Diferença de salário entre astros de The Crow motiva petição de fãs
A revelação de que Claire Foy ganhou menos do que Matt Smith pelo trabalho na série “The Crown”, mesmo tendo o papel da protagonista, a rainha Elizabeth 2ª, criou uma grande saia justa. Diante da discriminação sexual, um grupo de fãs se mobilizou para criar uma petição, na plataforma Care2, pedindo para o ator doar o valor correspondente à diferença entre seu salário e o da colega. O valor seria destinado ao fundo de defesa de vítimas de assédio e abuso da Time’s Up, organização criada por estrelas de Hollywood para lutar contra a discriminação de gênero. Em seu lançamento na manhã de segunda-feira (19/3), a petição tinha a meta de conseguir 25 mil assinaturas, e em poucas horas já reuniu mais de 23 mil apoiadores. A discrepância salarial foi informada pelos produtores Suzanne Mackie e Andy Harries durante a conferência Innovative TV (INTV), em Israel. Eles admitiram que Smith recebeu mais por ter maior projeção profissional, como um dos protagonistas da série britânica “Doctor Who”. Em “The Crown”, ele interpreta o príncipe Philip, marido da rainha. Os produtores acrescentaram que “no futuro, ninguém receberá mais que a rainha”. Isso, porém, não melhora a situação de Foy: a atriz, que venceu um Globo de Ouro pela série e foi indicada ao Emmy, não retornará para as próximas temporadas. Graças a um salto temporal na trama, a atriz será substituída por Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que viverá a Rainha Elizabeth II nos anos 1970. Segundo uma estimativa da revista Variety, Foy ganhou US$ 40 mil por episódio na série. O valor é considerado baixo para os padrões hollywoodianos, ainda mais se tratando de uma série que figura entre as mais caras da história, com um orçamento de US$ 7 milhões por episódio. A iniciativa da petição aconteceu dois meses após caso similar ter ocorrido na produção do filme “Todo o Dinheiro do Mundo”, que levou o ator Mark Wahlberg a fazer uma generosa doação ao Time’s Up.
Claire Foy recebeu menos que Matt Smith para estrelar a série The Crown
A atriz Claire Foy, que viveu a Rainha Elizabeth II em “The Crown”, recebeu menos que seu colega de elenco Matt Smith durante os dois primeiros anos da produção. Quem revelou esta disparidade salarial foram os próprios produtores do drama de época da Netflix, durante um painel realizado na conferência Innovative TV, em Israel. Clare Foy venceu dois troféus do Sindicato dos Atores, o SAG Awards, pelo trabalho nas duas temporadas, além de um Globo de Ouro, e teve mais tempo de tela que Smith, intérprete do Príncipe Philip na série. Os produtores se justificaram dizendo que a diferença se devia ao trabalho anterior de Matt Smith como protagonista de “Doctor Who”, uma das séries mais populares do Reino Unido, por quatro anos. Entretanto, a produtora Suzanne Mackie assegurou que esse tipo de discriminação não aconteceria mais: “De agora em diante, ninguém ganha mais do que a Rainha”. Pena que Claire Foy não poderá aproveitar a nova política, já que não retorna para a 3ª temporada de “The Crown”. Graças a um salto temporal na trama, a atriz será substituída por Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que viverá a Rainha Elizabeth II nos anos 1970.
Festival de Berlim: Steven Soderbergh elege celular como sua câmera de cinema favorita
A volta do cineasta americano Steven Soderbergh ao circuito dos festivais rendeu muito assunto, ainda que o resumo da ópera seja um comercial da Apple e seus caros aparelhos de telefonia móvel. Soderbergh presentou no Festival de Berlim 2018 o longa-metragem “Unsane”, que foi inteiramente gravado por meio de um iPhone. A trama acompanha uma mulher (Claire Foy, da série “The Crown”) que sofre o assédio de um psicopata e de uma clínica psiquiátrica que pratica fraudes sistemáticas. Pela forma como foi realizado, Soderbergh revelou, durante a entrevista coletiva do evento, que inicialmente não pretendia lançar “Unsane” nos cinemas, visando negociar um acordo de distribuição com uma plataforma de streaming. No entanto, mudou de ideia ao ver o filme pronto. “Quando encerramos as gravações e assisti ao filme pela primeira vez, pensei que talvez devêssemos tentar os cinemas e a conversa mudou completamente”. “Não é um filme sutil”, ele explicou, comparando as diferenças entre câmera de cinema e de celular. “Nunca tinha trabalhado tão perto de um rosto como agora”, disse o cineasta, que defendeu o iPhone pelo “absoluto imediatismo” que permite na captação de imagens, o que combinava com sua abordagem da trama. Todo o roteiro foi inteiramente gravado em duas semanas e Soderbergh ressaltou que a grande vantagem do iPhone foi sua capacidade de colocar a lente em qualquer lugar “em questão de segundos”. “A capacidade de assistir a um ensaio e depois entrar imediatamente na gravação da cena mantém o nível de energia”, disse ele, acrescentando que será “complicado voltar a uma maneira mais convencional de filmagem”. A atenção em torno do uso do iPhone acabou repercutindo mais que o tema do assédio. O diretor lembrou que as gravações ocorreram antes da explosão dos escândalos por abusos sexuais e a campanha #MeToo, que sacode Hollywood. “Gravamos o filme antes do início do #MeToo. Mas, certamente, o assédio é um tema muito presente no filme”, situou o cineasta, ressaltando que o psicopata da história ignora a rejeição da vítima para forçá-la a aceitar seu assédio. “Essas são questões que sempre existiram, então foi pura coincidência o tema ter se tornado tão relevante, mas estou interessado nesses tipos de dinâmica. Não apenas a dinâmica de gênero, mas a dinâmica de poder, o que acontece com as pessoas quando elas são presas em um sistema projetado para tirar a identidade das pessoas”, acrescentou. Ele também abordou sua alardeada aposentadoria do cinema em 2013, e o fato de ter retornado ao circuito no ano passado com “Logan Lucky”. “Eu acho que confundi parte da minha frustração com a indústria cinematográfica… e em seguida fiz uma série (‘The Knick’) em que senti mais prazer de trabalhar. Mas uma vez que voltei ao cinema, decidi continuar trabalhando para quebrar barreiras e este filme, mais do que qualquer outro trabalho recente, me fez sentir como se tivesse retomado uma espécie de cinema a que me entreguei quando era adolescente, então foi um prazer”, concluiu. Entusiasmado pela liberdade permitida pelo iPhone, ele revelou que seu próximo projeto, com gravações marcadas já para a próxima semana, também será feito com celular. Só não disse qual seria esse projeto – ele está em envolvido num drama sobre o escândalo financeiro dos Panamá Papers e o thriller “Planet Kill”.
Unsane: Claire Foy duvida da própria sanidade no trailer do novo suspense de Steven Soderbergh
A Bleecker Street divulgou o pôster e o trailer do novo suspense de Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”), intitulado “Unsane”. A prévia explora a paranoia da personagem vivida por Claire Foy (série “The Crown”), que se vê perseguida pelo mesmo homem em todo o lugar, até ser internada numa clínica psiquiátrica contra a própria vontade. Jurando não estar louca, ela passa a se comportar de forma cada vez mais violenta, mas nem sua mãe nem a polícia podem ajudá-la, a ponto dela começar a duvidar de sua própria sanidade. É a segunda vez que Soderbergh aborda o tema da sanidade mental, após o ótimo thriller “Terapia de Risco”, seu último filme, lançado em 2013. O longa foi rodado em segredo, durante um curto período. Toda a gravação ocorreu durante uma única semana e foi feita por meio da câmera de um iPhone. Isto explica algumas tomadas da prévia, que parecem imagens de filmes de terror de “found footage” – feito com câmeras amadoras, imitando vídeos reais – ou ligações de facetime. O roteiro é da dupla Jonathan Bernstein e James Greer, mais conhecida por comédias infantis como “Sorte no Amor” (2006) e “Missão Quase Impossível” (2010). O elenco também inclui o comediante Jay Pharoah (série “White Famous”), Juno Temple (“Roda Gigante”), Amy Irving (série “Alias”), Joshua Leonard (série “StartUp”) e Aimee Mullins (série “Stranger Things”). A estreia mundial vai acontecer no Festival de Berlim 2018, seguido por um lançamento em março nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para a distribuição no Brasil.
Paul Bettany não fecha acordo e fica fora da série The Crown
Os produtores da série “The Crown” não entraram em acordo com o ator Paul Bettany (o Visão da franquia “Vingadores”) e a negociação para que ele interpretasse o Príncipe Philip na 3ª temporada foi encerrada. Nenhum motivo foi dado para a desistência. Agora, os produtores avaliarão outros candidatos ao papel desempenhado por Matt Smith nas duas primeiras temporadas. Todo o elenco vai mudar no próximo arco da história da família real britânica, que avançará uma década no tempo para mostrar o Reino Unido nos anos 1970 – época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols. Por enquanto, o elenco tem confirmadas apenas Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II, e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. Além dos personagens vistos nas duas primeiras temporadas, a série também introduzirá Camilla Parker-Bowles e a jovem Diana Spencer, futura Princesa Diana. A Netflix ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios da série criada por Peter Morgan (“A Rainha”).
3ª temporada de The Crown vai introduzir a Princesa Diana
A 3ª temporada da série “The Crown” vai mostrar a juventude de Diana Spencer, antes de Lady Diana virar a Princesa Diana, segundo apurou a revista The Hollywood Reporter. Ela vai aparecer no final do terceiro ano da série da Netflix e ganhará mais destaque na 4ª temporada, cuja produção também foi confirmada pela publicação. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Embora sua intérprete ainda não tenha sido revelada, o nome de Sophie Turner (a Sansa de “Game of Thrones”) tem sido especulado por alguns sites. Além de Diana, os novos episódios também devem apresentar Camilla Parker Bowles. Ela foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. Esta situação será abordada na 4ª temporada. Passado nos anos 1970, o terceiro ano de “The Crown” também trocará os intérpretes dos protagonistas da série. Olivia Colman (da série “Broadchurch”) substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”) será a nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby.
Claire Foy aparece nas primeiras fotos do filme que Steven Soderbergh fez com um iPhone
O novo e misterioso filme de Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”), intitulado “Unsane”, ganhou suas primeiras fotos, que destacam a atriz Claire Foy num visual bem diferente do que os fãs da série “The Crown” estão acostumados. Pouco se sabe sobre o longa, que terá sua pré-estreia mundial no Festival de Berlim 2018, além do fato dele ter sido rodado durante o período de uma semana pelo diretor, usando a câmera de um iPhone. O comediante Jay Pharoah (série “White Famous”), que está no elenco, chegou a descrever a produção como um terror de bases realistas, “quase como ‘Corra!’, mas diferente”. Também atuam na produção as atrizes Juno Temple (“Roda Gigante”), Amy Irving (série “Alias”) e Aimee Mullins (série “Stranger Things”). Após a exibição em Berlim, a estreia deve acontecer em março nos Estados Unidos, e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
SAG Awards: Gary Oldman e Frances McDormand vencem o prêmio do Sindicato dos Atores
O Sindicado dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) premiou, em cerimônia realizada na noite de domingo (21/1) em Los Angeles, Gary Oldman e Frances McDemond como os Melhores Atores do ano, respectivamente por “O Destino de uma Nação” e “Três Anúncios para um Crime”. Eles eram favoritos ao prêmio, após faturarem previamente o Globo de Ouro e o Critics Choice. A cerimônia foi marcada pelo tema dos assédios sexuais em Hollywood, com direito a homenagem às atrizes e atores que romperam o silêncio com as primeiras denúncias contra Harvey Weinstein. Para marcar o tom, o evento foi apresentado apenas por mulheres. Mesmo assim, o ator James Franco, alvo de acusações mais recentes, foi aplaudido ao ter seu nome anunciado como concorrente, por “Artista do Desastre”. No balanço geral, “Três Anúncios para um Crime” foi o filme mais premiado da noite, faturando também os troféus de Melhor Ator Coadjuvante, para Sam Rockwell, e de Melhor Elenco de cinema. O troféu de Melhor Atriz Coadjuvante ficou com Allison Janney, por “Eu, Tonya”. Os vencedores do Sindicato largam como favoritos ao Oscar 2018. Para dar a dimensão da forte confluência entre as duas premiações, nesta década quase todos os atores que venceram o SAG conquistaram também o Oscar. As exceções ficaram por conta de dois atores negros: Viola Davis, premiada em 2012 por “Histórias Cruzadas”, perdeu o Oscar para Meryl Streep por “A Dama de Ferro”, e Denzel Washington, vencedor no ano passado por “Um Limite Entre Nós”, viu o Oscar ir para Casey Affleck, por “Manchester à Beira-Mar”. A diferença é maior entre os coadjuvantes, mesmo assim a margem de divergência permanece pequena. O SAG Awards também premiou as melhores interpretações televisivas, consagrando os elencos de “Veep” entre as comédias – inclusive a atriz Julia Louis-Dreyfus, que atualmente enfrenta um câncer – , “Big Little Lies” entre as séries limitadas, e “This Is Us” entre os dramas. A surpresa ficou por conta da vitória de Claire Foy, como Melhor Atriz por “The Crown”, sobre a favorita Elisabeth Moss, de “The Handmaid’s Tale”. A série mais premiada do ano acabou esnobada pelo Sindicato. O canal pago TNT exibe a cerimônia completa na noite desta segunda (22/1). Confira abaixo a lista dos atores premiados. VENCEDORES DO SAG AWARDS 2018 CINEMA Melhor Ator Gary Oldman, “O Destino de uma Nação” Melhor Atriz Frances McDormand, “Três Anúncios Para Um Crime” Melhor Ator Coadjuvante Sam Rockwell, “Três Anúncios Para Um Crime” Melhor Atriz Coadjuvante Allison Janney, “Eu, Tonya” Melhor Elenco “Três Anúncios Para Um Crime” Melhor Performance de Dublês “Mulher Maravilha” TELEVISÃO Melhor Ator em Série Dramática Sterling K. Brown, “This Is Us” Melhor Atriz em Série Dramática Claire Foy, “The Crown” Melhor Ator em Série de Comédia William H. Macy, “Shameless” Melhor Atriz em Série de Comédia Julia Louis-Dreyfus, “Veep” Melhor Ator em Telefilme ou Série Limitada Alexander Skarsgard, “Big Little Lies” Melhor Atriz em Telefilme ou Série Limitada Nicole Kidman, “Big Little Lies” Melhor Elenco em Série Dramática “This Is Us” Melhor Elenco em Série de Comédia “Veep” Melhor Performance de Dublês em Série “Game of Thrones”
Paul Bettany negocia substituir Matt Smith na 3ª temporada de The Crown
O ator Paul Bettany (o Visão da franquia “Vingadores”) negocia com a Netflix assumir o papel do Príncipe Philip na 3ª temporada de “The Crown”, assumindo o papel desempenhado por Matt Smith nas duas primeiras temporadas. Todo o elenco vai mudar no próximo arco da história da família real britânica, que avançará uma década no tempo para mostrar o Reino Unido nos anos 1970 – época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols. Caso seu nome seja confirmado, Bettany vai se juntar a Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II, e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. A Netflix ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios da série criada por Peter Morgan (“A Rainha”).
Helena Bonham Carter viverá a Princesa Margaret na 3ª temporada de The Crown
A atriz Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”) entrou no elenco da 3ª temporada de “The Crown”. Ela viverá a versão mais velha da princesa Margaret, interpretada nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, Kirby tinha dito que ficaria com ciúmes de quem fosse encarnar a princesa Margaret nos próximos episódios. “Fico animada por quem fizer isso, porque definitivamente conseguiu a melhor parte. Tragam o drama! Eu teria adorado ter feito isso. Eu absolutamente amei fazer todas as linhas ardentes, ficar bêbada e tudo o mais. Mas suponho que tive a sorte de ter duas temporadas, pelas quais posso me dizer agradecida”. Helena Bonham Carter vai se juntar a Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II. Por enquanto, apenas as duas atrizes foram confirmadas nas próximas fases da atração, que devem abranger também a 4ª temporada. Cada temporada da premiada “The Crown”, que venceu o Globo de Ouro de Melhor Série de Drama em 2017, deve seguir uma década diferente da vida da nobreza britânica. Assim, a 3ª temporada será passada na década de 1970, época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols.
The Crown recria mensagem de Natal de 60 anos e a própria Rainha Elizabeth lembra o fato
A Netflix divulgou um vídeo de “The Crown” com uma mensagem de Natal da Rainha Elizabeth II, interpretada pela atriz Claire Foy. A cena é inspirada na primeiríssima transmissão televisiva de Natal da coroa britânica, realizada em 1957. A edição coloca a imagem em TVs de outras séries do serviço de streaming, como “Stranger Things”, “Narcos”, “Orange Is the New Black” e até a futurista “Black Mirror”. Mas o mais interessante é comparar a recriação com a transmissão original de 60 anos atrás e reparar que a própria Rainha Elizabeth II se referiu ao mesmo pronunciamento em seu vídeo de 2017, no qual também falou dos ataques terroristas na Inglaterra e do aumento da família real no próximo ano – num referência ao noivado do neto, Príncipe Harry, com a atriz Meghan Markle. Veja os três vídeos baixo.
Astros de The Crown comparam série com o noivado de Meghan Markle e príncipe Harry
Os atores Claire Foy e Matt Smith, interpretes da rainha Elizabeth II e do príncipe Philip na série “The Crown”, comentaram o anúncio do casamento do príncipe Harry com a atriz Meghan Markle (da série “Suits”), durante evento da produção da Netflix, ocorrido na segunda-feira (4/12) em Nova York. Eles refletiram como o noivado dos dias de hoje sinaliza uma grande mudança de atitudes da monarquia em relação à época retratada na série, ainda que a rainha seja a mesma – Elizabeth é a monarca mais longeva da história britânica. “Elizabeth teve que proibir a irmã de se casar com um homem divorciado. O noivado atual mostra como os tempos mudaram e o quanto eles tiveram que mudar. Isso [o casamento] não teria sido concebível, não teria acontecido 50 anos atrás. E acho que é por isso que a monarquia vai sobreviver e prosperar, porque ela está disposta a mudar, ouvir as pessoas e notar que alguns elementos da instituição são ultrapassados e desnecessários”, disse Claire Foy. A comparação de Foy com a história da princesa Margaret (Vanessa Kirby) se deve a Markle ser divorciada. Mais que isso, ela é uma divorciada americana. Exatamente como Wallis Simpson, por quem o Rei Edward VIII (Alex Jennings) abdicou ao trono da Grã-Bretanha. Ele não poderia ser rei e se casar com uma americana divorciada em 1936. Na ocasião, preferiu o amor e foi muito criticado, ao abandonar seu reinado na véspera da 2ª Guerra Mundial. Para completar, Markle também é negra. “E ela também é uma atriz, então há esperança para todas nós”, brincou Foy, que se disse fã do trabalho da colega na série “Suits”. Já Matt Smith foi mais realista. “Eu sinto pena dela”, disse o ator. “Será uma mudança muito grande na vida dela, e é tanta coisa para lidar. A vida como ela conhece acabou. Mas ela está se casando com o príncipe da Grã-Bretanha – muito legal para ela”. Claire Foy e Matt Smith voltam a viver seus personagens reais na 2ª temporada de “The Crown”, que estreia na sexta (8/12) na Netflix. Veja abaixo o vídeo do evento em que eles participaram.
Vídeo de bastidores da série The Crown destacam tensão e mudanças dos anos 1960
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “The Crown”, repleto de entrevistas e cenas inéditas. A prévia adianta que o príncipe Philip (Matt Smith) ganhará mais destaque, na medida que o casamento da Rainha Elizabeth II (Claire Foy) se desgasta. E que as pressões por mudanças na monarquia atingirão o auge, acompanhando a agitação cultural e histórica da década de 1960. Entre as novidades da temporada, destacam-se as participações de Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), que interpretará o fotógrafo Anthony Armstrong-Jones, também conhecido como Lorde Snowdon, e de Michael C. Hall (série “Dexter”) como o presidente americano John F. Kennedy. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série retorna com novos episódios no dia 8 de dezembro.










