Unidade Básica: 2ª temporada estreia após hiato de quatro anos
A série médica brasileira “Unidade Básica” voltou ao ar, após quatro anos, em plena pandemia do novo coronavírus. Com estreia neste domingo, às 23h, pelo canal pago Universal, a 2ª temporada terá episódio duplos semanais, retomando a abordagem do sistema de saúde no Brasil por meio da ficção. “Unidade Básica” é similar, porém anterior à “Sob Pressão”. É fácil esquecer qual veio primeiro, devido ao espaçamento muito grande entre os episódios iniciais e os novos da produção da Gullane para a Universal. Como a gravação foi feita no ano passado, os novos capítulos não abordam a pandemia, mas outros temas potencialmente polêmicos, como feminicídio e aborto, além dos diagnósticos imediatistas e o corporativismo. A série acompanha a rotina de médicos, enfermeiros e outros profissionais de uma UBS (Unidade Básica de Saúde) na periferia de São Paulo, concentrando-se em dois pontos de vistas conflitantes. De um lado está o dr. Paulo (Caco Ciocler, de “Um Namorado para Minha Mulher”), médico de família que trabalha há mais de dez anos na mesma UBS. Ele se envolve com as histórias de vida de cada paciente, dá importância a questões emocionais e busca soluções não convencionais para os casos. Do outro, está a jovem médica Laura (Ana Petta, de “Trabalhar Cansa”). Recém-formada, seu projeto é ficar pouco tempo na UBS, onde pretende ganhar experiência e logo se tornar uma bem-sucedida especialista. Anna e a irmã, Helena Petta, infectologista que faz doutorado na USP, com período em Harvard, foram as idealizadoras da série, produzida pela Gullane, empresa com currículo cinematográfico premiado, de “Bicho de Sete Cabeças” (2001) a “Que Horas Ela Volta?” (2015). O roteirista-produtor Newton Cannito (“Reza a Lenda” e “Bróder”) completa a equipe criativa. Embora seja uma obra de ficção, todos os casos da série são baseados em fatos reais. Seguindo um antigo padrão das redes de TV americanas, a produção mostra, em cada episódio, um desafio médico diferente. Entre os casos da 1ª temporada, destacaram-se uma paciente diabética que não aderiu ao tratamento e um doente terminal de câncer que tem indicação de cuidados paliativos. Veja abaixo o trailer da 2ª temporada.
Simonal desmistifica história do primeiro astro pop negro do Brasil
Wilson Simonal tem uma história obtusa, com reveses duvidosos e meandros complexos, isso é fato. A música de Simonal, por sua vez, é leveza, sorriso e diversão pura, de um balanço e um swing únicos. O longa “Simonal”, de Leonardo Domingues, tenta mais uma vez resgatar e desmistificar tudo que ronda a história daquele que foi o primeiro grande astro pop negro do Brasil. O resultado final é uma cinebiografia bem acima da média da maioria lançada nos últimos anos em nosso cinema: ritmo coeso, bom recorte temporal, atuações certeiras e uma direção firme fazem do filme uma sessão imperdível. “Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei” (2009), documentário dirigido por Micael Langer, Calvito Leral e Cláudio Manoel, deu nova luz à história de Wilson Simonal dez anos atrás, quando o artista passou por redescoberta de público e mídia. “Simonal”, o novo longa, busca levar essa redescoberta a um público ainda maior, expandindo esse resgate com uma história cheia de complexidades. Simonal era astro gigante, do tipo que carregava multidões com hits geniais, porém em um jogo perigoso que envolvia ego elevado e gastos exacerbados, o artista entrou em uma espiral negativa, que o fez ter envolvimentos escusos com os militares da época. Em tempos espinhosos de ditadura militar, alimentou-se a história de que o músico era uma espécie de informante dos milicos. Pronto, estava formada a fogueira de Simonal, o “grande dedo duro dos anos 1970”. Até sua morte, em 2000, o músico viveu na obscuridade, tentando repetidamente provar que nunca dedurou ninguém. O longa de estreia de Leonardo Domingues busca reconstruir a ascensão e queda de Simonal em um arco bem definido, que começa com o encontro do músico com Carlos Imperial, passa pelo seu sucesso comercial e esmiúça a derrocada com olhar sincero. Sinceridade é uma palavra-chave em “Simonal”, já que estamos mergulhados em um mar de cinebiografias que são chapas-brancas e buscam mais contar os louros de seus biografados do que realmente uma história com vieses. O roteiro de Victor Atherino não busca pintar um Simonal perfeito e imaculado, que sofreu nas mãos de algozes, pelo contrário, apresenta um personagem extremamente humano, cheio de falhas, defeitos e erros, mas que sabia bem o afronte que era ser um astro negro e rico em um país racista como o Brasil. O personagem ganha vida nas telas por Fabrício Boliveira, que consegue captar o charme e todas as dualidades do artista. Ísis Valverde é sua principal parceria de cena, interpretando a esposa Teresa em atuação segura e convincente, apesar do mar de perucas ruins de sua caracterização (os dois já tinham trabalho juntos em “Faroeste Caboclo”, do mesmo roteirista). Há outros destaques no elenco, como a incrível personificação de Miele por João Velho, ou mesmo Mariana Lima como Laura Figueiredo. Por outro lado, Carlos Imperial, personagem fundamental do universo pop na década de 1960, é interpretado de forma canastrona por Leandro Hassum, que, mesmo ruim, ainda consegue ser menos pior que a vergonhosa interpretação do personagem feita por Bruno de Luca no recente “Minha Fama de Mau” (Lui Farias, 2019). As reconstruções de época dão o clima de ostentação e charme que rodeavam Simonal, com seus looks espalhafatosos; além disso, há charmosas inserções de letreiros e cartazes na tela, incluindo aí joguetes onde o rosto de Simonal aparece meio que confundido com o do ator Fabrício Boliveira, que refez capas e fotos icônicas do músico. Em um dos momentos mais emocionantes do filme, o diretor se vale de material documental e reexibe uma apresentação histórica de Simonal no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, com uma plateia alucinada – ver essas imagens restauradas é de arrepiar! Em tempos de artistas “cancelados”, de discussões sobre erros e perdões, é interessante refletir sobre como Simonal pagou caro demais por um erro que, aparentemente, nunca cometeu. Há uma boa lista de artistas que defenderam ao seu modo a Ditadura Militar ou mesmo que ficaram sobre o muro de forma melindrosa e nem por isso sofreram o backlash que Simonal sofreu. “Simonal”, o filme, coloca como importante pano de fundo uma questão racial que não pode ser ignorada nesse cenário. Em cena simbólica, Simonal conversa com Elis Regina, que diz “eles me perdoaram quando eu cantei o Hino, irão te perdoar agora”, no que ele responde “eles te perdoaram, mas não vão me perdoar e você sabe o porquê”. “Simonal” é filme histórico, de rememoração, mas que fala muito sobre o nosso tempo, que nos diz muito sobre raça, força e arte em 2019, por isso precisa ser visto e debatido o quanto antes.
Cena de Simonal mostra striptease de Isis Valverde
A Downtown Filmes divulgou uma cena de “Simonal”, cinebiografia do cantor Wilson Simonal (1938-2000). A prévia destaca um striptease de Ísis Valverde ao som de “Balanço Zonal Sul”, grande sucesso do cantor, interpretado de forma carismática por Fabrício Boliveira. A atriz interpreta Tereza, esposa de Simonal. E, curiosamente, os dois atores já tinham vivido um casal no cinema, em “Faroeste Caboclo”, também inspirado no pop nacional. O vídeo foi divulgado na terça (25/6), dia em que se completou 19 anos da morte do artista. O resto do elenco inclui Leandro Hassum (“Não Se Aceitam Devoluções”), Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”), Mariana Lima (“Real: O Plano por Trás da História”) e Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). “Simonal” retrata o sucesso meteórico do cantor entre os anos 1960 e 1970, quando ele se tornou uma das personalidades mais populares do país para, em seguida, mergulhar no ostracismo ao virar vítima de patrulhamento ideológico. O longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). A estreia vai acontecer em 8 de agosto, um ano após première nacional no Festival de Gramado de 2018, quando venceu três prêmios – Direção de Arte, Fotografia e Trilha, composta pelos filhos do cantor, Simoninha e Max de Castro.
Trailer de cinebiografia lembra músicas e polêmicas da vida do cantor Wilson Simonal
A Downtown Filmes divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Simonal”, cinebiografia do cantor Wilson Simonal (1938-2000). A prévia destaca diversas músicas de sucesso, a interpretação carismática de Fabrício Boliveira no papel-título e a reviravolta polêmica na carreira do ídolo pop, que de uma hora para outro perdeu tudo e todos lhe viraram as costas, por suposta ligação com o DOPS, a gestapo da ditadura militar brasileira. Além de Fabrício Oliveira como Simonal, a prévia destaca Ísis Valverde como sua esposa Tereza. E, curiosamente, os dois atores já tinham vivido um casal no cinema, em “Faroeste Caboclo”, também baseado no pop nacional. O resto do elenco inclui Leandro Hassum (“Não Se Aceitam Devoluções”), Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”), Mariana Lima (“Real: O Plano por Trás da História”) e Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). “Simonal” retrata o sucesso meteórico do cantor entre os anos 1960 e 1970, quando ele se tornou uma das personalidades mais populares do país para, em seguida, mergulhar no ostracismo. O longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). A estreia vai acontecer em 8 de agosto, um ano após première nacional no Festival de Gramado de 2018, quando venceu três prêmios – Direção de Arte, Fotografia e Trilha, composta pelos filhos do cantor, Simoninha e Max de Castro.
Cinebiografia de Wilson Simonal ganha “clipe” em clima de ostentação
A Downtown e a Globo Filmes divulgou fotos e o primeiro vídeo de “Simonal”, a cinebiografia do cantor Wilson Simonal (1938-2000). A prévia revela cenas do filme, em que Fabrício Boliveira vive o artista, mas numa espécie de clipe-ostentação, ao som do hit “Carango”, um dos maiores sucessos de Simonal, que contém o antológico refrão “Pra ter fom-fom, trabalhei, trabalhei”. O clássico de arranjo jazzy acompanha Simonal e Tereza, vivida por Ísis Valverde, enquanto andam de Mercedes e compram sua mansão modernista, com direito a retrato gigante do cantor pendurado na sala de estar. Curiosamente, os dois atores já tinham vivido um casal no cinema anteriormente, no interessante “Faroeste Caboclo”, também baseado no pop nacional. Leandro Hassum (“Não Se Aceitam Devoluções”), Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”), Mariana Lima (“Real: O Plano por Trás da História”) e Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) também estão no elenco. “Simonal” retratará o sucesso meteórico do cantor entre os anos 1960 e 1970, quando ele se tornou uma das personalidades mais populares do país para, em seguida, mergulhar no ostracismo. O longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). A première está marcada para 20 de agosto, no Festival de Gramado 2018, mas o lançamento em circuito comercial só deve acontecer em 2019.
Tempo de Esperas: Best-seller do padre Fábio de Mello vai virar filme
O best-seller “Tempo de Esperas”, lançado pelo padre Fábio de Mello em 2011, vai virar filme. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, no jornal Folha de S. Paulo, a produtora carioca A Fábrica (da série “Vai que Cola”) adquiriu os direitos da publicação para adaptá-la para o cinema. Editado pela Planeta, o livro é uma obra epistolar, que conta a história de dois personagens, Abner e Alfredo, um professor e um aluno que, em busca da felicidade, passam a se comunicar por correspondência, travando instigantes discussões sobre amor, amizade e filosofia. Segundo a produtora, que não divulgou quem será o diretor nem quem estará no elenco, o longa começa a ser rodado em 2019. “Em princípio o padre não participa do filme, apesar de estar acompanhando o desenvolvimento do roteiro”, disse Luiz Noronha, sócio da produtora. O projeto de transformar “Tempo de Esperas” em filme existe desde 2014. Na época, os atores Caco Ciocler (“João, O Maestro”) e Johnny Massaro (“O Filme da Minha Vida”) chegaram a ser cotados para os papéis principais.
Cinebiografia de João Carlos Martins vai abrir o Festival de Gramado
O filme “João, o Maestro”, cinebiografia do pianista e maestro João Carlos Martins, foi escolhido para abrir a edição 2017 do Festival de Gramado. A cinebiografia terá exibição fora de competição no dia 18 de agosto. Com roteiro e direção de Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), “João, o Maestro” mostra o treinamento intenso, o virtuosismo e as paixões despertadas por Matins, mas também sua luta contra a paralisia que interrompeu sua carreira, levando-o à depressão, até terminar com a volta por cima, quando ele se reinventa como maestro. Cobrindo praticamente toda a vida de Martins, o elenco traz Alexandre Nero (novela “Império”) como a versão adulta do maestro, Rodrigo Pandolfo (“Minha Mãe É uma Peça”) como o jovem pianista de carreira internacional brilhante e o estreante Davi Campolongo como o João criança prodígio. Além deles, também participam Fernanda Nobre (“Leo e Bia”) no papel de Sandra, primeira mulher do maestro, Alinne Moraes (“Tim Maia”) como Carmen, atual esposa, e Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”) como Kliass, o professor de piano do jovem João Carlos. A estreia está marcada para 3 de agosto.
Alexandre Nero vive o maestro João Carlos Martins em trailer e novas fotos da cinebiografia
A produtora LC Barreto divulgou 21 novas fotos e o trailer do longa “João, o Maestro”, que traz Alexandre Nero (novela “Império”) como o maestro João Carlos Martins. A prévia, entretanto, dá mais espaço para a juventude de Martins, como uma criança prodígio e um jovem pianista com carreira internacional brilhante. Nestas fases, ele é vivido pelo estreante Davi Campolongo e Rodrigo Pandolfo (“Minha Mãe É uma Peça”). Já as fotos revelam, além de cenas do filme, os bastidores com a participação do próprio João Carlos Martins, dando dicas para Nero interpretá-lo. Com roteiro e direção de Mauro Lima (“Meu Nome Não É Johnny” e “Tim Maia”), “João, o Maestro” vai mostrar o treinamento intenso, o virtuosismo e as paixões despertadas por Matins, mas também sua luta contra a paralisia que interrompeu sua carreira, levando-o à depressão, terminando com a volta por cima, quando ele se reinventa como maestro. O trailer só não precisava acrescentar, em texto, que se trata de “uma história de superação e amor a vida”, pois parece descrição – e título – de novela. O elenco também destaca Fernanda Nobre (“Leo e Bia”) no papel de Sandra, primeira mulher do maestro, Alinne Moraes (“Tim Maia”) como Carmen, atual esposa, e Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”) como Kliass, o professor de piano do jovem João Carlos. A estreia está marcada para 3 de agosto.
Caco Ciocler vira sereia em vídeo postado em seu Instagram
O ator Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”) resolveu fazer uma brincadeira com os seus seguidores do Instagram. Há algumas semanas, o ator compartilhou uma foto usando uma cauda de sereia. A imagem (acima) fez tanto sucesso, que ele resolveu gravar um vídeo usando o complemento na piscina. Os fãs adoraram e encheram a página do ator de comentários. “Hollywood precisa conhecer esse vídeo”, brincou um seguidor. Pois é, Hollywood está realmente preparando um remake de “Splash – Uma Sereia em Minha Vida”, que desta vez terá um ator masculino no papel originalmente vivido por Daryl Hannah em 1984. Segundo rumores, o papel seria interpretado por Channing Tatum (“Magic Mike”). Mas a pista da brincadeira pode estar no Brasil mesmo. “A Força do Querer”, próxima novela das 21h da Globo, de autoria de Gloria Perez, vai ter sereias. Atendendo a pedidos Um vídeo publicado por Caco Ciocler (@cacociocler) em Jan 28, 2017 às 6:21 PST
Elis: Trailer do filme de Elis Regina já foi visto mais de 2 milhões de vezes
O trailer do filme “Elis”, cinebiografia da cantora Elis Regina, está despertando grande curiosidade do público brasileiro. Ele já se tornou o mais rápido trailer brasileiro a ultrapassar a marca de 1 milhão de visualizações na internet, feito atingido em menos de 24 horas apenas com o vídeo disponibilizado no Facebook. Além disso, deixou para trás outra marca, de 2 milhões de visualizações em três dias, somando o público da rede social e do YouTube. O trailer também foi compartilhado mais de 50 mil vezes no Facebook. Vencedor de três Kikitos no 44º Festival de Gramado – Melhor Filme pelo júri popular, Melhor Atriz para Andréia Horta, intérprete de Elis, e melhor montagem para Tiago Feliciano -, o longa resume a carreira e a vida pessoal da artista gaúcha como a chegada ao Rio de Janeiro no dia do Golpe de 1964, o primeiro contato com o boa praça Luiz Carlos Miéle e o charmoso Ronaldo Bôscoli, seu primeiro marido, o rápido sucesso e amadurecimento musical, o terror imposto pelos militares, a parceria amorosa e artística com o pianista César Camargo Mariano, que rendeu espetáculos históricos como “Falso Brilhante”, a maternidade e o fim da vida. No elenco, também estão Lucio Mauro Filho, como Miéle; Caco Ciocler, como César Camargo Mariano; Julio Andrade, como o dzi croquette Lennie Dale; Gustavo Machado, como Ronaldo Bôscoli e Zécarlos Machado, como Romeu, pai de Elis. Em participações especiais, aparecem ainda Rodrigo Pandolfo, como Nelson Motta; Isabel Wilker, como Nara Leão; e Icaro Silva, como Jair Rodrigues. O filme marca a estreia em longas do diretor Hugo Prata (da série infantil “Castelo Ra-tim-bum”), e foi escrito por Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”) e Vera Egito (“À Deriva”), com participação do próprio Prata. A estreia está marcada para 24 de novembro. Para aumentar ainda mais as visualizações do trailer oficial, dê play no vídeo abaixo.
Cinebiografia da cantora Elis Regina ganha trailer e fotos
A Downtown Filmes divulgou o primeiro trailer, as fotos e o pôster de “Elis”, cinebiografia da cantora Elis Regina. A prévia chama logo atenção para o desempenho de Andréia Horta (de “Liberdade, Liberdade”), que fisicamente não é parecida com a diva da MPB, mas se transforma nela conforme incorpora o gestual, a atitude e o riso gengival que virou marca registrada da cantora. Não por acaso, ela venceu o Kikito de Melhor Atriz pelo papel, no Festival de Gramado deste ano. O vídeo também pincela alguns momentos marcantes de sua carreira, do deboche sofrido como “cantora de churrascaria” – preconceito por ser gaúcha – até a consagração com a criação de um novo gênero musical para classificar seu talento, uma tal de MPB. Também há passagens de explosões de seu gênio difícil, que lhe rendeu o apelido de “Pimentinha”, e sua difícil relação com a ditadura militar. “Elis” também foi eleito o Melhor Filme na votação do público de Gramado, e ainda venceu o Kikito de Melhor Montagem (Tiago Feliciano). O filme marca a estreia em longas do diretor Hugo Prata (da série infantil “Castelo Ra-tim-bum”), e foi escrito por Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”) e Vera Egito (“À Deriva”), com participação do próprio Prata. No elenco, também estão Lucio Mauro Filho, como Miéle; Caco Ciocler, como César Camargo Mariano; Julio Andrade, como o dzi croquette Lennie Dale; Gustavo Machado, como Ronaldo Bôscoli e Zécarlos Machado, como Romeu, pai de Elis. Em participações especiais, aparecem ainda Rodrigo Pandolfo, como Nelson Motta; Isabel Wilker, como Nara Leão; e Icaro Silva, como Jair Rodrigues. A estreia está marcada para 24 de novembro.
Star Trek – Sem Fronteiras é maior estreia da semana
“Star Trek – Sem fronteiras” finalmente pousa no Brasil. Lançado em julho nos EUA, o filme só agora chega a 686 salas do circuito, incluindo 492 telas 3D e todas as 12 Imax. Terceiro filme do novo elenco da franquia, é também o primeiro desde o reboot sem a direção de J.J. Abrams, que foi atraído pela força de “Star Wars”. Em seu lugar, Justin Lin (franquia “Velozes & Furiosos”) injetou mais ação na franquia e, com auxílio de um roteiro bem equilibrado de Simon Pegg (o intérprete de Scotty), também mais humor, além de introduzir uma nova personagem, a alienígena Jaylah, vivida por Sofia Boutella (“Kingsman: Serviço Secreto”), que rouba as cenas. A aventura espacial conquistou a crítica americana, com 83% de aprovação. Mas não saiu do vermelho nas bilheterias, com “apenas” US$ 151 milhões nos EUA. Orçada em US$ 185 milhões, a produção precisa ter bom desempenho internacional para ganhar nova continuação. Mesmo assim, tem um lançamento nacional bem menor que os mais recentes blockbusters que desembarcaram por aqui, inclusive o fracassado “Ben-Hur”. O outro filme americano que chega aos shoppings nesta quinta (1/9) é o terror “O Sono da Morte”. O gênero sempre rende bom público, mas raramente bons filmes. Este não é exceção. O destaque da produção é a presença do ator mirim Jacob Tremblay, revelado em “O Quarto de Jack” (2015), como um órfão que, sem saber, transforma seus sonhos e pesadelos em realidade. Com 30% no Rotten Tomatoes, é um terror para maiores de 14 anos que não assusta ninguém. Em 145 salas. A programação ampla também inclui uma comédia brasileira. Na verdade, são três os lançamentos nacionais da semana, incluindo os títulos de distribuição limitada. Todos são obras de ficção, mas totalmente diferentes uns dos outros. Com melhor distribuição, o besteirol “Um Namorado para Minha Mulher” chega a 414 telas com uma trama típica de comédia brasileira. Ou seja, algo que ninguém jamais faria na vida real. Cansado da mulher chata, o personagem de Caco Ciocler (“Disparos”) decide contratar um homem para conquistá-la e assim conseguir a separação. Mas se arrepende. O problema é que o sedutor exótico (Domingos Montagner, de “Gonzaga: De Pai para Filho”) se apaixona pela mulher do “corno”. A ideia só não é totalmente ridícula por conta da atriz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”), que para encarnar o clichê da mulher chata assume um mau-humor espirituoso, inteligente e divertidíssimo, que vê defeito em tudo e não suporta lugares comuns. Em outras palavras, ela parece crítica de cinema. A direção é de Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena” duas vezes – o filme e a continuação). “Aquarius”, por sua vez, encalha em 85 salas. Sempre foi difícil imaginar a pequena Vitrine Filmes distribuir um blockbuster, mas o diretor Kleber Mendonça Filho, cujo filme anterior, “O Som ao Redor” (2012), abriu em 24 telas, não poderá reclamar de perseguição política, pois a classificação etária caiu para 16 anos. De todo modo, seu marketing de viés político, criado por uma postura intransigente de enfrentamento contra o governo, desde a denúncia em Cannes de que “o Brasil não é mais uma democracia” graças a um “golpe de estado”, até a patrulha ideológica contra um crítico da comissão que vai selecionar o candidato brasileiro ao Oscar, tem um lado positivo, ao mostrar inconformismo em apenas realizar o filme. Ao contrário de muitos colegas de profissão, que parecem se contentar em contabilizar os cheques das leis de incentivo para filmar, sem se posicionar diante da invisibilidade das estreias dramáticas nacionais, Filho quer que seu trabalho seja visto. E nisto tem razão. O bom cinema brasileiro merce ser visto. E “Aquarius” é um bom filme, sim, especialmente pela oportunidade que dá ao público de ver Sonia Braga novamente como protagonista, aos 66 anos de idade. É o resgate de uma carreira que estava restrita, nos últimos anos, a pequenas aparições em séries americanas ruins. Seu desempenho evoca a performance consagradora de Fernanda Montenegro em “Central do Brasil” (1998). São papeis completamente diferentes, mas que conduzem e humanizam suas narrativas. Entretanto, pela politização que o cineasta quis dar ao lançamento, é preciso observar mais atentamente a ironia da trama, que mostra Clara, a personagem de Braga, enfrentando as investidas de uma construtora que quer demolir o antigo edifício onde mora, muito bem localizado em Recife, para construir um novo empreendimento. Embora seja fácil puxar a analogia do “golpe” sofrido por Dilma Rousseff num embate contra as forças econômicas, é mais sutil perceber que, na vida real, empresas como a que representa o “mal” no filme foram responsáveis por financiar o projeto populista, alimentado por propinas, corrupção política e construções superfaturadas, que destroçou o patrimônio do país e de todas as Claras do Brasil, nos últimos 13 anos. O fato é que o cinema militante não reflete sutilezas, tanto que só um drama brasileiro recente foi capaz de evitar as armadilhas do maniqueísmo e do proselitismo para retratar um quadro mais complexo da situação política, econômica e social do país: “Casa Grande” (2014), de Fellipe Barbosa. Quanto mais o tempo passa, melhor e mais representativo aquele filme se torna do Brasil contemporâneo. Ocupando 15 telas, a terceira estreia nacional é “Rondon, O Desbravador”, de Marcelo Santiago (por coincidência, codiretor do mitológico “Lula, o Filho do Brasil”) e do estreante Rodrigo Piovezan. Pode-se até considerá-lo o oposto político de “Aquarius”, por apresentar um ufanismo como não se via desde o auge da ditadura militar. Cinebiografia do Marechal Rondon, que desbravou as florestas brasileiras para levar o telégrafo (a internet do final do século 19) ao sertão, o longa evita todas as polêmicas possíveis para apresentá-lo como herói, responsável pela integração pacífica dos índios na civilização brasileira. Claro que sua defesa da ocupação do país “do Oiapoque ao Chuí” levou à desapropriação de terras indígenas, iniciou o desmatamento em massa, realocou tribos e as infectou com doenças, mas nada disso é relatado pela trama, que parte de um encontro fictício do velho militar (Nelson Xavier, de “Chico Xavier”) com um jornalista para recordar seus grandes feitos. O pôster, com bandeira tremulando e continências militares, ilustra perfeitamente o estilo de Educação Moral e Cívica da produção. A programação se completa com dois lançamentos europeus limitados, que exploram o humor em tons diversos. “Loucas de Alegria”, do italiano Paolo Virzì (“A Primeira Coisa Bela”), leva a 14 salas a história de amizade entre duas mulheres, que fogem de um hospital psiquiátrico em busca de um pouco de felicidade. Divertido, terno e belo nas doses certas. A menor distribuição da semana cabe a “A Comunidade”, do dinamarquês Thomas Vinterberg (“A Caça”), com exibição em seis telas. É outro ótimo filme, que ironiza o espírito comunal dos anos 1970. A trama parte de um casal típico da década mais liberal de todas, que resolve convidar estranhos a compartilhar de sua casa espaçosa. Quando seu casamento entre em crise, eles têm que lidar com amantes e votações coletivas para determinar como viver no próprio lar. Trine Dyrholm (“Amor É Tudo o que Você Precisa”), intérprete da esposa, foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Berlim deste ano.
Unidade Básica: Veja o trailer e 25 fotos dos personagens da nova série médica brasileira
O canal pago Universal divulgou 25 fotos dos personagens e o primeiro trailer de “Unidade Básica”, série que pretende abordar um lado pouco conhecido do SUS, a medicina de família brasileira. A série acompanha a rotina de médicos, enfermeiros e outros profissionais de uma UBS (Unidade Básica de Saúde) na periferia de São Paulo, mas, como a prévia adianta, concentra-se em dois pontos de vistas conflitantes. De um lado está o dr. Paulo (Caco Ciocler, de “Um Namorado para Minha Mulher”), médico de família que trabalha há mais de dez anos na mesma UBS. Ele se envolve com as histórias de vida de cada paciente, dá importância a questões emocionais e busca soluções não convencionais para os casos. Do outro, está a jovem médica Laura (Ana Petta, de “Trabalhar Cansa”). Recém-formada, seu projeto é ficar pouco tempo na UBS, onde pretende ganhar experiência e logo se tornar uma bem-sucedida especialista. “Ela quer pedir exames, biopsias. É uma médica dedicada, mas o conhecimento que ela tem, a formação da escola médica tradicional, não dá conta da complexa realidade que ela encontra”, disse a atriz Ana Petta, na apresentação da série para a imprensa. Anna e a irmã, Helena Petta, infectologista que faz doutorado na USP, com período em Harvard, foram as idealizadoras da série, produzida pela Gullane, empresa com currículo cinematográfico premiado, de “Bicho de Sete Cabeças” (2001) a “Que Horas Ela Volta?” (2015). Embora seja uma obra de ficção, todos os casos da série são baseados em fatos reais. Seguindo o antigo padrão das redes de TV americanas, será mostrado, em cada episódio, um desafio médico diferente. Entre os exemplos, estão uma paciente diabética que não adere ao tratamento e um doente terminal de câncer que tem indicação de cuidados paliativos. “Unidade Básica” estreia dia 11 de setembro e já gira um burburinho positivo entre os profissionais de medicina do país.











