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  • Filme

    Vídeo de bastidores destaca os outros atores de Jackie

    12 de dezembro de 2016 /

    Grande parte da atenção de “Jackie” tem sido concentrada na interpretação da atriz Natalie Portman (“Cisne Negro”), que foi inclusive premiada no Critics Choice Awards por seu desempenho no papel-título. Mas há outros grandes atores no elenco, e a Fox Searchlight ajuda a lembrar isso com um vídeo de bastidores que destaca as performances de Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Billy Crudup (“Spotlight”) e John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), os principais coadjuvantes da produção. Entre os comentários, aparecem ainda o diretor chileno Pablo Larrain (“No” e “O Clube”), que faz sua estreia em Hollywood, o roteirista Noah Oppenheim (“Maze Runner”) e o produtor Darren Aronofsky (diretor de “Noé” e “Cisne Negro”). O filme acompanha Jacqueline Kennedy em seus últimos dias na Casa Branca, que se seguiram ao assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963. A estreia já aconteceu, inicialmente em cinco salas de cinema nos EUA, para cumprir as regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, visando qualificação para o Oscar. No Brasil, porém, o filme só vai chegar em 2 de março.

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  • Filme

    Jackie: Natalie Portman brilha em cena completa e comerciais do filme sobre Jacqueline Kennedy

    28 de novembro de 2016 /

    A Fox Searchlight divulgou um cena completa e dois novos comerciais de “Jackie”, que destacam a performance da atriz Natalie Portman (“Thor”) no papel-título, como a ex-primeira dama dos EUA Jacqueline Kennedy. A cena mostra as dificuldades burocráticas que ela teve que enfrentar para realizar o funeral do presidente Kennedy, enquanto ainda sofria com a súbita viuvez, e os comerciais impressionam pelo realismo praticamente de documentário em que recria situações e cenas muito conhecidas. A produção marca a estreia do cineasta chileno Pablo Larrain (“No” e “O Clube”) em Hollywood, e acompanha Jackie em seus últimos dias na Casa Branca, que se seguiram ao assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963. Além de Natalie Portman, o elenco também conta com Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Billy Crudup (“Spotlight”), John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), John Carroll Lynch (série “American Horror Story”), Max Casella (série “Vinyl”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Caspar Phillipson (“Garoto Formiga”). O roteiro é de Noah Oppenheim (“Maze Runner”) e a produção executiva está a cargo do cineasta Darren Aronofsky, que dirigiu Portman em “Cisne Negro” (2010), o filme que rendeu à atriz seu festejado Oscar. Premiado nos festivais de Veneza e Toronto, “Jackie” estreia em 2 de dezembro nos EUA e apenas dois meses depois, em 2 de fevereiro, no Brasil.

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  • Etc

    Ellen DeGeneres recebe condecoração de Barack Obama por sua coragem e pioneirismo

    23 de novembro de 2016 /

    A comediante Ellen DeGeneres não conteve as lágrimas ao receber das mãos do presidente Barack Obama, a Medalha da Liberdade, a maior honraria concebida a civis pela Casa Branca. Ela e o ex-jogador de basquete Michael Jordan foram as celebridades mais destacadas pelo discurso do presidente americano, na cerimônia realizada na terça (22/11), que também condecorou os atores Tom Hanks, Robert Redford, Robert De Niro e o cantor Bruce Springsteen. Enquanto Michael Jordan foi celebrado como sinônimo de excelência, Ellen foi lembrada como ícone da coragem. “É fácil esquecer agora, em que chegamos tão longe e há igualdade no casamento perante à lei, a coragem que foi necessária para Ellen se assumir há quase 20 anos”, lembrou o chefe de estado dos Estados Unidos, evocando a iniciativa da comediante em se assumir lésbica publicamente, em sua então popular série de comédia “Ellen” (1994–1998). Ele declarou que a coragem da atriz impactou a todos, e não só a comunidade LGBTQ. “Como isso foi importante. Ver alguém tão repleta de bondade e luz, alguém de quem gostamos muito, alguém que poderia ser nosso vizinho, nosso colega ou nossa irmã, desafiar as nossas próprias suposições nos lembrando que temos mais em comum do que percebemos”, destacou. “E que fardo impressionante para ser carregado. Arriscar a sua carreira dessa forma. As pessoas geralmente não fazem isso. E então ter a esperança de milhões em seus ombros”, continuou Obama, celebrando o pioneirismo da atriz, que, embora tenha sofrido rejeição do grande público nos primeiros anos, resultando na queda de audiência e cancelamento de “Ellen”, deu a volta por cima conquistando seu próprio programa de entrevistas, que lidera a audiência das tardes da TV americana, horário mais assistido pelo público feminino nos EUA. Ellen DeGeneres se emocionou muito ao ouvir as palavras de Obama e, em seu Twitter, falou brevemente sobre a homenagem. “Que dia maravilhoso”, resumiu. Ao todo, Barack Obama reuniu 21 pessoas para realizar sua última homenagem a seus ídolos como presidente dos EUA. “Todo mundo neste palco conseguiu me comover pessoalmente de uma forma muito poderosa, de formas que provavelmente não podem ser imaginadas. Me ajudaram a ser quem sou”, ele disse, ao concluir a cerimônia na Ala Leste da Casa Branca.

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  • Filme

    Jackie: Natalie Portman impressiona ao incorporar Jacqueline Kennedy no novo trailer

    14 de novembro de 2016 /

    A Fox Searchlight divulgou um novo trailer de “Jackie”, que destaca a performance da atriz Natalie Portman (“Thor”) no papel-título, como a ex-primeira dama dos EUA Jacqueline Kennedy. Ela aparece no centro de cenas impressionantes, devastada com o marido sangrando em seu colo, desesperada na UTI, tomando banho para tirar o sangue de seu vestido, mas também forte como a viúva que exige um funeral grandioso, até cair em si e perceber que já não é mais a primeira dama dos EUA. A produção marca a estreia do cineasta chileno Pablo Larrain (“No” e “O Clube”) em Hollywood, e acompanha Jackie em seus últimos dias na Casa Branca, que se seguiram ao assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963. Além da atriz, o elenco também conta com Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Billy Crudup (“Spotlight”), John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), John Carroll Lynch (série “American Horror Story”), Max Casella (série “Vinyl”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Caspar Phillipson (“Garoto Formiga”). O roteiro é de Noah Oppenheim (“Maze Runner”) e a produção executiva está a cargo do cineasta Darren Aronofsky, que dirigiu Portman em “Cisne Negro” (2010), o filme que rendeu à atriz seu festejado Oscar. Premiado nos festivais de Veneza e Toronto, “Jackie” estreia em 2 de dezembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Veneza: Natalie Portman brilha em Jackie, cinebiografia de Jacqueline Kennedy

    7 de setembro de 2016 /

    Natalie Portman pisou no tapete vermelho do Festival de Veneza como quem sobe a escaria do Dolby Theatre, em Los Angeles, onde acontece a premiação do Oscar. Após a projeção de “Jackie”, cinebiografia da ex-Primeira-Dama Jacqueline Kennedy, a crítica internacional já crava seu nome entre as indicadas ao troféu americano. Desde que venceu seu Oscar por “Cisne Negro” (2010), ela não aparecia de forma tão clara como candidata natural a um bis da Academia. Estreia na língua inglesa do cineasta chileno Pablo Larraín, “Jackie” se passa nos dias que se seguiram ao assassinato do presidente John Kennedy, em 1963, e traz Natalie como a jovem viúva, devastada pelo luto, mas tendo que administrar suas imagens pública e privada. “Acho que este é o papel mais perigoso que já fiz, porque eu sabia como ela era, falava e andava. E eu jamais havia interpretado alguém assim”, admitiu a atriz de 35 anos, durante a entrevista coletiva do festival. Ela baseou sua composição em vasto material de arquivo, mas principalmente no especial da rede CBS “A Tour of the White House with Mrs. John F. Kennedy”, exibido em 1961, no qual a então Primeira-Dama promoveu uma excursão pela Casa Branca recém-decorada por ela, e uma entrevista dada à revista “Life” uma semana após o assassinato do Presidente Kennedy. A trama, por sinal, parte desta entrevista e usa flashbacks para mostrar como esta mulher, extremamente culta, mas subestimada por sua beleza, se engrandece para defender a imagem do marido. A reconstituição dos principais momentos após o atentado é excruciante. O filme reproduz o percurso até ao hospital, a relação com o cunhado Robert Kennedy, o cuidado com os dois filhos, as decisões relacionadas com o protocolo de Estado e até o papel de Jackie na sucessão presidencial. Na tela, Portman encarna os mínimos detalhes daquela mulher, que parecia tremer quando a câmera da CBS a encontrou pela primeira vez na Casa Branca, e que virou uma rocha fria, no momento mais trágico de sua vida. Não apenas nos gestos, mas também no sotaque e, por incrível que pareça, até na voz da Primeira-Dama, Natalie Portman se transfigura e, pouco a pouco, vira Jacqueline Kennedy diante dos olhos incrédulos dos espectadores. “Eu nunca me senti como uma boa imitadora. Mas tentei criar uma personagem de modo que fizesse as pessoas acreditarem que eu era Jackie”, ela explicou. Pablo Larraín, no entanto, minimizou o impressionante trabalho da atriz, considerando que ela é famosa demais para simplesmente sumir na personagem, que, por sua vez, também é vastamente conhecida. “Quando alguém tão conhecido quanto Natalie interpreta alguém tão famoso quanto Jackie, o problema é o tempo que leva para o público a aceitar como Jackie. É claro que precisamos de maquiagem, penteado e figurino, temos que criar uma ilusão, tanto os realizadores quanto os atores. Acredito que o cinema está mais ligado aos antigos mágicos ilusionistas do que qualquer outra coisa”, ele avaliou. O diretor, que vem se destacando em premiações internacionais com seus filmes, chegando a vencer o Urso de Prata no Festival de Berlim por “O Clube” (2015), foi trazido para o projeto pelo cineasta americano Darren Aronofsky, um dos produtores o longa, que também indicou Portman para o papel principal, após dirigi-la em “Cisne Negro”. Larraín conta uma história totalmente americana, mas adota a estrutura pouco convencional que já tinha usado em “No”, uma produção sobre outra história real, 100% chilena – o plebiscito que encerrou a ditadura Pinochet – , mesclando ficção com cenas de documentários e imagens de arquivo. E a combinação funciona, graças ao roteiro muito bem estruturado de Noah Oppenheim (“Maze Runner”), à fotografia deslumbrante do francês Stéphane Fontaine (“Ferrugem e Osso”), e ao figurino e a cenografia que recriam a época de forma extremamente fiel. “Por que não poderia fazer um filme sobre ela?”, questionou o diretor, referindo-se à sua nacionalidade. “Não sou americano, mas sou contador de histórias e esta é uma boa história. Eu me lembro de que li os relatórios da Comissão Warren em que ela narra como viu a morte de Kennedy, estando ao lado dele. Então percebi que ninguém ainda tinha contado esta história tão conhecida do ponto de vista dela”. Embora Natalie Portman se destaque, o elenco coadjuvante também é muito bom, especialmente John Hurt (“Expresso do Amanhã”) como seu padre confessor, Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), como Robert Kennedy, e o dinamarquês Casper Phillipson (“Garoto-Formiga”), numa igualmente impressionante participação como John Kennedy. Após a exibição em Veneza, “Jackie” segue para o Festival de Toronto, mas ainda não tem previsão de estreia comercial definida.

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  • Série

    Robert Knepper entra na 6ª temporada de Homeland

    29 de agosto de 2016 /

    O ator Robert Knepper entrou no elenco da 6ª temporada de “Homeland”, como um general do Departamento de Defesa, responsável pelo abastecimento de informações do setor para a nova presidente dos EUA. A nova temporada da série vai se passar após a vitória da primeira mulher nas eleições presidenciais americanas, num timing que reflete a disputa eleitoral real dos EUA, cujas pesquisas de opinião apontam vitória de Hilary Clinton. Na trama, Elizabeth Keane era senadora de Nova York antes de vencer as eleições e virar Presidente dos EUA. A intérprete da personagem é Elizabeth Marvel, que curiosamente já tentou virar presidente antes, na série “House of Cards”. A 6ª temporada de “Homeland” tem sua estreia programada para janeiro, no canal pago Showtime. A série já se encontra renovada até a 8ª temporada. No Brasil, “Homeland” é exibida pelo canal pago FX.

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  • Filme

    Elvis & Nixon: Veja o trailer legendado da comédia sobre o dia em que o Rei do Rock encontrou o Presidente dos EUA

    11 de junho de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o trailer legendado de “Elvis & Nixon”, comédia sobre o encontro entre o cantor Elvis Presley e o presidente dos EUA Richard Nixon em 1970. A prévia mostra um pouco dos bastidores do encontro que realmente aconteceu, conforme atesta uma foto famosa, mas que, aparentemente, foi muito mais bizarro que o noticiado. Explorando o humor negro, o vídeo apresenta um Elvis nonsense e um Nixon constrangido, que não sabe o que fazer, além de aproveitar o marketing inesperado. Vale destacar ainda o visual de Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o Rei do Rock, além de Kevin Spacey (série “House of Cards”) no papel de um presidente maléfico da vida real. Presley e Nixon se encontraram na Casa Branca em dezembro de 1970 a pedido do cantor. Na ocasião, Elvis deu um revólver Colt 45 de presente para o político, querendo ainda contribuir com o combate às drogas entre a juventude. Ironicamente, Elvis morreria sete anos depois de overdose de medicamentos, com apenas 42 anos de idade. O elenco ainda inclui Colin Hanks (série “Fargo”), Evan Peters (série “American Horror Story”), Geraldine Singer (“O Herdeiro do Diabo”), Alex Pettyfer (“Magic Mike”), Tracy Letts (série “Homeland”) e a cantora Sky Ferreira (“Canibais”). Escrito pelo ator Cary Elwes (“A Princesa Prometida” e “Jogos Mortais”) e dirigido por Liza Johnson (“Amores Inversos”), “Elvis & Nixon” teve uma estreia limitada em abril nos EUA, quando recebeu críticas elogiosas, e chega aos cinemas brasileiros na quinta, dia 16 de junho.

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  • Filme

    Após repercussão negativa, Will Ferrell desiste de viver Ronald Reagan no cinema

    30 de abril de 2016 /

    Após protestos da família de Ronald Reagan, o ator Will Ferrell desistiu de participar de uma comédia que mostraria o ex-presidente dos EUA com demência. Escrita por Mike Rosolio (série “Sean Saves the World”), a comédia pretendia focar o segundo mandato do presidente, quando Reagan começa a manifestar os primeiros sintomas de Alzheimer e um estagiário tenta convencê-lo que ele é um ator interpretando o papel do presidente em uma obra de ficção. O roteiro chegou a ter tanta popularidade dentro da famosa “lista negra” de Hollywood – um catálogo anual dos melhores roteiros ainda não produzidos na indústria – que em março inspirou uma leitura pública por Lena Dunham, James Brolin, Nathan Fillion e John Cho. Ferrell já havia satirizado anteriormente políticos americanos, tendo feito várias paródias de George W. Bush na época em que integrava o elenco do programa humorístico “Saturday Night Live”. A caracterização foi levada, inclusive, ao teatro, na peça “You’re Welcome America”. Mas ficou sensibilizado com as críticas da família de Reagan, que alegaram que Alzheimer e demência não eram tema para comédia. Patti Davis, e Michael Regan, filhos do ex-presidente, assim como a Fundação Presidencial Ronald Reagan e a Associação de Alzheimer, lamentaram a ideia de fazer humor com uma desordem cerebral progressiva que destrói a memória. “Eu vi quando o medo invadiu os olhos do meu pai, esse homem que nunca havia temido nada. Eu ouvi a sua voz tremer quando ele estava na sala de estar e disse: ‘Eu não sei onde estou’”, escreveu Patti Davis numa carta aberta para Ferrell. Diante da reação, a United Talent Agency, que representa o ator, emitiu um comunicado dissociando Ferrell da produção. “O roteiro de ‘Reagan’ é um dos vários que foram submetidos a Will Ferrell e que ele havia considerado. Embora não se trate de uma ‘comédia sobre Alzheimer’ como foi sugerido, Ferrell não está buscando esse projeto”, afirma o texto. Anteriormente, ele estava até cogitando produzir o longa. Não se sabe agora se o projeto sairá do papel.

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  • Filme

    Will Ferrell vai viver o Presidente Reagan em comédia biográfica

    28 de abril de 2016 /

    O ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) vai viver o ex-presidente dos EUA Ronald Reagan no cinema, informou o site da revista Variety. A cinebiografia, que tem título provisório de “Reagan”, terá tom de comédia. Escrita por Mike Rosolio (série “Sean Saves the World”), o filme vai se focar no segundo mandato do presidente, quando Reagan começa a manifestar os primeiros sintomas de Alzheimer e um estagiário tenta convencê-lo que ele é um ator interpretando o papel do presidente em uma obra de ficção. O roteiro chegou a ter tanta popularidade dentro da famosa “lista negra” de Hollywood – um catálogo anual dos melhores roteiros ainda não produzidos na indústria – que em março inspirou uma leitura pública do texto por Lena Dunham, James Brolin, Nathan Fillion e John Cho. Ferrell será um dos produtores do filme. Ele já tem experiência em satirizar políticos americanos, tendo feito várias paródias de George W. Bush na época em que integrava o elenco do programa humorístico “Saturday Night Live”. A caracterização foi levada, inclusive, ao teatro, na peça “You’re Welcome America”. “Reagan” ainda não possui diretor definido nem previsão de estreia.

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  • Filme

    Matthew Perry será Ted Kennedy na continuação da minissérie The Kennedys

    21 de março de 2016 /

    O ator Matthew Perry (série “Friends”) entrou no elenco da minissérie “After Camelot”, continuação de “The Kennedys”, de 2011. Segundo o site Deadline, ele viverá o caçula dos irmãos Kennedy, o senador Ted Kennedy. Ele se junta a Katie Holmes (“Batman Begins”), que voltará a viver Jacqueline Kennedy, mesmo papel que interpretou na minissérie anterior. Além de estrelar, ela também será produtora da atração. Criada por Stephen Kronish, com base no livro “After Camelot: A Personal History of the Kennedy Family 1968 to Present”, de J. Randy Taraborrelli, a minissérie vai contar o que aconteceu com a família após o assassinato do senador Robert Kennedy, em 1968. Enquanto Ted busca conquistar suas ambições políticas, Jacqueline tenta reerguer a vida após as tragédias que lhe custaram o marido e o cunhado, mortos em atentados políticos. A produção terá quatro episódios, com direção de Jon Cassar, diretor da minissérie original, e será exibida no canal pago americano Reelz, que também exibiu “The Kennedys” nos EUA. A minissérie “The Kennedys” recebeu duras críticas do clã dos Kennedys por conta de uma abordagem do Presidente John F. Kennedy e seu irmão, o Senador Robert Kennedy, ambos representados com viés negativo e muitas apelações sensacionalistas. A história de Ted Kennedy também se presta à exploração de fofocas de baixo nível. As gravações estão confirmadas para maio, em Toronto, no Canadá.

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  • Série

    Veep: Julia Louis-Dreyfus tenta a reeleição no trailer da 5ª temporada

    21 de março de 2016 /

    O canal pago HBO divulgou um novo trailer da 5ª temporada de “Veep”. A prévia mostra como a presidente vivida por Julia Louis-Dreyfus estraga suas chances de reeleição com comentários equivocados, entrevistas desastrosas e até dormindo com um executivo de Wall Street. Detalhe: esse novo personagem é vivido por John Slattery, da série “Mad Men”. Criada por Armando Iannucci (“In the Loop”), “Veep” narra as desventuras políticas de uma neurótica (Julia Louis-Dreyfus, da série “The New Adventures of Old Christine”), que consegue o cargo de vice-presidente dos EUA, acaba virando presidente ao longo da série, mas nem por isso descobre o que fazer no cargo, fora pensar em sua reeleição. “Veep” já rendeu quatro prêmios Emmy consecutivos para Julia Louis-Dreyfus e a 5ª temporada estreia em 24 de abril na HBO.

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