Pôster oficializa produção de “Família Addams 2”
A MGM divulgou o primeiro pôster da continuação da animação “Família Addams”, que destaca Wandinha (Wednesday) e oficializa a produção, originalmente encomendada no ano passado – mais especificamente no fim de semana de estreia do primeiro filme. Com direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”), o filme anterior foi o primeiro longa animado baseado nos personagens criados por Charles Addams em 1938 e trouxe as vozes de Charlize Theron (“Tully”) como Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) nos papéis dos filhos Vandinha e Feioso (Pugsley), Nick Kroll (série “The League”) como o Tio Chico (Fester), Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams, Snopp Dog (“Meu Nome é Dolemite”) como o primo Coisa (It) e Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”) como a vilã Margaux Needler. Orçada em US$ 50 milhões, a produção acabou faturando US$ 203 milhões em todo mundo, mas não agradou a crítica, com apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. A continuação tinha estreia marcada para 22 de outubro de 2021, mas, devido ao coronavírus, o pôster inaugural evita data específica e estampa que seu lançamento vai acontecer “em breve”. Por enquanto, não há informações sobre a trama do novo filme.
Chloë Moretz vai estrelar nova série sci-fi dos criadores de Westworld
A atriz Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) vai estrelar “The Peripheral”, nova série sci-fi desenvolvida por Jonathan Nolan e Lisa Joy, os criadores de “Westworld”. A produção da Warner Bros. Television está sendo desenvolvida para a plataforma Amazon Prime Video e se baseia no best-seller homônimo do escritor William Gibson, um dos pais do subgênero cyberpunk. A série gira em torno de Flynne Fisher (Moretz), uma mulher que tenta unir os pedaços de sua família desfeita em um canto esquecido da América rural. Flynne é inteligente, ambiciosa, mas condenada, porque não tem futuro naquele lugar. Até que o futuro chega chamando por ela. A trama vai lidar com linhas temporais diferentes e como um contato com o futuro pode influenciar o presente e impactar a História. A adaptação está a cargo de Scott B. Smith, escritor dos livros que viraram o suspense “Um Plano Simples” (1998) e o terror “As Ruínas” (2008), com Nolan e Joy atuando como produtores por meio de sua empresa Kilter Films. A encomenda da produção é o primeiro resultado do contrato fechado pelo casal com a Amazon para desenvolver novas atrações exclusivas. O primeiro episódio terá direção do cineasta Vincenzo Natali (“Cubo”, “Splice – A Nova Espécie”). Vale lembrar ainda que Moretz não integra um elenco de série live-action desde que recorreu em sete episódios de “Dirty Sexy Money” em 2007 e 2008, no começo de sua carreira. Depois disso, ela só apareceu em três episódios de “30 Rock”, em anos distintos.
Chloe Moretz vai estrelar sci-fi do roteirista do novo Batman
Chloe Grace Moretz (“Suspiria”) vai estrelar a sci-fi “Mother/ Android”, estreia na direção do roteirista Mattson Tomlin, que escreveu “Power”, da Netflix, e trabalhou na história do novo “Batman”. Na produção da Miramax, ela vai viver Georgia, que embarca com seu namorado em uma jornada traiçoeira para escapar do país, durante uma guerra inesperada contra uma inteligência artificial. Na véspera do nascimento de seu primeiro filho, o casal deve enfrentar uma terra devastada pelo levante androide, na esperança de alcançar a segurança antes do parto. Tomlin escreveu a história inspirando-se vagamente em sua vida real. Seus pais eram um jovem casal determinados a salvar o filho durante os perigos da Revolução Romena. “Mother/ Android” será produzido por Matt Reeves, com quem Tomlin trabalhou no novo “Batman”, por meio da produtora 6th & Idaho, em parceria com a Miramax. “’Mãe / Android’ é uma história profundamente pessoal, inspirada pelos sacrifícios feitos para me trazer a este mundo”, disse Tomlin, em comunicado. “Estou emocionado por trabalhar com a Miramax e meu amigo Matt Reeves para contar uma história que mostra a força da humanidade nos tempos mais sombrios”. Não há cronograma de filmagens nem previsão de estreia.
Filme de Tom e Jerry com atores de carne e osso ganha data de estreia
A Warner programou a estreia de seu primeiro filme live-action de “Tom e Jerry”. A versão, na verdade, será um híbrido, em que os protagonistas animados por computação gráfica contracenarão com atores de carne e osso – como nos filmes do “Scooby Doo”, outra animação clássica que ganhou adaptação da Warner. Programado para dezembro de 2020, o filme vai se passar em Nova York, após os arquirrivais serem expulsos de casa e se mudarem para a cidade grande. Eles vão parar em um hotel de luxo em meio aos preparativos de um casamento da alta sociedade. Mas a organizadora da festa vai encontrar com dificuldades para lidar com as peripécias de Jerry. E recorrerá a Tom para tentar se livrar do ratinho. Tom e Jerry começaram a vida como uma série de curtas criados pelos animadores William Hanna e Joseph Barbera em 1940, para o estúdio MGM. Sete dos curtas originais da MGM ganharam o Oscar da categoria, entre 1943 a 1953. Embora a maioria do desenhos se concentre na luta sem fim do gato doméstico Tom para pegar o ratinho Jerry, a animação seguiu em progressão constante, em particular graças ao empenho do animador Chuck Jones nos anos 1960, que deu a Tom e Jerry um ritmo ainda mais frenético. A produção da Warner será o segundo longa dos personagens, que ganharam seu primeiro filme em 1992, uma animação que não esteve à altura dos melhores curtas da dupla. O filme será dirigido por Tim Story, que trabalhou em filmes como “Quarteto Fantástico” e “Uma Turma do Barulho”. No elenco de carne e osso, os nomes confirmados incluem Chloë Grace Moretz (“Suspiria”), como Kyla, a personagem que contrata Tom, além de Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”).
Ainda inédita no Brasil, animação da Família Addams tem continuação anunciada
A MGM já programou uma continuação da animação “Família Addams”, que estreou no fim de semana na América do Norte com faturamento de US$ 30 milhões em seus primeiros três dias em cartaz – atrás apenas do blockbuster “Coringa” nas bilheterias americanas. A continuação teve sua estreia marcada para 22 de outubro de 2021. O primeiro longa animado baseado nos personagens criados por Charles Addams em 1938, como cartuns da revista “The New Yorker”, trouxe as vozes de Charlize Theron (“Tully”) como Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) nos papéis dos filhos Vandinha (Wednesday) e Feioso (Pugsley), Nick Kroll (série “The League”) como o Tio Chico (Fester), Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams, Snopp Dog (“Meu Nome é Dolemite”) como o primo Coisa (It) e Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”) como a vilã Margaux Needler. Orçada em US$ 50 milhões, a produção deve se pagar facilmente, pois ainda nem começou a ser exibida fora dos Estados Unidos e Canadá. Com direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”), o filme estreia em 31 de outubro no Brasil.
A Família Addams ganha dois novos trailers bem diferentes
O longa animado “A Família Addams” ganhou dois trailers e duas coleções de pôsteres. A Universal divulgou uma prévia dublada em português para o Brasil, enquanto a MGM lançou outra completamente diferente nos Estados Unidos, com as vozes dos intérpretes famosos que só os americanos vão ouvir nos cinemas. Veja abaixo. Os vídeos acompanham a mudança dos Addams para sua famosa mansão assombrada e revelam como a amizade de Wandinha com uma menina de sua nova escola enfurece a mãe da garota, uma perua conservadora de extrema direita, que organiza um movimento para expulsar a família monstruosa da vizinhança – trata-se de uma analogia nada sutil com o comportamento de racistas e homofóbicos. Os estúdios pagaram uma fortuna para os brasileiros não ouvirem Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) virarem seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) tornar-se o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnar a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação destaca a vilã Margaux Needler, que não será ouvida no Brasil com a voz de Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. O atual lançamento é o primeiro longa animado da franquia. Tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). A estreia está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Chloë Moretz negocia estrelar filme de Tom e Jerry
A atriz Chloë Grace Moretz está em negociação com a Warner para estrelar o filme live-action de “Tom e Jerry”, que misturará live-action e animação. Ela não vai dublar nenhum dos bichos. O personagem oferecido é de Kayla, uma funcionária do hotel em que a chegada de Jerry ameaça um casamento glamouroso. Ela é a responsável por contratar o gato Tom para dar um jeito no ratinho. O filme de “Tom e Jerry” terá direção de Tim Story (“Quarteto Fantástico”) e seguirá o estilo da animação clássica, enfatizando a comédia física e de pastelão – isto é, comédia da época do cinema mudo, sem atores para dublar a dupla. A estreia já foi marcada. O filme chega aos cinemas norte-americanos em 16 de abril de 2021.
Críticia: O Mau Exemplo de Cameron Post denuncia a chamada “cura gay”
Quando a religião se opõe ao conhecimento científico e tem poder para agir neste sentido, muito sofrimento humano vem à tona. Não apenas no que se passou na Idade Média, nem em relação a Galileu Galilei. Mas hoje, no século 21 e na absurda ideia da chamada “cura gay”, assunto do filme “O Mau Exemplo de Cameron Post”. Tratamento ou cura só podem se referir a uma doença que, no caso, não existe. O desejo homossexual é legítimo e não constitui nenhum tipo de problema ou enfermidade. Até alguns anos atrás, ainda havia dúvidas ou reticências. Hoje, não. A medicina, a psicologia, as ciências humanas em geral, já se manifestaram de forma muito clara quanto a isso. Cito a Organização Mundial de Saúde e as instituições médicas mundo afora. Os órgãos normativos de psicologia no Brasil, os Conselhos Regionais e o Conselho Federal de Psicologia, condenam qualquer tipo de psicoterapia que tenha por objetivo transformar o desejo homossexual em heterossexual como charlatanismo e aplicam as devidas sanções aos profissionais que infringem a norma. No entanto, existem instituições religiosas que persistem nessa ideia, falando em pecado, ações do demônio e coisas desse tipo, altamente opressivas, ainda que apresentadas de forma delicada e com aparente boa intenção. Acontece que é um grande equívoco – é algo inadequado, inútil e cruel, que só reforça o preconceito social e o sentimento de autorrejeição nos sujeitos elegíveis para esse gênero de tratamento. O filme, dirigido por Desiree Akhavan, baseia-se no romance de inspiração autobiográfica de Emily M. Danforth, que trata daquelas jornadas de descobertas da sexualidade das meninas adolescentes, numa pequena cidade interior dos Estados Unidos, em torno dos 12, 13 anos de idade. A busca inocente de um beijo e de um toque em outra menina, sem muito clareza do que isso significa, acende um desejo ainda indefinido, mas capaz de carregar culpa frente ao modo como a sociedade age nesse assunto. Algo que ocorre para a jovem Cameron (Chloë Grace Moritz) em meio a uma grande tragédia familiar, a perda dos pais num acidente terrível na cidade. O fato é que a tentativa de “solucionar o problema” da homossexualidade de Cameron acaba por levá-la ao centro de recuperação para jovens “Promessa de Deus”, em 1993, onde se pratica a tal da cura gay. Na vulnerabilidade daquele momento de vida, e de um desejo que vai se moldando, a jovem vai viver uma experiência opressiva, agressiva, totalitária, com luvas de pelica, disciplina e muitas orações. Lá, ela acabará por encontrar parceiros com quem se identificar e poderá, finalmente, entender quem ela é e como deve se comportar no mundo. À margem da farsa daquele tratamento, é claro. O filme é importante por revelar as entranhas dessa história toda e focar nos sentimentos e desejos da garota. É uma produção indie, que venceu o Festival de Sundance, teve ótima acolhida crítica e prêmios em outros festivais. A distribuição brasileira é da Pandora Filmes, que acertou uma parceria com a rede Cinépolis, presente em cinemas de shopping de todo o Brasil, para lançar quinzenalmente filmes independentes, de boa qualidade artística. Isso é importante porque abre uma janela de exibição nacional para filmes que não costumam chegar ao grande público.
Filme animado da Família Addams ganha trailer dublado em português
A Universal divulgou a versão dublada em português do trailer da animação “A Família Addams”. A prévia revela a mudança da família para sua famosa mansão assombrada e apresenta uma coleção de cenas que funcionam como esquetes, sem dar noção de uma trama central. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Todos substituídos por pessoas não identificadas no Brasil. Você não ouvirá abaixo Charlize Theron (“Tully”) dar voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublar seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) como seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublando o Tio Chico e nem Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que você não ouvirá ser dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). Caso queira ouvir esse elenco, siga o link para o trailer original, divulgado há uma semana. A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Filme animado da Família Addams ganha primeiro trailer
A MGM divulgou o primeiro trailer do longa animado de “A Família Addams”. A prévia revela uma coleção de esquetes com os personagens, mas não dá ideia da trama. Uma das cenas, porém, sugere uma mudança recente da família para sua famosa mansão assombrada. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) dá voz à Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dubla seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) vive seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dubla o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarna a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Filme animado da Família Addams ganha primeiro pôster
A MGM divulgou o pôster do longa animado de “A Família Addams”. A arte inclui a palavra “Halloween”, como referência à data de lançamento. Primeiro desenho da franquia produzido para o cinema, o filme reuniu um elenco famoso para dar vozes aos personagens clássicos. Charlize Theron (“Tully”) será a voz de Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) dublará seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) viverão seus filhos Vandinha e Feioso, Nick Kroll (série “The League”) dublará o Tio Chico e Bette Midler (“Abracadabra”) encarnará a Vovó Addams. Além dos personagens conhecidos, a animação também terá uma nova vilã, Margaux Needler, uma apresentadora de reality show que será dublada por Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”). A animação tem direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”) e roteiro escrito em parceria por Matt Lieberman (que também escreve o novo filme do “Scooby-Doo”) e Pamela Pettler (de “A Noiva Cadáver” e “A Casa Monstro”). Criada por Charles Addams em 1938 como cartuns da revista “The New Yorker”, “A Família Addams” era uma crítica mordaz ao estilo de vida americana, mostrando o cotidiano de uma família típica formada por monstros. Tornou-se tão popular que virou uma série de comédia televisiva nos anos 1960, que, por sua vez, inspirou mais duas séries de animação e dois filmes que fizeram enorme sucesso na década de 1990. A estreia da nova produção está marcada para 24 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
O Mau Exemplo de Cameron Post vai denunciar “cura gay” no lugar de Boy Erased nos cinemas brasileiros
Depois do controverso cancelamento da estreia de “Boy Erased: Uma Verdade Anulada” pela Universal no Brasil, a Pandora Filmes aproveitou para tirar do limbo outro filme que critica as terapias de conversão sexual. Em sua página no Facebook, a distribuidora confirmou que “O Mau Exemplo de Cameron Post” (The Miseducation of Cameron Post) entrará em cartaz no dia 18 de abril. Ou seja, a estreia no Brasil vai acontecer “apenas” oito meses após o lançamento comercial nos Estados Unidos. Para se ter noção, o Bluray já pode ser comprado legalmente na Amazon desde dezembro. Drama vencedor do Festival de Sundance 2018, o filme traz Chloë Grace Moretz (“Carry, a Estranha”) como uma adolescente lésbica que é pega beijando a rainha do baile de formatura por sua tia ultra-conservadora, e é enviada, contra sua vontade, para uma espécie de centro de recuperação para jovens gays. O livro de Emily M. Danforth, em que a trama se baseia, é ainda mais chocante porque a garota tem apenas 14 anos – enquanto Moretz já está com 21 na vida real. A história segue com as amizades que ela faz no “campo de concentração light” disfarçado de centro de reeducação, e sua atitude de desafio contra a repressão daquele lugar. Dirigido por Desiree Akhavan (“Appropriate Behavior”), o longa também inclui em seu elenco Sasha Lane (“Docinho da América”), Forrest Goodluck (“O Regresso”), Owen Campbell (“Como Você É”), Melanie Ehrlich (série “The OA”) e os adultos Jennifer Ehle (“Cinquenta Tons de Liberdade”) e John Gallagher Jr. (“Rua Cloverfield, 10”) como um ex-gay que virou pastor e dirige o lugar. “O Mau Exemplo de Cameron Post” é anterior a “Boy Erased”. Mas não é a primeira denúncia da “cura gay” a chegar no cinema. Há 20 anos, “But I’m A Cheerleader” (1999) foi pioneira em denunciar os centros de conversão cristãos dos Estados Unidos, mas era uma comédia. Enquanto isso, o filme “Boy Erased”, que conta a história real de um jovem que se submete a um tratamento de “cura gay” para agradar aos pais religiosos, sairá diretamente em DVD no Brasil, em data ainda não revelada.
Chloë Moretz vai estrelar filme baseado em disco clássico de Bob Dylan
A atriz Chloë Grace Moretz vai retomar sua parceria com Luca Guadagnino em “Blood on the Tracks”, filme baseado no lendário disco de mesmo nome de Bob Dylan. Moretz trabalhou com o diretor no remake do terror Suspiria, lançado em 2018. “Ela é uma ótima atriz, uma pessoa maravilhosa e tem uma família excepcional. Eu tive a oportunidade de trabalhar com ela em ‘Suspiria’, e agora ela já está confirmada no meu próximo filme. Ela terá um papel importante”, afirmou o diretor para o site italiano Bad Taste. O projeto é da produtora RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira (que produziu “Me Chame pelo Seu Nome”), e tem roteiro de Richard LaGravenese (“Invencível“) escrevesse o roteiro. A trama deve acompanha diversos personagens ao longo da década de 1970, inspirando-se nos temas principais do álbum. Curiosamente, o disco já inspirou um filme antes. Em 2007, o filme “Não Estou Lá”, que faz um apanhado simbólico da vida de Bob Dylan, adaptou os temas de “Blood on the Tracks” durante a passagem com participação de Heath Ledger (“O Cavaleiro das Trevas“). Considerado um de seus melhores discos de Dylan – e, segundo a revista Rolling Stone, o 16º melhor álbum de todos os tempos – , “Blood on the Tracks” foi lançado em 1975. Relembre abaixo as duas músicas mais famosas do disco.








