sua continuidade, é um pouco estranho o quanto este filme requer que você esqueça o que sabe ou ignore o drama inerente de tudo que veio antes”, reclamou Scott Mendelson, da revista Forbes. “Velozes e Furiosos se tornou uma instituição comercial. Há argumentos de que o elenco multirracial tornou a franquia particularmente atraente para uma nova geração de espectadores, mas a razão pela qual as pessoas vão aos cinemas é para ver corridas de carros e carros voando pelo ar. Há aqui apenas uma sequência de ação inventiva, uma corrida com destruição de carro em Manhattan, onde a personagem de Charlize Theron consegue fazer chover carros dos edifícios, mas o visual impressionante se perde devido à falta de plausibilidade”, comentou Dan Callahan, do site The Wrap. “O pior ‘Velozes e Furiosos’, que trai quase tudo o que os fãs têm vindo a amar sobre a série”, fuzilou David Ehrlich do site IndieWire. “Enquanto os antigos filmes destacavam um senso autêntico de camaradagem, os atores espalhados em tramas distintas nem sequer parecem participar juntos do mesmo filme, resultando num desastre automobilístico e cinematográfico fenomenal”.

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    Fracasso nos EUA, A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell é a maior bilheteria do mundo no fim de semana

    9 de abril de 2017 /

    A tendência de adaptações de animes não deve se materializar em Hollywood, após o desempenho de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. A crítica do país não gostou, as redes sociais protestaram contra seu “racismo” e o público faltou à adaptação americana da obra clássica dos mangás e animes, que em dois fins de semana somou apenas US$ 31,5 milhões na bilheteria doméstica. Já o resto do mundo não só ignorou a patrulha ideológica contra a escalação de Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) num papel originalmente japonês como lotou os cinemas para assistir ao longa dirigido por Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). Só neste fim de semana, o live action de “Ghost in the Shell” faturou US$ 41,3 milhão no mercado internacional, tornando-se o filme de maior bilheteria e o mais visto do mundo nos últimos três dias. Metade desta arrecadação veio da China, onde “Ghost in the Shell” foi lançado na sexta (7/4), abrindo em 1º lugar. A produção da Paramount e da DreamWorks rendeu US$ 21,4 milhões no país, mais do que o sucesso “Lucy” (US$ 20 milhões em 2014), outra sci-fi de ação estrelada por Johansson. No Japão, de dimensões bem menores, fez US$ 3,5 milhões e recebeu críticas bastante entusiasmadas. A imprensa local se impressionou com os efeitos visuais, muito superiores aos de qualquer adaptação de anime/mangá já feita no país, e ainda achou curiosa a reação dos americanos à escalação de Johansson como protagonista. A mesma opinião foi compartilhada pelo público, conforme pode ser conferido aqui. Mesmo com o sucesso na Ásia, o filme ainda está sendo considerado deficitário. A rejeição nos EUA foi muito maior do que a Paramount e a DreamWorks esperavam.

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    Primeiros comentários do novo Piratas do Caribe são todos positivos

    31 de março de 2017 /

    Quinto filme da franquia estrelada por Johnny Depp, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” teve sua primeira exibição para a crítica americana nesta semana, durante a CinemaCon, convenção do mercado cinematográfico realizada em Las Vegas. E a impressão que chegou ao Twitter é que o filme agradou. “Os fãs de franquia vão adorar, mas ele também funciona como filme individual. Efeitos visuais brilhantes e performances ótimas e divertidas. Jack Sparrow sempre tem um plano. E eles são sempre divertidos de assistir. Cai sob a categoria de ‘performances brilhantes’. Ainda assim, eu acho que os efeitos e as cenas de ação gigantescas roubaram o show”, escreveu Brandon Davis, do site ComicBook. “’Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’ é que tem mais emoção desde o primeiro filme. Não é tão engraçado e épico quanto os três primeiros, mas é bem melhor que o 4. Grande final. Talvez vocês chorem. Efeitos visuais impressionantes”, destacou Gregory Ellwood, do site The Playlist. “Os efeitos visuais do novo ‘Piratas do Caribe’ são realmente muito bem feitos. Não teve créditos finais, então não tenho certeza se tem cena pós-créditos. Além disso, as cenas de ação são realmente bem ensaiadas e fáceis de seguir. Muito melhor que o último”, postou Steven Weintraub, editor do Collider. “O novo “Piratas do Caribe” tem bom ritmo, ação sólida e um vilão ameaçador em Javier Bardem. Também tem em Kaya Scodelario a personagem feminina mais forte da franquia”, decretou Sean P. Means, do jornal The Salt Lake Tribune. Confira mais alguns tuítes de jornalistas sobre o filme: “Fãs de ‘Piratas do Caribe’ não ficarão decepcionados. ‘Piratas 5’ é muito divertido, uma aventura cheia de ação com uma referência sutil à própria atração [do parque da Disney]. Apesar de não ser o melhor da franquia, entrega a diversão que você espera e quer de Sparrow & companhia”, escreveu Yolanda Machado, do site MovieFone. “A coisa que eu mais gostei sobre ‘Piratas do Caribe’ é que pareceu mais como o primeiro filme, que é meu favorito. Final forte. Você acha que não precisa de mais Jack Sparrow e então percebe que precisa de mais Jack Sparrow”, disse Erik Davis, do Fandango. “Piratas 5 é definitivamente o melhor desde o primeiro. Evidentemente, isso não é muita coisa, mas ocasionalmente captura essa magia”, completa Germain Lussier, do Slash Film. “Piratas do Caribe 5: A Vingança de Salazar” chegará aos cinemas brasileiros em 25 de maio.

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    Críticas de Kong: A Ilha da Caveira são mais entusiasmadas que as de A Bela e a Fera

    5 de março de 2017 /

    Os críticos americanos gostaram de “A Bela e a Fera”, mas as declarações de amor só foram dedicadas para “Kong: A Ilha da Caveira”. Os dois candidatos a blockbuster vão chegar aos cinemas nos próximos dias e competirão ferozmente pelas bilheterias. “Kong: A Ilha da Caveira” chega antes, já nesta semana, e conquistou 83% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, enquanto “A Bela e a Fera”, que estreia uma semana depois, ficou com 74%. No Brasil, as datas são 9 e 16 de março, respectivamente. Os maiores elogios para “Kong” dizem respeito ao ritmo frenético, à qualidade dos efeitos visuais e ao roteiro redondo. O crítico da revista Variety ousou dizer que o filme é, de forma surpreendente, melhor – não, 10 vezes melhor! – que “Jurassic World”. Os dois filmes compartilham um roteirista, Derek Connolly. Em compensação, o crítico do Guardian chutou o balde e derramou ácido por todo o lado, ao considerar o filme tão trash que o lembrou de Ed Wood, o pior diretor de todos os tempos. Já “A Bela e a Fera” teve como destaque negativo os efeitos da Fera, que saltaram aos olhos desde as primeiras fotos, mas isso teria sido compensado com uma cenografia deslumbrante. Também houve quem reclamasse da falta de novidades, já que se trata de uma releitura que pouco acrescenta – além de atores reais – à animação clássica, sendo “instantaneamente esquecível”. Mas, por outro lado, houve eco para o espetáculo tecnicamente perfeito. Veja abaixo alguns dos principais comentários sobre os dois filmes. Kong: A Ilha da Caveira “A surpresa é que ‘Kong: A Ilha da Caveira’ não é apenas dez vezes melhor que Jurassic World, mas um espetáculo de criaturas gigantes excitante e muito bem elaborado” (Owen Gleiberman, Variety). “Esta volta altamente divertida de uma das criaturas gigantes mais longevas do cinema corre como um louco – o filme parece ter 90 minutos e não 2 horas – e consegue um equilíbrio ideal entre ação feroz, humor, reinvenção de gênero e, talvez de forma mais impressionante, uma desprendida consciência de sua própria modesta importância no esquema maior das coisas” (Todd McCarthy, The Hollywood Reporter). “Não se pode menosprezar a importância de John C. Reilly para o longa. No momento em que ele aparece, o filme parece imediatamente revigorado e energizado; sua mera presença acrescenta uma enorme quantidade de charme e humor” (Drew Taylor, The Playlist). “Nós não embarcamos na ‘Ilha da Caveira’ pelos personagens (sejam eles bem desenvolvidos ou não), nós vamos para ver o maldito macaco. E o diretor Jordan Vogt-Roberts e a empresa Industrial Light & Magic entregam um Kong de cair o queixo” (Chris Nashawaty, Entertainment Weekly). “Derivativo e um pouco bobo, mas consistentemente divertido: há personalidade e estilo de sobra neste blockbuster monstro” (Jordan Farley, Total Film). “Esta fantasticamente confusa e exasperantemente aborrecida tentativa de atualização da história de King Kong se parece com uma mistura de Jurassic Park, Apocalypse Now e alguns empréstimos visuais exóticos de Miss Saigon. Não chega perto do poder elementar do King Kong original ou do remake de Peter Jackson. É algo que Ed Wood Jr poderia ter feito com um trilhão de dólares caso tivesse o aval para fazer o que quisesse com esse dinheiro – mas sem a menor a diversão” (Peter Bradshaw, do The Guardian). A Bela e a Fera “Após os espectadores digerirem todo o esplendor visual, eles poderão perceber que toda a experiência foi um pouco sem graça e sem profundidade, e com um resultado tão efervescente quanto instantaneamente esquecível” (Leslie Felperin, The Hollywood Reporter). “O novo ‘A Bela e a Fera’ é um filme tocante, bastante ‘assistível’, mas nunca convence totalmente que era um filme que o mundo estava esperando” (Owen Gleiberman, Variety). “Com seus olhos lindos, seu sorriso encantador e seu conjunto de sardas na ponta do nariz, Emma Watson é uma perfeita heroína da Disney. Há uma inocência e inteligência nela que se encaixa perfeitamente com a personagem. E descobrimos que ela também sabe cantar” (Chris Nashawaty, Entertainment Weekly). “’A Bela e a Fera’ casa o espetáculo visual e o magnífico design com uma história melhor do que o longa original, lançando um feitiço sobre os antigos fãs e também os mais novos” (Brian Truitt, USA Today). “Uma deliciosa recriação live-action de uma fábula familiar. Você já viu isso antes, mas seu espírito e graça são irresistíveis” (Matt Maytum, Total Film). “Em última análise, ‘A Bela e a Fera’ se revela como uma recriação cínica feita aparentemente apenas para produzir um ano fiscal mais promissor para os acionistas da Disney. Este é um produto que é mais calculista do que inspirador” (Rodrigo Perez, The Playlist).

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    Crítica internacional elogia e se emociona com Logan, que é comparado ao Cavaleiro das Trevas

    20 de fevereiro de 2017 /

    Surgiram as primeiras críticas internacionais de “Logan”. E são todas elogiosíssimas, destacando o tom sombrio e a violência, mas também o grande apelo emocional da história. O crítico do jornal americano USA Today chegou a comparar o filme dirigido por James Mangold (que retorna à franquia após “Wolverine – Imortal”) com “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008). Confira abaixo alguns dos elogios rasgados. “Facilmente o melhor filme do Wolverine, ‘Logan’ é o ‘Cavaleiro das Trevas’ da franquia mutante dos ‘X-Men’, um filme emocionante que transcende o gênero dos heróis de quadrinhos dizendo algo importante” (Brian Truitt, da USA Today). “Hugh Jackman não está entregando apenas o filme definitivo dos ‘X-Men’; este pode ser o filme definitivo baseado em quadrinhos” (Mark Daniell, da Toronto Sun). “É ao mesmo tempo o filme mais violento da série e o mais sentimental. Quando não derrama sangue em você, tenta te fazer derramar lágrimas” (Chris Nashawaty, da Entertainment Weekly). “Cada vez que a violência explode, ela é satisfatória porque está justificada na trama, e também porque Mangold sabe como apresentá-la” (Owen Gleiberman, da Variety). “O peso da violência gráfica e grotesca paira sobre todo o filme. Mas a ousada violência emocional permanece por mais tempo, mesmo depois que as luzes se apagam no ato final” (Tasha Robinson, do The Verge). “A violência em ‘Logan’ não está para brincadeira, como em ‘Deadpool’. Ela é séria e grave e às vezes difícil de assistir, o que se encaixa perfeitamente com o tom deste filme surpreendentemente sombrio” (Rene Rodriguez, do Miami Herald). “Misturando a mitologia da Marvel com a mitologia do gênero western, James Mangold criou um filme emocionalmente impressionante, que tira sua força da interpretação cheia de nuances de Hugh Jackman como um herói relutante” (Sheri Linden, do Hollywood Reporter). “Logan é um filme para pessoas que, como eu, acharam que o único bom momento de ‘X-Men: Apocalipse’ era a cena de Michael Fassbender chorando na floresta, e deixaram o cinema desejando que aquilo tivesse sido o filme inteiro. ‘Logan’ é algo que ninguém poderia esperar: um filme de super-herói criativamente ousado” (Robbie Collin, do The Telegraph). “Em geral, ‘Logan’ é algo bastante especial: uma história emocionante e triste sobre a reta final da vida, e o blockbuster perfeito para esses tempos amargurados em que vivemos” (Tom Huddleston, da Time Out London). “Logan” estreia no dia 2 de março nos cinemas brasileiros.

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    Associação de críticos franceses elege Aquarius o Melhor Filme Estrangeiro

    31 de janeiro de 2017 /

    O drama brasileiro “Aquarius” foi eleito o Melhor Filme Estrangeiro do ano passado pela União Francesa de Críticos de Cinema. O filme dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Sônia Braga teve sua première mundial na França, exibido no Festival de Cannes, de onde saiu sem prêmios, exatamente como, por coincidência, “Elle”, de Paul Verhoeven, que os críticos franceses consideraram o Melhor Filme de 2016. A produção estrelada por Isabelle Huppert recebeu até uma indicação ao Oscar 2017, na categoria de Melhor Atriz. Por outro lado, a Vitagraphic, que fez a distribuição invisível de “Aquarius” nos EUA, não inscreveu o longa brasileiro no Oscar, deixando-o inelegível. Outro filme indicado pela Academia, a animação “A Tartaruga Vermelha”, também foi destaque e levou o prêmio de Melhor DVD/Blu-ray Recente. Os prêmios da associação de críticos franceses foram criados em 2006 e são concedidos por jornalistas especializados. “Aquarius” também concorre ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no César 2017, maior premiação de cinema da França, comparada ao Oscar no país. A cerimônia está marcada para 24 de fevereiro.

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    Associação Brasileira de Críticos confirma Aquarius como seu filme favorito de 2016

    16 de janeiro de 2017 /

    A Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, confirmou nesta segunda-feira (16/1) que considera “Aquarius” o Melhor Filme de 2016. Apesar de ser uma lista com três nomes, o resultado foi anunciado como “Prêmio Abraccine” e, segundo texto divulgado pela associação, foi resultado de discussão e troca de ideias, via internet, de seus associados em todo o Brasil. Vale registrar que a mesma discussão e troca de ideias não aconteceu quando um integrante da classe, o crítico Marcos Petrucelli, foi atacado publicamente pelo diretor de “Aquarius”, Kleber Mendonça Filho, em carta aberta publicada no jornal Folha de S. Paulo e em entrevistas ao longo de 2016. Ao contrário, o silêncio da Abraccine foi bastante ruidoso. “Aquarius” também foi destaque na lista dos Melhores Filmes de 2016 da Pipoca Moderna. Veja os vencedores do “Prêmio Abraccine”: Melhor Filme Brasileiro “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho. Melhor Filme Estrangeiro “Elle”, de Paul Verhoeven. Melhor Curta “Estado Itinerante”, de Ana Carolina Soares.

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