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    Vida de Zeca Pagodinho vai virar filme

    25 de maio de 2020 /

    A vida e a carreira de Zeca Pagodinho serão transformadas em filme, com produção de Roberto Faustino (“A Hora e a Vez de Augusto Matraga”) e Marco Altberg (“Minha Fama de Mau”) e distribuição nos cinemas pela Paris Filmes. Ainda sem diretor e elenco definidos, o longa vai adaptar o livro “Deixa o Samba me Levar”, dos jornalistas Jane Barboza e Leonardo Bruno. A obra retrata momentos emblemáticos da vida do cantor, como a infância no subúrbio carioca e o bullying que sofria por não saber jogar futebol; uma noite na prisão depois de cantar num show de Beth Carvalho; e o casamento com a mulher, Monica, cheio de convidados desconhecidos porque o cantor esqueceu num bar no Morro da Providência os convites que levara para entregar a amigos. O filme ainda deverá reconstituir as maiores rodas de samba do Rio de Janeiro — do Cacique de Ramos à Velha Guarda da Portela. Devido à pandemia de coronavírus, a produção ainda não tem data para começar a ser filmada, muito menos previsão de lançamento.

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    Diretor de Conduzindo Miss Daisy vai filmar cinebiografia de Buddy Holly

    16 de maio de 2020 /

    O veterano cineasta Bruce Beresford, indicado ao Oscar por “A Força do Carinho” (1983) e diretor do vencedor do Oscar “Conduzindo Miss Daisy” (1989), vai filmar uma nova cinebiografia do roqueiro Buddy Holly. Intitulado “Clear Lake”, o filme vai mostrar a trajetória do cantor e guitarrista desde sua adolescência ao sucesso nos anos 1950, em meio a suas turnês e amizades com outros artistas da época, como Little Richard, Dion e Lavern Baker, até a fatídica queda de avião que interrompeu sua trajetória em 1959. A produção está a cargo de Stuart Benjamin, que anteriormente fez “La Bamba” (1986), que também mostrou o mesmo acidente trágico, no qual morreram Buddy Holly, Ritchie Valens e outros pioneiros do rock’n’roll. A viúva de Holly, Maria Elena Holly, também está envolvida no projeto como produtora associada. Ela não tinha participado da cinebiografia anterior, “A História de Buddy Holly” (1978), que rendeu indicação ao Oscar para seu intérprete, Gary Busey. “Eu me senti atraído por ‘Clear Lake’ porque o roteiro conta a trágica história de Buddy Holly e sua época em detalhes fascinantes e com caracterizações vívidas. Nem preciso dizer que o acréscimo de toda sua música maravilhosa também foi um grande atrativo”, disse Beresford em um comunicado. “O ponto focal da história é como artistas negros, hispânicos e brancos se reuniram na primeira turnê de música verdadeiramente integrada para começar a quebrar as barreiras racial nos EUA”, acrescentou outro dos produtores, Rick French, que concebeu o projeto com Stephen Easley, diretor de uma fundação dedicada a Buddy Holly. O roteiro foi escrito por Patrick Shanahan (“The Fox Hunter”) e a previsão é de iniciar a filmagem no fim do ano, dependendo da evolução da pandemia de coronavírus.

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    Capone choca críticos americanos e vira “Crapone” por cenas escatológicas

    12 de maio de 2020 /

    “Capone”, novo filme sobre o gângster Al Capone, que entrou em locação digital nos serviços de VOD dos EUA nesta terça-feira (12/5), chocou a crítica americana que esperava ver uma cinebiografia convencional. Protagonizado por Tom Hardy (“Venom”) e dirigido por Josh Trank (“Quarteto Fantástico”), o filme se concentra no fim da vida do mafioso, que sofre com sífilis e demência após ter ficado preso por 11 anos em Alcatraz. Os críticos se dividiram sobre a produção, mas há um consenso sobre as cenas em que Al Capone faz suas necessidades, consideradas literalmente uma merda. As reações são de nojo, como descrições que vão de “grotesco” (no jornal Chicago Sun-Times) a “uma piñata de catarro e outras excreções” (New York Times), a ponto de várias publicações renomearem a obra como “Crapone”, juntando o nome do gângster ao ato de defecar (em inglês). “Se você sempre quis ver um cinebiografia de Al Capone que começa e termina com Tom Hardy cag**** explosivamente nas calças, tenho boas notícias”, brincou o crítico David Ehrlich, do site IndieWire, que no final elogiou “Capone” por ser “admiravelmente não comercial”. A divisão radical de opiniões rendeu 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas não devem ajudar Josh Trank a recuperar a carreira após o desastre de “Quarteto Fantástico” (2015), já que a maioria das resenhas destaca que o filme parece não ter direção, apostando mais em climas que narrativa coerente. Isto se deve ao fato de muitas cenas serem manifestações de delírios. Igualmente divisiva, a interpretação de Tom Hardy rendeu comentários por sua coragem de ir ao extremo, que alguns consideraram também uma caricatura do extremo. O desempenho seria sua performance “mais maximalista”, na definição do site Vulture, ou apenas “uma das piores performances da carreira” de Hardy, que “resmunga, tosse e caga em cenas que carecem de qualquer forma de direção, simpatia e/ou propósito”, de acordo com o site Next Best Picture. O site The Hollywood Reporter preferiu dizer que “a loucura limítrofe do método de auto-paródia da performance de Tom Hardy exige que seja vista”, enquanto a revista Vanity Fair simplesmente perguntou: “E se ‘Venom’ fosse chato?”. Trank também preferiu a ironia para comentar a repercussão. Ele destacou uma frase negativa de Matt Neglia, do Next Best Picture, sobre o filme: “Me deixou enjoado”. “Preciso dessa citação em um pôster para a minha sala”, postou o diretor no Twitter. Ele próprio descreveu seu trabalho como “estranho, desconfortável e bonito”, recomendando que o público vá “com a mente aberta”. O cineasta ainda considerou que os comentários sobre as cenas escatológicas o faziam lembrar das críticas ao filme “Pink Flamingos” (1972), clássico de John Waters que escandalizou os anos 1970. Veja o trailer de “Capone” abaixo.

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    Vida de Mauricio de Sousa vai virar filme

    20 de abril de 2020 /

    A vida de Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, vai virar filme, com produção e direção de Pedro Vasconcelos (de “Fala Sério, Mãe!”). O roteiro será inspirado na autobiografia “Maurício – A História Que Não Está no Gibi”, lançada em 2017 e que homenageia os 60 anos de carreira do artista. Assim como o livro, o filme deve fazer um longo passeio pela história de Maurício, indo desde a infância humilde em Mogi das Cruzes, quando ele descobriu a paixão pelos quadrinhos após encontrar um gibi em uma lata de lixo, a época em que atuou como repórter policial, o início da carreira de desenhista, o lançamento da tirinha de Bidu, a inspiração nos filhos para criar novos personagens, o estouro da Mônica e assim por diante, até os dias atuais, com o sucesso de seu próprio estúdio, Maurício de Sousa Produções, que além de quadrinhos produz séries e filmes baseados em seus personagens. O elenco ainda não foi escalado, mas a expectativa de lançamento do filme é apenas para 2023.

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    Capone: Trailer mostra Tom Hardy como o poderoso chefão mafioso

    16 de abril de 2020 /

    O diretor Josh Trank divulgou nas redes sociais o trailer de seu novo filme, “Capone”, que traz Tom Hardy no papel do lendário gângster americano Al Capone. A contrário das versões mais conhecidas da história do poderoso chefão, como “Os Intocáveis” (1987), Hardy interpreta um Capone envelhecido e doente. A produção acompanha os últimos dias do mafioso, já afastado de seu império do crime, após oito anos na prisão. Enquanto esteve preso, sua saúde deteriorou, levando-o a passar a maior parte do encarceramento em tratamento na ala hospitalar do presídio de Alcatraz. Ele contraiu sífilis e estava em estado de avançada confusão mental, quando recebeu autorização para se tratar num hospital. Quando recebeu diagnóstico de estado terminal, ele recebeu permissão para passar o fim da vida numa mansão na Flórida com a família. E é este o período que o filme enfoca, quando seu estado mental não permite mais distinguir entre lembranças de seu apogeu violento e sua situação atual. “Capone”, que estava sendo divulgado como “Fonzo”, um dos muitos apelidos do criminoso, também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após o fiasco de “Quarteto Fantástico” (2015). Além de dirigir, Trank assina o roteiro do longa, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Disque Amiga para Matar”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Segundo o diretor, a estreia está marcada para 12 de maio. Não se sabe onde. TRAILER. Tom Hardy. Capone. Coming MAY 12. (Different title. My cut. 🤩) pic.twitter.com/2PLdrcFxY6 — Josh Trank (@joshuatrank) April 15, 2020

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    Cinebiografia de Aretha Franklin tem estreia adiada para dezembro nos EUA

    27 de março de 2020 /

    Em meio à crise sanitária causada pela pandemia de coronavírus, o filme “Respect”, cinebiografia da cantora americana Aretha Franklin (1942-2018), teve sua estreia novamente adiada. Originalmente previsto para agosto e já adiado para outubro nos EUA, o filme foi novamente remanejado para 25 de dezembro pela MGM. O lançamento no Brasil, que aconteceria em setembro e posteriormente novembro, ainda não ganhou nova data, mas só deve acontecer em 2021. Intérprete de Aretha Franklin, a cantora e atriz Jennifer Hudson (“Cats”) revelou que as filmagens terminaram em fevereiro passado. Escolhida pela própria Aretha para interpretá-la, Hudson trabalhou com uma equipe criativa estreante no cinema. O roteiro de “Respect” foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção ficou a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção musical foi assinada por Harvey Mason Jr., que trabalhou tanto com Aretha Franklin quanto com sua intérprete – em “Dreamgirls”, filme que rendeu a Hudson o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. O elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”).

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    Rainha: Vida de Xuxa vai virar filme

    27 de março de 2020 /

    A vida da apresentadora Xuxa Meneghel vai virar filme. Segundo a coluna de Leo Dias, no UOL, a produção vai se chamar “Rainha”. De acordo com o colunista, o filme começará pela história de Dona Alda, mãe de Xuxa. Em fase de pré-produção, o longa tem boa parte de sua equipe formada por estrangeiros, a maioria radicada em Los Angeles. A produção, que ainda não tem previsão de estreia, será a primeira biografia de Xuxa em qualquer mídia. Até então, ela não aceitava qualquer tipo de proposta de biografia, escrita ou filmada, por focar demais em sua vida pessoal. Esta história teria outra abordagem. Isto é, tende a ser chapa branca. Xuxa, que viveu o auge de sua carreira nos anos 1980, comemora 57 anos nesta sexta-feira (27/3).

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    Jennifer Hudson anuncia fim das filmagens da cinebiografia de Aretha Franklin

    16 de fevereiro de 2020 /

    A cantora e atriz Jennifer Hudson (“Cats”) anunciou no Instagram que terminou as filmagens da cinebiografia de Aretha Franklin, intitulada “Respect”, em inglês. Dizendo-se “sobrecarregada” de emoção por interpretar Aretha, ela acrescentou que “as palavras não podem expressar o quanto estou agradecida por ter sido escolhido pela própria Rainha e viver mais um sonho! Foi uma honra honrar o pedido da Rainha! A única Rainha do Soul”. Ela também compartilhou imagens da festa de encerramento, que reuniu todo o elenco e a equipe da produção. Como Hudson observou em seu post, ela foi realmente escolhida pessoalmente pela lendária cantora para interpretá-la no cinema. Isto aconteceu bem antes do começo das filmagens, já que a produção precisou adquirir os direitos musicais antes de iniciar a fase de fotografia principal. Hudson também foi convidada a cantar no funeral da estrela, que morreu em 2018, de câncer no pâncreas, aos 76 anos. A atriz trabalhou com uma equipe criativa estreante no cinema. O roteiro de “Respect” foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção ficou a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção musical foi assinada por Harvey Mason Jr., que trabalhou tanto com Aretha Franklin quanto com sua intérprete – em “Dreamgirls”, filme que rendeu a Hudson o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. O elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). A estreia está marcada para 17 de setembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA – e bem depois do lançamento de uma minissérie televisiva sobre a cantora, “Genius: Aretha”, prevista para maio no NatGeo com Cynthia Erivo (“Harriet”) no papel principal. Ver essa foto no Instagram It is officially a wrap on @respectmovie wrap it up , it’s done ! To overwhelmed to get into it right now but words can’t express how grateful I am to be chosen by the queen herself and to live out yet another dream ! It was my honor , to honor the Queens request ! The one and only Queen of soul #ArethaFranklin #respectMovie @liesltommy Uma publicação compartilhada por Jennifer Hudson (@iamjhud) em 15 de Fev, 2020 às 4:14 PST Ver essa foto no Instagram Before I go any further , I have to give credit where credit is due ! To every single cast and crew member who put your heart and soul into this project ! It was beyond a joy and a pleasure to work side by side with each and everyone of u ! Lord knows if I could post every picture , I would but u know who u r !! From the director to the DP , to hair and makeup acting coach and extras too ! To each and every driver and everyone in between ! Much Respect to all of you !!!! @liesltommy @kramorg @hairbylawrencedavis @fancy_pantsss @marlonwayans @skyedakotaturner @mgm_studios @davidjonathansimpson @lelunddurond jhud productions loves you ! Thank u all!! Uma publicação compartilhada por Jennifer Hudson (@iamjhud) em 16 de Fev, 2020 às 9:29 PST

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    Maggie Gyllenhaal será mãe de Elvis Presley na cinebiografia do cantor

    8 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Maggie Gyllenhaal vai viver Gladys Presley, mãe de Elvis Presley, na cinebiografia do cantor que será dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). Interesse romântico de Batman em “Cavaleiro das Trevas”, Maggie também é irmã do ator Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e estrela da série “The Deuce”, da HBO. Durante a carreira, Elvis falou diversas vezes sobre sua devoção à mãe, que caracterizava como “sua garota nº 1”. Quando o filho começou a passar mais tempo longe de casa para fazer turnês, gravar discos e filmes, Gladys enfrentou períodos de depressão. O elenco do filme destaca ainda Austin Butler (o Tex de “Era uma Vez em Hollywood”) como Elvis, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla e Tom Hanks como o empresário do cantor, Coronel Tom Parker. Além de dirigir, Luhrmann assina o roteiro do longa com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Outra parceria dos dois filmes, Catherine Martin, servirá como designer de produção e figurinista. Ainda sem título, o filme tem previsão de estreia para outubro de 2021.

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    Recém-falecido, Asa Branca vai virar filme

    5 de fevereiro de 2020 /

    A vida do locutor de rodeio Waldemar Ruy dos Santos, mais conhecido como Asa Branca, vai virar filme. Falecido na terça-feira (4/2) em São Paulo aos 57 anos, ele era considerado uma “lenda dos rodeios” e chegou até a fazer novelas, como “Mulheres de Areia” e “Rei do Gado”, além de ter apresentado o “Som Brasil” e o especial “Amigos” na rede Globo. O filme que vai contar essa história – iniciada por acaso, depois dele não conseguir seguir a carreira de caubói por ter se acidentado com um touro – , vai se chamar “Asa Branca – A Voz da Arena” e está em fase de captação de recursos. Apesar da triste coincidência com a morte de Asa Branca, o projeto é antigo. Foi aprovado na Ancine em 2016, quando obteve autorização para captar R$ 7,3 milhões via lei do audiovisual – dois quais conseguiu levantar apenas R$ 2,2 milhões até o fim de 2019. O próprio Asa Branca foi consultado durante o tratamento do roteiro e concepção do filme, que resumirá sua vida da juventude aos últimos dias, com cenas com animais reais e rodadas em rodeios no Estado de São Paulo. E teria pedido para o filme não ser “chapa branca”. A apresentação do longa promete abordar temas polêmicos de bastidores, como o abuso de drogas, a atividade sexual desregrada que resultou em HIV e a crueldade da indústria do rodeio com os animais. O longa tem roteiro de Fernando Honesko, responsável pela série “Gigantes do Brasil”, da History Channel, e a direção está a cargo de Guga Sander, que comandou recentemente a série “Ilha de Ferro”, da Globoplay e a novela “Topíssima”, da RecordTV. Segundo o UOL, há negociações com o ator Emilio Dantas, das novelas “Verão 90” e “Todas As Mulheres do Mundo”, para assumir o papel principal. Mas nada foi fechado ainda, por conta da falta de um cronograma de produção, que busca fechar parceiros para viabilizar a filmagem. O projeto é o primeiro trabalho de ficção da produtora paulista Sentimental Filme, que tem diversos trabalhos na área da publicidade, e se juntou no projeto à Querosene Filmes, de longas como “Juan e a Bailarina” e “La Vingança”. Paralelamente, a Sentimental também desenvolve um novo documentário sobre Asa Branca, que pode ganhar lançamento simultâneo. A perspectiva é começar as filmagens ainda este ano, visando um lançamento até o fim de 2021.

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    Bradley Cooper vai dirigir cinebiografia do compositor Leonard Bernstein para a Netflix

    21 de janeiro de 2020 /

    A Netflix vai lançar o próximo filme de Bradley Cooper, que será uma biografia do famoso maestro e compositor Leonard Bernstein (1918–1990), conhecido por suas trilhas para filmes e peças de teatro como “Amor, Sublime Amor”, “Um Dia em Nova York” e “Sindicato de Ladrões”. Para dar noção da importância de Bernstein para a história dos musicais, basta dizer que ele é o autor da conhecidíssima canção “New York, New York”. A plataforma de streaming “roubou” o filme da Paramount, que estava originalmente desenvolvendo o longa. Entre os produtores do projeto, que ainda não tem título, estão ninguém menos que os cineastas Martin Scorsese (“O Irlandês”), Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”) e Todd Phillips (“Coringa”). Será o segundo filme dirigido por Cooper, após sua estreia atrás das câmeras em “Nasce uma Estrela”. Ele também deve estrelar a produção e está co-escrevendo o roteiro com Josh Singer, roteirista do drama vencedor do Oscar “Spotlight”. O longa vai cobrir mais de 30 anos para contar a história complexa do casamento entre Bernstein e sua esposa, Felicia Montealegre. Cooper obteve os direitos artísticos das obras de Bernstein e trabalha em estreita colaboração com os filhos do maestro – Jamie, Alexander e Nina. Ele está comprometido com esse projeto já a dois anos e, graças ao apoio da família de Bernstein e ao controle dos direitos musicais, derrubou um filme rival, chamado de “The American”, que deveria ser dirigido por Cary Fukunaga (“007 – Sem Tempo para Morrer”) e estrelado por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). As filmagens só devem começar no início de 2021 para um lançamento limitado nos cinemas, visando a temporada de premiações. Vale lembrar que “Nasce Uma Estrela”, a estreia de Cooper na direção, foi indicado a oito Oscars.

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    Sergio: Wagner Moura vive diplomata brasileiro em trailer de filme internacional da Netflix

    15 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer de “Sergio”, biografia do diplomata Sérgio Vieira de Mello, que traz o ator Wagner Moura (“Narcos”) no papel-título. Além de estrelar o filme, Moura é um dos produtores. Ele estava desde 2013 tentando tirar o filme do papel e chegou a passar uma temporada nos Estados Unidos negociando a produção. Falado em inglês, “Sergio” tem elenco internacional, com participação da cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”) no papel de Carolina Larriera, economista argentina e mulher de Vieira de Mello, que foi a última pessoa a vê-lo com vida, além dos atores Garret Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Will Dalton (“Loving”), Clemens Schick (“Praia do Futuro”) e Brían F. O’Byrne (“Menina de Ouro”). Trata-se do primeiro longa de ficção dirigido por Greg Barker, vencedor do Emmy pelo documentário “Manhunt: The Inside Story of the Hunt for Bin Laden” (2013). Mas ele conhece bem o tema. Em 2009, Barker dirigiu outro “Sergio” (2009) sobre o mesmo diplomata, um documentário sobre a vida de Vieira de Mello para o canal pago HBO. O roteiro, por sua vez, é de Craig Borten, indicado ao Oscar por “Clube de Compras Dallas” (2013), e adapta o livro “O Homem Que Queria Salvar o Mundo”, de Samantha Power, ex-embaixadora dos Estados Unidos para as Nações Unidas e premiada com o Pulitzer. O filme foca as missões de Sérgio Vieira de Mello durante seu período no Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, quando fez importantes avanços sócio-políticos no Timor Leste, Bangladesh, Camboja e outros países com problemas humanitários. Sua capacidade de resolver crises aparentemente insolúveis lhe rendeu o apelido de “Mr. Fix-It”, citado no trailer, e fama de ser uma mistura de “James Bond com Bobby Kennedy”. Graças à sua capacidade de negociação, coragem e disposição de enfrentar o perigo, ele foi escolhido para representar o secretário-geral das Nações Unidas no Iraque, em maio de 2003. E acabou vítima de um ataque à bomba ordenado por Osama Bin Laden contra a sede das Nações Unidas em Bagdá. A estreia está marcada para 19 de abril, exclusivamente em streaming.

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    Timothée Chalamet negocia estrelar cinebiografia de Bob Dylan

    6 de janeiro de 2020 /

    O ator Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) está negociando com a Fox Searchlight o papel do cantor Bob Dylan no filme “Going Electric”, que será dirigido por James Mangold, cineasta responsável por “Logan” e “Ford Vs Ferrari”. O filme tem a benção do cantor de 78 anos, que participa como produtor, e vai adaptar o livro “Dylan Goes Electric”, de Elijah Wald, que traça a conturbada transformação de Dylan em roqueiro, após um começo de carreira dedicado à música folk. Esta transição foi registrada no famoso documentário “Don’t Look Back”, de 1967. O roteiro da adaptação está a cargo de Jay Cocks, parceiro de Martin Scorsese em “A Época da Inocência” (1993), “Gangues de Nova York” (2002) e “Silêncio” (2016). “Going Electric” será a primeira cinebiografia convencional de Dylan, que já teve sua história de vida adaptada de forma alegórica em “Não Estou Lá” (2007), de Todd Haynes, em que Cate Blanchet, Ben Whishaw, Christian Bale, Richard Gere e Heath Ledger se revesaram como personas do cantor. Dylan também foi personagem importante de “Uma Garota Irresistível” (2006), interpretado por Hayden Christensen – e identificado no filme como “O Músico”. A produção segue a nova tendência de cinebiografias roqueiras, na esteira do sucesso e das premiações conquistadas por “Bohemian Rhapsody”, sobre a banda Queen, e “Rocketman”, sobre Elton John. Timothée Chalamet será visto a seguir em “Adoráveis Mulheres”, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (9/11), além de já ter terminado as filmagens do remake de “Duna”, no qual tem o papel principal. A estreia da sci-fi vai acontecer em dezembro.

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