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    Diretor de Podres de Ricos vai filmar adaptação do musical Wicked

    2 de fevereiro de 2021 /

    O diretor Jon M. Chu, que estourou nas bilheterias com “Podres de Ricos”, vai dirigir a adaptação musical de “Wicked”, um dos espetáculos mais populares da Broadway, que conta a história de Elphaba, a Bruxa Malvada do Oeste, de “O Mágico de Oz”. A produção será o segundo musical de Chu, que recentemente filmou “Em um Bairro de Nova York”, previsto para agosto nos cinemas e na HBO Max. Ele substitui Stephen Daldry, que passou anos vinculado ao filme, mas precisou sair do projeto em outubro passado, após o cronograma de produção ser reajustado e colidir com outro projeto que ele estava desenvolvendo. Chu também precisou remanejar sua agenda para entrar no projeto, abandonando a produção da série “Willow” na plataforma Disney+. Baseado no musical de Stephen Schwartz, a adaptação de “Wicked” vai levar às telas uma narrativa alternativa do filme “O Mágico de Oz”, de 1939 – e, claro, da clássica história original de L. Frank Baum – , contada a partir da perspectiva da suposta vilã da história. A roteirista Winnie Holsman (criadora da cultuada série “My So-Called Life”) e o compositor Schwarz estão adaptando o musical para o cinema. A produção é de Marc Platt para os estúdios Universal.

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    Academia barra Hamilton do Oscar 2021

    9 de janeiro de 2021 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos tomou uma decisão polêmica e barrou a versão filmada do musical “Hamilton”, um dos maiores sucessos da plataforma Disney+ (Disney Plus), da disputa do Oscar 2021. Mesmo estando apto a concorrer em outras premiações do cinema, como o Globo de Ouro e o SAG Awards, a gravação do espetáculo da Broadway foi desqualificada pela Academia sem maiores explicações, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. “Hamilton” tem sua elegibilidade questionada desde o ano passado, por ser uma espécie de registro documental de apresentações da peça da Broadway. Segundo alguns, a produção seria incompatível com uma regra de 1997 válida para curtas e documentários, que descarta “trabalhos sem edição de registros de performance”. Esta regra foi introduzida após peças filmadas aparecerem na premiação do cinema, como “Otelo” (1965), “Give ‘Em Hell, Harry” (1974) e “O Homem na Caixa de Vidro” (1975). O detalhe é que “Hamilton” tem trabalho de edição. Não é um simples registro, pois compila três dias de performances diferentes, com o teatro fechado, realizadas especificamente para o filme. Por conta disso, o THR apurou que o Comitê de Regras e Prêmios da Academia optou por excluir a obra com base em outra regra, recém-introduzida, e que teria o objetivo oposto: de facilitar a disputa de lançamentos exclusivos de streaming durante a pandemia. A regra diz que “Até novo aviso e somente nesta edição do Oscar, filmes disponíveis em serviços de streaming estarão qualificados para concorrer ao prêmio. O comitê de regras da Academia vai avaliar todas as questões envolvendo regras e elegibilidade”. Teria sido a segunda parte, sobre o poder do comitê para decidir com base em seus critérios pessoais, que teria barrado o filme. Não há explicações sobre quais critérios impediram a inclusão entre os candidatos. “Hamilton” foi aceito na disputa de várias outras premiações de cinema e é favorito ao Globo de Ouro de Melhor Filme Musical (ou de Comédia), assim como o elenco nas categorias de atuação. Já o SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores, curiosamente caracterizou “Hamilton” como um filme para TV, qualificando-o a concorrer nas categorias destinadas a telefilmes e minisséries. Vale lembrar que a Disney desembolsou U$ 75 milhões pelos direitos de exibição do longa e pretendia lançá-lo no cinema, mas acabou disponibilizando-o em sua plataforma de streaming por causa da pandemia. “Hamilton” tornou-se um dos conteúdos mais assistidos da Disney Plus. Veja abaixo o trailer da produção.

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    A Festa de Formatura: Musical do criador de American Horror Story ganha novo trailer

    26 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres individuais e um novo trailer legendado de “A Festa de Formatura”, adaptação do musical da Broadway “The Prom”, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com grande elenco. A prévia tem muitas cenas de música e dança, além de apresentar a trama e destacar a mensagem de superação de preconceitos da história. Para o filme, o criador de “American Horror Story”, “Glee” e “Pose” juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida por Murphy inicia na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio do estado de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar na luta dela, indo de mala e plumas para a cidadezinha intolerante. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.

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    Lin-Manuel Miranda explica faltas de legendas de Hamilton na Disney+ (Disney Plus)

    22 de novembro de 2020 /

    O ator, roteirista e compositor Lin-Manuel Miranda, criador do musical “Hamilton”, se pronunciou sobre a falta de legendas em português da versão de sua peça lançada pela plataforma Disney+ (Disney Plus) nesta semana no Brasil. Respondendo a um seguidor brasileiro, Miranda escreveu em português no Twitter que sua equipe está trabalhando em legendas em português e espanhol e lamenta que elas não tenham ficado prontas a tempo para o lançamento da plataforma na América Latina. O serviço de streaming da Disney chegou ao Brasil na terça passada (17/11), mas os fãs foram surpreendidos ao perceber que a versão filmada da peça não tinha opções de legenda ou dublagem em outras línguas, apenas closed caption e audiodescrição em inglês. Atendendo um questionamento da imprensa, a Disney justificou a falta de tradução como uma decisão “criativa”. Com a resposta de Lin-Manuel Miranda, fica claro que ele não queria qualquer tradução e encomendou sua própria transposição do musical para outros idiomas. Infelizmente, este trabalho ainda não foi concluído. “Hamilton” é uma versão musical da história de Alexander Hamilton, um dos fundadores dos Estados Unidos, que se desdobra em ritmo de hip-hop e interpretação multirracial. A peça venceu 11 Tony Awards, o Oscar do teatro, e também um Pullitzer, além de ter se tornado um fenômeno popular. O filme disponível no Disney+ (Disney Plus) é, na verdade, um registro documental da encenação – literalmente teatro filmado. O material foi gravado durante três noites consecutivas, com o elenco original apresentando-se no palco original da produção, no teatro Richard Rodgers, em Nova York. A Disney adquiriu os direitos de exibição desse material em fevereiro passado, travando uma luta de ofertas contra outros interessados, o que fez o valor atingir impressionantes US$ 75 milhões, segundo apurou na época o site Deadline – e não foi desmentido pela Disney. O custo de blockbuster foi uma aposta na popularidade de peça e deveria ser recuperado com a bilheteria de seu lançamento nos cinemas. Só que “Hamilton” saiu direto em streaming devido à pandemia. Foi lançado originalmente em julho, na época do Dia da Independência dos EUA, como uma forma de homenagear os talentos da Broadway, já que a covid-19, que fechou as salas de cinema, também esvaziou os palcos de teatro. Sim! Estamos trabalhando com legendas em português e espanhol (e outros idiomas). Lamento que não tenham ficado prontos a tempo, me sinto péssimo. Mas estamos trabalhando nisso! Thank you! https://t.co/hgAP3wvGHk — Lin-Manuel Miranda (@Lin_Manuel) November 18, 2020

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    Lynn Kellogg (1943 – 2020)

    14 de novembro de 2020 /

    A atriz Lynn Kellogg, que interpretou Sheila, a protagonista feminina da produção original de “Hair” na Broadway, em 1968, morreu na quinta-feira (12/11) aos 77 anos. Ela tinha leucemia, que foi complicada por contágio de covid-19, de acordo com seu marido, John Simpers. Ele disse que ela recentemente compareceu a uma reunião em um teatro em Branson, Missouri, e muitos dos presentes não usavam máscaras. Além da carreira na Broadway, ela apareceu em algumas séries clássicas de TV, como “Família Buscapé”, “O Rei dos Ladrões” e “Missão: Impossível”, e coadjuvou o western “Charro!”, estrelado por Elvis Presley em 1969. Kellogg também era uma cantora talentosa e, além de cantar na trilha de “Hair” e até em seu episódio de “Missão: Impossível”, gravou músicas folk, chegando a participar do programa “The Johnny Cash Show”. Em 1976, ela passou para atrás das câmeras e desenvolveu uma popular série infantil, “Animals, Animals, Animals”, estrelada por Hal Linden, que ficou no ar até 1980 e ganhou um prêmio Peabody e um Emmy como Melhor Série Educativa Infantil. Veja abaixo a apresentação ao vivo do elenco original de “Hair”, em que Kellogg puxa o coro de “Let the Sunshine in” na premiação do Tony Awards de 1969.

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    A Festa de Formatura: Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha trailer legendado

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “A Festa de Formatura”, adaptação do musical da Broadway “The Prom”, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com grande elenco. A prévia tem muitas cenas de música e dança, além de destacar a mensagem de superação de preconceitos da história. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio do estado de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua causa, indo de mala e plumas para a cidadezinha intolerante. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.

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    The Prom: Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha primeiras fotos

    7 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “The Prom”, adaptação de um musical da Broadway, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com Meryl Streep, Nicole Kidman e grande elenco. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua defesa. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.

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    Musical de David Byrne dirigido por Spike Lee ganha trailer repleto de elogios

    22 de setembro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro trailer da versão filmada do aclamado musical da Broadway “David Byrne’s American Utopia”, que o cineasta Spike Lee (“Infiltrado na Klan”) registrou durante exibição no Hudson Theatre. O espetáculo apresenta o ex-líder dos Talking Heads, David Byrne, interpretando músicas do álbum de 2018 de mesmo título, além de clássicos do Talking Heads e de seu catálogo solo. O show foi apresentado na Broadway de outubro de 2019 a fevereiro de 2020, recebendo ótimas críticas, e a versão filmada segue a mesma toada, com aclamação generalizada. Exibida no Festival de Toronto, a produção atingiu 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Alguns dos elogios acabaram entrando no trailer e no pôster – coisas como “obra-prima” (Rolling Stone) e “simplesmente espetacular” (The Hollywood Reporter). É a primeira vez que Spike Lee e David Byrne, dois gigantes da cultura pop nova-iorquina, colaboram num mesmo projeto. Mas vale lembrar que Byrne já realizou na juventude, junto dos Talking Heads, um dos documentários musicais mais famosos de todos os tempos, “Stop Making Sense” (1984), dirigido por outro cineasta importante, o já falecido Jonathan Demme (1944–2017), vencedor do Oscar de Melhor Direção por “O Silêncio dos Inocentes” (1991). “David Byrne’s American Utopia” ainda será exibido nos festivais de Nova York e Londres, antes de chegar à plataforma de streaming em 17 de outubro.

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    Musical com Meryl Streep e Nicole Kidman ganha data de estreia na Netflix

    13 de setembro de 2020 /

    O produtor e diretor Ryan Murphy revelou a data de estreia de sua nova atração na Netflix, “The Prom”, adaptação de um musical da Broadway, com Meryl Streep, Nicole Kidman e grande elenco. “Em 11 de dezembro, deixe a Netflix levá-lo ao baile (Prom) que você não teve neste ano”, escreveu Murphy no Instagram, ao lado de um cartaz que nomeia o elenco estrelado. Para o filme, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida pelo criador de “American Horror Story” tem um começo curioso na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) num musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar em sua defesa. O papel da garota, chamada Emma, será desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A data de estreia no fim do ano sugere uma intenção de qualificar o filme para o Oscar. Ver essa foto no Instagram On DECEMBER 11, let Netflix take you to THE PROM you didn't get this year. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 13 de Set, 2020 às 8:00 PDT

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    Foto revela elenco de The Prom, musical com Meryl Streep e Nicole Kidman

    31 de agosto de 2020 /

    O produtor Ryan Murphy divulgou em suas redes sociais uma foto com o elenco de sua nova atração na Netflix, “The Prom”, adaptação de um musical da Broadway, com Meryl Streep, Nicole Kidman e grande elenco. “Conheça o incrível elenco repleto de ícones de ‘The Prom’ da Netflix”, escreveu Murphy. “Um grupo de verdadeiros soldados que apertaram o cinto de segurança para embarcar numa filmagem durante a covid, para que pudéssemos dar a todos a história inspiradora e edificante de que precisamos agora. O Natal está chegando … ” Para a produção, Murphy juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A história começa na Broadway e vai parar no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep vai interpretar Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) num musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura (o “prom” do título) da escola, e resolvem se engajar em sua defesa. O papel da garota, chamada Emma, será desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). De acordo com o texto de Murphy, “The Prom” deve ser lançado em dezembro, próximo ao Natal. A data sugere uma intenção de qualificar o filme para o Oscar. Ver essa foto no Instagram Meet the incredible icon-packed cast of Netflix's THE PROM. A group of true troopers who buckled up and finished shooting during COVID so we could give everybody an inspirational aspirational story that we all need right now. Christmas is right around the corner… Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 31 de Ago, 2020 às 8:30 PDT

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    Diretor de Black Is King vai filmar versão musical de A Cor Púrpura

    26 de agosto de 2020 /

    Um dos diretores do álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé, fechou contrato para dirigir seu primeiro longa hollywoodiano. O ganês Blitz Bazawule vai dirigir a versão musical de “A Cor Púrpura” para a Warner. Originalmente um livro de Alice Walker, “A Cor Púrpura” chegou às telas pela primeira vez em 1985, num filme dirigido por Steven Spielberg, que lançou a carreira da atriz Whoopi Goldberg. A história da mulher negra que luta para encontrar sua identidade após sofrer anos de abusos de seu pai e de outras pessoas, acabou transportada para a Broadway em 2005, numa montagem musical que recebeu 11 indicações ao Tony (o Oscar do teatro). A peça voltou a ser montada em 2015 e, desta vez, venceu dois Tonys, incluindo de Melhor Revival Musical. O novo filme será inspirado nesse musical, com adaptação de Marcus Gardley, roteirista da série “The Chi”, e sob o comando de um time de produtores poderosos, que incluem Spielberg, a apresentadora Oprah Winfrey, que estreou como atriz no longa de 1985, o cineasta Scott Sanders (“Black Dynamite”) e o jazzista Quincy Jones, autor da trilha do filme original. Segundo o site Deadline, todos eles teriam ficado impressionados com o trabalho de Bazawule em “O Enterro de Kojo”, sua estreia na direção, que foi disponibilizada na Netflix em março de 2019. Além de diretor, Bazawule também é músico e compositor e já lançou quatro álbuns, e essa sensibilidade musical, aliada à repercussão de “Black Is King”, o transformou em favorito para o projeto. Relembre abaixo a versão dramática de “A Cor Púrpura”.

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    Netflix vai exibir musical da princesa Diana antes da estreia na Broadway

    12 de agosto de 2020 /

    “Diana: A New Musical”, produção teatral sobre a vida da princesa Diana, vai estrear na Netflix antes de chegar na Broadway. Uma performance completa do musical será encenada e gravada à portas fechadas em Nova York, enquanto os teatros permanecem impedidos de funcionar devido à pandemia de coronavírus. A atual previsão para a estreia física da produção, nos palcos nova-iorquinos, é apenas para 25 de maio de 2021. “Falamos por toda a nossa equipe e nosso elenco quando dizemos que não poderíamos estar mais animados para compartilhar o espetáculo com amantes do teatro ao redor do mundo. Embora não haja substituto para o teatro ao vivo, nos sentimos honrados de fazer parte do entretenimento de qualidade que a Netflix dá aos seus assinantes”, manifestou-se em comunicado a Grove Entertainment, empresa produtora do musical. Na trama, a atriz Jeanna de Waal (que apareceu em dois episódios de “Punho de Ferro”) interpreta a princesa Diana, enquanto a veterana Judy Kaye (vencedora de dois Tonys, o Oscar do teatro americano) vive a rainha Elizabeth II. A iniciativa da Netflix acontece após a plataforma Disney+ (Disney Plus) exibir uma gravação de “Hamilton”, o espetáculo mais bem-sucedido da Broadway nos últimos anos. A gravação também foi feita à portas fechadas e o resultado teria ajudado a bater metas de assinaturas da Disney+ (Disney Plus), que em oito meses atingiu um objetivo originalmente previsto para cinco anos.

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    Hamilton: Versão filmada do musical da Broadway ganha primeiro trailer

    22 de junho de 2020 /

    A Disney divulgou o trailer do filme do musical da Broadway “Hamilton”, que dá uma prévia de como serão as performances, registradas durante a apresentação teatral. O estúdio adquiriu os direitos de exibição da peça de Lin-Manuel Miranda (indicado ao Oscar por “Moana”) em fevereiro passado, travando uma luta de ofertas contra outros interessados, o que fez o valor atingir impressionantes US$ 75 milhões, segundo apurou na época o site Deadline – não desmentido pela Disney. Apesar do custo de blockbuster, o documentário mais caro de todos os tempos é, na verdade, literalmente teatro filmado. Trata-se de um registro da peça em junho de 2016, filmado durante três noites consecutivas, com o elenco apresentando-se no palco original da produção, que se tornou uma das mais bem-sucedidas da Broadway – além de vencedora de 11 prêmios Tony e do Prêmio Pulitzer de Drama. Inicialmente, o longa deveria chegar aos cinemas em outubro de 2021, mas acabou virando lançamento de streaming devido a pandemia de coronavírus. O musical em que atores negros e latinos interpretam os fundadores dos Estados Unidos será disponibilizado em 3 de julho, véspera do Dia da Independência do país, exclusivamente na plataforma Disney+ (Disney Plus).

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