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    Luc Besson e Dane DeHaan vem a São Paulo lançar Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

    17 de julho de 2017 /

    O diretor francês Luc Besson (“Lucy”) e o ator americano Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) virão ao Brasil para promover a estreia de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” nos cinemas. Besson e DeHaan estarão em São Paulo nos dias 3 e 4 de agosto. Baseado nos quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, o filme acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan) e Laureline (Cara Delevingne, de “Esquadrão Suicida”) em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”). A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Carros 3 marca época de férias escolares e estreias infantis nos cinemas

    13 de julho de 2017 /

    A programação de cinema entrou em ritmo de férias escolares. A animação “Carros 3” é o maior lançamento da semana, que ainda conta com pré-estreia ampla do nacional “DPA – O Filme”“, versão de cinema da série “Detetives do Prédio Azul”. O primeiro só não é o lançamento mais infantil da Disney-Pixar, porque “Carros 2” saiu antes. Mas mesmo sem a complexidade de “Divertida Mente”, embute uma mensagem de valorização da autoestima e empoderamento feminino, graças a uma nova personagem coadjuvante, que compensa possíveis engarrafamentos no pedágio das bilheterias. “DPA – O Filme” só estreia oficialmente na semana que vem, mas já ocupa mais telas que os demais filmes da semana. Historinha para o público da série do canal Gloob e das reprises de “Os Feiticeiros de Waverly Place” no canal Disney, o filme mostra bruxos bonzinhos, crianças com lupas, varinhas que soltam raios e outras mágicas. Na trama, após uma festa de bruxos adultos (mas censura livre), o prédio azul aparece com múltiplas rachaduras e os detetives mirins do Gloob decidem desvendar o mistério. A direção é de André Pellenz (“Minha Mãe É uma Peça – O Filme”) e o elenco é repleto de atores da Globo. O maior destaque do circuito limitado é outra estreia nacional, “Fala Comigo”, de Felipe Sholl. Vencedor do último Festival do Rio – além de Melhor Filme, também rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Karine Teles – , conta a história de Diogo (Tom Karabachian), um adolescente de 17 anos que desenvolve o fetiche de se masturbar enquanto telefona para as pacientes da mãe terapeuta (Denise Fraga). Uma dessas pacientes é Angela, de 43 anos, com quem Diogo passa a se relacionar. Foi o papel que deu a Karine Teles o troféu Redentor. Apesar de ser um trabalho de diretor estreante, Sholl não é exatamente um novato. Ele já exibiu curta no Festival de Berlim e tem uma filmografia interessante como roteirista. Seu roteiro de “Hoje” (2011) venceu o troféu Candango no Festival de Brasília. Também escreveu o filme que, para a Pipoca Moderna, foi o melhor lançamento brasileiro de 2015, “Casa Grande”, além de “Histórias que Só Existem Quando Lembradas” (2011) e “Trinta” (2014). Os cinemas de perfil cineclubista ainda recebem quatro lançamentos europeus, um drama argentino e dois documentários. Três longas são franceses e tiveram première no Festival Varilux. “Julho Agosto” é o mais convencional, uma comédia sobre família, em que duas irmãs adolescentes passam as férias com os pais divorciados, em meses alternados, e descobrem que a vida continua. “Tour de France” também foca o lugar-comum, com mais um papel de velho racista, reacionário e impertinente que Gerard Depardieu faz o público achar adorável. E “A Vida de uma Mulher” leva às tela uma nova adaptação do primeiro romance de Guy de Maupassant. O diretor Stéphane Brizé busca rever o papel submisso da protagonista, presa num casamento sem amor no século 18, ecoando o fato de que contextos mudam conforme as épocas. Venceu o prêmio da crítica no Festival de Veneza. O português “Cartas da Guerra” é o lançamento limitado que chama mais atenção. Não só pela fotografia em preto e branco belíssima, mas porque chega legendado, mostrando como o cinema luso soa estranho no Brasil, que fala o mesmo idioma. A questão ganha ainda mais proporção por o filme de Ivo Ferreira se passar em Angola, país que buscava sua própria identidade durante um período que os brasileiros deveriam conhecer melhor: os últimos anos da colonização portuguesa na África. A produção ganhou diversos prêmios em Portugal. “O Futuro Perfeito” lida de outra forma com a questão do idioma e do conflito cultural, ao acompanhar a vida de uma jovem imigrante chinesa, recém-chegada na Argentina. A dificuldade com a língua estrangeira é traduzida por diálogos de espanhol primário, que aproximam a história de uma fábula infantil. Por fim, os dois documentários são “A Luta de Steve”, sobre um astro do futebol americano que começa a sofrer os efeitos da paralisia e resolve filmar um diário para seu filho, perdendo os movimentos na medida em que o menino aprende a andar, e “Gatos”, sobre gatos de rua de Istambul, que viram “personagens” com nomes e aventuras próprias – quase como uma ficção da Disney. Clique nos títulos em destaque dos filmes para assistir aos trailers de todas as estreias da semana.

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    Valerian e a Cidade dos Mil Planetas ganha 48 fotos novas

    10 de julho de 2017 /

    A sci-fi “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” ganhou 48 fotos novas, que oferecem um pouco mais de detalhes de seu incrível visual, além de trazer imagens de bastidores com o diretor Luc Besson. As primeiras impressões do filme destacaram justamente a beleza plástica da produção. Baseado nos quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, o filme acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Esquadrão Suicida”) em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”). A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Perdidos em Paris se inspira no pastelão para divertir com poesia e inocência

    8 de julho de 2017 /

    Típica comédia pastelão francesa, “Perdidos em Paris” mostra a predileção dos diretores Dominique Abel e Fiona Gordon (ambos de “Rumba”) pelo cinema mudo de Charles Chaplin, o que, claro, oferece bastante comicidade visual a um roteiro que, inicialmente, soa bobinho, mas mostra potencial para surpreender o público. Um dos trunfos da trama é o divertido elenco, encabeçado pela dupla de diretores ao lado da maravilhosa Emmanuelle Riva, estrela de clássicos do cinema como “Hiroshima Mon Amour” (1959), de Alain Resnais, e “Amor” (2012), de Michael Haneke, aqui em uma de suas últimas aparições na tela (ela faleceu em janeiro de 2017 aos 89 anos, e ainda há um filme seu, “La Sainte Famille”, de Marion Sarraut, para estrear). Na trama, Fiona é uma bibliotecária que trabalha em uma pequena cidade canadense. Ela recebe uma carta de sua tia Martha (Emmanuelle Riva), que se mudou muitos anos atrás para Paris e agora, bastante idosa, pede ajuda da sobrinha, pois médicos do departamento de saúde parisiense querem coloca-la em um asilo. Fiona então parte para Paris, falando pouco francês e se envolvendo em diversas confusões. Numa delas, conhece o mendigo Dom (Dominique Abel) e juntos saem a procurar por Martha, que está vagando pelas ruas de Paris fugindo dos médicos. “Perdidos em Paris” soa excessivamente teatral em alguns momentos, mas pode fazer sorrir quem estiver procurando uma comédia leve e descompromissada, que não promove gargalhadas nem promete o filme do ano, mas diverte com poesia, dança e inocência.

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    Cara Delevingne faz ensaio sexy de temática sci-fi para a GQ britânica

    5 de julho de 2017 /

    A modelo e atriz inglesa Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) estampa a capa da edição britânica da revista GQ deste mês. Em suas páginas, ela estrela um ensaio fotográfico sensual no qual lembra “Barbarella” – com um toque de robô sexy de “Metrópolis”. O visual não deixa de ser uma referência ao seu novo papel no cinema, que, como “Barbarella”, também é uma adaptação de quadrinhos espaciais franceses dos anos 1960. Cara vive a heroína Laureline em “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. O filme é baseado em quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, e acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. A direção é de Luc Besson (“O Quinto Elemento”) e a estreia está marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA. Além das fotos e da entrevista, a publicação também produziu um vídeo com Cara em roupa e peruca sci-fi, que pode ser visto abaixo.

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    Um Instante de Amor destaca grande interpretação de Marion Cotillard

    1 de julho de 2017 /

    Distúrbios mentais podem trazer comportamentos extremados, contrastantes e mesmo opostos na mesma pessoa, como, de um lado, a exacerbação do desejo, de outro, o isolamento, a depressão, ou o binômio agressividade e apatia. E, ainda, serem recheados de sentimentos persecutórios e a presença de delírios ou alucinações. Personagens assim costumam ser muito explorados pelos roteiros cinematográficos em filmes de mistério, suspense, fantasia ou terror, mas é menos frequente encontrá-los nas histórias de amor. A personagem Gabrielle, magnificamente interpretada por Marion Cotillard (“Aliados”) em “Um Instante de Amor”, de Nicole Garcia (“Place Vendôme”), é uma figura assim, cheia de contrastes e incongruências, com reações que escapam ao seu próprio controle e surpreendem os que com ela convivem. Os pais dela buscam acalmar seu furor por meio de um casamento arranjado, que vai complicar as coisas, envolvendo um contrato, digamos, alternativo, que colocará em jogo a vida sexual, a questão da gravidez e até mesmo a do aborto. O marido, o pedreiro José, em muito bom desempenho de Alex Brendemühl (“O Médico Alemão”), entra no jogo, mas mesmo assim sofre consequências inesperadas e doloridas para sua vida. O destino de Gabrielle acaba sendo um sanatório, que se baseava na cura ou no alívio proporcionado por águas termais. A razão desse rumo seriam dores renais, um mal de pedras do título original do romance de Milena Agus, “Mal de Pierres”, que inspirou “Um Instante de Amor”. Algo como o deslocamento do problema mental para um elemento físico do corpo, este mais possível de admissão e tratamento do que a “loucura”. Mas lá Gabrielle conhece um militar, o tenente André, papel de Louis Garrel (“Saint Laurent”), doente em estado terminal. E dessa relação algo importante surgirá. O que é objetivo ou subjetivo nessa história acabará sendo a grande questão do filme, uma vez que esses limites estão borrados pelas características da personagem de Gabrielle e de suas circunstâncias. Uma história de amor inusitada resulta dessa trama e acaba por surpreender o espectador, oferecendo à grande atriz Marion Cotillard uma oportunidade para explorar uma personagem complexa e intrigante. De Louis Garrel, ao contrário, se exige o minimalismo interpretativo de alguém que já perdeu suas forças, e de Alex Brendemühl, ambiguidade e contenção. Esse trio de protagonistas é um dos pontos altos do filme. A personagem Gabrielle e a atriz que lhe dá vida são a razão de ser e o sustentáculo de “Um Instante de Amor”.

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    Frantz prova que, com um grande diretor, até remakes podem surpreender

    1 de julho de 2017 /

    A impressão de que um remake pode não trazer surpresas é desafiada por “Frantz”, do prolífico François Ozon, que refaz o clássico “Não Matarás” (1932), de Ernst Lubitsch. Na nova versão, filmada em preto e branco como o original, as surpresas não param de saltar em inúmeros plot twists, ora feitos para nossa diversão, ora feito para machucar ainda mais os personagens e também a nós, espectadores. No filme de Lubitsch e na peça que o inspira, de Maurice Rostand, sabemos desde o início quem é o francês que está naquela cidadezinha alemã enlutada após o fim da 1ª Guerra Mundial. Sabemos que ele está ali para conhecer e pedir perdão à família de Frantz, o rapaz que ele matou no front, durante a guerra. No drama de Ozon, porém, as motivações do jovem francês se constituem um mistério durante boa parte da narrativa. Ozon, muito habilmente, manipula as expectativas do espectador, ao mesmo tempo que também brinca com subtextos homoeróticos, levando a crer que Adrien (Pierre Niney, de “Yves Saint Laurent”) tinha algo mais do que uma amizade com Frantz. Isto é subentendido a partir de imagens em cores, embaladas como possíveis flashbacks, que mostram bons momentos vividos pelos supostos amigos de países inimigos. O jogo de cores, aliás, é muito bonito, e geralmente elas surgem quando há algum momento de paz na trama. E se não temos um patriarca tão amoroso quanto Lionel Barrymore em “Não Matarás”, é porque o cineasta francês opta por enfatizar ainda mais a relação dos jovens: o atormentado Adrien e a moça que casaria com Frantz, Anna (a alemã Paula Beer, de “O Vale Sombrio”). Há uma cena que traz uma carga gay que torna mais complexa a relação entre Adrien e Anna. Ele tem a ideia de tirar a roupa para nadar em um lago ali perto, durante uma caminhada com a jovem. Sendo Ozon um cineasta que costuma integrar elementos queer em seus filmes com certa frequência, não seria difícil imaginar Adrien como um rapaz apaixonado não por Anna, mas pelo falecido Frantz. Acostumado a transitar por diversos gêneros e lidar com sentimentos e personagens mais profundos em longas como “O Amor em 5 Tempos” (2004), “O Tempo que Resta” (2005) e “O Refúgio” (2009), mais uma vez Ozon coloca o espectador no lugar de uma personagem atraente. Mas este não é Adrien e sim Anna. Afinal, é pelos olhos dela, principalmente, que vemos o filme. E é pelos olhos dela apenas que o ato final se transforma num dos mais brilhantes e mais tocantes da carreira do cineasta francês. O caminho que a heroína percorre na meia hora final diferencia o trabalho de Ozon completamente do filme de Lubitsch, que até se torna muito mais alegre e simples em comparação. No mais, vale deixar registrado: ouvir “A Marselhesa” cantada por franceses com sangue nos olhos é de arrepiar. Assim como o destino final dos atormentados personagens. Grande filme.

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    Veja três cenas de Valerian e a Cidade dos Mil Planetas repletas de efeitos visuais

    1 de julho de 2017 /

    A STX divulgou três cenas de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, oferecendo um pouco mais de detalhes do incrível visual do filme de Luc Besson, repleto de efeitos digitais. As primeiras impressões do filme destacaram justamente a beleza plástica da produção. Baseado nos quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, o filme acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Esquadrão Suicida”) em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”). A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Primeiras impressões de Valerian e a Cidade dos Mil Planetas destacam visual “deslumbrante”

    29 de junho de 2017 /

    Após as sessões de imprensa na América do Norte, as primeiras impressões de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” chegaram ao Twitter. E são fogos e mais fogos de artifício, saudando principalmente o visual da produção. A maioria dos críticos supervalorizou os efeitos digitais, que, segundo apontam, tornam a produção uma das mais belas dos últimos anos. Teve até quem alegasse ter sentido orgasmos nos glóbulos oculares. Já a narrativa dividiu opiniões, com muitos considerando a história apenas Ok. Mesmo assim, insistem que vale a pena assistir ao filme no cinema, de preferência em 3D e na maior tela que se puder encontrar. O ator Dane DeHaan, intérprete do personagem-título, não se conteve com tanta rasgação e posto um gif comemorativo em seu Twitter. Veja abaixo de todos os comentários. “‘Valerian’ é um das sci-fis mais vívidas, abrangentes e vibrantes em anos, e também pode ser a mais eletricamente deslumbrante de todas. ‘Valerian’ é tão lindo que meus glóbulos oculares tiveram orgasmos” (Witney Seibold‏, do site Rotten Tomatoes). “’Valerian’ é um grande sci-fi maluca, recheado de sequências descontroladamente coloridas e inventivas. A história é OK, mas a ação explodiu minha mente” (Erik Davis, do site Fandango). “Fiquei tão chapado com ‘Valerian’ que é difícil me focar em qualquer outra coisa agora” (William Bibbiani, do site Crave Online). “Fiquei dividido com ‘Valerian’, mas é espetacular para se ver. Se você tiver dinheiro extra para ver em 3D, faça isso” (E. Oliver Whitney, do site CinemaBite). “A primeira metade de ‘Valerian’ é visualmente deslumbrante, alegremente inventiva, imprevisível e insana” (Peter Sciretta, do site SlashFilm). Dirigido por Luc Besson, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” tem estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA. All these #Valerian tweets got me like… pic.twitter.com/nbDjT8auvD — Dane DeHaan (@danedehaan) June 29, 2017

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    Valerian e a Cidade dos Mil Planetas ganha cinco comerciais repleto de efeitos visuais

    29 de junho de 2017 /

    A STX divulgou cinco novos comerciais de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, oferecendo um pouco mais de detalhes do incrível visual do filme de Luc Besson, repleto de efeitos digitais. Baseado nos quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, o filme acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Esquadrão Suicida”) em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”). A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Meu Malvado Favorito 3 estreia em mais de mil cinemas

    29 de junho de 2017 /

    A animação “Meu Malvado Favorito 3” é o único lançamento amplo da semana, ocupando mais de mil salas – o maior circuito da franquia até hoje. A história revela que Gru tem um irmão gêmeo mais malvado e cabeludo, Dru. Ambos são dublados no Brasil por Leandro Hassum. Mas a história não é das mais criativas, o que lhe rendeu a pior avaliação da trilogia. Ainda assim, são 67% de aprovação no Rotten Tomatoes. Ocupando uma faixa intermediária, chegam ao circuito comercial dois filmes franceses antecipados pelo Festival Varilux. A comédia “Uma Família de Dois” é um remake do sucesso mexicano “Não Aceitamos Devoluções” (2013), com Omar Sy (“Intocáveis”) no papel do farrista que se vê tendo que cuidar da filha pequena, até a mulher reaparecer em cena, anos depois. Você já viu esse filme. E ainda verá de novo, na versão brasileira com Leandro Hassum, programada para dezembro. O outro lançamento francês é o romance “Um Instante de Amor”, que teve oito indicações ao César 2017, o “Oscar francês”. Dirigido pela cultuada cineasta francesa Nicole Garcia (“O Adversário” e “Place Vendôme”), o filme se passa nos anos 1950 e acompanha uma mulher (Marion Cotillard, de “Aliados”) de espírito livre num casamento sem amor, que vai enlouquecendo. Sua “doença” é finalmente diagnosticada como pedras no rim. E ao ser internada num hospital para se curar, ela acaba conhecendo e se apaixonante por outro homem (Louis Garrel, de “Saint Laurent”). A programação se completa com quatro lançamentos brasileiros. “A Terra Vermelha” é uma coprodução dirigida pelo argentino Diego Martínez Vignatti (“Batalha no Céu”), que justapõe um romance à lutas sociais de trabalhadores rurais, em meio a protestos contra os problemas causados pelo trabalho com agrotóxicos. O drama “Introdução à Música do Sangue” tem direção do veterano Luiz Carlos Lacerda (“Leila Diniz”) e explora o despertar da sexualidade de uma adolescente (Greta Antoine, da série “Nada Será como Antes”), que vive com a família pobre no interior de Minas, numa casa pequena sem energia elétrica. Os pais, vividos por Ney Latorraca (novela “Negócio da China”) e Bete Mendes (novela “Gabriela”), têm que lidar com a chegada de um estranho (Armando Babaioff, de “Sangue Azul”), que desperta desejos. O filme levou dois anos para chegar aos cinemas, desde que foi exibido no Festival de Gramado de 2015. “Mar Inquieto”, do estreante em longas Fernando Mantelli, vai do melodrama ao suspense, acompanhando a história de uma viciada (Rita Guedes, da novela “Malhação”), que se livra das drogas apenas para cair num casamento abusivo. Logo, ela também se livra do marido (Daniel Bastreghi, de “O Sabor do Amor”). Mas cria novos problemas com os comparsas criminosos dele. Por fim, “Danado de Bom” é o único documentário da semana. Vencedor do 20º Cine-PE, o filme de estreia de Deby Brennand traça um perfil do compositor João Silva, parceiro de Luiz Gonzaga que morreu em 2003. Também foi exibido no festival É Tudo Verdade do ano passado.

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    Larissa Manoela tem seu grande teste nos cinemas com a estreia de Meus 15 Anos, a maior da semana

    22 de junho de 2017 /

    A comédia teen “Meus 15 anos” é a maior estreia da semana. Aproveitando a falta de um concorrente estrangeiro de peso, a produção estrelada por Larissa Manoela chega às telas em cerca de 500 salas. Isto é menos da metade do que vem sendo reservado para os blockbusters americanos neste ano, ainda que exista grande expectativa comercial com o lançamento, alimentado pela forte presença da atriz adolescente nas mídias sociais. Larissa recentemente atingiu 10 milhões de seguidores no Instagram. Como se não bastasse, o filme ainda tem participação de Anitta, outro fenômeno de popularidade. “Meus 15 Anos” testará a capacidade de Larissa para carregar um filme num circuito que claramente privilegia produções de Hollywood. É seu primeiro trabalho como protagonista, após dividir a cena (alguns diriam roubar a cena) com seus coleguinhas da franquia “Carrossel”. Independente do resultado, a história permite que ela cresça diante do olhar do público, transitando do cinema infantil para o juvenil conforme sua própria faixa etária. Baseado no livro homônimo de Luiza Trigo, mais conhecida como Luly Trigo, “Meus 15 Anos” conta a história de Bia, a primeira nerdzinha interpretada por Larissa, que usa óculos nas cenas. Na trama, ela é uma garota pouco popular que descobre que vai ganhar uma grande festa de debutante, capaz de mudar tudo em sua vida. A questão é saber se a imagem do pôster, em que ela aparece como uma princesa pink da Disney, será entendido como a moral da história, ou se o público perceberá que a personagem é um pouco mais madura que isso. O maior concorrente do filme nacional, com estreia em 415 salas, é estrelado por uma princesa Disney de verdade: Emma Watson, protagonista de “A Bela e a Fera”. Mas nem sua presença ao lado de Tom Hanks (“Sully”) impediu a implosão de “O Círculo” na América do Norte. Adaptação do best-seller homônimo de Dave Eggers, o filme gira em torno de uma nova rede social, mais intrusiva que todas já existentes, cujo slogan resume sua aspiração de Big Brother: “Saber é bom, saber tudo é melhor”. Como as redes sociais atuais parecem mais avançadas que a imaginária, foi considerado uma grande decepção. Não apenas para a crítica, com 15% (abaixo do nível “Transformers”) no site Rotten Tomatoes, mas para o próprio público americano, com com nota D+ no CinemaScore, uma das mais baixas dos últimos tempos. Quem busca uma atmosfera mais tensa, terá a disposição “Ao Cair da Noite”, um terror claustrofóbico e pós-apocalíptico. Na trama, Joel Edgerton (“Aliança do Crime”) protege sua família de uma ameaça não natural que aterroriza o mundo, mantendo uma tênue ordem doméstica numa cabana isolada. Tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Outros quatro longas brasileiros também estreiam nesta quinta (22/6), dois deles premiados em festivais. O drama “Mulher do Pai”, inclusive, foi o filme mais premiado do último Festival do Rio: Melhor Direção para a gaúcha Cristiane Oliveira, em seu primeiro longa-metragem, Melhor Fotografia para Heloísa Passos (“Lixo Extraordinário”) e Melhor Atriz Coadjuvante para a uruguaia Verónica Perrota. Também ganhou prêmios da crítica no Festival do Uruguai e na Mostra de São Paulo, além de ter sido selecionado para o Festival de Berlim deste ano. Passado no interior gaúcho, perto da fronteira com o Uruguai, “Mulher do Pai” ainda pode ser visto como o lado B de “Meus 15 Anos”, nem tanto pela proposta cinematográfica diferente, mas por também mostrar a vida de uma adolescente (a estreante Maria Galant). A jovem tem seu cotidiano alterado radicalmente após a morte da avó, precisando assumir o trabalho de cuidar do pai (Marat Descartes, de “Quando Eu Era Vivo”), deficiente visual, no mesmo momento em que ela começa seu despertar sexual. O estranhamento inicial dá lugar ao ciúme quando uma atraente uruguaia (Verónica Perrota, de “Una Noche sin Luna”) ganha espaço na vida de ambos. “Divinas Divas” venceu o prêmio do público de Melhor Documentário do Festival do Rio e o mesmo prêmio na Mostra Global do festival americano SXSW (South by Southwest), um dos eventos mais importantes de cinema indie dos Estados Unidos. A produção marca a estreia da atriz Leandra Leal como diretora e evoca a ligação histórica de sua família com o Teatro Rival, que serviu de palco para inúmeros espetáculos de revista. É neste palco que se passa o filme, documentando a reunião de alguns dos travestis mais famosos do Brasil para um espetáculo musical, com muitas confidências de bastidores, celebrando 50 anos das primeiras apresentações do gênero no país. Outro documentário, “Tudo é Irrelevante”, que estreia em apenas uma sala no Rio de Janeiro, retrata a vida e o pensamento do cientista político brasileiro Hélio Jaguaribe. Foi exibido no festival É Tudo Verdade. A lista ainda inclui “Bruxarias”, animação infantil espanhola com um produtor gaúcho, o experiente animador Otto Guerra (“Até que a Sbórnia nos Separe”). Estreia em longas da diretora espanhola Virginia Curiá, acompanha uma menina que descobre uma poção encantada de sua avó que a permite voar, e a usa para salvar a velhinha de uma corporação gananciosa, que quer suas receitas mágicas. Foi indicada ao Prêmio Platino. O circuito limitado abrigada mais três produções francesas. Duas foram antecipadas pelo Festival Varilux. “Frantz”, de François Ozon, foi indicado a nada menos que 11 Césars (o Oscar francês), mas só venceu o prêmio de Melhor Fotografia por suas deslumbrantes imagens em preto e branco. Passado após a 1ª Guerra Mundial, evoca os antigos melodramas da era de ouro do cinema, ao mostrar como uma jovem alemã (Paula Beer, de “O Vale Sombrio”) conhece um tenente francês (Pierre Niney, de “Yves Saint Laurent”), quando este deixa flores no túmulo de seu noivo, Frantz, falecido no conflito. Ao descobrir que os dois eram antigos amigos, ela leva o francês para conhecer os pais de Frantz, que se encantam com o recém-chegado, forçando sua permanência da vida de todos, mesmo a contragosto da comunidade alemã. A história original, baseada numa peça do francês Maurice Rostand, já havia sido levada ao cinema, no clássico “Não Matarás” (1932), do mestre alemão Ernst Lubitsch. Mas a versão de Ozon inclui detalhes que não poderiam ser exibidos nos anos 1930. “Na Vertical” tem direção de Alain Guiraudie, que há quatro anos causou impacto com as cenas de sexo homossexual explícito em “Um Estranho no Lago” (2013). Seu novo trabalho não teve a mesma repercussão, mesmo repisando temas similares, como o suspense que acompanha a chegada de um estranho numa pequena comunidade. O protagonista é um diretor em busca de ideias para um filme, que é compelido a permanecer no lugarejo após ver um jovem atraente na estrada, a quem gostaria de filmar. Desta vez, as cenas de sexo não são exclusivamente gays, mas incluem práticas pouco ortodoxas. Completa a programação “A Garota Ocidental – Entre o Coração e a Tradição”, coprodução da França dirigida pelo belga Stephan Streker (“Michael Blanco”), sobre o mesmo choque cultural do mais famoso “Cinco Graças” (2015). A garota do título é uma imigrante de família paquistanesa que vive na França. Acostumada ao modo de vida europeu, ao completar 18 anos ela se recusa a ser a próxima filha a seguir a tradição dos casamentos precoces e arranjados, e entra em conflito com os pais. Clique nos títulos em destaque para ver os trailers de todos os lançamentos da semana.

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    Valerian e a Cidade dos Mil Planetas ganha novas fotos e vídeo de bastidores legendado

    19 de junho de 2017 /

    Foram divulgadas mais 17 fotos e um vídeo de bastidores legendado de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. Além de imagens inéditas, a prévia revela a paixão do cineasta francês Luc Besson pelo projeto, que vem desde sua infância, como leitor dos quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, e passa pelo incentivo do próprio Mézières, com quem trabalhou na produção de sua primeira sci-fi, “O Quinto Elemento” (1997). Baseado nos quadrinhos clássicos, o filme acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Esquadrão Suicida”) em uma missão no planeta Sirte. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”). A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA.

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