Vilão de Game of Thrones vai viver guitarrista do Mötley Crüe em filme
A cinebiografia da banda Mötley Crüe, intitulada “Dirt”, definiu seus intérpretes principais. E um deles é um famoso vilão televisivo. O ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) negocia o papel do guitarrista Mick Mars. A banda se completa com Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. Produção da Netflix, o filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O livro relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, em situações descontroladas de sexo e drogas, que os tornaram mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, e eventualmente causaram a implosão do grupo. Depois de lotar estádios e protagonizar vídeos escandalosos com mulheres seminuas, os problemas começaram em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee inaugurou o mercado de sex tapes de celebridades, com o vazamento do vídeo de sexo que ele gravou com sua mulher, a atriz Pamela Anderson, em 1998. E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine, diretor dos filmes da franquia “Jackass”. Não há previsão para a estreia na plataforma de streaming.
Vida de Céline Dion vai virar comédia francesa
A vida da cantora canadense Céline Dion, que marcou uma geração de cinéfilos ao cantar a plenos pulmões “My Heart Will Go On”, a música-tema de “Titanic” (1997), vai virar comédia. Vinte anos após vencer o Oscar pela música, a cantora voltará ao cinema como tema do filme “Dis-moi Céline”. O título é inspirado na música “Dis Moi Si Je T’ Aime”, sucesso que Céline gravou em francês. O filme tem direção e roteiro da cineasta e atriz francesa Valérie Lemercier (“Palais Royal!”), que também vai estrelar a produção como Céline Dion. “Sou fascinada pela voz de Céline, mas também por sua história, o fato de que ela é a mais jovem de 14 filhos, sua relação com a mãe, sua história de amor com René… Será um filme engraçado. É claro que pedirei a autorização de Céline, mas creio que ela tem muito senso de humor”, contou a cineasta em entrevista ao site Le Parisien. Valérie Lemercier já dirigiu cinco filmes, todos comédias e nenhum deles lançado no Brasil. A produção começará a ser rodada entre março e maio, com o ator Jérôme Commandeur (“A Riviera Não É Aqui”) no papel do músico e empresário René Angélil, marido da cantora. E o detalhe: Lemercier pretende interpretar Céline dos 8 aos 50 anos de idade! O longa ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.
Filme da banda Queen já tem um novo diretor
A Fox definiu o novo diretor do filme sobre a banda Queen, após a demissão de Bryan Singer (“X-Men”). E é um “velho” diretor. Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos, voltou a bordo para terminar “Bohemian Rhapsody”. Singer foi demitido na segunda (4/12), depois de sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. Após a demissão, o diretor acusou a Fox de falta de sensibilidade, por não permitir que ele lidasse com uma doença grave dos pais. Fletcher agora vai terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção, após alegar “diferenças criativas” com os integrantes da banda, que são produtores do longa, para abandonar o projeto original. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.
Bryan Singer diz que foi demitido do filme do Queen porque lidava com doença grave dos pais
Bryan Singer resolveu responder às alegações de que foi demitido pela Fox da produção de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, por comportamento antiprofissional. Em vez disso, ele acusa a Fox de não deixá-lo lidar com a doença grave de um de seus pais. Em um comunicado enviado à imprensa americana, Singer diz: “Eu não queria nada além de poder terminar este projeto e ajudar a honrar o legado de Freddie Mercury e do Queen, mas a Fox não me permitiu fazê-lo, porque eu precisava colocar temporariamente minha saúde e saúde dos meus entes queridos em primeiro lugar”. A Fox demitiu Singer na segunda-feira (4/12), após o diretor sumir das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando o estúdio a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos citados mencionavam discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo do diretor, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Mas Singer garante que este não foi o caso. “Os rumores de que minha saída inesperada do filme tenha sido provocada por uma disputa que tive com Rami Malek não são verdade. Embora, houvesse diferenças criativas no set, Rami e eu colocamos essas diferenças de lado e continuamos trabalhando juntos no filme até pouco antes do Dia de Ação de Graças”, ele afirma. O diretor completa a declaração dizendo que “Bohemian Rhapsody” era “um projeto de paixão” e que lamenta muito não poder terminá-lo. “Com menos de três semanas para finalizar as filmagens, pedi um tempo livre para que eu pudesse retornar aos EUA para lidar com os problemas de saúde urgentes de um dos meus pais. Isso se provou uma experiência muito exaustiva, que, em última instância, tornou-se um sério problema para a minha própria saúde. Infelizmente, o estúdio não estava disposto a me acomodar e encerrou meus serviços. Esta não foi minha decisão e estava além do meu controle”. Um representante do diretor já havia justificado sua ausência com a explicação de que havia surgido “uma questão de saúde pessoal envolvendo Bryan e sua família”. Foi na ocasião em que a Fox divulgou que tinha suspendido a produção “devido à indisponibilidade inesperada de Bryan Singer”. A Fox não fez nenhum comentário sobre as declarações, apenas emitiu uma nota concisa na segunda, dizendo: “Bryan Singer não é mais o diretor de ‘Bohemian Rhapsody'”. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.
Bryan Singer é demitido da direção do filme da banda Queen
O diretor Bryan Singer (da franquia “X-Men”) foi demitido de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, informou o estúdio 20th Century Fox em comunicado. A decisão ocorreu depois que o diretor sumiu das filmagens. Ele não voltou para o set após o feriado do Dia de Ação de Graças, obrigando a Fox a suspender a produção. O site The Hollywood Reporter apurou que o sumiço estaria relacionado a problemas de bastidores entre o cineasta e o ator Rami Malek (da série “Mr. Robot”), que interpreta o cantor Freddie Mercury. Boatos falam em discussões acaloradas, com Singer jogando objetos longe. Isto teria acontecido após Malek cobrar profissionalismo de Singer, que vinha chegando tarde e faltando aos compromissos das filmagens. Tanto que o diretor de fotografia Newton Thomas Sigel chegou a assumir a direção em alguns dias. Boatos também indicam que o ator Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), que interpreta o empresário do Queen, Jim Beach, também abandonou a produção por desavenças com o diretor, mas foi persuadido a retornar. A demissão estava prevista em contrato, caso Singer não se comportasse de forma profissional. A cláusula, inclusive, alimentou outros boatos, de que ele já tinha manifestado anteriormente comportamento errático num set de cinema. Relatos de desaparecimentos no meio de filmagens teriam ocorrido durante as produções de “Superman – O Retorno” (2006) e “X-Men: Apocalipse” (2016). Um novo diretor deve ser anunciado nos próximos dias para terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. Faltariam apenas cerca de duas semanas para a finalização da fotografia principal. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.
Produção do filme do Queen é interrompida em meio a sumiço do diretor
A Fox suspendeu as filmagens de “Bohemian Rhapsody”, o filme sobre a banda Queen, devido a um problema envolvendo o diretor Bryan Singer (“X-Men”). Em comunicado oficial, o estúdio informa apenas que o diretor ficou inesperadamente indisponível. “A Twentieth Century Fox interrompeu temporariamente a produção em ‘Bohemian Rhapsody’ devido à indisponibilidade inesperada de Bryan Singer”, diz a nota veiculada na sexta-feira (1/12). Um representante do diretor completou a informação, alegando que o desaparecimento do diretor era devido a “uma questão de saúde pessoal de Bryan e sua família. Bryan espera voltar a trabalhar no filme logo após os feriados de fim de ano”. O site Deadline apurou que a produção vem enfrentando problemas há algum tempo. A interrupção atual não seria a primeira. Segundo fontes ouvidas pelo site, o filme teve outras pausas, porque o diretor tem desaparecido. Já o Hollywood Reporter afirma que ele não aparece no set desde o feriadão do Dia de Ação de Graças. O estúdio não confirmou oficialmente em que ponto estão as filmagens, mas há boatos de discussões com os integrantes da banda, que são produtores da cinebiografia, a respeito da contratação de um substituto para terminar o longa. Fontes informaram ao Deadline que a Fox prefere aguardar, porque faltariam apenas cerca de duas semanas para completar a fotografia principal. Se outra pessoa fosse trazida, precisaria terminar as filmagens e supervisionar a pós-produção. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.
Vídeo de bastidores de Bohemian Rhapsody traz recriação de show do Queen
O diretor Bryan Singer compartilhou um vídeo dos bastidores de “Bohemian Rhapsody”, que registra a recriação de um show da banda Queen – ao som do hit “We Will Rock You”. O mais interessante é que em primeiro plano aparece o próprio guitarrista Bryan May, misturando-se à plateia para gravar detalhes com o celular. O filme traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos. I know I posted this as a still, but it was such a cool moment. #brianmay taking #3D pics on set. #queen #bohemianrhapsody #guitar Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Out 22, 2017 às 2:39 PDT
Ator de Mr. Robot vira Freddie Mercury em nova foto de bastidores do filme do Queen
O diretor Bryan Singer publicou em seu Instagram uma nova foto dos bastidores de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen, que destaca o ator Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, na gravação de uma cena de show. Além dele, o elenco traz Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon, sem esquecer de Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda entre 1975 e 1978, Tom Hollander (o Primeiro Ministro britânico de “Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos.
Cinebiografia de Roberto Carlos vai mostrar o acidente em que o cantor perdeu a perna
A cinebiografia de Roberto Carlos vai abordar um dos maiores tabus da vida do cantor. Segundo o diretor Breno Silveira, o filme vai começar mostrando o acidente em que, aos seis anos de idade, ele perdeu parte de sua perna direita. A revelação foi feita durante o programa “Conversa com Bial”. “É o filme contado por ele, na primeira pessoa. Está partindo muito do que ele está contando da história dele. É muito bonito. O convite partiu dele. Ele se abriu, contou histórias que muita gente não sabe. O tamanho que é Roberto Carlos nesse país me deixa muito impressionado. O que mais me deixa emocionado é ver que, de certa forma, ele cantou a vida dele”, revelou o diretor no programa de TV. O episódio nunca foi abordado pelo cantor em entrevistas e costumava ser negado – e até mesmo rendido ameaças da equipe jurídica do artista. Meticuloso, Roberto Carlos sempre exerceu grande controle sobre sua imagem e chegou a processar o escritor Paulo Cesar de Araújo, que escreveu uma biografia não autorizada, “Roberto Carlos em Detalhes”, retirada das livrarias por ordem judicial em 2007. Mas, para Silveira, Roberto está em outro momento de sua vida. “Ele está num ponto bonito da vida. Chegou com uma vontade surpreendente de contar essa história. Ele está parando praticamente toda a sua agenda para conversar com a gente, se concentrar. Está tratando como se fosse um legado”, ele contou ao jornalista Pedro Bial. “Várias vezes, tem uma música que você não entende como foi feita e quando se revela a forma como ele criou, como ele viveu, como botou para fora, você vai às lágrimas… É uma responsabilidade”. O filme de Roberto Carlos será a terceira cinebiografia musical de Breno Silveira, que já filmou “2 Filhos de Francisco” (2005), sobre a vida de Zezé Di Camargo e Luciano, e “Gonzaga: de Pai para Filho” (2012), sobre Luiz Gonzaga e Gonzaguinha. Entre um e outro, ele filmou “À Beira do Caminho” (2012), drama de caminhoneiro inspirado pela música homônima de Roberto Carlos. Foi este filme que aproximou diretor e cantor. Ainda sem previsão de lançamento, o longa será narrado pelo próprio Roberto Carlos, em uma estrutura semelhante à de “2 Filhos de Francisco”. O cantor também trabalhará na produção e supervisão do projeto, terá total controle sobre a obra, escolhendo elenco e aprovando o roteiro, que é escrito por Nelson Motta e Patrícia Andrade.
Bryan Singer divulga fotos dos bastidores do filme da banda Queen
O diretor Bryan Singer publicou em seu Instagram as primeiras fotos dos bastidores de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen. As imagens revelam preparações fara filmagens de shows, inclusive o famoso Live Aid em 1985, além de sua interação com os músicos reais do grupo, Brian May e Roger Taylor, que são produtores do filme e se certificam que os instrumentos e as apresentações sejam fiéis. O elenco destaca Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam do filme Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (o Primeiro Ministro britânico de “Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele se assumir, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a previsão de estreia é para o Natal de 2018 nos Estados Unidos. "you've given me a fame and fortune and everything that goes with it, and I thank you all! But it's been no bed of roses…no pleasure cruise…" #freddiemercury Actually it's been some great first weeks!!! Thanks all! #queen #bohemianrhapsody Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Out 6, 2017 às 1:29 PDT Backstage this week. Thank you #brianmay #rogertaylor #jimbeach for all the help and support! #queen #grahamking #liveaid May's original #fender #telecaster from the day:) #crazylittlethingcalledlove Thank you cast and crew for an amazing birthday surprise that I wish I could post! 😉 Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Set 16, 2017 às 12:39 PDT Pretending between set-ups #liveaid #queen #1985 Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em Set 13, 2017 às 2:32 PDT
Filme sobre a banda Queen escala intérpretes de empresários e namorado de Freddie Mercury
“Bohemian Rhapsody”, o filme sobre a banda Queen, ampliou seu elenco com três novos atores em seu papéis importantes. Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”) será John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978. Tom Hollander (o Primeiro Ministro britânico de “Missão: Impossível – Nação Secreta”) interpretará Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978. E Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) viverá Jim Hutton, namorado de Freddie Mercury nos últimos anos de sua vida. A presença de Hutton na trama revela que a homossexualidade de Freddie Mercury não vai ficar no armário. Vale lembrar que Lucy Boynton (“Sing Street”) entrou no filme como Mary Austin, namorada do cantor, antes dele se assumir. O elenco ainda destaca Rami Malek (série “Mr. Robot”) como Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer (“X-Men”), o roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a produção executiva está a cargo de Brian May e Roger Taylor. Devido ao controle dos músicos, o filme não deverá abordar passagens mais sombrias e controvertidas da banda e de seu cantor.
Mike Myers entra no elenco do filme sobre a banda Queen
O ator Mike Myers vai voltar a aparecer num filme, uma década após o fracasso de sua última comédia, “O Guru do Amor” (2008). Ele se juntou ao elenco de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen e de seu vocalista, Freddie Mercury. Ainda não há informações sobre qual será o papel do ator, que, curiosamente, tem uma relação cinematográfica com a música do Queen que nomeia a produção. A cena mais famosa da comédia “Quanto Idiota Melhor” (1992) trazia Myers e elenco cantando e batendo cabeças ao som de “Bohemian Rhapsody” num carrinho compacto. Relembre no vídeo abaixo. Um dos mais bem-sucedidos comediantes a sair do humorístico “Saturday Night Live” nos anos 1990, graças ao sucesso da franquia “Austin Powers”, Myers sumiu dos cinemas após o fiasco de “O Guru do Amor”, tendo aparecido apenas num pequeno papel de “Bastardos Inglórios” (2009) desde então. Mesmo assim, sua voz continuou sendo ouvida em desenhos da franquia “Shrek”, onde ele dubla o personagem-título. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer (“X-Men”), o roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a produção executiva está a cargo de Brian May e Roger Taylor. Devido ao controle dos músicos, o filme não abordará as passagens mais sombrias e controvertidas da vida de Freddie Mercury. Não se sabe, por exemplo, como será tratada a homossexualidade do cantor, que oficialmente nunca saiu do armário, a menos que se conte, por ironia, a letra de “Bohemian Rhapsody”. A previsão de estreia é para o Natal de 2018.
Lucy Boynton viverá a inspiração de “Love of My Life” no filme da banda Queen
A jovem estrela em ascensão Lucy Boynton (“Sing Street”) entrou no filme sobre a banda Queen. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela vai interpretar Mary Austin, com quem o cantor Freddie Mercury viveu em Londres por muitos anos. Na vida real, Mary Austin namorou o guitarrista Brian May antes de se encantar com Mercury, e permaneceu amiga do cantor mesmo após ele abraçar sua homossexualidade. Mercury passou a ter relações com outros homens enquanto os dois ainda conviviam como um casal. O relacionamento durou até metade dos anos 1970, quando ela admitiu sua verdadeira inclinação sexual, mas eles continuaram próximos – literalmente, já que Freddie lhe comprou uma residência próxima da sua. O grande afeto que o cantor sentia por ela foi explicitado em muitas canções do Queen, inclusive no grande sucesso “Love of My Life”. O filme, por sinal, tem o título de outro hit da banda, “Bohemian Rhapsody”, e traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer (“X-Men”), o roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a produção executiva está a cargo de Brian May e Roger Taylor. Devido ao controle dos músicos, o filme não abordará as passagens mais sombrias e controvertidas da vida de Freddie Mercury. Não se sabe, por exemplo, como será tratada a homossexualidade do cantor, que oficialmente nunca saiu do armário, a menos que se conte, por ironia, a letra de “Bohemian Rhapsody”. A previsão de estreia é para o Natal de 2018.









