Taken: Série baseada na franquia Busca Implacável está virtualmente cancelada
A rede NBC tirou do ar a série “Taken”, derivada da trilogia de cinema “Busca Implacável”. Os episódios da 2ª temporada estavam sendo exibidos nas noites de sexta-feira e ironicamente vinham recuperando público. Após estrear a temporada diante de 2,7 milhões de espectadores, os dois últimos episódios foram vistos por 3 milhões. Mas a audiência de 0,4 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) foi determinante para a decisão. Agora, os episódios que sobraram serão despejados na programação de sábado, dia em que habitualmente não são exibidas séries, a partir de 26 de maio. Isto significa que “Taken” está virtualmente cancelada, aguardando apenas o anúncio oficial. A série quase foi cancelada no ano passado, após amargar apenas 32% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Ela foi renovada devido ao interesse internacional. Por se basear numa franquia conhecida, atraiu interesse de muitos mercados estrangeiros, tornando-se lucrativa para o estúdio NBCUniversal, parceiro da EuropaCorp (estúdio do filme) na produção. Mas houve mudanças profundas da trama, com substituição de showrunner e quase todo o elenco da temporada inaugural. O público, porém, rejeitou as mudanças. Produzida pelo cineasta francês Luc Besson, um dos criadores da franquia cinematográfica, “Taken” era uma espécie de prólogo dos filmes estrelados por Liam Neeson, mas com muita liberdade criativa. Apesar de acompanhar a juventude do agente Bryan Mills, a trama é ambientada nos dias atuais e não nos anos 1970, como seria o caso se a idade do ator original fosse levada em conta. O elenco traz o norte-irlandês Clive Standen (o Rollo da série “Vikings”) como a versão jovem do personagem de Neeson, e ainda destaca Jeniffer Beals (séries “The L Word” e “Proof”) como Christina Hart, diretora de uma agência de inteligência, que se torna sua mentora. No Brasil, a série é disponibilizada pelo serviço de streaming da Amazon.
Seven Seconds é cancelada pela Netflix após uma temporada
A série criminal “Seven Seconds” não terá 2ª temporada. A Netflix anunciou o cancelamento da atração, após apenas uma temporada. “Seven Seconds” foi disponibilizada em 23 de fevereiro e conquistou 77% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Criada por Veena Sud (“The Killing”), a série deveria trazer uma história diferente por ano, mantendo um estilo de antologia. Assim, a 1ª temporada contou uma história completa, explorando as consequências da morte de um jovem negro por um policial branco. A ideia do título era que sete segundos (seven seconds) é o tempo para se tomar uma decisão de vida ou morte. Mas as consequências disso duram uma eternidade. Seu grande elenco destacava Regina King (“American Crime”), David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”).
Broad City vai acabar na 5ª temporada
A série de comédia “Broad City” vai acabar em sua vindoura 5ª temporada. A atração, que acompanha as desventuras das amigas Abbi Abrams (Abbi Jacobson) e Ilana Wexler (Ilana Glazer) e suas experiências nada usuais em Nova York, foi desenvolvida a partir de uma websérie criada pela dupla de atrizes e foi lançada na TV pelo canal pago americana Comedy Central em 2014, com produção das próprias estrelas, em parceria com a atriz Amy Poehler (de “Parks and Recreation”). “‘Broad City’ foi nosso bebê e primeiro amor por quase dez anos, desde o começo como uma websérie. Foi uma experiência fenomenal e entramos nisso completamente. A série sempre teve um ritmo espontâneo e sentimento, e concluir após a 5ª temporada honra esse espírito. Estamos muito felizes em trazer novas vozes e pontos de vista ao Comedy Central e continuar nossa colaboração juntos de várias formas”, disseram as criadoras em comunicado conjunto. A 4ª temporada da série acabou em dezembro e ainda não há previsão para a estreia da temporada final. No Brasil, “Broad City” também é exibida pelo canal pago Comedy Central.
Mozart in the Jungle é cancelada após quatro temporadas
A Amazon anunciou o cancelamento da série “Mozart in the Jungle”, estrelada por Gael Garcia Bernal (“Neruda”), após quatro temporadas. A decisão foi tomada pela nova diretora de programação da plataforma de streaming, Jennifer Salke, que assumiu o cargo em fevereiro deste ano. A atração, que venceu o Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia em 2016, ainda era bastante querida pela crítica, tendo atingido 100% de aprovação em sua última temporada, disponibilizada em fevereiro na plataforma de streaming. “Estamos muito orgulhosos pelas quatro temporadas que fizemos e agradecemos ao elenco, equipe, fãs e à Amazon por escrever esta sinfonia para a gente. Esperamos que as pessoas sigam descobrindo a série por muitos anos”, destacaram os produtores executivos Paul Weitz, Roman Coppola, Jason Schwartzman e Will Graham em comunicado oficial. “Mozart in the Jungle” era uma criação do roteirista Roman Coppola (“Moonrise Kingdom”), filho de Francis Ford Coppola, e seu primo, o ator Jason Schwartzman (também de “Moonrise Kingdom”), que foram inspirados pelo livro de memórias da música Blair Tindall, cuja “personagem” é vivida na trama por Lola Kirke (“Mistress America”). O elenco também incluía Saffron Burrows (“Efeito Dominó”), Bernadette Peters (“Acontece nas Melhores Famílias”), Mark Bloom (“Não Sei Como Ela Consegue”) e o veterano Malcolm McDowell (“Halloween: O Início”). O cancelamento da produção segue o novo direcionamento da plataforma, após a demissão de Roy Price, afastado da empresa após denúncias de assédio sexual, e ao apelo do dono da empresa, Jeff Bezos, para que o serviço criasse seu próprio “Game of Thrones”. Contratada para tornar a Amazon mais popular, Salke vem da rede NBC, onde lançou “This Is Us” e quatro séries procedimentais de Dick Wolf passadas em Chicago. Neste contexto, “Mozart in the Jungle” passou a ser considerado um patinho feio. A série se passava num universo pouco popular, o mundo da música clássica, centrada nos bastidores da Filarmônica de New York e a relação de seu excêntrico maestro (Bernal) com seus integrantes. Mas na última temporada tinha se assumido como uma singela e leva comédia romântica, com grande potencial comercial, se melhor divulgada. A limpeza geral em curso na Amazon também já varreu “One Mississippi”, “I Love Dick”, “Jean-Claude Van Johnson”, “The Last Tycoon”, “Z: The Beggining of Everything” e “Hand of God”.
Shades of Blue vai acabar na 3ª temporada por agenda lotada de Jennifer Lopez
Jennifer Lopez vai entregar seu distintivo. A rede NBC anunciou que a vindoura 3ª temporada de “Shades of Blue” será a última. Os 10 episódios finais da série policial estrearão em 17 de junho nos Estados Unidos. A decisão foi consequência da agenda lotada da protagonista da atração. Ela não está dando conta de seus compromissos. Em março, a NBC anunciou que seu musical ao vivo “Bye Bye Birdie” – estrelado por Lopez – precisaria ser adiado pela segunda vez, devido à agenda da estrela, que está filmando dois filmes este ano, além de participar do reality show “World of Dance” e manter uma residência de shows em Las Vegas, a ser finalizada em setembro. “Eu gostei de produzir e estrelar neste mundo maravilhosamente complicado e interpretar uma personagem tão poderosa, mas imperfeita – uma mulher, um detetive, mas, em primeiro lugar, uma mãe”, disse Lopez, em comunicado. “Agora, olhando para a série com uma pequena distância, interpretar Harlee me fortaleceu e me ajudou a me tornar uma mulher mais segura. É uma loucura como algumas partes permeiam sua alma e mudam você para sempre e por isso sou grata. Criamos uma poética temporada para mostrar como termina sua jornada, que é a verdadeira redenção, do jeito que só Harlee poderia ter feito – da maneira mais difícil, a estrada menos trilhada. Agradeço à NBC e a todos os talentosos atores, roteiristas, produtores e produtores por terem embarcado nessa viagem com a gente! Além de estrelar a série, Lopez também é produtora executiva de “Shades of Blue”, em parceria com Ryan Seacrest, apresentador do “American Idol”, programa de calouros que teve Lopez como jurada. Criada pelo roteirista Adi Hasak, autor dos thrillers de ação “Dupla Implacável” (2010) e “3 Dias Para Matar (2014), a série marcou a volta de Lopez à TV após 20 anos – ela foi lançada como dançarina no programa humorístico “In Living Colour” nos anos 1990. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Universal.
Série Beyond é cancelada após 2ª temporada
O canal pago Freeform cancelou a série sci-fi “Beyond” após o final de sua 2ª temporada. O anúncio foi feito uma semana após a exibição do último episódio. A decisão foi consequência da queda vertiginosa de audiência. A série estrelada pelo jovem Burkely Duffield (da série “House of Anubis”) perdeu nada menos que metade do público entre o primeiro e o segundo ano de sua produção, o que justificou seu fim. Criada por Adam Nussdorf (roteirista da série “Tron: Uprising”), com coprodução de Tim Kring (criador de “Heroes”) e David Eick (cocriador de “Battlestar Galactica”), “Beyond” acompanhava um menino que após ficar em coma por 12 anos, acorda com visões e superpoderes, mas não faz ideia sobre como controlá-los nem porque outras pessoas parecem saber mais sobre isso que ele próprio, em meio a uma perigosa conspiração. O elenco também incluía Dilan Gwyn (série “Da Vinci’s Demons”), Romy Rosemont (série “Glee”), Michael McGrady (série “American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”), Jonathan Whitesell (série “The 100”), Jeff Pierre (série “Shameless”) e Peter Kelamis (série “Stargate Universe”).
Ed Westwick é investigado por estupro pela promotoria de Los Angeles
A promotoria de Los Angeles confirmou que o ator Ed Westwick, que interpretou Chuck Bass em “Gossip Girl”, está sendo investigado após ser acusação de estupro acusado de estupro por quatro mulheres. O ator negou a primeira acusação dizendo que não conhecia a atriz que o acusava. Mas, depois disso, outras três mulheres se manifestaram. “Posso confirmar que um caso foi apresentado ao nosso escritório envolvendo Ed Westwick”, disse um porta-voz da promotoria ao site Deadline. “O assunto está sob investigação. O Gabinete do Procurador Distrital não identifica vítimas de crimes sexuais e, portanto, não pode fornecer qualquer informação sobre quem as alegações envolvem”, completou. Westwick esteve no Brasil no ano passado para curtir um evento pré-Carnaval em São Paulo e, em julho, para prestigiar um evento de grife de moda no Rio. Desde que as acusações vieram à tona, ele foi dispensado de todos projetos, inclusive a série britânica “White Gold” que estrelava, e foi substituído na minissérie “Ordeal by Innocence“, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, que precisou ser regravada, pois já estava pronta.
Once Upon a Time confirma volta da família de Branca de Neve para o final da série
“Once Upon a Time” vai ter o final feliz que os fãs torciam para ver. Após os criadores da série, Edward Kitsis e Adam Horowitz, prometerem a volta de “muitos rostos familiares para o fim”, foram anunciados os retornos do Príncipe Encantado (Josh Dallas), Branca de Neve (Ginnifer Goodwin), Emma Swan (Jennifer Morrison) e Bela (Emilie de Ravin) para o desfecho da trama. O final da série foi batizado de “Leaving Storybrooke” e será apresentado em duas partes em maio na rede ABC. Os quatro integrantes do elenco original se juntarão a Gepetto (Tony Amendola), Zangado (Lee Arenberg), Ariel (Joanna Garcia), Peter Pan (Robbie Kay), Robin Hood (Sean Maguire), Cruela De Vil (Victoria Smurfit), a Fada Azul (Keegan Tracy), a Vovó (Bev Elliott) e ao jovem Henry Mills (Jared Gilmore), anteriormente confirmados, além do elenco fixo da atração, que inclui mais quatro remanescentes da fase anterior ao reboot, Regina/Rainha Má (Lana Parrilla), Sr. Gold/Rumpelstiltskin (Robert Carlyle), Hook/Capitão Gancho (Colin O’Donoghue) e Zelena/Bruxa Malvada do Oeste (Rebecca Mader) O final representará um retorno aos primeiros episódios da série, os produtores revelaram. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.
Ben Affleck vai estrelar o filme de ação sobre a tríplice fronteira do Brasil, Argentina e Paraguai
Será que agora vai? O thriller de ação “Triple Frontier” voltou a ser anunciado, agora com produção da Netflix – após a desistência da Paramount. O filme está em desenvolvimento há uma década e chegou a marcar filmagens no ano passado, na fronteira tríplice do Brasil, Argentina e Paraguai. O projeto já teve inúmeros atores famosos ligados à sua produção e acabou fechando com Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) para os papéis principais. O elenco também inclui Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Pedro Pascal (série “Narcos”) e Adria Arjona (série “Emerald City”). Vale lembrar que, a certa altura de seu longo desenvolvimento, o longa esteve perto de ser estrelado por Johnny Depp, Will Smith e Tom Hanks. Uma configuração anterior ainda tinha Channing Tatum (“Magic Mike”), Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Mahershala Ali (“Moonlinght”) como protagonistas. Baseado num roteiro escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), sobre as ligações do crime organizado e do terrorismo islâmico na América do Sul, o filme originalmente teria a direção de Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”), mas a demora em conseguir sinal verde fez a cineasta assumir outros compromissos. Com isso, o diretor J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”) ficou encarregado de comandar as filmagens e também trabalhou no aprimoramento do roteiro. A história agora se concentra em cinco amigos cujas lealdades são testadas, quando se juntam para derrubar um poderoso traficante da América do Sul, desencadeando conseqüências não intencionais. De acordo com informações da revista Empire, este novo rumo da trama teria sido o estopim da última implosão da produção. A reescrita não teria agradado a Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início previsto para as filmagens, em maio passado. A decisão dos atores fez a Paramount, que passava por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto. Se ninguém desistir novamente em cima da hora, as filmagens devem finalmente começar já neste fim de semana, com locações no Havaí, Califórnia e Colômbia. O elenco, inclusive, já está ensaiando no Havaí. Ou seja, nada da tríplice fronteira real, embora o diretor sempre possam extrair imagens das “cataratas de Wakanda” e incluir na produção, para localizar o filme.
Dynasty atinge recorde negativo com pior audiência da TV americana em cinco anos
O remake da série “Dynasty” registrou recorde negativo histórico na TV americana. O episódio exibido na sexta-feira (16/3) na rede CW atingiu a audiência mítica de 0,10 ponto na apuração da consultoria Nielsen. A última vez que uma série registrou 0,10 nos Estados Unidos foi há cinco anos, com “Cult”, no mesmo canal. Ao todo, 638 mil pessoas assistiram à exibição, mas a maioria ficou fora do recorde da demo (adultos de 18 a 49 anos, mais relevantes para anunciantes). É um contraste brutal em relação à série original, exibida entre 1981 e 1989, que chegou a ser o programa mais assistido de sua época. A continuidade de “Dynasty” é um mistério. A série ganhou sobrevida em novembro, ganhando encomenda de novos episódios, enquanto “Valor” foi cancelada com números melhores – 1 milhão de telespectadores ao vivo por episódio e 0,24 ponto na demo. A diferença entre as duas séries é que “Dynasty” foi negociada com a Netflix, que exibe a produção fora dos Estados Unidos, e especificidades deste contrato podem ter pesado na hora de ponderar um cancelamento súbito. A nova versão do novelão dos anos 1980 foi desenvolvida por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Mas o remake não agradou, seja pelas muitas mudanças, seja pela história ser muito conhecida. A principal diferença em relação à produção original é que protagonista Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, tem interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente. Numa última cartada, a produção ainda adiantou a introdução de Alexis Carrington, cuja chegada na 2ª temporada da série original marcou picos de audiência, graças a um desempenho inesquecível de Joan Collins. A nova versão de Alexis será vivida por Nicollette Sheridan, que ficou conhecida pelo papel da “perua” Eddie Britt na série “Desperate Housewives”. Sua aparição está marcada para a próxima sexta (23/3), provavelmente tarde demais.
Gina Rodriguez diz que Jane the Virgin acaba na próxima temporada
A atriz Gina Rodriguez sugeriu que a vindoura 5ª temporada de “Jane The Virgin” será a última da série. A intérprete da personagem-título do remake americano da novela “Joana, a Virgem” soltou a notícia durante um painel do Festival SXSW, no Texas, durante o fim de semana. Enquanto comentava a experiência de estrear como diretora à frente de um episódio da série, ela contou ter planos de “dirigir mais no próximo ano, durante nossa temporada final”, dando a entender que a produção já tem seu fim programado. A CW ainda não fez este anúncio de forma oficial. Na verdade, não fez sequer o anúncio de renovação da série para mais uma temporada, que seria a 5ª da atração. Ao contrário de outros anos, Mark Pedowitz, presidente do canal, está demorando para revelar quais séries voltarão na temporada 2018-2019. “Jane The Virgin” é a série de menor audiência do canal. O episódio mais recente foi visto por apenas 578 mil telespectadores, recorde negativo da atração. Por outro lado, rendeu um Globo de Ouro de Melhor Atriz de Série de Comédia para Gina Rodriguez. O remake da novela não é o único projeto da atriz na CW. Ela também está desenvolvendo, como produtora, um drama feminino intitulado “Femme” e uma comédia dramática sobre uma imigrante ilegal chamada… “Illegal”.
The Librarians é cancelada após quatro temporadas
O canal pago americano TNT cancelou “The Librarians” após quatro temporadas. A revelação foi feito pelo produtor da série, Dean Devlin, que usou o Twitter para informar aos fãs que tentará encontrar uma nova emissora para a série. A proposição é das mais difíceis, pois a série tem muita identificação com o canal que a dispensou. Fantasia em ritmo de aventura juvenil, “The Librarians” era um desdobramento da franquia de telefilmes “O Guardião” (The Librarian), estrelada por Noah Wyle (série “Falling Skies”). Os três telefilmes, exibidos entre 2004 e 2008 na TNT, narravam as aventuras do bibliotecário Flynn Carsen (Wyle) para proteger uma coleção de artefatos místicos. Wyle também era produtor e fez participações eventuais na série, que acompanhava um grupo de gênios reunido para substitui-lo em sua missão. O elenco incluía Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), Christian Kane (série “Leverage”), Lindy Booth (“Kick-Ass 2”), John Larroquette (série “Spin City”) e John Kim (série “Neighbours”). “The Librarians” chegou a quebrar recordes de audiência na sua estreia no canal em 2014, mas perdeu muito público desde então. Após começar com mais de 10 milhões de telespectadores, encerrou sua 4ª e agora última temporada, em fevereiro, com 1,4 milhão. Roteirista dos filmes “Stargate” (1994) e “Independence Day” (1996), Dean Devlin estreou este ano como diretor de cinema, após comandar diversos episódios de “The Librarians”. Mas o filme “Tempestade: Planeta em Fúria” foi um fracasso de bilheterias. Seu segundo longa como diretor, o suspense “Bad Samaritan”, estreia em abril nos Estados Unidos, e sua próxima série, a sci-fi “Outpost”, chega no verão norte-americano na rede CW. Just got the official call. TNT has cancelled #TheLibrarians – I will immediately begin the process of trying to move the show elsewhere. Please keep your fingers crossed for us! — Dean Devlin (@Dean_Devlin) March 9, 2018
Ator de Gossip Girl é acusado de escravizar sexualmente uma mulher
O ator Ed Westick, intérprete de Chuck Bass na série “Gossip Girl”, virou alvo de nova denúncia de abuso sexual. Desta vez, ele foi acusado por uma estilista de escravizá-la sexualmente por dois dias após uma festa na casa do ator. O caso veio à tona durante um processo da estilista Haley Camille Freedman, localizado pelo site de celebridades TMZ. Na ação, ela alega ter ido com um grupo de amigos à casa de Westick em 2014. Após todos irem embora, ela permaneceu na residência e os dois fizeram sexo. Mas as coisas ficaram estranhas quando ele lhe pediu para estrangulá-lo, espancá-lo e cuspir nele. Quando ela se negou a fazer isso, o ator teria começado a fazer nela. Após o sexo, a estilista teria caído no sono e passado a noite na casa. Na manhã seguinte, quando estava tomando banho, Westick entrou no banheiro e fez sexo com ela contra a sua vontade. Em seguida, ela percebeu que estava presa no local, com o ator se recusando a liberá-la. Ela ficou trancada por dois dias sem sinal de telefone. Westick a teria trancado para continuar fazendo sexo com ela e a agredir. Ainda na acusação, Haley afirma que sofreu contusões e sangramentos. O curioso é que o processo não é criminal nem dirigido contra o ator, mas uma ação civil por indenização contra ex-parceiros de negócios da atriz, que a afastaram quando ela ameaçou denunciar Westwick na imprensa. Freedman afirma que levou a história para a imprensa, mas a equipe de relações públicas do ator barrou a divulgação, afirmando que se tratou de sexo consensual. Ela ainda sofreu uma campanha de difamação e perdeu clientes. Mas após o movimento #MeToo, outros casos vieram à tona. Freedman é a quarta mulher a dizer que foi estuprada pelo ator. Por coincidência, todos os eventos aconteceram em 2014 – período em que ele estava desempregado. Westwick afirma que todas as alegações contra ele são mentirosas. Sua carreira praticamente acabou após a primeira acusação vir à tona. Sem projetos encaminhados, o ator foi demitido de todas as séries em que trabalhava. Além disso, os produtores da minissérie “Ordeal by Innocence”, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, pegaram a deixa de Ridley Scott e regravaram a produção já finalizada para substitui-lo por outro intérprete.












