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  • Música,  Série

    Emicida lança clipe de rap sobre a série Good Omens

    2 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou um clipe com o rapper Emicida para promover sua nova série “Good Omens”. A música se chama “Final dos Tempos” e remete à trama da atração, mostrando Emicida como dois personagens, um anjo e um demônio. Criado pela agência WMcCann, o clipe/campanha é um projeto colaborativo com o rapper, que é fã declarado do escritor Neil Gaiman, autor de “Good Omens” e também de “American Gods”, outra adaptação exibida pela plataforma Prime Video, da Amazon. O rapper teve liberdade completa para criar a música. Além do lançamento do clipe no canal do YouTube de Emicida, a Amazon também está utilizando a música nos comerciais da série. “Good Omens” estreou na sexta-feira em streaming. Com tom de comédia, a minissérie acompanha a aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e decidem e se juntam para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Eles resolvem encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”) antes do pior acontecer. Mas terão que lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Autor do livro em que a série se baseia, Neil Gaiman também assina a produção como roteirista e showrunner.

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  • Série

    2ª temporada de Succession ganha primeiro trailer

    1 de maio de 2019 /

    O canal pago HBO divulgou o trailer da 2ª temporada de “Succession”, uma das melhores surpresas do ano passado. A prévia mostra o que acontece quando um filho trai o próprio pai, se arrepende e passa a ser humilhado pela família. Produzida pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015), a série acompanha uma família americana rica e influente, dona de um grande conglomerado de mídia, que também é poderosamente disfuncional. Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a atração destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel do chefe da família Roy, um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria, prejudicando o filho que se considera mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”) para assumir seu lugar na empresa – e que alimenta uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos, vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). Adam McKay dirigiu o primeiro episódio, assistido por 582 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, enquanto o segundo foi assinado por Mark Mylod, responsável por seis capítulos de “Game of Thrones”. A 2ª temporada tem estreia prevista para agosto, em dia ainda não divulgado.

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  • Série

    Good Omens: O apocalipse vira comédia no novo trailer da minissérie de Neil Gaiman

    6 de março de 2019 /

    A Amazon divulgou novos pôsteres, fotos e trailer de “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett. A prévia apresenta os personagens e destaca o tom de comédia da minissérie, centrada na aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e se juntam para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Eles resolvem encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”), que desapareceu, antes do pior acontecer. Mas também terão que lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Além de ter escrito o livro, Neil Gaiman também assina a série como roteirista e showrunner. “Good Omens” é a segunda adaptação do escritor disponibilizada pela Amazon. Gaiman também escreveu o livro que virou “American Gods”, produção do canal pago Starz distribuída pela plataforma de streaming no mercado internacional. Com seis capítulos, a minissérie estreia em 31 de maio.

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  • Série

    HBO renova Succession para a 2ª temporada após dois episódios

    11 de junho de 2018 /

    O canal pago HBO anunciou a renovação da série “Succession”, após a exibição de seu segundo episódio na televisão. Produzida e dirigida pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015), a série acompanha uma família americana rica e influente, dona de um grande conglomerado de mídia, que também é poderosamente disfuncional. Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a atração destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). Adam McKay dirigiu o primeiro episódio, assistido por 582 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, enquanto o segundo foi assinado por Mark Mylod, responsável por seis capítulos de “Game of Thrones”. A produção é da Gary Sanchez Productions, empresa criada por McKay em parceria com o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). A 1ª temporada tem 10 episódios e previsão de encerramento em 5 de agosto.

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  • Série

    Succession: Série dramática do diretor de A Grande Aposta ganha novo trailer

    27 de abril de 2018 /

    O canal pago HBO divulgou um novo trailer da série “Succession”, produzida e dirigida pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015). Apesar da grande ambição demonstrada pelo projeto, em equipe, orçamento e elenco, a prévia não diferencia muito a atração de uma “Empire” no mundo dos negócios financeiros. Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a trama é descrita como um “drama familiar que acompanha uma família americana dona de um grande conglomerado de mídia, que não é apenas rica e poderosa, mas também poderosamente disfuncional”. O elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). McKay dirige o primeiro episódio e divide a produção dos demais com seu parceiro na Gary Sanchez Productions, o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Succession” tem previsão de estreia para junho.

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  • Série

    Succession: Série do diretor de A Grande Aposta ganha novo trailer

    1 de abril de 2018 /

    O canal pago HBO divulgou um novo trailer da série “Succession”, produzida e dirigida pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015). Apesar da grande ambição demonstrada pelo projeto, em equipe, orçamento e elenco, a prévia não diferencia muito a atração de uma “Empire” no mundo dos negócios financeiros. Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a trama é descrita como um “drama familiar que acompanha uma família americana dona de um grande conglomerado de mídia, que não é apenas rica e poderosa, mas também poderosamente disfuncional”. O elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). McKay dirige o primeiro episódio e divide a produção dos demais com seu parceiro na Gary Sanchez Productions, o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Succession” tem previsão de estreia para junho.

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  • Filme

    Os Super Tiras voltam a atacar em trailer de novo besteirol

    20 de janeiro de 2018 /

    A Fox Searchlight divulgou o pôster e o trailer de “Super Troopers 2”. Bem diferente dos filmes premiados do estúdio, a continuação da comédia “Super Tiras” (2001) é um besteirol escrachado, na linha de “Loucademia de Polícia” (1984). A prévia mostra a nova missão dos patrulheiros incompetentes de Vermont: trabalhar no Canadá. E é a deixa para várias piadas de estereótipos canadenses, que também demonstram a idiotice americana. A produção volta a juntar a trupe conhecida como Broken Lizards, responsáveis pelo primeiro filme: o diretor Jay Chandrasekhar e os roteiristas Kevin Heffernan, Steve Lemme, Paul Soter e Erik Stolhanske, que também estrelam o filme no papel dos Super Tiras. Além deles, o elenco ainda inclui Rob Lowe (série “Code Black”), Brian Cox (“Churchill”), Emmanuelle Chriqui (série “Shut Eye”), Jim Gaffigan (“Belas e Perseguidas”), Will Sasso (“Os Três Patetas”), Tyler Labine (“A Chefa”) e Lynda Carter (a “Mulher-Maravilha” dos anos 1970). A estreia está prevista para 20 de abril nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Succession: Série do diretor de A Grande Aposta ganha primeiro trailer

    18 de janeiro de 2018 /

    O canal pago HBO divulgou sete fotos e o primeiro trailer da série “Succession”, drama produzido e dirigido pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015). Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a trama é descrita como um “drama familiar que acompanha uma família americana dona de um grande conglomerado de mídia, que não é apenas rica e poderosa, mas também poderosamente disfuncional”. O elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). McKay dirige o primeiro episódio e divide a produção dos demais com seu parceiro na Gary Sanchez Productions, o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Succession” tem previsão de estreia para junho.

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  • Filme

    Churchill reduz momento-chave do século 20 à crise pessoal

    14 de outubro de 2017 /

    A produção inglesa “Churchill” não é, apesar do título, uma cinebiografia que trata da vida desse líder britânico, cujo nome está indelevelmente marcado na história do século 20 e em suas duas grandes guerras. É o retrato de um momento específico e decisivo de sua vida política, em que ele balança entre a decadência e a glória. Esse período é o que se situa nos seis dias que antecederam a famosa operação da 2ª Guerra Mundial conhecida como o Dia D, em junho de 1944, em que as forças aliadas organizaram uma enorme ofensiva para recuperar o território europeu ocupado pelos nazistas e que seria um passo, arriscado mas definitivo, para a vitória final no conflito mundial. Winston Churchill, que o filme de Jonathan Teplitzky (“Uma Longa Viagem”) retrata de forma francamente desfavorável ao personagem, aparece velho, alquebrado, resistente e obcecado pelo massacre de Galípoli, na 1ª Guerra Mundial, em 1915, sem querer repetir o erro que levou centenas de milhares de soldados à morte. Preocupado com a humilhação política e o fracasso militar que já havia experimentado, surge como entrave inicial à invasão da Normandia, tendo de ser convencido pelo presidente americano Eisenhower (John Slattery, da série “Mad Men”) e outros, de que esse passo decisivo tinha de ser feito. E, ainda, tendo que se submeter à autoridade do rei. Não há dúvida de que Brian Cox (“A Autópsia”) compõe o personagem Churchill, nessas circunstâncias, com raro talento. A esposa, Clemmie, vivida por Miranda Richardson (“Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1”), está igualmente muito bem interpretada, como pessoa forte, equilibrada, com raciocínio claro e papel determinante na situação. Já o grande líder britânico está consumido por seus medos e obsessões, num momento deprimente da vida, quando mais se precisaria do seu claro discernimento. Soa um pouco estranha a fixação na batalha de Galípoli da 1ª Guerra, quando a campanha da 2ª já se desenhava como amplamente vitoriosa. Claro que a preocupação com a repetição de um possível massacre se justificava, mas a obsessão pelo passado, não. Afinal, para chegar a esse momento da guerra, muitos anos se passaram, desde 1939, e o impacto dos embates do presente era grande demais para ficar em segundo plano. Ao trabalhar um momento marcante da história por meio da realidade psíquica de um de seus personagens principais, “Churchill”, talvez busque uma verdade, no plano interpessoal, que não tem muito cabimento. Para uma questão política dessa dimensão, esse enfoque pouco ou nada acrescenta. Um drama individual se sobrepõe ao drama da guerra, que estava definindo os destinos da humanidade. E, ainda que o personagem não pudesse saber que a guerra estrava em sua reta final, não é muito crível que Churchill desconhecesse o sentido coletivo das decisões, numa hora dessas. Assim, uma boa produção cinematográfica, embora convencional na forma, que poderia alcançar voos muito maiores, perde sua força.

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    Terror premiado A Autópsia ganha trailer legendado assustador

    24 de fevereiro de 2017 /

    A Diamond Films divulgou o trailer legendado do terror “A Autópsia” (The Autopsy of Jane Doe), premiado em vários festivais do gênero, inclusive em Sitges e na mostra Midnight Madness do Festival de Toronto. A prévia é assustadora e misteriosa, sem revelar muito sobre a trama, que acompanha a autópsia de uma mulher desconhecida, realizada por pai e filho legistas, durante a noite, num necrotério. Ao tentarem determinar a causa da morte de uma mulher não identificada, encontrada no porão de uma casa onde aconteceu um massacre, eles descobrem mutilações estranhas, que podem estar ligados a um ritual satânico. Enquanto isso, uma tempestade terrível começa lá fora… Os legistas são vividos por Brian Cox (“Pixels”) e Emile Hirsch (“O Grande Herói”), a morta é Olwen Kelly (“Darkness on the Edge of Town”) e a produção marca a estreia americana do diretor norueguês André Øvredal, que causou sensação com “O Caçador de Troll” (2010) e só agora volta ao cinema, após hiato de sete anos. O filme já foi lançado nos EUA, mas a estreia brasileira está marcada apenas para 4 de maio.

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    Polêmica leva canal a cancelar exibição do “Michael Jackson branco” em nova série

    13 de janeiro de 2017 /

    Após a polêmica criada pelo trailer, o canal pago britânico Sky Arts anunciou nesta sexta-feira (13/1) que não exibirá mais o episódio da nova série “Urban Myths” em que Joseph Fiennes interpreta Michael Jackson. “Tomamos a decisão de não exibir ‘Elizabeth, Michael and Marlon’, um episódio de meia hora da série ‘Urban Myths’, por conta da insatisfação expressada pela família de Michael Jackson”, explicou a rede de canais pagos Sky, em comunicado. A atração foi cancelada após Paris Jackson, filha de Michael, se dizer “incrivelmente ofendida” pela forma como retrataram seu pai, e que o trailer lhe dava “vontade de vomitar”. Fãs do cantor também já organizavam um boicote contra a série. Na nota, o canal esclareceu que “nunca” teve a intenção de “ocasionar nenhuma ofensa”. A polêmica, porém, podia ter sido evitada, já que, desde o anúncio da escalação do ator inglês, que é branco, para o papel do ícone da música pop, as redes sociais fervilhavam em protestos. Isto foi em janeiro de 2016. O Sky decidiu ignorar. E agora, um ano depois, com todos os gastos realizados, assume que foi um erro. Criada por Neil Forsyth (minissérie “Bob Servant”), “Urban Myths” é uma antologia episódica, que encena encontros curiosos, que podem ou não ter acontecido, já que fazem parte do folclore das lendas das urbanas. Um dos episódios era uma “road trip” de Michael Jackson, Elizabeth Taylor e Marlon Brando, interpretados, respectivamente, por Fiennes, Stockard Channing (“Grease”, série “The Good Wife”) e Brian Cox (“A Identidade Bourne”, minissérie “War & Peace”). A série estreia dia 19 de janeiro no Reino Unido, agora com um episódio a menos.

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    Filha de Michael Jackson diz que série em que o cantor é interpretado por ator branco lhe dá vontade de vomitar

    12 de janeiro de 2017 /

    O trailer de “Urban Myths”, série antológica de comédia, que mostra Michael Jackson interpretado pelo inglês Joseph Fiennes, continua a repercutir de forma negativa nas redes sociais. Aos protestos dos fãs de Michael Jackson, agora se juntou a própria filha do cantor, Paris Jackson. A garota de 18 anos de idade foi ao Twitter registrar que sentiu vontade de vomitar ao ver o ator, branco, interpretando o seu pai, falecido em 2009. Ela também lamentou a forma como sua madrinha, Elizabeth Taylor, foi retratada e o fato de a produção desrespeitar todo um “legado artístico construído com sangue, suor e lágrimas”. “Estou incrivelmente ofendida por isso, assim como tenho certeza que muitas outras pessoas também estão. E, honestamente, isto me dá vontade de vomitar”, ela tuitou. Veja abaixo. Criada por Neil Forsyth (minissérie “Bob Servant”), “Urban Myths” é uma antologia episódica do canal pago britânico Sky Arts, que encena encontros curiosos, que podem ou não ter acontecido, já que fazem parte do folclore das lendas das urbanas. Um deles é uma “road trip” de Michael Jackson, Elizabeth Taylor e Marlon Brando, interpretados, respectivamente, por Fiennes, Stockard Channing (“Grease”, série “The Good Wife”) e Brian Cox (“A Identidade Bourne”, minissérie “War & Peace”). Os fãs do cantor planejam boicotar a série, que estreia dia 19 de janeiro no Reino Unido.

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    Trailer de série britânica vira polêmica ao mostrar Joseph Fiennes no papel de Michael Jackson

    11 de janeiro de 2017 /

    O canal pago britânico Sky Arts divulgou o primeiro trailer da série “Urban Myths”. E, conforme esperado, a aparição do ator Joseph Fiennes (“Shakespeare Apaixonado”, “Hércules”) como Michael Jackson precipitou um temporal de críticas negativas. A escolha de um ator branco para interpretar Jackson já tinha sido considerada polêmica na época da escalação, há exatamente um ano. Na ocasião, discutia-se o racismo da indústria cinematográfica com a hashtag #OscarSoWhite, alertando para a falta de atores negros na premiação de Hollywood. Mesmo se dizendo “chocado” pelo convite, Fiennes não exitou em assumir “um papel tão magnífico”. Mas os fãs de Michael Jackson não perdoaram e compararam a maquiagem usada com o visual de Voldemort, que o irmão do ator, Ralph Fiennes, usou para parecer embranquecido na franquia “Harry Potter”. Houve também quem achasse que ele ficou mais parecido com Scott Stapp, vocalista do Creed. “Urban Myths” é uma antologia episódica que encena encontros curiosos, que podem ou não ter acontecido, já que fazem parte do folclore das lendas das urbanas. Um deles é uma “road trip” de Michael Jackson, Elizabeth Taylor e Marlon Brando, interpretados, respectivamente, por Fiennes, Stockard Channing (“Grease”, série “The Good Wife”) e Brian Cox (“A Identidade Bourne”, minissérie “War & Peace”). A história supostamente verídica foi revelada pela revista Vanity Fair, que descobriu que os atores foram convidados por Jackson para assistir ao show de seus 30 anos de carreira no Madison Square Garden em setembro de 2001. Após a queda das Torres Gêmeas, com todos os vôos cancelados, eles alugaram um carro para voltar à Califórnia. Um ex-funcionário de Jackson afirma que os três chegaram juntos a Ohio, “num carro dirigido por eles mesmos”. A trama também traz Bob Dylan (vivido por Eddie Marsan, da série “Ray Donovan”), Cary Grant (Ben Chaplin, de “A Lenda de Tarzan”), Samuel Beckett (David Threlfall, da série britânica “Shameles”) e Adolf Hitler (Iwan Rheon, da série “Game of Thrones”). O roteiro foi escrito por Neil Forsyth (minissérie “Bob Servant”) e a direção está a cargo de Ben Palmer (“InBetweeners – O Filme”). A estreia está marcada para 19 de janeiro no Reino Unido.

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