Life: Dane DeHaan é James Dean em novo trailer de cinebiografia
A Cinedigm divulgou um novo trailer da cinebiografia do ator James Dean, “Life”, dirigida por Anton Corbijn (“O Homem Mais Procurado”). A prévia registra as tentativas do fotógrafo Dennis Stock (vivido por Robert Pattinson, da saga “Crepúsculo”) para registrar as imagens mais célebres de Dean (interpretado por Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”). Boa parte da trama transcorre em ritmo de road-movie, passado em 1955, ano em que Stock percorreu os EUA com a missão de fotografar o ator para a revista Life. O elenco também conta com Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”) e Alessandra Mastronardi (“Para Roma, com Amor”). “Life” teve première mundial no Festival de Berlim, estreia em 4 de dezembro nos EUA, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Superprodução Steve Jobs fez só US$ 1 milhão a mais que a versão indie Jobs
A cinebiografia “Steve Jobs” deu um grande prejuízo para a Universal Pictures. O filme orçado em US$ 30 milhões e estrelado por Michael Fassbender (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) está prestes a sair de cartaz, após seis semanas de exibição nos EUA, tendo arrecadado apenas US$ 17,4 milhões. O valor supera em pouco mais de US$ 1 milhão o resultado da cinebiografia “Jobs”, produção independente orçada em US$ 12 milhões, com Ashton Kutcher no papel principal. Considerada uma produção de prestígio pela Universal, o longa visava concorrer ao Oscar, mas o vexame não se deu apenas entre o público. “Steve Jobs” também rendeu críticas negativas e repúdio, em relação aos fatos representados. Embora haja consenso de que o retrato supervalorize os defeitos do fundador da Apple, descartando suas qualidades e realizações, o roteirista Aaron Sorkin se defendeu dizendo que há somente uma liberdade artística em todo o roteiro, que são as cenas em que Steve Jobs aparece sempre discutindo com alguém antes de apresentar um grande lançamento. A estreia de “Steve Jobs” no Brasil está marcada somente para 21 de janeiro, quando deve ser eclipsado pelos filmes de maior destaque na temporada de premiações. Mesmo com o diretor Danny Boyle (vencedor do Oscar por “Quem Quer ser um Milionário?”) e um elenco repleto de astros famosos, o filme não é cotado para despontar entre os melhores do ano.
Scarlett Johansson pode estrelar filme sobre escândalo na indústria dos games
A história do escândalo conhecido como Gamergate, que abalou o mundo dos games com acusações de corrupção e comportamento machista, vai virar filme. E pode ser estrelado pela atriz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), que, segundo o site Deadline, é uma das maiores interessadas no projeto. A trama será baseada no livro ainda inédito “Crash Override: How To Save The Internet From Itself”, em que a designer de games Zoe Quinn lembra o que lhe aconteceu. A controvérsia começou quando Quinn, criadora do game “Depression Quest”, foi acusada no blog de um ex-namorado de ter mantido relacionamentos com jornalistas em troca de críticas positivas. A acusação fez surgir a hashtag #gamergate e alimentou o ódio destrutivo das redes sociais, com Quinn e outras mulheres do meio chegando a receber ameaças de morte. O ataque foi tão virulento que acabou levantando o debate sobre as próprias redes sociais, numa discussão que foi muito além da acusação original, revelando um universo machista, beirando a misoginia. A ex-presidente da Sony Amy Pascal adquiriu os direitos da história em um leilão envolvendo diversos estúdios e canais de TV. E já encomendou o roteiro. As estreantes Rebecca Angelo e Lauren Schuker foram encarregadas da adaptação. O livro “Crash Override: How To Save The Internet From Itself” só vai chegar às livrarias dos EUA em setembro de 2016. Já o filme não tem ainda cronograma de filmagem, muito menos previsão de estreia.
Amy Winehouse vai virar filme estrelado por Noomi Rapace
Após o sucesso do documentário “Amy”, a cantora inglesa Amy Winehouse vai ganhar uma cinebiografia dramática. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, a atriz Noomi Rapace (“Prometheus”) negocia estrelar o filme, que será escrito e dirigido por Kirsten Sheridan (“O Som do Coração”). No comunicado da produção, financiada pelo estúdio Lotus Entertainment, Kirsten Sheridan disse: “A música de Amy é sentida tão profundamente pelo público porque foi profundamente pessoal. Sua vulnerabilidade era sua força. Ela foi chamado de muitas coisas – uma diva, uma alma perdida, vítima dos tablóides, um gênio torturado. O nosso objetivo com o filme é fazer uma abordagem inovadora, emocional e positiva, atravessando o espelho para olhar sua vida e arte”. Os produtores também estão negociando com Mitch Winehouse, pai da cantora, e a gravadora Universal para utilizar as canções de Amy no longa. Mitch se opôs fortemente ao documentário do diretor Aisf Kapadia, que estreou no Festival de Cannes deste ano e foi bastante elogiado pela crítica. Em entrevistas, ele afirmou que se tratava de um filme “enganoso” e “com algumas mentiras”, pois apontava culpa da família na autodestruição da jovem. Amy foi projetada ao sucesso com seu segundo álbum de estúdio, “Back to Black”, lançado em 2006, quando chamou atenção por sua belíssima voz e penteados extravagantes, mas também por sua vida pessoal marcada pelo vício em drogas e álcool e pela relação tempestuosa com seu namorado, Blake Fielder-Civil. Ela morreu aos 29 anos, após ingerir grandes quantidades de álcool em 2011.
Drama brasileiro Nise – O Coração da Loucura vence Festival de Tóquio
O filme brasileiro “Nise – O Coração da Loucura”, de Roberto Berliner (“Julio Sumiu”), foi o grande vencedor do 28º Festival de Tóquio. Além do troféu de Melhor Filme, a obra rendeu o prêmio de Melhor Atriz a Glória Pires (“Flores Raras”), por seu papel como a psiquiatra Nise da Silveira. Em seu agradecimento, Berliner disse que a alagoana Nise (1905-1999) era sua “heroína”, destacando ela não era muito conhecida quando começou a fazer o filme, há três anos. “Era minha responsabilidade mostrar a história dela para o mundo”, afirmou, ao receber o troféu na noite de sábado (31/10), conquistando o júri internacional presidido pelo diretor americano Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). Glória Pires não estava presente no evento. O filme mostra o trabalho de Nise com os internos do Cento Psiquiátrico Pedro 2º, no Rio dos anos de 1940, quando propôs aos pacientes atividades lúdicas, como pintura e cuidados de animais domésticos. A proposta foi recebida como atitude comunista pelos colegas e chocou as alas mais conservadoras da psiquiatria tradicional, que defendiam métodos como eletrochoque e lobotomia. “Nise – O Coração da Loucura” teve sua première mundial em outubro, durante o Festival do Rio, mas ainda não tem previsão de lançamento comercial.
Grace de Mônaco é homenagem mal-compreendida
“Grace de Mônaco” foi vaiado pela crítica quando abriu o Festival de Cannes no ano passado. No site americano Rotten Tomatoes, teve apenas 10% de críticas favoráveis. Mas não é atroz como “Diana”, a cinebiografia da princesa inglesa. O filme não esconde que brinca com fatos reais para homenagear uma das atrizes mais queridas da velha Hollywood, Grace Kelly (“Janela Indiscreta”). Durante a projeção, ela volta à ficção, por intermédio de Nicole Kidman (“As Aventuras de Paddington”), para viver novamente um suspense psicológico, num desenvolvimento que também presta tributo à relação da estrela com o cinema de Alfred Hitchcock. A trama explora o fato de que Grace foi convidada por Hitchcock para voltar a Hollywood como estrela de “Marnie Confissões de uma Ladra” (1964), mas se viu impedida pela obrigação de desempenhar outro papel na vida real, como Princesa de Mônaco. Por isso, a questão da atuação permeia todo o filme. No roteiro, até o Príncipe Rainier (Tim Roth, de “O Incrível Hulk”) evidencia que não casou com Grace por amor, mas porque ela seria a pessoa ideal, racionalmente falando. Naquele lugar, falar o que se pensa é um ato perigoso, e todos interpretam seus papeis. Do mesmo modo, a solução encontrada pela Princesa para salvar seu casamento e seu reino também se dá por meio de seus dotes de atriz. E, nessa inserção de metalinguagem, destaca-se a interpretação de Nicole Kidman. Ela está adorável. Grande atriz que é, compensa o fato de já não ser tão bela e jovem quanto Grace Kelly na época retratada com muita sensibilidade. Além do mais, o diretor Olivier Dahan (“Piaf: Um Hino ao Amor”) capricha no emolduramento de seu rosto, ora aproximando o close em seus olhos, ora aproximando a boca, demonstrando encanto com a personagem/atriz, ao mesmo tempo em que também sinaliza o seu nervosismo e apreensão em cena. O fato de ser um filme sobre os bastidores de Hollywood, pelo menos marginalmente, ajuda a manter o interesse dos cinéfilos, a começar pela visita de Hitchcock à Princesa em 1961. Claro que, depois, os bastidores passam a ser outros: da política, da delicada rixa envolvendo Mônaco e França. Mas também nesse circuito há lugar para nomes famosos, como Onassis (Robert Lindsay, da série “Atlântida”) e Maria Callas (Paz Veja, de “Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”). Por sinal, o momento em que Callas canta “O Mio Babbino Caro”, mágica por si só, tem grande importância na narrativa, antecedendo uma das melhores cenas. A esta altura, o filme já adentrou a pura ficção, com direito à descoberta de uma espiã na corte, um complô para uma invasão da França, sob o comando de Charles De Gaulle, resultando numa história que parece saída de um thriller de espionagem do mestre Hitchcock. Como a homenagem faz sentido e funciona na tela, torna-se difícil entender a repercussão negativa do filme. Talvez a resposta para essa má vontade esteja numa cena específica, no rápido debate entre a Princesa e um representante da França sobre a guerra na Argélia e a questão do colonialismo. Os franceses podem ter torcido o nariz para o puxão de orelha, e contaminado com seus ataques iniciais, a partir de Cannes, o resto da crítica mundial – num mundo tão conectado, todas as unanimidades são ainda mais burras.
Emanuelle Araújo vai viver Gretchen no filme sobre o palhaço Bozo
A atriz Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”) vai viver a cantora Gretchen em “O Rei das Manhãs”, filme sobre a vida de Arlindo Barreto, o palhaço Bozo. Eles tiveram um romance nos anos 1980. A produção traz Vladimir Brichta (“Muitos Homens num Só”) no papel principal. O ator, inclusive, emagreceu seis quilos para o papel. O elenco também inclui o apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial como diretor da TV Mundial. A trama vai acompanhar a caminhada de Barreto rumo ao estrelato como Bozo, mesmo sem que ninguém conseguisse reconhecê-lo, além de mostrar seu envolvimento com as drogas e sua transformação em pastor evangélico. As filmagens já começaram, marcando a estreia do editor Daniel Rezende (“Cidade de Deus”, “Tropa de Elite”) na direção de cinema, mas ainda não há previsão para a estreia.
Joy: Jennifer Lawrence é dona de casa subestimada em novo trailer legendado e pôster
A Fox divulgou o pôster e o novo trailer de “Joy – O Nome do Sucesso”, em versões dublada e legendada. Terceiro filme que reúne o diretor David O. Russell com seu casal favorito, os atores Jennifer Lawrence e Bradley Cooper, o drama é uma aposta do estúdio para a temporada de premiações. Jennifer tem o papel-título e demonstra na prévia que vai lutar por um novo Oscar. O vídeo apresenta sua personagem como uma dona de casa subestimada que, em meio a decepções da vida e descrédito de sua própria família, encontra um projeto pessoal. Escrito pelo próprio diretor em parceria com Annie Mumolo (“Missão Madrinha de Casamento”), o filme é baseado na história real de Joy Mangano, criadora do Miracle Mop, um esfregão de plástico com a cabeça feita a partir de algodão, que pode ser facilmente torcido sem molhar as mãos do usuário. O produto foi fabricado a partir das próprias economias de Mangano, com investimento de amigos e familiares em 1990, e em pouco tempo a transformou em milionária. O elenco também inclui Robert De Niro, que foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em seu primeiro trabalho com O. Russell, por “O Lado Bom da Vida”, além de Édgar Ramírez (“Livrai-Nos do Mal”), Diane Ladd (série “Enlightened”), Isabella Rossellini (“Late Bloomers – O Amor Não Tem Fim”), Virginia Madsen (série “Hell on Wheels”) e Elisabeth Röhm (série “Stalker”). A estreia está marcada para 25 de dezembro nos EUA e apenas um mês depois, em 21 de janeiro, no Brasil.
Filme sobre Mussum ganha autorização da Ancine para captar R$ 10 milhões em patrocínios
A Ancine (Agência Nacional do Cinema) autorizou a captação de R$ 10 milhões em patrocínios incentivados para a produção de “Mussum, o Filmis”, cinebiografia do ator e cantor Antônio Carlos Bernardes Gomes, o eterno Mussum dos Trapalhões. Produção da Camisa Listrada, o longa foi escrito por Paulo Cursino, um dos responsáveis pela safra de comédias de humor apelativo que assola o cinema nacional. São dele os roteiros das franquias blockbuster “De Pernas pro Ar” (2010) e “Até que a Sorte nos Separe” (2012), além dos fracassos “O Diário de Tati” (2012), “Odeio o Dia dos Namorados” (2013) , “O Candidato Honesto” (2014) e “Qualquer Gato Vira-Lata 2” (2015). O filme vai adaptar o livro “Mussum Forévis: Samba, Mé e Trapalhões”, de Juliano Barreto, e trará o ator Aílton Graça (novela “Avenida Brasil”) no papel de Mussum. As filmagens devem começar apenas no segundo semestre de 2016, após o final da captação de recursos.
Veja o trailer da cinebiografia de Jesse Owens, atleta negro que venceu a “Olimpíada de Hitler”
A Focus Features divulgou o primeiro trailer de “Race”, cinebiografia do atleta olímpico Jesse Owens. O vídeo sugere um melodrama televisivo, simplicando as questões raciais que estão no trocadilho do título original, ao apresentar a trama de forma esquemática, didática e praticamente sem emoção. O próprio personagem parece fugir de qualquer confrontação, tornando a prévia anticlimática. “Race” conta a história de Jesse Owens (Stephan James, de “Selma: Uma Luta Pela Igualdade”), atleta negro que superou a segregação de seu próprio país, os EUA, para vencer a prova de atletismo dos Jogos Olímpicos de 1936 na Alemanha, em pleno regime nazista e diante de um contrariado Adolf Hitler. O elenco ainda destaca Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Jeremy Irons (“Trem Noturno para Lisboa”), Carice van Houten (série “Game of Thrones”), Amanda Chew (“A Incrível História de Adaline”) e William Hurt (“A Hospedeira”). Dirigido por Stephen Hopkins (“A Colheita do Mal”), “Race” chega aos cinemas americanos em 19 de fevereiro e um mês depois, em 17 de março, no Brasil.
A Garota Dinamarquesa: Eddie Redmayne muda de sexo em trailer de cinebiografia
A Focus Features divulgou o novo trailer do drama “A Garota Dinamarquesa”, história do primeiro transexual a mudar cirurgicamente de sexo. O vídeo resume a trama, mostrando como Einar Wegener, interpretado por Eddie Redmayne (vencedor do Oscar por “A Teoria de Tudo”), enfrentou preconceitos e contou com o apoio de sua esposa (Alicia Vikander, de “O Agente da UNCLE”) para alterar sua identidade sexual. Vikander, por sinal, parece se candidatar a prêmios em suas fortes aparições na prévia. A cinebiografia tem direção de Tom Hooper (vencedor do Oscar por “O Discurso do Rei”) e é baseada no livro homônimo de David Ebershoff sobre o dinamarquês que em 1930 se tornou um dos primeiros homens na história a se submeter a uma operação de mudança de sexo. O roteiro foi escrito por Lucinda Coxon (“Matador em Perigo”). “A Garota Dinamarquesa” marca o reencontro do diretor com Redmayne, depois de terem trabalhado juntos no musical “Os Miseráveis” (2012). O elenco também inclui Amber Heard (“3 Dias Para Matar”), Matthias Schoenaerts (“Ferrugem e Osso”) e Ben Whishaw (“007 – Operação Skyfall”). Exibido sob aplausos efusivos no Festival de Veneza, o filme estreia em 27 de novembro nos EUA e apenas em fevereiro de 2016 no Brasil.
Kate Winslet estrelará cinebiografia da top model que virou fotógrafa de guerra
A atriz Kate Winslet (“Divergente”) vai protagonizar a cinebiografia de Elizabeth “Lee” Miller, modelo aclamada dos anos 1920 que foi capa da Vogue e virou uma fotógrafa de prestígio durante a 2ª Guerra Mundial. A informação é do site The Hollywood Reporter. Além de modelo de moda, Elizabeth “Lee” Miller colaborou e foi musa de artistas como Man Ray e Pablo Picasso, sendo aclamada como repórter fotográfica por suas imagens da guerra, que registraram para a revista Vogue momentos históricos, como o bombardeio de Londres, a libertação de Paris e o Holocausto, em fotos chocantes dos campos de concentração nazistas. Ainda sem título definido, o filme será baseado no livro “The Lives of Lee Miller”, escrito pelo filho dela, Antony Penrose. Não há previsão de estreia.











