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    Fotos do novo filme de Pedro Almodóvar reúnem Antonio Banderas e Penélope Cruz

    24 de janeiro de 2019 /

    A produtora El Deseo divulgou as primeiras fotos do novo trabalho do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, “Dolor y Gloria”, que reúne dois atores que marcaram, em filmes diferentes, a carreira do diretor: Antonio Banderas e Penélope Cruz. São imagens de bastidores e cenas do filme, que mostram Banderas numa vida de rico, nadando numa piscina e frequentando uma galeria de arte, enquanto Cruz aparece pobre, na beira de um rio e em frente a varais de roupa. O figurino também sugere que os dois vivem em épocas diferentes da trama. A descrição oficial do projeto tem tom autobiográfico. O filme seguirá um famoso cineasta numa “série de encontros”, até seu declínio. Alguns dos temas abordados serão “primeiros amores, segundos amores, mortalidade, os anos 1960, os anos 1980 e o presente”. Antonio Banderas será o diretor, em sua oitava parceria com Almodóvar, começada em 1982, quando filmaram “Labirinto das Paixões” (1982). Já Penélope Cruz chega ao sexto longa do cineasta, numa filmografia iniciada em “Carne Trêmula” (1997) – e que ainda inclui um curta. Até então, Banderas e Cruz vinham se alternando entre os filmes de Almodóvar, à exceção de “Os Amantes Passageiros” (2013), em que fizeram figurações. Nenhum deles, contudo, estava a tanto tempo sem trabalhar com o diretor quanto a terceira colaboradora histórica resgatada na produção: Julieta Serrano, que começou a filmar com Almodóvar em “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão” (1980) e interrompeu a parceria em “Ata-me” (1989). O elenco também inclui Raúl Arévalo (“Os Amantes Passageiros”), Asier Etxeandía (“A Porta Aberta”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”). A estreia de “Dolor y Gloria” está marcada para 22 de março na Espanha e ainda não há previsão para o resto do mundo.

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    Goya 2019: Penélope Cruz e Javier Bardem concorrem ao “Oscar espanhol”

    12 de dezembro de 2018 /

    A principal premiação do cinema espanhol, o Goya Awards, anunciou os indicados de sua edição 2019 nesta quarta-feira (12/12). E a lista destaca dois dos maiores astros do país, Penélope Cruz e Javier Bardem. Os dois atores, que são casados desde 2010, concorrem por seus desempenhos no filme “Todos Já Sabem”, dirigido pelo iraniano Asghar Farhadi (“A Separação”), que abriu o Festival de Cannes deste ano. Cruz já tem três Goyas na prateleira, por “A Garota dos Seus Sonhos” (1998), “Volver” (2006) e “Vicky Cristina Barcelona” (2008), e outras sete indicações. Já Bardem venceu cinco estatuetas, por “Días Contados” (1994), “Boca a Boca” (1995), “Segunda-Feira ao Sol” (2002), “Mar Adentro” (2004) e “Biutiful” (2010), e foi indicado outras quatro vezes. “Todos Já Sabem” levou um total de oito indicações ao Goya, incluindo Melhor Filme e Direção, mas não foi o longa de maior projeção da lista, ficando atrás de “El Reino” (13 indicações), de Rodrigo Sorogoyen, e “Campeones” (10 indicações), de Javier Fesser. Este último, por sinal, é o candidato da Espanha na disputa de uma vaga ao Oscar de Melhor Filme em Língua Etrangeira. O Goya também premia o Melhor Filme Iberoamericano, e novamente o Brasil ficou fora da categoria. O país indicou “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, mas ele não foi selecionado. Todos os filmes indicados foram de língua espanhola: “O Anjo” (Argentina), “Uma Noite de 12 Anos” (Uruguai), “Cachorros” (Chile) e o incensado “Roma” (México). Os vencedores da premiação serão anunciados durante uma cerimônia em Sevilha, na Espanha, em 2 de fevereiro. Confira abaixo a lista dos nomeados. Melhor Filme “Campeones” “Carmen & Lola” “El Reino” “Entre dos Aguas” “Todos Já Sabem” Melhor Direção Javier Fesser (“Campenones”) Rodrigo Sorogoyen (“El Reino”) Isaki Lacuesta (“Entre dos Aguas”) Asghar Farhadi (“Todos Já Sabem”) Melhor Atriz Susi Sanchéz (“O Vazio do Domingo”) Najwa Nimri (“Quién te Cantará”) Penélope Cruz (“Todos Já Sabem”) Lola Dueñas (“Viaje al Cuarto de Una Madre”) Melhor Ator Javier Gutiérrez (“Campeones”) Antonio de la Torre (“El Reino”) Javier Bardem (“Todos Já Sabem”) Jose Coronado (“Tu Hijo”) Melhor Ator Coadjuvante Juan Margallo (“Campeones”) Luiz Zahera (“El Reino”) Antonio de la Torre (“Uma Noite de 12 Anos”) Eduard Fernández (“Todos Já Sabem”) Melhor Atriz Coadjuvante Carolina Yuste (“Carmen & Lola”) Ana Wagener (“El Reino”) Natalia de Molina (“Quien te Cantará”) Anna Castillo (“Viaje al Cuarto de una Madre”) Melhor Filme Iberoamericano “O Anjo” (Argentina) “Uma Noite de 12 Anos” (Uruguai) “Cachorros” (Chile) “Roma” (México) Melhor Filme Europeu “Guerra Fria” (Polônia) “Trama Fantasma” (Reino Unido) “Girl” (Bélgica) “A Festa” (Reino Unido)

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    Benzinho é escolhido para representar o Brasil no Prêmio Goya 2019

    14 de setembro de 2018 /

    Agora vai ser curioso. “Benzinho”, de Gustavo Pizzi, foi escolhido para representar o Brasil no Prêmio Goya 2019, equivalente espanhol ao Oscar, na categoria de Melhor Filme Ibero-americano. O evento acontece em 2 de fevereiro de 2019, na Espanha. A escolha da comissão da Agência Nacional do Cinema (Ancine) foi publicada no Diário Oficial na quinta (13/9), três dias após outra comissão, da Academia Brasileira de Cinema (ABC) escolher “O Grande Circo Místico” para representar o Brasil no Oscar, buscando indicação na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. “O Grande Circo Místico” também fazia parte da lista analisada pela Ancine, que, entretanto, preferiu o filme mais premiado e de maior repercussão internacional. A comissão justificou a escolha dizendo que o “Benzinho” foi considerado uma “obra cinematográfica com consistente marca autoral e força criativa”. Além disso, salientou na mesma nota que apresenta “um universo genuinamente brasileiro, com capacidade de se comunicar com plateias de todo o mundo”. Profissionais indicados por entidades do setor audiovisual brasileiro compuseram a comissão: Josiane Osório de Carvalho, por indicação do Fórum dos Festivais; Marcelo Müller, por indicação da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine); João Daniel Tikhomiroff, por indicação do Programa Brasil de Cinema; Adriana de Lucena Navais Dutra, por indicação da Academia Brasileira de Cinema (ABC); e Gustavo Ferreira Rolla, por indicação da Ancine. “Ficamos super felizes com a escolha, até porque estamos em cartaz em muitos países ibero-americanos. Incluindo a Espanha, onde o filme estreou dia 3 de agosto, com o título ‘Siempre juntos’, e está em 46 salas no país inteiro”, disse o diretor do longa. Por enquanto, Pizzi preferiu não comentar a escolha da comissão de seleção do Oscar. Só disse achar que uma decisão como essa deve ser sempre tomada levando em conta o filme enquanto projeto cinematográfico, e as chances que tem de alcançar ao menos uma indicação. O filme de Cacá Diegues foi exibido fora de competição nos festivais de Cannes e Gramado e não empolgou a crítica. Já “Benzinho” foi elogiadíssimo ao passar no Festival de Sundance, venceu os prêmios do Público e da Crítica no Festival de Gramado, e ainda conquistou o troféu de Melhor Filme Ibero-americano no Festival de Málaga, na Espanha – mesmo prêmio que buscará no Goya. As chances de “Benzinho” ficar entre os cinco finalistas na disputa do Goya são infinitamente maiores que as possibilidades de “O Grande Circo Místico” emplacar no Oscar. Aí, vai ficar a dúvida se o filme de Pizzi não poderia retomar também a trajetória do Brasil na premiação da Academia dos Estados Unidos, após um hiato de 20 anos sem indicações. Infelizmente, a comissão da ABC preferiu prestigiar a carreira do amigo Cacá Diegues, sem levar em conta a repercussão dos 93% de aprovação de “Benzinho” no site Rotten Tomatoes. Vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2018, “A Forma da Água” tem 92% de aprovação. Já “O Grande Circo Místico” não tem nota, porque só há duas críticas americanas do filme disponíveis, das revistas The Hollywood Reporter e Variety, ambas negativas.

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    Javier Bardem e Penélope Cruz são justificativa de mais um filme sobre Pablo Escobar

    1 de setembro de 2018 /

    Um filme espanhol que tem como protagonistas o ator Javier Bardem e a atriz Penélope Cruz não pode passar em branco. Só pelo desempenho deles, costumeiramente brilhante, vale a atenção. O diretor Fernando León de Aranoa já tem uma filmografia relevante, com destaques para “Segredos em Família” (1996) e “Um Dia Perfeito” (2015). Mas nesta nova produção, falada em inglês, o tema já parece um tanto gasto. O personagem Pablo Escobar (Javier Bardem), o famoso chefão do cartel de Medellín, Colômbia, já foi bastante abordado pelo jornalismo, pela literatura, pelo cinema (“Escobar: Paraíso Perdido”, “Conexão Escobar”), pela televisão (“Pablo Escobar: O Senhor do Tráfico”) e pelo streaming (“Narcos”). Um bandido que fascina pelo seu poder, pela ousadia, pela violência e por suas excentricidades. Em “Escobar: A Traição”, a ótica é a de sua amante Virgínia Vallejo (Penélope Cruz), uma popular apresentadora de TV que o amou e se interessou pela forma como Escobar usava o dinheiro que tinha. Ela não se preocupava com a origem do dinheiro, mas com sua destinação. E com isso tinha acesso a bens luxuosos, mas também admirava as benesses que o grande traficante oferecia à população local. O jeito arrojado de Pablo Escobar enfrentar os poderosos, entrar na própria política colombiana, pela via eleitoral, para encarar a caçada norte-americana, promovida pelo governo de Ronald Reagan, tinha um charme todo especial. Mas quando o perigo ronda forte e a vida está mesmo em risco iminente, a traição pode ser um caminho de sobrevivência. Virgínia Vallejo escreveu “Amando Pablo, Odiando Escobar” sobre o que viveu ao lado dele, sua perspectiva, suas lembranças, o que entendeu e avaliou daquela aventura extraordinária. É a sua história com ele que o filme mostra. É uma trama cheia de lances surpreendentes, perigosos, inusitados. Dá margem a um filme que mescla ação, suspense, violência, política e um drama amoroso. Não acrescenta muita coisa ao que já se conhece daquele que foi um dos maiores traficantes de cocaína da história. Mas dá para ver pelo ângulo da amante traidora e curtir a atuação, sempre segura, de Penélope Cruz e Javier Bardem.

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    Festival Cine Ceará premia filme de diretor catalão

    13 de agosto de 2018 /

    O filme “Petra” foi o grande vencedor do 28º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema. Coprodução da Espanha, França e Dinamarca, o longa do diretor catalão Jaime Rosales conquistou o Troféu Mucuripe nas categorias de Melhor Longa-metragem, Direção, Roteiro e Ator (Joan Botey). O filme, que conta a história de uma jovem em busca da identidade do pai biológico, foi vencedor também do Prêmio da Crítica. As conquistas representam as primeiras vitórias da produção europeia num festival internacional, após ser exibido em maio na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. A estreia comercial está marcada apenas para outubro na Espanha. Entre os brasileiros, quem se saiu melhor foi o longa cearense “O Barco”, de Petrus Cariry, com quatro prêmios: Melhor Fotografia, Trilha Sonora Original, Som e o prêmio Olhar Universitário. Outros destaques da premiação incluem o chileno “Cabras de Merda”, de Gonzalo Justiniano, vencedor nas categorias de Melhor Direção de Arte e Atriz (Natalia Aragonese), e “Diamantino”, uma coprodução de Portugal, França e Brasil, dirigida pela dupla Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, vencedor na categoria de Melhor Montagem. Ou seja, metade dos oitos filmes exibidos foram premiados. E isto que há 12 categorias de premiação, um exagero desproporcional em relação à disputa, quase como se a intenção fosse premiar todo mundo. Essa facilidade, claro, diminui muito a importância de se vencer um troféu no evento. O júri da Mostra Competitiva Ibero-americana de Longa-metragem foi composto por Belisario Franca (Brasil), Stephen Bocskay (Estados Unidos), Belisa Figueiró (Brasil), Gustavo Salmerón (Espanha) e Emilio Bustamante (Peru). Na mostra Competitiva Brasileira de Curta-metragem o filme “Nova Iorque”, do pernambucano Leo Tabosa, teve vitória dupla, eleito pelo júri oficial da mostra e também pela votação da crítica. Veja a lista dos vencedores: MOSTRA COMPETITIVA IBERO-AMERICANA DE LONGA-METRAGEM Prêmio da “Petra”, de Jaime Rosales Olhar Universitário: “O Barco”, de Petrus Cariry Melhor Ator: Joan Botey, por “Petra” Melhor Atriz: Natalia Aragonese, por “Cabras de Merda” Melhor Direção de Arte: Carlos Garrido, por “Cabras de Merda” Melhor Trilha sonora original: João Victor Barroso, por “O Barco” Melhor Som: Yures Viana, Erico Paiva e Petrus Cariry, por “O Barco” Melhor Montagem: Raphaelle Martin-Holger, por “Diamantino” Melhor Fotografia: Petrus Cariry, por “O Barco” Melhor Roteiro: Jaime Rosales, Michel Gaztambide, Clara Roquet, por “Petra” Melhor Direção: Jaime Rosales, por “Petra” Melhor Longa-metragem: “Petra” MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE CURTA-METRAGEM Troféu Samburá – Melhor diretor de curta-metragem: Gulherme Gehr, por “Plantae” Troféu Samburá – Melhor Curta-metragem: “O Vestido de Myriam”, de Lucas Rossi Olhar Universitário: “O Vestido de Myriam”, de Lucas Rossi Prêmio da “Nova Iorque”, de Leo Tabosa Melhor Produção Cearense: “A Canção de Alice”, de Barbara Cariry Melhor Roteiro: Sabrina Garcia, por “Só Por Hoje” Melhor Direção: Lucas Rossi, por “O vestido de Myriam” Melhor Curta-metragem: “Nova Iorque”, de Leo Tabosa

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    Próximo filme de Pedro Alomodóvar vai juntar Antonio Banderas e Penélope Cruz

    17 de abril de 2018 /

    o diretor espanhol Pedro Almodóvar vai voltar a trabalhar com os atores Antonio Banderas e Penélope Cruz em seu próximo filme, “Dolor y Gloria” (Dor e Glória). No comunicado que anunciou o projeto, o começo das filmagens foi marcado para a primeira quinzena de julho. Ao contrário de “Julieta”, o filme anterior de Almodóvar, “Dolor y Gloria” terá protagonistas masculinos, interpretados por Banderas e Asier Etxeandía (de “A Porta Aberta”), enquanto Cruz viverá uma coadjuvante, junto de outra antiga colaboradora do diretor, Julieta Serrano (“Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”). “Dolor y Gloria” será o 21º longa-metragem de Almodóvar, e tratará “da criação, cinematográfica e teatral, e da dificuldade de separar a criação da própria vida”, na definição do próprio diretor. Segundo o comunicado, a trama narra “uma série de reencontros, alguns físicos e outros recordados depois de décadas, de um diretor no seu declínio: os primeiros amores, os segundos amores, a mãe, a mortalidade, um ator com o qual o diretor trabalhou, os sessenta, os oitenta, a atualidade e o vazio, o incomensurável vazio perante a impossibilidade de seguir filmando”. Antonio Banderas será o diretor, em sua oitava parceria com Almodóvar, começada em 1982, quando filmaram “Labirinto das Paixões” (1982). Já Penélope Cruz chega ao sexto longa do cineasta, numa filmografia iniciada em “Carne Trêmula” (1997), mas que também inclui um curta – “A Vereadora Antropófaga” (2009). Até então, os dois trabalharam sempre em filmes diferentes de Almodóvar, à exceção de “Os Amantes Passageiros” (2013), em que fizeram pouco mais que figuração. Nenhum deles, contudo, estava a tanto tempo sem trabalhar com o diretor quanto Julieta Serrano, parceira desde “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão” (1980). O último filme em que Almodóvar dirigiu a atriz foi “Ata-me” (1989). Ainda não há previsão para a estreia de “Dolor y Gloria”.

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    Emma Roberts e Milla Jovovich vão estrelar sci-fi do diretor de Colossal

    3 de abril de 2018 /

    As atrizes Emma Roberts (série “Scream Queens”) e Milla Jovovich (da franquia “Resident Evil”) vão estrelar “Paradise Hill”, nova sci-fi concebida por Nacho Vigalondo, o diretor espanhol de “Colossal”. Desta vez, ele contribui apenas com o roteiro, que será dirigido pela estreante Alice Waddington, vinda da publicidade e do mercado de videoclipes espanhóis. A trama se passa no futuro próximo e segue Uma (Roberts), que um dia acorda em Paradise Hills, uma clínica de alta classe, localizada numa ilha isolada, para onde as famílias endinheiradas enviam suas filhas para serem “reformadas”. O elenco ainda inclui Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”) e Awkwafina (do vindouro “Oito Mulheres e um Segredo”), e ainda não há previsão de estreia.

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    Sci-Fi espanhola Órbita 9 ganha trailer legendado

    31 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da sci-fi espanhola “Órbita 9”. A prévia resume a trama, que parte de uma manipulação de perspectiva. Uma garota criada a vida inteira isolada no espaço é impactada pelo primeiro contato com um homem, que vem à sua estação espacial fazer manutenção. O detalhe é que ela não está realmente no espaço, mas trancada numa instalação subterrânea, sem saber que é parte de uma experiência científica sobre isolamento. O filme marca a estreia na direção de Hatem Khraiche (roteirista de “Retornados”) e é estrelado por Clara Lago (“Fim dos Tempos”) e Álex González (“X-Men: Primeira Classe”). O lançamento original aconteceu há um ano na Espanha, e a estreia na Netflix está marcada para 6 de abril.

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    A Livraria oferece uma fábula para amantes de cultura

    24 de março de 2018 /

    “A Livraria” é um filme espanhol, dirigido pela cineasta catalã Isabel Coixet (“A Vida Secreta das Palavras”). Mas a verdade é que não poderia ser mais inglês. A trama é uma adaptação do romance homônimo, de Penelope Fitzgerald, e se passa na pequena cidade litorânea inglesa de Hardborough, em 1959. O filme nos transporta ao pequeno mundo daquela localidade, com seus hábitos, costumes, valores provincianos, vestimentas e modo de falar e se comportar com precisão, direção de arte impecável, ótima reconstituição de época. É um charme só. Pelo menos, na aparência. Na realidade, a tal localidade é marcada por um conformismo, uma acomodação e um conservadorismo nada charmosos. Vigoram por lá a ignorância, a inveja e a falsa moral. Que é o que a personagem Florence Green (Emily Mortimer) vai sentir na pele, quando resolve encarar o seu grande sonho de montar uma livraria numa casa muito antiga da família, que lhe restou como herança. Com espírito empreendedor, misturado a uma tenacidade e a uma alma sonhadora, Florence, contra tudo e contra todas as previsões, terá sucesso nessa empreitada maluca. Aí terá de lidar com a hostilidade da mediocridade, a inveja dos acomodados e a sordidez humana que se escondem debaixo das aparências charmosas. Por fora, bela viola, por dentro, pão bolorento, já diz o ditado. O pior é que tudo se dá com base em argumentos ridículos e mesquinhos, mas em defesa da arte. E das verdades inventadas pela fofoca e pela maldade que ela distila. A diretora Isabel Coixet conta que se identificou muito com a personagem Florence do romance, com seu espírito livre, capaz de transformações. De fato, ela levanta a poeira daquela comunidade sonolenta, que se transfigura em hostilidade. Mas também encontra quem já amava a boa literatura, escondido no seu canto, o sr. Brundisk (Bill Nighy), a menina que a ajudará com dedicação e os que descobrem a maravilha da leitura, com trabalhos provocantes, como o de Vladimir Nabokov, em “Lolita”, ou Ray Bradbury, em “Fahrenheit 451”. E ela segue em frente, seguirá sempre, em busca de seus sonhos, suas utopias, que podem se resumir a ideias ingênuas e bem intencionadas. Mas que incomodam da mesma maneira os de alma pequena, onde nada vale a pena, invertendo Fernando Pessoa. A narrativa de “A Livraria” não resiste ao realismo, é fabular. Florence é uma espécie de fada que encontra sua alma gêmea e combate a bruxa: a sra. Gamart (Patricia Clarkson), que personifica a mediocridade maldosa da comunidade. O bem pode estar nos livros e o mal, na inveja e na burocracia, por exemplo. É um bom modo de apontar para a hipocrisia do mundo. Potencializada pelos pequenos e encantadores povoados ingleses, que se materializam no trabalho cinematográfico de uma cineasta talentosa de Barcelona, que venceu o prêmio Goya de Melhor Filme (o Oscar espanhol) com “A Livraria”.

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    Programação de cinema mais fraca do ano destaca estreias com robôs gigantes e bichos falantes

    22 de março de 2018 /

    Robôs gigantes e bichos falantes ocupam os cinemas dos shopping centers, enquanto outros sete lançamentos buscam espaço no circuito limitado. Mesmo com nove filmes, a programação é das mais fracas do ano. Por isso, as opções recomendadas são exclusivamente documentários. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de todas as estreias. “Círculo de Fogo: A Revolta” é a maior estreia, quase do tamanho de um kaiju, com projeção em 846 salas. Trata-se da continuação do filme que Guillermo del Toro lançou em 2013, antes de se dedicar ao longa que venceu o Oscar 2018, “A Forma da Água”. Mas ele não comanda a sequência, que marca a estreia na direção de Steven S. DeKnight após uma longa carreira como roteirista e produtor de séries, como “Buffy”, “Spartacus” e “Demolidor”. E a diferença é gritante. O primeiro filme não fez grande sucesso de bilheterias, mas agradou a crítica pela disposição de criar uma nova mitologia a partir da cultura de monstros e robôs gigantes do entretenimento pop japonês, mostrando grande paixão pelo gênero. Já o segundo é assumidamente infantilizado como as imitações ocidentais de Hollywood, um cruzamento de “Power Rangers” com “Transformers”. E virou metal retorcido nas mãos da imprensa americana, com 46% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Apesar de estrelado por John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”), no papel do filho do personagem de Idris Elba no longa de 2013, os verdadeiros astros da produção são os robôs, chamados de Jaggers, que inclusive ocuparam todos os pôsteres divulgados da produção. Isto já devia servir de alerta. “Círculo de Fogo: A Revolta” é candidato a ocupar a vaga de “Transformers” na premiação do próximo Framboesa de Ouro. “Pedro Coelho” (Peter Rabbit) é um híbrido de animação e live action, que combina os famosos bichinhos falantes criados pela escritora britânica Beatrix Potter com humanos interpretados por atores de carne e osso. O ponto alto é a qualidade dos efeitos, que misturam perfeitamente digital e real. Já o ponto baixo fica por conta da alteração no tom das aventuras do coelho antropomórfico. Na “atualização” da trama do começo do século 20 para os dias de hoje, o coelho antropomórfico virou personagem de “Jackass”. Uma pena que Will Gluck, que escreve e dirige a adaptação, não tenha aprendido nada com o fracasso do remake de “Annie”, sua outra atualização frustrante de um clássico da literatura infantil (quadrinhos) dos primeiros anos 1900. A média da crítica americana ficou em 59% de aprovação, mas as crianças que gostam de histeria, cores, música alta e tombos, muitos tombos, podem gostar. Americanos limitados Há opções piores vindo de Hollywood nesta semana. Escrito e dirigido por Marc Forster (“Guerra Mundial Z”), o suspense “Por Trás dos Seus Olhos” traz Blake Lively (“Águas Rasas”) numa premissa de thriller doméstico dos anos 1990. Quando uma jovem cega passa por uma cirurgia e recupera a visão, seu marido começa a dar sinais de que a súbita independência dela ameaça o relacionamento. A metáfora não é sutil, mas o diretor tenta aplicar uma abordagem surreal, com imagens oníricas inspiradas na situação visual da protagonista. A mistura de convencional e experimental resulta em rejeição dupla, com apenas 28% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Melhor Escolha” é o novo drama de Richard Linklater (“Boyhood”) e reúne um trio de peso: Bryan Cranston (“Trumbo”), Steve Carell (“A Grande Aposta”) e Laurence Fishburne (“John Wick: Um Novo Dia Para Matar”). Na trama, os três se reencontram, 30 anos depois de servirem juntos na Guerra do Vietnã, para o enterro do filho de um deles, morto durante um novo conflito, na Guerra do Iraque. Como se pode imaginar, trata-se de um filme muito falado, lento, depressivo e politicamente engajado em sua crítica contra as guerras. Isto agradou a crítica americana, que lhe rendeu 76% de aprovação, mas, para o público brasileiro, sua exaltação do patriotismo “estadunidense” (como escreve a “esquerda”) pode ser mais difícil de suportar que o tom fúnebre da produção, baseada em livro de Darryl Ponicsan (autor do romance que virou o clássico “A Última Missão”). Europeus superestimados Estreia mais superestimada da semana, “A Livraria” venceu o Goya (o Oscar espanhol) de Melhor Filme, Direção e Roteiro Adaptado, os dois últimos prêmios conquistados pela cineasta Isabel Coixet. Apesar desse incensamento espanhol, o longa se projeta como um filme britânico antiquado. Elenco, locação, língua e texto original são ingleses. Trata-se de uma adaptação da obra homônima de Penelope Fitzgerald, publicada em 1978, mas passada nos anos 1950, sobre uma mulher que resolve abrir uma livraria numa cidadezinha conservadora e cria controvérsia ao vender exemplares de “Lolita”. Os espanhóis adoraram o retrato intimista da época. Os ingleses odiaram os clichês de drama lento britânico, cheio de diálogos pausados, surtos passivos e elenco de meia idade – Emily Mortimer (“A Invenção de Hugo Cabret”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”) e a americana Patricia Clarkson (“Maze Runner: A Cura Mortal”). Com as opiniões literalmente divididas, a aprovação ficou em 50%. O que também significa “medíocre”. “A Odisseia” é a cinebiografia do oceanólogo francês Jacques Custeau, cujos registros marinhos marcaram gerações. Não por acaso, o destaque do filme de Jérôme Salle (“Anthony Zimmer – A Caçada”) é justamente a fotografia submarina, algo aperfeiçoado por Custeau, inventor de equipamentos capazes de registrar a vida no fundo dos oceanos, que revelaram mundos desconhecidos numa série de documentários revolucionários. Mas a história de sua vida é narrada com a convencionalidade dos filmes biográficos que Hollywood faz para o Oscar. Para cada sequência fotográfica de tirar o fôlego, há o dobro de situações melodramáticas de telenovela, que nem o bom elenco – Lambert Wilson (“Homens e Deuses”), Pierre Niney (“Yves Saint Laurent”) e Audrey Tautou (a eterna “Amelie”) – consegue sustentar. 61% de aprovação no Rotten Tomatoes. Outra produção comercial francesa, “Chateau – Paris” explora comédia num bairro de imigrantes em Paris, evocando filmes americanos sobre salões de beleza, como a franquia “Uma Turma do Barulho”. O diferencial da malandragem francesa é a “cor local” da produção, com personagens das mais diferentes culturas, que cria uma atmosfera cosmopolitana para sua versão cor-de-rosa do “gueto”. Brasileiros relevantes Assim, as melhores opções da semana são os documentários brasileiros “Soldados do Araguaia” e “O Jabuti e a Anta”. Como os grandes exemplares do gênero, ambos abordam temas relevantes e inspiram bastante reflexão. O primeiro presta contas de uma história que a História oficial busca esconder, enquanto o segundo chama atenção para um drama em desenvolvimento, que também sofre pressão poderosa para permanecer desconhecido. O diretor Belisario Franca já tinha provocado uma reavaliação histórica da influência nazista no Brasil com seu premiado “Menino 23” (2016). Agora, encontra antigos soldados que combateram na Guerra do Araguaia, um conflito que simplesmente não existe nos livros didáticos, para revelar o enfrentamento entre militantes de esquerda e o exército brasileiro na floresta amazônica, na fronteira paraense do Rio Araguaia. A maioria dos combatentes comunistas foi morta ou executada durante a expedição militar que durou dois anos, entre 1972 e 1974, enquanto os soldados receberam ordens para esquecer o que viram. O outro documentário também se passa em rios amazônicos. O título com bichos silvestres evoca espécies ameaçadas pelo homem. Mas o próprio homem corre risco de extinção na região, graças à obra da Usina de Belo Monte, uma construção que impactou o meio-ambiente e ocasionou mudanças de locação da população ribeirinha e de tribos ali estabelecidas desde antes das caravelas. Uma das vitrines do PAC, o plano de aceleração da corrupção de governos recentes, rendeu fortunas a empreiteiras e incentivou a especulação imobiliária, à revelia do interesse dos habitantes locais. A documentarista Eliza Capai (“Tão Longe É Aqui”) também navegou pelos rios amazônicos até o Peru, onde a população indígena conseguiu impedir obra similar, mostrando os contrastes ambientais dos dois lugares.

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    Trailer de terror com ator de Stranger Things revela nova assombração do roteirista de O Orfanato

    13 de fevereiro de 2018 /

    O terror espanhol “Marrowbone” ganhou uma coleção de pôsteres e seu primeiro trailer para o mercado americano. A trama falada em inglês é centrada em quatro órfãos que se escondem do mundo, depois da trágica morte de sua mãe, em uma fazenda que esconde um grande segredo mal-assombrado. O filme marca a estreia na direção do roteirista Sergio G. Sánchez, parceiro do diretor J.A. Bayona em dois de seus maiores sucessos, “O Orfanato” (2007) e “O Impossível” (2012). E o elenco traz vários rostos jovens conhecidos: Charlie Heaton (série “Stranger Things”), Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”), George MacKay (“Capitão Fantástico”), Mia Goth (“A Cura”), Kyle Soller (série “Poldark”) e o ator mirim Matthew Stagg (minissérie “Guerra & Paz”). “Marrowbone” teve première no Festival de Toronto e já estreou na Espanha sem impressionar. Chega aos Estados Unidos em abril e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Isabel Coixet se torna primeira mulher a vencer duas vezes o Goya de Melhor Filme

    4 de fevereiro de 2018 /

    A Academia de Cinema Espanhol consagrou a cineasta catalã Isabel Coixet com três prêmios Goya 2018. Ela venceu os troféus de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção e Melhor Filme por “La Librería”, na cerimônia realizada na noite de sábado (3/1), em Madri, na Espanha. Esta é apenas a terceira vez na história do Goya que um filme dirigido por uma mulher vence o prêmio máximo. E por coincidência, uma das vitórias anteriores tinha sido da própria Isabel Coixet, por “A Vida Secreta das Palavras” (2005), que assim se torna a primeira mulher a vencer duas vezes o troféu, considerado o Oscar espanhol. “La Librería” (ou “The Bookshop”) é uma coprodução da Espanha com o Reino Unido, estrelada por atores britânicos, falada em inglês e ambientada na Inglaterra, em 1959. A trama gira em torno de uma mulher (Emily Mortimer) que decide abrir uma livraria, o que vira um ato político por causa da oposição da comunidade local. Ainda não há previsão de lançamento para o Brasil. A vitória de Coixet enfatizou a mensagem de empoderamento feminino que deu o tom do evento, representada pela presença de leques vermelhos nas mãos de atrizes e profissionais de cinema com os dizeres “Mais Mulheres”, num protesto por maior reconhecimento ao trabalho feminino na indústria cinematográfica espanhola. O prêmio de Melhor Diretor Estreante também foi para uma mulher: Carla Simón, por “Verão 1993”, história de uma menina órfã enviada para viver com os parentes no campo. O drama chileno “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio, sobre as adversidades enfrentadas por uma mulher transexual, venceu como Melhor Filme Ibero-Americana. E o Goya de Melhor Filme Europeu foi para o sueco “The Square”, de Ruben Östlund. Ambos os filmes concorrem ao Oscar 2018. Outro filme da premiação já exibido no Brasil, “As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas”, venceu como Melhor Animação. Entre os demais, “Handia”, drama basco sobre o homem mais alto do mundo, dirigido pela dupla Aitor Arregi e Jon Garaño, levou a maior quantidade de troféus, varrendo as categorias técnicas. Confira abaixo a lista completa dos prêmios. Vencedores do Goya 2018 Melhor Edição Laurent Dufreche, Raul Lopez (“Handia”) Melhor Desenho de Produção Ander Sistiago (“Handia”) Melhor Direção Artística Mikel Serrano (“Handia”) Melhor Figurino Saioa Lara (“Handia”) Melhor Cabelo e Maquiagem Ainhoa Eskisabel, Olga Cruz, Gorka Aguirre (“Handia”) Melhor Som Aitor Berenguer (“Veronica”) Melhor Trilha Sonora Pascal Gaigne (“Handia”) Melhor Canção “Leiva” by Alexi Delano (“La Llamada”) Melhores Efeitos Especiais David Heras, Jon Serrano (“Handia”) Melhor Animação “As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas” Melhor Documentário “Muchos Hijos” Melhor Filme Ibero-Americano “Uma Mulher Fantástica” Melhor Filme Europeu “The Square” Melhor Curta “Madre” Melhor Curta Documental “Los Desheredados” Melhor Curta Animado “Woody & Woody” Goya Honorário Marisa Paredes

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    Cold Skin: Sereias assassinas atacam ilha isolada em trailer e fotos de terror europeu

    21 de janeiro de 2018 /

    O terror europeu “Cold Skin” ganhou pôster, 22 fotos e trailer. Passada num farol numa ilha isolada, durante o ano de 1914, a trama acompanha a luta de dois homens para sobreviver aos ataques cotidianos de hordas de criaturas anfíbias – sereias e tritões, que podem ser tanto encantadores quanto sanguinários. A história é baseada no best-seller do autor catalão Albert Sanchez Pinol, com roteiro de Jesús Olmo (“Extermínio 2”) e Eron Sheean (“O Abrigo”). A direção é do francês Xavier Gens (“(A) Fronteira”, “Hitman”) e o elenco destaca o inglês David Oakes (série “The White Queen”), o irlandês Ray Stevenson (série “Black Sails”) e a espanhola Aura Garrido (“Viral”) sob maquiagem de sereia. Coprodução entre a França e a Espanha, o filme já entrou em cartaz nos cinemas espanhóis, mas ainda está sendo exibido no circuito dos festivais internacionais, por isso não possui data de estreia em outros países.

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