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  • Série

    Rupert Grint vai estrelar série baseada no filme Snatch: Porcos e Diamantes

    23 de agosto de 2016 /

    O serviço de streaming Crackle anunciou o elenco da série “Snatch”, baseado no filme homônimo de 2000, que no Brasil foi lançado como “Snatch: Porcos e Diamantes”. O filme de Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”), originalmente estrelado por Jason Statham (“Velozes e Furiosos 7”), Brad Pitt (“A Grande Aposta”) e Benicio Del Toro (“Sicario”), vai virar série com Rupert Grint (o Ron Weasley da saga “Harry Potter”) e Dougray Scott (série “Fear the Walking Dead”) nos papéis principais, além de Ed Westwick (série “Gossip Girl”) em participação recorrente na 1ª temporada. A trama da série não será a mesma do cinema, sendo descrita como inspirada no espírito do longa, do mesmo modo que “Fargo”. A história, supostamente baseada num caso real, vai girar em torno de um roubo de milhões em ouro, que aconteceu em Londres, acompanhando um grupo de jovens que encontra, por acaso, o caminhão carregado com o ouro roubado. Enquanto tentam sobreviver no submundo de Londres, eles enfrentam policiais desonestos, ciganos, gângsteres internacionais e bandidos locais. A adaptação está a cargo de Alex De Rakoff (“Menino Cálcio – Um Lutador Duro na Queda”) e as gravações começam na próxima semana, em Manchester, na Inglaterra. “Snatch” será a segunda série baseada num filme de Guy Ritchie. A primeira, “Lock, Stock…”, inspirada por “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes” (1998), durou apenas sete episódios em 2000. A série “Snatch” só deve estrear em 2017 pelo Crackle.

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  • Música

    Meryl Streep passa ridículo tocante em Florence – Quem É Essa Mulher?

    30 de julho de 2016 /

    A produção britânica “Florence – Quem É Essa Mulher?” lembra o filme franco-belga “Marguerite”, que foi realizado um ano antes e conta basicamente a mesma história, da pior cantora do mundo. Mas enquanto “Marguerite” muda o nome da protagonista e inventa alguns fatos, “Florence – Quem É Essa Mulher?” (2016) se dedica a contar a história da verdadeira Florence Foster Jenkins, a americana apaixonada por ópera que sonha virar uma diva. O problema é que ela tem uma voz horrível, para dizer o mínimo. O interessante de ambas as comédias dramáticas é que elas, a princípio, induzem o espectador a rir da protagonista, para depois criar empatia, levando o público a se sentir na pele dela, ou quase isso, talvez na pele de quem está mais próximo dela, no caso de “Florence” o marido (Hugh Grant) e o pianista (Simon Helberg). Os dois, aliás, estão ótimos. O jovem Helberg, conhecido de quem vê a série “The Big Bang Therory”, é o pianista que fica feliz com a boa remuneração que recebe daquela mulher excêntrica, mas que também tem medo de passar por ridículo em uma apresentação pública. E Hugh Grant, ainda que não seja brilhante, sempre será muito querido pelos papéis que fez em várias comédias românticas, e continua fazendo muito bem o papel de canalha adorável, que tem a sua namorada às escondidas, mas jamais negligencia a esposa doente. Por sinal, comparado ao filme francês, a versão britânica é muito mais implacável na caracterização da personagem. Florence Foster Jenkins é uma personagem trágica, vítima de uma doença, que só aos poucos o filme vai revelando. A felicidade que ela demonstra se deve principalmente à ilusão que os outros lhe oferecem como consolação, de modo que ela não entre em depressão e morra logo. Um dos grandes méritos do filme, além de poder contar com mais uma excelente interpretação de Meryl Streep, uma das maiores atrizes das últimas décadas, é saber lidar com o patético de maneira respeitosa. Mesmo assim, o filme tem suas falhas, principalmente no modo como termina, em tom melodramático, sem conseguir emocionar tanto quanto parece querer. Ou talvez essa seja uma marca de Stephen Frears, cineasta que nos últimos anos tem se especializado em filmes sobre mulheres, como “A Rainha” (2006), “Chéri” (2009) e “Philomena (2013). Enquanto isso, seus filmes protagonizados por homens têm passado em branco nas telas. Por que será? De todo modo, “Florence – Quem É Essa Mulher?” é mais um de seus filmes femininos que merecem ser conferidos.

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  • Filme

    Trainspotting 2: Teaser da continuação recria cena clássica do filme original

    25 de julho de 2016 /

    A Sony Pictures do Reino Unido divulgou um novo teaser de “Trainspotting 2”, que, 20 anos depois do lançamento do primeiro filme, faz referência a uma cena clássica de 1996. E, para completar, ao som de “Lust for Life”, de Iggy Pop, da trilha sonora original. A cena reprisa a aparição do quarteto central, Renton (Ewan McGregor), Sick Boy (Jonny Lee Miller), Spud (Ewen Bremner) e Begbie (Robert Carlyle), numa estação de trem. Além deles e do diretor Danny Boyle, o roteirista John Hodge, que escreveu a adaptação do romance original de Irvine Welsh, também retorna à produção. Mas desta vez ele não vai se prender à trama literária específica – no caso, o livro “Porno”, escrito por Welsh, que continua a trama de “Trainspotting” – para atualizar a história, revelando o que aconteceu com os personagens após duas décadas. Infelizmente, a continuação não ficará pronta a tempo de marcar os 20 anos do filme original. Mas por pouco. A estreia está marcada para 27 de janeiro no Reino Unido.

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  • Filme

    Tiger Raid: Atriz de Kingsman é raptada por mercenários em trailer violento

    11 de julho de 2016 /

    A Cinepeak divulgou o pôster e o trailer do drama de guerra britânico “Tiger Raid”, estrelado por Sofia Boutella (“Kingsman: Serviço Secreto” e “Star Trek: Sem Fronteiras”). A atriz argelina interpreta uma jovem muçulmana na trama, raptada por dois mercenários que cumprem uma missão violenta no Oriente Médio. Os atores Brian Gleeson (“Branca de Neve e o Caçador”) e Damien Molony (série “Suspects”) são seus raptores. Escrito e dirigido pelo estreante Simon Dixon, o filme foi exibido nos festivais de Tribeca e Edimburgo e ainda não tem previsão de estreia comercial.

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  • Filme

    Absolutely Fabulous: Filme da série clássica tem maior estreia do ano no Reino Unido

    6 de julho de 2016 /

    A estreia do filme derivado de “Absolutely Fabulous” foi comemorada com champanhe no Reino Unido. Abrindo com US$ 5,4 milhões em 615 salas de cinema, a versão cinematográfica da série clássica britânica teve a maior estreia do ano na região – na verdade, a maior desde “007 Contra Spectre” em outubro de 2015. Somando o total registrado até terça (5/7), o filme já rendeu US$ 7,5 milhões em seu mercado doméstico. O sucesso deve ajudar sua carreira internacional, que só começa no final de julho, com a estreia nos EUA marcada para 22/7. Por enquanto, ainda não há previsão de estreia no Brasil, embora a série original tenha sido exibida no país. Produzida com grandes hiatos entre 1992 e 2012, a série girava em torno de Edina Monsoon (Jennifer Saunders, criadora da atração), uma agente de relações públicas decadente, que passa o seu tempo enchendo a cara e seguindo tendências bizarras em voga numa tentativa desesperada de se manter jovem para sempre, quase sempre acompanhada por sua melhor amiga Patsy Stone (Joanna Lumley), muito mais bêbada e promíscua, e com a total desaprovação de sua filha careta Saffron (Julia Sawalha). Escrito por Saunders e dirigido por Mandie Fletcher (que assinou três episódios da série), “Absolutely Fabulous: The Movie” acompanha Edina e Patsy acordando após um porre, sem lembrar da noite anterior. O detalhe é que se encontram em um iate no meio do oceano, sem sinal de celular. Além das intérpretes da série, o longa é repleto de participações especiais de celebridades, incluindo Jon Hamm, Joan Collins, Kate Moss, Stella McCartney, Lulu e Jerry Hall.

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  • Música

    Ricky Gervais estrela clipe musical com seu personagem da série The Office

    3 de julho de 2016 /

    A Entertainment One divulgou um vídeo musical do filme “David Brent: Life on the Road”, derivado da série britânica “The Office” (2001-2003). A prévia mostra o personagem David Brent, o chefe do escritório da série original, encenando um clipe de balada romântica, em que canta como se apaixonou por uma cigana. Apesar da afinação do ator Ricky Gervais, que criou “The Office”, os trejeitos, a encenação e a letra são completamente constrangedores – num dos trechos, ele pergunta à cigana se ela é uma prostituta e se o sexo é grátis. O filme foi concebido como um falso documentário, ao estilo de “The Office”, e vai acompanhar a nova carreira de Brent, que virou cantor-compositor e chegou a realizar uma turnê de verdade com sua banda fictícia, Foregone Conclusion, no ano passado. Trata-se de um mockumentary, que, ao estilo de “Borat” (2006), deve incorporar a reação de pessoas comuns às encenações. “David Brent: Life on the Road” estreia em 19 de agosto no Reino Unido e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    The Childhood of a Leader: Trailers impressionantes trazem Liam Cunningham e Robert Pattinson em clima de terror

    2 de julho de 2016 /

    A IFC Films divulgou o pôster e dois trailers impressionantes de “The Childhood of a Leader”, drama britânico de época estrelado por Liam Cunningham (série “Game of Thrones”), Bérénice Bejo (“O Passado”), Stacy Martin (“Ninfomaníaca”) e Robert Pattinson (“Mapas para as Estrelas”). As prévias têm clima sombrio e remetem a filmes de terror dos anos 1970, graças à fotografia escura, cenas de histeria e trilha tenebrosa criada pelo cultuado músico Scott Walker (ele mesmo, da banda The Walker Brothers). A trama acompanha a infância conturbada de um futuro líder europeu, durante os anos que se seguem à 1ª Guerra Mundial, e marca a estreia do ator Brady Corbet (“Violência Gratuita”) na direção de um longa-metragem. Ele também é autor do roteiro, escrito em parceria com Mona Fastvold (“O Sonâmbulo”). O filme foi premiado em diversos festivais internacionais, inclusive o de Veneza, que deu a Corbet o troféu de Melhor Direção. A estreia está marcada para 22 de julho nos EUA e não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Robin Hardy (1929 – 2016)

    2 de julho de 2016 /

    Morreu o cineasta inglês Robin Hardy, aos 86 anos na madrugada desta sexta-feira (1/7). Ele fez apenas três filmes, mas se tornou uma lenda do cinema de terror pelo primeiro, o cultuado “O Homem de Palha” (1973). Considerado uma das obras-primas do gênero e ponto alto indiscutível da filmografia tanto do estúdio Hammer quanto do ator Christopher Lee, “O Homem de Palha” combinou sensualidade e rituais celtas para criar uma história que ressoa até hoje, graças a citações constantes. A trama de “O Homem de Palha” seguia o ponto de vista de um sargento de polícia (Edward Woodward), que desembarca numa ilha escocesa para procurar uma menina desaparecida. Lá, é recepcionado pela autoridade local, representada por Lee, em meio à preparação de um festejo anual. Conforme a investigação se intensifica, diversas mulheres nuas aparecem em seu caminho, como tentações e distrações constantes – entre elas, as belíssimas Britt Ekland, Ingrid Pitt e Diane Cilento. Até que ele, cristão convicto, começa a perceber os sinais de paganismo e se horroriza ao descobrir seu verdadeiro papel na história, como convidado de honra, seduzido/conduzido a ser o sacrifício humano que garantiria a próxima colheita da ilha. O filme ganhou um remake americano, intitulado em português “O Sacrifício”, com direção de Neil LaBute e estrelado por Nicolas Cage em 2006. O próprio Hardy escreveu e dirigiu uma continuação do original, “The Wicker Tree”, realizada com baixo orçamento em 2011 e considerada uma decepção completa. Ele ainda pretendia fazer uma terceira parte, mas o projeto nunca saiu do papel. Entre o primeiro e o segundo “Homem de Palha”, Hardy dirigiu apenas mais um filme: “Uma Voz ao Telefone”, em 1986, um suspense convencional de serial killer. E escreveu a história de outro: “Forbidden Sun” (1989). Nada que chegasse aos pés do culto inspirado por sua estreia. Para se ter noção do impacto de “O Homem de Palha”, em 2010 o jornal britânico The Guardian publicou uma lista que o classificou como o quarto melhor terror de todos os tempos. E Christopher Lee, que trabalhou até nas franquias “Star Wars” e “O Senhor dos Anéis”, declarou que aquele tinha sido o melhor filme que fez, entre os mais de 200 de sua filmografia. Sua permanência na cultura pop chega até aos dias de hoje, como se pode atestar pelo recente clipe de “Burn the Witch”, da banda Radiohead, lançado em maio, que recria com bonecos de massinhas a história do clássico de Hardy.

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  • Filme

    O Bebê de Bridget Jones: Colin Firth e Patrick Dempsey disputam Renée Zellwegger em novo trailer

    28 de junho de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou uma coleção de pôsteres e o novo trailer legendado de “O Bebê de Bridget Jones”, que retoma a saga da eterna solteirona inglesa, iniciada no cinema em 2001 e que agora se torna grávida. A prévia continua mostrando Bridget dividida entre dois amores, o que rende diversas piadas em torno de quem é o pai de seu bebê – embora nenhuma particularmente original. De volta ao papel principal, Renée Zellwegger volta a ser disputada por Colin Firth e, no lugar do ausente Hugh Grant, um novo interesse romântico, vivido por Patrick Dempsey, em seu primeiro papel após sair da série “Grey’s Anatomy”. Qualquer um dos dois pode ser o pai do bebê do título, já que Bridget não sabe qual deles a engravidou. A trama não traz nenhuma referência ao terceiro livro de Helen Fielding, “Louca pelo Garoto”, lançado em 2013, e que gerou mais polêmica que elogios. Isto porque os fãs ficaram revoltadíssimos com a morte de Mark Darcy, o personagem de Firth. Afinal, no final de “Bridget Jones: No Limite da Razão”, Darcy finalmente tinha proposto casamento a Bridget, e os fãs estavam ansiosos em ler sobre suas vidas de casados. Isto tampouco aconteceu no novo filme. O terceiro “Bridget Jones” foi roteirizado pela própria Fielding e por David Nicholls (“Um Dia”). A direção, por sua vez, está a cargo de Sharon Maguire, que comandou o primeiro filme da franquia. A estreia está prevista para 16 de setembro nos EUA e duas semanas depois, em 29 de setembro, no Brasil.

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  • Filme

    Como Eu Era Antes de Você transforma tema polêmico em romance

    23 de junho de 2016 /

    Um dos problemas de “Como Eu Era Antes de Você” é aceitar os protagonistas como eles são apresentados. Emilia Clarke (série “Game of Thrones”) aparece em cena excessivamente boba com suas roupas bregas e Sam Claflin (franquia “Jogos Vorazes”) atua de forma exageradamente arrogante na figura do milionário tetraplégico amargurado. E há sim vários momentos-clichê que incomodam um bocado. Mas temos que dar um desconto inicialmente, por se tratar da adaptação de um best-seller popular e por esses personagens serem assim no livro de Jojo Moyes. Mas é possível se afeiçoar aos personagens e perceber o quanto a narrativa é bem amarradinha. Mal dá para sentir o tempo passar. A edição fluida, curiosamente, é de John Wilson, que já foi associado ao cinema de arte de Peter Greenaway, no auge da popularidade do autor. Claro que ver Emilia Clarke deixando de ser a poderosa Daenerys de “Game of Thrones” causa estranhamento, mas é interessante que a atriz busque personagens diferentes, por mais que não acerte em alguns – a sexy Sarah Connor no pouco amado “O Exterminador do Futuro: Gênesis”, por exemplo. Por outro lado, outro integrante de “Game of Thrones” está muito bem no filme: Charles Dance, no papel do pai de Will, o personagem de Claflin. Com a evolução dos personagens, algumas más impressões se dissipam. A bobinha Louisa Clark (Emilia Clarke) vai ganhando maturidade ao aprender um pouco de arte e se afeiçoar a Will. E Will vai deixando de ser o chato de galocha e passa a dizer coisas românticas, como “Você é a única razão de eu querer acordar de manhã” ou “Vamos ficar aqui no carro por um tempo. Eu só quero me sentir como o cara que saiu com a garota de vermelho”. São coisas simples, mas que tocam os corações de muitos. Há algo no filme que a maioria dos espectadores já sabe ao entrar na sessão: o fato de que Will planeja sua própria morte. Assim, trata-se de um filme sobre despedida também, sobre os momentos finais da vida e a descoberta de momentos felizes desse rapaz que acredita que a vida não deve ser vivida se não for plenamente, de corpo inteiro, um corpo que ele não tem mais. É um tema polêmico, na verdade. Há muita gente que tem raiva de filmes como “Amor” (2012), de Michael Haneke, ou “Mar Adentro” (2004), de Alejandro Amenábar, justamente por pregar essa escolha do direito à morte. Mas é curioso como a diretora Thea Sharrock, vindo do teatro, transforma esse tema espinhoso em um filme relativamente leve, feito para plateias jovens. Assim, o que interessa mais não é a decisão de Will, mas a vida junto a Louisa e o quanto ambos são transformados a partir do momento em que se conhecem, mesmo sendo tão diferentes. Isso acaba valendo para qualquer encontro a dois que tenha uma natureza mais especial. Por isso, o filme tem apelo tão forte entre casais que, mesmo sabendo que um dia deixarão de se ver, lembrarão da relação como algo bonito, válido, rico e pra sempre.

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    I, Daniel Blake: Drama vencedor do Festival de Cannes 2016 ganha primeiro trailer

    15 de junho de 2016 /

    O estúdio britânico Entertainment One divulgou o primeiro trailer de “I, Daniel Blake”, filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano. A prévia apresenta a trama dramática, que acompanha um velho marceneiro (Dave Johns, em seu primeiro filme) durante sua peregrinação pela burocracia da previdência social na Inglaterra, encontrando apenas desrespeito e desumanidade. “I, Daniel Blake” foi a segunda Palma de Ouro da carreira do cineasta inglês Ken Loach, que também saiu premiado do Festival de Cannes com o drama histórico “Ventos da Liberdade” (2006). Em seu discurso neste ano, o cineasta de 79 anos criticou o neoliberalismo que “deixa milhões na miséria”, dizendo-se desconfortável com o fato de receber a honraria em um ambiente glamouroso como o de Cannes, em contraste com as condições de vida daqueles que inspiraram seu filme. A estreia está marcada para 21 de outubro no Reino Unido e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Denial: Rachel Weisz tem que provar a existência do Holocausto em trailer dramático

    15 de junho de 2016 /

    A BBC Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Denial”, drama britânico baseado em fatos reais, que traz Rachel Weisz (“Oz, Mágico e Poderoso”) como uma historiadora confrontada por um famoso escritor (o excelente Timothy Spall, de “Mr. Turner”) com ideias radicais sobre a existência do Holocausto. A disputa vai parar nos tribunais, levando a professora a ter que provar que o extermínio de judeus realmente aconteceu durante o nazismo. A disputa realmente aconteceu em 1996, mas apesar do clima apresentado no vídeo, resultou no descrédito absoluto do escritor David Irving, que já experimentava problemas com suas teorias e era considerada persona non grata na Alemanha, além de ter um mandato de prisão expedido na Áustria por defender o nazismo. Ele caiu em desgraça, passou um período preso, deixou de ser convidado para palestras e eventos literários e viu suas obras serem ridicularizadas. Baseado no livro de Deborah Lipstadt (a personagem de Weisz), o filme foi escrito por David Hare, já indicado ao Oscar pelos roteiros adaptados de “As Horas” (2002) e “O Leitor” (2008). A direção está a cargo de Mick Jackson, diretor do sucesso “O Guarda-Costas” (1992), que estava afastado do cinema desde 2002. O elenco, por sua vez, também inclui Andrew Scott (série “Sherlock”), Tom Wilkinson (“Selma”), Mark Gatiss (também de “Sherlock”) e Harriet Walter (série “Downton Abbey”). A estreia está marcada para 30 de setembro nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=

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    Burt Kwouk (1930 – 2016)

    24 de maio de 2016 /

    Morreu o ator britânico Burt Kwouk, que ficou conhecido pelo papel de Cato Fong, o fiel criado oriental do Inspetor Clouseau na franquia de comédia “A Pantera Cor de Rosa”. Ele faleceu nesta terça-feira (24/5) aos 85 anos de idade, comunicou seu agente. Nascido no norte da Inglaterra, mas criado em Xangai, na China, Kwouk iniciou sua carreira na televisão britânica nos anos 1950 e, ao longo das seis décadas seguintes, fez participações em diversas atrações famosas, como “Danger Man”, “O Santo”, “Man of the World”, “Seres do Amanhã” e “Doctor Who” chegando a estrelar, nos últimos anos, 78 episódios da longeva soup opera “Last of the Summer Wine”, entre 2002 e 2010. Ele também atuou em vários filmes, alguns considerados clássicos, como “A Morada da Sexta Felicidade” (1958), estrelado por Ingrid Bergman, “As Sandálias do Pescador” (1968), com Anthony Quinn, e “Império do Sol (1987), de Steven Spielberg, além de produções B cultuadas – “A Seita do Dragão Vermelho” (1961), “As 13 Noivas de Fu Manchu” (1966), etc – e três longas do espião James Bond, incluindo o famoso “007 Contra Goldfinger” (1964) – quatro, se também contar a sátira “Cassino Royale” (1967). Mas será sempre mais lembrado por ter estrelado seis filmes da franquia “A Pantera Cor-de-Rosa”, desde “Um Tiro no Escuro” (1964) até os filmados após a morte de Peter Sellers, como o criado que realizava ataques de surpresa nos momentos mais inesperados, seguindo a orientação de testar a prontidão do Inspetor Clouseau a qualquer momento. Sua performance rendeu alguns dos momentos mais memoráveis da franquia e entronizou Cato entre os personagens mais conhecidos do cinema.

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