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  • Série

    She’s Gotta Have It: Série de Spike Lee ganha primeiras fotos oficiais

    5 de agosto de 2017 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais de “She’s Gotta Have It”, adaptação do filme “Ela Quer Tudo”. O primeiro longa-metragem da carreira de Spike Lee, rodado em duas semanas de 1986 por apenas US$ 175 mil, agora vai virar também a primeira série do diretor. A atração tem o título original da comédia e a mesma personagem central, Nola Darling, uma artista do Brooklyn que luta para se firmar, enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus três amantes: o modelo Greer Childs, o banqueiro Jamie Overstreet e o b-boy Mars Blackmon (que no filme era interpretado pelo próprio Spike Lee). O elenco, claro, foi totalmente reformulado, com DeWanda Wise (série “Shots Fire”) no papel central, além de Cleo Anthony (série “Extant”) como Childs, Lyriq Bent (série “Rookie Blue”) como Overstreet e Anthony Ramos (“Branquinha”) como Blackmon. Cada um deles aparece no vídeo, contracenando com Wise. O cineasta vai dirigir todos os 10 episódios da 1ª temporada e cada capítulo terá cerca de 30 minutos de duração. A estreia está marcada para 23 de novembro.

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  • Série

    Karatê Kid vai voltar numa série estrelada pelo protagonista original

    4 de agosto de 2017 /

    Três décadas, três sequências e um remake depois, “Karatê Kid” vai continuar na TV com Ralph Macchio de volta ao papel de Daniel San. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto está sendo desenvolvido pelo YouTube Red, a plataforma de séries por assinatura da rede social. Chamado de “Cobra Kai” e descrito como uma comédia, a série terá 10 episódios de meia hora cada um. E, além de Macchio, também terá William Zabka no papel de Johnny Lawrence. A trama, na verdade, destaca o papel de Zabka, o rival de Daniel LaRusso no clássico de 1984, que ainda busca redenção. A trama vai girar em torno de seus esforços para reformar o infame dojo Cobra Kai, que ele volta a abrir como sensei. Entretanto, isto trará de volta sua rivalidade com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, intérprete de Miyagi, que faleceu em 2005. Macchio e Zabka também serão produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinarão a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. “‘Cobra Kai’ será uma verdadeira continuação dos filmes originais, com comédia, emoção e grandes cenas de luta”, afirmaram Hurwitz e Schlossberg em comunicado. A estreia é prevista para 2018.

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  • Série

    Revival de Will & Grace é renovado antes da estreia

    3 de agosto de 2017 /

    A rede NBC está realmente entusiasmada com o revival de “Will & Grace”. E depois de aumentar a encomenda de episódios para o retorno da série, decidiu renovar a produção para mais um ano. A série foi exibida entre 1998 e 2006 nos EUA e venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para cada um de seus protagonistas, Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). A trama gira em torno do não casal formado por um advogado gay e uma designer de interiores heterossexual, que dividem um apartamento em Nova York, sempre visitados por seus dois melhores amigos. O revival contará com 16 episódios inéditos, todos escritos pelos criadores da atração, Max Mutchnick e David Kohan, e dirigidos por James Burrows, que comandou os episódios das oito temporadas originais. O equivalente à 9ª temporada da série começa a ser exibido em 28 de setembro nos Estados Unidos e a 10ª temporada irá ao ar em 2018 – com 13 episódios.

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  • Filme

    Trailer de Como se Tornar o Pior Aluno da Escola ilustra qualidade do filme com diarreia e mijo

    3 de agosto de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”, comédia nacional baseado no livro de mesmo nome do humorista Danilo Gentili (“Mato sem Cachorro”). O vídeo revela a qualidade da produção com cenas de diarreia e mijo. O longa tem direção de Fabrício Bittar, do MTV Sports, e além de Gentili também traz no elenco Bruno Munhoz (“descoberto pelas redes sociais”, segundo o release), Daniel Pimentel, Raul Gazola, Joana Fomm, o músico Rogério Skylab, o cantor Moacyr Franco e o ator mexicano Carlos Villagrán (o Quico do seriado “Chaves”). A estreia está marcada para 12 de outubro.

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  • Filme

    Tal Mãe, Tal Filha é um pastelão francês com a cereja de Juliette Binoche

    30 de julho de 2017 /

    Tem cara de pastelão o início do longa-metragem “Tal Mãe, Tal Filha”, de Noémie Saglio (“Beijei Uma Garota”). E é. O pôster de divulgação do filme já dá uma ideia do que vem pela frente, ao mostrar as duas protagonistas grávidas. A mãe, Mado, vivida por Juliette Binoche (“Ghost in the Shell”), praticamente troca de papel com a filha, Avril (Camille Cottin, de “Aliados”). Enquanto a moça, aos 30 anos, é casada, tem emprego fixo e é responsável, a mãe vive de favor na casa da filha, é bagunceira e tem comportamento de adolescente no modo de se vestir e de agir. A cena dela mascando chiclete no supermercado mostra bem isso. Até que um dia Avril anuncia que está grávida e Mado alega que não está pronta para ser avó. Em cena também está o pai de Avril e ex-marido de Mado, personagem vivido por Lambert Wilson, de “Sobre Amigos, Amor e Vinho” e “Homens e Deuses”, que acaba originando a segunda gravidez da história. A diretora Noémie Saglio, que escreveu o roteiro ao lado de Agathe Pastorino, teve a ideia da trama lendo revistas femininas, nas quais havia histórias sobre mães e filhas engravidando ao mesmo tempo. Ou seja, embora pareça surreal, o comportamento é mais comum (e real) do que parece. O que não me parece comum, porém, é a maneira de agir da mãe. Binoche, uma das atrizes francesas mais cobiçadas por renomados diretores – ela já filmou, por exemplo, com o iraniano Abbas Kiarostami, o alemão Michael Haneke e o polonês Krzysztof Kieslowski – parece um pouco desconfortável no papel da mãe bancando a adolescente. A plateia, assim, não compra a personagem de primeira. É preciso insistência pra ir se convencendo aos poucos. É difícil, mas rir de comédias pastelões – principalmente quando já se é mãe, no caso desta trama – não faz mal a ninguém.

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  • Filme

    Kiki – Os Segredos do Desejo diverte com fetiches sexuais

    29 de julho de 2017 /

    O desejo sexual assume formas e manifestações surpreendentes, inesperadas, bizarras. Em tempos de uma moral estreita e rígida, baseada na noção de normalidade, as variações sexuais eram chamadas de desvios sexuais e, claro, condenadas. A partir do momento em que se passou a estudá-las, para além dos julgamentos morais, elas ganharam um nome técnico: parafilias. Uma forma de desejar que está fora da expectativa ou da norma. Para vem do grego, significa “fora de” e filia se refere ao amor. Ainda implica um problema a ser resolvido, mas agora na esfera da saúde. É de diversidade que se trata, este um conceito mais aberto e contemporâneo. E quanta diversidade há neste mundo! Se você duvida, vá ver “Kiki – Os Segredos do Desejo”, uma boa comédia espanhola, que explora em seus personagens algumas formas de excitação pouco usuais, como o tesão por gente chorando, dormindo, ao sofrer a violência de um assalto, a atração por plantas ou por tocar em tecidos de seda, para chegar ao orgasmo. Também estão lá fetiches mais conhecidos, como o dos pés ou do ato de ser urinado, mas nomes como dacrifilia, sonofilia, hifefilia, harpaxofilia, convenhamos, não fazem parte do vocabulário cotidiano, nem dos especialistas da área da sexualidade. Ao potencializar o mais bizarro e exagerado ou, pelo menos, novidadeiro, o filme do diretor Paco León, remake espanhol do australiano “A Pequena Morte” (2014), consegue nos provocar mais e produzir risos. Quanto mais estranho, melhor, para comprovar a tese de que a diversidade é infinita e todas as formas existentes têm o direito de se expressar e de serem acolhidas na sociedade. Foi-se o tempo do pecado e da exclusão. Há que se celebrar essa diversidade toda e, como o filme acaba demonstrando, é possível conviver com isso numa boa e até se dar bem. Talvez não em todos os casos, há situações arriscadas, perigosas e ilegais. Mas sempre se pode dar um jeitinho de acomodar as coisas e simbolizar, em vez de concretizar. Fica até mais divertido. Há um detalhe a apontar. “Kiki” inclui personagens com deficiência de um modo muito positivo, nessa ciranda sexual, sem esforço para ser politicamente correto. Quando se veem todas as pessoas como seres humanos e como cidadãos plenos de direitos, tudo se torna mais adequado no tratamento das tramas. Para fazer humor, não é preciso atropelar direitos nem ofender pessoas ou categorias. Preconceito não tem graça. “Kiki” é inteligente, aberto e bem feito. Um vasto elenco de maioria bem jovem traz um frescor à narrativa, que torna o filme simpático e envolvente. O próprio diretor Paco León, que é também roteirista e ator do filme, tem apenas 42 anos e vem de uma família de artistas. Tem muito a nos oferecer pela frente.

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  • Filme

    Richard Linklater volta aos anos 1980 com o divertido Jovens, Loucos e Mais Rebeldes

    29 de julho de 2017 /

    A filmografia de Richard Linklater é bem irregular. O homem que dirigiu obras tão intensas quanto a trilogia “Antes do Amanhecer” (1995), “Antes do Pôr-do-Sol” (2004) e “Antes da Meia-Noite” (2013) tem em seu currículo alguns filmes inexpressivos e que muitas vezes passam batido. Porém, não dá pra dizer que ele seja um diretor sem uma marca autoral. Uma das características de seus filmes, como dá para perceber pela citada trilogia, é a preocupação com a passagem do tempo, em pensar sobre o tempo como algo fugaz e por isso mesmo tão valioso. “Jovens, Loucos e Mais Rebeldes” (Everybody Wants Some, 2016) é uma continuação espiritual de “Jovens, Loucos e Rebeldes” (Dazed and Confused, 1993), que mostrava as aventuras de um grupo de estudantes do ensino médio no último dia de aula em 1976, com todo aquele espírito dos anos 1970 impresso. O novo filme traz outro grupo de jovens, desta vez em seu primeiro dia no ambiente universitário, antes de as aulas começarem no ano de 1980. A virada da década está presente nos figurinos, no comportamento, na bem selecionada trilha musical, na direção de arte, na fotografia colorida e no espírito festivo do filme. O que pode incomodar um pouco, especialmente aos fãs do cineasta que gostam de conversas de cunho mais aprofundado, é o quanto é rasa a filosofia de vida dos vários personagens que passeiam pela tela, especialmente se pensarmos que estamos diante de um filme do mesmo diretor de “Acordar para a Vida” (2001). Mas Linklater também é o cara que dirigiu “Escola de Rock” (2003) e que também gosta de pura diversão, sem muitas pretensões intelectuais. O olhar principal do filme é o de Jake Bradford (Blake Jenner, da série “Glee”). Sua perspectiva apresenta e filtra os demais membros da turma que farão parte dessa importante etapa de sua vida. Cada um deles tem a sua importância em um filme que não se preocupa com o enredo, mas que prefere deixar fluir um fluxo narrativo com naturalidade e leveza, como se estivéssemos testemunhando aquele momento e olhando com carinho para aquelas pessoas, sem nenhuma preocupação com uma conclusão. Afinal, a vida deles está mal começando. São jovens que estão mais interessados em jogar beisebol, namorar e brincar do que exatamente estudar. E é muito bom testemunhar o otimismo de quem que está acabando de chegar àquele ambiente e se enturmando. Para aqueles jovens, estar ali era uma questão de autoafirmação. Por isso, em muitos momentos, o grupo fica parecendo um clube do Bolinha com pouca sensibilidade, quase machista, embora haja algumas personagens femininas bem marcantes e encantadoras – principalmente a personagem de Zoey Deutch (“Tinha Que Ser Ele?”). A alegria contagia pela liberdade que os jovens finalmente encontram, depois de superar tudo o que lhes é proibido durante o colegial. E uma vez que o público consiga embarcar nessa atmosfera, “Jovens, Loucos e Mais Rebeldes” (título brasileiro tosco e nada a ver) pode ser uma experiência muito divertida.

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  • Filme

    Maria Paula estrela o trailer de Doidas e Santas, mais um besteirol com elenco da Globo

    26 de julho de 2017 /

    A atriz Maria Paula volta ao cinema com “Doidas e Santas”, mais um besteirol com elenco da rede Globo. Sumida das telas desde que apareceu em “Malhação” há quatro anos, a ex-Casseta protagoniza o velho ditado da casa do ferreiro – velhíssimo, já que da época dos ferreiros – como uma psicóloga que ensina os outros a ser feliz, mas não sabe o que é felicidade em sua própria vida. Ao cair a ficha, ela resolve endoidecer um pouco. Mas tudo o que consegue é se entediar com as ideias das amigas – que vão do guru à balada. Esta história já foi contada no teatro com Cissa Guimarães no papel principal. Isto talvez explica a teatralidade de algumas cenas da prévia. Mas a inspiração original é o livro homônimo de crônicas de Martha Medeiros (autora de “Divã”), que recebeu adaptação do diretor Paulo Thiago (“Orquestra dos Meninos”). O elenco global inclui Georgiana Góes (humorísticos “Tá no Ar” e “Zorra”), Nicette Bruno (novela “Pega Pega”), Thiago Fragoso (novela “Lado a Lado”), Marcelo Faria (novela “Sol Nascente”), Flávia Alessandra (novela “Êta Mundo Bom!”), Jonas Bloch (novela “Novo Mundo”), Priscila Fantin (novela “Êta Mundo Bão!”), Roberto Bonfim (novela “Império”) e Samantha Schmütz (série “Vai que Cola”). “Doidas e Santas” estreia nos cinemas em 24 de agosto.

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  • Filme

    Ben Stiller se considera um perdedor em trailer de comédia do autor de Escola de Rock

    26 de julho de 2017 /

    A Amazon divulgou o trailer de “Brad’s Status”, comédia dramática estrelada por Ben Stiller (“Zoolander”). O ator vive o Brad do título, que compara seu status ao de seus amigos de faculdade, que ficaram milionários enquanto ele continuou idealista e não construiu patrimônio. Considerando-se um perdedor, o personagem tenta diminuir as expectativas do filho (Austin Abrams, da série “The Walking Dead”), enquanto este tenta entrar numa boa universidade. O filme tem roteiro e direção de Mike White (roteirista de “Escola de Rock” e da vindoura animação “Emoji: O Filme”) e também inclui no elenco Michael Sheen (série “Masters of Sex”), Luke Wilson (série “Roadies”), Jemaine Clement (série “Legion”) e Jenna Fischer (série “The Office”), além do próprio Mike White. A estreia está marcada para 15 de setembro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil

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  • Filme

    Destaque do Festival de Sundance, Brigsby Bear reúne Mark Hamill e humoristas do SNL em trailer

    26 de julho de 2017 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o trailer e o pôster de “Brigsby Bear”, um dos destaques do Festival de Sundance deste ano. A prévia evoca uma combinação da série “Unbreakable Kimmy Schmidt” com a comédia “Rebobine, Por Favor” (2008), ao acompanhar um rapaz raptado ainda criança, que acreditava que o mundo tinha acabado, apenas para descobrir que a única coisa que realmente acabou foi sua série infantil favorita, há muitos anos. Liberto de seu bunker subterrâneo, ele tem dificuldades de adaptação e não se conforma por não ter mais episódios de “Brigsby Bear” para assistir. Assim, com o auxílio de novos amigos que o acham divertido, resolve fazer um filme para contar o final da série interrompida. O filme é estrelado e escrito por Kyle Mooney, um veterano do humorístico “Saturday Night Live”, e marca a estreia na direção cinematográfica de Dave McCary (também do “SNL”). Já o elenco inclui atores famosos como Mark Hamill (“Star Wars: O Despertar da Força”), Claire Danes (série “Homeland”), Greg Kinnear (“Melhores Amigos”), Jane Adams (“Poltergeist: O Fenômeno”), Ryan Simpkins (“Arcadia”), Andy Samberg (série “Brooklyn Nine-Nine”), Kate Lyn Sheil (série “Outcast”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Michaela Watkins (série “Casual”), Matt Walsh (“A Última Ressaca do Ano”) e Beck Bennett (do “SNL”). A produção é da trupe The Lonely Island e da dupla Christopher Miller e Phil Lord (diretores de “Uma Aventura Lego”). A estreia acontece nesta sexta (28/7) nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme,  Série

    Vídeo do revival de Psych mostra atores tentando lembrar como interpretavam seus papéis

    23 de julho de 2017 /

    O canal pago USA Network divulgou um divertido vídeo do telefilme de “Psych” na Comic-Con, que mostra os atores James Roday e Dulé Hill entrando em forma para retomar seus papéis, ensaiando frases e gestos de efeitos que consagraram na série. “Psych” foi um dos maiores sucessos do USA e durou 8 temporadas, entre 2006 e 2014. A trama girava em torno do filho picareta de um ex-policial que resolve usar seus dons apurados de dedução, que o pai lhe incutiu ainda na infância, para se fingir de médium e resolver crimes. A ideia foi ao ar muito antes de “The Mentalist”, o que inclusive rendeu piadas em episódios de “Psych”. A produção também era conhecida por atrair muitos atores famosos em participações especiais. Num de seus melhores capítulos, chegou a juntar quase todo o elenco clássico de “Twin Peaks”. O telefilme vai contar com o retorno de James Roday ao papel do detetive “vidente” Shawn Spencer e de Dulé Hill como Gus, seu fiel parceiro. Os demais atores do elenco fixo também têm presença confirmada – Timothy Omundson, Maggie Lawson, Corbin Bernsen e Kirsten Nelson. Mas o USA prometeu que os fãs poderão esperar a presença de outros personagens marcantes da trajetória da produção. O ator Jimmi Simpson (série “Westworld”), por exemplo, foi confirmado na Comic-Con e voltará a viver “Mary” Lightly, na que será sua terceira participação desde que o personagem morreu no final da 4ª temporada. “Psych: The Movie” terá temática natalina e a direção de Steve Franks, o criador da atração, que também assina o roteiro junto com Roday. A estreia é aguardada para dezembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Vídeo registra promoção de Robert Knepper ao elenco central de iZombie

    23 de julho de 2017 /

    A rede CW divulgou um vídeo com o ator Robert Knepper, exibido durante o painel de “iZombie” na Comic-Con, que confirma sua promoção ao elenco fixo da série. No vídeo, Knepper brinca que fitou tão satisfeito que é capaz de quase perdoar Blaine (David Anders), seu filho na trama. Sempre lembrado por seu papel em “Prison Break”, Knepper vive Angus DeBeers em “iZombie”, um empresário desalmado, que se torna ainda mais impiedoso depois de virar zumbi. A série também teve um vídeo de retrospectiva divulgado na Comic-Con, mas o material não incluiu nenhuma cena inédita, como pode ser visto abaixo. Mas serve para lembrar como a trama se aproxima de um final apocalíptico, ainda que a 4ª temporada não tenha sido anunciada como “series finale”. Por enquanto, não há previsão para a estreia dos novos episódios de “iZombie”.

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  • Série

    Personagens de The Tick ilustram oito pôsteres da série

    22 de julho de 2017 /

    A Amazon divulgou oito pôsteres com os principais personagens da nova série “The Tick”. Os cartazes mostram o ator Peter Serafinowicz (“Guardiões da Galáxia”) no papel-título e alguns coadjuvantes importantes, como Superian (Brendan Hines, da série “Scorpion”) e Arthur (Griffin Newman, da série “Vinyl”). A trama gira em torno de Arthur Everest, um contador sem nem um tipo de superpoder, que se envolve numa conspiração ao descobrir que a cidade em que vive é controlada por um supervilão. Em sua jornada, ele acaba se aliando a um estranho super-herói, o Tick. Personagem de quadrinhos, o Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também já teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração foi desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). O elenco ainda inclui Valorie Curry (série “The Following”), Yara Martinez (série “Jane the Virgin”), Berto Colon (minissérie “Show Me a Hero”), Kyle Catlett (“Uma Viagem Extraordinária”), Jackie Earle Haley (série “Preacher”) e Whoopi Goldberg (“As Tartarugas Ninja”). A série será disponibilizada em duas partes. Os seis primeiros episódios de “The Tick” chegam no serviço de streaming Amazon Prime em 25 de agosto, enquanto a segunda metade da 1ª temporada é esperada para o começo de 2018. A 1ª temporada de The Tick será lançada em duas partes com seis episódios cada. A primeira será disponibilizada com exclusividade na Amazon a partir do dia 25 de agosto e a segunda chega no início de 2018.

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