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    Atores de “A Lagoa Azul” lembram bastidores polêmicos com nudez e pressão amorosa

    21 de dezembro de 2022 /

    Os atores Brooke Shields e Christopher Atkins voltaram a se encontrar para lembrar a época em que trabalharam juntos em “A Lagoa Azul” (1980). Convidados a comentar os bastidores do filme para o podcast “Now What?”, eles compartilharam memórias curiosas, como a pressão da equipe de produção para que se apaixonassem. No podcast, Atkins revelou que “foi difícil ficar vestido” após gravar as diversas cenas de nudez, que renderam controvérsia ao filme. “Havia cenas em que eu ficava nu com você [Brooke], não sei se você se lembra — indo naquele escorregador e coisas assim”, começou Atkins. “E isso era um pouco estranho, mas também foi meio engraçado para mim, porque naqueles momentos eu simplesmente fazia essas coisas. Mas sua reação foi [de irritação].” Brooke, que tinha 14 anos quando as cenas foram gravadas com dublês de corpo, contou que achava estranho estar em um set adulto. “[Eu pensava] ‘por que tenho que olhar para isso?’ Eu nunca tinha visto um [órgão genital masculino] antes. Não vou começar agora”, lembrou a atriz. “[Nós] vestíamos pequenas tiras de roupa e meu cabelo estava preso no meu corpo para cobrir os seios, que eram mínimos.” Em seguida, Brooke questionou se o colega lembrava o processo de censura da produção. “Eu não sei o que eu estava tentando cobrir. Lembra das almofadas?”, disse. “Eles colocavam umas coisinhas cor de carne nos meus mamilos porque o mamilo evidentemente era onde colocaram um limite neste filme.” Além das cenas de nudez, a atriz comentou ter reprovado as tentativas desesperadas da equipe para fazer com que ela e Atkins se apaixonassem durante as filmagens. A proposta do diretor Randal Kleiser era que as cenas românticas fossem realistas e convincentes. Para isso, ele planejou que o jovem de 18 anos colocasse uma fotografia de Brooke sobre a cama. Embora Brooke ainda não tivesse dado seu primeiro beijo na vida real, o “plano mirabolante” de Kleiser funcionou e a dupla viveu um curto romance atrás das câmeras. “Isso provavelmente foi ótimo para o filme, porque é disso que se trata. Você tem que admitir que a química entre nós foi simplesmente incrível. Houve muitos grandes momentos que aconteceram lá, e eu acho que foi muito dessa inocência que apareceu no filme e o que o fez funcionar ainda mais”, avaliou Atkins. Por fim, o artista acrescentou que os anos seguintes ao filme foram “pura insanidade” devido ao alcoolismo que desenvolveu. Ele chegou a ser internado numa clinica de reabilitação em 1986 e, atualmente, frequenta reuniões semanais do Alcoólicos Anônimos, entre trabalhos esporádicos de atuação em produções de baixo orçamento. Brooke, por sua vez, continuou sua carreira de sucesso. Ela teve até uma série própria, “Suddenly Susan”, entre 1996 e 2000, e continua bastante requisitada. Mais recentemente, estrelou a comédia natalina “Natal em Harmonia”, lançada no mês passado pela HBO Max. Já “A Lagoa Azul”, o filme mais reprisado da “Sessão da Tarde”, foi reclassificado em 2017 por conter violência e teor sexual, o que a lei brasileira entende como incompatível para menores de 12 anos. Até então, a versão editada (sem as cenas mais polêmicas) era exibida como “censura livre” para as crianças, porque a classificação televisiva era mais liberal no final do século passado.

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    Após enquete com seguidores, Elon Musk anuncia que deixará cargo de CEO do Twitter

    21 de dezembro de 2022 /

    O bilionário Elon Musk, dono do Twitter, anunciou na noite de terça (20/12) que deixará o cargo de CEO da rede social assim que encontrar alguém para substituí-lo. “Vou renunciar ao cargo de CEO assim que encontrar alguém tolo o suficiente para aceitar o cargo! Depois disso, apenas executarei as equipes de software e servidores”, escreveu Musk no próprio Twitter. O anúncio foi feito após Musk publicar uma enquete questionando ao seguidores se ele devia deixar a chefia do Twitter. Foram computados mais de 17 milhões de votos, e 57,5% responderam “sim” à pergunta. No mês passado, Musk disse a um tribunal de Delaware que reduziria seu tempo no Twitter e eventualmente encontraria um novo líder para administrar a empresa de mídia social. A pesquisa ocorreu após Musk suspender perfis de jornalistas que o criticavam e proibir a promoção de outras empresas de mídia social e conteúdos que contenham links para concorrentes no Twitter. As duas decisões causaram muitas reclamações, e para completar o Twitter ainda corre o risco de receber sanções na Europa por atentar contra a liberdade de imprensa. A vice-presidente da Comissão Europeia, Vera Jourova, classificou as decisões do magnata como “preocupantes”, e lembrou em um tuite que há “linhas vermelhas” que não podem ser ultrapassadas. Foi além: ameaçou Musk “com sanções, em breve”. Sanções na União Europeia podem gerar enorme prejuízo para Musk e se estender a outros negócios do magnata, que negocia acordos comerciais com diversos países para seu programa espacial Space X. I will resign as CEO as soon as I find someone foolish enough to take the job! After that, I will just run the software & servers teams. — Elon Musk (@elonmusk) December 21, 2022

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    Público responde “Sim” para Musk deixar chefia do Twitter

    19 de dezembro de 2022 /

    Uma pesquisa feita por Elon Musk em seu perfil no Twitter sobre se deveria deixar o posto de presidente-executivo da plataforma indicou que os usuários da rede social mal podem esperar para ele ir se despedir. “Devo deixar o cargo de chefe do Twitter? Vou respeitar os resultados desta enquete”, escreveu ele na noite de dominto (18/12) ao abrir a enquete na rede social. Após mais de 17 milhões de votos, o resposta foi “Sim”. 57,5% dos votos indicaram que Musk deveria deixar o Twitter em paz, com 42,5% apoiando seus desmandos. Nos últimos dias, Musk vinha censurando jornalistas do New York Times, Washington Post e CNN, entre muitas outras publicações, suspendendo seus perfis do Twitter com a alegação de que praticaram doxxing (divulgação de dados privados), via compartilhamento de um bot sobre a localização de seu avião. Muitos dos jornalistas suspensos tinham apenas noticiado que Musk suspendeu a conta do bot, mesmo tendo prometido que, devido à sua posição de defesa da liberdade de expressão, nunca faria isso. No domingo, ainda acrescentou mais uma jornalista do Washington Post à lista dos suspensos, porque ela o procurou para que comentasse uma reportagem que estava escrevendo. Para completar seu domingo, Musk também proibiu a divulgação de links de outras redes sociais no Twitter. Mas poucas horas depois se viu obrigado a reverter a decisão pela repercussão negativa, com vários usuários ameaçando largar de vez a rede que o bilionário comprou há dois meses por US$ 44 bilhões. Por conta de tanta inconsistência, os usuários querem que Musk abandone a chefia do Twitter, deixando o cargo para alguém que saiba o que está fazendo. Desde o resultado da pesquisa, Musk não postou mais nada no Twitter. Enquanto os números estavam crescendo, ele fez duas publicações. Numa delas, soltou uma indireta em tom de reclamação. “Como diz o ditado: cuidado com o deseja, pois pode conseguir”. Os investidores da Tesla, empresa de carros elétricos que projetou o bilionário, têm se preocupado que Musk pode estar dispersando demais sua energia após a compra do Twitter. A Tesla já perdeu quase 60% de seu valor este ano, fazendo Musk perder o título de homem mais rico do mundo. No mês passado, Musk disse a um tribunal de Delaware que reduziria seu tempo no Twitter e eventualmente encontraria um novo líder para administrar a empresa de mídia social. Mas, ao responder o comentário de um usuário do Twitter sobre uma possível mudança no comando da empresa, Musk disse no domingo “Não há sucessor”. Vale lembrar que, mesmo que decida abandonar a chefia do Twitter, Musk vai continuar dono da rede social – e por possuir a maioria das ações da empresa pode demitir qualquer chefe que não fizer o que ele quiser.

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    Elon Musk pergunta a seguidores se deve largar chefia do Twitter. “Sim” está vencendo

    19 de dezembro de 2022 /

    Elon Musk teve outro domingo surtado no Twitter. O bilionário, que passou o dia no Catar para acompanhar a final da Copa do Mundo, começou de manhã suspendendo mais um jornalista do Washington Post. Motivo: Taylor Lorenz pediu para Musk comentar uma reportagem que estava escrevendo sobre ele. A ação reforçou críticas contra a censura exercida por Musk no Twitter contra jornalistas, em contraste com o vale-tudo que ele defende para extremistas de direita. Após calar mais um repórter, o defensor autodeclarado da “liberdade de expressão” também decidiu demonstrar que é um capitalista liberal que acredita no “livre mercado” e anunciou uma nova política no Twitter: qualquer pessoa que postar links para plataformas rivais, como Instagram, Facebook, TikTok e outras, terá o perfil suspenso na rede social. “Reconhecemos que muitos de nossos usuários são ativos em outras plataformas de mídia social”, disse o tuite oficial da empresa. “No entanto, não permitiremos mais a promoção gratuita de certas plataformas de mídia social no Twitter.” O cofundador e ex-CEO do Twitter Jack Dorsey disse que a nova política da empresa “não faz sentido” em um reação no próprio Twitter. Vendo a montanha de protestos contra sua administração do Twitter crescer, antes de ir dormir Musk resolveu testar sua popularidade e perguntar se deveria continuar comandando o Twitter. “Devo deixar o cargo de chefe do Twitter? Vou respeitar os resultados desta enquete”, escreveu ele. Após passar dos 10 milhões de votos, o “Sim” (deve deixar o cargo) disparou com mais com 56% dos votos. Vale lembrar que, mesmo que decida abandonar a chefia do Twitter, Musk vai continuar dono da rede social – e por possuir a maioria das ações da empresa pode demitir qualquer chefe que não fizer o que ele quiser. Should I step down as head of Twitter? I will abide by the results of this poll. — Elon Musk (@elonmusk) December 18, 2022

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    Elon Musk censura jornalistas e Twitter pode sofrer sanções

    16 de dezembro de 2022 /

    Elon Musk deixou mais claro seu plano para devolver a “liberdade de expressão” ao Twitter ao suspender nas últimas horas as contas de jornalistas renomados que o criticaram. A lista inclui jornalistas do New York Times, Washington Post e da rede CNN. O fator que motivou a suspensão destas contas não foi imediatamente divulgado, mas todos os repórteres suspensos escreveram nos últimos meses sobre o dono do Twitter e as mudanças negativas vistas na plataforma desde que ele a comprou. Diante da repercussão, Musk posteriormente justificou as suspensões citando novas regras de doxxing (revelação de dados) do Twitter. Ele alegou que os jornalistas compartilharam um bot que apontava o paradeiro de seu avião. Na quinta-feira (15/12), o Twitter suspendeu a conta que rastreava o jato particular de Musk em tempo real, um mês depois que o bilionário disse que seu compromisso com a liberdade de expressão se estendia a não banir essa conta. As novas punições acontecem logo após o Twitter suspender, no domingo passado (18/12), a conta de um usuário que divulgou um vídeo com vaias à Musk durante sua aparição surpresa num show de comédia. Por outro lado, Musk tem usado o discurso da defesa intransigente da liberdade de expressão para restaurar contas de extremistas que foram excluídas por ameaças à ordem pública e incitação ao ódio, como o ex-presidente dos EUA Donald Trump e o cantor Kanye West, que comemorou sua segunda chance postando uma suástica nazista no Twitter. O bilionário também proibiu que posts com desinformações fossem marcados, incluindo os que possam causar mal às pessoas, como os que divulgam mentiras sobre a covid-19. Essa linha que sugere comportamento fascista foi condenada pela maior parte da imprensa dos EUA nesta sexta (16/12), com a CNN ameaçando boicotar a rede social. Mas as críticas não partiram apenas de jornalistas. A vice-presidente da Comissão Europeia, Vera Jourova, classificou as decisões do magnata como “preocupantes”, e lembrou em um tuite que há “linhas vermelhas” que não podem ser ultrapassadas. Foi além: ameaçou Musk “com sanções, em breve”. Ela foi ecoada pelo ministério das Relações Exteriores da Alemanha, que tuitou: “A liberdade de imprensa não deve ser ligada e desligada à vontade. É por isso que temos um problema com o Twitter”. O ministro francês da Transição Digital, Jean-Noël Barrot, acrescentou que estava “angustiado com a guinada a que Elon Musk está precipitando o Twitter”. “A liberdade de imprensa está na mesma base da democracia, é um ataque contra o outro”, defendeu. Sanções na União Europeia podem gerar enorme prejuízo para Musk e se estender a outros negócios do magnata, que negocia acordos comerciais com diversos países para seu programa espacial Space X.

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    Defensor da “liberdade de expressão”, Elon Musk censura críticos no Twitter

    12 de dezembro de 2022 /

    O bilionário Elon Musk não reagiu bem às vaias que recebeu durante uma aparição no show de stand-up do comediante Dave Chappelle, que aconteceu em São Francisco, EUA, no domingo (11/12). A usuária CleoPat4893885, que postou o vídeo da reação do público, teve sua conta de Twitter suspensa ou removida nesta segunda (12/12). “Este tuite é de uma conta que não existe mais”, informa a plataforma. A censura causou uma reação instantânea. “Elon Musk está excluindo contas que postam este vídeo dele sendo vaiado por 10 minutos ontem à noite em um show de Dave Chapelle. Ele não pode deletar todos nós. Retuite enquanto ainda pode”, disse um usuário, em resposta à repressão na plataforma. Não é a primeira vez que o defensor da “liberdade de expressão” é acusado de censurar críticas no Twitter, mostrando-se mais tolerante com fake news que com registros de fatos, especialmente se estes fatos não o mostram de forma positiva. O vídeo censurado mostra que Chappelle introduziu o CEO do Twitter no fim de sua apresentação de domingo como um convidado especial e o público não gostou nem um pouco da surpresa, vaiando Musk sem dó. “Você não estava esperando por isso, estava?”, o bilionário perguntou ao humorista. Em resposta, Chappelle brincou: “Parece que algumas das pessoas que você demitiu estão na plateia”. A piada foi uma referência às massivas demissões que aconteceram depois que Musk comprou Twitter. O comediante ainda criticou as vaias, dizendo que “há maneiras melhores de expressar seus protestos contra o homem”. E, no fim, pediu a Musk que gritasse a frase de encerramento do seu show, ao que Musk respondeu: “Sou rico, vadia”, recebendo mais vaias. Depois disso, Musk começou o dia atacando o politicamente correto, que nos EUA é chamado de “woke”, por identificar as vaias como críticas à sua defesa intransigente do politicamente incorreto. “O vírus da mente woke será derrotado ou nada mais importa”, ele tuitou, em tom de raiva. Na mesma medida em que restabeleceu contas de extrema direita que violaram as regras do Twitter no passado, estimulando um aumento sensível de conteúdo neonazista na plataforma, uma reportagem do site americano The Intercept revelou que Musk suspendeu várias contas notáveis ​​de esquerda. Entre seus alvos, estão pesquisadores e organizadores antifascistas que se concentravam em documentar e denunciar atividades de extremistas violentos. Segundo o Intercept, Musk teria convidado o escritor de extrema-direita Andy Ngo, com quem frequentemente interage no Twitter, “para denunciar ‘contas Antifa’ [antifascistas] que deveriam ser suspensas”. Mas também há outros exemplos intrigantes de suspensão de contas – algumas, inclusive, são misteriosamente restabelecidas mais tarde – sem nenhuma razão que possa ser explicada pelos termos de serviço do Twitter. Na semana passada, duas dessas contas tinham em comum o mesmo “problema” da vítima desta segunda: zombaram de Musk.

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    Centro Dom Bosco perde mais um processo contra Porta dos Fundos

    18 de novembro de 2022 /

    Colecionando derrotas em processos contra o grupo Porta dos Fundos, o Centro Dom Bosco de Fé e Cultura perdeu mais um nessa semana. A 30ª Vara Cível do Rio extinguiu a ação que pedia a retirada do ar do vídeo “Corpo de Cristo”, produzido pelo Porta Fundos em 2018. A Justiça concluiu que a entidade de tendência ultraconservadora, que acusava a produção de “achincalhar com a fé católica”, não era parte legítima para propor ação individual em nome de seus associados. A sentença destaca que “a liberdade de culto e de religião, a fé, a crença e o sentimento religioso são direitos e atributos vinculados exclusivamente às pessoas naturais, que são o público-alvo das religiões”. E que cumpria à entidade ter distribuído ação coletiva, indicando, através de lista, os associados representados, o que não foi feito. Exibido originalmente no feriado religioso de Corpus Christi de 2018, o vídeo na verdade usa o contexto da data para fazer uma crítica jocosa à “cultura fitness”, que leva as pessoas a restrições alimentares desmedidas como forma de emagrecimento. O esquete traz Evelyn Castro questionando um padre se a hóstia tem glúten. Veja abaixo. O Centro Dom Bosco possui um longo histórico de processos perdidos para o Porta dos Fundos. Todo o especial de Natal do grupo rende uma ação da associação religiosa na justiça comum. Mas como os casos tratam de liberdade artística e de expressão, nas raras vezes em que a associação vence, as sentenças são sempre revertidas no STF. Em uma decisão de 2019, o ministro relator Gilmar Mendes sugeriu aos religiosos ofendidos simplesmente não assistirem ao conteúdo. A repetição de ações já chamou atenção na Justiça e levou a 11ª Vara Cível de São Paulo a multar o grupo religioso no mês passado. O Dom Bosco foi condenado a pagar R$ 10 mil por conduta de má-fé ao abrir processo contra a animação “Te Prego Lá Fora”, especial de Natal do Porta dos Fundos levado ao ar no final de 2021 pela plataforma de streaming Paramount+. A ação, que pedia a censura da produção por supostamente “atacar a fé católica”, foi julgada improcedente. Além de considerar falta de motivo para pedir censura, a Justiça considerou que a associação agiu de má-fé ao processar as empresas responsáveis pela divulgação do especial, após ter acionado judicialmente o Porta dos Fundos por diversas vezes em função de produções anteriores. “O conteúdo do especial, repisa-se, não se trata de discurso de ódio, mas, de uma sátira, por mais questionável que seja a qualidade da produção”, citou a decisão. Confira o esquete que ocasionou a derrota mais recente dos ultraconservadores.

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    HBO não exibe no Brasil “Last Week Tonight” sobre Bolsonaro

    6 de outubro de 2022 /

    A HBO decidiu censurar no Brasil o episódio do programa “Last Week Tonight” com comentários críticos sobre Jair Bolsonaro. O capítulo em que o apresentador John Oliver comenta as eleições presidenciais brasileiras foi ao ar no dia 25 de setembro nos EUA e até agora continua inédito no país. Em comunicado à imprensa, a empresa Warner Bros. Discovery, proprietária da HBO e da HBO Max, confirmou a decisão de atrasar propositalmente a chegada do capítulo ao Brasil. “A Warner Bros. Discovery informa que optou por atrasar a inclusão na plataforma do 23º episódio de ‘Last Week Tonight with John Oliver’, em que Jair Bolsonaro é mencionado, e que foi exibido nos Estados Unidos no domingo (25/9), uma vez que não há episódios atuais e similares sobre os demais candidatos. Desta forma, mantemos isonomia e evitamos parcialidade até o final do período eleitoral”. Na verdade, esta apenas é uma forma de interpretar a opção pela censura. A outra tem entendimento oposto: teria havido parcialidade na intenção de esconder conteúdo com informações relevantes para o público eleitor. Ao contrário de apresentadores brasileiros com receio de processos, John Oliver não faz uma descrição moderada de Bolsonaro, apresentando-o como um “homofóbico misógino” que transformou “o 200º aniversário da Independência do Brasil essencialmente num comício de campanha para ele mesmo”. Mesmo com a censura local, a crítica humorística de John Oliver pode ser assistida na íntegra pelo canal oficial do programa no YouTube. Nas configurações do vídeo, é possível até incluir legendas em português. Veja abaixo.

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    Filme de Godard foi última vítima da censura nos cinemas do Brasil

    13 de setembro de 2022 /

    O Brasil já tinha encerrado a ditadura militar quando “Eu Vos Saúdo, Maria” se tornou o último filme censurado nos cinemas do país. Premiado no Festival de Berlim, o longa-metragem de Jean-Luc Godard, falecido nesta terça (13/9), teve sua exibição proibida pelo então presidente José Sarney. A censura foi resultado de pressão da Igreja católica, “para assegurar o direito de respeito à fé da maioria da população brasileira”. No filme, Godard contava a história de uma mulher chamada Maria, estudante que trabalhava num posto de gasolina e namorava um taxista chamado José. Mas um estranho chamado Tio Gabriel revela que ela ficará grávida, mesmo sendo virgem. Além da trama, as cenas de sexo de Maria também revoltaram católicos na época, que viram a intenção de Godard de subverter a história da Virgem Maria. Lançado em 1985 na França, o filme chegaria ao Brasil no ano seguinte. Mas Sarney proibiu seu lançamento, justificando a censura dizendo que ela tinha “base na Constituição”. Como a imposição de censura ocorreu antes da promulgação de Constituição de 1988, Sarney usou a legislação da ditadura para proibir o filme. O presidente afirmou ainda que levou em consideração as orientações do Papa João Paulo II e da CNBB, que já tinham condenado o filme por afrontar “temas fundamentais da fé cristã, deturpando e vilipendiando a figura sagrada da Virgem Maria”. Bispos e cardeais proeminentes, como dom Ivo Lorscheiter e dom Eugênio Salles, aplaudiram. Roberto Carlos fez questão de cumprimentar Sarney, dizendo que o filme não era “obra de arte ou expressão cultural”. Mas até o próprio ministro da Justiça, Fernando Lyra, e o diretor do ainda existente departamento de Censura, Coriolano de Loiola de Cabral Fagundes, foram contra a proibição. Na ocasião, a cineasta Tizuka Yamazaki disse ao jornal O Globo achar “um absurdo que a Censura, declarada extinta pelo ministro da Justiça, tenha se manifestado mais uma vez contra uma obra que não tem apelo popular” e seria, segundo ela, “assistida por meia dúzia de intelectuais”. De fato, quando finalmente foi liberado, dois anos depois, o filme atraiu cerca de 100 pessoas em sua estreia, em quatro cinemas do Rio. Veja abaixo o trailer de “Eu Vos Saúdo, Maria”.

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    Olivia Wilde diz que trailer de “Não se Preocupe, Querida” foi censurado

    1 de setembro de 2022 /

    A atriz e cineasta Olivia Wilde revelou que o trailer original de “Não se Preocupe, Querida” preocupou a MPA (Motion Picture Association), entidade responsável pela classificação etária das produções cinematográficas dos EUA. Em entrevista à agência Associated Press antes da estreia de seu filme no Festival de Veneza, a diretora disse que teve cortar cenas do trailer devido à natureza sexual de seu conteúdo. “Teve muita coisa que foi tirada do trailer. A MPA chegou forte e tive que cortar algumas cenas, o que me deixou chateada porque achava que as cenas colocavam o vídeo em outro lugar. Mas, é claro, ainda vivemos em uma sociedade muito puritana”, ela lamentou. As cenas censuradas mostravam o relacionamento sexual entre os personagens de Harry Styles e Florence Pugh. “Acho que a falta de erotismo no cinema americano é algo novo. E quando falamos em prazer feminino, é algo que não vemos quando não estamos tratando de um cinema queer”, acrescentou. Como filmes para o público lésbico nunca são questionados, ela acredita haver problemas de entendimento do que o público está disposto a ver. “O público não é tão puritano quanto as corporações pensam que são. E ainda assim as pessoas ficam chateadas. Quero dizer, as pessoas ficaram chateadas comigo por causa disso”, disse ela. “Acho que é uma prova do filme. Queremos ser provocativos. A ideia não é fazer você se sentir seguro.” “Não se Preocupe, Querida” chega a Veneza na segunda-feira (5/9), após chamar atenção por várias intrigas de bastidores, alimentadas pela saída do ator Shia LaBeouf no começo do projeto, o namoro da diretora com Harry Styles, que levaria ao fim do casamento dela, e o suposto desconforto de Florence Pugh com tudo isso. O segundo longa dirigido por Olivia Wilde se passa num subúrbio isolado do deserto da Califórnia dos anos 1950. Entretanto, a aparente vida perfeita naquele local tem uma condição: o segredo absoluto do trabalho dos maridos. Ninguém fala sobre o misterioso Projeto Vitória, que estaria “mudando o mundo”. Mas sinais de que algo está errado são cada vez mais evidentes, com pesadelos, apagões e coincidências marcando a vida das esposas. E quando a personagem de Pugh começa a a questionar tudo, não é apenas seu casamento com Styles que fica em risco. Após a première mundial no Festival de Veneza, o filme chega aos cinemas do Brasil em 22 de setembro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    João Vicente de Castro vai viver o próprio pai em série sobre O Pasquim

    27 de agosto de 2022 /

    O ator e apresentador João Vicente de Castro (da novela “Espelho da Vida” e do programa “Papo de Segunda”) vai viver o próprio o pai, Tarso de Castro, numa série dramática da Paramount+ sobre a história do jornal O Pasquim. Tarso foi um dos fundadores da famosa publicação de humor, comportamento e política que marcou o Brasil nos anos 1970. João Vicente é um dos produtores do projeto, atualmente em fase de piloto. Se tudo der certo, será sua segunda produção para o streaming, após a série de comédia e suspense “As Seguidoras”, lançada em março. Ele vai trabalhar na produção com a equipe do Porta dos Fundos. A atração terá seis episódios escritos por Murilo Hauser. “Vai ser uma loucura”, disse o ator-produtor ao jornal O Globo. “Ainda não sabemos quando vamos gravar. E estamos fazendo convites para o elenco”. “O Pasquim” foi fundado por Tarso de Castro, Jaguar e Sérgio Cabral em 1969 para enfrentar a ditadura militar com uma revolução comportamental. A publicação, editada até 1991, abordava temas como sexo, drogas, feminismo e trazia muitas tiras de humor, incomodando para valer a dita “moral e os bons costumes” que a ditatura pretendia impor com a força da censura no Brasil. De fato, em função de uma entrevista lendária feita por Tarso, Jaguar e Cabral com Leila Diniz em 1969, foi instaurada a censura prévia aos meios de comunicação no país, a infame Lei de Imprensa, que por um tempo se tornou popularmente conhecida pelo nome da atriz. Em novembro de 1970, a maior parte da redação de O Pasquim foi presa porque o jornal ousou satirizar o célebre quadro da Proclamação da Independência, de Pedro Américo. Mas Millôr Fernandes, que escapou da prisão, manteve o jornal funcionando com colaborações de Chico Buarque, Antônio Callado, Rubem Fonseca, Odete Lara, Glauber Rocha e diversos intelectuais cariocas, vendendo cerca de 100 mil exemplares por semana, mais do que as revistas Veja e Manchete somadas. Ao longo de sua trajetória icônica, O Pasquim também contou com colaborações de Ziraldo, Manoel “Ciribelli” Braga, Miguel Paiva, Prósperi, Luiz Carlos Maciel, Henfil, Paulo Francis, Ivan Lessa, Carlos Leonam, Sérgio Augusto, Ruy Castro, Fausto Wolff, Claudius e Fortuna. Tarso foi editor de 80 edições do jornal e morreu de cirrose hepática em maio de 1991, aos 49 anos. Seis meses depois, O Pasquim fechou.

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  • Filme

    China censura final de “Minions 2: A Origem de Gru”

    22 de agosto de 2022 /

    Os censores chineses alteraram o final do recente filme de animação “Minions 2: A Origem de Gru” para liberar seu lançamento no país no última fim de semana. Usuários das mídias sociais chinesas comentaram as mudanças, que deram um final moralista para o desenho animado americano. De acordo com postagens e capturas de tela do filme compartilhadas no Weibo, uma plataforma semelhante ao Twitter, os censores colocaram um adendo no final, que explica que Wild Knuckles foi pego pela polícia e cumpriu 20 anos de prisão, enquanto Gru, co-conspirador de Wild Knuckles, “retornou para sua família” e “sua maior realização é ser o pai de três filhas”. Mas na versão que o resto do mundo viu, o filme termina com – SPOILER! – Gru e Wild Knuckles cavalgando juntos – após Wild Knuckles forjar a própria morte para evitar a captura pelas autoridades. Vários comentaristas online zombaram do adendo, dizendo que se assemelhava a uma apresentação de slides. A China impõe uma cota para o número de filmes estrangeiros que podem ser exibidos nos cinemas nacionais, e muitos filmes de Hollywood que são exibidos no país precisam se submeter à censura. No ano passado, os espectadores chineses notaram que o final original do clássico filme de 1999 “Clube da Luta” foi alterado para exibição no site de streaming doméstico Tencent Video. Na versão chinesa, a polícia “rapidamente descobriu todo o plano e prendeu todos os criminosos, impedindo com sucesso a explosão da bomba” que explode prédios no final original.

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    “Lightyear” é proibido em três países por beijo lésbico

    13 de junho de 2022 /

    A nova animação da Disney/Pixar, “Lightyear”, teve sua exibição proibida na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Malásia. O filme derivado da popular franquia “Toy Story” não poderá ser mostrado nestes países por incluir um beijo entre duas mulheres. “Lightyear” inclui uma personagem lésbica chamada Alisha e a mostra beijando e começando uma família com sua parceira. Foi a primeira vez que uma animação distribuída pela Disney incluiu uma cena de afeto entre pessoas do mesmo sexo. Ironicamente, o estúdio chegou a cortar o beijo durante o desenvolvimento do projeto. Mas numa reviravolta agora se recusa a eliminá-lo para permitir que o filme entre em cartaz em países que não toleram a comunidade LGBTQIAP+. Esta decisão foi tomada após a Disney enfrentar seus próprios problemas com o tema, em meio à denúncias de animadores da Pixar de censura contra seus esforços de representatividade e no bojo da controvérsia da lei conhecida como “Don’t Say Gay” na Flórida, que proíbe ensino de questões ligadas à identidade sexual em escolas do Ensino Fundamental do estado. A Disney chegou a financiar os responsáveis pela elaboração da lei, antes de se ver pressionada pela comunidade artística a condenar esta iniciativa. O filme foi inicialmente aprovado para lançamento nos Emirados Árabes Unidos, onde as restrições de censura estão diminuindo. No entanto, a licença para exibi-lo foi revogada após grupos religiosos começarem a organizar protestos nas redes sociais acusando a Disney e “Lightyear” de insultar os muçulmanos e o Islã. A animação chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (16/6), trazendo em sua dublagem nacional a voz de Marcos Mion.

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