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BBB | Empresário de Yasmin ataca Dona Déa: “Sem noção” e “lacradora”
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A Fazenda | Assunto mais comentado, autismo de Nadja é censurado pela Record
A Record TV decidiu censurar o compartilhamento do diagnóstico de autismo de Nadja Pessoa na edição da noite de segunda (4/12) em “A Fazenda 15”. O desabafo da peoa foi cortado da dinâmica da discórdia. Após Nadja revelar ter autismo leve, diagnosticado há oito meses, o assunto dominou as conversas dos peões e do público nas redes sociais, a ponto de o perfil oficial da influenciadora precisar divulgar nota contra ataques capacitistas. Para completar, Cezar Black chamou autismo de doença de forma categórica, passando informação errada para o público do reality e perpetuando preconceito contra a condição, na transmissão ao vivo do PlayPlus. O que aconteceu Nadja tomou a palavra durante a discórdia da noite de domingo (3/12) para contextualizar porque os ataques que sofreu de Jaquelline Grohalski e outros peões lhe fizeram tão mal. Jaque ensinou os Crias a zoar da rival cantando músicas das Gêmeas Lacração, devido à derrota de Nadja numa votação contra Mirella Santos (uma das gêmeas) no reality “Ilha Record”. “É uma coisa que me massacra muito, porque liga a uma perda de cachorro que era meu apoio psicológico”, ela começou, lembrando de seu cachorro, que morreu enquanto ela estava no reality show. “Para quem não sabe, eu tenho um grau de autismo e descobri há 8 meses. Para onde eu viajava, ele [o cachorro] ia comigo. Foi uma perda que sinto até hoje e até hoje luto contra a depressão por conta dele”, ela explicou para Cezar Black, para quem deu um Galinho Enjoado (a indicação negativa do jogo). “Teve coisas de fora que trouxeram pra dentro [de ‘A Fazenda 15’]… Tiveram tantos ataques que eu poderia ter ido e batido o sino. Eu não fiz isso porque aqui é um jogo psicológico e tem que ser forte psicologicamente”, comentou, acrescentando que aceitava o pedido dele de desculpas por tê-la perseguido nas primeiras semanas do programa. Nadja só tinha contado para Lucas Até então, Nadja só tinha revelado que era autista para Lucas Souza, que não está mais no confinamento e também não deu muita importância ao saber do diagnóstico. A conversa aconteceu no começo de outubro e também não foi transmitida pela Record. Na ocasião, ela se abriu sobre depressão e o relacionamento abusivo que viveu. “Eu tenho um grau de autismo. Bem pequeno, mas tenho. Eu tenho ansiedade e tive depressão”, confessou Nadja urante a conversa. Mas ela não se limitou a falar sobre o autismo e também compartilhou experiências pessoais relacionadas à sua saúde mental. Ao ser questionada por Lucas sobre a gravidade da depressão, Nadja foi enfática: “Muito, muito mesmo. Por relacionamento. Antes de entrar no programa, ser conhecida, eu fui diagnosticada com depressão. E era por causa do meu casamento. Eu sentia que era dependente emocionalmente”. Ela prosseguiu, detalhando a dinâmica do relacionamento abusivo que viveu: “E o que acontece quando você se torna dependente emocionalmente de alguém: a pessoa é controladora e ela faz de tudo pra você depender dela. Eu tinha que trabalhar pra ele [ex-marido], ser dona de casa. Eu era muito nova e me perdi de mim mesma”. Repercussão depois da discórdia Após a revelação na discórdia, Tonzão Chagas comentou com os Crias e Radamés Furlan que finalmente começou a entender Nadja. “É por isso que, às vezes, ela vira do nada e faz uns bagulhos que não fazem sentido. Eu já tinha reparado uma parada assim. Faz sentido, mano”, disse o funkeiro. “Mas é um bagulho que ela não se abre”, comentou Lily Nobre. “Eu não sabia. Ninguém sabia”, completou WL Guimarães, um dos que mais tretou com a influenciadora. Cezar Black passando desinformação Enfermeiro profissional, Cezar Black virou referência nas discussões sobre a condição de Nadja e, nesta segunda, minimizou o diagnóstico, ignorando que autistas podem ter “vidas normais”, e completou chamando autismo de doença. “Autismo é uma doença muito importante, tem graus, ela pode ter um grau. Porém, faz sentido para situações de ela gostar de ficar isolada”, começou. “Ela tem uma vida normal, não dá para culpar o autismo, tem coisas que ela é muito desconfiada e chega a ser maldosa, coloca você como se fosse o agente causador daquilo, só que não é”, continuou. Curioso, Tonzão Chagas questionou: “Será que isso não faz parte da doença não? Nem sei se autismo é doença…” E Cezar rotulou: “Autismo é doença. Não é crime falar sobre isso, não é errado.” Parentes de autistas, portadores do espectro e profissionais de saúde ficaram indignados e protestaram nas redes sociais. Autismo não é doença Diferente do que Cezar Black “ensinou” para os confinados e, por extensão, o Brasil, o Transtorno de Espectro Autista (TEA) não é uma doença. De forma geral, o Autismo é uma condição que compromete a capacidade de comunicação e a linguagem. Por isso, pessoas dentro do espectro têm dificuldade em perceber acontecimentos compartilhados e expressar o que sentem ou pensam, uma vez que podem apresentar déficit na interação social. Além disso, outra característica são os padrões restritos e repetitivos de comportamento. Nadja, por exemplo, fica repetindo palavras quando entra numa discussão. Mas cada paciente é afetado de uma maneira diferente, tanto que muitas pessoas nunca chegam a saber sobre o transtorno e levam uma vida “normal” e independente. Isto acontece porque há vários subtipos do transtorno, devido aos diferentes níveis de comprometimento, por isso se usa o termo “espectro” para abranger todos eles. Um erro de informação desse tamanho, num programa com a audiência de “A Fazenda”, mesmo se tratando de uma transmissão restrita ao streaming, precisaria ser tratado pela produção com uma correção pontual ao vivo. Mas a Record optou por não assumir a responsabilidade e considerar que, se não passou na TV, não existiu. Nota oficial A equipe de Nadja emitiu um comunicado oficial, após a peoa virar alvo de ataques capacitistas nas redes sociais. A nota também reforça que autismo não é doença. “Recentemente, Nadja compartilhou corajosamente seu diagnóstico de autismo no reality ‘A Fazenda’, com o propósito de promover compreensão e aceitação, excluindo qualquer intenção de obter vantagens indevidas, apesar de algumas sugestões infundadas”, inicia o texto. “É essencial esclarecer que o autismo não é uma doença, como erroneamente afirmado por um participante do programa [Cézar Black] que é profissional de saúde, prejudicando a causa da neurodiversidade. O autismo é, na verdade, uma manifestação única da diversidade neurocognitiva”, acrescenta o texto. A nota finaliza: “Agradecemos pela compreensão e apoio contínuo dos fãs e público em geral, destacando que não toleramos qualquer forma de descriminação. Quaisquer manifestações de preconceito psíquico serão encaminhadas ao jurídico para as devidas providências.” 🔥 Nadja revela para os peões que foi diagnosticada com autismo e que seu cachorro era seu apoio psicológico. Ela pontua que vence o jogo que tem o psicológico mais forte. "É uma coisa que me massacra muito, porque liga a uma perda de cachorro que era meu apoio psicológico.… pic.twitter.com/mB4p0kQr6p — Antenados (@canalantenados) December 3, 2023 Tonzão começou a compreender algumas ações de Nadja após ela revelar o diagnóstico de autismo. Tonzão: "O bagulho que Nadja falou hoje faz sentido." Radamés: "Ela me falou hoje que tem um grau baixo de autismo, mas tem." Lily: "Mas é um bagulho que ela não se abre." Tonzão:… pic.twitter.com/HRqlcnz7mi — Antenados (@canalantenados) December 4, 2023 Para vcs verem que até os profissionais da área da saúde não são preparados para lidar com o assunto serio como esse. Por isso muitos autistas sofrem na sociedade, pela falta de informação, é triste ver um enfermeiro falar assim sobre autismo. — Vilã Wolfgang 𓆙 (@wolfgang_coment) December 4, 2023 🚨 | NOTA OFICIAL pic.twitter.com/afL5dR1LxJ — Nadja Pessoa 💋 (@nadjapessoa_) December 4, 2023
Astros do Reino Unido criticam demissão de Melissa Barrera e censura contra defensores da Palestina
Mais de 1300 artistas do Reino Unido assinaram uma carta aberta endereçada a Hollywood e outros setores artísticos e culturais, condenando a “repressão, silenciamento e estigma sobre vozes palestinas e suas perspectivas”. Assinada por artistas como Olivia Colman (“The Crown”), Emma Seligman (“Bottoms”), Paapa Essiedu (“I May Destroy You”), Aimee Lou Wood (“Sex Education”), Siobhán McSweeney (“Derry Girls”) e Nicola Coughlan (“Bridgerton”), a carta critica a demissão da atriz Melissa Barrera do filme “Pânico 7” por defender o ponto de vista dos palestinos e caracteriza o fato como tentativa de censura. A carta também listou diversos outros incidentes: “Isso inclui atacar e ameaçar os meios de subsistência de artistas e trabalhadores das artes que expressam solidariedade com os palestinos, bem como cancelar apresentações, exibições, palestras, exposições e lançamentos de livros”. “Enquanto a catástrofe ocorre, observamos a ausência de solidariedade com o povo palestino vindo das organizações artísticas do Reino Unido”, acrescenta o documento. “Consideramos preocupante, e um indicativo de uma moral dúbia, que expressões de solidariedade oferecidas a outros povos diante de opressão brutal não sejam estendidas à Palestina.” De forma significativa, o documento não foi repercutido pelas publicações mais proeminentes que cobrem o dia-a-dia de Hollywood, como Variety, Deadline e The Hollywood Reporter, que nas últimas horas destacaram uma acusação feita por Julianna Margulies (“The Good Wife”) contra minorias que apoiam a Palestina de serem antissemitas. No final de novembro, Barrera foi demitida da produção de “Pânico 7” pelo estúdio Spyglass Media, que justificou o ato ao apontar o apoio da atriz aos palestinos em postagens nas redes sociais. “A posição da Spyglass é inequivocamente clara: temos tolerância zero ao antissemitismo ou ao incitamento ao ódio de qualquer forma, incluindo falsas referências ao genocídio, limpeza étnica, distorção do Holocausto ou qualquer coisa que ultrapasse flagrantemente a linha do discurso de ódio”, disse um porta-voz da empresa.
Terra e Paixão | Atriz denuncia descarte de romance lésbico na novela
A atriz Renata Gaspar não se conteve a abriu a boca para reclamar que sua personagem em “Terra e Paixão” foi praticamente cortada da trama. Segundo ela, tanto sua personagem Mara quanto Menah (Camilla Damião), que estavam desenvolvendo um romance lésbico, foram simplesmente descartadas e não devem mais receber atenção na novela. O desabafo foi publicado nas redes sociais, onde ela afirmou ter recebido informação de que o casal não teria mais nenhum destaque e que o romance entre elas ficará somente nas entrelinhas. “Amores, Mara e Menah não terão mais trama na novela. Acho que quando tudo acabar falaremos mais do que passamos. Mas é isso, viramos as tias, que ficam de fundo na festa e ninguém pergunta sobre sua história pois não querem saber. ‘É aquela tia que vive com a amiga dela'”, expôs a artista. Ela agradeceu aos fãs por terem torcido pelo casal: “Obrigada pelo carinho e vamos até o fim naturalizar da forma que pudermos, pois amamos as personagens e esse encontro. E sabemos o quão importante e representativo isso é pra todo Brasil. Podem desistir mas nós jamais desistiremos”. Depois de desabafar, Renata buscou evitar briga com a Globo e os responsáveis pela novela, justificando a exposição como explicação para os “fãs do casal”. “E deixando claro que meu post não foi para atacar ninguém e sim para comunicar, principalmente aos fãs do casal, que nos perguntam diariamente sobre a trama, quis ser honesta e apenas deixar claro o que está acontecendo de fato”, escreveu, agradecendo até a equipe “maravilhosa que todos os dias no set nos ajudam a contar essa história com verdade e importância que ela merece”. A novidade trouxe revolta nas redes sociais. Padrão Globo de censura Aparentemente, o abafamento de cenas de amor LGBTQIAPN+ se tornou a nova norma da Globo. Só neste ano, foram três casos. Um deles aconteceu no “Domingão com Huck”, que cortou o beijo entre Amaury Lorenzo e Diego Martins que seria exibido como parte de um quadro Batalha do Lypsinc. No início do ano, as vítimas foram os casais LGBTQIAPN+ da novela “Vai na Fé”. Várias cenas entre Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman) e Yuri (Jean Paulo Campos) e Vini (Guthierry Sotero) foram modificadas na edição. Na época, o desconforto foi tamanho que uma das atrizes chegou a publicar uma crítica velada. “Devagar e sempre… um passo de cada vez para a construção de um futuro onde todas as formas de amor possam ser aceitas e celebradas”, publicou Regiane Alves nas redes sociais. Para completar, a série “Aruanas” também teve cenas censuradas ao ser exibida pela Globo. O romance entre Olga (Camila Pitanga) e Ivona (Elisa Volpatto) foi picotado e exibido sem a profundidade da versão original, disponível na Globoplay.
A Fazenda | Internautas questionam se Record é contra beijos após nova censura na TV
A Record TV exibiu na noite de sábado (14/10) os destaques da festa temática Brasil no programa “A Fazenda 15”. Contudo, o compacto chamou mais atenção pelo que não levou ao ar: o beijo entre Jaquelline Grohalski e Lucas Souza, que ocorreu na pista de danças. Um dos acontecimentos mais comentados do evento foi omitido na edição veiculada na TV aberta. A aproximação e o beijo entre Jaque e Lucas foram registrados pelas câmeras do PlayPlus, serviço de streaming da Record, e deram muito o que falar nas redes sociais. A edição televisiva preferiu destacar a agressividade de Jaque, lançando creme de cabelo em Nadja – momento que estava inédito até para quem acompanha o reality pelos comentários do X (antigo Twitter). Beijo já tinha sido cortado antes Essa não foi a primeira vez que cenas de beijos foram cortadas pela edição da Record. Na festa anterior, um beijo lésbico entre Simioni e Jaque também foi suprimido da transmissão para o público televisivo. Na ocasião, enquanto dançavam na pista da festa Xangai, as peoas se abraçaram e trocaram um beijo, que foi vetado para exibição aos telespectadores da edição televisiva. Esse padrão de edição provocou questionamentos entre os internautas, que utilizaram as redes sociais para manifestar suas indagações sobre as escolhas editoriais da emissora. “Os bispos são contra beijos?”, chegou a questionar uma página de fofocas. Entretanto, o beijo e a formação do primeiro casal, Yuri Meirelles e Nathalia Valente, foram mostrados em destaque. A teoria da internet é que tiveram que esconder o beijo da madrugada de sábado porque censuraram o anterior. Veja a repercussão. Qm beijou gente? — Renata.peixoto.rj (@renatapeixotorj) October 15, 2023 Porque não mostraram o beijo do Lucas e da Jaque? Eu hein… #FestaAFazenda — Señorita (@JayComents) October 15, 2023 E mostro o do Yuri e Natália não entendi não mostra — Paula Carmo 🌙 (@paulacaarmo) October 15, 2023 #AfazendaMALANDROS!Pra não falarmos que não mostraram o beijo entre Jaque e Simioni a semana passada só pq era um beijo homoafetivo, hoje não mostraram o beijo de Lucas e Jaque…Pensam que nos enganam… pic.twitter.com/rWvZEWQhFp — DeOlhoFazenda (@DeOlhofazenda) October 15, 2023 por que na edição não passou o beijo do Lucas e Jaque ? #FestaAFazenda pic.twitter.com/Qx2SPDvLXN — ana francysca (@tuiteressa) October 15, 2023 Gente pq a edição de #afazenda #AFAZENDA15 não mostrou o beijo de jaque e lucas? E tb n havia mostrado de jaque e Simione. N tô entendendo #FestaAFazenda — Rê do reality (@Penn_Ba) October 15, 2023 Mas se mostrassem esse teriam que justificar o porquê de não ter mostrado o da semana passada. — MyMags (@MeMyMags) October 15, 2023
A Fazenda | Record censura beijo de Jaquelline e Simioni na TV aberta
A Record TV censurou o beijo entre Kamila Simioni e Jaquelline Grohalski na exibição em TV aberta de “A Fazenda 15” neste sábado (7/10). A cena ficou de fora do resumo da festa da noite de sexta, embora tenha sido o assunto mais comentado nas redes sociais. Por ironia, durante a festa e após o beijo, o gerador de caracteres do programa exibiu no PlayPlus o lembrete de que “homofobia é crime”. O grupo Record é ligado à Igreja Universal e já tinha tentado abafar o beijo ao vivo, durante a exibição da festa na plataforma de streaming. O que aconteceu? Durante a madrugada, as duas estavam curtindo o som da festa abraçadas quando começaram a pegação. Mas assim que os lábios e línguas se tocaram, a câmera que registrava a cena cortou as imagens. Só que beijo viralizou nas redes sociais, repetido à exaustão em vídeos de internautas. Depois disso, durante a festa, Simioni e Jaquelline seguiram trocando olhares, carinhos e selinhos diante de todos. Mas Jenny Miranda ficou incomodada. Ela tirou a mão de Simioni das pernas de Jaquelline e reclamou, dizendo que o filho dela estava vendo. O rapaz, por sinal, viu e aprovou. “Viaja não, Jenny. Que ela curta cada momento da melhor forma”, disse João Victor Simioni nos Stories do Instagram. Pelo visto, a filha de Bia Miranda não foi a única a querer impedir o público de ver a demonstração de afeto entre as duas peoas. Repercussão da censura A censura também repercutiu nas redes sociais. não entendo a Record coloca uma legenda HOMOFOBIA É CRIME no playplus mas não passou o beijo de Simioni e Jaquelline na edição, bem sem vergonha eles né?#FestaAFazenda #AFazenda pic.twitter.com/r1c8C9vH6J — yanzinho 🧚🏼♀️ (@tuittayanziinho) October 8, 2023 Record: "HOMOFOBIA É CRIME" na primeira oportunidade cortaram o beijo da Jaquelline e Simioni, essa emissora só passa vergonha por isso não aconteceu nada com Yuri e Cariúcha #FestaAFazenda #AFazenda pic.twitter.com/x70AAAJ6AX — ⍨ (@_brizada_) October 8, 2023 A incoerência da Rede Record falar de homofobia e tirar da edição o beijo das meninas!! #AFazenda — Bi.ba Comenta 🗣️ (@loukadetudo) October 8, 2023 A Record faz todo um discurso sobre “HOMOFOBIA É CRIME” e na edição OCULTA o beijo de Simioni e Jaque! Lamentável…#AFazenda — monni. (@monni_tuiteira) October 8, 2023 A Record se dizendo ser contra a #homofobia e deixando de passar um simples beijo entre duas mulheres é tipo essa frase… #AFazenda pic.twitter.com/2TOaRYQ0PA — Tutu (@italo_vergilio) October 8, 2023 não passou o beijo da jaque com a simioni na edição da fazenda de hoje né, surpresa eu estaria se tivesse passado record o puro suco da homofobia pic.twitter.com/du8RUyMXBd — nany (@gaysertaneja) October 8, 2023 Hj foi que vi a festa toda, não saí agora de noite, mas a Record não mostrou o beijo da Jaque na Simioni, vi pela Internet. #AFazenda — Primavera, sua linda!!!! (@librianaDF) October 8, 2023 E chocando um total de zero pessoas além de cortar o beijo no play plus, a Record se quer mostrou o beijo no programa de hj…#recordhomofobica https://t.co/UeOKzbVFM3 — Luiz Henrique (@henryfaccin) October 8, 2023 E não mostraram o beijo entre Simioni e Jaque. Depois dizem que são contra a homofobia. Sabemos, dona Record. #FestaAFazenda — Na volta a gente compra (@ValeriaMelloB) October 8, 2023 Não mostraram o beijo entre duas mulheres, record não muda nunca, nojo #FestaAFazenda #AFazenda — ana (@sstjmm) October 8, 2023 A Record é pura hipocrisia falar que é contra homofobia mas corta o beijo das meninas #FestaAFazenda — Lu (@Kiss37797619) October 8, 2023 #FestaAFazenda #AFazenda15 Gente, a record não disse que homofobia é crime? Pq sensuraram o beijo? Tomem vergonha na cara @GalisteuOficial @rocarelli pic.twitter.com/GiQlJ6wKQ4 — Nikolas Santos (@Guilher90010898) October 8, 2023 Eu fico indignado que a Record simplesmente corta da edição e ignora completamente um beijo lésbico no programa 🤦🏻♂️#AFazenda15 — João Paulo (@The_JaoSnow) October 8, 2023 O beijo da Jaque e Simioni não passou na edição, essa semana não teve texto sobre homofobia dona Record? #FestaAFazenda #AFazenda pic.twitter.com/JHA4bsmdpO — SheraGrohalsker 🧚♂️🌸 (@igoorfranca_) October 8, 2023 Não passaram o beijo da Jaque e da Simioni na edição A Record prega tanto contra a homofobia, mas nem disfarçam o quanto são homofóbicos #AFazenda pic.twitter.com/UDIsnpprhh — gael (@uaigael) October 8, 2023
Remake de “Elas por Elas” contará trama censurada em 1982
O remake da novela “Elas por Elas” não será igual ao de “Pantanal”, que seguiu muito de perto a trama original. Desta vez, a Globo vai diferenciar a novela com uma reviravolta narrativa a partir do 100º capítulo, que passará a apresentar uma história inédita para o público. Os autores Alessandro Marson e Thereza Falcão ( “Nos Tempos do Imperador”) decidiram desenvolver um enredo do autor original, Cassiano Gabus Mendes, que foi censurado pela ditadura em 1982, envolvendo os personagens Jonas (Mateus Solano) e Adriana (Thalita Carauta). O conservadorismo da ditadura era tanto que uma história de amor, hoje banal, foi considerada imprópria pelos censores. A grande ironia é que as cenas censuradas na novela original das 19h serão agora exibidas às 18h sem qualquer problema. Contexto histórico Na versão resgatada da trama censurada em 1982, Jonas, que é casado com Helena (Isabel Teixeira), irá morar com Adriana após deixar a esposa. Vale lembrar o contexto histórico da época. A começar pelo fato de o divórcio só ter virado lei no Brasil em 1977, mesmo assim sob forte pressão contrária dos defensores dos valores da família, e permitido apenas para desquitados (já separados) e somente uma vez – a situação legal do divórcio de hoje é da Constituição de 1988. Naqueles tempos, os defensores da moral e dos bons costumes achavam um escândalo um homem se separar de uma mulher e depois viver com outra. Para completar, havia ainda outro complicador na história. Jonas tinha um filho com Helena, Giovanni (Filipe Bragança), que acaba se apaixonando por Isis (Rayssa Bratillieri), filha de Adriana. As faíscas desse namoro juvenil são um dos destaques da produção. Elenco e direção “Elas por Elas” gira em torno de sete mulheres de mais de 40 anos com diferentes personalidades, num reencontro depois de mais de duas décadas afastadas. As sete protagonisas são interpretadas por Maria Clara Spinelli (“A Força do Querer”), Karine Teles (“Manhãs de Setembro”), Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”), Késia Estácio (“O Silêncio da Chuva”), Mariana Santos (“Cara e Coragem”) Isabel Teixeira (“Pantanal”) e Thalita Carauta (“Todas as Flores”). O elenco ainda vai contar com Lázaro Ramos (“Mister Brau”) como o detetive atrapalhado Mário Fofoca, Mateus Solano (“Amor à Vida”) como Jonas e o retorno de Cassio Gabus Mendes (“Vale Tudo”) no papel do vilão Otávio. Já a direção artística é de Amora Mautner (“Vamp”). “Elas por Elas” estreia nesta segunda (25/9) no horário das 18h na Globo.
Madonna ironiza fim da censura da Pepsi após exibição de comercial de 1989
Madonna reagiu à inesperada exibição de um antigo comercial que gravou em 1989 para a Pepsi. A propaganda, que foi ao ar durante a cerimônia do VMAs 2023 na MTV americana, nunca tinha sido exibida antes por decisão da própria Pepsi. A cantora aproveitou a ocasião para ironizar a censura de 34 anos, contrariando a mensagem institucional da empresa. Controvérsias e censura O comercial foi originalmente planejado para promover o clipe de “Like a Prayer”, mas acabou cancelado após o vídeo musical gerar controvérsia com seu conteúdo. Madonna afirmou que a Pepsi exigiu edições no clipe da canção, especialmente em cenas polêmicas como o beijo em um santo negro e a queima de crucifixos. “O comercial foi imediatamente cancelado quando eu me recusei a alterar qualquer cena do clipe em que eu aparecia beijando um santo negro ou queimando crucifixos. Assim começou minha ilustre carreira de artista, me recusando a abrir mão da minha integridade artística”, explicou Madonna na postagem. Integridade artística No mesmo tom, a cantora ironizou a decisão tardia da Pepsi de exibir a publicidade: “Obrigada, Pepsi, por finalmente perceber a genialidade da nossa colaboração. Artistas estão aqui para incomodar”. A reação dos fãs foi majoritariamente positiva. Um seguidor comentou: “Na verdade é um comercial muito legal, obviamente você precisa se expressar”. Outro acrescentou: “Isso não somente é a razão pela qual você teve uma carreira incrível ao longo das décadas, mas também prova que se arriscar às vezes pode valer a pena, especialmente quando você sabe exatamente o que você está defendendo”. Madonna ri por último Para quem não lembra, o vídeo de “Like a Prayer” foi condenado por vários grupos cristãos, incluindo o Vaticano, logo após a sua estreia na MTV. Embora o comercial da Pepsi não apresentasse nenhuma imagem religiosa do clipe, a empresa teve uma péssima reação à polêmica, decidindo encerrar seu contrato com Madonna e descartar seu anúncio depois de exibi-lo apenas duas vezes. Madonna, claro, riu por último. Ela não apenas ficou com os US$ 5 milhões da campanha, mas “Like a Prayer” se tornou um sucesso global e continua sendo uma de suas músicas mais queridas até hoje. Para completar, ironizou a decisão tardia da Pepsi de resgatar a campanha, como se o refrigerante tivesse realmente sido vanguardista, como alega no comercial. 34 years ago I made a commercial with Pepsi to celebrate the release of my song Like a Prayer.The commercial was immediately canceled when I refused to change any scenes in the video where I was kissing a black saint or burning crosses.So began my illustrious career as an… pic.twitter.com/zHBaBtGP9v — Madonna (@Madonna) September 13, 2023
Globo censura beijo gay no “Domingão” e revolta redes sociais
A TV Globo voltou a ser foco de críticas nas redes sociais neste domingo (10/9) por censura ao afeto LGBTQIAP+. Após censurar beijos entre pessoas do mesmo sexo na novela “Vai na Fé”, a emissora cortou um beijo entre os atores Carmo Dalla Vecchia e Amaury Lorenzo durante o quadro Batalha do Lip Sync do programa “Domingão com Huck”. A edição cortou rapidamente a cena para mostrar a reação de Tiago Abravanel, outro concorrente do quadro, e a plateia. A interação ocorreu quando Carmo Dalla Vecchia, interprete de Érico em “Amor Perfeito”, surgiu vestido como drag queen dublando “Like a Virgin” e “Hollywood” de Madonna. Amaury Lorenzo, par romântico de Kelvin (Diego Martins) na mesma novela, participava como coadjuvante na apresentação. Quando os dois atores se aproximaram para um selinho, a câmara mudou de foco, alimentando imediatamente a revolta dos telespectadores. “Um selinho censurado, que vergonha”, comentou um internauta. Repercussão A insatisfação com o corte disparou nos tópicos do X (ex-Twitter). “O beijo do Carmo foi cortado em mais uma ação de censura do programa ‘família’ do Luciano Huck. A Globo dá um passo pra frente e três pra trás na representatividade”, apontou João Lima. Curiosamente, Déa Lúcia, mãe do falecido ator Paulo Gustavo, fez um discurso em defesa dos direitos LGBTQIAP+ logo após o corte, que foi exibido sem edições. “As pessoas têm que ser felizes e terem seus direitos garantidos”, declarou. Histórico recente de censuras da Globo Esse incidente ocorre meses após outra censura da Globo, envolvendo as personagens Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman) na novela “Vai na Fé”. Na ocasião, a emissora também cortou uma cena que incluía um beijo entre as duas. Na verdade, foram várias reescritas para evitar o beijo, o que também atingiu os personagens Yuri (Jean Paulo Campos) e Vini (Guthierry Sotero). Carmo Dalla Vecchia é casado com o escritor João Emanuel Carneiro, enquanto Amaury Lorenzo tem sido destaque na trama “Terra e Paixão”. Os atores envolvidos ainda não se pronunciaram publicamente sobre o caso. Impressão minha ou rolou o boicote do beijo final? — Juliana Cotting (@JulickaCotting) September 10, 2023 O beijo que foi censurado pela produção do Domingão cadê Luciano Hulk o beijo cesurado ??? #Domingão pic.twitter.com/cUqNxfIzEv — Bruno Leicam (@brunomacielof) September 10, 2023 o beijo censurado no domingão CHEGAAA pic.twitter.com/hwV9ks0vfN — jurídico sabrina carpenter (@xininlandia) September 10, 2023 Exatamente 20 anos depois e o beijo ainda foi censurado kkkkkk e dizem que há progresso nos direitos. https://t.co/Z1G13uI3e3 — so blemer on the night (@lgblemer) September 10, 2023 CENSURADO – A edição do #Domingao cortou o momento do beijo entre Amaury Lorenzo, trajado com vestido de noiva, e Carmo Dalla Vecchia em uma performance que homenageou Madonna 🤔 #DomingaocomHuck — Fabio Maksymczuk (@tvfabio) September 10, 2023 Um selinho censurado, que vergonha #Domingão — A precursora da mom jeans (@marideia_) September 10, 2023 Cortaram o beijo ? E não foi um corte de câmera qualquer. Manteve muito tempo na plateia. Explica aí @tvglobo e @LucianoHuck ! Censurou ? É isto.. — Cotolinho (@cotolinho) September 10, 2023 o beijo censurado kkkkkk #caldeirao o mês lgbt já passou aí n pode mais mostrar na tv né kkkkkkk — indie (@1ND1S) September 10, 2023 Eu acho O CÚMULO em pleno 2023 a gente ainda ter que brigar por beijo gay censurado. Se sabe que não vai exibir, não crie a cena, é mais respeitoso. É a mesma coisa que autorizar casal lésbico em novela das 19h e não exibir os beijos dele. Desrespeitoso pra caralho. #Domingao — Rafael Revadam (@rafaelrevadam) September 10, 2023
Rennan da Penha proíbe músicas do TikTok em baile funk
Rennan da Penha dividiu as redes sociais após tomar uma medida polêmica no “Baile da Selva”, um dos grandes bailes de favela do Rio de Janeiro. Acontece que o DJ proibiu que os artistas toquem músicas virais do TikTok no evento, que aconteceu no último fim de semana. A decisão de Rennan entrou em vigor na atração com direito a símbolos de proibição no telão. O baile funk priorizou shows, como Major RD e Puterrier, e não teve nenhuma faixa viral da plataforma reproduzida. Os internautas ficaram divididos com a medida drástica adotada pelo DJ, já que alguns concordam que o evento deve priorizar artistas locais do gênero. “Esse assunto das músicas do Tiktok nos bailes é algo interessante de acompanhar. Óbvio que a atitude do Rennan da Penha em proibir choca, mas vejam o impacto que o Tiktok tem no mercado hoje em dia”, analisou um perfil do Twitter. “E num ponto o Rennan tá certo, estão lançando música a rodo para viralizar no app, mas zero diversidade ou trabalho técnico que não seja voltado pro app. Proibir as músicas no baile soa autoritário, mas também parede um movimento de protecionismo dos espaços culturais à influência do Tiktok”, completou. “Sempre defendi o DJ Rennan da Penha, mas achei muito nada a ver ele querer proibir músicas do TikTok em seus eventos. Lembrando que o funk já foi muito criminalizado no período em que o fascismo estava em alta no Brasil”, argumentou outro usuário. Sentiu a alfinetada? Mas não parou por aí, já que o Biel do Furduncinho também emitiu sua opinião e trocou insultos com o DJ no Twitter: “Como que esse cara aparece na internet falando mal do TikTok, um aplicativo que tá gerando vários empregos, ajudando várias pessoas, ajudando o movimento (funk), vários amigos de trabalho rodando o mundo por conta dessa rede social. Abre a mente senão fica [para] trás.” Rennan da Penha, por sua vez, retrucou que o funkeiro seria uma “fraude” por fazer parcerias com “Deus e o mundo”. “Sai daí, sua fraude. Estão tentando te empurrar goela a baixo, flow roubado do JL O Único”, esbravejou. “Faz o seguinte, pega todos esses DJs aí que estão defendendo o aplicativo, entra um por dentro do c* do outro e vamos ver quem é melhor tocando, e deixo tu tocar tudo do TikTok na frente. Lançou feat com Deus e o mundo, depois foi reclamar que a música dele com a Gloria Groove flopou. Claro, toda música a mesma, porr*.” 🚨VEJA: DJ Renan da Penha proibiu musicas relacionadas a "TikTok" em seu evento e dividiu opiniões. pic.twitter.com/aKj28d18Do — DIRETO DO MIOLO (@diretodomiolo) July 17, 2023 no app, mas zero diversidade ou trabalho técnico que não seja voltado pro app. Proibir as músicas no baile soa autoritário, mas também parede um movimento de protecionismo dos espaços culturais à influência do Tiktok. A questão é: há ainda na cena músicas para se divertir, se+ — advogato OGⓇ (@valneifils) July 19, 2023 Smp defendi o Dj Rennan da Penha, mas achei mto nada a ver ele querer proibir músicas tiktok em seus eventos. Lembrando que o funk já foi muito criminalizado no período em que o fascismo estava em alta no Brasil. — Thade (@021_thadex) July 20, 2023 Como que esse cara aparece na internet falando mal do “TIKTOK” um aplicativo que tá gerando vários empregos, ajudando várias pessoas, ajudando o movimento (FUNK), vários amigos de trabalho rodando o mundo por conta dessa rede social. Abre a mente se não fica trás!!! — BIEL DO FURDUNCINHO (@bieldofurdunci) July 18, 2023 Lançou feat com deus e o mundo depois foi reclamar que a música dele com a glória grove flopou kkkkk, claro toda a música é a mesma porra kkkkkk — Rennan da Penha (@rennan_penha) July 18, 2023
Regina Duarte e PL são processados por filha de Leila Diniz
Janaina Diniz Guerra, filha da atriz Leila Diniz, entrou com um processo contra Regina Duarte e o Partido Liberal (PL), alegando uso indevido de imagem e “violação à honra” de sua mãe. A imagem em questão é uma fotografia de 1968 que mostra as atrizes Eva Todor, Tônia Carrero, Eva Wilma, Leila Diniz, Odete Lara e Norma Bengell em um protesto contra a censura imposta pela ditadura militar. A foto foi utilizada fora de seu contexto original em duas ocasiões diferentes. Em dezembro de 2022, Regina Duarte publicou em seu Instagram um vídeo de apologia à ditadura militar, reproduzindo um discurso de Jair Bolsonaro em defesa do golpe militar. No trecho em que o vídeo afirma que “64 foi uma exigência da sociedade” e que “as mulheres nas ruas pediam o restabelecimento da ordem”, a foto das seis atrizes é utilizada para ilustrar as falas. Em fevereiro de 2023, a imagem foi utilizada pelo Partido Liberal, em uma arte que comemora a conquista do voto feminino no Brasil. Na imagem, Michelle Bolsonaro aparece em primeiro plano, com a icônica fotografia ao fundo. Inversão da realidade Janaina Diniz Guerra se manifestou em nota enviada ao Splash por sua equipe de advogados: “A memória de minha mãe é de total ruptura com todo o conservadorismo defendido pelo PL e por Michelle Bolsonaro que, em sua época, foi imposto pela ditadura militar, regime ao qual ela se opôs”. E acrescentou: “O uso político, não autorizado, da imagem de minha mãe respaldando a pré-campanha de Michelle Bolsonaro é uma ofensa a tudo que minha mãe representou e representa”. Sobre Regina Duarte, Janaina ainda disse: “Quanto à Regina Duarte, respeito suas posições políticas, embora discorde por completo, mas é inadmissível que ela inverta por completo a realidade utilizando a imagem de suas colegas como se tivessem ido às ruas pedir intervenção militar, quando o protesto era justamente contra a censura imposta pela ditadura. É uma mentira publicada em suas redes como forma de incitação aos tenebrosos atos de 8 de janeiro”. Janaina Diniz Guerra pede R$ 52.800 em indenização em cada uma das ações, valor que é o limite do juizado cível.












