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  • Filme

    Nine Lives: Kevin Spacey vira um gato em trailer de comédia infantil

    17 de abril de 2016 /

    A EuropaCorp divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Nine Lives”, comédia infantil em que o ator Kevin Spacey (série “House of Cards”) vira um gato. Como todas as produções da EuropaCorp – que já perdeu processo de plágio para o cineasta John Carpenter – , a trama lembra uma Sessão da Tarde antiga. No caso, “Lembranças de Outra Vida” (1995). Naquele filme, Matthew Modine era um workholic que virava cachorro. Desta vez, Spacey é vítima de uma maldição “benevolente” para rever as prioridades de sua vida, virando o gato que ele não tinha tempo de dar para sua filha. O elenco também inclui Jennifer Garner (“Milagres do Paraíso”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Robbie Amell (série “Flash”), Teddy Sears (também de “Flash”) e a menina Malina Weissman (a versão adolescente de Kara nos flashbacks da série “Supergirl”). A produção francesa tem roteiro dos estreantes Daniel Antoniazzi e Ben Shiffrin, e direção de Barry Sonnenfeld (da trilogia “Homens de Preto”). A estreia está marcada para 11 de agosto no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Contrato Vitalício: Xuxa vai participar do filme do Porta dos Funtos

    17 de abril de 2016 /

    A apresentadora Xuxa Meneghel fará uma participação especial no longa do grupo humorístico Porta dos Fundos, intitulado “Contrato Vitalício”. A informação foi compartilhada pela assessoria de imprensa da produção. O filme, que tem estreia marcada para o dia 30 de junho, vai brincar com os bastidores do mundo do entretenimento e, além de Xuxa, trará a jornalista Marilia Gabriela, o cantor Naldo e o humorista Sergio Mallandro. No filme, Xuxa interpretará uma amiga do empresário de celebridades Ulisses, vivido por Luis Lobianco. E ela se empolgou tanto com o projeto que já postou algumas fotos com a equipe do filme em sua conta no Instagram (a imagem acima, por exemplo). Além da aparição em “Contrato Vitalício”, Xuxa também participará em uma esquete do grupo na internet, ainda sem data para ser publicada no YouTube. Já o filme, dirigido por Ian SBF (“Entre Abelhas”) estreia em 30 de junho.

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  • Filme

    Filme espanhol mais premiado do ano, Truman mescla humor e drama com o talento de Ricardo Darín

    13 de abril de 2016 /

    Dois amigos de infância, separados geograficamente e pelo tempo decorrido, reencontram-se por alguns dias, quando um deles aparece para uma visita surpresa. Tomás (Javier Cámara) vive no Canadá, com sua família, e vem encontrar-se com Julian (Ricardo Darín), que vive na Espanha, separado da mulher, com um filho em outra cidade, em um momento decisivo da vida. O encontro será marcado por muito afeto, estranhezas, cobranças, disputas e também muita solidariedade. É um filme que celebra a diversidade de pessoas e situações, buscando entender, não julgar. E como isso pode ser difícil nos relacionamentos humanos! O foco da narrativa está numa questão basilar: podemos manejar e controlar a nossa própria vida, mantendo as rédeas até seu último instante e garantindo até mesmo situações posteriores a ela mesma? Que domínio podemos ter sobre a própria morte? Qual a melhor maneira de se despedir da vida? E como nossas decisões podem afetar os outros? Que direito temos de levá-los a compartilhar de nossos desejos fúnebres? Quais são esses limites? Essa pode ser uma discussão de caráter filosófico, mas comporta também coisas bem prosaicas. Uma delas: com quem ficaria meu cachorro, velho e grande amigo, que vai sentir muito a minha falta? Isso exige uma cuidadosa seleção de a quem caberiam esses cuidados na minha ausência, na falta de um sucessor, digamos, natural. Não escolhi esse exemplo à toa. “Truman”, o título do filme, é o nome do cachorro em questão, o que mostra sua importância para a trama. O papel cabe ao cão Troilo, que tem o privilégio de ter como parceiros de desempenho dois atores magníficos. Ricardo Darín (“O Segredo dos Seus Olhos”, “Um Conto Chinês”) é um dos mais talentosos atores de cinema na atualidade. Não só do cinema argentino, mas do mundial. O espanhol Javier Cámara (“Fale com Ela”, “Viver é Fácil Com os Olhos Fechados”) tem uma expressividade e um senso de humor que lhe permitem construir personagens cheios de humanidade e sutileza. O convívio de ambos na telona é impactante. O diretor Cesc Gay tem especial interesse em mostrar questões humanas num nível mais complexo, inesperado, surpreendente, algumas vezes constrangedor. E o faz mesclando drama e humor de forma muito eficiente. Em 2012, ele dirigiu “O Que os Homens Falam”, ótimo filme, concebido como antologia de várias histórias, que também contou com a participação de Ricardo Darín e Javier Cámara no elenco. Mas eles não contracenavam no mesmo episódio. Também naquele filme, o roteiro original coube ao diretor e seu parceiro Tomás Aragay. Parcerias bem sucedidas que voltam a se repetir. “Truman” foi o grande vencedor do prêmio Goya 2016 (O Oscar espanhol). Levou nada menos que os prêmios de Melhor Filme, Direção, Roteiro Original e para os Atores, protagonista e coadjuvante. Além de prêmios em outros festivais, como o de San Sebastian, pela atuação de Ricardo Darín. Tudo merecido.

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  • Filme

    De Onde Eu Te Vejo busca graça no fim do amor

    13 de abril de 2016 /

    O novo filme de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”) já começa dando um nó na garganta do espectador. “De Onde Eu Te Vejo” abre com o drama de um casal que esteve junto há 20 anos, mas que agora se prepara para se separar amigavelmente. E esse sentimento de melancolia permeia o filme, alimentado ainda pela notícia da iminente partida de sua única filha para outra cidade para fazer faculdade. Mas, como se trata de um longa brasileiro, não demora para se manifestar na tela a mania de se incluir festa até nos momentos mais sérios, e entra em cena o clima de comédia, que contamina e dilapida a potencialidade da obra, embora a torne mais leve – não se sabe o quanto o filme resistiria se seguisse em tom depressivo do início ao fim, embora os diálogos espirituosos dos dois protagonistas esquentassem os ânimos. Esposa do diretor, a atriz Denise Fraga tem um histórico considerável de comédias em sua filmografia – quase ninguém viu o drama “Hoje” (2011), de Tata Amaral, por exemplo, enquanto todo mundo se lembra dela por “Auto da Compadecida” (2000), de Guel Arraes. Em “De Onde Eu Te Vejo”, ela vive Ana Lúcia, uma arquiteta que trabalha procurando prédios antigos e quase abandonados para transformá-los em lugares modernos. Ela tem a tendência em acreditar em coisas esotéricas, como astrologia, feng shui, pensamento positivo etc. Enquanto isso, seu (ex-) marido, Fábio (Domingos Montagner, da novela “Salve Jorge”), é um jornalista pragmático, embora abrace com muito carinho as crenças e manias da mulher. Do mesmo modo, com tantos anos juntos, ele também tem manias que só sua mulher entende, como o fato de nunca ter aprendido a dar um nó na gravata. O momento de mudanças para os dois, porém, não parece nada feliz: a filha adorável, que é um elo do casal, indo embora; os prédios históricos da cidade fechando; demissões em massa nas redações, em momento de morte do jornal de papel etc. O fato de o marido se mudar justamente para um prédio em frente ao da esposa, como acontece na comédia clássica italiana “Esposamente” (1977), também não ajuda muito a desatar os laços. A geografia e a arquitetura de São Paulo são, por sinal, elementos bem explorado pelo filme, principalmente por conta da profissão da protagonista. Mas a dor do marido também rende momentos expressivos, evitando os estereótipos típicos da comédia romântica feminina, ainda que o filme force a mão para tentar resgatar o clima melancólico do início num desfecho supostamente redondo. São, na verdade, as participações especiais que ajudam a elevar “De Onde Eu Te Vejo” do lugar-comum já visto. Afinal, como não se emocionar com o depoimento de Juca de Oliveira (“O Signo da Cidade”) sobre a importância do Cine Marabá em sua vida, quando ele fala, com os olhos brilhando, do dia em que conheceu sua esposa? Ou de como é mágico sair do cinema e dar de cara imediatamente com a rua? E temos também Laura Cardoso (“Muita Calma Nessa Hora”), como a velhinha que cuida de pássaros, que se mostra feliz com a rotina simples, e que de vez em quando solta umas indiretas para a arquiteta sobre como lidar com a vida. Ou Fúlvio Stefanini (“Cilada.com”), como o simpático dono de uma pizzaria que serviu de espaço para vários aniversários de casamento de Ana Lúcia e Fábio. Todos rendem momentos interessantes, que ajudam a tornar mais agradáveis as idas e vindas dessa história de amor e desamor.

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  • Filme

    Crossover de Anjos da Lei e Homens de Preto ganha título oficial

    13 de abril de 2016 /

    O inexplicável crossover entre as franquias “Anjos da Lei” e “Homens de Preto” teve seu título anunciado pela Sony durante o CinemaCon 2016, evento para exibidores de cinema, que acontece em Las Vegas. A quimera vai se chamar “MIB 23”. O título vem da junção da sigla, em inglês, de “Men in Black” (Homens de Preto) com os números sequencias que acompanham os títulos originais de “Anjos da Lei”: “21 Jump Street” e “22 Jump Street”. Pois é. A existência desse filme foi revelada graças aos emails vazados da Sony, em 2014. Em abril do ano passado, o estúdio confirmou que estava conversando com os diretores Phil Lord e Chris Miller sobre a ideia. Channing Tatum e Jonah Hill, de “Anjos da lei”, devem voltar aos seus papeis da franquia “Anjos da Lei”, mas Will Smith e Tommy Lee Jones não estão confirmados. Rodney Rotham, roteirista de “Anjos da Lei 2”, está escrevendo o filme, que ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    New Girl é renovada para sua 6ª temporada

    12 de abril de 2016 /

    A rede americana Fox anunciou a renovação da série “New Girl” para sua 6ª temporada. Em comunicado, o presidente do canal, David Madden, também parabenizou a produção pela marca de 100 episódios atingida em sua atual temporada. “A série está tão fortemente criativa hoje quanto sempre esteve, queremos parabenizar ‘New Girl’ por alcançar a marca de 100 episódios, e nós mal podemos esperar pelos próximos e hilários capítulos das vidas desses personagens”, ele disse, engatando mais elogios. “Toda comédia deveria aspirar ao que Liz Meriwether tem alcançado em ‘New Girl’, com seus diálogos brihantes, atuações inventivas e sagazes do talentoso elenco e sua narrativa emocionante e envolvente”, completou. O anúncio vem depois de algumas semanas de preocupação para os fãs, pois a Fox já havia anunciado as renovações das comédias “Brooklyn Nine-Nine” e “The Last Man on Earth”, e esquecido de revelar o destino de “New Girl”. A curiosidade era grande especialmente pela marca dos 100 episódios, considerada ideal para que uma série faça dinheiro em reprises, o que propiciaria mais facilmente o seu cancelamento. Além disso, a 5ª temporada foi a primeira marcada pela ausência da protagonista Zooey Deschanel, que precisou entrar em licença maternidade. Uma rápida substituição foi feita por Megan Fox, que, entretanto, não deve mais retornar à série. Por coincidência, Megan também ficou grávida. A 5ª temporada, por sinal, ainda não acabou, faltando três episódios para ser concluída nos EUA.

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  • Série

    Série Episodes vai acabar após a 5ª temporada

    12 de abril de 2016 /

    A série “Episodes”, protagonizada por Matt LeBlanc (O Joey de Friends), vai acabar. O canal pago americano Showtime confirmou o fim da produção, que terá seu desfecho numa 5ª temporada ainda não produzida. Mas a verdade é que LeBlanc já vinha adiantando esse desfecho em entrevistas realizadas após o final da temporada anterior, no ano passado. A decisão foi consequência do fim da parceria de coprodução entre o Showtime e a rede britânica BBC. Criada por David Crane (também de “Friends”) e Jeffrey Klarik (“Mad About You”), a série acompanha a vida de dois roteiristas britânicos (Tamsin Greig e Stephen Mangan) tentando fazer carreira em Hollywood. LeBlanc interpreta um astro de Hollywood, chamado Matt LeBlanc, que interpretava Joey numa série de sucesso, conhecida como “Friends”. Trata-se de uma versão caricata dele mesmo, que é escolhido por um produtor picareta (John Pankow) para estrelar o remake americano da sitcom inglesa criada pelo casal de roteiristas. As gravações dos sete episódios finais, que renderão a 5ª temporada, começam na próxima semana em Londres, com previsão de estreia apenas em 2017. Por coincidência ou não, até em “Friends” LeBlanc interpretava um ator. Seu personagem Joey Tribbiani tentava fazer carreira em Hollywood e muitos episódios da série clássica giravam em torno de trabalhos feitos por Joey, que beiravam o ridículo. Em 2004, Matt LeBlanc emendou Friends com a série Joey, na qual dava continuidade ao personagem famoso. Sem resposta positiva da audiência, aquela série durou apenas duas temporadas. Mas Matt LeBlanc não está perdendo tempo. Ele já entrou no piloto de uma nova produção da rede CBS, que, por sinal, também faz, em seu título, referência à série “Friends”. Trata-se do projeto “I’m Not Your Friend”, desenvolvido pelo casal Jeff & Jackie Filgo, roteiristas do filme “Diário de um Banana” (2010) e produtores da clássica sitcom “That ’70s Show” (1998-2006). Na trama, LeBlanc interpretará um homem de família, que trabalha por conta própria e passa a acumular as funções de dono de casa e pai em tempo integral quando sua mulher resolve aceitar um emprego.

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  • Filme

    Vizinhos 2: Chloe Moretz inferniza família de Seth Rogen no novo trailer legendado

    9 de abril de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou os novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Vizinhos 2”, continuação da comédia de 2014. A prévia destaca os novos vizinhos da família de Seth Rogen: uma fraternidade feminina liderada por Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”), ainda mais festeira e selvagem que a república de Zac Efron no filme anterior. Para enfrentar o novo problema, a solução de Rogen e sua mulher, vivida por Rose Byrne, é trazer de volta Efron como especialista em táticas para aterrorizar a vizinhança. O filme foi novamente dirigido por Nicholas Stoller e escrito pela dupla Andrew Jay Cohen e Brendan O’Brien, desta vez com ajuda de Rogen. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Voando Alto acerta o tom ao evocar os filmes esportivos dos anos 1980

    7 de abril de 2016 /

    Um dos méritos de “Voando Alto” (2016) é que se trata de um drama esportivo sobre superação à moda antiga, ou pelo menos como se costumava fazer na década de 1980. Nesse ponto, o ator e diretor de apenas três filmes, Dexter Fletcher, foi feliz em evocar aquela década, tanto na dramaturgia, quanto na música, com direito a “Jump”, do Van Halen, tocando em determinado momento. Por isso, há quem vá achar o filme cafona ou muito Sessão da Tarde – ele tem sido comparado bastante com “Jamaica Abaixo de Zero” (1993). Mas muito do sucesso de crítica que o filme tem obtido vem justamente de não se esperar muito de uma obra desse tipo. Fletcher e seus dois atores principais são bem-sucedidos em encontrar o ponto certo diante, apesar da linha tênue que condua a história de um rapaz, com um pouco de deficiência mental, cujo maior sonho é participar das Olimpíadas, não importando o esporte. A história real de Michael “Eddie” Edwards parece saída das mãos de algum roteirista sem-noção, de tão absurda que parece. Mas é só mais um caso da vida real que supera a ficção. O sonho de Eddie vem desde a infância, quando, apesar das quedas, dos vários óculos quebrados, do problema no joelho e da total falta de estímulo do pai e de quem quer que seja, o menino cresce com a ideia fixa de se tornar atleta olímpico. Até que, aos 22 anos, resolve partir para a Alemanha sozinho, em 1987, encontrando uma brecha nas regras para que possa competir nas Olimpíadas de Inverno no Canadá, em 1988. O esporte que ele escolhe é o perigoso salto de ski. O filme apresenta ao público esse esporte pouco conhecido (ao menos no Brasil), que traz grandes riscos de vida – os acidentes não são incomuns. Por isso, imaginar que alguém que nunca praticou ski conseguisse saltar após alguns poucos treinos expõe toda a loucura por trás da obsessão do jovem. Do mesmo modo, o fato dele conseguir, também prova-se um feito e tanto. Quem interpreta Eddie é Taron Egerton (o protagonista de “Kingsman – Serviço Secreto”), que no começo passa a impressão de estar exagerando no tom cartunesco do personagem. Mas essa impressão logo se dissipa quando se confere os registros do verdadeiro Eddie. Por sua vez, Hugh Jackman, que vive seu treinador beberrão, já havia feito um trabalho semelhante em “Gigantes de Aço” e não se esforçou tanto para essa espécie de reprise. “Voando Alto” ainda acerta o tom ao tratar a história com muito bom humor, mostrando os adversários ou obstáculos de Eddie como caricaturas, sejam os esportistas que zombam dele, sejam os seus próprios pais, ou mesmo os locutores esportivos, quando o protagonista vai finalmente para o Canadá – impossível não ficar encantado com a simpatia de Jim Broadbent (“A Viagem”). Por isso, o filme encanta e emociona como poucos do subgênero. Talvez até seja esquecido no futuro, mas quem se dispor a vê-lo encontrá uma verdadeira raridade: uma história de superação que não deprime ninguém. Ao contrário, é pura diversão.

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  • Série

    Grace and Frankie: Nova temporada da série de Jane Fonda e Lily Tomlin ganha trailer

    7 de abril de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Grace and Frankie”, estrelada por Lily Tomlin e Jane Fonda. Bem humorada, a prévia explora situações divertidas, em que as duas amigas, que se tornam solteiras na terceira idade, precisam lidar com vibradores, encontros e a recriminação de suas famílias. Criada por Marta Kauffman (criadora da série “Friends”) e Howard J. Morris (criador da série “In Case of Emergency”), “Grace and Frankie” acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, até o dia em que suas vidas são viradas de cabeça para baixo, com a revelação de que seus maridos estão apaixonados um pelo outro e têm planos de se casarem. E o que é pior, elas percebem que estarão eternamente ligadas por esse acontecimento. Com o tempo, porém, as velhas rivais descobrem que podem contar uma com a outra para superar a situação e conviver com a nova configuração de suas famílias. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Geoff Stults (série “Elisted”), Barry Bostwick (série “Spin City”) e Joe Morton (série “Eureka”). O Netflix está tão satisfeito com a atração que já a renovou para sua 3ª temporada, com data de estreia prevista para 2017.

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  • Etc,  Filme

    Chus Lampreave (1930 – 2016)

    5 de abril de 2016 /

    Morreu a atriz espanhola Chus Lampreave, a mais velha das “meninas” do diretor Pedro Almodóvar, cuja presença marcante era facilmente reconhecida pela voz aguda e os óculos de lentes grossas (fundo de garrafa). Ela faleceu na segunda-feira (4/4) aos 85 anos de idade. María Jesús Lampreave nasceu em 11 de dezembro de 1930 em Madri e teve uma carreira extensa no cinema espanhol, iniciada pelo curta-metragem “Se Vende un Tranvía” (1959), roteirizado por Luis García Berlanga, com quem trabalharia em diversos longas. Mas sua estreia em longa-metragem, curiosamente, deu-se pelas mãos de um diretor italiano, o mestre Marco Ferreri (“Crônica do Amor Louco”), que a escalou como figurante em “El Pisito (1959) e coadjuvante em “El Cochecito” (1960). Ela participou de poucos filmes durante o período franquista, como “O Carrasco” (1963), dirigido por Berlanga. Por isso, só foi deslanchar a partir de 1970, quando coadjuvou cinco filmes consecutivos de Jaime de Armiñán – inclusive o clássico “Mi Querida Señorita” (1972) – e a trilogia “Nacional” de Berlanga, inciada por “La Escopeta Nacional (1978) e encerrada em “Nacional III” (1982). A parceria que marcaria sua carreira, porém, só teve início em 1980, quando o então jovem Pedro Almodóvar rodou seu segundo longa, “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão”. O encontro frutificaria em várias outras colaborações, até render um de seus papeis mais lembrados em “Maus Hábitos” (1983). A atriz se consagrou como ladra de cenas ao aparecer, no longa, como a irmã Rata, uma freira atípica, que escrevia livros sensacionalistas sob pseudônimo num convento. Chus Lampreave fez uma dezena de filmes com Almodóvar, tornando-se a atriz mais fiel da carreira do cineasta. Entre as produções que participou estão alguns dos maiores sucessos da carreira do diretor, como “Que Fiz Eu Para Merecer Isto?” (1984), “Matador” (1986), “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” (1988), “A Flor do Meu Segredo” (1995), “Fale com Ela” (2002) e “Volver” (2006). Por este filme, ela foi, inclusive, premiada no Festival de Cannes – junto com as demais atrizes que co-protagonizaram o longa: Penélope Cruz, Carmen Maura, Lola Duenas, Blanca Portillo e Yohana Cobo. O último filme que fez para Almodóvar foi “Abraços Partidos” (2009), mas Lampreave continuou requisitada por Fernando Trueba, com quem também trabalhou em diversas obras desde os anos 1980, como “El Año de las Luces” (1986), “Sedução” (1992) e o recente “O Artista e a Modelo” (2012). “Sedução”, por sinal, rendeu-lhe o único Goya (o Oscar espanhol) de sua carreira, como Atriz Coadjuvante. Ela ainda estrelou outras comédias espanholas bem-sucedidas, como “Miss Caribe” (1988), de Fernando Colomo, “Mátame Mucho” (1998), de José Ángel Bohollo, e “À Moda da Casa” (2008), de Nacho G. Velilla. Mas seu maior sucesso foi uma franquia cômica escrita, dirigida e estrelada por Santiago Segura, “Torrente”, da qual participou em cinco longa-metragens entre 1998 e 2014. O capítulo mais recente, “Torrente V: Misión Eurovegas”, foi também seu último trabalho no cinema. “Chus Lampreave foi esse tipo de artista que fazia parte da nossa vida, reconhecida e amada por todos que faziam parte da grande família que é a cultura”, afirmou o ministro da Cultura espanhol, Inigo Mendez de Vigo, ao despedir-se da “menina”.

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  • Etc,  Série

    Porta dos Fundos ridiculariza Lava-Jato e sofre rejeição maciça no YouTube

    5 de abril de 2016 /

    O grupo humorístico Porta dos Fundos achou que era uma boa ideia fazer piada com a suposta parcialidade da Polícia Federal na condução da operação Lava-Jato. Gravou em seu canal no YouTube um vídeo em que mostra um delator, interpretado por Fábio Porchat, contando podres de políticos do PSDB para um agente federal desinteressado, vivido por Gregório Duvivier. No esquete, enquanto mal-feitos do governo de Fernando Henrique Cardoso são ignorados, o rabisco de um prato com lula, numa conta de restaurante francês, vira prova irrefutável para deflagrar a prisão de Lula. Houve quem considerasse engraçado, mas a maioria torceu o nariz, fazendo com que o vídeo, intitulado “Delação”, ganhasse mais dislikes do que likes – 450 mil contra e 257 mil favoráveis. Trata-se de um fato inédito na trajetória do grupo. Vale reconhecer que o Porta dos Fundos já usou humor para parodiar o governo de Dilma Roussef, mas enquanto é fácil rir da presidente mais impopular do Brasil, a reação do público demonstra que é bem mais difícil aceitar a ridicularização do trabalho da Lava-Jato. A polarização reitera pesquisas de opinião pública, que demonstram o apoio da populução às investigações: 66,3% dos brasileiros acreditam que a Lava-Jato é positiva para o país (segundo o Instituto Paraná) e 62% acreditam na culpa de Lula nos casos de corrupção investigados (Instituto Datafolha). O fato é que o vídeo teve repercussão, rendeu respostas na internet e chegou a quase 4 milhões de pageviews em 48 horas, muito acima da média do canal. Para se ter ideia, o vídeo mais popular do Porta dos Fundos no mês passado foi visto 2,6 milhões de vezes. Entretanto, se serviu de chamariz, o conteúdo “polêmico” trouxe comentários indesejáveis, que realçam um visível descompasso entre a classe artística, movida a patrocínio estatal e lei de incentivo fiscal, e a população que paga impostos. Vários comentários na página do vídeo lembram que o Porta dos Fundos recebeu autorização do governo para captar R$ 7,5 milhões em incentivo fiscal para rodar seu filme, algo que pode virar fator de desgaste para o grupo, ainda mais se entre seus patrocinadores aparecerem empresas estatais. o

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  • Filme

    Swiss Army Man: Daniel Radcliffe é um morto muito louco em trailer de comédia bizarra

    4 de abril de 2016 /

    A A24 divulgou o trailer e o pôster de “Swiss Army Man”, um dos filmes mais comentados do último Festival de Sundance, vencedor do prêmio de Melhor Direção. A prévia dá uma boa ideia do absurdo, bizarria e surrealismo do filme, destacando a performance de Daniel Radcliffe (“A Mulher de Preto”) como um morto que peida, cospe, conversa e vira barco. A trama gira em torno de um náufrago solitário numa ilha, cujo desespero o impulsiona para o suicídio, mas que reencontra forças ao se deparar com outro homem na praia, um cadáver que se torna seu melhor amigo. O morto não só lhe faz companhia, mas também demonstra mil e uma utilidades, como uma ferramenta que pode ajudá-lo a sobreviver e até sair da ilha. Além de Radcliffe, o elenco traz Paul Dano (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”) como o náufrago e Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) como a garota com quem ele sonha. Primeiro longa escrito e dirigido pela dupla Dan Kwan e Daniel Scheinert, “Swiss Army Man” estréia em 17 de junho nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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