Diretor revela novo teaser da cinebiografia de Elvis Presley
O diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) compartilhou em seu Twitter um novo teaser de sua cinebiografia de Elvis Presley, anunciando o trailer para quinta-feira. O vídeo curto mostra o ator Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) de costas e dançando muito em momentos distintos da carreira do cantor – como um jovem roqueiro da metade dos anos 1950, em sua volta triunfal de 1968 e no palco de um megashow dos anos 1970. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, o filme enfrentou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, o que alterou sua estreia, originalmente prevista para novembro passado nos EUA. A nova data de lançamento é em 14 de julho no Brasil, quatro semanas após os EUA. Hey, it’s time to TCB!⚡️ I’ll have a trailer to share with you all on Thursday…#Elvis #TCB #ElvisMonday pic.twitter.com/NETP7mk1eA — Baz Luhrmann (@bazluhrmann) February 14, 2022
Ator de “Uma Noite em Miami” viverá Bob Marley no cinema
O ator Kingsley Ben-Adir vai viver a terceira personalidade histórica de sua carreira. Depois de interpretar o ativista Malcolm X no filme “Uma Noite em Miami” e o ex-presidente norte-americano Barack Obama na minissérie “The Comey Rule”, ele será Bob Marley na cinebiografia do ícone do reggae. O longa-metragem tem produção da Paramount Pictures, que levou quase um ano para definir o protagonista. A direção é de Reinaldo Marcus Green, que assinou outra cinebiografia recente, “King Richard – Criando Campeãs”. O projeto também tem envolvimento da família do cantor. Os filhos Ziggy Marley e Cedella Marley e a viúva, Rita Marley, são coprodutores em nome da Tuff Gong, gravadora fundada por Bob Marley. O cantor teria completado 77 anos no último domingo (6/2). Responsável pela popularização do reggae em todo o mundo, o cantor jamaicano que eternizou clássicos como “Get Up, Stand Up”, “One Love”, “No Woman, No Cry” e “Could You Be Loved” morreu em 1981, aos 36 anos, vítima de câncer.
Biografia de Keith Moon será filmada em junho
A cinebiografia de Keith Moon, lendário baterista da banda The Who, definiu sua equipe e se prepara para começar a ser filmada em junho no Reino Unido. Segundo a revista Variety, o projeto tem o título provisório de “The Real Me” (título de uma música do álbum “Quadrophenia”) e conta com os membros sobreviventes da banda, Roger Daltrey e Pete Townshend, como produtores executivos. O filme tem roteiro de Jeff Pope (indicado ao Oscar por “Philomena”) e será dirigido por Paul Whittington, que anteriormente assinou os três episódios da minissérie “Cilla”, sobre a cantora Cilla Black, passada no mesmo período do auge do The Who. A produção está a cargo do estúdio americano White Horse Pictures, com sede em Los Angeles, que realizou o documentário de Martin Scorsese “George Harrison: Living in the Material World”, bem como pelo documentário de Ron Howard sobre os Beatles “Eight Days a Week: The Touring Years”. Embora nenhum nome do elenco tenha sido revelado, o processo de seleção já está acontecendo há alguns meses. Considerado um dos maiores bateristas de todos os tempos, Keith Moon também era notoriamente famoso pelo consumo de drogas, que acabou sendo a causa de sua morte em 1978, com apenas 32 anos de idade – apesar da aparência final de um homem de 50. Em uma entrevista de 2018 para a revista GQ, o cantor Roger Daltrey refletiu sobre o velho amigo: “Keith viveu toda a sua vida como uma fantasia. Ele era o homem mais engraçado que já conheci, mas também era o mais triste. Eu vi Keith em alguns momentos terríveis. Eu o vi a sua altura lendária, mas também em seu ponto mais baixo. Keith é alguém que eu amo profundamente, mas que era uma pessoa profundamente problemática.” Lembre abaixo da música “Real Me”, com um solo marcante de Keith Moon.
Filmes de Aretha e Pixinguinha chegam nas locadoras digitais
Os destaques das locadoras digitais incluem três cinebiografias, duas delas musicais: “Respect: a História de Aretha Franklin”, que pulou os cinemas brasileiros devido à pandemia, e “Pixinguinha, um Homem Carinhoso”, que passou como um relâmpago pelo circuito limitado no mês passado. Entre outros filmes inéditos no parque exibidor nacional, há até produções com grandes astros de Hollywood, como Matt Damon e Nicolas Cage. Confira abaixo os 10 lançamentos mais interessantes que chegam ao catálogo dos serviços de VOD (video on demand) neste fim de semana. RESPECT: A HISTÓRIA DE ARETHA FRANKLIN | Apple TV+, Google Play, YouTube Aretha Franklin escolheu pessoalmente, ainda em vida, a cantora Jennifer Hudson para representá-la nas telas, após vê-la no filme “Dreamgirls”, que rendeu um Oscar à artista. A produção tenta resumir sua trajetória da infância na Igreja até sua consagração como Rainha do Soul, cantando clássicos imortais como “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título “Respect”, além de apresentar seu conturbado relacionamento com o marido Ted White. Apesar da amplitude o recorte, o fio condutor é seu crescente empoderamento. PIXINGUINHA, UM HOMEM CARINHOSO | NOW, Vivo Play Um dos artistas mais importantes da música brasileira se materializa em interpretação de Seu Jorge (o “Marighella”), que, além de atuar, também toca de verdade os instrumentos de sopro que consagraram o grande maestro, aumentando a credibilidade da representação. Escrita por autores da Globo, a produção opta por condensar 75 anos de vida em 100 minutos, em vez de se concentrar num período específico, resultando numa trama episódica com grandes saltos sobre a época e a trajetória do compositor de “Carinhoso”, “Lamentos” e “Benguelê”. STILLWATER: EM BUSCA DA VERDADE | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube O drama estrelado por Matt Damon (“Jason Bourne”) e dirigido por Tom McCarthy (“Spotlight: Segredos Revelados”) é vagamente inspirado pela história real de Amanda Knox, universitária americana condenada (e depois inocentada) por assassinato de uma colega de quarto na Itália – bastante midiático, o “true crime” rendeu outros filmes e documentários. Seu diferencial é apresentar a trama pelo ponto de vista do pai da jovem. Na trama, mesmo sendo um estrangeiro e sem saber como agir na Itália, o personagem vivido por Damon começa uma perigosa investigação por conta própria, que coloca em risco até as pessoas que tentam ajudá-lo. A VIDA SOLITÁRIA DE ANTONIO LIGABUE | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Outra cinebiografia, o filme italiano venceu sete prêmios internacionais, inclusive o Urso de Prata do Festival de Berlim de 2020, ao narrar a história do suíço Antonio Ligabue. Com transtornos mentais, ele sofreu bullying e foi internado em diferentes instituições psiquiátricas por quase toda a vida. Até o dia em que foi estimulado a pintar e descobriu sua vocação para as artes, tornando-se respeitado, nos últimos dias de vida, como um revolucionário artista da arte moderna. A VINÍCOLA DOS SONHOS | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube O ator Joe Pantoliano (do primeiro “Matrix”) vive um homem que, ao passar por uma crise na Terceira Idade, viaja para sua cidade natal na Itália, onde encontra um novo propósito ao tomar conta do antigo vinhedo de seu avô. O drama venceu seis prêmios em festivais na Itália e nos EUA. HERDEIRO | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Terror irlandês sobre uma mulher em fuga de uma seita, que engravidou quando era uma seguidora e agora, oito anos depois, precisa cuidar do menino que sofre com uma doença misteriosa. Seguindo seus instintos maternais para salvá-lo, ela comete atos imperdoáveis, até se ver obrigada a decidir qual seu limite para salvar a criança. Premiado em festivais europeus de terror, o filme tem direção de Ivan Kavanagh, que já tinha se destacado no gênero com “O Canal” (2014). GHOSTLAND: TERRA SEM LEI | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Imagine um filme com o ator mais alucinado dirigido pelo cineasta mais louco. “Ghostland” reúne o astro americano Nicolas Cage (“Pig”) com o diretor japonês Sion Sono (“Por Que Você Não Vai Brincar no Inferno?”), e o resultado é pura maluquice. Trash de primeira grandeza, combina o futuro pós-apocalíptico de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), sagas de samurais e a missão de “Fuga de Nova York” (1981). Na trama, o criminoso vivido por Cage se vê obrigado a resgatar uma jovem (a “Múmia” Sofia Boutella) supostamente raptada e levada para terras ainda mais devastadas, das quais ninguém costuma retornar. PIG – UMA COMÉDIA MATADORA | NOW Filme iraniano diferente de todos que você já viu, “Pig” é um terrir trash, que disfarça em sua metalinguagem várias críticas ao governo e ao cinema do país. O enredo acompanha um cineasta iraniano frustrado. Ele está proibido de filmar, sua musa tem trabalhado com outros diretores e sua vida doméstica é uma procissão de discussões intermináveis com a esposa e uma mãe cada vez mais sem noção da realidade. Como se não fosse suficiente, surge em cena um serial killer que resolve matar os melhores cineastas iranianos, mas tem a audácia de ignorar o protagonista sofredor. O que o leva questionar: por que o melhor diretor de cinema de todos continua vivo? TEMPESTADE PERFEITA | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube BIARRITZ SURF GANG | Google Play, YouTube A seleção de filmes se completa com dois documentários de surfe, com destaque para “Tempestade Perfeita”, que conta a história da ascensão do surfe brasileiro entre 2014 e 2021, com nomes como Gabriel Medina, Ítalo Ferreira e Adriano de Souza, atletas que mudaram o rumo da história do esporte e consolidaram o Brasil no circuito mundial.
Filme de Gal Costa com Sophie Charlotte define seu Caetano Veloso
A cinebiografia de Gal Costa começa a definir seu elenco central. Depois de confirmar a atriz Sophie Charlotte no papel principal, “Meu Nome É Gal” escalou o baiano Rodrigo Lelis como Caetano Veloso. Com trajetória teatral premiada, ele acaba de filmar “A Matriarca”, longa de Lula Oliveira, e já começou a preparação ao lado de Sophie Charlotte em São Paulo. A atriz, por sua vez, é bem conhecida do público de novelas, mas está afastada do gênero desde “Babilônia” (2015). Neste meio tempo, fez vários filmes e séries, e será vista a seguir na minissérie “Passaporte para a Liberdade” (que seria batizada de “O Anjo de Hamburgo”), toda falada em inglês para ser vendida no mercado internacional. As filmagens de “Meu Nome É Gal” vão começar em janeiro sob direção de Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”). A produção é da Paris Entretenimento e Dramática Filmes. Para entrar no clima, veja um vídeo clássico do “Fantástico” com Gal Costa cantando a música que batiza a produção – vale lembrar que o guitarrista com quem ela faz duelo de cordas (vocais versus metal) é o saudoso Robertinho do Recife.
Filme independente revela fotos de intérpretes dos Beatles
No mesmo dia em o documentário “The Beatles: Get Back” estreia na Disney+, outro projeto envolvendo a banda mais famosa de todos os tempos começa a ganhar vida, com a divulgação das primeiras fotos dos intérpretes de John, Paul, George e Ringo no filme independente “Midas Man”. As imagens não devem atrair muitos fãs à produção, que tem baixo orçamento e é no mínimo conturbada. O sueco Jonas Akerlund, veterano diretor de clipes e da cinebiografia de rock “Mayhem – Senhores do Caos” (2018), abandonou o projeto em meio às filmagens e foi substituído por Sara Sugarman (“Confissões de uma Adolescente em Crise”) – sem maiores explicações. As filmagens ficaram interrompidas por quase um mês, mas foram recentemente retomadas em Liverpool, cidade que serviu de cenário para o surgimento dos Beatles. Os atores Jonah Lees (“Carta ao Rei”) vive John Lennon, Blake Richardson (“Eleven Days”) é Paul McCartney, Harvely Elledge (“Creation Stories”) interpreta George Harrison e o estreante Campbell Wallace assume as baquetas de Ringo Starr. Ao lado dos atores caracterizados com o visual de no máximo 1965, é possível ver em destaque um amplificador Orange, que só foi inventado em 1968. De todo modo, a história é centrada, na verdade, no “quinto beatle”, Brian Epstein (1934-1967), o homem com o toque de Midas, que é considerado um dos maiores responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. Dono de uma loja de discos em Liverpool e gay numa época em que isso não era bem aceito pela sociedade, ele se impressionou com uma apresentação da banda no Cavern Club e decidiu que iria conseguir um contrato com uma gravadora para a banda. O quarteto achou engraçado. Mas oito meses depois de conhecê-lo, assinaram o contrato que levou ao lançamento de “Love Me Do” e ao começo da Beatlemania. Ele também mudou o visual da banda, colocando os músicos em terninhos combinados e, para completar, ainda lançou a cantora Cilla Black, amiga dos Beatles, que também teve uma carreira de sucesso. A expressão “quinto beatle” foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. Muitos ligam a morte precoce de Epstein ao começo do fim da banda. No filme, Epstein será interpretado por Jacob Fortune-Lloyd, que viveu D.L. Townes em “O Gambito da Rainha”. O elenco também inclui Adam Lawrence (“Peaky Blinders”) como Pete Best, primeiro baterista dos Beatles, Jay Leno (“The Tonight Show”) como o lendário apresentador Ed Sullivan, Emily Watson (“Chernobyl”) e Eddie Marsan (“Ray Donovan”) como os pais do empresário, Rosie Day (“Por um Corredor Escuro”) como Cilla Black e Charley Palmer Rothwell (“Jack Ryan”) no produtor musical George Martin. Ainda não há previsão para a estreia.
Jonah Hill será Jerry Garcia em filme de Martin Scorsese sobre a banda Grateful Dead
O cineasta Martin Scorsese vai estender sua parceria com a Apple TV+ com um novo filme, após concluir “Killers of the Flower Moon”. Como seu próximo projeto, ele pretende produzir e dirigir uma longa biográfico sobre a banda Grateful Dead e já escalou Jonah Hill como o cantor Jerry Garcia. Hill, que foi indicado ao Oscar pela colaboração com Scorsese em “O Lobo de Wall Street”, também será um dos produtores. O roteiro está sendo escrito por Scott Alexander e Larry Karaszewski, responsáveis pela premiada minissérie “American Crime Story: The People vs. OJ Simpson”, e conta com a colaboração dos integrantes da banda. Surgido em meio à contracultura psicodélica dos anos 1960, Grateful Dead continua em atividade até hoje graças a fãs ardorosos, autodenominados Deadheads, que lotam seus shows para assistir improvisos e solos intermináveis. Mas embora os membros sobreviventes façam o possível, a fase áurea da banda chegou ao fim quando Jerry Garcia morreu em 1995. Scorsese faz parte da mesma geração da banda, tendo começado a carreira trabalhando no documentário sobre o festival de Woodstock, em 1969. Paralelamente a sua respeitada filmografia de obras de ficção, ele continuou a alimentar sua paixão por documentários de rock com vários projetos, entre eles a produção de um filme sobre o Grateful Dead, “Long Strange Trip”, lançado em 2017. Ainda sem título, o longa está sendo comemorado na Apple, com quem Socorsese assinou um contrato de produção no ano passado. A plataforma resolveu investir em filmes e prepara diversos lançamentos de peso para os próximos meses, incluindo o citado “Killers of the Flower Moon”, que reúne Leonardo DiCaprio e Robert De Niro, “Kitbag”, de Ridley Scott, que trará Joaquin Phoenix como Napoleão, “Emancipation”, de Antoine Fuqua, com Will Smith no papel de escravo, e um novo thriller sem título estrelado por George Clooney e Brad Pitt.
Baz Luhrmann libera primeiro teaser da cinebiografia de Elvis Presley
O diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) liberou a primeira mostra de sua cinebiografia de Elvis Presley, publicando um teaser do filme nas redes sociais. O vídeo curto mostra o ator Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) de costas ou à distância em três momentos distintos da carreira do cantor, como um jovem roqueiro da metade dos anos 1950, em sua volta triunfal de 1968 e na chegada a um megashow dos anos 1970. O post também revelou que o filme será lançado em 24 de julho de 2022. A produção ainda sem título também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, o filme enfrentou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, o que alterou sua estreia, originalmente prevista para este mês nos EUA. Elvis Monday⚡️ Made a little something to let you good people know we are taking care of business on June 24, 2022.#Elvis #TCB pic.twitter.com/grf8IGqfw9 — Baz Luhrmann (@bazluhrmann) November 15, 2021
Casamento de Ozzy e Sharon Osbourne vai virar filme
A história de amor de Ozzy e Sharon Osbourne será apresentada ao mundo em tela grande. Ainda sem título, o filme sobre o famoso casal roqueiro entrou em desenvolvimento pela Sony Pictures e a Polygram Entertainment, e seguirá seu relacionamento ao longo das décadas. Ozzy e Sharon se casaram em 1982 e tiveram três filhos: Aimee, Jack e Kelly Osbourne. A dinâmica pouco convencional da família ficou mundialmente conhecida pelo reality show “The Osbournes”, exibido entre 2002 e 2005 pela MTV. O roteiro dessa história está sendo escrito por Lee Hall, que assinou a cinebiografia de Elton John, “Rocketman”. Outro detalhe igual ao filme de Elton John é que o projeto é chapa branca, com produção dos biografados. “A nossa relação foi muitas vezes selvagem, insana e perigosa, mas foi o nosso amor imortal um pelo outro que nos manteve juntos”, definiu a produtora e personagem Sharon Osbourne. “Ficamos felizes de levar a nossa história para a tela, com a ajuda da Sony e da Polygram”. Se a participação do casal impede que detalhes críticos venham à tona, garante, por outro lado, que as músicas de Ozzy possam ser usadas no projeto. Ainda não há diretor, elenco e previsão de filmagem para o longa biográfico.
Andrew Garfield canta no trailer e em faixa inédita de “Tick, Tick… Boom!”
A Netflix divulgou um novo pôster, o segundo trailer e uma faixa inédita do musical “Tick, Tick… Boom!”, primeiro longa dirigido por Lin-Manuel Miranda (o autor de “Hamilton”), que estreia em streaming no dia 19 de novembro. “Tick, Tick… Boom!” traz Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) cantando e interpretando Jonatham Larson, um autor real da Broadway, antes do sucesso, ansioso pela véspera de seu aniversário de 30 anos e da estreia de seu projeto dos sonhos, o musical “Superbia”, uma ópera rock inspirada em “1984”, de George Orwell – que na vida real nunca foi produzida. O filme adapta a peça homônima do próprio Larson, concebida após sua frustração com o destino de “Superbia”. O texto é um grande desabafo, dispensando a estrutura grandiosa dos espetáculos da Broadway para ser apresentado como show “de bolso” em pequenos palcos. Originalmente apresentado apenas por Larson e uma banda em 1990, a peça foi ampliada após a morte do autor em 1996, fazendo sua estreia como musical off-Broadway em 2001. A versão que chega ao streaming é a póstuma, que incluiu outros personagens além de Larson. E foi escrita, por sinal, por mais uma estrela da Broadway, Steven Levenson, responsável por “Dear Evan Hansen” – além de ter vencido o WGA Award (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) pela minissérie “Fosse/Verdon”, homenagem aos musicais. O detalhe é que, ao mesmo tempo em que apresentava o espetáculo solo, Larson acabou desenvolvendo “Rent”, seu maior sucesso, que infelizmente ele nunca pôde apreciar. O dramaturgo morreu de problemas cardíacos na manhã da première de “Rent”, aos 35 anos, vencendo todos os prêmios possíveis (do Tony ao Pulitzer) postumamente. A filmagem da fase mais criativa da vida de Larson ainda inclui em seu elenco MJ Rodriguez (“Pose”), Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”), Judith Light (“Transparent”) e marca a volta de Vanessa Hudgens aos musicais que a consagraram na adolescência, quando estrelou a franquia “High School Musical”, da Disney. A produção também terá exibição limitada nos cinemas, numa aposta da Netflix em busca de indicações ao Oscar para a produção. Veja abaixo o trailer legendado e confira o vocal de Andrew Garfield numa música da produção, o rock “30/90”.
Musical “Tick, Tick… Boom!” ganha novas fotos e data de estreia
A Netflix divulgou novas fotos e a data de lançamento do musical “Tick, Tick… Boom!”. O primeiro longa dirigido por Lin-Manuel Miranda (o autor de “Hamilton”) vai estrear em streaming no dia 19 de novembro. O filme adapta a peça homônima de Jonathan Larson, outro autor célebre da Broadway, que é conhecido pelo sucesso de “Rent”. Originalmente concebido como um trabalho solo interpretado pelo próprio Larson em 1990, a peça foi ampliada após sua morte em 1996, fazendo sua estreia como musical off-Broadway em 2001. A versão que chega ao streaming é a póstuma, que incluiu outros personagens além de Larson. E foi escrita, por sinal, por mais uma estrela da Broadway, Steven Levenson, responsável por “Dear Evan Hansen” – além de ter vencido o WGA Award (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) pela minissérie “Fosse/Verdon”, homenagem aos musicais. “Tick, Tick… Boom!” traz Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) na pele de Larson, ansioso pela véspera de seu aniversário de 30 anos e da estreia de um novo musical, “Superbia”, uma ópera rock inspirada em “1984”, de George Orwell – que na vida real nunca foi produzida. De fato, foi a frustração com o destino de “Superbia” que levou o autor a criar “Tick, Tick… Boom!”. O texto é um grande desabafo, dispensando a estrutura grandiosa dos espetáculos da Broadway para lhe permitir se expressar com estrutura mínima, acompanhado apenas por uma banda em pequenos palcos. O detalhe é que, ao mesmo tempo em que apresentava o espetáculo solo, Larson acabou desenvolvendo “Rent”, seu maior sucesso, que infelizmente nunca pôde apreciar. Ele morreu de problemas cardíacos na manhã da première, aos 35 anos, vencendo todos os prêmios possíveis (do Tony ao Pulitzer) postumamente. A filmagem dessa fase criativa da vida de Larson ainda inclui em seu elenco MJ Rodriguez (“Pose”), Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”), Judith Light (“Transparent”) e marca a volta de Vanessa Hudgens aos musicais que a consagraram na adolescência, como estrela da franquia “High School Musical”, da Disney. A produção também terá exibição limitada nos cinemas, numa aposta da Netflix em busca de indicações ao Oscar para a produção. Eu já tô ansiosa pra ver o Andrew Garfield como Jonathan Larson no meu novo musical. Dirigido por ninguém menos que Lin-Manuel Miranda, tick, tick…BOOM! estreia dia 19 de novembro. 💥💥 pic.twitter.com/BALt6Gxfwx — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 11, 2021
Jennifer Hudson canta hits de Aretha Franklin em cenas do filme “Respect”
A MGM divulgou duas cenas de “Respect – A História de Aretha Franklin”, em que a atriz Jennifer Hudson interpreta dois clássicos da Rainha do Soul, “Think” e a música-título “Respect”. A atriz foi escolhida pela própria Aretha para interpretá-la nas telas e tem a experiência de quem já ganhou um Oscar por um papel musical – em “Dreamgirls” (2006). A versão cinematográfica da história da cantora foi escrita por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção ficou a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Já a produção musical é de Harvey Mason Jr., que trabalhou com a própria Aretha Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Jennifer Hudson. O elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). Depois de muitos adiamentos, o filme estreia nos EUA nesta sexta (13/8), mas o público brasileiro ainda vai precisar esperar um mês. O lançamento nacional está marcado para 9 de setembro.
Filme sobre vida de Ney Matogrosso vai se chamar “Homem com H”
Em desenvolvimento pela Paris Filmes desde 2018, a cinebiografia do cantor Ney Matogrosso ganhou título e divulgou sua equipe criativa. Chamado de “Homem com H”, nome de uma canção de 1981, o longa-metragem sobre a vida e a obra de Ney Matogrosso terá direção de Esmir Filho, responsável por filmes como “Os Famosos e Os Duentes da Morte” e “Verlust”, e a série “Boca a Boca”, da Netflix. “Além de admirar Ney como pessoa e artista, me identifico muito com sua história de vida, sua postura frente ao mundo e seus pensamentos”, disse o diretor, em comunicado da Paris Filmes. “Meu desafio agora é traduzir a poesia de Ney para a linguagem do cinema, criando uma jornada sobre liberdade e afeto. Fiquei muito feliz quando o projeto chegou até mim por convite e iluminou meus últimos meses isolados, em que estive imerso nos discos de Ney e livros que contam sua trajetória. Ri, chorei, dancei”, completou. O filme deverá acompanhar a vida do artista desde a infância no Mato Grosso do Sul, incluindo o complicado relacionamento com o pai militar e sua vida no Rio de Janeiro vendendo artesanato, até chegar ao sucesso musical com o grupo Secos e Molhados, o lançamento de sua carreira solo e seus dias atuais. Como pano de fundo, a trama deve abordar a história do país, desde movimentos culturais como o Tropicalismo, até políticos como a luta contra a censura e a campanha Diretas Já. A produção é autorizada por Ney Matogrosso que participa ativamente do desenvolvimento e das decisões artísticas do projeto. A próxima etapa da produção é escolher o ator principal, visando começar as filmagens em 2022 e fazer a estreia em 2023.










