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    Algo não deu certo em Vai que Dá Certo 2

    7 de janeiro de 2016 /

    Desta vez não deu certo. “Vai que Dá Certo 2”, sequência do sucesso de 2013, traz os mesmos personagens, que continuam a levar a vida com as mesmas dificuldades de antes, lamentando o fato de não conseguirem o tão sonhado dinheiro. Mas seu retorno se dá num registro menos cômico e um pouco mais sombrio, ficando a dúvida se isso ocorreu acidentalmente ou de forma deliberada para o tornar o filme pouco engraçado. O personagem mais centrado ainda é Rodrigo (Danton Mello), que começa o filme em um casamento com Jaqueline (Natália Lage). A moça é tão encantadora que seus três amigos patetas, Amaral (Fábio Porchat), Tonico (Felipe Abib) e Danilo (Lúcio Mauro Filho), ficam secando e torcendo para um dia poder ter uma chance com ela também. Coisa de gente imatura e sem noção ou de quem não tem filtro para falar o que realmente sente? A nova chance de os rapazes ficarem ricos surge em um vídeo comprometedor, que traz um sujeito que quer dar o golpe do baú em uma mulher mais velha. Vladimir Brichta interpreta esse sujeito. E o tal vídeo pode por fim ao seu casamento e a sua chance de enriquecer. Acontece que outras pessoas também estão interessadas no vídeo e no quanto podem lucrar com a chantagem, como é o caso de dois policiais corruptos e de uma prima de Rodrigo e Danilo. A partir daí, o filme assume um tom grave que compromete o já ralo humor presente. Sobram risos amarelos, silêncio, um certo incômodo e alguma tensão. Nem mesmo Lúcio Mauro, que também retorna como o avô gagá, consegue imprimir humor nas cenas de que participa. Ao contrário, sua sequência com Natália Lage pode até ser taxada de mau gosto. Fragmentado como uma coleção de esquetes, o fiapo narrativo tenta costurar a trama por meio de uma série de situações envolvendo uma sacola de dinheiro escondida. Mas o filme se sustenta mesmo na boa química de seu elenco (mesmo com a ausência de Gregório Duvivier). Talvez o problema esteja na mão pesada do diretor Maurício Farias, que retorna, desta vez acompanhado por Calvito Leal, demonstrando toda a influência de seus trabalhos em minisséries, séries e telenovelas para a Rede Globo. O problema de registro, porém, não vem de hoje, já que “O Coronel e o Lobisomem” (2005) também vacilava muito no uso do humor. Resta saber se, mesmo com seus equívocos, a sequência conseguirá repetir o sucesso do original. No Brasil das comédias blockbusters, ter graça parece realmente não importar.

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    O Beijo no Asfalto: Estreia indie de Murilo Benício como diretor ganha primeiras fotos

    6 de janeiro de 2016 /

    O ator Murilo Benício (“O Homem do Ano”) vai estrear na direção de cinema com “O Beijo no Asfalto”, adaptação da peça homônima de Nelson Rodrigues, que ele filmou em 11 dias, em preto e branco e com um orçamento de R$ 1 milhão de seu próprio bolso. Totalmente indie, a produção divulgou suas primeiras fotos, que permitem vislumbrar as opções criativas do agora cineasta. Diferente do filme de 1981, dirigido por Bruno Barreto, que transpôs a trama para o cinema, Murilo seguiu a rota de Al Pacino em “Ricardo III – Um Ensaio” (1996) e “Wilde Salomé” (2011), misturando encenação da peça, com Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”) no papel do bancário recém-casado que beija um moribundo desconhecido, e documentário – cenas dos bastidores, imagens de camarim e até uma leitura do texto conduzida por Fernanda Montenegro. As filmagens aconteceram em um teatro no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro e incluem só três externas. O elenco também inclui a esposa de Benício, Débora Falabella (série “Dupla Identidade”), além de Otávio Muller (“O Gorila”), Luiza Tiso (série “Marcas da Vida”), Marcelo Flores (“E Aí… Comeu?”) e Stênio Garcia (“Ó Paí, Ó”), como o homem que, em seus últimos suspiros, pede um beijo. O filme ainda não tem previsão de estreia, mas a experiência já animou Benício a planejar seu próximo trabalho como diretor. Será mais uma adaptação teatral, “Pérola”, de Mauro Ras.

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    Filme Os Dez Mandamentos já vendeu 150 mil ingressos antecipados

    6 de janeiro de 2016 /

    A versão da novela “Os Dez Mandamentos” para o cinema promete repetir o sucesso da TV. A venda antecipada teve início no dia 1° de janeiro e conseguiu a façanha de vender 150 mil ingressos em quatro dias. O número é uma estimativa, já que os cinemas menores ainda não entraram na contabilização prévia da distribuidora. O número impressiona quando comparado ao blockbuster “Star Wars: o Despertar da Força”, que vendeu 600 mil ingressos antecipadamente durante dois meses da pré-venda. A Cinemark, uma das redes onde se registrou a maior procura, e o Espaço Itaú ainda apontaram que há uma procura muito grande por parte de grupos de evangelizações, que têm comprado ingressos de modo a fechar sessões exclusivas em diversas cidades do país. Assim, já há sessões esgotadas no dia da estreia, 28 de janeiro, nas principais capitais do país. No caso do Espaço Itaú, o esgotamento de ingressos é ainda maior, atingindo todas as sessões do primeiro fim de semana de estreia em todos os cinemas da rede. Para completar, há ainda estímulos religiosos para que fiéis assistam ao filme. O início da pré-venda rendeu imagens de bispos e pastores posando com seus ingressos para o site da Igreja Universal. Com a ajuda dos féis, “Os Dez Mandamentos” pode ultrapassar a bilheteria recorde de “Tropa de Elite 2”, que teve 11 milhões de espectadores. Distribuído pela Paris Filmes, o longa-metragem é escrito por Vivian de Oliveira e dirigido por Alexandre Avancini, que também assinam a novela, promete cenas exclusivas e um final inédito, que antecipará a 2ª temporada da novela, prevista para estrear em março de 2016.

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    Antônio Pompêo (1953 – 2016)

    5 de janeiro de 2016 /

    O ator Antônio Pompêo foi encontrado morto em sua casa, em Guaratiba, Zona Oeste do Rio. Destaque em vários filmes e novelas, o ator e artista plástico tinha 62 anos e as causas da morte ainda não foram divulgadas. De acordo com uma vizinha, ele estava morto desde domingo (3/1), mas apenas na terça a polícia militar foi ao local e confirmou o falecimento. Nascido em 23 de fevereiro de 1953 na cidade de São José do Rio Pardo, em São Paulo, Antônio estreou na TV com uma participação em “A Moreninha” (1975), novela da Rede Globo. No ano seguinte, chegou ao cinema com “Xica da Silva” (1976), de Cacá Diegues. Em ambas as produções, interpretou escravos, e a dificuldade de encontrar outros papeis o motivou desde cedo a se posicionar politicamente na luta contra o racismo. Ele chegou a escrever um artigo sobre o tema para o jornal O Globo, em 2010. Antônio voltou a interpretar escravos em outras produções de época, como “O Xangô de Baker Street” (2001) e “Quilombo” (1984). Neste longa, viveu o mítico Zumbi, novamente sob direção de Diegues. Foram, ao todo, 11 longas em sua filmografia, que também incluiu duas obras de Murillo Salles, “Nunca Fomos Tão Felizes” (1984) e “Seja o Que Deus Quiser” (2002). O último filme do qual participou foi “Quase Dois Irmãos” (2004), de Lúcia Murat. Na TV, fez muitas novelas e minisséries que marcaram época, entre elas “Lampião e Maria Bonita” (1982), “A Máfia no Brasil” (1984), “O Tempo e o Vento” (1985), “A Tenda dos Milagres” (1985), “Sinhá Moça” (1986), “O Outro” (1987), “Escrava Anastácia” (1990), “Pedra Sobre Pedra” (1992), “Fera Ferida” (1993), “Mulheres de Areia” (1993), “A Viagem” (1994), “O Rei do Gado” (1996), “Pecado Capital” (1998) e “A Casa das Sete Mulheres” (2003). Nos últimos anos, vinha trabalhando nas novelas da Record. Seu último trabalho na televisão foi em “Balacobaco”, em 2012, mas, por coincidência, ele pode ser visto atualmente no ar em duas reprises, “Prova de Amor” (2005) e “Chamas da Vida” (2008). A atriz Zezé Motta (a eterna Xica da Silva) postou uma mensagem de despedida em sua conta no Facebook. “Em choque, e com muito pesar que comunicado a perda do meu amigo e grande ator Antônio Pompêo. Juntos, trabalhos em ‘Xica da Silva’, ‘Quilombo’, entre tantos outros projetos no cinema, na televisão foram mais de 5 novelas onde tivemos a oportunidade em estarmos juntos… A dor é grande! Descanse em paz meu amigo.”

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    Até que a Sorte nos Separe 3 atinge 1,5 milhão de espectadores

    5 de janeiro de 2016 /

    O filme “Até Que a Sorte nos Separe 3” começou 2016 ultrapassando a marca de 1,5 milhão de espectadores nos cinemas brasileiros. O número foi atingido em menos de duas semanas após sua estreia e em pleno reinado de “Star Wars: O Despertar da Força”. Desde a estreia, “Até Que a Sorte nos Separe 3” se mantém como o segundo filme mais assistido do país. A produção estreou em número recorde de salas, 810, marcando a maior distribuição de um filme brasileiro em todos os tempos, o que contribuiu para seu sucesso. Segundo dados compilados pela Rentrak Brasil, a arrecadação da comédia já está em R$ 17 milhões. Novamente dirigido por Roberto Santucci e estrelado por Leandro Hassum, o terceiro filme da franquia também é o mais fraco de todos, com piadas ainda mais apelativas e televisivas, a ponto de contar com um esquete bem caricata sobre a presidente Dilma. Em 2015, apenas seis filmes nacionais tiveram mais de 1 milhão de espectadores – curiosamente, dois deles foram dirigidos por Santucci, enquanto outro foi estrelado por Hassum. Todas as 10 maiores bilheterias brasileiras do ano passado foram comédias.

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    Filme brasileiro vai disputar o Festival de Roterdã

    5 de janeiro de 2016 /

    O filme “A Cidade onde Envelheço”, da brasileira Marília Rocha (“A Falta que Me Faz”), foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Roterdã, um dos mais importantes eventos cinematográficos da Europa, centrado na revelação de novos talentos e valorização do cinema autoral. Primeiro longa-metragem de ficção de Marília, que já assinou três documentários, “A Cidade onde Envelheço” gira em torno da amizade entre duas mulheres portuguesas que migram para o Brasil. O filme já havia sido selecionado pelo programa de apoios financeiros do Festival de San Sebastian em sua fase de pós-produção. Ele vai disputar o prêmio Tiger com sete produções de seis países na 45ª edição do festival, que acontece de 27 de janeiro a 7 de fevereiro na Holanda. O vencedor recebe 40 mil euros, distribuídos entre o diretor e o produtor. Os outros títulos selecionados foram “History’s Future”, de Fiona Tan (Holanda), “Motel Mist”, de Prabda Yoon (Tailândia), “Oscuro Animal”, de Felipe Guerrero (Colômbia), “The Land of the Enlightened”, de Pieter-Jan de Pue (Bélgica), “La Ultima Tierra”, de Pablo Lamar (Paraguai), “Radio Dreams”, de Babak Jalai, e “A Eoman, A Part”, de Elisabeth Subrin (ambos dos Estados Unidos). O Brasil já venceu a mostra competitiva de Roterdã com “Baixio das Bestas”, de Claudio Assis, em 2007.

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    Filme promete a maior orgia já vista no cinema brasileiro

    5 de janeiro de 2016 /

    O filme “A Filosofia na Alcova”, adaptação do clássico literário homônimo, dirigido por Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez, vai incluir uma cena em que 60 pessoas participam de uma orgia. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o número de envolvidos na cena de sexo é recorde nacional, até mesmo diante da voracidade das produções da era da pornochanchada. A cena traz diversos figurantes nus e entretidos com apetrechos sadomasoquistas. “A gente anunciou nas redes sociais e aí foi aparecendo gente”, disse Ivan Cabral, em entrevista à Folha. “A ideia não era fazer um filme explícito, mas os atores se entregaram, uns treparam para valer”, completou. “Filosofia na Alcova” é baseado no romance publicado clandestinamente pelo Marquês de Sade sobre dois libertinos, que se propõem a ensinar educação sexual a uma garota virgem. Tendo como pano de fundo a França revolucionária, a obra popularizou o vocabulário sadomasoquista com conceitos derivados da aristocracia da época, como “posição” e “submissão”. A adaptação brasileira, porém, é passada em São Paulo e irá contrastar os trajes e costumes do século 18 com o mundo contemporâneo, em que limusines trafegam cheias de jovens nus, mas charretes ainda resistem, puxadas por escravos gêmeos. Segundo Vasquez, a ideia foi “fugir do realismo que marca o cinema brasileiro”, valorizando a linguagem teatral. Este é o segundo longa de Cabral e Vázquez, fundadores da companhia de teatro experimental Os Satyros, após a estreia com “Hipóteses Para o Amor e a Verdade”, lançado em agosto de 2015. Eles planejam filmar seu terceiro filme ainda em 2016: “Pessoas Perfeitas”, baseado num texto original do grupo teatral. “Filosofia na Alcova” não tem previsão de estreia comercial, mas deve participar de festivais antes de encarar o circuito.

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    As 10 maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2015 foram comédias

    3 de janeiro de 2016 /

    De acordo com dados compilados pela Rentrak Brasil, o cinema brasileiro se resumiu à comédias em 2015. Pelo menos, do ponto de vista do público, que lotou os lançamentos do gênero. De forma impressionante, todo o Top 10 das maiores bilheterias do ano foi tomado por comédias. O fenômeno é reflexo do “gosto” do circuito, que abriu suas portas para os humorísticos da Globo Filmes. A maioria das comédias listadas tiveram lançamentos em mais de 500 salas de cinema. A mais modesta, “S.O.S. Mulheres ao Mar 2”, abriu em 430 telas, enquanto a mais ambiciosa, “Até que a Sorte nos Separe 3”, saiu derrubando recordes com estreia em 810 salas. Conforme esperado, o filme estrelado por Leandro Hassum precisou só de uma semana para entrar no Top 10 anual. Entre as comédias mais cotadas, quatro são continuações, demonstrando a vocação para blockbuster tropical que o mercado lhes delegou. Quatro também são derivadas de séries ou programas humorísticos, ressaltando a tendência televisiva deste tipo de cinema. Para completar, muitas foram criadas “em série” pela mesma equipe, o que explica porque resultam parecidas, como produtos de uma linha de montagem industrial. Operário padrão, o diretor Roberto Santucci assina três filmes no Top 10 – um fenômeno! – , seguido pela cineasta Chris D’Amato, com dois títulos. É isto mesmo: duas pessoas dirigiram a metade do Top 10 de 2015. O lado B desta concentração é um grande vazio na produção nacional de outros gêneros. Mas isso não é culpa dos cineastas, que rodaram vários filmes, inclusive premiados no exterior. A culpa é, sim, do mercado exibidor, que não programa lançamentos sem rostos sorridentes de atores da TV Globo. Os números não deixam dúvidas. O drama mais bem qualificado no ranking foi “Que Horas Ela Volta?”, produção premiada nos festivais de Sundance e Berlim, e candidato frustrado a uma vaga no Oscar, que teve cobertura intensa na mídia, inclusive com matérias no “Fantástico”. Mesmo assim, foi lançado em ridículas 91 salas. Com o buxixo na imprensa, manteve-se em cartaz por mais tempo que a maioria dos dramas nacionais – cujo destino em 2015 foi entrar e sair dos cinemas em poucos dias – , o que resultou em 496 mil espectadores e a 11ª maior bilheteria nacional do ano. O maior filme de ação, por sua vez, foi “Operações Especiais”, assistido por 358 mil espectadores em 14º lugar no ranking geral. Já o primeiro suspense da relação é “O Vendedor de Passados”, visto por 82 mil pessoas em 20º lugar. Mas a maior curiosidade está na inclusão de dois documentários entre os 20 filmes mais vistos do ano: “O Sal da Terra” (17º lugar) e “Chico – Artista Brasileiro” (19º lugar). É significativo que ambos tenham ficado vários dias em cartaz em salas dedicadas. Ou seja, o público aparece quando encontra os filmes em cartaz. O resto do Top 20 é só comédia. O que não é razão para rir. [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”]     1. Loucas pra Casar Lançamento em 560 salas 3,7 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”]     2. Vai que Cola Lançamento em 612 salas 3,2 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”]     3. Meu Passado Me Condena 2 Lançamento em 602 salas 2,6 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”]     4. Carrossel Lançamento em 510 salas 2,5 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”]     5. S.O.S. Mulheres ao Mar 2 Lançamento em 430 salas 1,5 milhões espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”]     6. Os Caras de Pau em O Misterioso Roubo do Anel Lançamento em 550 salas 1,3 milhão espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”]     7. Linda de Morrer Lançamento em 522 salas 948 mil espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”]     8. Qualquer Gato Vira-Lata 2 Lançamento em 513 salas 804 mil espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”]     9. Bem Casados Lançamento em 450 salas 514 mil espectadores [/symple_column] [symple_column size=”one-third” position=”first” fade_in=”false”] [/symple_column] [symple_column size=”two-third” position=”last” fade_in=”false”]     10. Até que a Sorte nos Separe 3 Lançamento em 810 salas 500 mil espectadores [/symple_column]

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    Acabou a farra: Ancine vai auditar bilheterias e distribuição de filmes no Brasil

    24 de dezembro de 2015 /

    As bilheterias de cinema passarão a ser auditadas pelo governo federal a partir de 2016. A Agência Nacional do Cinema (Ancine) publicou nesta quinta (24/12) uma nova Instrução Normativa, que regulamenta o Sistema de Controle de Bilheteria (SCB), obrigando os exibidores a fornecer periodicamente dados oficiais sobre distribuição de filmes e bilheteria dos cinemas brasileiros. O objetivo da Ancine é fiscalizar e regular o mercado com mais precisão. Entre outras informações, os relatórios enviados à agência terão de informar sobre a sessão de exibição com data, hora, tecnologia, assentos disponibilizados, legendagem, alternativas de linguagem e acessibilidade. A Ancine também recolherá dados sobre os bilhetes vendidos e a receita bruta de bilheteria da sessão, discriminados por tipo de assento, categoria de ingresso e forma de pagamento. Com a implantação do sistema, a agência publicará os números em seu portal periodicamente. A resolução foi tomada na mesma semana em que os dados voluntariamente fornecidos pelas distribuidoras nacionais beiraram o surreal, informando o lançamento de mais cópias de filmes que o total de salas existentes no país. No artigo publicado pela Pipoca Moderna, a questão da auditagem foi levantada. A nova regra entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2016 e as redes com mais de 20 salas terão até 120 dias para se adaptar à legislação. Já as redes menores terão um prazo maior, de 180 dias.

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    Filme baseado na novela Os Dez Mandamentos ganha primeiro trailer

    22 de dezembro de 2015 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Os Dez Mandamentos — o Filme”, versão condensada da novela bíblica da rede Record. A prévia destaca cenas dos episódios sobre as sete pragas do Egito, que renderam as maiores audiências da novela, além de mostrar closes de Guilherme Winter ao vento. Os efeitos visuais passam longe de Hollywood e aparentemente não ganharam retoques para a exibição no cinema. Em compensação, o vídeo assume que se trata de um fenômeno televisivo (144 milhões de telespectadores) e destaca que a história terá cenas inéditas e um final diferente, exclusivos da versão cinematográfica. A estreia está marcada para 28 de janeiro nos cinemas, antecipando a “2ª temporada” da novela, que voltará às telinhas em março de 2016.

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    Críticos brasileiros elegem Que Horas Ela Volta? o melhor filme do ano

    22 de dezembro de 2015 /

    A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (“abreviada” como ABRACCINE) divulgou os vencedores de sua eleição de melhores filmes do ano. “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, foi o favorito dos críticos brasileiros, enquanto o francês “Adeus à Linguagem”, de Jean-Luc Godard, venceu como Melhor Filme Estrangeiro. Foram considerados elegíveis os 419 filmes, brasileiros ou estrangeiros, lançados no circuito comercial do país entre 18 de dezembro de 2014 e 10 de dezembro de 2015. Com base em festivais, também foi eleito o Melhor Curta: “Quintal”, de André Novais. O site da associação afirma que “o Prêmio Abraccine não é apenas uma enquete entre os críticos”, apontando que os vencedores foram resultados de “um processo rigoroso e seletivo, a partir de uma intensa discussão entre os seus associados”. Apesar da tentativa de engrandecimento, porém, o “Prêmio” se resumiu à simples notificação dos vencedores, sem maiores reflexões a respeito de suas qualidades e sem a acompanhia das listas de votação de cada crítico. A associação tampouco revelou outros filmes bem votados pelos críticos, ficando apenas na divulgação dos títulos de três lançamentos de 2015, considerados os melhores por não se sabe quantos eleitores no universo da crítica nacional. As informações que faltaram poderiam dar mais peso à listinha tríplice, assim como alimentar discussões. Afinal, Paulo Henrique Silva, presidente da Associação, afirmou em comunicado, que, “pelo fato de a entidade reunir os críticos de diversos veículos e estados”, considera o resultado “o grande prêmio da crítica brasileira, uma importante síntese do pensamento crítico sobre o ano que passou”.

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    Pesquisa revela: só 10% das cidades do Brasil têm cinema

    15 de dezembro de 2015 /

    Só 10,4% das cidades do Brasil tem cinema. A descoberta aterradora foi resultado de uma pesquisa realizada em 5.570 municípios brasileiros pelo IBGE, entre julho de 2014 e março deste ano. O panorama se torna ainda mais sombrio quando se leva em conta que a maioria desses cinemas estão concentrados em cidades com mais de 500 mil habitantes, localizadas nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. O levantamento revela também que 23,4% das cidades possuem teatro ou sala de espetáculos, 27,2% museu, e 37% um centro cultural. E também comprovou o declínio das videolocadoras (menos 34,5% em relação a 2006), lojas de CDs (menos 32,4%) e livrarias (menos 8,7%). Segundo os analistas do IBGE, trata-se de um retrato das transformações causadas pela popularização dos DVDs e dos formatos digitais, além da concentração do mercado em grandes redes, com o fechamento de lojas menores. Vale observar ainda que a oferta de provedores de internet subiu 43,6%. A apuração mais curiosa, porém, revelou a quantidade de pontos de cultura (projetos apoiados pelo Ministério da Cultura para estimular o acesso à cultura e a fortalecer identidades culturais) no país: 3.422, em 1.258 municípios, com maior concentração no Rio e Ceará. Este número diverge bastante do dado oficial do ministério: 4.502. O governo federal diz que tem mil pontos a mais do que foi verificado. Apesar do baixo número de cinemas no Brasil, o IBGE levantou que 24 estados investem na produção cinematográfica, com destaque para o Rio Grande do Sul (60), Pernambuco (54) e São Paulo (42). Em 2014, 1.849 filmes receberam apoios estaduais. Dos municípios, apenas 6% apoiam financeiramente a produção de filmes. O objetivo das pesquisas municipal e estadual foi investigar a infraestrutura dos governos para o setor cultural, os recursos humanos, a legislação específica e os projetos desenvolvidos, entre outras características, concluindo que, apesar desses números catastróficos, 94,5% dos municípios contam com algum órgão para tratar da cultura. No entanto, só 54,6% tem política para o setor.

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    Gabriel Mascaro é o Melhor Diretor do Festival de Marrakesh

    15 de dezembro de 2015 /

    O cineasta pernambucano Gabriel Mascaro venceu o prêmio de Melhor Diretor, com o filme “Boi Neon”, no Festival de Cinema de Marrakesh, que terminou neste sábado (12/12) no Marrocos. O brasileiro foi eleito por um júri presidido pelo lendário Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão”), e que também contou com os cineastas Anton Corbijin (“O Homem Mais Procurado”), Jean Pierre Jeunet (“Uma Viagem Extraordinária”), Naomi Kawase (“O Segredo das Águas”) e a atriz Olga Kurylenko (“Oblivion”). O troféu de Melhor Filme, por sua vez, ficou com “Very Big Shot”, do diretor libanês Mir-Jean Bou Chaaya. Os prêmios de interpretação foram para o islandês Gunnar Jonsson, por “Virgin Mountain”, e a jovem francesa Galatea Bellugi, por “Keeper”. E, excepcionalmente, o Prêmio do Júri foi compartilhado entre os 15 concorrentes, numa decisão que Coppola confessou não ter sido unânime, mas que premiava o amor ao cinema de cada candidato. Consagrado também nos festivais do Rio, Veneza (Itália), Toronto (Canadá), Adelaide (Austrália), Nantes (França) e Hamburgo (Alemanha), “Boi Neon” se passa no Nordeste do Brasil, acompanhando o drama particular da família de um vaqueiro (Juliano Cazarré, de “Serra Pelada”), que viaja acompanhando vaquejadas, mas cujo sonho é trabalhar com moda, confeccionando vestidos. O longa é o segundo trabalho de ficção do pernambucano Gabriel Mascaro – o primeiro, “Ventos de Agosto”, ganhou menção especial no Festival de Locarno do ano passado -, e tem estreia comercial marcada para o dia 14 de janeiro no Brasil. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir o trailer de Boi Neon” state=”closed”] Clique no link para conferir o trailer de “Boi Neon” [/symple_toggle]

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