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  • Filme

    Jada Pinkett Smith chama cinebiografia de Tupac Shakur de “profundamente ofensiva”

    19 de junho de 2017 /

    A atriz Jada Pinkett Smith (série “Gotham”) foi ao Twitter deixar claro que odiou “All Eyez on Me”, a cinebiografia de seu ex-namorado, o rapper Tupac Shakur. Em uma série de tuítes, ela chamou o filme estrelado pelo novato Demetrius Shipp Jr. de “profundamente ofensivo”. “Perdoe-me … meu relacionamento com Pac é muito precioso para mim, para as cenas em ‘All Eyez On Me’ serem consideradas como verdade”, começou Smith, antes de enumerar diversos erros da produção ao retratá-la, com interpretação da atriz Kat Graham (série “The Vampire Diares”). “Pac nunca me leu aquele poema. Eu não sabia que o poema existia até que ele estivesse impresso em seu livro. Pac nunca se despediu de mim antes de viajar para Los Angeles. Ele teve que sair abruptamente e não era para prosseguir sua carreira. Eu nunca estive em nenhum dos shows de Pac por vontade dele. Nunca tivemos uma discussão nos bastidores”, ela listou. “A reimaginação do meu relacionamento com Pac foi profundamente ofensiva”. A atriz ainda relevou a participação de Shipp Jr. e Graham, dizendo-lhes que o questionamento que ela faz do filme não é “culpa de vocês”, e os elogiou. “Obrigado por trazer tanto coração e espírito ao seus papéis”, disse Smith aos atores. “Vocês fizeram um belo trabalho com o que receberam. Obrigado a ambos”. “All Eyez on Me” abriu em 3º lugar nas bilheterias da América do Norte no fim de semana, faturando US$ 27 milhões. Mas recebeu críticas muito negativas, marcando apenas 27% de aprovação (nível Michael Bay) no Rotten Tomatoes. Sem previsão de lançamento no Brasil, a história de Tupac foi considerada mais superficial e convencional que telefilme do canal Lifetime.

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  • Filme

    História da criação do Ursinho Pooh ganha primeiro trailer

    15 de junho de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Goodbye Christopher Robin”, que conta a história da criação do Ursinho Pooh pelo escritor Alan Alexander Milne. A trama é complexa, porque o filho de Milne, Christopher Robin, cresceu culpando o pai de ter explorado sua infância para vender livros. A prévia toca brevemente no ressentimento do menino, ao mesmo tempo em que o mostra feliz com seus bichinhos de pelúcia, que originaram os personagens do Bosque dos 100 Acres. Na versão cinematográfica, a dificuldade de relacionamento entre pai e filho é que teria motivado o artista a criar o célebre personagem, como forma de tentar uma aproximação com o garoto. Produção britânica, o filme marca a segunda parceria entre o diretor Simon Curtis e o ator Domhnall Gleeson, intérprete de Milne, após a ótima comédia “Questão de Tempo” (2013). O elenco também destaca Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) como a mulher do escritor e o estreante Will Tilston como Christopher Robin. O personagem também vai aparecer adulto, interpretado pelo jovem Alex Lawther (“O Jogo da Imitação”). A estreia está marcada para 24 de setembro no Reino Unido e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Infância pobre de Latino será retratada em Nada a Perder, filme sobre Edir Macedo

    1 de junho de 2017 /

    O cantor Latino terá sua juventude retratada em “Nada a Perder”, filme sobre a vida de Edir Macedo, líder da igreja Universal e dono da Record TV. Segundo o colunista do UOL Flávio Ricco, ele será retratado pelo ator Rafael Awi, que integra o elenco da produção teen ainda inédita “Meus 15 Anos”, estrelada por Larissa Manoela. Além disso, o próprio artista também fará uma participação no filme. De acordo com relato de Marcelo Rezende numa edição do “Cidade Alerta” de 2014, Macedo “matou a fome de Latino na infância”: “O Latino era um garoto e não tinha onde morar. No Rio de Janeiro, tem um bairro na zona norte chamado Méier e tem uma praça que fica em frente ao Corpo de Bombeiros. Ele vivia como menino de rua. Lavava carro e depois dormia debaixo de um viaduto. Macedo dava dinheiro para ele comprar comida”, contou Rezende no programa. “Nada a Perder” já começou a ser filmado, com direção de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). O roteiro foi escrito por um americano, Stephen P. Lindsey (“Sempre Ao Seu Lado”), que adaptou o livro homônimo de Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da TV Record. Petrônio Gontijo (novela “Os Dez Mandamentos”) vive o empresário religioso e o elenco ainda inclui Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). A Record Filmes pretende transformar a história de Edir Macedo numa trilogia, como a própria coleção de livros de Tavolaro. “Nada a Perder – Volume 1” tem estreia marcada para fevereiro de 2018.

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  • Filme

    Trailer legendado de Victoria e Abdul traz amizade escandalosa da Rainha da Inglaterra e seu criado indiano

    30 de maio de 2017 /

    A Universal divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer legendado de “Victoria e Abdul”, produção britânica de época, que traz Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”) como a Rainha Victoria. A trama retrata os anos finais da segunda monarca mais longeva da história da Grã-Bretanha, quando, entediada com os problemas do reino, acaba desenvolvendo uma amizade com um criado indiano, o Abdul do título, vivido por Ali Fazal (“Velozes & Furiosos 7”). A amizade é considerada escandalosa e deixa a corte em polvorosa, mas ela se recusa a ser contrariada, lembrando a todos, o tempo inteiro, quem é a Rainha da Inglaterra. A trama é baseada no romance homônimo de Shrabani Basu, foi roteirizada por Lee Hall (“Cavalo de Guerra”) e marca a volta do diretor inglês Stephen Frears às biografias da monarquia britânica, após seu excelente trabalho à frente de “A Rainha” (2006), justamente sobre a monarca mais longeva do Reino Unido, Elizabeth II – neta de Victoria. O elenco ainda inclui Olivia Williams (“Mapas para as Estrelas”), Michael Gambon (franquia “Harry Potter”), Eddie Izzard (série “Hannibal”), Simon Callow (série “Outlander”) e Adeel Akhtar (série “Utopia”). A estreia foi marcada para 16 de novembro no Brasil, dois meses após o lançamento no Reino Unido.

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  • Música

    Cinebiografia de Tupac Shakur ganha novos comerciais e pôsteres

    24 de maio de 2017 /

    A Lionsgate divulgou quatro comerciais e três pôsteres de “All Eyez on Me”, cinebiografia do rapper Tupac Shakur. As prévias estão reunidas num único vídeo abaixo e as artes exploram a semelhança física entre o rapper e o ator Demetrius Shipp Jr., novato que participou do reality “#unlock’d” e estreará no cinema. O elenco da produção ainda destaca a atriz Danai Gurira (Michonne na série “The Walking Dead”) como Afeni Shakur, a mãe de Tupac, ex-militante dos Panteras Negras que passou sua gravidez na prisão, além de Kat Graham (série “The Vampire Diaries”) como a atriz Jada Pinkett e Jamal Woolard como o rapper Notorious B.I.G. (mesmo papel que viveu na cinebiografia “Notorius”). A produção pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas sem esconder as controvérsias, que lhe levaram à prisão, e a rivalidade com Notorious B.I.G. Tupac morreu em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio fruto dessa rivalidade. Um ano depois, foi a vez de B.I.G. ser assassinado, numa suposta vingança. Com direção de Benny Boom, que tem uma carreira destacada como diretor de videoclipes e comerciais, “All Eyez on Me” estreia em 16 de junho de 2017 nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Filme sobre Rodin é a maior decepção do Festival de Cannes

    24 de maio de 2017 /

    “Rodin”, de Jacques Doillon, era um dos filmes franceses mais aguardados do Festival de Cannes. E isto dá a dimensão da decepção com que sua projeção foi recebida. Um crítico chegou a vociferar “É um filme antigo”, tão logo as luzes se acenderam. Mas muitos outros foram embora bem antes disso. No extremo oposto de “Le Redoutable”, de Michel Hazanavicius, que tomou liberdades para transformar o cineasta Jean-Luc Godard em personagem de comédia, “Rodin” tentou ser reverente demais. E se tornou convencional como um teledrama. Para piorar, transformou as mulheres importantes da vida do escultor em meras coadjuvantes, inclusive relevando sua rejeição à assistente Camile Claudel (vivida por Izïa Higelin, de “Um Belo Verão”) como causa do colapso mental da artista. Neste sentido, é quase um anti-“Camille Claudel”, o clássico de 1988 que contou essa história por outro ponto de vista. Estrelado por Vincent Lindon, que já foi premiado em Cannes por “O Valor de um Homem” (2015), o filme acompanha o escultor aos 40 anos, quando ele recebe sua primeira encomenda do Estado, criando a famosa obra “Porta do Inferno”. Há especial atenção para detalhar seu processo criativo, mas os recursos utilizados para isso são antiquados, com leituras de cartas, narrações e personagens que conversam consigo mesmo em voz alta. O mais incômodo, porém, é a forma como as mulheres de sua vida são retratadas como histéricas. Ele usa e abusa de cada uma delas, mas é um artista. Elas querem definição de relacionamento e são loucas. “As esculturas de Rodin são muito sensuais, e ele também era um homem muito sensual. Rodin amava o corpo feminino. Eu o teria traído se deixasse de lado esse aspecto de sua personalidade” justificou-se o diretor Jacques Doillon (“O Casamento a Três”), durante a entrevista coletiva do festival. O cineasta defende que Rodin era um homem irresistível e que suas palavras e atos no filme são baseados em pesquisa intensa. “Tudo o que Rodin diz no filme é resultado de muita pesquisa, ainda que também de muita fantasia minha. Ele, que não gostava de escrever, não deixou muito material escrito. Mas aqueles que conviveram com ele na época deixaram referências sobre o que ele disse e pensava. Então, posso afirmar que aquilo que o personagem diz no filme é o que o próprio Rodin teria dito em vida”, garantiu Doillon no encontro com a imprensa. Talvez a crítica esperasse que um filme sobre um artista genial fosse contaminado pelo talento retratado. Mas a reverência acadêmica de Doillon revela-se pouco adequada para integrar um festival, especialmente o Festival de Cannes.

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  • Música

    Alexandre Nero vive o maestro João Carlos Martins em trailer e novas fotos da cinebiografia

    23 de maio de 2017 /

    A produtora LC Barreto divulgou 21 novas fotos e o trailer do longa “João, o Maestro”, que traz Alexandre Nero (novela “Império”) como o maestro João Carlos Martins. A prévia, entretanto, dá mais espaço para a juventude de Martins, como uma criança prodígio e um jovem pianista com carreira internacional brilhante. Nestas fases, ele é vivido pelo estreante Davi Campolongo e Rodrigo Pandolfo (“Minha Mãe É uma Peça”). Já as fotos revelam, além de cenas do filme, os bastidores com a participação do próprio João Carlos Martins, dando dicas para Nero interpretá-lo. Com roteiro e direção de Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), “João, o Maestro” vai mostrar o treinamento intenso, o virtuosismo e as paixões despertadas por Matins, mas também sua luta contra a paralisia que interrompeu sua carreira, levando-o à depressão, terminando com a volta por cima, quando ele se reinventa como maestro. O trailer só não precisava acrescentar, em texto, que se trata de “uma história de superação e amor a vida”, pois parece descrição – e título – de novela. O elenco também destaca Fernanda Nobre (“Leo e Bia”) no papel de Sandra, primeira mulher do maestro, Alinne Moraes (“Tim Maia”) como Carmen, atual esposa, e Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”) como Kliass, o professor de piano do jovem João Carlos. A estreia está marcada para 3 de agosto.

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  • Filme

    Willem Dafoe vai estrelar nova cinebiografia de Van Gogh

    22 de maio de 2017 /

    O ator americano Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) vai interpretar o pintor Vincent Van Gogh (1853-1890) em uma nova cinebiografia, com direção de Julian Schnabel (“O Escafandro e a Borboleta “). A produção recebeu o título de “At Eternity’s Gate”, em referência a um dos últimos quadros do gênio holandês, conhecido no Brasil como “No Portão da Eternidade”, que retrata um velho paciente depressivo num hospício. “É um filme sobre a pintura, um pintor e sua relação até o infinito”, disse Schnabel em comunicado. “É narrado por um pintor. Contém o que me pareceram momentos essenciais de sua vida. Não é a história oficial, é a minha versão”, completou. O filme se concentra na fase febril da vida de Van Gogh (1853-1890), em que ele viveu em Arles, no sul da França, onde produziu mais de 200 pinturas e também mutilou-se, arrancando o próprio ouvido, e em Auvers-sur-Oise, perto de Paris, onde se matou, após passar uma temporada num hospício. Van Gogh não teve seu talento reconhecido em vida, mas, após sua morte, foi considerado um dos maiores gênios das artes plásticas. Sua história já foi levada às telas anteriormente por outros cineastas americanos consagrados, como Vincente Minnelli, em “Sede de Viver” (1956), e Robert Altman, em “Van Gogh – Vida e Obra de um Gênio” (1990).

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  • Filme

    Jessica Chastain vai viver Ingrid Bergman em cinebiografia romântica

    21 de maio de 2017 /

    Jessica Chastain (“A Colina Escartale”) vai dar vida a uma das maiores atrizes da história do cinema, a sueca Ingrid Bergman, em “Seducing Ingrid Bergman”. Segundo o site Deadline, além de estrelar, ela também vai produzir a cinebiografia. O projeto está circulando Hollywood desde 2014, quando o roteiro de Arash Amel apareceu na Black List, a lista dos melhores roteiros não filmados daquele ano. A trama é uma adaptação do livro homônimo de Chris Greenhalgh, e se foca no tórrido romance entre Bergman e o celebrado fotógrafo de guerra Robert Capa. O relacionamento só se tornou público quando a atriz publicou sua autobiografia, em 1981, mas foi intenso. O casal se conheceu em Paris no final da 2ª Guerra Mundial. Na época, Bergman estava casada com seu primeiro marido, o neurocirurgião sueco Petter Lindström, e Capa foi seu amante. Mesmo enfrentando problemas com apostas e alcoolismo, o fotógrafo ajudou a atriz a se libertar de um casamento sem amor e dos estúdios controladores de Hollywood. O romance não durou muito, mas poucos anos depois a atriz teve sua imagem de estrela hollywoodiana abalada por outro relacionamento escandaloso, ao se envolver com o cineasta Roberto Rossellini (“Roma, Cidade Aberta”), que na época também era casado. Ela finalmente se divorciou de Lindström para casar com Rossellini em 1949. Capa morreu logo depois, cobrindo a guerra da Indochina em 1954. De acordo com Uday Chopra, chefe executivo da produtora parceira do projeto, a YRF Entertainment, Chastain “é a atriz perfeita para estrelar o filme. Jessica não é estranha a retratos de mulheres fortes e independentes, e esse papel merece uma atriz de imensurável talento. Também sentimos que ela dará uma perspectiva única como produtora”. Mas por mais que o projeto pareça excitante, vale lembrar o resultado de outra cinebiografia de estrela de Hollywood que teve roteiro de Arash Amel. “Grace: A Princesa de Mônaco” foi considerado tão ruim que acabou nem chegando aos cinemas americanos. Ainda não há previsão de estreia nem diretor definido para “Seducing Ingrid Bergman”, mas o filme chegou a encabeçar uma lista de interesses de James Mangold (“Logan”).

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    Rosamund Pike será a cientista Marie Curie, primeira mulher a vencer o Prêmio Nobel

    21 de maio de 2017 /

    A atriz Rosamund Pike, indicada ao Oscar por “Garota Exemplar” (2014), vai estrelar a cinebiografia da cientista Marie Curie. Ela fechou com o StudioCanal para estrelar “Radioactive”, que será dirigido pela iraniana Marjane Satrapi (“Persépolis”, “As Vozes”). O filme será uma adaptação do livro “Radioactive: Marie & Pierre Curie: A Tale of Love and Fallout”, de Lauren Redniss, que conta a história de Marie Curie e suas descobertas científicas, sob o prisma de seu casamento com Pierre Curie, além de acompanhar os efeitos transformadores de sua descoberta do rádio, elemento químico altamente radioativo, que impactou a ciência do século 20. Nascida na Polônia em 1867, Marie se mudou para a França em 1891 e casou com Pierre em 1895. Eles desenvolveram juntos a teoria da radioatividade e técnicas para isolar isótopos radioativos. Além disso, descobriram dois elementos químicos, polônio e rádio. Estas descobertas deram início a uma nova era científica e tecnológica, que culminou, décadas depois, com a criação da energia nuclear. Além disso, por seu trabalho, Marie Curie se tornou primeira mulher a vencer o Prêmio Nobel. Não apenas uma vez, mas duas vezes e em áreas distintas: Física em 1903 e Química em 1911. “Radioactive” deverá abranger a influência de suas descobertas, pois Satrapi afirmou, no comunicado sobre o projeto, que o filme “não é apenas um resumo da vida dessa mulher excepcional. Ele conta a história da radioatividade desde sua descoberta até hoje”. A diretora também admitiu ansiedade para trabalhar com Rosamund Pike. “Marie Curie era uma força de vida. Todas as pessoas, todos os lugares eram atingidos pela energia e brilhantismo dela. Trata-se de uma personagem intensa que necessita de alguém com muita inteligência e sensibilidade. Rosamund é aquela capaz disso e entendi no segundo que a conheci”, afirmou. O roteiro do filme foi escrito pelo inglês Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers”) e as filmagens devem acontecer durante o outono no hemisfério norte. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Petrônio Gontijo é Edir Macedo nas primeiras fotos da cinebiografia Nada a Perder

    20 de maio de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou as primeiras fotos de “Nada a Perder”, cinebiografia de Edir Macedo, que começou a ser filmado nesta semana em São Paulo. As imagens destacam Petrônio Gontijo (novela “Os Dez Mandamentos”) como o empresário religioso, nos tempos em que pregava nas ruas da capital paulista. “Nada a Perder” é baseado numa trilogia biográfica do bispo evangélico, líder da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da rede Record. O filme tem direção de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e iniciará uma trilogia cinematográfica, em que cada filme adaptará um dos volumes biográficos escritos por Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da TV Record. O primeiro filme será baseado no livro homônimo, “Nada a Perder”, lançado em 2012. Os demais são “Nada a Perder 2 – Meus Desafios Diante do Impossível” e “Nada a Perder 3 – Do Coreto ao Templo de Salomão: A Fé Que Transforma”. Tavolaro também foi produtor-executivo do longa “Os Dez Mandamentos”. O roteiro foi escrito por um americano, Stephen P. Lindsey (“Sempre Ao Seu Lado”) e o elenco ainda inclui Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). Além de São Paulo, o longo também terá locações no Rio, Nova York, Jerusalém e Joanesburgo. A previsão de lançamento é para o primeiro semestre de 2018.

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    Johnny Depp vai viver o milionário excêntrico que criou o antivírus McAfee

    16 de maio de 2017 /

    Johnny Depp foi confirmado como protagonista de “King of the Jungle”, no qual interpretará John McAfee, criador de um dos antivírus mais populares dos PCs e também um dos milionários mais excêntricos do planeta. O projeto, que será dirigido pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”), veio à tona em março, mas agora se tornou oficial, com representação no Festival de Cannes para a venda antecipada de seus direitos de distribuição internacional. “King of the Jungle” vai contar a história de McAfee já em sua fase “louca”, quando levou um jornalista da revista Wired para conhecer sua residência em Belize em um passeio descrito como “tour de humor negro no estilo ‘Apocalypse Now'”, marcado por “paranoia, metralhadoras, sexo e assassinato”. A trama mostrará como o magnata da informática vivia numa fortaleza à beira do Caribe com seu próprio exército particular e harém de mulheres, até ser acusado de assassinar um vizinho, fugir pelas florestas da América Central, viver de forma clandestina e se meter em alguns negócios obscuros, como a fabricação e o tráfico de medicamentos ilegais. Esta história já rendeu até documentário, “Gringo: The Dangerous Life of John McAfee” (2016). O roteiro é da dupla Scott Alexander e Larry Karaszewski, que trabalharam com Depp em outra cinebiografia, a deliciosa “Ed Wood” (1994). Ainda não há previsão de estreia.

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    Antonio Banderas vai estrelar filme sobre o fabricante de carros Lamborghini

    12 de maio de 2017 /

    O ator espanhol Antonio Banderas vai estrelar a cinebiografia de Ferruccio Lamborghini, fundador da marca luxuosa de carros italiana Lamborghini. Intitulado “Lamborghini — The Legend”, o filme também trará Alec Baldwin (“Blue Jasmine”) como o grande rival do empresário, Enzo Ferrari. A direção está a cargo de Michael Radford, indicado ao Oscar por “O Carteiro e o Poeta” (1994), e o roteiro foi escrito por Bobby Moresco (“Crash: No Limite”), numa adaptação do livro “Ferruccio Lamborghini: La Storia Ufficiale”, escrito por seu filho Tonino. “Meu livro é o único que respeita perfeitamente a história de vida do meu pai. Realmente acredito que esse filme possa traduzir em imagens e palavras a grande humanidade de Ferruccio, e transmitir ao público a sua personalidade: um homem cheio de energia, carisma e paixão”, disse Tonino Lamborghini, em comunicado. A trama irá abordar toda a trajetória do empresário, falecido em 1993, desde o início da carreira, quando fazia montagem de tratores e veículos militares na 2ª Guerra Mundial até o lançamento da sua fábrica de carros de luxo em 1963. O projeto é uma produção do grupo Ambi Media e será apresentado a investidores no Festival de Cannes, que acontece de 17 a 28 de maio. O projeto coincide com o desenvolvimento de uma cinebiografia de Enzo Ferrari, que será dirigida por Michael Mann (“Hackers”) e estrelada por Hugh Jackman (“Logan”).

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