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  • Filme

    Jessica Chastain negocia viver ativista indígena da época de Touro Sentado

    5 de fevereiro de 2016 /

    A atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”) está em negociações para estrelar o drama de época “Woman Walks Ahead”, no papel da ativista indígena Caroline Weldon. A informação é do site Deadline. Ambientado no século 19, “Woman Walks Ahead” vai mostrar a luta da viúva nova-iorquina que se empenhou para ajudar o lendário cacique Touro Sentado a manter o território dos nativos americanos na região de Dakota. Responsável pela maior derrota da cavalaria americana, comandada pelo General Custer, Touro Sentado uniu toda a nação Sioux, mas era analfabeto. Por isso, agradeceu a ajuda de Weldon, que escreveu cartas para o governo federal exigindo proteção à área. Quando nem isso foi o suficiente para evitar que os especuladores avançassem sobre o território indígena, ela se mudou com o filho para viver com a tribo por vários anos, o que gerou repercussão jornalística. A história não acaba bem. A produção será dirigida por Susanna White (“Nanny McPhee”) e terá seus direitos de distribuição negociados durante o vindouro Festival de Berlim. Susanna White recentemente terminou de filmar “Our Kind of Traitor”, thriller de espionagem baseado em romance de John Le Carré (“O Espião que Sabia Demais”). Jessica Chastain, por sua vez, será vista a seguir na fantasia “O Caçador e a Rainha do Gelo”, previsto para 28 de abril no Brasil.

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  • Música

    Miles Ahead: Don Cheadle vive Miles Davis surtado em trailer de cinebiografia

    4 de fevereiro de 2016 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro trailer do filme “Miles Ahead”, cinebiografia do jazzista Miles Davis. O longa é escrito, dirigido e estrelado por Don Cheadle (“Homem de Ferro 3”), e se concentra num período conturbado na carreira do músico, passando-se em Nova York nos anos 1970. Com drogas alimentando seu temperamento explosivo, a prévia mostra surtos de violência e a rapidez no gatilho do trompetista, narrando a saga surreal de Miles e um jornalista da Rolling Stone (Ewan Mcgregor, de “Álbum de Família”) em busca de uma gravação perdida com suas músicas inéditas. Algumas cenas são impagáveis, como quando Miles recebe o jornalista com um soco na cara e as diversas trocas do tiros do jazzista. Em paralelo a este clima caótico, ainda são exibidos flashbacks românticos do início de sua carreira. O elenco também inclui Michael Stuhlbarg (“Um Homem Sério”), Keith Stanfield (“Temporário 12”) e Austin Lyon (“O Diário de uma Adolescente”). O filme estreia nos EUA em 1º de abril e ainda não tem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    Diretor de Senna vai estrear na ficção com filme sobre a criação do Rolls Royce

    30 de janeiro de 2016 /

    O cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) vai produzir a estreia na ficção do diretor Asif Kapadia, responsável pelos documentários “Amy” (2015) e “Senna” (2010). Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, os dois se juntaram para realizar “Silver Ghost”, um filme sobre a história da montadora de carros Rolls Royce. A trama vai abordar a história da icônica marca de carros, que surgiu em 1906 graças à parceria entre os gênios Charles Rolls e Henry Royce. O longa-metragem também enfocará o começo da aviação e o romance secreto entre o barão John Walter Edward Douglas-Scott-Montagu e sua secretária, Eleanor Velasco Thornton, que serviu de modelo para o clássico símbolo presente nos capôs dos Rolls Royce. O projeto foi originalmente desenvolvido pelo cineasta Richard Attenborough (“Ghandi”), que faleceu em 2014. Scorsese declarou, em comunicado, “ter sido cativado pela história de ‘Silver Ghost’ desde que Lord Richard Attenborough me procurou com o projeto”, acrescentando: “Estou muito feliz que vamos poder realizá-lo. É um projeto que requer um grande contador de histórias, e isso é exatamente o que temos com Asif Kapadia.” Ainda não há cronograma para as filmagens de “Silver Ghost”, nem previsão de estreia. Kapadia recentemente anunciou a produção de um novo documentário, desta vez centrado no jogador de futebol argentino Diego Maradona.

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  • Filme

    Trumbo lembra histeria anticomunista que afligiu Hollywood

    28 de janeiro de 2016 /

    Dalton Trumbo foi um dos mais bem-sucedidos roteiristas da história de Hollywood. Escritor muito talentoso, era capaz de produzir desde histórias banais, com personagens sem sentido, em função de atender às expectativas de lucro fácil dos produtores, a obras elaboradas, sofisticadas, passando por épicos, blockbusters e outros tipos de sucessos populares. Mas filiou-se ao Partido Comunista Americano num período em que, por conta da 2ª Guerra Mundial e suas consequências, muitos acreditavam que poderiam melhorar, transformar o mundo. Ocorre que, no pós-guerra, a paranoia anticomunista atingiu níveis brutais nos Estados Unidos, culminando na Guerra Fria e na política que sustentou as ditaduras da América Latina. Mas tudo começou com um movimento nacional de “caça às bruxas”. A partir de 1947, o chamado Comitê de Atividades Antiamericanas do Congresso dos Estados Unidos voltou sua atenção para Hollywood e pretendeu extirpar de seu meio os que eram denunciados como comunistas. E o fez marcando-os, publicamente, impedindo-os de trabalhar em seu ofício e, em vários casos, encarcerando-os por algum tempo. Foi precisamente o caso do roteirista, cuja história é narrada no filme “Trumbo – A Lista Negra”, dirigido por Jay Roach (“Entrando numa Fria”). O filme procura mostrar quem foi esse personagem, suas relações profissionais e familiares, suas crenças e, sobretudo, a luta que travou para poder trabalhar e viver, dando trabalho a outros talentosos escritores banidos, além de seu permanente combate pelo fim da lista negra. Por mais de uma década, ele atuou clandestinamente, sem poder assinar seus roteiros e, ironicamente, venceu o Oscar por duas vezes, com os filmes “A Princesa e o Plebeu” (1953) e “Arenas Sangrentas” (1957), impedido de aparecer para receber o prêmio, que não estava em seu nome. Só a partir de “Spartacus”, dirigido por Stanley Kubrick, e por iniciativa do ator Kirk Douglas, seu nome pôde voltar a figurar nos créditos. No mesmo ano, em 1960, ele também assinou “Êxodus”, dirigido por Otto Preminger, e a abominável lista caiu por terra. Não está no filme, que vai até 1970, mas um dos mais importantes trabalhos de Dalton Trumbo no cinema foi a adaptação de sua obra literária “Johnny Vai À Guerra”, de 1939, que ele mesmo dirigiu em 1971. Vale a pena complementar a sessão, pois se trata de um dos mais importantes filmes sobre guerra já feitos. “Trumbo – A Lista Negra” funde cenas dos filmes originais à filmagens feitas agora, tanto em preto e branco como a cores, de um modo muito eficiente. Tem atuações marcantes do trio central de atores: Bryan Cranston (série “Breaking Bad”), como Trumbo (indicado ao Oscar pelo papel), Diane Lane (“O Homem de Aço”), como sua mulher, Cleo Trumbo, e a vilã da história, representada pela personagem Hedda Hopper, ex-atriz do cinema mudo e colunista de sucesso, que combateu ferozmente os chamados traidores comunistas de Hollywood. O papel coube à grande Helen Mirren (“A Dama Dourada”), que faz a vilã em um figurino excêntrico, com um chapéu diferente a cada cena, cada um mais extravagante do que o outro. E roupas de igual teor. O figurino e a caracterização de época são outro ponto alto do filme, por sinal. E seu senso de humor, também. Trata-se, no entanto, de um filme político e muito atual. A paranoia anticomunista continua por aí, travestida de outros nomes, às vezes. Mas nada mudou, essencialmente. As práticas políticas se repetem à exaustão, incluindo o ódio e a intolerância, simplistas e grosseiros, que fizeram parte do legado do período macartista da caça às bruxas, quando Dalton Trumbo realizava seu trabalho, com muito esforço e dedicação, em Hollywood.

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  • Filme

    Zosia Mamet pode viver a cantora Patti Smith no cinema

    27 de janeiro de 2016 /

    A atriz Zosia Mamet, intérprete de Shoshanna na série “Girls”, negocia viver a cantora Patti Smith no cinema. Intitulado “Mapplethorpe”, o filme será centrado em seu companheiro, o fotógrafo Robert Mapplethorpe, e terá Matt Smith (“Dr. Who”) no papel principal. Segundo o site Deadline, a produção começará a ser filmada ainda este ano, com roteiro e direção da documentarista Ondi Timoner (“Dig!”), à frente de sua segunda obra de ficção. Robert Mapplethorpe foi um dos mais importantes fotógrafos do século 20. Suas fotografias em preto e branco foram muito influentes entre os anos 1970 e 80, e ganharam projeção nacional por conta da controvérsia trazida à tona por uma exposição dedicada à cena gay sadomasoquista. Ele também fotografava personalidades famosas e uma de suas fotos de Patti Smith ilustrou o icônico disco “Horses” (1975), um dos primeiros lançamentos da cena punk nova-iorquina. Seu estilo de vida autodestrutivo, alimentado pela promiscuidade sexual, acabou levando-o à morte por Aids em 1989. Patti Smith viveu com Mapplethorpe, que era gay, desde que ela se mudou para Nova York no final dos anos 1960 até 1974. E recentemente lançou um livro a respeito desta fase, intitulado “Só Garotos”. Esta obra, por sinal, vai virar uma série do canal pago Showtime. Patti será coprodutora da atração ao lado de John Logan, criador da série “Penny Dreadful” e roteirista dos filmes “007 – Operação Skyfall (2012) e “007 Contra Spectre” (2015).

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  • Filme

    John C. Reilly e Steve Coogan viverão O Gordo e o Magro em cinebiografia

    18 de janeiro de 2016 /

    O filme sobre a vida da dupla clássica de comediantes conhecida como o Gordo e o Magro definiu seus protagonistas. Steve Coogan (“Philomena”) vai viver Stan Laurel, o Magro, enquanto John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) encarnará Oliver Hardy, o Gordo. Segundo o jornal inglês The Guardian, a produção será ambientada em 1953 e acompanhará a última turnê de humor realizada pela dupla na Inglaterra, pouco antes da morte de Hardy. A complicada relação entre os dois estará presente no filme. Intitulada “Stan & Ollie”, a trama foi escrita por Jeff Pope (também de “Philomena”), cujo roteiro é descrito como “uma carta de amor aos dois pioneiros e gigantes eternos da comédia”, uma parceria que rendeu mais de 100 filmes, dos quais 23 em longa-metragem. “Stan Laurel e Oliver Hardy são meus heróis”, disse Pope em comunicado da BBC Films, produtora do longa-metragem. “Quando vejo os filmes deles, na minha cabeça, é sempre sábado de manhã e estou com seis anos vendo televisão totalmente fascinado. Estou ciente da imensa responsabilidade de trazer esses personagens de volta à vida, mas não estou os tratando com luvas de pelica. Eles estão vivendo e respirando com falhas e deficiências. A pesquisa para a história passa por inúmeros detalhes e fatos que não tinha ideia anteriormente. Mas tudo que fiz veio com muito amor e, mais do que tudo, espero que brilhe na tela” A direção está a cargo de Jon S. Baird (“Filth”) e não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Christian Bale desiste de viver Enzo Ferrari no cinema por medo de engordar

    16 de janeiro de 2016 /

    O ator Christian Bale desistiu de estrelar a cinebiografia “Enzo Ferrari”. Dirigido por Michael Mann (“Hackers”), o filme pretende contar a história do criador da mais famosa montadora de carros do planeta, a Ferrari. Segundo o site da revista Variety, a saída de Christian Bale se deu por um motivo prosaico: a dificuldade para ganhar peso. O ator chegou a começar o esforço de “engorda”, mas não se sentiu seguro para continuar, por temer não alcançar os quilos necessários antes das filmagens, marcadas para o primeiro semestre deste ano. Além disso, abusar do processo poderia ser prejudicial à sua saúde. Christian Bale é conhecido por se dedicar fisicamente a seus papeis, a ponto de ter virado quase um esqueleto em “O Operário” (2004) e aparecido balofo em “Trapaça” (2013). O emagrecimento visto em “O Vencedor”, por sinal, o ajudou a vencer o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2011. Mas, em seu último filme, “A Grande Aposta”, precisou apenas tirar os sapatos, e mesmo assim foi indicado ao Oscar 2016.

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  • Filme

    Steve Jobs é um filme complexo e criativo como seu personagem

    16 de janeiro de 2016 /

    Como dar conta de uma vida em duas horas de filme? Normalmente as cinebiografias enfrentam este desafio com histórias que acabam ou sendo cansativas ao detalhar demais algum ponto específico do biografado ou rasas e sem graça na tentativa de dar conta do todo. “Steve Jobs” parte de um artifício inteligente do roteirista Aaron Sorkin para não cair nesta armadilha e, ao mesmo tempo, entregar uma obra divertida, tensa e com personagens bem desenvolvidos. A vida de Steve Jobs é contada a partir de três momentos, em três grandes cenas que ocupam todo o filme: lançamento do Macintosh em 1984, lançamento do NextCube em 1990 e do iMac em 1998. Partindo de sua biografia escrita por Walter Isaacson, o roteirista imagina os bastidores destes grandes eventos para tentar entender quem é o homem que parece ter transformado todo o mundo. Os cenários mudam, mas os personagens permanecem os mesmos se reencontrando com a distância dos anos que separam um lançamento do outro. O diretor Danny Boyle faz sua parte conduzindo o ótimo elenco e utilizando três formatos diferentes de filmagem para acompanhar a evolução tecnológica, ao mesmo tempo em que acompanha as mudanças de Steve e do mundo: 16mm, 35mm e digital. E é então que, partindo desta mistura de estrutura teatral e estética cinematográfica, “Steve Jobs” coloca uma lupa sobre o criador da Apple e seus colegas de trabalho despejando informações a uma velocidade impressionante. Sorkin escreveu “A Rede Social” (2010) e aqui mais uma vez dá mostras de seus diálogos rápidos e cortantes ditos por personagens cerebrais. Combina que é uma beleza com o estilo frenético de Boyle, principalmente nos momentos de embate repletos de tiradas engraçadinhas e frases de efeito. Mas diretor e roteirista derrapam na emoção, e na maioria das vezes – como em alguns encontros de Jobs com a filha – a coisa toda soa um pouco piegas. Além disso, a própria estrutura narrativa da divisão em três episódios acaba se tornando uma prisão para a obra, de modo que os encontros, reencontros e desabafos antes de cada lançamento soam tão forçados que até o personagem principal faz um comentário metalinguístico sobre isso. Mas por outro lado, se Michael Fassbender não possui a semelhança física que Ashton Kutcher tem com o verdadeiro Jobs, seu talento como ator e o ótimo roteiro e direção fazem com que isto deixe logo de ser um problema (a aparência de Fassbender incomoda um pouco mais no início do filme, quando não parece tão jovem quanto Steve era na época do lançamento do Macintosh, o que tira um pouco a aura de “garoto prodígio” do biografado), e rapidamente nos vemos envolvidos em um drama repleto de intrigas palacianas e pessoais. A inspiração shakespeareana torna Jobs um rei, que por vezes é tirano e por vezes bondoso, mas nunca fraco e inseguro. A forma como manipula, estimula, confronta, trai e atropela seus “súditos” ganha força pelos excelentes coadjuvantes que encaram o talento de Fassbender de igual para igual. “Seus produtos são melhores do que você”, um deles diz em momento de desabafo. Pois o difícil homem que conhecemos através da lente de Boyle e do texto de Sorkin nos deu indiretamente mais um excelente produto com “Steve Jobs”. Um filme que, em sua fragmentação, nos entrega trechos para montarmos a sinfonia da vida deste personagem que se via como um maestro.

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  • Música

    Atriz de The Walking Dead será a mãe de Tupac Shakur no cinema

    12 de janeiro de 2016 /

    A atriz Danai Gurira (Michonne na série “The Walking Dead”) juntou-se ao elenco da cinebiografia do rapper Tupac Shakur, “All Eyez on Me”. Segundo o site Deadline, ela vai interpretar a mãe de Tupac, Afeni Shakur, que foi uma militante dos Panteras Negras e passou a gravidez na prisão. A produção já está sendo filmada em Atlanta, na Georgia – mesmo estado americano em que transcorre a série “The Walking Dead” – , e será estrelada por Demetrius Shipp Jr., ator novato, que participou do reality “#unlock’d” e que chama atenção pela semelhança física com o rapper. A direção está a cargo de Benny Boom, outro estreante, que fez carreira como diretor de videoclipes e comerciais. E a própria Afeni Shakur é uma das produtoras. O filme pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas sem esconder as controvérsias, que o levaram à prisão e também à morte. Tupac morreu em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio. E desde sua morte se tornou um ícone, aparecendo em diversos produtos e inspirando teorias de conspiração sobre ter sobrevivido – o que explicaria a vasta quantidade de músicas inéditas de seu repertório póstumo. “All Eyez on Me” ainda não tem previsão de estreia.

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    Martin Scorsese vai filmar cinebiografia do pianista clássico Byron Janis

    8 de janeiro de 2016 /

    Ao longo da carreira, Martin Scorsese já demonstrou ser apaixonado por música. Mas, até então, esta paixão parecia focada no rock. Portanto, não deixa de ser uma surpresa sua escolha como próximo projeto. Segundo o site da Variety, o cineasta está desenvolvendo junto à Paramount um filme sobre o pianista clássico Byron Janis. Byron Janis foi um dos pianistas mais bem-sucedidos da história com um repertório de compositores clássicos como Beethoven, Mozart, Rachmaninoff and Prokofiev. A especialidade dele, porém, era Frédéric Chopin, de quem, inclusive, acabou descobrindo dois manuscritos inéditos, em 1967. Era tão famoso que, nos anos 1960, tornou-se o primeiro artista americano a fazer uma apresentação na União Soviética – em pleno auge da Guerra Fria. O projeto do filme partiu do roteirista Peter Glanz (“Uma Semana a Três”), que vendeu à Paramount uma adaptação da autobiografia de Janis, “Chopin and Beyond: My Extraordinary Life in Music and the Paranormal”. Scorsese está confirmado como produtor da cinebiografia, mas não ficou claro se também irá dirigir o longa. Ele ainda não definiu qual será seu próximo trabalho como diretor, após finalizar “Silêncio”, adaptação do romance de Shûsaku Endô sobre jesuítas portugueses no Japão do século 17, que rodou com Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”), Liam Neeson (“Busca Implacável”) e Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”). O cineasta também assina a produção e a direção do piloto da série roqueira “Vinyl”, que estreia em 14 de fevereiro no canal pago HBO.

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    Vida do fundador da montadora de carros Lamborghini vai virar filme

    30 de dezembro de 2015 /

    A vida de Ferruccio Lamborghini, fundador da famosa montadora de carros Lamborghini, vai virar filme. Segundo a revista Variety, o longa se chamará “Lamborghini – The Legend” e irá abordar toda a trajetória do empresário, falecido em 1993, desde o início da carreira, quando fazia montagem de tratores e veículos militares na 2ª Guerra Mundial até o lançamento da sua fábrica de carros de luxo em 1963. Tonino, filho de Lamborghini, servirá como consultor do longa, que será produzido pela Ambi Group, distribuidora responsável pelo remake de “Amnésia” e do novo filme de James Franco, “In Dubious Battle”. Ainda não há diretor nem roteirista contratado, tampouco cronograma para a estreia. Mas o anúncio coincide com o desenvolvimento de outro filme sobre um famoso montador italiano de carros de luxo, Enzo Ferrari, cuja cinebiografia será dirigida por Michael Mann (“Hackers”), que será estrelada por Hugh Jackman (“Logan”).

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    Naturalizado russo, Gerard Depardieu viverá Stalin no cinema

    29 de dezembro de 2015 /

    O ator francês Gerard Depardieu, que se naturalizou russo em 2013 para escapar do imposto de renda de seu país, vai viver o ditador comunista Joseph Stalin no cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, Depardieu vai estrelar “Et Derrière Moi une Cage Vide”, terceiro longa escrito e dirigido pela atriz Fanny Ardant (a eterna “A Mulher do Lado”). Baseado no livro “Le Divan de Staline”, de Jean-Daniel Baltassat, o longa mostrará o ditador comunista em 1950, já no fim da vida, posando para um jovem artista que tem a responsabilidade de criar um monumento em sua homenagem. O elenco também incluirá Emmanuelle Seigner (“A Pele de Vênus”) e Xavier Maly (“Homens e Deuses”). As filmagens vão começar logo nos primeiros meses de 2016.

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    Cinebiografia do rapper Tupac contrata protagonista

    26 de dezembro de 2015 /

    O filme “All Eyez on Me”, cinebiografia do rapper Tupac Shakur, contratou o seu protagonista. Segundo o jornal The New York Times, o escolhido foi Demetrius Shipp Jr., ator novato, que participou do reality “#unlock’d” e estreará no cinema. O fator decisivo teria sido a semelhança física, que é impressionante. O jovem ator, inclusive, já começou a postar fotos nas redes sociais em que destaca sua semelhança (veja acima). Numa delas, chegou a posar com o ator Jamal Woolard, que interpretou o rival de Tupac, Notorious B.I.G., no filme “Notorious” (2009). Jamal vai voltar a viver B.I.G. em “All Eyez on Me”. A direção do filme está a cargo de Benny Boom, que tem uma carreira destacada como diretor de videoclipes e comerciais. A produção pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas sem esconder as controvérsias, que lhe levaram à prisão e também a uma rivalidade com Notorious B.I.G. Tupac morreu em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio fruto dessa rivalidade. Um ano depois foi a vez de B.I.G. ser assassinado, numa suposta vingança. Desde sua morte, Tupac se tornou um ícone, aparecendo em diversos produtos e inspirando teorias de conspiração sobre ter sobrevivido ao atentado contra sua vida. Assim como Elvis, ele também estaria vivo. “All Eyez on Me” ainda não tem previsão de estreia.

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