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  • TV

    Laura Cardoso morre aos 98 anos

    18 de agosto de 2026 /

    Atriz deixa mais de 100 trabalhos em trajetória que percorreu rádio, televisão, teatro, cinema e dublagem

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  • TV

    Rodrigo Faro assina com a Globo e apresentará programa na Globoplay

    24 de março de 2026 /

    O apresentador retorna à emissora carioca após 18 anos de afastamento e seguirá a mesma estratégia de "pedágio" adotada com Ticiane Pinheiro

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  • Etc,  TV

    Mário César Camargo, ator de “Chocolate com Pimenta”, morre aos 75 anos

    12 de outubro de 2022 /

    O ator Mário César Camargo morreu na segunda-feira (10/10), em Belo Horizonte. Ele sofreu um mal súbito e caiu na rua, onde acabou falecendo aos 75 anos. O artista nasceu em Marília, interior de São Paulo, mas morava em Belo Horizonte desde 1988. Ele iniciou sua carreira artística no Centro Popular de Cultura da União Nacional de Estudantes (UNE), no começo dos anos 1960, mas demorou a deslanchar, o que aconteceu em 1982, quando interpretou Giovanni Barachetta na peça “Bella Ciao”, de Luis Alberto de Abreu. Somente depois disso passou para a televisão. Embora tenha aparecido em “Partido Alto” (1984), só conseguiu seu primeiro papel de destaque na Globo 15 anos depois, como o personagem Anacleto em “Terra Nostra” (1999). Ele também atuou em “Coração de Estudante”, “Começar de Novo”, “Insensato Coração” e “Chocolate com Pimenta”, que está atualmente sendo reprisada em uma edição especial. Mário César também teve papéis em quatro filmes entre 2003 e 2008: “Narradores de Javé”, “Veias e Vinhos”, “Pequenas Histórias” e “Linha de Passe”. Seu último trabalho nas telas foi em 2016, na série de terror “Supermax”, em que interpretou Timóteo, um médico reformado pelo exército. Ele deixa a esposa Monica Belisário e a filha Laura, de 29 anos.

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  • TV

    Globo não renova contrato com Elizabeth Savala

    21 de abril de 2022 /

    Elizabeth Savala não é mais contratada da Globo. Após 47 anos, a atriz, que atualmente está no ar em “Quanto Mais Vida, Melhor”, não teve seu contrato renovado. No novo modelo de trabalho da emissora, ela vai receber apenas por obra de que participar daqui para frente. A nova política da Globo é enxugar custos e encerrar contratos longos, que obrigavam a emissora a fazer pagamentos mesmo em períodos em que artistas não trabalhavam. Isto também abriu o mercado, permitindo aos concorrentes contratar nomes como Letícia Spiller, Juliana Paes, Reynaldo Gianecchini e outros. A primeira novela de Elizabeth Savala na Globo foi “Gabriela” (1975), trama baseada no romance de Jorge Amado, na qual interpretou a jovem Malvina. Ele estourou logo em seguida em “O Astro” (1977), como par romântico de Tony Ramos, com quem também trabalhou em “Pai Herói” (1979), e surpreendeu muitos com sua veia cômica a partir de “Plumas & Paetês” (1980). Sua capacidade de improvisação a fez roubar cenas ao viver vilãs engraçadas de novelas das 18h, mas também rendeu brigas como escritor Walcyr Carrasco, que não aceitava seus “cacos” e a deixou muda por duas semanas em “Chocolate com Pimenta” (2003). Antes de “Quanto Mais Vida, Melhor”, ela fez duas novelas consecutivas na emissora, “Êta Mundo Bom!” (2016) e “Pega Pega” (2017-2018).

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  • Etc,  Série,  TV

    Jorge Fernando (1955 – 2019)

    28 de outubro de 2019 /

    O ator e diretor Jorge Fernando morreu no domingo (27/10), aos 64 anos, após dar entrada no Hospital CopaStar, em Copacabana, devido a uma parada cardíaca. Ele vinha se recuperando de um AVC (acidente vascular cerebral), que sofreu há dois anos, e tinha inclusive retomado a carreira, como ator e diretor da novela “Verão 90”, encerrada em julho passado. Jorge começou a atuar na escola onde estudava no Méier, Zona Norte do Rio, e se lançou em meio ao boom do teatro besteirol, estreando como ator profissional em 1976, na peça “As Mil e uma Encarnações de Pompeu Loredo”, de Mauro Rasi e Vicente Pereira. A carreira televisiva começou dois anos depois, como ator na série “Ciranda, Cirandinha”, de 1978, no papel de Reinaldo (Rei). Mas ele não queria ficar só na frente das câmeras. Mostrando sua versatilidade, no mesmo ano estrelou e dirigiu a peça “Zoológico” e foi assistente de direção do filme “Na Boca do Mundo”. Ele fez transição para as novelas com um papel de destaque em “Pai Herói” (1979), onde viveu o antagonista de Tony Ramos. Mas ao atuar em sua novela seguinte, “Água Viva” (1980), passou a se interessar mais pelo trabalho atrás das câmeras, acumulando sem créditos o papel de co-diretor. Sua estreia oficial como diretor da Globo aconteceu logo em seguida, em “Coração Alado”, de Janete Clair, em 1980. Ao todo, ele dirigiu 34 novelas, minisséries e séries. Um dos seus sucessos mais marcantes foi “Guerra dos Sexos” (1983), escrita por Sílvio de Abreu, que tinha como protagonistas Fernanda Montenegro e Paulo Autran (seu pai em “Pai Herói”). O tom de humor que ajudou a imprimir na produção acabou virando sua marca, e por um bom tempo determinou o estilo das novelas das 19h. Ele próprio assinou a direção de alguns dos maiores sucessos do horário, como “Vereda Tropical” (1984), “Cambalacho” (1986), “Brega & Chique” (1987) e “Que Rei Sou Eu?” (1989), antes de fazer sua transição para o “horário nobre” com “Rainha da Sucata” (1990), mais uma parceria bem-sucedida com o escritor Sílvio de Abreu. A partir daí, passou a transitar entre os dois horários, assinando hits pela noite inteira da Globo, de “Vamp” (1991), às 19h, até “A Próxima Vítima” (1995), às 20h, que fez o Brasil parar para debater a identidade de seu grande assassino. Consagrado como diretor de novelas, passou a se desafiar com outros formatos. Dirigiu séries (“Armação Ilimitada”, “Sai de Baixo”), programas infantis (“Angel Mix”, “Gente Inocente”), de variedades (“Não Fuja da Raia”, “TV Xuxa”) e foi redefinir o horário das 18h com “Chocolate com Pimenta” (2003), de Walcyr Carrasco, com quem trabalhou em mais quatro folhetins, entre eles “Alma Gêmea” (2004), que bateu recorde de audiência do horário. O último foi “Êta Mundo Bom!”, em 2016. Esteve à frente, também, dos remakes de “Ti Ti Ti” (2010) e da própria “Guerra dos Sexos” (2012). E estabeleceu uma parceria criativa com o casal Fernanda Young e Alexandre Machado em duas séries de comédia, “Nada Fofa” (2008) e “Macho Man” (2011). Além de dirigir, ele também estrelou a última produção no papel principal, como um ex-gay determinado a provar sua heterossexualidade. Para completar, trouxe sua mãe, Hilda Rebello, para atuar em algumas novelas que dirigiu, permitindo-lhe início tardio de uma vida artística, reprimida na juventude. Sua carreira, entretanto, não coube inteira na TV. Jorge Fernando também desenvolveu diversos trabalhos no cinema e no teatro. Dirigiu (e atuou em) “Sexo, Amor e Traição” (2004), “Xuxa Gêmeas” (2006) e “A Guerra dos Rocha” (2008), além de aparecer no clássico “Alma Corsária” (1993), de Carlos Reichenbach, e no blockbuster “Se Eu Fosse Você” (2006), de Daniel Filho. No palco, esteve à frente de sucessos do teatro besteirol, comandou Cláudia Raia no musical “Não Fuja da Raia”, coordenou a adaptação teatral de “Vamp” e criou a peça autobiográfica “Salve Jorge”, com histórias que marcaram sua trajetória profissional. Sua vida se multiplicou em arte.

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