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  • Série

    Variety destaca Ilha de Ferro como uma das melhores séries do mundo em 2018

    20 de dezembro de 2018 /

    A revista americana Variety publicou nesta quinta-feira (20/12) sua lista de Melhores Séries Internacionais de 2018 e uma produção brasileira apareceu entre as selecionadas. “Ilha de Ferro”, série da plataforma Globoplay protagonizada por Cauã Reymond, impressionou os jornalistas da revista, que a descreveram como “uma grande aposta arriscada de ação e drama”. Foi a única atração latino-americana da relação. Mais que isso: foi a primeira série listada. Não há ranking na seleção, mas esse fato é significativo. A produção feita para streaming é considerada a série mais cara já feita no Brasil. Apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo – a tal “Ilha de Ferro” do título – , custou mais de R$ 2 milhões e tem 3 mil metros quadrados. Entre os demais destaques internacionais da Variety, destacam-se também a produção alemã “Das Boot”, adaptação do filme “O Barco: Inferno no Mar “(1981), a francesa “Hippocrates”, sobre um hospital em quarentena, a italiana “Il Cacciatore”, dramatização da Operação Mãos Limpas que acabou com a máfia nos anos 1990, a espanhola “Arde Madrid”, sobre os anos finais do franquismo, misturando política, glamour e personagens como a atriz hollywoodiana Ava Gardner e o casal Perón, sem esquecer da britânica “Informer”, thriller sobre terrorismo produzido pelo cineasta Sam Mendes (“007 Contra Spectre”). Confira abaixo a lista completa e aproveite as felizes descobertas de ano novo. “Ilha de Ferro” (Brasil) “The Story of Yanxi Palace” (China) “Herrens Veje” (Dinamarca) “Hippocrates” (França) “Das Boot” (Alemanha) “Autonomies” (Israel) “Il Cacciatore – The Hunter” (Itália) “Lykkeland” (Noruega) “Ślepnąc od Świateł” (Polônia) “Generations: the Legacy” (África do Sul) “Arde Madrid” (Espanha) “Informer” (Reino Unido)

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  • Série

    Ilha de Ferro: Globo exibe na TV o primeiro episódio de sua maior aposta de streaming

    19 de novembro de 2018 /

    A série “Ilha de ferro”, já disponível no Globoplay, terá seu primeiro episódio exibido na rede Globo nesta segunda-feira (19/11) no “Tela Quente Especial”. A produção feita para streaming é considerada a série mais cara da história da empresa. Apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo – a tal “Ilha de Ferro” do título – , custou mais de R$ 2 milhões e tem 3 mil metros quadrados. O investimento pode ser visto nas cenas de ação, como uma queda de helicóptero no mar, e teve apoio da Marinha brasileira, que firmou acordo com a produção para ceder navios e helicópteros, entre outros equipamentos. “Ilha de ferro” acompanha personagens que trabalham por períodos de 15 dias em uma jornada de trabalho complexa e estressante em pleno alto mar, isolados da família e de tudo, numa plataforma de petróleo. Escrita por Adriana Lunardi e o já falecido Max Mallmann, com supervisão de Mauro Wilson, a série tem direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e traz no elenco Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), Maria Casadevall (“Mulheres Alteradas”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). A trama começa com Dante (personagem de Cauã Reymond) sendo preterido por Júlia (Maria Casadevall) para o posto de gerente da plataforma PLT-137. Enquanto lida com a frustração profissional, ele ainda descobre que a sua mulher, Leona (Sophie Charlotte), está tendo um caso com seu irmão caçula, Bruno (Klebber Toledo), piloto da plataforma . Logo no primeiro episódio, o temperamento mercurial de Dante cria consequências graves. “Dante tem um aspecto sombrio, é cheio de conflitos internos. Ele tem densidade, pois vive constantemente sob a pressão do trabalho pesado. Além disso, a relação com a namorada é conflituosa. Mas consigo ver um heroísmo nele. É um guerreiro”, defendeu Cauã, em entrevista para O Globo. Enquanto Dante lida com seus demônios, a determinada Júlia representa as mulheres que precisam lutar por respeito no trabalho. “Júlia tem que se impor para garantir um espaço que ela já conquistou. É a luta cotidiana das mulheres. Ela me fez refletir sobre a minha realidade, pois também sou uma mulher em um set majoritariamente masculino. Antes do espaço da Júlia, precisei garantir o da Maria”, comparou Casadevall. Além de enfrentar o machismo dos colegas, ela precisa superar o estigma de ser filha do Ministro de Minas e Energia, Horácio (Herbert Richers Jr.), que pretende implementar um projeto liberal no setor, e neta do presidente do Sindicato dos Petroleiros, João Bravo (Osmar Prado). O embate de gerações também dá dimensão política à trama, que não deixa de discutir como a commodity do petróleo compõe a identidade nacional. Uma das maiores apostas da Globo para este ano, “Ilha de Ferro” já está com a 2ª temporada em produção e a 3ª confirmada. Confira o trailer da série abaixo.

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  • Filme

    Veja Cauã Reymond como imperador do Brasil na primeira foto do filme Pedro

    9 de novembro de 2018 /

    As filmagens de “Pedro”, novo filme de Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”), já começaram e a produção aproveitou para adiantar a primeira foto de Cauã Reymond como Dom Pedro I. “Há anos venho batalhando por esse filme”, contou o ator, em entrevista recente. “Queríamos um olhar feminino e que o personagem tivesse certa sensibilidade, já que D. Pedro foi retratado de outras formas. Tinha muita vontade de trabalhar com a Laís e quando apresentamos o projeto, ela topou na hora. É ela quem está decidindo a forma como vamos conduzir o D. Pedro ao invés de buscar referências em séries, novelas e livros”, explicou Cauã, que emendou: “Ela imaginou um homem que não está nos livros. Será a narração de um determinado momento da vida dele pouco explorado na literatura, em que a Laís fez um exercício de imaginação do que poderia ter acontecido naquele período.” “Pedro” mostrará o imperador a bordo da nau inglesa Warspite retornando à Europa, após ser destronado por um golpe parlamentar. Durante a travessia, reflete sobre sua vida no Brasil desde a infância, quando chegou com seus pais de Portugal, em 1808, até sua saída na calada da noite, fugindo de ser apedrejado pela população, em 1831. Orçado em R$ 11 milhões, o longa, que também será transformado em uma minissérie de quatro capítulos, terá 40% das cenas rodadas em Portugal e na Ilha dos Açores. A realização é uma coprodução de produtoras brasileiras com a portuguesa O Som e a Fúria. O roteiro é assinado por Bodanzky, seu marido e parceiro profissional Luiz Bolognesi e Chico Matoso. Já os outros nomes do elenco ainda não foram divulgados, mas devem incluir atores portugueses. O personagem histórico já foi representado em outras produções nacionais por Tarcísio Meira, em “Indendência ou Morte” (1972). e por Marcos Palmeira, em “Carlota Joaquina, Princesa do Brazil” (1995). Mas Cauã Reymond diz que sua versão será bem diferente da imagem de mulherengo que habita o imaginário popular brasileiro, mais centrada na visão portuguesa do filho do rei Dom João VI.

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  • Série

    Mariana Ximenes entra na 2ª temporada da série inédita Ilha de Ferro

    19 de agosto de 2018 /

    A atriz Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), que não estrela um trabalho na rede Globo desde a novela “Haja Coração” (2016), voltará a gravar uma produção da emissora. Segundo informações do jornal O Globo, ela entrou na 2ª temporada de “Ilha de Ferro”, série dramática que já encerrou a produção de seu primeiro ano, mas ainda não tem data de estreia definida. Na atração, ela fará par romântico com Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), que vive o protagonista da série, envolvido ainda com Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”, o que renderá um triângulo amoroso. “Ilha de Ferro” está sendo guardada pela Globo para lançar seu novo serviço de streaming, que tem sido anunciado a conta-gotas. A produção é considerada a série mais cara da história do canal. Apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo – a tal “Ilha de Ferro” do título – , custou mais de R$ 2 milhões. Escrita por Max Mallmann e Adriana Lunardi, com supervisão de Mauro Wilson, a série tem direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e ainda traz no elenco Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). A renovação de “Ilha de Ferro” foi anunciada em maio, junto de “Carcereiros” e “Sob Pressão”.

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  • Filme

    Cauã Reymond começa a filmar longa sobre Dom Pedro I em outubro

    13 de agosto de 2018 /

    O ator Cauã Reymond já definiu seu próximo projeto no cinema. Depois de muito adiar, ele finalmente viverá Dom Pedro I num filme dirigido por Laís Bodanski, cineasta do premiado “Como Nossos Pais”. E para isso, entrou num regime para emagrecer e já começou a cultivar o famoso bigode imperial que adorna as pinturas do regente. A princípio intitulado apenas “Pedro”, o filme marcará a estreia da produtora de Cauã, Sereno Filmes, fundada em parceria com seu empresário Mario Canivello, maior entusiasta do projeto. “A ideia surgiu de uma conversa com o roteirista Mauricio Zacharias, em Nova York. Tinha lido um livro sobre D. Pedro que era completamente diferente daquilo que conhecemos na escola e fiquei fascinado pelas contradições que o personagem tinha na história”, contou Canivello ao site Glamurama. Ele apresentou o projeto para Cauã, que topou na hora. Só que, desde esta empolgação inicial, já se passaram sete anos. “Há anos venho batalhando por esse filme”, confirmou o ator. “Queríamos um olhar feminino e que o personagem tivesse certa sensibilidade, já que D. Pedro foi retratado de outras formas. Tinha muita vontade de trabalhar com a Laís e quando apresentamos o projeto, ela topou na hora. É ela quem está decidindo a forma como vamos conduzir o D. Pedro ao invés de buscar referências em séries, novelas e livros”, explicou Cauã, que emendou: “Ela imaginou um homem que não está nos livros. Será a narração de um determinado momento da vida dele pouco explorado na literatura, em que a Laís fez um exercício de imaginação do que poderia ter acontecido naquele período.” As filmagens vão começar no dia 22 de outubro e se encerram com um período de duas semanas de locações na Ilha de Açores, em dezembro. Orçado em R$ 11 milhões, o longa, que também será transformado em uma minissérie de quatro capítulos, terá 40% das cenas rodadas em Portugal. A realização é uma coprodução de produtoras brasileiras com a portuguesa O Som e a Fúria. O roteiro é assinado por Bodanzky, Luiz Bolognesi e Chico Matoso. Já os outros nomes do elenco ainda não foram divulgados, mas devem incluir atores portugueses. O personagem histórico já foi representado em outras produções nacionais por Tarcísio Meira, em “Indendência ou Morte” (1972) e por Marcos Palmeira, em “Carlota Joaquina, Princesa do Brazil” (1995). Mas Cauã Reymond diz que sua versão será bem diferente da imagem de mulherengo que habita o imaginário popular brasileiro, mais centrada na visão portuguesa do filho do rei Dom João VI.

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  • Filme

    Uma Quase Dupla: Tatá Werneck e Cauã Reymond são “tiras” brasileiros em trailer de comédia

    7 de junho de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer de “Uma Quase Dupla”, filme brasileiro que segue a fórmula importada das comédias de duplas de “tiras”. Nesta variação nacional de “Chumbo Grosso” (2007), Tatá Werneck (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) vive uma policial durona de cidade grande, que é forçada a fazer parceria com um policial delicado de cidade pequena, interpretado por Cauã Reymond (“Reza a Lenda”). Juntos, eles arrebentam portas, se estapeiam, revisam piadas do antigo “Zorra Total” e levam tombos gratuitos. Dirigida por Marcus Baldini (de “Bruna Surfistinha” e “Os Homens São de Marte e é Pra Lá Que Eu Vou”), a comédia estreia nos cinemas em 19 de julho.

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  • Série

    Ilha de Ferro, com Cauã Reymond, será série mais cara da história da Globo

    18 de abril de 2018 /

    A nova minissérie da Globo “Ilha de Ferro”, atualmente em gravação no Rio, será o maior investimento do canal em produções do tipo. Segundo levantamento da coluna de Flavio Ricco, no UOL, apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo, custou mais de R$ 2 milhões. Além disso, a produção consumirá quase seis meses de trabalho da equipe, que tem gravações agendadas até 12 de maio, para produzir apenas 12 episódios. Uma média de 13 dias para gravar cada capítulo. Protagonizada por Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), a série se passa numa plataforma de petróleo em alto-mar, a Ilha de Ferro do título. Escrita por Max Mallmann e Adriana Lunardi, com supervisão de Mauro Wilson, a minissérie tem direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e ainda traz no elenco Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). A programação original da Globo prevê lançar “Ilha de Ferro” primeiro em streaming, antes de realizar a estreia na televisão. A data de estreia ainda não foi divulgada.

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  • Série

    Minissérie Amores Roubados vai ganhar versão americana

    1 de março de 2018 /

    A Globo fechou um acordo de coprodução internacional com o Telemundo, canal do grupo NBCUniversal voltada ao público hispânico dos Estados Unidos. O primeiro produto do negócio será uma versão em espanhol e inglês da minissérie “Amores Roubados”, sucesso da TV brasileira de 2014, estrelada por Cauã Reymond e Isis Valverde. A minissérie vai ganhar remake com atores latinos e residentes nos Estados Unidos. Segundo o blog Notícias da TV, a Globo fará toda a supervisão dessa produção e das próximas da parceria. Inspirada no romance “A Emparedada da Rua Nova”, de Carneiro Vilela, “Amores Roubados” é a história de um conquistador irresistível para mulheres, solteiras e casadas (Cauã Reymond, no Brasil), até se apaixonar por uma delas (Isis Valverde) e ter um destino trágico. Mas um detalhe que chamou atenção na minissérie não deve ser replicado na versão gringa: as paisagens áridas do Nordeste brasileiro, com externas gravadas em Petrolina (Pernambuco) e Paulo Afonso (Bahia). O remake marca a segunda colaboração entre a Globo e a Telemundo. Em 2001, as duas emissoras assinaram um contrato de cinco anos para a produção de novelas em espanhol. Mas a primeira tentativa, uma versão de “Vale Tudo” (1988), de Gilberto Braga, fracassou e a parceria foi desfeita. Para garantir que tudo dê certo nesta segunda incursão, Silvio de Abreu, diretor de teledramaturgia da Globo, e George Moura, autor de “Amores Roubados”, estiveram nesta semana em Miami para acertar os detalhes da produção da minissérie, que no Brasil teve dez capítulos. Além disso, na semana passada, o diretor-geral da Globo, Carlos Henrique Schroder, esteve no Festival de Berlim para se encontrar com produtores e executivos de todos os continentes, visando fechar coproduções de séries, minisséries e novelas no mercado internacional.

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  • Etc

    Cauã Reymond processa paparazzo que o fotografou nu

    18 de janeiro de 2018 /

    O ator Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”) decidiu processar o responsável por fotos em que aparece nu. As imagens, que causam furor nos endereços mais obscuros da internet, mostram o ator meditando à vontade, dentro de sua casa. A assessoria de imprensa do ator confirmou a ação judicial. “Não temos certeza de que foi com um drone, mas é claro o crime de invasão de privacidade”, disseram os relações públicas para a imprensa. Segundo eles, o fotógrafo já foi identificado e será processado. O mesmo acontecerá com eventuais veículos que compartilharem o material. Sem querer, as fotos também confirmaram que o ator está sozinho, após dois anos com a modelo Mariana Goldfarb. A informação do rompimento foi publicada no começo da semana pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, e confirmada por amigos do casal ao jornal Extra.

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  • Filme

    Diretor confirma cenas fortes de sexo entre Cauã Reymond e Matheus Nachtergaele no cinema

    17 de dezembro de 2017 /

    O ator Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”) vai viver cenas quentes de sexo gay com o ator Matheus Nachtergaele (“Trinta”) no filme “Piedade”, de Cláudio Assis (“Amarelo Manga”, “Febre do Rato”, “Big Jato”). O ator já tinha adiantado o teor da produção em outubro, após as filmagens em Recife, e agora o cineasta voltou a falar do assunto, para dizer que o filme será bem mais ousado do que se costuma ver nos dramas nacionais. “Tem nu, tem ‘coisas’ de Cauã, ‘coisas’ de Matheus. Não tem penetração, mas um clima que leva a pensar nisso. É bem sugestivo. São cenas fortes e, digamos, calientes”, afirmou o cineasta Cláudio Assis (Amarelo Manga, Baixio das Bestas) em entrevista ao jornal O Globo neste domingo (17/12). No filme, os personagens dos atores se conhecem depois que o executivo vivido por Matheus deixa São Paulo e viaja até Recife, onde o personagem de Cauã trabalha em um cinema pornô famoso na cidade. Os dois participam de cenas sem roupas, com muita intimidade. Cauã aceitou participar do filme pela admiração ao trabalho do diretor, sem nem ter lido o roteiro previamente. E não se arrependeu. “Quando li [o roteiro], adorei. É uma história linda. Sou fã desse cinema de arte, de resistência”, disse Reymond a O Globo. Além dos dois atores, “Piedade” conta com outros nomes conhecidos no elenco, como Fernanda Montenegro (“Infância”) e o habitual parceiro do diretor Irandhir Santos (“Febre do Rato”). O filme ainda não tem data de estreia.

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  • Filme

    Cauã Reymond e Matheus Nachtergaele viverão cena de sexo “quente” no cinema

    7 de outubro de 2017 /

    Depois de viver travesti em um clipe, Cauã Reymond (“Alemão”) vai protagonizar uma cena de sexo homossexual com o ator Matheus Nachtergaele (“Trinta”) no próximo filme do diretor pernambucano Cláudio Assis (“Amarelo Manga”, “Febre do Rato”, “Big Jato”). E, segundo próprio ele adiantou em entrevista ao programa “Lady Night”, “o babado é forte”. Intitulado “Piedade”, o filme mostrará que os personagens dos atores se conhecem depois que o executivo vivido por Matheus deixa São Paulo e viaja até Recife, onde o personagem de Cauã trabalha em um cinema pornô famoso na cidade. O longa conta também com outros nomes conhecidos no elenco, como Fernanda Montenegro (“Infância”) e o habitual parceiro do diretor Irandhir Santos (“Febre do Rato”). Vale a pena destacar ainda um nome da produção. O roteiro foi escrito pela cineasta Anna Muylaert (“Mãe Só Há Uma”), que há dois anos polemizou com a “fúria machista” do diretor. Cláudio Assis e Lírio Ferreira (“Sangue Azul”) foram banidos por um ano do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, reduto do cineastas do Recife, após uma participação desastrosa num debate sobre “Que Horas Ela Volta?” (2015), da diretora. “Piedade” ainda não tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros.

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    Festival de Brasília inicia 50ª edição marcando a identidade nacional

    15 de setembro de 2017 /

    O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro inicia sua edição de número 50 nesta sexta (15/9) com a exibição de “Não Devore Meu Coração!”, primeiro filme solo de Felipe Bragança (codiretor de “A Alegria”), sobre o romance de adolescentes na fronteira com o Paraguai e disputas entre motociclistas e descendentes de índios guaranis, que evocam ressentimentos antigos da Guerra do Paraguai. Antes de chegar em Brasília, o filme de Bragança foi exibido no Festival de Berlim, assim como outros dois longas da mostra competitiva: “Pendular”, de Julia Murat, e “Vazante”, de Daniela Thomas. “Não Devore Meu Coração” também foi exibido nos festivais de Sundance (EUA), Toulousse (França) e abriu a mostra de Cartagena de Índias (Colômbia), além de estar na programação do Festival Biarritz América Latina, que acontece na França em outubro. O filme discute identidade nacional e ecoa algo que chama atenção na seleção de Brasília. A mostra competitiva reuniu nove filmes de nove estados diferentes, cada um com seu próprio sotaque e dilemas, cobrindo paisagens tão distintas quanto os rincões do Rio Grande do Sul (“Música para Quando as Luzes se Apagam”, de Ismael Caneppele) e os conflitos urbanos de Recife (“Por Trás da Linha de Escudos”, de Marcelo Pedroso). Entre os cenários, também aparecem cidades históricas de Minas Gerais (“Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumons), o centro de São Paulo (“Pendular”, de Julia Murat) e o Recôncavo Baiano (“Café com Canela”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio). Há também viagens ao passado, às fazendas coloniais mineiras do século 19 (“Vazante”, de Daniela Thomas) e à Curitiba durante a ditadura militar (“Construindo Pontes”, de Heloisa Passos). Este ano, os filmes selecionados receberão cachê de participação, o que aumentou a procura pelo festival. Ao todo, foram inscritos 778 produções nas mostras competitivas, sendo 170 longas, de onde os organizadores selecionaram a nata. Cada longa em competição receberá R$ 15 mil só para participar do evento. Mas há outras mostras, que elevam a soma dos cachês a R$ 340 mil, apenas para exibir os filmes. Além do cachê, serão distribuídos os tradicionais troféus Calango e o Prêmio Petrobras de Cinema, votado pelo público. O vencedor deste troféu ainda receberá R$ 200 mil, que devem ser investidos na distribuição comercial do filme. Desde a primeira edição, em 1965 – quando era chamado de Semana do Cinema Brasileiro –, o Festival de Brasília só não foi realizado entre 1972 e 1974, no auge da censura do regime militar. O histórico dessas 50 edições também será lembrado em duas mostras paralelas, ao longo dos próximos dias. O festival também prepara uma homenagem para Nelson Pereira dos Santos, diretor de clássicos como “Rio 40 Graus” (1955), “Vidas Secas” (1963), “Como Era Gostoso o Meu Francês” (1971), “O Amuleto de Ogum” (1974), “Memórias do Cárcere” (1984) e o recente “A Música Segundo Tom Jobim” (2012), atualmente com 88 anos de idade. A 50ª edição do Festival de Brasília acontece até 24 de setembro, e terá como encerramento o filme “Abaixo a Gravidade”, de Edgard Navarro. Confira abaixo a lista dos filmes selecionados para as mostras competitivas. Competição de Longa-metragem “Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumans, MG “Café com Canela”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio, BA “Construindo Pontes”, de Heloisa Passos, PR “Era uma vez Brasília”, de Adirley Queirós, DF “Música para Quando as Luzes se Apagam”, de Ismael Cannepele, RS “O Nó do diabo”, de Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé, Jhesus Tribuzi , PB “Pendular”, de Julia Murat, RJ “Por Trás da Linha de Escudos”, de Marcelo Pedroso, PE “Vazante”, de Daniela Thomas, SP Competição de Curta-metragem “A Passagem do Cometa”, de Juliana Rojas, SP “As Melhores Noites de Veroni”, de Ulisses Arthur, AL “Baunilha”, Leo Tabosa, PE “Carneiro de Ouro”, Dácia Ibiapina, DF “Chico”, Irmãos Carvalho, RJ “Inocentes”, Douglas Soares, RJ “Mamata”, Marcus Curvelo , BA “Nada”, Gabriel Martins , MG “O Peixe”, Jonathas de Andrade, PE ‘Peripatético”, Jessica Queiroz, SP “Tentei”, Laís Melo, PR “Torre”, Nadia Mangolini, SP

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  • Etc

    Comentários impagáveis de Cauã Reymond viram sucesso no Twitter

    20 de março de 2017 /

    Não é só nas novelas, séries e filmes que Cauã Reymond anda fazendo muito sucesso. Desde que descobriu o Twitter, ele anda divertindo os fãs com comentários impagáveis, fotos engraçadas e revelações íntimas que deliciam seus mais de 150 mil seguidores. O interessante é que, ao contrário de muita gente famosa, Cauã interage com os fãs. Só que ele não tem filtro. A sinceridade é tanta que muitos imaginam que nem seja o ator de verdade. Mas é. Veja abaixo alguns exemplos da timeline.

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