Attraction: Superprodução russa sobre invasão alienígena ganha novo trailer
Depois de se lançar no gênero dos super-heróis, o cinema russo prepara uma superprodução sobre invasão alienígena. A Sony russa divulgou o novo trailer e pôster de “Attraction” (Prityazhenie), com efeitos que chegam a lembrar os filmes de “Transformers”. Dirigido por Fedor Bondarchuk (“Stalingrado: A Batalha Final”), a trama acompanha a repercussão da chegada arrasadora de um objeto voador não identificado na Rússia, cuja destruição é documentada pelos moradores de um bairro residencial de Moscou, que precisam sobreviver enquanto os alienígenas desembarcam na Terra. A estreia está marcada para 17 de janeiro na Rússia e ainda não há previsão de lançamento no Brasil – nem sequer nos EUA.
Guardiões: Primeiro filme de super-heróis soviéticos ganha trailer oficial legendado e dublado
A Paris Filmes divulgou o trailer oficial de “Guardiões”, o primeiro filme de super-heróis da Rússia, em versões legendada e dublada. A trama parte da premissa que, durante a Guerra Fria, a antiga União Soviética criou um programa para desenvolver superpoderes em pessoas comuns, de diferentes países da cortina de ferro. Estes heróis soviéticos mantiveram suas identidades em segredo após o fim do comunismo, mas a chegada de uma grande ameaça à Moscou faz com que eles voltem a ser convocados para defender a nação. Os quatro herói são Khan (Sanzhar Madiyev), que tem supervelocidade e espadas mortais, Ler (Sebastien Sisak), capaz de controlar pedras, Arsus (Anton Pampushnyy), que é meio urso e meio humano, e Xenia (Alina Lanina), a mulher-invisível. Dirigido pelo armênio Sarik Andreasyan (“O Último Golpe”), “Guardiões” chega aos cinemas americanos em fevereiro e ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Attraction: Superprodução russa sobre invasão alienígena ganha trailer
Depois de se lançar no gênero dos super-heróis, o cinema russo prepara uma superprodução sobre invasão alienígena. A destruição revelada pelo trailer de “Attraction” (Prityazhenie) chega a lembrar “Transformers: O Lado Oculto da Lua” (2011), mas o uso de noticiários e câmera subjetiva também evoca a estética “found footage” de “Cloverfield” (2008). Dirigido por Fedor Bondarchuk (“Stalingrado: A Batalha Final”), a trama acompanha a repercussão da chegada arrasadora de um objeto voador não identificado na Rússia, cuja destruição é documentada pelos moradores de um bairro residencial de Moscou, que precisam sobreviver enquanto os alienígenas desembarcam na Terra. Com distribuição da divisão russa da Sony, a estreia em seu país está marcada para 17 de janeiro e ainda não há previsão de lançamento no Brasil – nem sequer nos EUA.
Guardians: Veja cinco trailers do primeiro filme de super-heróis soviéticos
A Rússia decidiu entrar na moda dos filmes de super-heróis com “Guardians”, que já tem cinco trailers e pôsteres de seus personagens divulgados. As prévias explicam que, durante a Guerra Fria, a antiga União Soviética criou um programa para desenvolver superpoderes em pessoas comuns, de diferentes países da cortina de ferro. Estes heróis mantiveram suas identidades em segredo após o fim do comunismo, mas a chegada de uma grande ameaça à Moscou faz com que eles voltem a ser convocados para defender o país. Os quatro herói são Khan (Sanzhar Madiyev), que tem supervelocidade e espadas mortais, Ler (Sebastien Sisak), capaz de controlar pedras, Arsus (Anton Pampushnyy), que é meio urso e meio humano, e Xenia (Alina Lanina), a mulher-invisível. Dirigido pelo armênio Sarik Andreasyan (“O Último Golpe”), “Guardians” chega aos cinemas americanos em fevereiro, por isso alguns dos trailers são dublados em inglês. A produção não tem previsão de lançamento no Brasil.
Veneza: Filme filipino vence festival marcado por destaques hollywoodianos
O drama filipino “The Woman Who Left”, do cinemaratonista Lav Diaz, foi o vencedor do Leão de Ouro da 73ª edição do Festival de Veneza, marcado por forte presença hollywoodiana e candidatos potenciais ao Oscar 2017. Como sempre na carreira de Lav Diaz, seu novo filme é para poucos, apenas para os mais resistentes, dispostos a encarar o desafio de suas 3h46 de projeção. Isto não impede Diaz de ser um dos mais cineastas asiáticos mais premiados da atualidade, embora também seja o menos visto de todos, devido à dificuldade de encaixar seus literalmente longa-metragens na programação convencional dos cinemas. “The Woman Who Left” rendeu o primeiro Leão de Ouro da carreira do diretor, mas já é seu terceiro filme premiado em Veneza. Anteriormente, ele tinha se destacado na mostra paralela Horizontes, com um Prêmio do Juri pela maratona “Death in the Land of Encantos” (2007), de apenas 9 horas de duração, e o troféu de Melhor Filme por “Melancholia” (2008), filme menorzinho, com 7h30 de metragem. Baseado num conto do escritor russo Leon Tolstoi, “The Woman Who Left” se passa em 1997, quando Hong Kong foi devolvida à China pelos britânicos, e conta a história de Horacia (Charo Santos-Concio), mulher que busca vingar os 30 anos que passou injustamente na prisão. Mas ao se ver livre, Horacia se surpreende ao encontrar uma sociedade com divisões profundas entre pobres e ricos. Em contraste ao único filme asiático premiado, o festival distribuiu a maior quantidade de troféus para o cinema de Hollywood, reconhecendo a boa qualidade da safra. O Grande Prêmio do Júri (espécie de 2º lugar) foi para “Nocturnal Animals”, de Tom Ford, o Prêmio Especial do Júri (3º lugar) para “The Bad Batch”, de Ana Lily Amirpour, e a Copa Volpi de Melhor Atriz para Emma Stone, por “La La Land”. Esperava-se que o filme de Tom Ford e o musical de Damien Chazelle, bastante elogiados, disputassem o prêmio principal. Para completar, outro filme americano, “Jackie”, dirigido pelo chileno Pablo Larraín, rendeu o troféu de Melhor Roteiro para Noah Oppenheim. O cinema latino ficou com a Copa Volpi de Melhor Ator, conquistada pelo argentino Oscar Martinez (por “El Ciudadano Ilustre”), e um dos prêmios de Melhor Direção, que foi dividido entre dois cineastas, o mexicano Amat Escalante (por “La Región Salvaje”) e o russo Andrei Konchalovsky (por “Paradise”). Além de Konchalovsky, houve apenas outro prêmio para desempenho europeu, o de Revelação para a atriz alemã Paula Beer, estrela de “Frantz”, do diretor francês François Ozon. O júri do festival de Veneza foi presidido pelo diretor britânico Sam Mendes, responsável pelos dois últimos filmes da franquia “007”. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores do Festival de Veneza 2016 Melhor Filme “The Woman Who Left”, de Lav Diaz Grande Prêmio do Júri “Nocturnal Animals”, de Tom Ford Prêmio Especial do Júri “The Bad Batch”, de Ana Lily Amirpour Melhor Direção Amat Escalante, por “La Región Salvaje”, e Andrei Konchalovsky, por “Paradise” Melhor Ator Oscar Martinez, por “El Ciudadano Ilustre” Melhor Atriz Emma Stone, por “La La Land” Melhor Roteiro Noah Oppenheim, por “Jackie” Prêmio Marcello Mastroianni de Ator/Atriz Revelação Paula Beer, por “Frantz”, de François Ozon.
The Cold Front: Atriz da sci-fi Hardcore estrela trailer de suspense russo
A Hype Films divulgou os trailers de “The Cold Front” (Kholodnyy Front), suspense russo estrelado por Darya Charusha, a Dominatrix da sci-fi “Hardcore”, premiada no recente Festival de Toronto. Belíssima, ela aparece nas prévias em clima idílico, prestes a romper com o namorado Aleksandr Molochnikov (“Another Year”) numa praia do litoral norte da França, quando carcassa de uma criatura não identificada aparece à beira-mar. No mesmo dia, uma garota russa (Svetlana Ustinova, de “Astra, I Heart You”) cruza o caminho do casal, sem ter onde dormir, e com uma nova convidada na casa litorânea, o clima ameno logo se torna sangrento. Multitalentosa, Darya Charusha também produziu e compôs a trilha sonora do filme, além de ser coautora do roteiro com o diretor estreante Roman Volobuev, ex-editor da versão russa da revista de cinema Empire. O lançamento acontece na quinta, dia 7 de janeiro, na Rússia.
Cineasta russo sugere criação de um Oscar alternativo só para os países do bloco BRICS
Olhaí a chance de o Brasil ganhar um “Oscar”! O diretor russo Nikita Mikhalkov, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “O Sol Enganador” (1995), está propondo a criação de um “Oscar alternativo” para os países em desenvolvimento, os chamados BRICS (sigla, em inglês, de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Mikhalkov, que também é presidente do sindicato dos cineastas russos, disse nesta semana, em conferência em Moscou, que “a ideia foi recebida com muito entusiasmo” nesses países. “Nesta situação, nós queremos que outras vozes sejam ouvidas no mundo, também.” Mas já ignorando o Brasil no projeto, ele adiantou que trabalhava na criação de uma Academia do Cinema Eurasiano, que premiaria “Oscars alternativos” aos melhores filmes da Europa e Ásia a partir de 2017. O detalhe – onde mora o diabo, segundo um provérbio alemão – é que já existe uma Academia do Cinema Europeu, que ignorou totalmente o novo filme de Mikhalkov, “Solnechny Udar” (insolação). O motivo foi a ficha corrida do simpático. Chamado de cineasta chapa-branca por defender a anexação da Crimeia e por não se manifestar, ao lado da Academia, quando o cineasta Oleg Sentsov foi preso e deportado para a Rússia por se opor à invasão da Ucrânia, Mikhalkov virou persona non grata nos países do Mar Báltico. Em compensação, acabou recebendo uma indicação, como representante da Rússia, para disputar o Oscar 2016. Não conseguiu a vaga entre os finalistas da categoria de Filme em Língua Estrangeira, mas, segundo ele, isto era previsto, por causa da censura política de Hollywood. Seu filme, entretanto, não agradou nem a crítica de seu país.





