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  • Série

    Salem: Vídeo mostra estreia de Marilyn Manson na série de bruxas

    7 de agosto de 2016 /

    O canal WGN America divulgou um novo comercial de “Salem”, que destaca o papel do cantor Marilyn Manson na 3ª temporada da atração. Manson, que é o intérprete da música de abertura da série, vai interpretar o “barbeiro/cirurgião” da cidade, chamado Thomas Dinley. Segundo a descrição dos produtores, Dinley “fornece de tudo, desde cuidado com os cabelos até sanguessugas, sangria e cirurgia”. Na prévia, ele mostra seu apreço pelas sanguessugas. O papel mostra o interesse do cantor pela carreira de intérprete televisivo, após uma participação marcante na 7ª e última temporada de “Sons of Anarchy” como um presidiário nazista. Ele também deu vida à voz da Sombra na 3ª temporada de “Once Upon a Time” e apareceu como si mesmo em “Californication”. Criada pelos roteiristas-produtores Adam Simon (“Evocando Espíritos”) e Brannon Braga (“Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”), “Salem” se passa no século 17, na cidade americana que ficou famosa pela execução de mulheres acusadas de bruxaria. Com estreia marcada para outubro, a 3ª temporada mostrará o verdadeiro plano do demônio, que em vez de trazer o paraíso livre da hipocrisia puritana, conforme o desejo das bruxas, decide simplesmente espalhar morte e destruição. A única pessoa que seria capaz de enfrentá-lo é a bruxa que lhe deu vida, sua mãe Mary Sibley (Janet Montgomery). O único problema é que ele morreu no final da temporada anterior.

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  • Filme

    Sequência da Bruxa de Blair foi filmada em segredo e já tem trailer

    23 de julho de 2016 /

    Um dos filmes independentes de maior bilheteria da história, “A Bruxa de Blair” (1999) terá uma inesperada continuação, que foi rodada em completo sigilo. O trailer foi a grande surpresa do estúdio Lionsgate durante a San Diego Comic-Con, e sugere um filme bastante tenso e assustador, remetendo à trama original ao se passar na mesma floresta, em busca dos lugares onde os documentaristas amadores dos anos 1990 foram vistos pela última vez. O filme “amador” de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez causou frisson por ser apresentado como registro realista dos últimos dias de três jovens perdidos em uma floresta onde, segundo uma lenda, habitava uma diabólica bruxa. O sucesso da produção marcou época, e embora não tenha sido o primeiro longa de vídeos encontrados – a honra cabe a “Canibal Holocausto” (1980) – , inspirou uma febre de filmes com câmeras amadoras e imagens tremidas. A tecnologia evoluiu muito desde então, e o trailer da sequência mostra que, por mais que os integrantes do elenco corram com câmeras nas mãos, as imagens não perdem o foco ou a iluminação. Por conta disso, os sustos incluem efeitos visuais e sugerem grande profissionalismo para transmitir o pavor, mas sem perder de vista a estética do falso documentário, abandonada na primeira sequência oficial, “Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras”, de 2000. A direção é de Adam Wingard (“Você É o Próximo”), um dos melhores cineastas da nova geração do terror, que rodou o filme em completo segredo entre maio e junho em Vancouver no Canadá. Intitulado simplesmente “Blair Witch” (Bruxa de Blair), o filme gira em torno de James, o personagem de James Allen McCune (série “Shameless”), que vive o irmão de Heather, a personagem de Heather Donahue no primeiro filme. Ele embarca na mesma jornada em busca de pistas sobre o desaparecimento da irmã, acompanhado de Valorie Curry (série “The Following”), Wes Robinson (“Até a Morte”) e Callie Hernandez (“Los Feliz, 90027”). A estreia está marcada para 16 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    O Caçador e a Rainha do Gelo é um desperdício de talento e dinheiro

    30 de abril de 2016 /

    Às vezes, os bastidores de uma produção são muito mais interessantes do que o resultado das filmagens. É o caso de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, tanto um prólogo quanto uma sequência de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), o filme que já tinha dado o que falar devido ao relacionamento indiscreto entre a protagonista Kristen Stewart e o diretor Rupert Sanders. Os dois foram barrados na sequência. Mas até Charlize Theron, que viveu a bruxa malvada de visual arrasador do longa original, esteve prestes a desistir do projeto, após descobrir que o salário de Chris Hemsworth, intérprete do Caçador, era maior do que o dela. Só aceitou filmar por cachê igual. Ainda que apareça menos do que Hemsworth, a atriz sul-africana recebeu os mesmos US$ 10 milhões. E, no final, é uma das poucas coisas que se salvam na produção. A má vontade também se estendeu a Jessica Chastain, que não ficou muito satisfeita em ter que integrar o elenco dessa produção destinada ao fracasso. Ela foi contratualmente obrigada, como parte do acordo com a Universal para viver a vilã de “A Colina Escarlate”. E acabou encarando um papel de guerreira genérica nessa curiosa fantasia torta, que tem uma trama até mais inventiva do que a do primeiro filme, mas que se perde muito sob a fraca direção do novato Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade e supervisor de efeitos especiais do longa original. O filme começa apresentando as duas irmãs bruxas vividas por Charlize Theron e Emily Blunt. A primeira tinha domínio de magia negra e era essencialmente má, enquanto a segunda era apenas uma mulher apaixonada por um plebeu, até uma tragédia ativar seus poderes congelantes. A história acaba destacando mais a personagem de Blunt, que viaja para o norte, onde se torna a imperatriz perversa de uma terra gelada. Neste lugar sem calor, ela decreta que o amor é proibido, porque aprendeu que a paixão faz mal para o coração. Mesmo assim, é neste cenário frígido que brota o amor entre dois caçadores de sua tropa, Eric (Hemsworth) e Sara (Chastain). Ironicamente, esta representação do ódio e do mal, exacerbada em ambas as irmãs, acaba servindo para demonstrar como a animação da Disney “Frozen – Uma Aventura Congelante” foi transgressora, utilizando o amor em vez da raiva como motivação da aventura das irmãs. No filme da Universal, as personagens são cheias de traumas e rancores… e chatice. Com personagens fracas, a produção tosca (mas milionária) tenta embalar o filme na base das reviravoltas, como o evento que marca o fim de seu prelúdio e os inimigos que aparecem pelo caminho dos heróis. Além disso, a trama busca se reforçar com as piadinhas dos dois anões Nion e Griff, que servem de alívio cômico – muito mais eficientes do que as falas supostamente engraçadas de Eric, o Caçador. Mas nada funciona. A ponto de situações trágicas inspirarem apenas tédio. Um tédio que cresce na mesma medida em que a trama perde seu rumo. Nem a presença de cena excepcional de Charlize Theron, como a bruxa má que retorna dos mortos, no último ato, consegue impedir o derretimento dos milhões de dólares despejados em “O Caçador e a Rainha do Gelo”. O resultado é um monumental desperdício de dinheiro, repleto de efeitos e atores caros, que custou uma fábula para parecer uma fábula. E, mesmo assim, não consegue disfarçar a enorme ausência de Kristen Stewart no papel de Branca de Neve. Os motivos que levaram a atriz a ser descartada na sequência renderiam um filme, por sinal bem melhor, em que não faltaria a analogia sobre o moral(ismo) da história.

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    Jim Parsons negocia seguir os passos de Harry Potter e estudar em escola de bruxaria para crianças

    4 de abril de 2016 /

    O ator Jim Parsons (série “The Big Bang Theory”) negocia estrelar e produzir a comédia “Man-Witch”, em que interpretará um estudante adulto de bruxaria. A informação é do site The Hollywood Reporter. A trama acompanha um adulto que descobre ter poderes mágicos e acaba sendo matriculado numa escola de bruxaria, ao estilo de Hogwarts, da franquia “Harry Potter”, onde se descobre o único estudante adulto em aulas para crianças-bruxas. O projeto já ronda Hollywood desde 2005 e chegou a ter o cineasta Todd Phillips (“Se Beber, Não Case!”) interessado. Na ocasião, o papel principal estava entre os atores Jack Black (“Escola do Rock”) e Zach Galifianakis (também de “Se Beber, Não Case!”) atrelados. Entre os vários roteiristas que mexeram na trama, incluem-se Jay Reiss (“A Filha do Meu Melhor Amigo”) e Josh Stolberg (“Piranha 3D”) “Man-Witch” ainda não tem diretor, cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos.

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  • Filme

    A Bruxa não vulgariza sustos para invocar seu impressionante clima macabro

    5 de março de 2016 /

    Com seu longa-metragem de estreia, Robert Eggers encantou a crítica, assustou Stephen King e foi premiado como Melhor Diretor do Festival de Sundance do ano passado. E o que tem causado tanta comoção em torno de “A Bruxa”, além da condução intrigante e muitas vezes aterroridora, é sua proposta de não vulgarizar os sustos. O filme se passa na Nova Inglaterra, nos anos 1630, algumas décadas antes dos acontecimentos terríveis de Salem, quando a histeria coletiva, alimentada pela ignorância e o medo do desconhecido, fez com que 14 mulheres fossem condenadas à morte por bruxaria. Na trama, uma família de ingleses puritanos se muda para um lugar bonito e verdejante, à beira de uma floresta, devido a uma divergência de ordem dogmática, e passa a ser alvo dos ataques de uma força estranha que habita as redondezas. A tragédia começa a partir do desaparecimento de um bebê, enquanto a filha mais velha, Thomasin (a revelação Anya Taylor-Joy, excelente), brinca com a criança. Eggers não esconde o fato de que existe uma bruxa, de que a criança foi mesmo sequestrada por ela. E o pouco que é mostrado dessa misteriosa mulher basta para alimentar um clima macabro impressionante, que só cresce à medida que a história avança e os ataques à família aumentam. Há, por sinal, uma tradição do cinema de horror de usar crianças em cenas particularmente perturbadoras. E “A Bruxa” não foge à regra. As duas crianças gêmeas, que cantam e pulam alegremente, mesmo diante de uma tragédia familiar, costumam brincar com um bode preto. O bode, esse animal que costuma ser associado à figura do diabo em muitos filmes e livros. O jovem cineasta investe no macabro dessas associações satânicas para construir uma história sobre bruxaria e possessão, cheia de mistério e momentos sinistros, e potencializada pela sensação de paranoia, que explora a ideia de que a jovem Thomasin teria feito um pacto demoníaco. É possível ver a “Bruxa” como uma parábola sobre como o diabo se aproveita da dúvida e da fragilidade humana em geral. Mas o filme também pode ser taxado de satanista, pelo viés libertador que prega, ainda que de maneira relativamente sutil – o filme tem endosso do Templo Satânico. Isto porque “A Bruxa” segue na contramão da maioria dos filmes do gênero, que evidenciam conceitos cristãos, aproximando-se mais de filmes pagãos como o clássico “O Homem de Palha” (1973), de Robin Hardy. Além do excelente trabalho de condução dessa atmosfera, “A Bruxa” ainda se mostra transgressor em vários níveis, já que a simpatia inicial despertada pela família puritana vai diminuindo, à medida que a trama revela o modo como o patriarca (Ralph Ineson, da franquia “Harry Potter”) e sua esposa (Kate Dickie, de “Game of Thrones”) tornam pesado o fardo dos jovens. Eggers se utiliza de símbolos e superstição para fazer uma saudável crítica à ideia de que todos nascem com pecado, mostrando o quanto isso mexe com a cabeça das pessoas, deixando-as à mercê de um sentimento de culpa que lhes dilacera a alma. O fato é que a história é muito boa, mas a direção e o modo como o filme se desenvolve – lentamente, com planos curtos e minimalistas – é que fazem a diferença nessa obra, cuja beleza está definitivamente associada ao que de mais tétrico o cinema já invocou.

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    Marilyn Manson vai participar da série Salem

    24 de janeiro de 2016 /

    O cantor Marilyn Manson fará uma participação especial na 3ª temporada de “Salem”, informou o site TVLine. Manson, que é o intérprete da música de abertura da produção do canal pago WGN, vai interpretar o “barbeiro/cirurgião” da cidade, chamado Thomas Dinley. Segundo a descrição dos produtores, Dinley “fornece de tudo, desde cuidado com os cabelos até sanguessugas, sangria e cirurgia”. O papel chega após uma participação marcante de Manson na 7ª e última temporada de “Sons of Anarchy” como um presidiário nazista. Ele também deu vida à voz da Sombra na 3ª temporada de “Once Upon a Time” e apareceu como si mesmo em “Californication”. Criada pelos roteiristas-produtores Adam Simon (“Evocando Espíritos”) e Brannon Braga (“Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”), “Salem” se passa no século 17, na cidade americana que ficou famosa pela execução de mulheres acusadas de bruxaria. Ainda sem previsão de estreia, a 3ª temporada mostrará o verdadeiro plano do demônio, que em vez de trazer o paraíso livre da hipocrisia puritana, conforme o desejo das bruxas, decide simplesmente espalhar morte e destruição. A única pessoa que seria capaz de enfrentá-lo é a bruxa que lhe deu vida, sua mãe Mary Sibley (Janet Montgomery). O único problema é que ele morreu no final da temporada anterior. Veja abaixo a abertura da série, ao som de “Cupid Carries a Gun”, de Marilyn Manson e Tyler Bates.

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