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    Projeto Gemini é maior fracasso de Will Smith em 20 anos

    14 de outubro de 2019 /

    O novo thriller de ação de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve a pior estreia da carreira do ator. O filme arrecadou apenas US$ 20,5 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte, abrindo em 3º lugar nas bilheterias, atrás de “Coringa” e “Família Addams”. Nem os mais conhecidos fracassos de Will Smith, “Depois da Terra” e “As Loucas Aventuras de James West”, tiveram resultados tão ruins em seus fins de semana de estreia. “Depois da Terra” abriu com US$ 27 milhões em 2013, com um orçamento de US$ 130 milhões — acabou com uma bilheteria total de US$ 243 milhões. E o pior filme de Smith, “James West”, orçado em US$ 170 milhões, estreou com US$ 27 milhões para chegar a uma bilheteria mundial de US$ 222 milhões em 1999. Smith teve bilheterias menores antes disso, mas eram produções mais modestas em tempos de ingressos muito mais baratos. Dirigido por Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), “Projeto Gemini” traz Will Smith como um assassino aposentado de agência secreta que enfrenta um clone mais jovem de si mesmo e investiu pesado em efeitos visuais, não apenas na criação do clone digital rejuvenescido do atro, mas para gravações com tecnologia 3D de ponta. Com isso, teve orçamento de US$ 138 milhões, praticamente o investimento de um blockbuster da Marvel. O custo elevado faz com que o faturamento seja visto como um desastre, uma vez que o filme foi exibido em salas IMAX e em 3D, com ingressos mais caros. Ao todo, o longa arrecadou US$ 59,5 milhões em todo o mundo – incluindo nisso R$ 4,7 milhões de bilheteria brasileira. Antigamente, filmes precisavam arrecadar três vezes os valores de seus orçamento para se pagar. Mas essa conta mudou muito com o aumento da participação do mercado internacional no bolo de faturamento, devido a maior taxação. Na China, por exemplo, Hollywood fica com apenas 25% das bilheterias de seus filmes, fazendo com que os altos valores signifiquem pouco no abate das dívidas. Os custos em P&A (cópias e publicidade) também dispararam e geralmente são mantidos em sigilo pelos estúdios. Em compensação, o mercado internacional permite maiores acordos de parceria. Assim, a Paramount não assumiu as despesas de “Projeto Gemini” sozinha. O projeto foi cofinanciado pelas produtoras Skydance e a chinesa Alibaba Pictures, mais o fundo de investimento chinês Fosum. Todos vão compartilhar do prejuízo, estimado pelas publicações voltadas à indústria cinematográfica americana em US$ 60 milhões no mínimo. Smith vem de um sucesso recente com “Aladdin”, da Disney, mas vinha enfrentando dificuldades nas bilheterias nos últimos anos, graças a opção por dramas que não se conectaram com o público, como “Beleza Oculta” (2016) e “Um Homem Entre Gigantes” (2017). Seus próximos filmes são a animação “Um Espião Animal” e a continuação “Bad Boys para Sempre”, ambos previstos para janeiro no Brasil.

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    Coringa mantém liderança nas bilheterias do Brasil

    14 de outubro de 2019 /

    Assim como aconteceu na América do Norte, “Coringa” se manteve no topo da bilheteria brasileira com números expressivos. No período entre quinta (10) a domingo (13/10), o filme estrelado por Joaquin Phoenix levou mais de 1,5 milhão de pessoas aos cinemas, gerando uma renda de R$ 26,7 milhões. A renda acumulada da adaptação dos quadrinhos da DC Comics já chega a R$ 73,2 milhões no Brasil. O valor representa a quinta maior arrecadação mundial da produção, atrás da América do Norte (EUA e Canadá), Reino Unido, México, Coreia do Sul e Rússia. Em todo o mundo, o filme soma US$ 543,9 milhões (valores em dólares) em apenas 11 dias. Refletindo seu fracasso no exterior, o novo filme de Will Smith, “Projeto Gemini”, teve apenas 17% do público de “Coringa”, com 246 mil espectadores e uma renda de R$ 4,7 milhões em sua estreia. Apesar disso, abriu em 2º lugar no ranking, tamanha a diferença do filme do vilão dos quadrinhos para o desempenho dos demais. O Top 10 ainda inclui três filmes brasileiros: “Ela Disse, Ele Disse” em 5º lugar, “Vai que Cola 2: O Começo” em 7º e “Bacurau” em 8º. Confira abaixo a lista dos dez filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 10 – 13/Out:1. Coringa 2. Projeto Gemini3. Angry Birds 2 – O Filme4. Abominável5. Ela disse, Ele disse6. Ad Astra Rumo às Estrelas7. Vai que Cola 2 O Começo8. Bacurau9. Rambo: Até o Fim10. It Capitulo Dois — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 14, 2019

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    Coringa ri do fiasco de Projeto Gemini com liderança folgada nas bilheterias

    13 de outubro de 2019 /

    “Coringa” continua rindo à toa. O filme vagamente inspirado nos quadrinhos da DC Comics manteve liderança folgada nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá pelo segundo fim de semana consecutivo, com larga vantagem em relação aos demais lançamentos do período. E o mesmo aconteceu no resto do mundo. Com US$ 55 milhões faturados entre quinta e domingo (13/10), a produção da Warner já atingiu 192,7 milhões só no mercado doméstico. O sucesso, porém, é muito maior no exterior, o que ajudou sua bilheteria mundial a somar US$ 543,9 milhões em apenas dez dias. Na Europa, o filme estrelado por Joaquin Phoenix já superou toda a arrecadação de “Logan”, “Liga da Justiça” e “Mulher Maravilha”. Mas é na América Latina que vem obtendo suas maiores somas, a ponto de já aparecer empatado com o blockbuster “Batman vs. Superman” na região, e muito acima de “Liga da Justiça” e “Mulher Maravilha”, além de registrar mais que o dobro da bilheteria do filme anterior do personagem, “Batman: O Cavaleiro das Trevas”. Os mercados internacionais em que “Coringa” está vendendo mais ingressos são Reino Unido (US$ 36,9 milhões), México (US$ 28,9 milhões), Coréia do Sul (US$ 28 milhões), Rússia (US$ 20,4 milhões) e Brasil (US$ 18 milhões). Para completar, o filme estreou na França e na Alemanha neste fim de semana batendo recordes de arrecadação. As três estreias amplas que arriscaram enfrentar o vilão dos quadrinhos em sua segunda semana em cartaz tiveram resultados variados. A animação “Família Addams” ficou em 2º lugar com respeitáveis US$ 30,2 milhões. O contexto é considerado positivo, diante da competição duríssima e do orçamento de US$ 50 milhões da produção, que poderia ser coberto com o sucesso internacional. Como parte desta estratégia, o lançamento do desenho foi restrito à América do Norte, chegando ao Brasil e a maioria dos demais países apenas a partir de 31 de outubro. Entretanto, o projeto de lucro pode ter sido esfriado pelas críticas negativas, que deixaram a aprovação do filme em apenas 44% no Rotten Tomatoes – mais difícil de vender no exterior. “Projeto Gemini” enfrenta problema ainda maior. A aposta em um suposto blockbuster 3D mundial fracassou epicamente. O thriller de ação estrelado por Will Smith, com tecnologia digital de última geração, fez apenas US$ 20,5M e abriu em 3º lugar nos Estados Unidos e Canadá. E não se saiu muito melhor no mercado internacional, onde abriu simultaneamente em 58 países e somou apenas US$ 39 milhões. Orçado em US$ 140 milhões sem P&A (custo de cópias e publicidade), “Projeto Gemini” vai dar prejuízo para a Sony. O tamanho do buraco já está sendo estimado em no mínimo US$ 60 milhões pelas publicações especializadas dos Estados Unidos. Mas pode aumentar com as críticas extremamente desfavoráveis – apenas 26% no Rotten Tomatoes. Será o segundo fracasso milionário consecutivo do diretor Ang Lee, que também privilegiou a tecnologia 3D de ponta em seu drama de guerra “A Longa Caminhada de Billy Lynn” (2016), orçado em US$ 40 milhões e que rendeu a quantia abissal de US$ 1,7 milhão nos cinemas norte-americanos. A terceira estreia da semana foi a comédia “Jexi”, escrita e dirigida pela dupla responsável por “Perfeita é a Mãe”, que implodiu em 9º lugar. Longe dessa tristeza comercial, o circuito limitado apresentou o maior sucesso por sala do ano inteiro, o drama sul-coreano “Parasita”, que estourou lotações nas três únicas telas em que começou a ser exibido. A arrecadação por sala do vencedor do Festival de Cannes ficou em US$ 125,4 mil, um fenômeno. Para dar a dimensão da façanha, a estreia de “Coringa” na semana passada rendeu exatamente 10% disso por sala. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 55M Total EUA e Canadá: US$ 192,7M Total Mundo: US$ 543,9M 2. Família Addams Fim de semana: US$ 30,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,2M Total Mundo: US$ 30,2M 3. Projeto Gemini Fim de semana: US$ 20,5M Total EUA e Canadá: US$ 20,5M Total Mundo: US$ 59,5M 4. Abominável Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ 108M 5. Downton Abbey Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 82,6M Total Mundo: US$ 152,6M   6. As Golpistas Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 98M Total Mundo: US$ 121,6M 7. Judy Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 14,9M Total Mundo: US$ 14,9M 8. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 207,1M Total Mundo: US$ 445,6M 9. Jexi Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 10. Ad Astra Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 47M Total Mundo: US$ US$ 120,3M

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    Bacurau é exibido de graça em São Paulo

    9 de outubro de 2019 /

    O filme “Bacurau”, dirigido por Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”) e Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), será exibido de graça na noite desta quarta (9/10), às 19h, em 14 salas de cinema na cidade de São Paulo. Vencedor do Prêmio do Júri do Festival de Cannes, o filme, que se passa numa comunidade nordestina que desaparece dos mapas, promove uma mistura de gêneros e envolve o espectador numa trama misteriosa/metáfora de resistência estrelada por Sonia Braga (“Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros. A ação é uma iniciativa do Circuito Spcine e, para assistir, é necessário ir com antecedência a um dos locais de exibição, já que os ingressos começam a ser distribuídos uma hora antes da sessão, por ordem de chegada. Por conta do interesse, o site do Circuito Spcine chegou a sair do ar. A Spcine alerta que não é permitido reservar lugares e cada pessoa pode retirar no máximo dois ingressos. Confira abaixo os locais de exibição: CEU Aricanduva CEU Butantã CEU Caminho do Mar CEU Feitiço da Vila CEU Jaçanã CEU Jambeiro CEU Meninos CEU Parque Veredas CEU Perus CEU Quinta do Sol CEU Três Lagos CEU Vila Atlântica CEU Vila do Sol Centro de Formação Cultural da Cidade Tiradentes

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    Coringa quebra recordes de bilheteria no Brasil

    7 de outubro de 2019 /

    A estreia de “Coringa” dominou as bilheterias brasileiras, levando mais de 1,6 milhão de espectadores aos cinemas, com faturamento de R$ 29,5 milhões entre quinta e domingo (6/10), de acordo com dados da consultoria Comscore. A Warner complementou os dados, liberando os números inflados pelas sessões de pré-estreia. Segundo o estúdio, 1,8 milhões de pessoas foram conferir “Coringa” desde as sessões antecipadas, realizadas na noite da última quarta-feira (2), que renderam cerca de R$ 2,1 milhões a mais para o filme. Assim, o longa ultrapassou os R$ 31,6 milhões de arrecadação nas bilheterias do Brasil e, assim como aconteceu nos Estados Unidos, tornou-se o maior lançamento já registrado num mês de outubro no país em todos os tempos. A estreia foi também a maior arrecadação de abertura da Warner Bros. Pictures no Brasil em 2019, informação que já circulava no fim de semana no levantamento do faturamento mundial do filme. Os números impressionantes da produção ao redor do mundo incluem ainda um desempenho recorde na Coreia do Sul, com a maior estreia de um filme da Warner no país em todos os tempos, e a segunda maior arrecadação do estúdio no México, onde perde apenas para “Batman vs. Superman”. Nos Estados Unidos e Canadá, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics bateu o recorde de maior bilheteria do mês de outubro, com US$ 93,5 milhões entre sexta-feira e domingo. Mundialmente, a bilheteria do filme já soma US$ 245,7 milhões. Em 2ª lugar no ranking nacional, a animação “Angry Birds 2 – O Filme” teve desempenho muito inferior, somando R$ 3,2 milhões – menos de 11% do faturamento de “Coringa”. Outra animação, “Abominável”, aparece em 3º lugar com R$ 2 milhões, seguida pela sci-fi “Ad Astra” (R$ 1,2 milhão) e a comédia brasileira “Ela Disse, Ele Disse” (R$ 1,1 milhão). Confira abaixo o Top 10 nacional, segundo a verificação da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 3 a 6/10:1. Coringa 2. Angry Birds 2 – O filme3. Abominável4. Ad Astra Rumo às Estrelas5. Ela disse, Ele disse6. Rambo : Até o Fim7. It Capitulo Dois8. Predadores Assassinos9. Vai Que Cola 2 – O começo10. Bacurau — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 7, 2019

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    Coringa estreia em 1º lugar com recorde de bilheteria na América do Norte

    6 de outubro de 2019 /

    O público norte-americano não se deixou influenciar pelo clima paranoico que cercou o lançamento do “Coringa”. Apesar do frenesi midiático em torno do tema do filme, que poderia inspirar atentados, os cinemas dos Estados Unidos e Canadá lotaram, e a estreia da produção da Warner bateu recorde com a maior arrecadação de todos os tempos durante o mês de outubro. A abertura de “Coringa” somou US$ 93,5 milhões durante seus primeiros três dias de exibição na América do Norte, superando com folga o antigo recordista, “Venom”, ironicamente outro filme de vilão de quadrinhos. A produção da Sony detinha o antigo recorde com US$ 80,2 milhões arrecadados em outubro do ano passado. Os recordes também se estendem às carreiras da equipe criativa do longa. Os números representam a maior arrecadação do diretor Todd Phillips e de todo o elenco da produção, incluindo os atores River Phoenix e Robert De Niro. Considerando ainda as últimas adaptações de quadrinhos da Warner, “Coringa” teve uma estreia mais bem-sucedida que a do blockbuster “Aquaman”, que abriu com US$ 67,8 milhões, e “Shazam!”, com US$ 53,5 milhões. No mercado internacional, a produção rendeu ainda mais, atingindo um total mundial de US$ 234 milhões. Os números impressionantes incluem um desempenho recorde na Coreia do Sul, com a maior estreia de um filme da Warner no país em todos os tempos. No México, foi a segunda maior, perdendo apenas para “Batman vs. Superman”. Já no Brasil, “Coringa” representou a maior estreia do estúdio em 2019. O resto do ranking ficou muito atrás, em relação ao grande assalto perpetrado pelo vilão da DC Comics nas bilheterias. Em 2º lugar na América do Norte, “Abominável” arrecadou apenas US$ 12 milhões em sua segunda semana em cartaz, uma diferença de mais de US$ 80 milhões. Em dez dias, a animação soma apenas US$ 37,83 milhões no mercado doméstico. “Downton Abbey” ficou em 3º com US$ 8 milhões, atingindo US$ 73,6 milhões na América do Norte após três fins de semana. A estreia no Brasil está prevista para o próximo dia 24 de outubro. Fecham o Top 5 “As Golpistas” e “It: Capítulo Dois”, com US$ 6,3 milhões e US$ 5,35 milhões, respectivamente. O primeiro já rendeu quase US$ 100 milhões e o segundo superou os US$ 200 milhões na América do Norte. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Coringa Fim de semana: US$ 93,5M Total EUA e Canadá: US$ 93,5M Total Mundo: US$ 234M 2. Abominável Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 37,8M Total Mundo: US$ 76,3M 3. Downton Abbey Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 73,6M Total Mundo: US$ 135,4M 4. As Golpistas Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA e Canadá: US$ 91,3M Total Mundo: US$ 110M 5. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA e Canadá: US$ 202,2M Total Mundo: US$ 436,7M   6. Ad Astra Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 43,6M Total Mundo: US$ 111,3M 7. Judy Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 8,9M Total Mundo: US$ 8,9M 8. Rambo: Até o Fim Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 39,8M Total Mundo: US$ 64,3M 9. War Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 2M Total Mundo: US$ 2M 10. Bons Meninos Fim de semana: US$ 0,9M Total EUA e Canadá: US$ 82M Total Mundo: US$ US$ 107,5M

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    Coringa já bate recorde de bilheteria nos cinemas norte-americanos

    4 de outubro de 2019 /

    “Coringa” bateu seu primeiro recorde de bilheteria na América do Norte. O longa da Warner se tornou na noite de quinta-feira (3/10) a maior pré-estreia de um filme lançado em outubro, com US$ 13,3 milhões arrecadados em suas primeiras sessões noturnas dos Estados Unidos e Canadá. Com o montante, o filme protagonizado por Joaquin Phoenix superou a arrecadação de “Venom” (2018), antigo recordista de outubro, que faturou US$ 10 milhões em sua pré-estreia. A expectativa é que “Coringa” consiga superar “Venom” também na arrecadação de seu fim de semana de estreia. O longa do Aranhaverso da Sony faturou US$ 80,2 milhões em seus primeiros dias de exibição na América do Norte, em outubro do ano passado. Dirigido por Todd Phillips, “Coringa” também já está em cartaz no Brasil.

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    Tom Holland teria sido responsável pela volta do Homem-Aranha aos filmes da Marvel

    2 de outubro de 2019 /

    O ator Tom Holland teve papel fundamental para que Disney e Sony fechassem um novo acordo em relação ao Homem-Aranha, apurou revista The Hollywood Reporter. A publicação informou que o intérprete do herói teve encontros com Bob Iger, CEO da Disney, e Tom Rothman, chefão da Sony, após o anúncio de que o Aranha não estaria mais no Universo Marvel. Ele usou sua participação na D23, a Comic Con da Disney, para mobilizar fãs e usar essa influência para demonstrar aos dois executivos como a permanência do Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) seria mais lucrativo para ambos, com maior venda de ingressos e nenhum protesto. Ele teria usado seu contrato para estrelar “Uncharted”, adaptação de game que a Sony pretende transformar em franquia, para fazer Rothman reconsiderar a separação, e se tornou uma das raras estrelas de cinema a ser recebida pessoalmente por Iger, um dos homens mais poderosos de Hollywood, para discutir uma questão puramente comercial. Tom Holland tem apenas 23 anos. O resultado dessa intervenção foi anunciado por outro defensor da permanência do Aranha no MCU, ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel. “Eu estou feliz que a jornada do Aranha no MCU vai continuar, e todos nós aqui da Marvel estamos muito animados que vamos continuar trabalhando nisso”, disse Feige, em comunicado, na sexta-feira passada (27/9). “O Homem-Aranha é um ícone poderoso e um herói que as histórias cruzam todas as idades e públicos ao redor do mundo. E também ele é o único herói com o superpoder de cruzar universos cinematográficos, então a Sony continuará a produzir os seus próprios filmes do Aranhaverso e você nunca sabe quais surpresas o futuro trará”, completou. Detalhes da negociação entre Disney e Sony não foram revelados, mas o site Deadline apurou que a Disney conseguiu aumentar sua participação de 5% para 25% das bilheterias, em troca de um investimento equivalente (25%) no orçamento da produção. Além disso, a Sony concordou em ceder o Aranha para outro filme do MCU. Em contrapartida, a Disney não vai mais se opor à participação do Aranha num novo filme de Venom ou outro personagem derivado dos quadrinhos do herói. Mais que isso, o Aranhaverso poderá citar o MCU. Os personagens dos dois universos não serão exatamente compartilhados, mas estarão conectados – isto é, terão consciência da existência uns do outros. Isto significa que Morbius poderá ver uma notícia sobre o Homem de Ferro na televisão, por exemplo.

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    Animação Abominável estreia em 1º lugar na América do Norte

    29 de setembro de 2019 /

    Única estreia ampla da semana, a animação “Abominável” liderou as bilheterias em seu lançamento na América do Norte, arrecadando US$ 20,8 milhões. Não é uma fortuna em termos de blockbuster hollywoodiano, especialmente para um filme exibido em mais de 4,2 mil telas, mas registrou alguns feitos. A nova produção da DreamWorks Animation, sobre a inesperada amizade entre uma adolescente e um yeti com poderes mágicos, tornou-se a maior bilheteria de uma animação original deste ano. E ainda se juntou a dois outros lançamentos distribuídos pela Universal, o terror “Nós” e a comédia “Bons Meninos”, na restrita lista de produções originais (isto é, que não são adaptações ou continuações) que conseguiram estrear em 1ª lugar nos Estados Unidos e Canadá em 2019. Com este resultado, o filme derivado da série “Downton Abbey” caiu para a vice-liderança, após abrir no topo na semana passada. A produção britânica de época da BBC fez mais US$ 14,5 milhões entre sexta e domingo (29/9) e continua com um desempenho acima do esperado. Em dez dias, superou os US$ 100 milhões de arrecadação mundial, A grande surpresa, porém, foi o ressurgimento de “As Golpistas” no Top 3. O longa em que Jennifer Lopez lidera uma gangue de strippers, subiu duas posições, saindo do 5º lugar no ranking passado para o 3º neste fim de semana. Neste retorno, deixou para trás “It: Capítulo Dois” e “Ad Astra”. O ranking semanal ainda registrou um lançamento limitado no Top 10. Distribuído em apenas 467 salas, “Judy”, cinebiografia da atriz Judy Garland estrelada por Renée Zellwegger, abriu em 7º lugar, com rendimento de US$ 3 milhões. O interesse do público fez da sua estreia a que mais encheu cinemas no período, mantendo a maior média de faturamento por tela. Para comparar, cada sessão de “Judy” rendeu US$ 6,7 mil, enquanto as salas de “Abominável” faturaram US$ 4,2 mil. “Judy” também teve a melhor avaliação crítica, com 84% de aprovação no Rotten Tomatoes, à frente dos 80% de “Abominável”. Ainda inédito no Brasil, o filme que deve render indicação ao Oscar para Renée Zellwegger nem sequer tem previsão de lançamento nacional. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Abominável Fim de semana: US$ 20,8M Total EUA e Canadá: US$ 20,8M Total Mundo: US$ 31M 2. Downton Abbey Fim de semana: US$ 14,5M Total EUA e Canadá: US$ 58,5M Total Mundo: US$ 107,1M 3. As Golpistas Fim de semana: US$ 11,4M Total EUA e Canadá: US$ 80,6M Total Mundo: US$ 95,4M 4. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA e Canadá: US$ 193,9M Total Mundo: US$ 417,4M 5. Ad Astra Fim de semana: US$ 10,1M Total EUA e Canadá: US$ 35,5M Total Mundo: US$ 89M   6. Rambo: Até o Fim Fim de semana: US$ 8,5M Total EUA e Canadá: US$ US$ 33,1M Total Mundo: US$ 46,7M 7. Judy Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 3M Total Mundo: US$ 3M 8. Bons Meninos Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 80,3M Total Mundo: US$ 104M 9. O Rei Leão Fim de semana: US$ 1,6M Total EUA e Canadá: US$ 540M Total Mundo: US$ 1,6B 10. Invasão ao Serviço Secreto Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 67,1M Total Mundo: US$ US$ 123,9M

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    Capítulo Dois de It não repete os acertos do primeiro filme

    29 de setembro de 2019 /

    “It: Capítulo Dois” não se desconecta do original. Neste sentido, é meio como “De Volta para o Futuro II”. A diferença é que Robert Zemeckis e Steven Spielberg se deram bem graças à liberdade proporcionada por um roteiro original, enquanto Andy Muschietti se deu mal por respeitar o livro de Stephen King. E olha que “It: Capítulo Dois” repete várias vezes a dica: “o final é ruim!” A fala está realmente no filme. Um dos personagens do filme anterior se torna escritor na vida adulta, como Stephen King. Em sua primeira cena, ele está nas filmagens da adaptação de uma de suas obras e descobre que o final será mudado para a versão de cinema. Ele fica irritado com a decisão do diretor, interpretado pelo lendário cineasta Peter Bogdanovich, de “A Última Sessão de Cinema”. Mas o comandante do filme peita o autor e diz em sua cara que o final original é ruim e ele precisa ser alterado para o filme. Bom, conhecendo a conclusão e a metade final (mais fraca) de “It”, o livro, acreditei nesta cena que a fala de Bogdanovich era a voz do diretor verdadeiro do longa, Andy Muschietti, avisando aos fãs mais radicais que viria mudança por aí para o bem de seu próprio filme. Ledo engano! Ficou somente como uma piada interna em relação ao que se costuma dizer sobre os finais de Stephen King, que cria ótimas histórias de terror, mas geralmente não sabe muito bem como terminá-las. Mas, no fundo, não é uma piada. É fato. King pode espernear sobre a versão de Stanley Kubrick para “O Iluminado”, mas ainda bem que o cineasta ignorou seus chiliques e entregou um clássico do cinema com sua cara. Então, por mais que Muschietti mude uma coisa ou outra, o destino está lá. E, gente, depois de um primeiro filme delicioso, em que Pennywise, o palhaço dançarino, virou um Freddy Krueger dessa nova geração, somos apresentados no “Capítulo Dois” a rituais indígenas, seres cósmicos e uma aranha gigante. Ainda bem que Muschietti deixou de fora a tal tartaruga que enfrenta o palhaço no livro. Pelo menos, se o primeiro “It” introduzisse algumas dessas ideias, o choque não teria sido tão brusco. Outro mistério é como “It: Capítulo Dois” tem muito menos para contar sobre o mistério, em relação ao primeiro, mas ainda assim consegue ser meia hora mais longo que o original. Pior: passa a sensação de ter cerca de uma hora a mais de tão arrastado e modorrento. E se Bill Skarsgard recebeu merecidos elogios pela sua caracterização de Pennywise no longa anterior, dispensando comparações com o palhaço icônico de Tim Curry na minissérie dos anos 1980, em “Capítulo Dois” ele quase some. Isso porque Pennywise está preocupado em devorar criancinhas e, como sabemos, o Clube dos Otários cresceu. A trama agora acontece 27 anos depois. O que resta? Adultos reunidos tentando relembrar a infância e seus pesadelos antes do confronto final com Pennywise. E é isso que leva um bom tempo. Andy Muschietti poderia ter polido mais o roteiro de Gary Dauberman, que se atém demais ao livro original. Fica clara a falta que fazem Cary Joji Fukunaga e Chase Palmer, que assinaram o roteiro do “Capítulo Um”, finalizado por Dauberman, e limaram do filme anterior aquela sensação prolixa de adaptações de obras famosas que não podem mudar muito para desagradar o autor e os fãs. Além disso, há um problema de desenvolvimento de personagens que precisava ser alterado, pois não faz mais sentido nos dias atuais. Todos os garotos cresceram ricos, exceto o único negro da história. Lamentável. De terror, também quase não há nada. O primeiro “It” é um filme do gênero para crianças. Uma das principais críticas ao longa de 2017 é que ele não assusta muito. Ainda assim, deixa crianças impressionadas com Pennywise. Já “It: Capítulo Dois”, com os personagens crescidos, tinha a obrigação de explorar o medo de adultos – como perda ou morte. Mas esses medos “invisíveis” mal são tocados, porque o mais importante da trama parece ser relembrar o “Capítulo Um” à exaustão. Nem é preciso rever o anterior para embarcar no “Dois”, porque a história faz questão de repassar tudinho. Até a trama terminar a la “O Hobbit” para jogar qualquer intenção de horror na lata do lixo. De qualquer forma, a produção acerta na escolha do elenco adulto, o que livra o filme de ser considerado medíocre. Consagrados como Jessica Chastain e James McAvoy deixaram vaidades de lado para viverem a continuação como se fosse o filme de suas vidas, mas quem se destaca mesmo são Bill Hader como Richie e Jason Ransone como Eddie. Fantásticos! Também é um acerto a opção pela nostalgia, da sensação de lembrar boas e más experiências da infância, como as merdas feitas pelos pais, que deixaram sequelas, amizades que nunca mais vimos ou amores que ficaram no passado. No entanto, não funcionou a opção de ilustrar algumas memórias da infância com participação do elenco infantil do primeiro longa, afinal os garotos estão dois anos mais velhos e a maquiagem digital para deixá-los com carinha de 2017 não deu tão certo. Como a Marvel entregou melhor esse trabalho digital de rejuvenescer atores, parece que esse processo foi feito às pressas (ou com menor orçamento) em “It: Capítulo Dois”. Será que não poderiam simplesmente mostrar os meninos dois anos mais velhos?

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    Surgem detalhes da negociação que manteve o Homem-Aranha nos filmes da Marvel

    28 de setembro de 2019 /

    Detalhes da negociação entre Disney e Sony para a permanência do Homem-Aranha no MCU (sigla, em inglês, do Universo Cinematográfico da Marvel) começaram a vir à tona. O site Deadline apurou que os estúdios encontraram um meio termo entre suas propostas e entraram em acordo para compartilhar o herói em outros filmes. Enquanto a Sony queria manter o acordo original, em que a Disney ficava com 5% dos lucros das bilheterias, o estúdio dono da Marvel só aceitava renovar a parceria por 50%, contribuindo também com 50% do orçamento da produção. A diferença de propostas fez o negócio congelar. Até que a Disney sentiu a reação negativa dos fãs durante a feira D23, sua Comic-Con particular. Tom Holland, o intérprete do Homem-Aranha, foi ao evento divulgar sua participação num desenho da Pixar, mas o público – e a imprensa – só queria saber do que iria acontecer com o filme do super-herói. Por conta disso, a Disney decidiu voltar à mesa de negociações. Ainda de acordo com o Deadline, o estúdio dos Vingadores vai agora receber 25% das bilheterias, em troca de um investimento de 25% no orçamento da produção. Além disso, a Sony concordou em ceder o Aranha para outro filme do MCU. A novidade é que, em contrapartida, a Marvel não vai se opor à participação do Aranha num novo filme de Venom ou outro personagem derivado dos quadrinhos do herói. Mais que isso, o Aranhaverso poderá citar o MCU. Os personagens dos dois universos não serão exatamente compartilhados, mas estarão conectados – isto é, terão consciência da existência uns do outros. Isto significa que Morbius poderá ver uma notícia sobre o Homem de Ferro na televisão, por exemplo. Com alguma sorte, mais detalhes serão revelados em breve.

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    Tom Holland comemora permanência do Homem-Aranha na Marvel com vídeo de O Lobo de Wall Street

    27 de setembro de 2019 /

    O ator Tom Holland e a atriz Zendaya comemoram nas redes sociais a notícia de que o próximo filme do Homem-Aranha vai continuar no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Pouco mais de um mês depois de anunciarem o fim de seu acordo, Sony e Disney encontraram um meio termo para voltar a trabalhar juntos, com o objetivo de lançar pelo menos mais um filme do super-herói no mesmo universo compartilhado pelos Vingadores. A novidade foi anunciada nesta sexta (27/9) por ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel, que não revelou as condições financeiras do negócio. O intérprete do Homem-Aranha se manifestou no Instagram com um trecho do filme “O Lobo de Wall Street”, postando a cena em que o ator Leonardo DiCaprio diz ao microfone da firma não vai embora, levando os coadjuvantes (seus funcionários na trama) à loucura. “O show continua”, ele completa. A mensagem de Holland foi comentada com emojis (de chorar de rir) por Zendaya, que coestrela os últimos filmes do super-herói no papel de M.J. Ela também publicou sua comemoração nas redes sociais, postando um gif com o Homem-Aranha dançando. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram ? Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 27 de Set, 2019 às 8:41 PDT pic.twitter.com/VNSRL27Y8Z — Zendaya (@Zendaya) September 27, 2019

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    Disney e Sony se acertam e Homem-Aranha volta para a Marvel

    27 de setembro de 2019 /

    Uma reviravolta inesperada nas negociações entre Disney e Sony garantiu a permanência do Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Pouco mais de um mês depois de anunciarem o fim de seu acordo, os dois estúdios encontraram um meio termo para voltar a trabalhar juntos, com o objetivo de lançar pelo menos mais um filme do super-herói no mesmo universo compartilhado pelos Vingadores. A novidade foi anunciada por ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel. “Eu estou feliz que a jornada do Aranha no MCU vai continuar, e todos nós aqui da Marvel estamos muito animados que vamos continuar trabalhando nisso. O Homem-Aranha é um ícone poderoso e um herói que as histórias cruzam todas as idades e públicos ao redor do mundo. E também ele é o único herói com o superpoder de cruzar universos cinematográficos, então a Sony continuará a produzir os seus próprios filmes do Aranhaverso e você nunca sabe quais surpresas o futuro trará”, disse Feige, em comunicado. Os termos do novo acordo não foram revelados, mas Feige continuará a ser responsável pela visão criativa do terceiro longa do Homem-Aranha interpretada por Tom Holland, depois de “De Volta ao Lar” (2017) e “Longe de Casa” (2019). Além disso, pelo novo acordo, o Aranha irá aparecer como coadjuvante no filme de outro herói da Marvel, ainda não determinado. Tem mais: o terceiro “Homem-Aranha” tem até data de lançamento definida. Ainda sem título, chegará aos cinemas em 16 de julho de 2021. Os mesmos roteiristas do filme anterior, Chris McKenna e Erik Sommers, já estão trabalhando na história, que liderá com as revelações feitas ao final de “Longe de Casa”. Para quem não sabe, o Homem-Aranha não faz oficialmente parte do MCU porque a Sony comprou os direitos do personagem em 1999 por aproximadamente US$ 7 milhões, três anos após a Marvel declarar falência e uma década antes de ser comprada pela Disney. O primeiro filme foi lançado em 2002, com Tobey Maguire no papel principal, e foi um sucesso. Mas a pós a primeira trilogia, a Sony quis reinventar o personagem e implodiu a franquia. Após a compra da Marvel pela Disney em 2009 e a consolidação do MCU, os estúdios entraram em um acordo para a produção em conjunto de novos longas do herói, visando resgatar sua popularidade. A estreia de Tom Holland como Homem-Aranha aconteceu “Capitão América: Guerra Civil” (2016), que marcou a primeira parceria entre Sony e Disney. O último filme do herói, “Homem-Aranha: Longe de Casa”, arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. E o sucesso mudou tudo. A Disney teria crescido o olho diante do desempenho do filme, que se tornou a maior bilheteria da Sony em todos os tempos. Paralelamente, a Sony percebeu que poderia usar o Homem-Aranha para ancorar um universo de adaptações de quadrinhos da Marvel independente da Disney. As duas posições dificultaram entendimento entre os estúdios para manter o Homem-Aranha no MCU. A oferta original feita pela Disney para renovar a parceria era um acordo de coprodução completo, bancando 50% de todos os filmes e dividindo os lucros ao meio. E além do Aranha, essa oferta se estenderia a produções como “Venom 2” e “Morbius”, atualmente em produção, que também seriam incorporadas ao MCU. A Sony recusou, pois os filmes do Aranhaverso representam seus maiores sucessos comerciais. Liderada por Tom Rothman e Tony Vinciquerra, a Sony simplesmente não queria compartilhar sua maior franquia. Em vez disso, propôs manter o acordo sob os termos atuais, em que a Marvel recebe na faixa de 5% do primeiro dólar bruto, sem precisar investir nenhum centavo, e ainda fica com todo o lucro do merchandising. A Disney recusou. Foi esse impasse que tirou, por 37 dias, o Aranha da Marvel. Mesmo com o final das negociações, a Sony manteve um tom elogioso em relação à Marvel e especialmente Kevin Feige. O prestígio do produtor, que preside a Marvel Studios, pode ter ajudado a retomar as negociações. Feige é o único produtor de Hollywood que nunca conheceu o fracasso. Todos os seus filmes da Marvel, desde o primeiro “X-Men” em 2000, quando ainda não presidia o estúdio, foram sucessos retumbantes. E ele é o responsável por “Vingadores: Guerra Infinita”, que neste ano destronou “Avatar” (2009) para se tornar a maior bilheteria de cinema de todo o mundo em todos os tempos.

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