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    Lady Gaga vai estrear no cinema no remake de Nasce uma Estrela

    17 de agosto de 2016 /

    A cantora Lady Gaga vai virar atriz de cinema. Depois de vencer o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Minissérie por seu papel em “American Horror Story”, ela vinha se dedicando a conquistar o papel principal no remake de “Nasce Uma Estrela”, e agora o site Deadline confirma sua escalação no longa da Warner, que será estrelado e dirigido por Bradley Cooper. O contrato teria sido fechado pelo próprio presidente de produção e desenvolvimento criativo do estúdio, Greg Silverman, que adorou as cenas de teste gravadas por Gaga e Cooper. “Para aqueles de nós que tivemos a sorte de vê-lo trabalhar de perto como ator e produtor, estava claro que Bradley fazeria essa transição como diretor”, disse Silverman. “Estamos honrados que ele esteja fazendo isso aqui, em sua casa, a Warner Bros., e com Lady Gaga como colaboradora e co-estrela”, completou. Além de atuar, Gaga vai cantar no longa-metragem, e as músicas serão composições originais, que a Warner também pretende explorar com o lançamento do disco da trilha sonora. Originalmente, Beyoncé foi a primeira cotada para o papel há quatro anos, mas desistiu devido à sua gravidez. Na época, a direção estava por conta de Clint Eastwood, que, ao perder sua protagonista favorita, acabou optando por filmar “Sniper Americano” (2014). Pois agora, numa dessas reviravoltas típicas de Hollywood, o astro de “Sniper Americano”, Bradley Cooper, assumiu o remake, que ele pretende transformar em sua estreia na direção. Eastwood, entretanto, continua ligado ao projeto, na condição de produtor executivo – e possivelmente guia de Cooper na direção. A primeira iniciativa do novo diretor foi justamente encontrar a intérprete do papel principal. Lady Gaga reprisará o papel que já foi interpretado nos cinemas por Janet Gaynor (1937), Judy Garland (1954) e Barbra Streisand (1976): uma cantora em início de carreira que se apaixona por um astro decadente, que será interpretado pelo próprio Cooper. A quarta versão do melodrama musical foi escrita por Will Fetters, que já adaptou dois melodramas românticos de Nicholas Sparks, “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014). “A Star Is Born” (título original) deve começar a ser filmado em fevereiro, mas ainda não tem data de estreia definida.

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    Colin Farrell vai estrelar primeiro western de Sofia Coppola

    15 de julho de 2016 /

    O ator Colin Farrell (“O Vingador do Futuro”) vai estrelar o remake do “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), que será o primeiro western dirigido por Sofia Coppola (“Bling Ring”). Segundo o site da revista Variety, a cineasta também assina o roteiro e contará no elenco com as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”), Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Elle Fanning (“Cinderela”). O original foi filmado por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, mesmo ano em que a dupla eternizou Dirty Harry em “Perseguidor Implacável”. Exemplar marcante do western revisionista, “O Estranho que Nós Amamos” conta a história de um soldado da União (Clint Eastwood) gravemente ferido durante a Guerra Civil, que é socorrido por alunas de um internato para moças sulistas, em pleno território Confederado. As professoras e as estudantes têm medo de manter aquele estranho morando com elas, mas, à medida que o rapaz se recupera, desperta paixões e intrigas entre as mulheres. O elenco feminino original tinha Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”), Elizabeth Hartman (“Agora Você É Um Homem”) e duas atrizes de “Piranha” (1978), Darleen Carr e Melody Thomas. O remake marcará a segunda parceria da diretora com Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). O novo “The Beguiled” ainda não tem previsão de lançamento.

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    Michael Cimino (1939 – 2016)

    3 de julho de 2016 /

    Morreu o diretor Michael Cimino, que venceu o Oscar com o poderoso drama de guerra “O Franco Atirador” (1978) e logo em seguida quebrou um dos estúdios mais tradicionais de Hollywood. Ele morreu no sábado, aos 77 anos, em Los Angeles. Cimino nasceu e cresceu em Nova York, cidade em que também iniciou sua carreira como diretor de comerciais de TV. Em 1971, ele decidir ir para Los Angeles tentar fazer filmes, e impressionou Hollywood com seu primeiro trabalho como roteirista: a sci-fi ecológica “Corrida Silenciosa” (1972), um clássico estrelado por Bruce Dern (“Os Oito Odiados”), que ele co-escreveu com Deric Washburn (“Fronteiras da Violência”) e Steven Bochco (criador da série “Murder in the First”). Dirigido por Douglas Trumbull, mago dos efeitos especiais que trabalhou em “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), “Corrida Silenciosa” acabou se tornando uma das influências de “Star Wars” (1977). Em seguida, trabalhou com John Milius (“Apocalipse Now”) no roteiro do segundo filme de Dirty Harry, “Magnum 44” (1973), estrelado por Clint Eastwood (“Gran Torino”). O sucesso desse lançamento rendeu nova parceria com Eastwood, “O Último Golpe”, que marcou a estreia de Cimino na direção. Também escrita pelo cineasta, a trama girava em torno de uma gangue de ladrões, liderada por Eastwood e seu parceiro irreverente, vivido pelo jovem Jeff Bridges (“O Doador de Memórias”), envolvidos num golpe mirabolante. Após esse começo convincente, Cimino recebeu várias ofertas de trabalho, mas deixou claro que só queria dirigir filmes que ele próprio escrevesse. Por isso, dispensou propostas comerciais para se dedicar à história de três amigos operários do interior dos EUA, que vão lutar na Guerra do Vietnã. Aprisionados pelos vietcongs, eles são submetidos a torturas físicas e psicológicas que os tornam marcados pelo resto da vida. Entre as cenas, a roleta russa entre os prisioneiros assombrou o público e a crítica, numa época em que as revelações do terror da guerra ainda eram incipientes em Hollywood – “Apocalypse Now”, por exemplo, só seria lançado no ano seguinte. “O Franco Atirador” capturou a imaginação dos EUA. Pessoas tinham crises de choro durante as sessões, veteranos do Vietnã faziam fila para assistir e o filme acabou indicado a nove Oscars, inclusive Melhor Roteiro para Cimino, Ator para Robert De Niro (“Joy”) e ainda rendeu a primeira nomeação da carreira de Meryl Streep (“Álbum de Família”), como Melhor Atriz Coadjuvante. Na cerimônia de premiação, levou cinco estatuetas, entre elas a de Melhor Ator Coadjuvante para Christopher Walken (“Jersey Boys”), Melhor Diretor para Cimino e Melhor Filme do ano. Coberto de glórias, Cimino embarcou em seu projeto mais ambicioso, “O Portal do Paraíso” (1980), western estrelado por Kris Kristofferson (“O Comboio”) no papel de um xerife, que tenta proteger fazendeiros pobres dos interesses de ricos criadores de gado. O resultado desse confronto é uma guerra civil, que aconteceu em 1890 no Wyoming. Conhecido por filmar em locações reais, que ele acreditava ajudar os atores a entrarem em seus papeis, Cimino decidiu construir uma cidade cenográfica no interior dos EUA. Preocupado com o realismo da produção, ele chegou a mandar demolir a rua principal inteira no primeiro dia de filmagem, porque “não parecia correta”, atrasando o cronograma logo de cara e deixando ocioso seu numeroso elenco, que incluía Christopher Walken, Jeff Bridges, John Hurt (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), Joseph Cotten (“O 3º Homem”), Sam Waterston (série “Law and Order”), até a francesa Isabelle Huppert (“Amor”) e Willem Dafoe (“Anticristo”) em seu primeiro papel. Ele também mandou construir um sistema de irrigação para manter a relva sempre verdejante, querendo um impacto de cores nas cenas em que o sangue escorresse nas batalhas. Por conta do realismo, também comprou brigas com ONGs que acusaram a produção de crueldade contra os cavalos em cena. A obsessão pelos detalhes ainda o levou a filmar exaustivamente vários ângulos da mesma cena, gastando 220 horas e mais de 1,2 milhões de metros de filme, um recorde no período. “O Portal do Paraíso” rapidamente estourou seu cronograma e orçamento, e seu título virou sinônimo de produção fora de controle. Quando os executivos do estúdio United Artists viram a conta, entraram em desespero. Para completar, Cimino montou uma “cópia de trabalho” de 325 minutos. Pressionado a entregar uma versão “exibível” a tempo de concorrer ao Oscar, montou o filme com 219 minutos (3 horas e 39 minutos), o que exasperou os donos de cinema. A pá de cal foram as críticas negativas. Para tentar se salvar, após a première em Nova York, o estúdio cancelou o lançamento para produzir uma versão reeditada, de 149 minutos, que entretanto não se saiu melhor. O filme que custou US$ 44 milhões faturou apenas US$ 3,5 milhões. Como resultado, a United Artists, fundada em 1919 por D. W. Griffith, Charlie Chaplin, Mary Pickford e Douglas Fairbanks, quebrou. Atolada em dívidas, viu seus investidores tomarem o controle, e foi vendida para a MGM no ano seguinte. O impacto negativo foi tão grande que o gênero western se tornou maldito, afastando os estúdios de produções passadas no Velho Oeste por um longo tempo. A carreira de Cimino nunca se recuperou. Ele só voltou a assinar um novo filme cinco anos depois, o thriller noir “O Ano do Dragão” (1985), estrelado por Mickey Rourke (“O Lutador”). Mas a história de gangues asiáticas em Chinatown voltou a provocar polêmica, ao ser acusada de racismo contra os chineses que moravam nos EUA. A pressão foi tanta que levou o estúdio a incluir um aviso no início do filme, salientando que era uma obra de ficção, ao mesmo tempo em que a submissão demonstrava como ninguém defenderia Cimino após o fiasco da United Artists. O filme ainda foi indicado a cinco prêmios Framboesa de Ouro, incluindo Pior Roteiro e Diretor do ano, mas se tornou um dos favoritos de Quentin Tarantino. Cimino nunca mais escreveu seus próprios filmes. Ele ainda dirigiu “O Siciliano” (1987), drama de máfia baseado em livro de Mario Puzo (“O Poderoso Chefão”), e o remake “Horas de Desespero” (1990), com Mickey Rourke reprisando o papel de gângster interpretado por Humphrey Bogart em 1955. O primeiro fez US$ 5 milhões e o segundo US$ 3 milhões nas bilheterias, de modo que seu último longa, “Na Trilha do Sol” (1996), foi lançado direto em vídeo. Depois disso, encerrou a carreira com um curta na antologia “Cada Um com Seu Cinema” (2007), que reuniu três dezenas de mestres do cinema mundial. Em 2005, a MGM resolveu resgatar a produção que lhe deu de bandeja a prestigiosa filmografia da United Artists, relançando a versão de 219 minutos de “O Portal do Paraíso” numa sessão de gala no Museu de Arte de Nova York. E desta vez, 25 anos depois da histeria provocada pelo estouro de seu orçamento, o filme teve uma recepção muito diferente. Uma nova geração de críticos rasgou as opiniões de seus predecessores, passando a considerar o filme como uma obra-prima. O diretor sempre acusou o cronograma pouco realista da United Artists pela culpa do fracasso do filme. Dizia que não teve tempo suficiente para trabalhar na edição do longa. Pois em 2012, a produtora especializada em clássicos Criterion, em acerto com a MGM, deu-lhe todo o tempo que ele queria para produzir uma versão definitiva, com a sua visão, para o lançamento de “O Portal do Paraíso” em Blu-ray. Esta versão, de 216 minutos, foi exibida em primeira mão durante o Festival de Veneza, com a presença do diretor. Ao final da projeção, Cimino foi às lágrimas, ovacionado durante meia hora de palmas ininterruptas. “Sofri rejeição por 33 anos”, o diretor desabafou na ocasião, em entrevista ao jornal The New York Times. “Agora, posso descansar em paz”.

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    Sully: Tom Hanks aparece de cabelos brancos no trailer do novo filme de Clint Eastwood

    30 de junho de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Sully”, drama baseado em fatos reais estrelado por Tom Hanks (“Ponte de Espiões”) e dirigido por Clint Eastwood (“Sniper Americano”). A arte e a prévia revelam Hanks com cabelos brancos e aparência envelhecida para viver o Capitão Chesley “Sully” Sullenberger, que dá título à produção. Baseado numa história real, o filme vai destrinchar a repercussão de seu feito, ao conseguir pousar um avião com problemas, lotado de passageiros, no Rio Hudson, em Nova York, sem deixar feridos. Considerado herói pela mídia, mas questionado pela perícia, ele precisa defender suas ações, que o levaram a tomar a decisão de pousar no rio ao constatar falha nos motores logo após a decolagem. O elenco também inclui Anna Gunn (série “Breaking Bad”), Laura Linney (série “The Big C”), Aaron Eckhart (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”), Sam Huntington (série “Being Human”) e Autumn Reeser (série “Hawaii Five-0”). O roteiro foi adaptado por Todd Komarnicki (“A Estranha Perfeita”) e a estreia está marcada para 9 de setembro nos EUA, três meses antes do lançamento no Brasil, previsto apenas para 1 de dezembro.

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    Lady Gaga pode estrelar novo remake de Nasce uma Estrela

    19 de junho de 2016 /

    A cantora Lady Gaga está cada vez mais perto de virar atriz de cinema. Depois de vencer o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Minissérie por seu papel em “American Horror Story”, ela tem se dedicado a conquistar o papel principal no remake de “Nasce Uma Estrela”, que será estrelado e dirigido por Bradley Cooper. A dupla chegou a se encontrar para testes e o site Deadline revela que o estúdio Warner Bros. adorou as cenas ensaiadas em conjunto por Gaga e Cooper. Beyoncé esteve cotada para o papel há quatro anos, mas desistiu devido à sua gravidez. Na época, a direção estava por conta de Clint Eastwood, que, ao perder sua protagonista favorita, acabou optando por filmar “Sniper Americano” (2014). Pois agora, numa dessas reviravoltas típicas de Hollywood, o astro de “Sniper Americano”, Bradley Cooper, assumiu o remake, que ele pretende transformar em sua estreia na direção. Eastwood, entretanto, continua ligado ao projeto, na condição de produtor executivo – e possivelmente guia de Cooper na direção. A primeira iniciativa do novo diretor está sendo justamente encontrar a intérprete do papel principal. Caso Lady Gaga seja escalada, ela reprisará o papel que já foi interpretado nos cinemas por Janet Gaynor (1937), Judy Garland (1954) e Barbra Streisand (1976): uma cantora em início de carreira que se apaixona por um astro decadente. A nova versão foi escrita por Will Fetters, que já adaptou dois melodramas de Nicholas Sparks, “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014). “A Star Is Born” deve começar a ser filmado em fevereiro, mas ainda não tem data de estreia definida.

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    O Estranho que Nós Amamos: Sofia Coppola vai dirigir remake de western estrelado por Clint Eastwood

    2 de abril de 2016 /

    O clássico western “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), filmado por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, mesmo ano em que a dupla eternizou Dirty Harry em “Perseguidor Implacável”, vai ganhar remake. Segundo o site da revista Variety, a adaptação será escrita e dirigida por Sofia Coppola (“Bling Ring”), que já negocia com Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”), Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Elle Fanning (“Cinderela”) para estrelarem a produção. Exemplar marcante do revisionismo do gênero western em curso nos anos 1970, “O Estranho que Nós Amamos” trazia a história de um soldado da União (Clint Eastwood) gravemente ferido durante a Guerra Civil, que é socorrido por alunas de um internato para moças sulistas, em pleno território Confederado. As professoras e as estudantes têm medo de manter aquele estranho morando com elas, mas, à medida que o rapaz se recupera, desperta paixões e intrigas entre as mulheres. O elenco feminino original tinha Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”), Elizabeth Hartman (“Agora Você É Um Homem”) e duas atrizes de “Piranha” (1978), Darleen Carr e Melody Thomas. Caso o elenco desejado por Sofia Coppola seja confirmado, o remake marcará a segunda parceria da diretora com Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”).

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    Tom Hanks aparece de cabelos brancos em foto do novo filme de Clint Eastwood

    30 de dezembro de 2015 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto de bastidores de “Sully”, drama baseado em fatos reais estrelado por Tom Hanks (“Ponte de Espiões”) e dirigido por Clint Eastwood (“Sniper Americano”). Os dois aparecem na imagem, que também revela Hanks com cabelos brancos e aparência envelhecida. O filme é baseado no livro de memórias do Capitão Chesley “Sully” Sullenberger, concentrando-se nos eventos que o transformaram em herói, ao pousar um avião com problemas, lotado de passageiros, no Rio Hudson, em Nova York, sem deixar feridos. O elenco também inclui Laura Linney (série “The Big C”), Aaron Eckhart (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e Anna Gunn (série “Breaking Bad”). O roteiro foi adaptado por Todd Komarnicki (“A Estranha Perfeita”) e a estreia está marcada para 9 de setembro nos EUA. A Warner Bros. ainda não definiu a data de lançamento no Brasil.

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    Beyoncé teria topado estrelar o remake de Nasce uma Estrela

    13 de dezembro de 2015 /

    A cantora Beyoncé, que nos últimos meses começou a frequentar aulas de interpretação, estaria se preparando para estrelar o novo remake do musical clássico “Nasce uma Estrela”. Quem garante é a coluna de fofocas Page Six, do jornal New York Post. E, não, a notícia não é velha. Beyoncé esteve cotada para o papel há três anos, mas desistiu devido à sua gravidez. Na época, a direção estava por conta de Clint Eastwood, que, ao perder sua protagonista favorita, acabou optando por filmar “Sniper Americano”. Pois agora, numa dessas reviravoltas típicas de Hollywood, o astro de “Sniper Americano”, Bradley Cooper, assumiu o remake, que ele pretende transformar em sua estreia na direção. Eastwood, entretanto, continua ligado ao projeto, na condição de produtor executivo – e possivelmente guia de Cooper na direção. A primeira iniciativa do novo diretor foi justamente procurar a candidata original ao papel. E desta vez Beyoncé teria dito sim. Ela reprisará o papel que já foi interpretado nos cinemas por Janet Gaynor (1937), Judy Garland (1954) e Barbra Streisand (1976): uma cantora em início de carreira que se apaixona por um astro decadente. Por curiosidade, Eastwood se aproximou de Cooper, ainda na época do projeto original, com a ideia de que ele fosse o protagonista masculino do filme, o tal astro decadente. Mas mesmo com a desistência temporária de Beyoncé, o encontro acabou sendo proveitoso, visto como “Sniper Americano” rendeu US$ 344 milhões nas bilheterias americanas. Não está claro se Cooper pretende acumular a direção do filme com o papel de protagonista masculino. O roteiro, por sua vez, foi escrito por Will Fetters, que já adaptou dois melodramas de Nicholas Sparks, “Um Homem de Sorte” (2012) e “O Melhor de Mim” (2014). “A Star Is Born” ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Bradley Cooper já havia demonstrado interesse em se tornar diretor antes. Seus planos eram estrear na função em “Honeymoon with Harry”, que ele também pretendia estrelar, ao lado de Robert De Niro (“Ajuste de Contas”). Os dois, por sinal, serão vistos juntos em “Joy – O Nome do Sucesso”, que chega aos cinemas americanos em 25 de dezembro, mas apenas em 21 de janeiro no Brasil.

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