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    Samuel L. Jackson vai viver Nick Fury no filme da Capitã Marvel

    7 de julho de 2017 /

    Os sites de fãs de quadrinhos adiantaram a notícia no começo da semana e os rumores agora foram confirmados pelo Deadline. Samuel L. Jackson vai reprisar seu papel como Nick Fury no filme da Capitã Marvel. O personagem não aparece numa produção da Marvel desde “Vingadores: Era de Ultron”, em 2015. Antes disso, foi baleado e hospitalizado em “Capitão América: O Soldado Invernal” de 2014. Fury deverá fazer seu retorno em “Vingadores: Guerra Infinita”, que também tem a previsão de introduzir Carol Danvers, a Capitã Marvel. Não há muitas pistas sobre como isso irá acontecer, mas sua origem deverá ser bastante alterada em relação aos quadrinhos. Isto se deve pela ausência do Capitão Marvel no cinema e ao fato de a história original ser, ironicamente, muito parecida com a do Lanterna Verde da rival DC Comics. Nos quadrinhos escritos por Roy Thomas e desenhados por Gene Colan no final dos anos 1960, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que adquiriu superpoderes ao ser salva de uma explosão radioativa pelo super-herói alienígena Capitão Marvel. A explosão atingiu seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe deram superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). Mas demorou para ela virar super-heroína, adotando o nome de Miss Marvel em 1977. A personagem só passou a ser conhecida como Capitã Marvel em 2012, em homenagem ao herói original, que morreu de câncer numa famosa graphic novel de 1982. Capitã Marvel será vivida por Brie Larson, atriz vencedora do Oscar de 2016 por “O Quarto de Jack”. Já o primeiro filme solo de uma super-heroína da Marvel está sendo escrito por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”), e será dirigido pelo casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Parceiros de Jogo” (2015), “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia só vai acontecer em março de 2019.

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    Saiba que outras super-heroínas podem seguir a Mulher-Maravilha nos cinemas

    2 de junho de 2017 /

    Com a expectativa criada pelo desempenho de “Mulher-Maravilha”, que já quebrou um recorde em sua pré-estreia e deve bater outros no fim de semana, Hollywood pode embarcar numa onda de filmes de super-heroínas dos quadrinhos. A própria Warner já tem dois outros projetos do gênero em desenvolvimento: “Batgirl”, de Joss Whedon (“Os Vingadores”), e “Sereias de Gotham”, centrado na Arlequina vivida por Margot Robbie, com direção de David Ayer (“Esquadrão Suicida”). Até a Sony planeja juntar duas anti-heroínas num mesmo filme, “Silver & Black”, com Gata Negra e Sabre de Prata. Já a Marvel possui apenas “Capitã Marvel”, com Brie Larson, em seu cronograma de lançamentos. Mas há pelo menos mais cinco heroínas que poderiam sustentar um filme, sozinhas ou na companhia de coadjuvantes. A Viúva Negra, interpretada por Scarlett Johansson na franquia dos Vingadores, é o exemplo mais óbvio. A trama poderia, inclusive, diferenciar-se do padrão adotado para os filmes de super-heróis ao assumir um tom de thriller de espionagem, já que Natasha Romanoff era originalmente uma espiã russa, antes de ser recrutada pela SHIELD. A Marvel ainda poderia aproveitar a estreia de Valquíria em “Thor: Ragnarok” para lançar um spin-off, quem sabe formando uma dupla com a deusa Sif, misteriosamente ausente da publicidade do terceiro filme do herói asgardiano – após aparecer até na série “Agents of SHIELD”. Com o destaque obtido em “Logan”, a pequena X-23 também se tornou candidata a ganhar seu próprio filme. Dafne Keen surpreendeu no papel e o sucesso da série “Stranger Things” aponta que o público está pronto para uma super-heroína pré-adolescente. Um filme da mutante Mística, estrelado por Jennifer Lawrence, seria outra barbada, caso a Fox conseguisse convencer a atriz. Uma alternativa seria uma pequena participação da estrela, já que a personagem tem a capacidade de assumir qualquer identidade, podendo inclusive virar homem. Das personagens inéditas no cinema, Zatanna, da DC Comics, é a que tem história mais cinematográfica, como filha de um mágico que decide usar os poderes da família para combater o crime. E ela ainda é parente de Leonardo Da Vinci! Com o sucesso da franquia “Truque de Mestre”, uma super-heroína mágica poderia facilmente apelar ao grande público.

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    Fotos de Elizabeth Olsen no set de Vingadores: Guerra Infinita revelam spoiler da trama

    21 de abril de 2017 /

    Os paparazzi e fãs continuam registrando vídeos e fotos das filmagens de “Vingadores: Guerra Infinita”, que estão acontecendo nas ruas de Edimburgo, na Escócia. Desta vez, as imagens contém spoiler. As fotos mostram Elizabeth Olsen “voando” no set, durante uma cena de luta, em que ela explora o gestual da Feiticeira Escarlate contra pessoas com trajes de captura de performance. Há até um vídeo que captura seu voo. Mas o grande spoiler é o registro do beijo entre a atriz e Paul Bettany, intérprete do herói Visão, que aparece tanto em forma “humana” quanto em seu visual roxo. Nos quadrinhos, os dois são um casal. Com direção de Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel. #ScarletWitch volando en nuevo video filtrado desde el set de rodaje de #AvengersInfinityWar. #ElizabethOlsen pic.twitter.com/UaGOv7OzI7 — ComiCorps (@ComiCorps) April 5, 2017

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    Filme da Capitã Marvel será dirigido por casal de cineastas indies

    19 de abril de 2017 /

    A Marvel definiu os diretores do filme “Capitã Marvel”, que será estrelado por Brie Larson, vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”. Decidida a contratar uma diretora para seu primeiro filme de super-heroína, a companhia cinematográfica acabou, após diversas reuniões, anunciando um casal: Anna Boden e Ryan Fleck. “Capitã Marvel” será a primeira superprodução da dupla de cineastas, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados”, que rendeu uma indicação ao Oscar para Ryan Gosling. Ultimamente, eles também tem se dedicado à direção de episódios de séries, como “The Affair”, “Looking” e “Billions”. Segundo a revista Variety, o estúdio desistiu de contratar apenas uma cineasta ao se encantar com a visão que o casal ofereceu para a história da heroina. O roteiro está sendo escrito por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). Nos quadrinhos escritos por Roy Thomas e desenhados por Gene Colan, no final dos anos 1960, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que adquiriu superpoderes ao ser salva de uma explosão radioativa pelo super-herói alienígena Capitão Marvel. A explosão atingiu seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe deram superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). A origem da personagem deve ser alterada no cinema, já que não há um Capitão Marvel no universo cinematográfico dos Vingadores. “Capitã Marvel” tem data de estreia marcada para março de 2019.

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    Elizabeth Olsen filma cena dos Vingadores entre explosões nas ruas de Edimburgo

    4 de abril de 2017 /

    Nem cordão de isolamento e segurança intensa conseguem impedir os fãs de registrarem novos vídeos e fotos das filmagens de “Vingadores: Guerra Infinita”, que estão acontecendo nas ruas de Edimburgo, na Escócia. Desta vez, Elizabeth Olsen foi flagrada no set, encenando uma cena de luta, em que explora o gestual da Feiticeira Escarlate, ao lado de sua dublê, pessoas com trajes de captura de performance e de muitas explosões. Com direção de Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel. Here it is… Scarlet Witch (Elizabeth Olsen and probably the stunt) filming last night #AvengersInfinityWar pic.twitter.com/wBkWvJFJew — Manu Targaryen (@Its_OnlyManu) April 3, 2017 This is Marvel. Big explosion in the middle of the Royal Mile of Edinburgh #AvengersInfinityWar pic.twitter.com/BPR1X80Jtb — Manu Targaryen (@Its_OnlyManu) April 2, 2017

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    Visão aparece nas primeiras fotos de filmagens externas do novo filme dos Vingadores

    23 de março de 2017 /

    As filmagens externas de “Vingadores: Guerra Infinita” começaram oficialmente nesta semana e os fãs já flagraram as primeiras cenas. As imagens registram o Visão (Paul Bettany) enfrentando alguém – ou algo – nas ruas de Edimburgo, na Escócia. Seu inimigo, porém, deve ser acrescentado apenas posteriormente via efeitos digitais, já que não apareceu em cena. Além dele, também foi vista uma dublê que pode representar a Viúva Negra ou a Feiticeira Escarlate, em trajes civis. Confira abaixo. Com direção de Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel.

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    Brie Larson vai viver pioneira do feminismo que foi a primeira candidata à presidência dos EUA

    22 de março de 2017 /

    Brie Larson, vencedora do Oscar 2016 de Melhor Atriz por “O Quarto de Jack”, vai viver a pioneira do feminismo Victoria Claflin Woodhull num filme da Amazon. Woodhull ficou conhecida no final do século 19 por defender o “amor livre”, liderar o movimento pelo direito das mulheres ao voto e se declarar a primeira candidata feminina à presidência dos Estados Unidos, em 1872 – 40 anos antes das mulheres conquistarem o direito de votar no país. Mesmo sem levar sua candidatura a sério, conservadores conseguiram sabotar suas pretensões ao prendê-la por “obscenidades”, após ela publicar a denúncia do caso de adultério entre o pastor Henry Ward Beecher (o mais influente porta-voz do conservadorismo na época) e Elizabeth Tilton, uma mulher casada da alta sociedade. Woodhull fez a denúncia para ilustrar a hipocrisia do pastor, que atacava sua posição em favor do amor livre, ao mesmo tempo em que tinha uma mulher casada como amante. Foi um escândalo que marcou época. O roteiro está sendo escrito por Ben Kopit (do vindouro “The Libertine”, com Johnny Depp) e a direção está a cargo de Brett Ratner (“Hércules”). Além de estrelar, Brie Larson também vai produzir o filme, que tem o título provisório de “Victoria Woodhull”. Não está claro se a produção será exibida nos cinemas. Ao contrário da Netflix, as produções originais da Amazon têm recebido distribuição em circuito cinematográfico, como, por exemplo, “Manchester à Beira-Mar”, que rendeu o Oscar 2017 de Melhor Ator a Casey Affleck, entregue pela própria Brie Larson – e isto rendeu outra polêmica, por sinal.

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    Kong – A Ilha da Caveira usa truques digitais, ação e humor para disfarçar falta de roteiro

    10 de março de 2017 /

    “Kong – A Ilha da Caveira” quer ser mais que um spin-off/reboot do mais famoso gorila de Hollywood. Tem a clara pretensão de superar tudo o que já foi visto antes no gênero. Considerando que o cinema é lugar de milagres, onde o impossível se torna possível, por que não pagar para ver? Para começar, porque não há reembolso. Como espetáculo tecnológico, o novo filme faz o “King Kong” (2005) de Peter Jackson parecer uma obra-prima, e, como aventura seria uma covardia compará-lo ao clássico de 1933. Claro, nenhum remake, nem o de Jackson supera o original. Ainda que houvesse as precariedades técnicas em 1933 e o macaco não passasse de um boneco animado a partir de um esqueleto em arame, forrado com uma antiga estola de pele, o “King Kong” original alinhava uma cena de ação após a outra num clima mágico sem igual. Para não dizer que falta boa vontade, o novo Kong tem lá algumas qualidades. A maior delas vem da comparação com a quase esquecida versão de 1976, com Jessica Lange. Dessa, “Kong – A Ilha da Caveira” ganha. Mas não de lavada. Existe sim uma ambição de renovação em cena comandada por Jordan Vogt-Roberts. O diretor é egresso da TV e do cinema independente norte-americano. Tem uma pegada boa para as comédias, tendo se destacado na série “You’re the Worst” e no ótimo filme “Os Reis do Verão”, sobre três garotos que se exilam da sociedade montando um acampamento na selva. Apoiados pelo sucesso que o igualmente indie Colin Trevorrow obteve com o blockbuster “Jurassic World” (2015), os produtores sentiram que podiam apostar as fichas no jovem diretor com ponto de vista para o novo. Acontece que o talentoso Jordan Vogt-Roberts caiu de pára-quedas no meio de uma produção imensa e, pelo resultado, não teve muito tempo pra se situar. O maior problema de “Kong – A Ilha da Caveira” é que não consegue se decidir o que pretende ser. É um filme de monstros? Um filme de terror? Um filme de ação (anti-guerra)? Os três roteiristas contratados não se firmam em nenhum desses registros, e ainda roubam cenas inteiras de “Apocalypse Now” (1979), “Jurassic Park” (1993) e “Godzilla” (2014). Uma pena, porque se examinarmos a essência, o filme até promete um ponto de partida diferente. A premissa é que o programa LandSat (Satélite de mapeamento de terras) em 1973, tira fotos de uma ilha perdida (A Ilha da Caveira do título) e John Goodman (“Argo”) convence o governo a lançar uma expedição para explorar o lugar. Eles levam alguns soldados que acabam de ser derrotados no Vietnã e são chefiados por Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”). Para completar a equipe, convidam um britânico das ex-forças especiais (Tom Hiddleston, de “Thor”) e um fotógrafa “anti-guerra”, interpretada por Brie Larson (vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”). O frustrado capitão feito por Jackson chega a ilha querendo mostrar a imponência da armada norte-americana, e Kong aparece sem cerimônias e destrói todos os brinquedinhos voadores. Os sobreviventes se espalham pela selva e então – essa é a melhor parte do filme – descobrem que a ilha é oca e esconde uma caverna, onde animais pré-históricos ficaram preservados. Quando esse fiapo de história acaba, fica patente que os roteiristas, o diretor e o elenco estão perdidos. Tom Hiddleston e Brie Larson estão tão desorientados em cena, que acabam não se assumindo como protagonistas. E o impasse rola por todos os lados. Sabe-se que a produção começou a ser rodada antes mesmo do roteiro estar pronto. Levando em consideração que a trama engana bem até o ataque de Kong aos helicópteros, o que deve totalizar uns 25 minutos de filme, e que o edifício treme, desaba e não fica mais de pé nos 90 minutos seguintes, então, é absurdo deduzir, mas o diretor começou a trabalhar com menos de metade de uma história formulada! Para os produtores de Hollywood, depois do sinal verde, pouco importa a falta de roteiro, é preciso manter o foco na dimensão operacional. Nesse sentido, cabe ao diretor ser profissional. Como a trama patina e se torna repetitiva, o negócio é improvisar com o seu melhor número de mágica, no caso, o humor. Toda vez que o assunto acaba em Kong, ele bota um Creedence para enxotar o tédio de cena. E felizmente quando o recurso se esgota, ele obtêm o auxílio do veterano John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), como um piloto da 2ª Guerra encalhado há 29 anos na ilha. O personagem é quase uma apropriação dos roteiristas do doido Dennis Hooper de “Apocalypse Now”. Para a maioria dos atores isso podia soar como uma desvantagem, mas Reilly é um baita ator. E acaba dando um encanto bonachão ao personagem que disfarça a roubada. Outros personagens, como John Goodman e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), parece que foram destinados a desempenhar papéis mais significativos. Cria-se uma aura de pó de pirlimpimpim em volta deles, mas na falta de texto e sem ideias, eles não decolam. O personagem mais bem composto em cena é Kong. Ainda assim, fica claro que poderiam ter dado mais atenção ao uso da criatura em sua dimensão tecnológica. O CGI é convincente, mas suas proporções parecem erradas. Cada hora, o gorila aparece com um tamanho diferente. Coroando a comédia de erros: há várias cenas de transição que não se encaixam, que fazem os personagens acabarem em lugares diferentes do que estavam nas cenas anteriores. A platéia gargalha a valer na sessão, o que pode parecer um sinal positivo para o filme. Mas será que o público ri pela diversão ou por conta das “cartolinas” que estavam despencando na cena? Uma lástima. Quando esse Kong acaba, deixa uma sensação de vazio na tela. Nos anteriores, inclusive o de Peter Jackson, a tecnologia era usada para dizer alguma coisa. Aqui, para deixar de dizer.

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    Polêmica: Brie Larson confirma que não aplaudiu Casey Affleck no Oscar 2017 de modo intencional

    9 de março de 2017 /

    A atriz Brie Larson confirmou que foi intencional o ato de não ter aplaudido Casey Affleck durante o Oscar 2017, ao anunciar sua vitória como Melhor Ator. “Eu acredito que o que eu fiz no palco falou por si mesmo”, ela afirmou em entrevista para a revista Vanity Fair, enquanto divulgava “Kong: A Ilha da Caveira”, que estreou no Brasil nesta quinta-feira (9/3). Como é praxe na premiação, a Melhor Atriz do ano anterior entrega o troféu ao Melhor Ator. Vencedora do Oscar 2016 por sua atuação em “O Quarto de Jack”, cuja personagem é vítima de estupro, Larson não acompanhou o aplauso do público após anunciar o vencedor, ficando com as mãos inertes. A cena já havia sido vista no Globo de Ouro. O ato foi notado pelos internautas como um protesto contra as acusações de assédio que o ator de “Manchester à Beira-Mar” carrega desde 2010. O processo nunca chegou aos tribunais e foi encerrado com um acordo. Na época, Affleck negou as acusações. Conhecida pelo seu ativismo contra o abuso de mulher, a atriz também preferiu não falar mais sobre o protesto. “Eu disse tudo o que eu preciso dizer sobre esse assunto.”

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    Atores de Kong: A Ilha da Caveira gravam vídeo especial para o Brasil

    7 de março de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou um vídeo legendado de “Kong: A Ilha da Caveira”, em que Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”) e Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”) se dirigem especialmente ao público brasileiro para apresentar a produção. Além de comentarem o filme, eles introduzem cenas repletas de monstros e se divertem com a apresentação. O filme recebeu muitas críticas elogiosas, que o consideraram melhor que “Jurassic World”. Com direção a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), a estreia acontece nesta quinta (9/3) no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA.

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    King Kong destrói helicópteros em vídeo de 360 graus

    4 de março de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou um vídeo de realidade virtual de “Kong: A Ilha da Caveira”, que registra o ataque de King Kong aos helicópteros do filme em imagens de 360 graus. A experiência lembra um videogame de pouca interatividade, já que não é possível atacar o macaco gigante, apenas observar o massacre. O filme vai se passar nos anos 1970, época do primeiro remake de “King Kong” e também da Guerra do Vietnã, que será usada como pano de fundo da trama. Encabeçando o elenco estão Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), John Goodman (“Argo”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para quinta-feira (9/3) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Novo trailer legendado de Kong: A Ilha da Caveira impressiona com ação, efeitos e monstros

    27 de fevereiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou um novo trailer legendado de “Kong: A Ilha da Caveira”, repleto de cenas inéditas. Com mais ação, efeitos visuais e monstros que os anteriores, o vídeo impressiona por seu ritmo frenético e a fúria de King Kong. A sequência da destruição dos helicópteros é simplesmente espetacular. E para os fãs de rock, ainda há o bônus da trilha sonora: a gravação clássica de “We Gotta Get Out of This Place” (1965), dos Animals, tratada digitalmente. O filme se passa nos anos 1970, época do primeiro remake de “King Kong” e também da Guerra do Vietnã, que serve de pano de fundo da trama. O elenco inclui Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), John Goodman (“Argo”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para daqui a duas semanas, em 9 de março no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Veja o momento mais tocante do Oscar 2017, que a TV não mostrou

    27 de fevereiro de 2017 /

    O momento mais emocionante do Oscar 2017 não foi a reviravolta inesperada de seu final. Nem sequer passou na TV. Mas, graças aos paparazzi credenciados para o evento, o público pode agora apreciar o belo e tocante encontro de duas melhores amigas premiadas, postado no Twitter por Brie Larson. A imagem mostra a vencedora do Oscar 2016 em lágrimas, abraçando a vencedora do Oscar 2017, Emma Stone, nos bastidores do palco da premiação. Na legenda, Larson escreveu: “Sabe o que é melhor que vencer? Ver seus amigos vencerem”. You know what's better than winning? Watching your friends win. @TheAcademy pic.twitter.com/sdWVY8LuQQ — Brie Larson (@brielarson) February 27, 2017

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