PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Os Croods 2 aumenta domínio do estúdio Universal nas bilheterias dos EUA

    6 de dezembro de 2020 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 2.205 telas, o filme da DreamWorks Animation/Universal faturou US$ 4,4 milhões entre sexta e domingo (6/12). Lançado em 25 de novembro, na véspera do feriadão do Dia de Ação de Graças, o longa já soma US$ 20,3 milhões nos EUA e Canadá. Muito pouco para 12 dias em qualquer outro ano, mas o suficiente em tempos de pandemia. De acordo com estimativas da Comscore, apenas 35% dos cinemas estão funcionando na América do Norte e, mesmo assim, os que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social. Em termos de comparação, há sete anos o primeiro “Croods” (2013) arrecadou US$ 89 milhões durante seus dois primeiros fins de semana, com lançamento em 4 mil salas. Apesar do predomínio da sequência animada, o circuito recebeu algumas estreias neste fim de semana, como a comédia “Half Brothers”, coprodução mexicana que abriu em 2º lugar, mas fez apenas US$ 720 mil em 1.369 locais, e o romance “All My Life”, estrelado por Jessica Rothe e Harry Shum Jr., que ficou em 4º lugar, com US$ 350 mil em 970 salas. O detalhe é que estas duas estreias são produções da Universal, assim como “Os Croods 2” e o 3º lugar do ranking, o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (US$ 460 mil em 1.502 telas). De forma impressionante, das oito maiores bilheterias do fim de semana, apenas um título não foi produzido pela Universal, a comédia indie “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro, que aparece em 5º lugar. O estúdio reina sozinho nos cinemas, enquanto os demais fogem do circuito como o diabo da cruz, preferindo adiar seus filmes à arriscar as arrecadações pífias da pandemia. A coragem da Universal, na verdade, reflete um acordo do estúdio com duas das principais redes de cinema dos EUA, a AMC e a Cinemark, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, o estúdio acertou mantê-los em tela grande por apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Não há outros filmes para exibir. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. A Warner pretende se juntar em breve ao circuito com um modelo de distribuição ainda mais radical: lançamentos simultâneos em cinema e streaming (via HBO Max) nos EUA. A iniciativa vai começar com “Mulher-Maravilha 1984”, que recebeu comentários elogiosíssimos no fim de semana, após as primeiras sessões para a crítica americana. Além deste filme, a Sony manteve o lançamento de “Monster Hunter” para o Natal nos EUA, mas sua estratégia digital ainda não é conhecida.

    Leia mais
  • Filme

    Os Croods 2 fatura menos que Tenet em sua estreia nos EUA

    29 de novembro de 2020 /

    Único grande estúdio de Hollywood que está lançando filmes de forma praticamente semanal desde a reabertura dos cinemas na América do Norte, a Universal manteve o cronograma para sua principal estreia em meio à pandemia de coronavírus. Mas a animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” cumpriu as piores expectativas, faturando bem menos que a estreia de “Tenet” entre sexta e domingo. O desenho animado arrecadou US$ 9,7 milhões nos três dias do fim de semana oficial, menos da metade dos US$ 20,2 milhões de “Tenet” em sua estreia. Mas, em compensação, aumentou bastante seu montante ao longo do feriado estendido do Dia de Ação de Graças nos EUA, devido a uma abertura antecipada na quarta-feira (25/11). Com os dois dias extras, o fim de semana de cinco dias de “Os Croods 2” pode ter rendido entre US$ 14 e US$ 17 milhões, segundo diferentes avaliações publicadas na imprensa especializada dos EUA. Os valores são bem mais elevados que a média recente das estreias no país, a maioria na casa dos US$ 3 milhões. Mas no contexto dos lançamentos históricos do feriadão do “Thanskgiving”, os números são horríveis. Para completar, a animação não é um filme barato, mesmo que tenha sido realizada de forma mais econômica que o longa original de 2013. Sua produção teve custo estimado de US$ 65 milhões – metade do que custou o primeiro filme, porque agora a Universal é dona da DreamWorks Animation. Mas ainda somam-se a isso os valores de P&A, cópias e publicidade. A consultoria iSpot apurou que a Universal gastou mais US$ 27 milhões apenas em anúncios televisivos para promover a estreia nos EUA. Com cinemas vazios ou fechados na América do Norte, a expectativa do estúdio para recuperar o investimento está focada no lançamento em PVOD (aluguel digital premium), que, graças a diversos acordos com exibidores, deverá acontecer em menos de 20 dias. Mas ainda há esperanças de retorno nos cinemas do mercado internacional, especialmente na Ásia, onde o controle da pandemia tem sido melhor administrado. “Os Croods 2” faturou cerca de US$ 20,8 milhões no exterior, dos quais US$ 19,2 milhões vieram da China. Esse retorno faz com que a soma completa de suas bilheterias chegue, numa avaliação otimista, a US$ 37,8 milhões mundiais. O lançamento de “Os Croods 2” também estendeu o reinado da Universal nas bilheterias dos EUA, que agora soma cinco fins de semanas consecutivos (ou um mês completo). O atual Top 5 dos filmes mais vistos no país incluem 4 títulos do estúdio: o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2º), o thriller “Let Him Go” (4º) e o terror “Come Play” (5º), que já saiu em PVOD nos EUA. Entre eles, ainda aparece em 3º lugar a comédia independente “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro (no papel do vovô). No Brasil, a estreia de “Os Croods 2: Uma Nova Era” está, a princípio, marcada para os cinemas no dia 24 de dezembro.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Cinemas dos EUA registram pior bilheteria da pandemia

    22 de novembro de 2020 /

    O circuito cinematográfico da América do Norte registrou um recorde negativo histórico de bilheteria neste fim de semana. Se o fim de semana do Halloween tinha assustado o mercado com uma bilheteria de Top 10 que totalizava pouco mais de US$ 8 milhões, representando o faturamento mais baixo do ranking em quase meio século, neste fim de semana os cinemas americanos somaram US$ 6,5 milhões entre todos os títulos exibidos. Isto mesmo: este foi o valor total das bilheterias de todos os cinemas dos EUA e Canadá entre sexta e domingo (22/11). São os rendimentos mais baixos desde a reabertura dos cinemas em setembro, durante a pandemia, e provavelmente os menores valores desde os anos 1960. O montante também representa uma queda de 35% em relação à semana passada, quando o total girou em torno dos US$ 10 milhões. Os cinemas continuam fechados desde março em Los Angeles e Nova York, e os que ainda funcionam sofreram novo impacto com decisões de governos estaduais tomadas nos últimos dias. O horário de funcionamento do comércio voltou a encolher em alguns estados americanos, que implantaram até toque de recolher e emitiram novas orientações para a retomada do isolamento social, após o crescimento exponencial de casos de covid-19. Neste ritmo, os próprios exibidores podem optar por nova fase de fechamento para estancar seus custos de funcionamento, independente de decisão governamental. Como parâmetro, a maior das redes de cinema dos EUA, a AMC, gasta US$ 25 milhões semanais para manter suas salas abertas. A conta de manutenção não faz mais sentido. Por mais que tenham implementado medidas de higiene e protocolos de segurança, os multiplexes não despertaram confiança do público por continuarem a vender comes e bebes que são consumidos sem máscaras em salas herméticas com circulação de ar artificial. Puxando as bilheterias para baixo ainda há a falta de grandes lançamentos dos maiores estúdios de Hollywood. Entre sexta e domingo houve apenas a estreia de um filme chinês de distribuidora sem tradição cinematográfica, especializada em VOD (locação digital). O thriller de ação “Vanguard”, estrelado por Jackie Chan, abriu em 7º lugar com US$ 400 mil. Apenas um filme faturou mais de US$ 1 milhão, o líder “Freaky – No Corpo de um Assassino”, que fez US$ 1,2 milhão em sua segunda semana em cartaz. Somando seus 10 dias de liderança no ranking, a comédia de terror da Blumhouse/Universal fez ao todo 5,5 milhões nas bilheterias da América do Norte. Para dar noção da diferença, neste mesmo fim de semana do ano passado a Disney lançou “Frozen 2”, que faturou US$ 130 milhões em seus primeiros três dias no mercado interno.

    Leia mais
  • Filme

    Universal chega ao terceiro líder seguido nas bilheterias dos EUA

    15 de novembro de 2020 /

    A comédia de terror “Freaky – No Corpo de um Assassino” estreou no topo das bilheterias da América do Norte neste fim de semana. Foi o terceiro filme diferente e consecutivo com distribuição da Universal a ocupar o 1º lugar em faturamento nas últimas semanas nos EUA e Canadá. Todos os três filmes campeões abriram com rendimentos similares. O atual fez U$ 3,7 milhões, demonstrando um padrão de arrecadação durante a pandemia, que só gerou resultados muito superiores com “Os Novos Mutantes” e “Tenet”, logo na reabertura dos cinemas. Como Hollywood desistiu de lançar novos candidatos a “blockbuster”, os valores se assentaram numa faixa de bilheteria de 50 anos atrás. Após “Freaky”, o Top 3 inclui o thriller “Let Him Go” e o terror “Come Play”, os dois campeões das semanas anteriores, formando uma trinca da Universal no topo do ranking. O motivo da predominância da Universal reflete um acordo do estúdio com uma das principais redes de cinema dos EUA, a AMC, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, a Universal pretende mantê-los em tela grande apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. Em troca pelo Ok, a AMC ficou com direito a uma parcela dos lucros da comercialização online. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Os outros grandes estúdios suspenderam suas estreias até 25 de dezembro – espera-se, inclusive, que essa margem amplie. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. Por conta desse negócio, o estúdio manteve, inclusive, um possível “blockbuster” em sua programação. A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” segue marcada para a semana que vem nos EUA, na quarta-feira (25/11), véspera do feriado local do Dia de Ação de Graças. Para completar as informações, “Freaky” foi o 14ª longa da produtora de terror Blumhouse a liderar a bilheteria para a Universal. O anterior tinha sido “O Homem Invisível”, que faturou US$ 28,2 milhões no início do ano, antes da pandemia. A estreia também foi bem-recebida pela crítica, com 85% de aprovação. Como sugere o título original, trata-se de uma versão slasher de “Freaky Friday”, produção infantil que (em seu remake mais recente) foi batizada de “Sexta-Feira Muito Louca” no Brasil. Para quem não lembra, é uma história de troca de corpos entre uma mãe e uma filha adolescente. Na versão da Blumhouse, a troca acontece entre uma adolescente e um serial killer, vividos respectivamente por Kathryn Newton (de “Supernatural” e “The Society”) e Vince Vaughn (“Penetras Bons de Bico”). “Freaky” foi escrito e dirigido por Christopher Landon, que já tinha feito sucesso com outro terror derivado de comédia, “A Morte Te Dá Parabéns” (versão slasher de “Um Feitiço no Tempo”). O lançamento no Brasil está marcado para 10 de dezembro nos cinemas. Veja o trailer abaixo.

    Leia mais
  • Filme

    Thriller de vingança de Kevin Costner lidera bilheterias na América do Norte

    8 de novembro de 2020 /

    Não é comum que um estúdio de lançamentos limitados, mesmo um pseudo-indie como o Focus, que na verdade pertence à NBCUniversal, lidere as bilheterias de fim de semana da América do Norte por duas semanas consecutivas. Mas esses não são tempos comuns e foi exatamente o que aconteceu, após a Focus Features conquistar o 1º lugar na semana passada com o terror “Come Play” e novamente assumir o topo neste domingo (8/11) com o thriller de vingança “Deixe-o Partir” (Let Him Go), estrelado por Kevin Costner e Diane Lane (os pais de Superman em “O Homem de Aço”). Espécie de “Rambo: Até o Fim” (2019) mais refinado, “Deixe-o Partir” agradou público e crítica. Atingiu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes e faturou US$ 4,1 milhões em seu fim de semana de estreia, em 2,4 mil salas. O mais interessante é que, segundo pesquisas de mercado, a maior parte de sua bilheteria vem de espectadores mais velhos (66% acima dos 35), uma demografia que têm sido vista como relutante para voltar ao cinema. “Há cinéfilos que querem voltar aos cinemas. Se você não oferecer um filme a eles, se não der às pessoas a oportunidade de ver um filme, você nunca saberá se eles voltarão ou não”, disse a chefe de distribuição da Focus, Lisa Bunnell, ao site Deadline. Apesar desse discurso, não foram somente cinemas convencionais dos EUA que lotaram para ver o longa. O maior faturamento da produção foi registrado no Five Drive-In em Toronto, um cine drive-in canadense, que sozinho rendeu US$ 12,6 mil para a produção. Outra curiosidade da estreia é que, graças ao medo de Hollywood de queimar seus grandes lançamentos durante a pandemia, “Let Him Go” se tornou o primeiro líder de bilheteria protagonizado por Kevin Costner neste século – ou, mais especificamente, desde “Uma Carta de Amor”, em 1999. Ao contrário dos lançamentos indies tradicionais, a Focus, com o dinheiro da NBCUniversal, divulgou maciçamente a produção em comerciais de TV, iniciando sua campanha em 23 de agosto, durante o final da temporada de “Yellowstone”, série estrelada por Costner, e amplificando sua presença nos últimos dias, ocupando o espaço publicitário da CNN em plena apuração das eleições presidenciais – quando o canal registrou recorde de audiência nos EUA. O estúdio fez dobradinha no topo do ranking, já que “Come Play” ficou em 2º lugar, rendendo US$ 1,7 milhão em seu segundo fim de semana, após aumentar em 30 o número de salas de sua exibição – para atingir 2.213 telas, ao todo. Veja abaixo o trailer de “Let Him Go”, que não tem previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Tenet vai ganhar versão digital em dezembro

    5 de novembro de 2020 /

    “Tenet” entrou em cartaz apenas na semana passada no país, oferecendo um alívio efêmero ao circuito exibidor, mas já vai chegar ao mercado digital. A Warner agendou o lançamento do novo filme de Christopher Nolan nas plataformas digitais, em Blu Ray e DVD nos EUA em 40 dias, no dia 15 de dezembro. O Brasil foi o penúltimo país do mundo a recebê-lo – antes apenas da Argentina – , quando o desencanto com seu desempenho já tinha se tornado constatação. Até John Stankey, CEO da AT&T, conglomerado de comunicações que comprou a Warner, admitiu que o estúdio não marcou um gol ao apostar que o lançamento faria o público perder o medo da covid-19 para lotar novamente as salas de exibição. Antes visto como salvação do mercado por exibidores, preocupados em ter um grande lançamento para a volta das sessões de cinema, “Tenet” passou a ser lamentado como responsável por desencorajar Hollywood a lançar novos títulos de peso em 2020. Sua baixa bilheteria nos EUA – US$ 53,8 milhões – levou os estúdios a atrasarem suas produções de grande orçamento para 2021, com a exceção provisória de “Mulher-Maravilha 1984”, também da Warner e ainda esperada – sem muita convicção – neste Natal. Talvez não seja coincidência que sua distribuição em streaming tenha sido programada para antes da estreia prevista da continuação de “Mulher-Maravilha”, dando a Warner uma pista do interesse do público em assistir grandes lançamentos em PVOD (locação digital premium, isto é, mais cara). Afinal, “Tenet” não foi exibido nos cinemas de Nova York e Los Angeles, os dois maiores mercados dos EUA, porque eles continuam fechados devido à pandemia de coronavírus. Com os cinemas sendo novamente fechados na Europa, o filme também não terá mais como aumentar tanto suas bilheterias internacionais, que atualmente somam US$ 347,1 milhões – insuficientes para suprir as despesas de uma produção orçada em mais de US$ 200 milhões.

    Leia mais
  • Filme

    Christopher Nolan diz que Hollywood está equivocada sobre desempenho de Tenet

    4 de novembro de 2020 /

    O diretor Christopher Nolan finalmente se manifestou sobre o desempenho de seu mais recente filme, “Tenet”, nas bilheterias. O longa teve uma performance razoável no mercado internacional, mas foi considerado um fracasso nos Estados Unidos por ter faturado apenas US$ 53,8 milhões em dois meses. Em uma entrevista ao jornal Los Angeles Times, Nolan reclamou da abordagem que clama que seu filme fracassou. Para ele, Hollywood e a imprensa estão tirando conclusões erradas a respeito do lançamento. “A Warner Bros. se dispôs a lançar ‘Tenet’ e fiquei realmente emocionado pelo filme ter arrecadado quase US$ 350 milhões (mundiais). Mas estou preocupado que os estúdios estejam tirando conclusões erradas de nosso lançamento: que, em vez de olhar para onde o filme teve êxito e como isso pode ajudar um possível lançamento a não perder dinheiro, eles estejam olhando para as expectativas pré-covid e começam a usar isso como uma desculpa para não entrar no jogo e se adaptar – ou reconstruir nosso negócio, em outras palavras. Desse jeito, se cria uma desculpa, e faz com que os exibidores se tornem os únicos prejudicados, ao invés de tentar coloca-los no jogo para se adaptar à essa nova realidade. A longo prazo, ir ao cinema faz parte da vida, como ir a restaurantes e tudo mais. Mas, agora, todo mundo tem que se adaptar a uma nova realidade.” De fato, as conclusões de Hollywood a respeito do lançamento de “Tenet” foram assustadoras, a ponto de limparem o calendário, adiando todas as grandes estreias de cinema para 2021, à exceção de “Mulher-Maravilha 1984”, por enquanto ainda marcado para o Natal, embora a expectativa é que também seja levada para o ano que vem. Por outro lado, “Tenet” faturou quase US$ 300 milhões no mercado internacional e ainda está em cartaz em vários lugares do mundo, incluindo no Brasil, onde fez sua estreia no último fim de semana. Mas com um orçamento de mais de US$ 200 milhões, a Warner esperava pelo menos o dobro do que já rendeu no exterior para cobrir suas despesas de produção.

    Leia mais
  • Filme

    Bilheteria do Halloween é a mais assustadora desde a reabertura dos cinemas nos EUA

    1 de novembro de 2020 /

    O filme de terror “Come Play” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte durante o fim de semana de Halloween, faturando US$ 3,15 milhões entre sexta e domingo (1/11). O estúdio Focus comemorou, mas o desempenho do primeiro longa do diretor Jacob Chase dá a dimensão da crise em que se encontra o mercado exibidor nos EUA. A tendência é de queda na arrecadação geral, com “Come Play” obtendo um faturamento menor que a estreia dos dois líderes anteriores, “Guerra com o Vovô” (US$ 3,6 milhões) e “Legado Explosivo” (US$ 3,7 milhões). Os demais resultados são ainda mais sombrios, pois o 2ª lugar, “Legado Explosivo”, fez apenas US$ 1,3 milhão. Com isso, o Top 10 das bilheterias totalizou pouco mais de US$ 8 milhões, o que representa o pior resultado da América do Norte desde a reabertura dos cinemas no final de agosto e o faturamento mais baixo do ranking em quase meio século. Diante do aumento dos casos de infecção por coronavírus nos EUA e uma segunda onda de fechamento de cinemas na Europa, o mercado começa a perceber que as salas de Nova York e Los Angeles não devem ser reabertas tão cedo – o lockdown começou em março – e, pior, os locais de projeções atualmente em funcionamento podem precisar paralisar de novo suas atividades. Não é por acaso que Hollywood tem anunciado adiamentos em massa de suas produções. Ninguém mais acredita que a Warner vai manter “Mulher-Maravilha 1984” em sua data prevista para este Natal. E há poucos apostando que algum estúdio fará um grande lançamento antes de, pelo menos, março de 2021. Sinal dos tempos é que “Come Play” será lançado em PVOD para locação digital em 25 de novembro, com uma janela cinematográfica de apenas três semanas, e nenhum exibidor reclamou. O estúdio do filme, Focus, é uma divisão da Universal, que negociou uma janela de PVOD (VOD premium, mais caro) de 17 dias com a rede AMC no início deste ano. No entanto, esta é a primeira vez que outras grandes empresas exibidoras, lideradas pela terceira maior, Cinemark, aceitam exibir uma estreia sabendo que o filme estará disponível para ser visto em casa muito antes da janela tradicional, de cerca de 75 dias. (As estreias regulares de VOD, que vêm com preços muito mais baixos, obedecem uma janela de 90 dias). Com poucos filmes novos disponíveis, os exibidores consideram isso uma exceção por conta da pandemia. Pode até ser o caso, mas durante anos os cinemas resistiram à ideia de quaisquer exceções em sua primazia.

    Leia mais
  • Etc

    CEO da AT&T “não está otimista” sobre futuro do cinema

    25 de outubro de 2020 /

    Quando lançou “Tenet” nos cinemas, há mais de 50 dias, a Warner tinha seu discurso afinado com os proprietários de cinema, acreditando que o filme seria o grande lançamento capaz de voltar a encher as salas e superar a crise da pandemia de coronavírus. Mas as salas não encheram e a crise se aprofundou após o desempenho do longa – orçado em mais de US$ 200 milhões – não dar o retorno esperado, levando outros estúdios a tirarem seus títulos do calendário de 2020. Agora, John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, diz que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. A fala aconteceu durante uma teleconferência com investidores na quinta-feira (22/10), onde Stankey confessou não saber o que vai acontecer com o mercado cinematográfico. “Essa ainda é uma das coisas sobre as quais não temos grande visibilidade”, ele afirmou. “Fizemos algumas experiências. Fizemos algumas coisas”, continuou. E foi quando fez a comparação esportiva sobre o desempenho de “Tenet” – na verdade, ele usou a expressão “home run”, uma analogia de beisebol, “traduzida” aqui para o gol do futebol visando facilitar a compreensão. O desempenho de “Tenet” deve afetar os próximos lançamentos do estúdio. A Warner tem a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” prevista para dezembro, mas são grandes as apostas de que ela será adiada, já que mantê-la representaria uma nova aposta, enquanto outros estúdios adiam estreias em massa para evitar esse teste. Stankey deu a entender que a Warner não será responsável por novas apostas arriscadas. Ele demonstra que a ordem agora é ter cautela e esperar. “À medida que chegarmos a um ponto onde haja uma situação um pouco mais consistente, talvez possamos fazer um pouco mais”. “Eu diria que a temporada de férias será o próximo grande ponto de verificação para ver o que ocorre e se podemos ou não mover algum conteúdo de volta para a exibição cinematográfica. Teremos que tomar uma decisão com base nisso e no que estiver acontecendo em diferentes geografias e na contagem de infecções no país”, ele afirmou. “Mulher-Maravilha 1984” tem sua estreia marcada para o Natal, que marca o começo das férias de inverno nos EUA. Portanto, antes do “próximo grande ponto de verificação”. No entanto, a produção de conteúdo foi retomada. Stankey observou que existem atualmente 130 produções em andamento, entre filmes e séries da Warner. Normalmente, esse número seria cerca de 180. Em relação a isso, ele considera que “estamos fora de perigo”. Ou seja, o estúdio aprendeu a trabalhar sob as restrições impostas pela pandemia e não terá problemas com falta de material. A questão que se impõe agora, especialmente com o lançamento da plataforma HBO Max, prioridade da AT&T, é onde exatamente exibir esse conteúdo. “Ainda estamos empenhados em tentar colocar parte do conteúdo que consideramos mais importante nas salas de cinema, se isso fizer sentido”, continuou Stankey. Mas sua conclusão não passou uma mensagem muito positiva. “Esperamos que o mercado seja incrivelmente fatiado no próximo ano”, disse, acrescentando que “não está otimista” quanto a uma recuperação significativa nem no início de 2021. Por conta disso, a Warner está “considerando todas as opções”. “À medida que avançarmos e pudermos ter um quadro mais claro, vamos tomar as decisões”, concluiu. Vale observar que o remake de “Convenção das Bruxas”, originalmente previsto para os cinemas, estreou na HBO Max neste fim de semana.

    Leia mais
  • Filme

    Novo filme de ação de Liam Neeson lidera bilheterias em crise nos EUA

    18 de outubro de 2020 /

    O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), liderou as bilheterias da América do Norte neste fim de semana, ao arrecadar US$ 3,7 milhões. O valor é US$ 100 mil maior que a estreia de “Guerra com o Vovô”, o “sucesso” da semana passada que se tornou o pior campeão de bilheteria norte-americano desde 1988. Com os cinemas ainda fechados em Los Angeles, Nova York e São Francisco, e a pandemia de coronavírus ainda longe do fim, o desempenho dos lançamentos continua pífio nos EUA. Não é à toa que os grandes estúdios estão desistindo de lançar seus blockbusters potenciais, passando seus principais títulos para 2021. De fato, já circulam rumores sobre nova leva de adiamentos, que cancelariam o vindouro Natal cinematográfico. Em entrevista nesta semana, a diretora Patty Jenkins afirmou ter dúvidas sobre a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” em dezembro. O desempenho de “Tenet”, que a Warner considerou ser capaz de trazer o público de volta aos cinemas, acabou tendo efeito inverso do esperado, conduzindo a um grande apagão de estreias. Ironicamente, porém, a paranoia dos estúdios tem sido benéfica para o filme do diretor Christopher Nolan. Única produção orçada em mais de US$ 200 milhões em cartaz nos cinemas dos EUA, “Tenet” avança a conta-gotas, mas firme, graças à falta de concorrentes, e atingiu neste fim de semana a bilheteria doméstica de US$ 50,6 milhões. É muito pouco para seu custo de produção, mas ajudou o valor mundial da arrecadação a chegar a US$ 333 milhões. O efeito conta-gotas pode até servir de estímulo para a retomada de estreias de produções de orçamento modesto. Um dos primeiros títulos a chegar aos cinemas norte-americanos durante a pandemia, “Fúria Incontrolável” (Unhinged), estrelado por Russell Crowe, atingiu US$ 20 milhões na América do Norte neste domingo (18/10), após 10 semanas em cartaz. Em todo o mundo, o filme está com US$ 39 milhões. “Fúria Incontrolável” fez pouco menos que a superprodução “Os Novos Mutantes”, última herança da Fox distribuída pela Disney. A adaptação dos quadrinhos da Marvel rendeu US$ 22,7 milhões em sete semanas na América do Norte e US$ 43,7 milhões mundiais. Os cinemas americanos ainda receberam duas estreias neste fim de semana, “Amor e Monstros” (Love and Monsters) e “The Kid Detective”, mas os estúdios se entusiasmaram menos que a crítica com seus lançamentos, colocando-os em poucas telas para apostar numa distribuição simultânea em PVOD (VOD com preço de ingresso de cinema). Elogiadíssimos e com grande apelo comercial, os dois filmes tiveram que se contentar em fechar o Top 10, respectivamente com US$ 255 mil e US$ 135 mil, enquanto reprises de sucessos infantis dos anos 1990 (“Abracadabra” e “O Estranho Mundo de Jack”) ocuparam a maioria das salas disponíveis. Esta comparação de desempenhos e estratégias acaba passando a pior mensagem possível sobre o setor, que enfrenta uma crise capaz de mudar hábitos de forma permanente.

    Leia mais
  • Filme

    Dois Irmãos lidera bilheterias com exibições em drive-ins nos EUA

    23 de março de 2020 /

    Com a maioria dos cinemas fechados em todo o mundo, as bilheterias deveriam retornar com valores zerados ou próximos do zero no último fim de semana. Mas não foi isso que aconteceu. De forma surpreendente, os cinemas drive-ins passaram a liderar a arrecadação dos filmes na América do Norte. Mania dos anos 1950, os drive-ins chegaram a ser considerados extintos no século 21. Mas os exemplares remanescentes se tornaram os cinemas mais viáveis para enfrentar a crise sanitária mundial, graças ao fato de seus frequentadores não precisarem sair de seus carros para apreciar aos filmes. Embora restem poucos cines drive-ins em atividade, eles são responsáveis pela principal fatia da bilheteria do fim de semana nos EUA, junto da arrecadação de alguns pequenos cinemas do interior dos EUA. Entretanto, como são poucos locais abertos, a lista de filmes em exibição se resume a apenas quatro títulos. A animação “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”, da Pixar, foi o filme mais visto desse circuito alternativo, rendendo US$ 71 mil em 135 locais espalhados pelos EUA. Em 2º lugar, ficou o terror “O Homem Invisível”, com US$ 64 mil, seguido por “Bloodshot”, com US$ 52 mil, e “O Chamado da Floresta”, com US$ 46,5 mil. Entre os 30 locais que mais arrecadaram, 25 são drive-ins. Com o fechamento das salas das grandes redes, os estúdios começaram a lançar os filmes que estavam em cartaz diretamente na internet. Três dos quatro filmes ainda exibidos pelos drive-ins estão na lista programada para distribuição digital. “O Homem-Invisível” chegou ao VOD na semana passada nos EUA – mas não no Brasil – , “Bloodshot” estará disponível na terça (24/3) e “Dois Irmãos” na próxima semana. Enquanto isso, a China começou a abrir gradualmente seus cinemas. 507 estabelecimentos cinematográficos foram liberados no fim de semana e há a expectativa de mais telas no próximo, com a retomada dos lançamentos no país.

    Leia mais
  • Filme

    Bilheterias dos EUA têm pior arrecadação do século

    15 de março de 2020 /

    Com cinemas fechados em muitas cidades e algumas redes exibidoras operando com capacidade limitada, a precaução contra a pandemia de coronavírus resultou na pior bilheteria de fim de semana deste século na América do Norte. A contagem oficial será finalizada na segunda-feira, mas a receita deve girar em torno de US$ 55,3 milhões, segundo a Comscore. Ou menos. A última vez que os cinemas norte-americanos registraram receita menor foi num fim de semana de setembro de 2000 (US$ 54,5 milhões), ainda no século 20. Até os dois fins de semana após o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 renderam mais – US$ 66,3 milhões e US$ 59,7 milhões, respectivamente. Diante deste quadro, o filme que mais vendeu ingressos, a animação “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”, da Disney/Pixar, rendeu apenas US$ 10,5 milhões, 73% menos que a arrecadação da semana passada. Trata-se da queda mais acentuada da história da Pixar. O recorde negativo pertencia a “O Bom Dinossauro”, que caiu 59% em sua segunda semana de exibição, em 2015. Em 10 dias, “Dois Irmãos” somou US$ 60,2 milhões na América do Norte e cruzou a marca dos US$ 100 milhões em todo o mundo. Mas, como custou entre US$ 100 e 200 milhões, deve dar prejuízo. Não é o único lançamento que preocupa seu estúdio. As três estreias da semana tiveram desempenho abaixo do esperado, com uma queda acentuada entre a arrecadação de sexta a domingo. Entre os estreantes, a produção religiosa “Enquanto Estivermos Juntos” teve o melhor desempenho, com US$ 9,5 milhões. O que vem a comprovar que, em tempos apocalípticos, a fé ainda atrai multidões, mesmo contra a recomendação de médicos e da crítica especializada. Considerado ruim, com apenas 43% de aprovação dos críticos em geral e míseros 13% entre os profissionais da imprensa norte-americana, o filme chega em 2 de abril no Brasil. A produção de super-herói de Vin Diesel, “Bloodshot”, abriu em 3º lugar com US$ 9,3 milhões. Antes mesmo da crise de saúde, analistas não consideravam que a produção faria sucesso. A crítica achou um lixão, com somente 31% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o público parece ter gostado, dando nota A no Cinemascore, na pesquisa após as sessões. Orçado em US$ 45 milhões, deveria se pagar em tempos normais. A última estreia, o polêmico thriller “A Caçada”, rendeu apenas US$ 5,3 milhões e ficou com o 5º lugar, atrás de “O Homem Invisível”. Os 53% de aprovação da crítica refletem como sua trama é divisiva. No filme, ativistas pobres da direita racista são caçados por esquerdistas endinheirados e politicamente corretos por esporte. O público americano odiou com um C+ no CinemaScore. A previsão de lançamento no Brasil é apenas para maio, se os cinemas ainda estiverem abertos até lá. Confira abaixo mais detalhes dos rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana no mercado norte-americano – e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica Fim de semana: US$ 10,5M Total EUA e Canadá: US$ 60,2M Total Mundo: US$ 101,6M 2. Enquanto Estivermos Juntos Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 9,5M Total Mundo: US$ 9,5M 3. Bloodshot Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 10,5M Total Mundo: US$ 25,6M 4. O Homem-Invisível Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 64,4M Total Mundo: US$ 122,7M 5. A Caçada Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA e Canadá: US$ 5,7M Total Mundo: US$ 6,4M 6. Sonic: O Filme Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA e Canadá: US$ 145,8M Total Mundo: US$ 306,5M 7. The Way Back Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 13,4M Total Mundo: US$ 14,3M 8. O Chamado da Floresta Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 62,1M Total Mundo: US$ 107,3M 9. Emma Fim de semana: US$ 1,3M Total EUA e Canadá: US$ 10M Total Mundo: US$ 25,1M 10. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 204,2M Total Mundo: US$ 417,8M  

    Leia mais
  • Filme

    Dois Irmãos tem uma das piores estreias de animação da Pixar nos EUA

    8 de março de 2020 /

    A nova animação da Disney/Pixar, “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá com arrecadação de US$ 40 milhões. O valor correspondeu à expectativa do mercado, que já calculava que o novo lançamento do estúdio não repetiria fenômenos anteriores por não fazer parte de uma franquia. Mesmo assim, foi uma das piores estreias para uma animação da Pixar na América do Norte, com desempenho similar ao de “O Bom Dinossauro”, que abriu com US$ 39,2 milhões em 2015 e deu prejuízo. Para preocupar não apenas a Disney, mas todos os grandes estúdios de Hollywood, o faturamento internacional foi bem pior. O surto mundial de coronavírus impactou a arrecadação do lançamento, que rendeu apenas US$ 28 milhões em 47 mercados (incluindo US$ 1,1 milhão no Brasil). Todos os cinemas da China estão fechados, assim como boa parte do parque exibidor da Coreia do Sul, Japão e Itália. Ao todo, “Dois Irmãos” teve uma estreia global de US$ 68 milhões. A produção recebeu uma nota A- no CinemaScore, pesquisa de opinião feita junto ao público americano, e conquistou 86% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes, o que pode ajudar a animação a se manter entre os filmes mais vistos nas próximas semanas. Líder da semana passada, “O Homem Invisível” caiu para o 2º lugar, somando mais US$ 15,1 milhões na sua conta para superar os US$ 50 milhões na América do Norte e se aproximar dos US$ 100 milhões em todo o mundo. Orçado em apenas US$ 7 milhões, o terror da Universal é um sucesso bastante visível e extremamente lucrativo. A outra grande estreia da semana na América do Norte ficou com o 3º lugar. Ainda sem título em português, “The Way Back”, que traz Ben Affleck lutando contra o alcoolismo, num paralelo com sua vida real, rendeu US$ 8,5 milhões em 2,7 mil cinemas. Muito abaixo das projeções. Mas os críticos se impressionaram o suficiente para dar ao drama 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil vai acontecer apenas em 24 de abril. Outros números relevantes do ranking são a aproximação de “Sonic: O Filme” da marca dos US$ 300 milhões mundiais, o avanço de “O Chamado da Floresta” para os US$ 100 milhões mundiais – ainda longe de cobrir seu orçamento de US$ 135 milhões – , a chegada lenta de “Aves de Rapina” na vizinhança dos US$ 200 milhões globais e o sucesso incontestável de “Bad Boys para Sempre”, que superou os US$ 200 milhões tanto nas bilheterias domésticas quanto no mercado internacional para atingir mais de US$ 400 milhões de arrecadação total. Confira abaixo mais detalhes dos rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana no mercado norte-americano – e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica Fim de semana: US$ 40M Total EUA e Canadá: US$ 40M Total Mundo: US$ 68M 2. O Homem-Invisível Fim de semana: US$ 15,1M Total EUA e Canadá: US$ 52,6M Total Mundo: US$ 98,2M 3. The Way Back Fim de semana: US$ 8,5M Total EUA e Canadá: US$ 8,5M Total Mundo: US$ 9,1M 4. Sonic: O Filme Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 140,8M Total Mundo: US$ 295,6M 5. O Chamado da Floresta Fim de semana: US$ 7M Total EUA e Canadá: US$ 57,4M Total Mundo: US$ 99,5M 6. Emma Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 6,8M Total Mundo: US$ 20,8M 7. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 202M Total Mundo: US$ 415M 8. Aves de Rapina Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 82,5M Total Mundo: US$ 195,7M 9. Impractical Jokers: The Movie Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 9,6M Total Mundo: US$ 9,6M 10. My Hero Academy: Heroes Rising Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA e Canadá: US$ 12,7M Total Mundo: US$ 27,8M  

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie