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    Capitão América: Guerra Civil registra maior estreia do ano nos EUA

    8 de maio de 2016 /

    “Capitão América: Guerra Civil” não teve dificuldades em estabelecer o recorde de maior estreia de 2016, abrindo em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas, com US$ 181,7 milhões em seu primeiro fim de semana. O resultado representa a quinta maior abertura de todos os tempos nos EUA e o maior sucesso de um filme “solo” de herói da Marvel, acima de “Homem de Ferro 3” (US$ 174,1 milhões), mas abaixo dos dois longas dos Vingadores. Detalhe: quatro das cinco maiores aberturas do cinema americano são produções da Disney! O sucesso de arrecadação reforça a avaliação de que “Capitão América: Guerra Civil” está sendo visto como um filme dos Vingadores. Neste sentido, a diferença de seu desempenho em relação ao lançamento dos filmes anteriores da franquia é bastante expressiva: “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011) e “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) abriram com US$ 65 milhões e US$ 95 milhões, respectivamente. No mercado internacional, onde o filme teve seu lançamento antecipado a partir de 28 de abril, o desempenho é ainda mais impressionante, com quase US$ 500 mil arrecadados em 11 dias – dos quais US$ 220 milhões foram faturados neste fim de semana. Somando a receita norte-americana, o filme já está com US$ 678,3 milhões de faturamento mundial. Graças a essa arrancada, a expectativa é que “Capitão América: Guerra Civil” supere facilmente a cobiçada marca de US$ 1 bilhão em ingressos vendidos. A Disney, por sinal, protagoniza uma disputa interna para comemorar qual filme chegará primeiro ao clube do bilhão em 2016. Afinal, “Zootopia” continua vendendo ingressos em todo o mundo e atingiu, nos últimos três dias, o montante de US$ 956,4 milhões. Embora tenha sido lançado há dois meses, o longa animado faturou mais US$ 20 milhões ao longo desta semana e continua em cartaz em muitos países. “Mogli, o Menino Lobo” é outro candidato da Disney ao primeiro bilhão do ano. Após três fins de semana liderando as bilheterias dos EUA, o filme perdeu o trono para “Capitão América”, mas atingiu US$ 776,1 milhões em todo o mundo e já superou “Deadpool” (US$ 762 milhões) no ranking das maiores arrecadações mundiais de 2016. Por enquanto, porém, o segundo maior faturamento mundial do ano pertence a “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. O longa da Warner está com US$ 865,4 milhões, mas já neste fim de semana despencou para o final do Top 10 dos EUA, demonstrando o final de seu fôlego na competição comercial. Vale lembrar, ainda, que “Batman vs. Superman” abriu com US$ 166 milhões nos EUA e viu seu faturamento despencar em sua segunda semana, graças, em parte, à recepção negativa da crítica (apenas 27% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes). Já “Capitão América: Guerra Civil” abriu não apenas com maior dianteira financeira, mas também com a benção da crítica (91% de aprovação no Rotten Tomatoes). BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Capitão América: Guerra Civil Fim de semana: US$ 181,7 milhões Total EUA: US$ 181,7 milhões Total Mundo: US$ 678,3 milhões 2. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 21,8 milhões Total EUA: US$ 284,9 milhões Total Mundo: US$ 776,1 milhões 3. O Maior Amor do Mundo Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 20,7 milhões Total Mundo: US$ 20,7 milhões 4. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 40,3 milhões Total Mundo: US$ 146,2 milhões 5. Keanu Fim de semana: US$ 3 milhões Total EUA: US$ 15,1 milhões Total Mundo: US$ 15,1 milhões 6. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 48,7 milhões Total Mundo: US$ 48,7 milhões 7. Zootopia Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 327,6 milhões Total Mundo: US$ 956,4 milhões 8. A Chefa Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 59,1 milhões Total Mundo: US$ 71 milhões 9. Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank Fim de semana: US$ 1,4 milhão Total EUA: US$ 7 milhões Total Mundo: US$ 7 milhões 10. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 327,2 milhões Total Mundo: US$ 865,4 milhões

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    Presidente da Marvel se compromete a fazer filme solo da Viúva Negra

    7 de maio de 2016 /

    Após uma pesquisa indicar que o público quer um filme solo da “Viúva Negra”, Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, afirmou estar “comprometido” em produzir o longa-metragem. A revelação veio à tona no meio de uma longa entrevista para o site Deadline. Durante a entrevista, Feige comentou: “Nós já anunciamos os próximos 9 filmes, 10 se contarmos ‘Guerra Civil’, previstos até o final de 2019. Para onde vamos além disso ainda são discussões que vão acontecer, já que estamos focados nos próximos anos, pela quantidade de coisas que precisamos fazer antes disso. Dos personagens que você citou [Falcão, Máquina de Combate, Viúva Negra e Gavião Arqueiro], eu diria, certamente, diria criativamente e emocionalmente, que estamos mais comprometidos em fazer o filme da Viúva Negra”. Para demonstrar seu comprometimento, o produtor ressaltou que a qualidade do trabalho feito pela atriz Scarlett Johansson, atriz que interpreta o personagem nos filmes dos Vingadores, é a maior garantia de uma franquia. “Achamos ela uma personagem incrível. A imagem que a Scarlett Johansson criou dela é incrível. Ela é uma Vingadora e tem histórias incríveis, que achamos que seriam ótimas e divertidas para transformar em uma franquia solo”. Ou seja, há planos para o filme, mas os fãs terão que sentar e esperar muito. Pelo menos, mais quatro anos.

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    Pesquisa revela que o público quer filme solo da Viúva Negra

    4 de maio de 2016 /

    E essa agora? O filme mais esperado pelos fãs dos super-heróis da Marvel não faz parte dos planos do estúdio. Uma pesquisa organizada pelo site de venda de ingressos Fandango apontou que o público está ansioso por um longa individual da Viúva Negra. A heroína, vivida por Scarlett Johansson, foi a campeã da enquete que questionava qual o próximo derivado dos Vingadores que os espectadores mais gostariam de ver. O filme solo da personagem teve 48% da preferência do público, praticamente metade das opiniões, com ampla vantagem sobre os demais personagens citados, Visão (15% dos votos), Falcão (12%), Gavião Arqueiro (10%), Máquina de Combate (8%) e Feiticeira Escarlate (7%). A enquete foi feita com os consumidores do site, que compraram ingressos para assistir “Capitão América: Guerra Civil” nos Estados Unidos. Mas se o público está louco pelo filme solo da Viúva Negra, a Marvel não tem planos para tornar esse desejo realidade. O estúdio ainda não produziu nenhum longa estrelada por super-heroína, no que será superado pela rival DC Comics no ano que vem, com o lançamento de “Mulher-Maravilha”. O único projeto solo de super-heroína da Marvel está previsto apenas para 2019 e introduzirá uma nova personagem, a Capitã Marvel. Será que a Marvel é tão bem-sucedida que pode se dar ao luxo de ignorar o desejo dos fãs, que querem pagar para ver um filme de sua personagem favorita?

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    Capitão América: Guerra Civil quebra recorde de bilheteria em estreia no Brasil

    2 de maio de 2016 /

    Saíram os números oficiais da bilheteria nacional. “Capitão América: Guerra Civil” vendeu 2,6 milhões de ingressos e faturou R$ 43,8 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição no Brasil, segundo levantamento da empresa de monitoramento comScore. O valor é o maior faturamento de um fim de semana estendido (de quinta a domingo) já registrado no país, superando o antigo recordista, “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” (R$ 39,9 milhões). Vale lembrar que apenas a partir de março de 2014 os filmes passaram a estrear às quintas no Brasil, não mais às sextas, aumentando suas bilheterias de “fim de semana”. O resultado não chega a ser surpresa, tendo em vista que sua distribuição foi uma das maiores de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todas as telas disponíveis no parque exibidor nacional – 1,4 mil salas. Ao todo, “Capitão América: Guerra Civil” foi lançado em 37 países entre quinta e sexta passadas, arrecadando US$ 200,2 milhões no mercado internacional. Com isso, o filme liderou a bilheteria mundial no fim de semana. Na próxima sexta (6/5), a produção chega aos Estados Unidos, onde a Disney espera arrecadar algo em torno de US$ 200 milhões, e também à Rússia e à China, podendo até triplicar sua arrecadação mundial. Com aprovação unânime da crítica – 94% no Rotten Tomatoes – , o filme da Marvel pode se tornar o maior sucesso do cinema em 2016. Leia a crítica aqui.

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    Capitão América: Guerra Civil já lidera a bilheteria mundial

    1 de maio de 2016 /

    O lançamento internacional de “Capitão América: Guerra Civil” rendeu US$ 200,2 milhões e já coloca o filme na liderança da bilheteria mundial em seu primeiro fim de semana em cartaz. A arrecadação aconteceu em 37 países – ou 63% do mercado de cinema mundial – e teve direito a alguns recordes, inclusive no Brasil, onde o filme atingiu a maior bilheteria de estreia de todos os tempos, com estimados US$ 12,3 milhões no fim de semana estendido, segundo o site The Hollywood Reporter. Os valores oficiais do desempenho nacional serão conhecidos na segunda (2/5). No próximo final de semana, “Capitão América: Guerra Civil” chega aos Estados Unidos, onde a Disney espera arrecadar algo em torno de US$ 200 milhões, e também à Rússia e à China, podendo até triplicar sua arrecadação mundial. Com aprovação unânime da crítica – 94% no Rotten Tomatoes – o filme da Marvel pode se tornar o maior sucesso de 2016. Leia a crítica aqui.

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    O universo Marvel atinge o ápice em Capitão América: Guerra Civil

    30 de abril de 2016 /

    Os irmãos Anthony e Joe Russo revelaram-se a grande arma secreta da Marvel. Saíram do anonimato – na verdade, da série “Community” – para dirigir “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014), o filme que impôs mais dramaticidade e seriedade na fórmula do estúdio, até então marcada pelo predomínio do humor em suas aventuras. Agora, com “Capitão América: Guerra Civil”, eles atingem o ápice, ao criar o filme perfeito da Marvel, com o qual todos os demais serão comparados, graças ao equilíbrio de seriedade dramática, ação intensa e diversão bem-humorada em doses harmoniosas. O tom dramático é estabelecido logo no começo, quando uma missão dos Vingadores termina em tragédia, levando o mundo e particularmente o governo dos EUA a exigir controle sobre o grupo. Até porque essa não foi a única intervenção dos heróis com vítimas civis, como mostraram “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015). Mas enquanto Tony Stark (Robert Downey Jr.) se mostra pronto para assumir a culpa e se submeter, o Capitão Steve Rogers (Chris Evans) não aceita virar pau mandado, especialmente quando uma das novas missões é capturar seu ex-melhor amigo Bucky/Soldado Invernal (Sebastian Stan). A premissa é de um filme dos Vingadores. Entretanto, o clima solene não inclui as piadinhas trocadas entre os personagens, que marcaram os dois longas de Joss Whedon. Os Russo deixaram o humor por conta da introdução do Homem-Aranha (Tom Holland), que se mostra uma metralhadora de piadas em suas cenas, deixando bem claro sua diferença etária em relação aos demais super-heróis. Se os diretores conduzem o filme com precisão, o mérito da trama é de outra dupla, os roteiristas Stephen McFeely e Christopher Markus, que estão na franquia desde “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011) e se mostram verdadeiros experts em quadrinhos, enchendo a história de referências, como a nação africana de Wakanda, Sharon Carter, a prisão Balsa, o Barão Zemo, Ossos Cruzados, a joia do infinito etc. Além disso, seu roteiro é cirurgicamente interligado com os filmes dos Vingadores, do Capitão América, do Homem de Ferro e até do Homem-Formiga, como se as produções anteriores tivessem sido feitas para desaguar nele. A principal inspiração dos quadrinhos, por sua vez, vem da minissérie “Guerra Civil”, de Mark Millar (o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”), que marcou os anos 2000 e repercutiu em vários títulos da Marvel. Claro, a guerra civil original envolvia centenas de super-heróis e o filme lida com os limites do universo cinematográfico da Marvel, mas mesmo assim consegue passar a essência do conflito, sem deixar de introduzir novos personagens, como o citado Aranha e o Pantera Negra (Chadwick Boseman). A síntese do embate reúne doze heróis numa luta filmada em IMAX, que dá a dimensão grandiosa do momento (ainda que o 3D convertido dos filmes da Marvel continue fajuto e caça-níquel). Um dos grandes méritos da produção, aliás, é reforçar no público a convicção e força desses heróis, mostrando o que eles são capazes em cenas muito bem coreografadas, de grande intensidade física. No conflito generalizado, até a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), que tem poderes mais complexos, tem a chande de demonstrar seu potencial ao enfrentar o androide Visão (Paul Bettany). O centro dramático, porém, está na figura do Soldado Invernal. Se o ator Sebastian Stan não tem o mesmo carisma dos demais, seu arco é o mais trágico. Apesar de estar sob controle de inimigos, ele se sente culpado por ter executado tantas vidas inocentes a mando de terroristas. E este dilema o torna o principal eixo da trama, embora isso não tire o protagonismo do Capitão América e do Homem de Ferro, cujos intérpretes estão cada vez mais à vontade em seus papéis. “Capitão América: Guerra Civil” é um filme repleto de momentos memoráveis. Embora resulte consistente, é composto de várias cenas individuais com forte carga emocional. Uma cena em particular, envolvendo o Soldado Invernal, pode levar o espectador às lágrimas. E isso não é pouco em se tratando de um estúdio que, até então, jamais demonstrara pretensões de dar a seus filmes a atmosfera sombria das adaptações da DC Comics. Os irmãos Russo acabaram com o mito que todo o filme da Marvel precisa ser uma comédia, como o caso extremo do “Homem-Formiga” (2015), sem cair na seriedade sem graça das produções baseadas nos quadrinhos da sua rival. “Capitão América: Guerra Civil” mostrou como adaptações de super-heróis podem ser feitas de forma séria sem perder de vista seu potencial para a diversão. E esta é uma lição mais preciosa que uma joia do infinito.

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    Cena pós-créditos de Capitão América: Guerra Civil foi filmada no Brasil

    30 de abril de 2016 /

    Um segredo de “Capitão América: Guerra Civil” só foi revelado após a estreia do filme nos cinemas. Uma das cenas pós-créditos do filme foi filmada no Brasil. Ironicamente, as imagens registradas no Brasil são apresentadas como paisagens africanas. Trata-se do registro das Cataratas do Iguaçu, que, no contexto da trama, fazem parte da nação africana do Rei T’Challa, a identidade civil do Pantera Negra. As Cataratas aparecem brevemente na primeira cena extra do longa, que revela o destino do Soldado Invernal, e os créditos do filme chegam a aludir a uma equipe de filmagens no Brasil, repleta de nomes de técnicos brasileiros. É a primeira vez que as Cataratas do Iguaçu vão parar na África, mas elas já apareceram no Rio de Janeiro, em “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), e no Amazonas, em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008). Além desta cena, “Capitão América: Guerra Civil” tem um segundo bônus focado no Homem-Aranha, que serve para chamar o vindouro filme do herói aracnídeo.

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    Capitão América: Guerra Civil registra segunda maior estreia de todos os tempos no Brasil

    30 de abril de 2016 /

    “Capitão América: Guerra Civil” tornou-se a segunda maior estreia de cinema no Brasil em todos os tempos, com US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 9,3 milhões) de arrecadação na quinta-feira (28/1), o dia de seu lançamento. O filme também teve a maior distribuição de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todas as telas disponíveis no parque exibidor nacional – 1,4 mil salas. O monopólio foi uma das razões para o bom desempenho nas bilheterias nacionais, inferior apenas ao de “Star Wars: O Despertar da Força”, que faturou R$ 9,5 milhões em sua estreia em dezembro no país – também com operação abafa, ocupando número recorde de salas. A bilheteria nacional de “Capitão América: Guerra Civil” foi antecipada numa reportagem do site da revista Variety sobre o sucesso internacional do filme. Com apenas um dia em cartaz, a produção já soma US$ 38,7 milhões em todo o mundo, contabilizados de 30 países diferentes. A Coreia do Sul lidera a lista, com US$ 7,7 milhões, seguida pela França, com US$ 3,7 milhões. O Brasil é o terceiro maior mercado do filme. Estimativas apontam que a produção da Marvel pode render US$ 200 milhões apenas nos cinco primeiros dias em cartaz, antes de sua estreia nos Estados Unidos, prevista para a próxima sexta (6/5). O filme também foi muito bem-recebido pela crítica internacional. No site americano Rotten Tomatoes, que avalia a nota média dos críticos americanos, “Capitão América: Guerra Civil” atingiu 94% de aprovação. Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, o longa explora a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América recusar o plano do governo americano para supervisionar os super-heróis depois dos acontecimentos de “Vingadores: Era de Ultron” (2015), que causaram muitas mortes de civis.

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    Capitão América: Guerra Civil tem um dos maiores lançamentos de todos os tempos no Brasil

    28 de abril de 2016 /

    A estreia de “Capitão América: Guerra Civil” monopoliza os cinemas brasileiros a partir desta quinta (28/4). A Disney lançou o filme em nada menos que 1,4 mil salas. Trata-se do segundo maior lançamento de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todo o parque exibidor nacional. O recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, que ocupou 1.504 salas em dezembro passado. O filme dos super-heróis é ótimo, mas mesmo que fosse podre já teria vantagem para abrir em 1º lugar e até conquistar um possível recorde de bilheteria com esta exposição excessiva. Além disso, como teve lançamento monstro, todo o resto da programação precisa se espremer para o circuito alternativo. As “demais” estreias somam nada menos que oito filmes, entre eles um drama estrelado por um ex-intérprete de super-herói, Tobey Maguire, da trilogia original do “Homem-Aranha”. Enquanto “Capitão América” introduz o novo Homem-Aranha, Maguire segue a carreira com a cinebiografia do enxadrista Bobby Fischer em “O Dono do Jogo”, uma história de gênio torturado que remete ao premiado “Uma Mente Brilhante” (2001). Maior estreia limitada, chega em 55 salas. A comédia francesa “O que Eu Fiz para Merecer Isso” vem a seguir, em 22 salas, enquanto o resto tem distribuição contada nos dedos das mãos. Em dez salas, o documentário vencedor de Berlim, “Fogo no Mar”, de Gianfranco Rosi, registra o êxodo dos refugiados para a Europa em uma perigosa travessia. Já a lista dos que ocupam menos de cinco salas inclui o drama francês “Dois Rémi, Dois”, inspirado em “O Duplo”, de Fiódor Dostoievski, e, criminosamente, quatro ótimos longas brasileiros. O premiado “Exilados do Vulcão”, de Paula Gaitán, vencedor do Festival de Brasília de 2013, esperou quase três anos para chegar as cinemas. E recebeu isso do mercado: uma sala em São Paulo, uma no Rio, uma em Belo Horizonte, uma em Aracaju e outra em Vitória. A situação é ainda pior para “A Frente Fria que a Chuva Traz”, que marca a volta de Neville D’Almeida aos cinemas. O diretor de clássicos como “A Dama do Lotação” (1978) e “Os Sete Gatinhos” (1980) não filmava há duas décadas, desde “Navalha na Carne” (1997). E o esforço de seu retorno é saudado com exibição em duas salas, uma no Rio e outra em São Paulo. Absurdo!!! A marginalização sofrida é desproporcional. Não apenas pelo conteúdo, baseado na peça de um dramaturgo atual, Mário Bortolotto (“Nossa Vida Não Cabe Num Opala”), como pela embalagem, com um elenco repleto de estrelas jovens bastante populares – Chay Suede e Bruna Linzmeyer. Ou seja, há apelo comercial. O que aumenta ainda mais o questionamento a essa sabotagem explícita. Será que o cinema brasileiro é tão desprezível que o mercado não se importa em fazer isso com um cineasta do porte de Neville D’Almeida? Será que a culpa é da Disney, que ocupou as salas; do circuito exibidor, que ofereceu as salas; ou da Ancine, que só bufa diante do número de salas disponíveis para os lançamentos nacionais? Claro que, como é praxe neste país, a culpa será das vítimas, que erraram ao produzir filmes brasileiros de qualidade e voltaram a errar ao tentar lançá-los durante o período em que os blockbusters sufocam o circuito (6 dos 12 meses do ano). Humilhante. Para completar as estreias, o mercado ainda espreme o documentário futebolístico “Geraldinos”, de Pedro Asbeg e Renato Martins, vencedor do prêmio do público na última Mostra de Tiradentes, em uma sala em São Paulo, e “Teobaldo Morto, Romeu Exilado”, de Rodrigo de Oliveira, em três salas entre Vitória, Goiânia e Aracaju. Pela ganância desmedida e falta de regulamentação, o filme dos super-heróis da Marvel será lembrado, infelizmente, como vilão. De propósito ou não, assumiu o papel de grande inimigo do cinema nacional, impossibilitando, com sua tática de dominação, que trabalhos reconhecidamente competentes pudessem alcançar maior público. O melhor filme já feito pela Marvel não merecia virar emblema do descontrole do mercado.

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    Capitão América: Guerra Civil ganha comerciais repletos de cenas inéditas

    28 de abril de 2016 /

    A Marvel divulgou dois novos pôsteres e três comerciais repletos de cenas inéditas de “Capitão América: Guerra Civil”. Os comerciais estão reunidos num único vídeo abaixo e evidenciam os confrontos entre os super-heróis. Um deles ainda traz o Homem-Aranha (Tom Holland) admitindo ser fã do Capitão América (Chris Evans). O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América defender o Soldado Invernal (Sebastian Stan), que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia nesta quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Comercial da Audi invade perseguição de Capitão América: Guerra Civil

    27 de abril de 2016 /

    Um comercial bastante criativo da Audi aproveitou a cena de perseguição do Pantera Negra ao Soldado Invernal, um dos pontos altos de “Capitão América: Guerra Civil”, para mostrar como a marca é perseguida. Os carros do filme foram providenciados pela montadora, mas a publicidade também destacou o que acontecia no interior de um veículo enquanto os heróis corriam túnel adentro. “Capitão América: Guerra Civil” vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times de opiniões opostas. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia na quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Homem-Aranha enfrenta Soldado Invernal em novo comercial de Capitão América: Guerra Civil

    26 de abril de 2016 /

    A Disney divulgou um novo comercial legendado de “Capitão América: Guerra Civil”, que mostra o Soldado Invernal (Sebastian Stan) em luta contra o Homem-Aranha (Tom Holland). O destaque é o tom bem-humorado do aracnídeo, entre o elogio e a zoação. O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América (Chris Evans) defender o Soldado Invernal, que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia na quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Capitão América: Guerra Civil ganha novo comercial japonês e 12 pôsteres chineses

    24 de abril de 2016 /

    A Marvel divulgou um novo comercial japonês e uma coleção de pôsteres chineses de “Capitão América: Guerra Civil”, dividindo os super-heróis em dois times. Os cartazes destacam, individualmente, o time do Capitão América (Chris Evans), Falcão (Anthony Mackie), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), além do time de Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Visão (Paul Bettany), Máquina de Combate (Don Cheadle) e Pantera Negra (Chadwick Boseman, de “James Brown”). Ficaram faltando apenas o Homem-Formiga (Paul Rudd) e o novo Homem-Aranha (Tom Holland, de “No Coração do Mar”). O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América defender o Soldado Invernal, que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Além dos heróis citados, ainda há uma lista notável de coadjuvantes de luxo, como Sharon Carter (Emily VanCamp), General Ross (William Hurt, retomando seu papel de “O Incrível Hulk”), Pepper Potts (Gwyneth Paltrow, retornando à Marvel após “Homem de Ferro 3”) e o agente do governo Everett Ross (Martin Freeman, de “O Hobbit”), sem esquecer dos vilões Barão Zemo (Daniel Brühl, de “Rush – No Limite da Emoção”) e Ossos Cruzados (Frank Grillo, visto em “Soldado Invernal”). Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. https://www.youtube.com/watch?v=Ts2VSZgkuis

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