Aplicativo Tinder vai virar comédia romântica
O aplicativo Tinder, criado para promover encontros amorosos entre seus usuários, será tema de uma comédia romântica da Warner Bros. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio contratou a dupla de roteiristas Keith Merryman e David A. Newman (“Pense Como Eles” e “Amizade Colorida”) para desenvolver a história. Chamado “Worst Tinder Date Ever” (pior namoro Tinder de todos os tempos), o filme será ambientado em Los Angeles e reunirá um grupo de pessoas que marcam uma série de encontros desastrosos pelo Tinder até começarem a se apaixonar. Sem diretor e elenco definidos, o filme ainda não possui data de lançamento nos cinemas.
Adam DeVine vai viajar no tempo para conquistar Alexandra Daddario em nova comédia
Os jovens astros Adam DeVine (“A Escolha Perfeita”), Alexandra Daddario (“Terremoto – A Falha de San Andreas”) e Robbie Amell (série “The Flash”) vão estrelar “When We First Met”, uma comédia romântica de viagem no tempo. Na trama, DeVine interpretará um rapaz que se arrepende de aceitar ser “só amigo” da garota de seus sonhos (Daddario). Após descobrir uma forma de voltar no tempo, ele muda tudo o que aconteceu na noite em que conheceu a amada, desencadeando, claro, um efeito borboleta, que altera a vida de todos a sua volta. O roteiro foi escrito por John Whittington (roteirista do vindouro “LEGO Batman: O Filme”) e a direção está a cargo de Ari Sandel, que já trabalhou com Amell na comédia teen “D.U.F.F. – Você Conhece, Tem ou É” (2015). A produção ainda não tem previsão de estreia.
Table 19: Anna Kendrick se junta aos perdedores em trailer de comédia
A Fox Searchlight divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Table 19”, comédia romântica estrelada por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”). O filme gira em torno de uma mesa de convidados de casamento, que reúne as pessoas menos interessantes da festa. Frustrados pela descoberta da dura realidade, o grupo de perdedores resolve dar a volta por cima, com novas amizades e até o começo de um romance. Na trama, Kendrick vive a ex-namorada do padrinho, que, após levar um fora por SMS, tem a presença dispensada da festa, mas resolve ir assim mesmo, e acaba sendo colocada na mesa dos que foram convidados “meramente por cortesia” – interpretadas por Lisa Kudrow (“Vizinhos”), Craig Robinson (“É o Fim”), June Squibb (“Nebraska”), Stephen Merchant (série “Hello Ladies”) e Tony Revolori (“O Grande Hotel Budapeste”). Com roteiro dos irmãos Jay e Mark Duplass (criadores da série “Togetherness”), e direção de Jeffrey Blitz (“Rocket Science”), o filme tem estreia marcada para 20 de janeiro de 2017 nos EUA. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil
Sucesso dos anos 1980, Splash – Uma Sereia em Minha Vida vai ganhar remake
A comédia clássica “Splash – Uma Sereia em Minha Vida”, grande sucesso dos anos 1980, vai ganhar remake. A novidade foi revelada por Brian Grazer, produtor do filme de 1984 e um dos produtores mais bem-sucedidos de Hollywood, durante uma entrevista no programa “Binge”. Indagado sobre quem faria hoje o papel de Tom Hanks numa refilmagem, ele deu com a língua nos dentes. “Na verdade estou refazendo ‘Splash’ e não posso responder. Vou produzir uma nova versão do ponto de vista da… Não posso falar mais, tem uma grande estrela envolvida e o anúncio ainda não aconteceu”. A nova produção deve se basear no roteiro original de “Splash”, intitulado “Wet”, que narrava a história pelo ponto de vista da sereia – vivida por Daryl Hannah no auge de sua popularidade. Grazer confirmou. “Sim. Vamos partir daí, mas não posso revelar a mudança”. Dirigida por Ron Howard, o filme mostrava o relacionamento entre a sereia Madison (Hannah) e o empresário Allen Bauer (Hanks). Ele tinha sido do mar ainda criança pela sereia e, 25 anos depois, os dois se reencontram, fazendo com que ela decida deixar seu habitat para procurá-lo em Nova York. Unidos e apaixonados, eles são separados por pesquisadores governamentais, que a sequestram para estudos. Em 2009, a Universal comprou um roteiro chamado “Merman” (algo como “sereio”) sobre um tritão que deixa o mar para recuperar sua noiva sereia, que o largou por um humano. Até hoje, este filme não foi filmado. Mas também poderia se enquadrar como uma nova versão de “Splash”.
O Maior Amor do Mundo é um filme-churrasco
Bem que Garry Marshall podia ficar sem esses filminhos bobos recentes. O diretor dos pequenos clássicos “Uma Linda Mulher” (1990) e “Frankie & Johnny” (1991) agora virou especialista em filmes-coral superficiais com temáticas de datas comemorativas. Depois de “homenagear” o Dia dos Namorados com “Idas e Vindas do Amor” (2010) e o réveillon com “Noite de Ano Novo” (2011), ele foca o Dia das Mães em “O Maior Amor do Mundo” (2016). Este tipo de filme com múltiplos personagens e tramas paralelas já rendeu obras-primas como “Short Cuts – Cenas da Vida” (1993), de Robert Altman, “Todos Dizem Eu te Amo” (1996), de Woody Allen, até mesmo o nosso “O Som ao Redor” (2012), de Kleber Mendonça Filho. E ainda, para ficar no terreno das comédias românticas aparentemente bobas, o delicioso “Simplesmente Amor” (2003), de Richard Curtis. Portanto, não há justificativa para a falta de substância das incursões de Marshall. Como são vários núcleos, algum tinha que funcionar, mas os que mais se aproximam disso são apenas duas passagens: a história do casal de velhinhos que viaja para fazer uma surpresa às suas duas filhas, que escondem segredos, por eles serem muito tradicionais e preconceituosos, e a do jovem casal que vive junto sem ter casado formalmente, mesmo já tendo um filho da união. O primeiro vale por momentos de riso e o segundo por conseguir, pelo menos a princípio, provocar empatia. Curiosamente, são as melhores tramas as mais curtas e com elenco menos badalado. Já as histórias que demandam mais tempo e concentram mais estrelas são justamente as mais frágeis, como a da mulher (Jennifer Aniston) que precisa dividir o filho com a nova esposa do ex-marido (Timothy Olyphant), a do viúvo (Jason Sudeikis) que acaba desempenhando o papel de pai e mãe de duas filhas depois da morte da esposa (Jennifer Garner), ou, ainda, o drama da celebridade (Julia Roberts) que tem uma filha biológica e não a assume. Todas contém potencial, mas são executadas com uma pobreza tão grande, que só despertam tédio no espectador. Nada justifica o envolvimento de tantos atores famosos (incluindo também Kate Hudson, a jovem Britt Robertson e o veterano Hector Elizondo), além da ilusão do prestígio perdido do diretor. É o caso de um filme-coral que vira filme-churrasco, em que amiguinhos se encontram para se divertir sem compromisso algum. Churrasquinho de mãe, para ficar na temática proposta. Para piorar, o filme ainda acabou ganhando, no Brasil, o título de um filme de Cacá Diegues.
De Onde Eu Te Vejo busca graça no fim do amor
O novo filme de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”) já começa dando um nó na garganta do espectador. “De Onde Eu Te Vejo” abre com o drama de um casal que esteve junto há 20 anos, mas que agora se prepara para se separar amigavelmente. E esse sentimento de melancolia permeia o filme, alimentado ainda pela notícia da iminente partida de sua única filha para outra cidade para fazer faculdade. Mas, como se trata de um longa brasileiro, não demora para se manifestar na tela a mania de se incluir festa até nos momentos mais sérios, e entra em cena o clima de comédia, que contamina e dilapida a potencialidade da obra, embora a torne mais leve – não se sabe o quanto o filme resistiria se seguisse em tom depressivo do início ao fim, embora os diálogos espirituosos dos dois protagonistas esquentassem os ânimos. Esposa do diretor, a atriz Denise Fraga tem um histórico considerável de comédias em sua filmografia – quase ninguém viu o drama “Hoje” (2011), de Tata Amaral, por exemplo, enquanto todo mundo se lembra dela por “Auto da Compadecida” (2000), de Guel Arraes. Em “De Onde Eu Te Vejo”, ela vive Ana Lúcia, uma arquiteta que trabalha procurando prédios antigos e quase abandonados para transformá-los em lugares modernos. Ela tem a tendência em acreditar em coisas esotéricas, como astrologia, feng shui, pensamento positivo etc. Enquanto isso, seu (ex-) marido, Fábio (Domingos Montagner, da novela “Salve Jorge”), é um jornalista pragmático, embora abrace com muito carinho as crenças e manias da mulher. Do mesmo modo, com tantos anos juntos, ele também tem manias que só sua mulher entende, como o fato de nunca ter aprendido a dar um nó na gravata. O momento de mudanças para os dois, porém, não parece nada feliz: a filha adorável, que é um elo do casal, indo embora; os prédios históricos da cidade fechando; demissões em massa nas redações, em momento de morte do jornal de papel etc. O fato de o marido se mudar justamente para um prédio em frente ao da esposa, como acontece na comédia clássica italiana “Esposamente” (1977), também não ajuda muito a desatar os laços. A geografia e a arquitetura de São Paulo são, por sinal, elementos bem explorado pelo filme, principalmente por conta da profissão da protagonista. Mas a dor do marido também rende momentos expressivos, evitando os estereótipos típicos da comédia romântica feminina, ainda que o filme force a mão para tentar resgatar o clima melancólico do início num desfecho supostamente redondo. São, na verdade, as participações especiais que ajudam a elevar “De Onde Eu Te Vejo” do lugar-comum já visto. Afinal, como não se emocionar com o depoimento de Juca de Oliveira (“O Signo da Cidade”) sobre a importância do Cine Marabá em sua vida, quando ele fala, com os olhos brilhando, do dia em que conheceu sua esposa? Ou de como é mágico sair do cinema e dar de cara imediatamente com a rua? E temos também Laura Cardoso (“Muita Calma Nessa Hora”), como a velhinha que cuida de pássaros, que se mostra feliz com a rotina simples, e que de vez em quando solta umas indiretas para a arquiteta sobre como lidar com a vida. Ou Fúlvio Stefanini (“Cilada.com”), como o simpático dono de uma pizzaria que serviu de espaço para vários aniversários de casamento de Ana Lúcia e Fábio. Todos rendem momentos interessantes, que ajudam a tornar mais agradáveis as idas e vindas dessa história de amor e desamor.
Apaixonados – O Filme é mais um exemplar de humor televisivo nos cinemas brasileiros
É tanto lançamento de filme brasileiro com o subtítulo “O Filme” que já parece piada pronta. “Apaixonados – O Filme”, de Paulo Fontenelle (“Se Puder… Dirija!”), por exemplo, parece usar o termo para justificar sua ida ao cinema. Deve se ver cinematográfico por imitar a estrutura da comédia romântica hollywoodiana com tramas paralelas, mas acaba televisivo ao imprimir ao formato um “humor brasileiro”, saído de programas tipo “Zorra Total” – caso, principalmente, do gringo assediado por duas mulheres. A trama paralela que poderia render um filme centra-se numa porta-bandeira de escola de samba, vivida por Nanda Costa. Trata-se de uma atriz que costuma surpreender quando bem aproveitada, como demonstrou em “Febre do Rato”, de Cláudio Assis. E seu romance com um médico consegue despertar algum interesse, pelos desencontros que acontecem e pela ambientação carnavalesca. Assim como a história do rapaz rico e da moça pobre, que também produz algum interesse. Mas ambas acabam reduzidas a um fiapo narrativo, sem nenhum desenvolvimento, sobrepostas por histórias que não despertam a mesma simpatia. O filme é claramente uma perda de tempo. De fato, a produção poderia muito bem ser realizada como um especial da Rede Globo e não ocupar espaço precioso no circuito cinematográfico. Mas “Apaixonados – O Especial Televisivo” não soa tão bem como título.
Mother’s Day: Comédia com Julia Roberts e Jennifer Aniston ganha primeiro trailer
A Open Road divulgou o primeiro trailer de “Mother’s Day”, terceira comédia romântica com título de feriado do diretor Garry Marshall, que se especializou no subgênero ao comemorar anteriormente a “Noite de Ano Novo” (2011) e o Dia dos Namorados, que os tradutores brasileiros tiraram do calendário ao batizarem de “Idas e Vindas do Amor” (2010). A fórmula é praticamente a mesma, com uma porção de atores famosos reunidos em histórias paralelas. Desta vez, porém, algumas dessas tramas se entrelaçam. Será a quarta vez que Marshall dirige Julia Roberts (“Álbum de Família”), que ele lançou ao estrelato em “Uma Linda Mulher” (1990). O resto do elenco estrelado inclui Jennifer Aniston (“Família do Bagulho”), Kate Hudson (“Pronta Para Amar”), Jason Sudeikis (“Quero Matar Meu Chefe”), Britt Robertson (“Tomorrowland”), Timothy Olyphant (série “Justified”), Shay Mitchell (série “Pretty Little Liars”), Sarah Chalke (série “Scrubs”), Margo Martindale (série “The Americans”), Jon Lovitz (“The Ridiculous 6”) e Aasif Mandvi (“Os Estagiários”). O roteiro de “Mother’s Day” foi escrito por Anya Kochoff (“A Sogra”) e a estreante Lily Hollander, a estreia está marcada para 28 de abril, próximo ao Dia das Mães, é claro.
Apaixonados: Comédia romântica de carnaval ganha primeiro trailer
Em clima de carnaval, a H2O Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Apaixonados – O Filme”, comédia romântica brasileira, que tem como pano de fundo justamente a festa de Momo. A prévia é repleta dos encontros e desencontros característicos do gênero, com direito às histórias paralelas, dificuldades e coincidências que garantem o final feliz. O que a diferencia dos clichês de Hollywood é a locação carioca, que além de desfiles de escolas de samba inclui os contrastes sociais e raciais entre o asfalto e o morro. O elenco inclui Nanda Costa (“Gonzaga: De Pai pra Filho”), Raphael Vianna (“Divã a 2”), Roberta Rodrigues (“Sorria, Você Está Sendo Filmado”), João Baldasserini (“Linha de Passe”), Roberto Bomfim (“O Inventor de Sonhos”) e Luiz Guilherme (“Hotel Atlântico”), além de marcar a estreia no cinema do ator de teatro musical Danilo de Moura (“Tim Maia – Vale Tudo, O Musical”), como um turista americano que se apaixona pela feijoada e o carnaval. Com direção de Paulo Fontenelle (“Divã a 2”), “Apaixonados” estreia em 3 de março. Só não precisava recorrer ao expediente de incluir um “O Filme” no título, como outras dezenas de produções recentes. Será que a produção é tão televisiva, a ponto de precisar chamar atenção no título de que se trata de cinema?
Amor em Sampa: Trailer revela a nova comédia em família de Bruna Lombardi
Mais uma produção da Globo Filmes realizada com incentivo fiscal ganhou trailer e pôster. “Amor em Sampa” é uma comédia de costumes realizada em família por Bruna Lombardi, seu marido e seu filho. Além de os três estrelarem o longa, ainda dividiram sua criação. A atriz escreveu a trama, que teve a direção dividida entre Carlos Alberto e Kim Riccelli. Por sua vez, isto os levou a filmar Bruna em trajes íntimos, tentando seduzir outro homem. A terapia ajuda, hoje em dia. Mas o final do vídeo confirma que todos saíram ilesos da experiência, com beijo entre papai e mamãe. Quarto filme escrito por Bruna e dirigido por Carlos Alberto, e o terceiro com participação do jovem Kim, “Amor em Sampa” segue a temática dos anteriores, apostando, desta vez, na fórmula das comédias românticas de histórias paralelas, acompanhando cinco narrativas que se entrelaçam. O elenco também inclui Rodrigo Lombardi (novela “O Astro”), Eduardo Moscovis (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”), Mariana Lima (“A Busca”), Miá Mello (“Meu Passado Me Condena”) e Tiago Abravanel (“Crô, o Filme”). A estreia está marcada para 18 de fevereiro.
Montagem transforma filme dos Vingadores em comédia romântica
O site Vulture resolveu comprovar que os filmes dos Vingadores são, na verdade, comédias românticas, com todos os clichês a que o gênero tem direito. Com isso em mente, os responsáveis pelo site produziram um trailer, montando algumas cenas de “Vingadores: Era de Ultron” como se fosse um lançamento fictício, chamado “Como Vingar um Cara em 10 Dias”. Claro que se trata de uma brincadeira, mas ajuda a mostrar como a Marvel às vezes exagera no tom cômico de suas produções.










