Nada a Perder 2 lidera bilheterias e Tarantino registra recorde no Brasil
“Nada a Perder 2” estreou na liderança das bilheterias brasileiras. Segundo dados do Comscore, o segundo filme do bispo Edir Macedo somou R$ 14,4 milhões com 1,280 milhão de ingressos vendidos. Entretanto, o sucesso é contratado por denúncias de distribuição de ingressos nas portas dos cinemas e na Igreja Universal, por reportagens do jornal O Globo e do portal UOL. O filme esgotou as bilheterias na maioria das sessões de seu fim de semana inaugural, mas, como aconteceu com o primeiro longa, as sessões não lotaram. Em nota, a Igreja disse ao jornal O Globo que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”. O comunicado refere-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”. Sem iniciativa de “voluntários”, “O Rei Leão” caiu para o 2º lugar, exatamente um mês após seu lançamento no Brasil (que aconteceu em 18 de julho). A produção da Disney faturou mais R$ 9,1 milhões no fim de semana, totalizando impressionantes R$ 243 milhões no país. Em 3º lugar, “Era uma vez… em Hollywood” faturou R$ 6,8 milhões, valor que representa um recorde: a maior abertura de um filme do diretor Quentin Tarantino no Brasil. Confira abaixo as 10 maiores bilheterias do Brasil, de acordo com a medição do Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinemas Final Semana 15 a 18/08:1. Nada a Perder 22. O Rei Leão3. Era Uma Vez em…Hollywood4. Velozes Furiosos Hobbs & Shaw5. Meu Amigo Enzo6. Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro7. Homem Aranha8. Toy Story 49. Simonal10. Pets 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 19, 2019
Ingressos de Nada a Perder 2 estariam sendo distribuídos de graça
O jornal O Globo e o portal UOL foram conferir o novo sucesso nacional, “Nada a Perder 2”, que não teve sessões exibidas para a crítica, mas esgotou ingressos na maioria das sessões de seu fim de semana inaugural. E o fenômeno do primeiro “Nada a Perder”, maior bilheteria do cinema brasileiro, voltou a se repetir. Tanto o jornal do Rio quanto o portal sediado em São Paulo relataram a presença de pessoas distribuindo ingressos gratuitos para as sessões na frente das salas de cinema. E também ouviram testemunhas de quem foi ver o filme após ganhar ingressos numa sede da Igreja Universal. O filme é uma cinebiografia do bispo Edir Macedo, fundador da Universal. Os ingressos distribuídos tinham valor estampado mais baixo que o preço da meia entrada, característico de uma grande venda em lotes. Os tickets que circularam na Ilha do Governador, no Rio, ainda eram acompanhados por cupom promocional com direito a pipoca e refrigerante. Em nota, a Igreja disse ao jornal que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”, referindo-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”. Uma sessão do Espaço Itaú, em Botafogo, foi assistida por 40 pessoas, apesar de ter 120 ingressos vendidos antecipadamente, segundo apurou O Globo.
Nada a Perder 2 já tem sessões de estreia esgotadas
“Nada a Perder 2”, sequência da cinebiografia do bispo Edir Macedo, já tem várias sessões lotadas, a dois dias da estreia, prevista para quinta-feira (15/8). O primeiro filme esgotou as bilheterias de seu fim de semana inaugural com vários dias de antecedência, batendo recorde de pré-venda, com 4 milhões de ingressos vendidos antes da estreia. Acabou virando a maior bilheteria nacional de todos os tempos, somando 12 milhões de ingressos. Apesar da procura antecipada, o fenômeno não deve se repetir na continuação. A diferença começa pelo lançamento em circuito menor. “Nada a Perder 2” será exibido em 600 salas, enquanto a primeira parte foi distribuída em 1,1 mil. Além disso, o site Ingresso.com revela que a pré-venda, iniciada em 15 de de junho, é 4,5 vezes menor do que o montante do filme anterior. O site não divulga números exatos. Segundo o jornal O Globo, boa parte das sessões apresenta características de ingressos comprados em pacotes, ou seja, adquiridos por uma mesma pessoa com o intuito de distribuir para outros espectadores. Isso porque a ocupação se dá em bloco, com fileiras inteiras compradas de uma vez. Tática semelhante aconteceu com “Os Dez Mandamentos” (2016) e no primeiro “Nada a Perder” (2018). Em ambos os casos, salas com todos os ingressos vendidos ficaram vazias na estreia. O número expressivo de bilheteria não se refletiu na ocupação, fazendo dos filmes curiosos sucessos de vendas, mas não de público. Ainda de acordo com O Globo, parte dos bilhetes foi comprada pela Igreja Universal e distribuída aos fiéis, que não necessariamente foram ao cinema. A Igreja Universal sempre negou ter comprado bilhetes em massa, embora reportagens de diversos veículos tenham flagrado tíquetes sendo distribuídos em cultos, igrejas e cinemas no ano passado. A instituição alega que a iniciativa partiu de líderes religiosos. Assim como no primeiro filme, “Nada a Perder 2” também não terá sessões antecipadas para a imprensa, visando impedir que os críticos escrevam sobre o filme antes da estreia. Carregando o subtítulo “Não se Pode Esconder”, a segunda parte cobre os anos entre a saída do bispo Edir Macedo (interpretado por Petrônio Gontijo) da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014, explorando a expansão da Universal pelo mundo. Segundo a sinopse oficial divulgada pela produção, o filme também responde às denúncias contra o bispo Edir Macedo, fundador e líder da entidade, envolvendo lavagem de dinheiro e intolerância religiosa. Está lá, por exemplo, o incidente conhecido como “chute na santa”, em que um bispo da Universal criticou, ao vivo na TV, a adoração de santas católicas. Juntos, os dois filmes têm orçamento de R$ 40 milhões, bancados, segundo o estúdio Paris Filmes, por empresas privadas.
Vingadores: Ultimato vira filme de maior público e bilheteria no Brasil
“Vingadores: Ultimato” completou quatro semanas em 1ª lugar nas bilheterias do Brasil. Só no último fim de semana, 901 mil pessoas foram aos cinemas assistir à superprodução da Marvel/Disney, que ainda permanece em cartaz na maior parte dos cinemas do país – após abrir em 80% de todas as telas disponíveis. Com a distribuição ilimitada, o filme atingiu o valor de R$ 312 milhões em sua arrecadação nacional, sendo visto por 17,9 milhões pessoas, segundo levantamento da consultoria Comscore. Com isso, “Vingadores: Ultimato” derrubou um recorde histórico no país, superando os 17 milhões de espectadores que compraram ingressos para assistir ao fenômeno “Titanic” em 1998. O filme dos super-heróis virou o lançamento de maior público em todos os tempos no Brasil – e, claro, maior bilheteria. E os números ainda estão crescendo. Para demonstrar sua força, basta considerar que “Vingadores: Ultimato” teve quase quatro vezes mais público no fim de semana passado que a estreia situada em 2º colocado no ranking, o novo filme de Keanu Reaves. “John Wick 3 – Parabellum” foi prestigiado por 290 mil pessoas e arrecadou R$ 5,1 milhões em seus primeiros quatro dias em cartaz no Brasil. O 3º lugar do fim de semana ficou com “Pokémon: Detetive Pikachu”, com 266 mil espectadores e R$ 4,5 milhões em ingressos vendidos. Após duas semanas nos cinemas, o filme soma público total de 803 mil pessoas e arrecadação de R$ 13 milhões.
Vingadores: Ultimato já foi visto por mais de 12 milhões de pessoas no Brasil
Uma semana após ter registrado a maior estreia de todos os tempos no Brasil – resultado da maior distribuição da História, com a ocupação de 80% dos cinemas – , “Vingadores: Ultimato” já se tornou o filme mais assistido de 2019 no território nacional. Só no dia da estreia, em 25 de abril, 1,6 milhão de pessoas fizeram filas para assistir ao filme. Ao final do primeiro fim de semana, o número chegou em 3,3 milhões de pessoas – estreia recorde no país. Agora, após 11 dias de exibição, “Vingadores: Ultimato” já soma 12,4 milhões de ingressos vendidos no mercado brasileiro. E continua lotando cinemas. Em seu segundo fim de semana em cartaz, o filme rendeu mais R$ 61,9 milhões, atingindo R$ 223,2 milhões na bilheteria nacional. Os números são da empresa especializada comScore. O sucesso é mundial. Em menos de duas semanas, “Vingadores: Ultimato” faturou US$ 2,18 bilhões, passou “Titanic” e se tornou a 2ª maior bilheteria da História do cinema. Por enquanto, o filme só perde para “Avatar” – algo que pode mudar em pouco tempo.
Vingadores: Ultimato tem maior público de estreia no Brasil em todos os tempos
“Vingadores: Ultimato” quebrou o recorde de 24 horas de uma estreia no Brasil, sendo visto por mais de 1,5 milhão de espectadores na última quinta-feira (25/4). O antigo recordista era o filme anterior da franquia, “Vingadores: Guerra Infinita”, que levou 953,3 mil espectadores aos cinemas em seu primeiro dia, no ano passado. A diferença é que a produção prévia foi lançada em “mais de mil salas”, enquanto “Vingadores: Ultimato” ocupou 2,7 mil telas, cerca de 80% de todos os espaços cinematográficos disponíveis no país. A distribuição predatória da Disney garante muitos recordes. Mas também inspira protestos no mercado nacional. Sem se preocupar com o debate, o estúdio comemora R$ 28,1 milhões em apenas 24 horas no país.
Cineastas protestam contra a distribuição predatória de Vingadores: Ultimato no Brasil
A Disney estalou os dedos e a maioria dos filmes desapareceram das salas de cinema para dar lugar à estreia predatória de “Vingadores: Ultimato” no Brasil. Mas a façanha despertou o lado Vingadores da classe cinematográfica brasileira. O longa do vilão Thanos foi lançado na quinta-feira (25/4) em 2,7 mil das 3,3 mil salas existentes no circuito nacional, ocupando cerca de 80% de todos os espaços físicos destinados à projeção de filmes no país. Isto enquanto “Shazam!” e “Capitã Marvel” continuavam a ser exibidos na maioria das salas, deixando pouco espaço para outras estreias e sufocando os filmes que já estavam em cartaz. Segundo alguns cineastas, a superprodução da Disney teria sido favorecida principalmente pela ausência da cota de tela para este ano, que espera para ser assinada pelo governo Bolsonaro, e pelo enfraquecimento da Agência Nacional de Cinema (Ancine), que tinha regras sobre o setor que não estão mais em vigor. Por conta da estreia massiva, a comédia brasileira “De Pernas pro Ar 3”, com mais de 1 milhão de ingressos vendidos em duas semanas, perdeu 300 salas do circuito. Mariza Leão, produtora do filme, reclamou para o jornal O Globo que mesmo as salas que ainda exibem o filme fatiaram suas sessões com o lançamento da Disney. “Em 153 cinemas, o filme é colocado em duas sessões diárias, e em 199 cinemas, fica em apenas uma sessão diária. Isto é uma perversidade do ponto de vista cultural e econômico”, apontou. A produtora enviou uma carta à diretoria colegiada da Ancine protestando contra a falta de regras reguladoras do mercado cinematográfico. Além da ausência da cota de tela, ela menciona no texto a regra da “dobra”, segundo a qual os exibidores eram obrigados a manter o filme em cartaz se ele atingisse uma média de público. “Filmes com performance acima de média saem de salas sem nenhuma explicação, sem nenhuma defesa. Tal fato gera prejuízos incalculáveis a investimentos tanto públicos quanto privados”, acrescentou. O cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho, cujo filme “Bacurau” foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Cannes, ecoou a reclamação da produtora em sua página no Facebook “‘De pernas pro Ar 3’ estava dando dinheiro. Quando o mercado corre sem lei, sua lógica é a de subtrair para ganhar, e não a de somar com diversidade. Os dois filmes poderiam ir bem, sem desequilíbrio”, escreveu. O outro lado da questão é defendido pelo presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras (Feneec) e diretor da rede de cinemas GNC, Ricardo Difini Leite, que não quer regulação e defende que a diminuição de salas de “De Pernas pro Ar 3” foi “natural”. “Estamos falando do maior lançamento do ano, que teve uma procura fenomenal. É precipitado dizer que ‘Vingadores: Ultimato’ vai prejudicar ‘De pernas pro Ar 3’. O filme brasileiro continua em muitas salas, mas teve diminuição da média de forma natural”, disse ao jornal O Globo. A questão realmente divide exibidores e cineastas. Daniel Caetano, presidente da Associação Brasileira de Cineastas (Abraci), acredita que a regulação é necessária e ajuda o mercado a funcionar, sendo construída em conjunto com os agentes desse mercado. “Eu entendo que o mercado tenda a esse modelo, mas acredito que faz parte das funções do governo criar mecanismos regulatórios que evitem que as leis de mercado acabem canibalizando o próprio mercado”, explica. Em nota, a Ancine disse que vai “monitorar a questão”. “O assunto é pauta da Câmara Técnica de Salas de Exibição, que conta com representantes de associações de distribuidores, exibidores e produtores do audiovisual”, limita-se a dizer. Atualmente, a Ancine encontra-se parada, sem poder investir na produção de novos filmes e séries, devido a um processo do Tribunal de Contas da União. Além do cancelamento de liberação de recursos para novos projetos, também não está sendo emitida a Salic, uma espécie de certidão de nascimento para que filmes e séries existam oficialmente. Em palestra na Rio2C, evento do audiovisual brasileiro, o diretor da Ancine jurou que a agência continua funcionando. Segundo ele, “a Ancine não parou, é só um momento de transição”. Esse “momento de transição” também inclui a falta de pressa ou interesse do presidente Jair Bolsonaro em assinar a cota de tela para este ano. Sem essa assinatura, o próximo grande lançamento do ano – o período de maio a agosto é de um grande lançamento por semana – pode ocupar 90% das salas sem infringir a (falta de) legislação do setor. A discussão não é específica sobre um filme. É sobre todo o mercado.
Vingadores: Ultimato pode estrear em mais de 80% dos cinemas brasileiros
O lançamento de “Vingadores: Ultimato” vai monopolizar os cinemas do Brasil no fim de semana. Aparentemente, a Disney planeja aproveitar a paralisação da Ancine (Agência Nacional de Cinema), o fim do Ministério da Cultura, a ausência de assinatura no novo acordo de cotas de telas e outros desmontes promovidos pelo governo Bolsonaro no cinema brasileiro para realizar o maior lançamento já visto no país. Isto porque “Vingadores: Ultimato” será lançado em 2,7 mil salas na quinta-feira (25/4). O Brasil fechou 2018 com apenas 3,3 mil salas de cinemas – no país inteiro – , segundo relatório da Ancine. Assim, o lançamento da Disney ocupará 81,8% do total de telas disponíveis para a exibição de filmes no país. Por muito menos, a Ancine chegou a ameaçar o parque exibidor com a criação de regras rígidas para a circulação de cópias no mercado. Isto aconteceu após “Jogos Vorazes: A Esperança — Parte 1” utilizar 1,3 mil salas em seu lançamento em 2014. O então presidente da Ancine, Manoel Rangel, chamou de “predatória” a ocupação de quase 50% das salas existentes na época por apenas um filme. Ele alertou que a estratégia de monopólio expulsava outras produções do circuito e homogeneizava a oferta. Para evitar que a Ancine regulasse o mercado, distribuidores e exibidores assumiram um compromisso público, em dezembro de 2014, comprometendo-se a nunca mais realizar lançamentos “predatórios”. Entre outros pontos, acordaram que um mesmo filme só poderia ser exibido em até duas salas em multiplexes que possuam entre 3 e 6 salas, e só ocupar um terceiro espaço em complexos com mais de 9 salas de cinema. Mas, com a saída de Rangel da Ancine, pouco a pouco esse acordo foi sendo “esquecido”. Até ser derrubado pela Justiça Federal em novembro do ano passado. Mesmo assim, nenhum filme jamais ocupou mais de 2 mil salas no país simultaneamente. Um dos lançamentos mais amplos dos últimos tempos, “Aquaman” bateu recorde de arrecadação para a Warner com estreia em 1,6 mil salas. “Vingadores: Ultimato” será lançado em 1,1 mil salas a mais. O recorde de bilheterias do Brasil pertence ao filme anterior da franquia, “Vingadores: Guerra Infinita”, que vendeu 3,6 milhões de ingressos e faturou R$ 65,1M (milhões) no país no ano passado. O filme foi lançado em “mais de mil salas”, segundo informação genérica da distribuidora. Por sua vez, “Vingadores: Ultimato” já esgotou sessões em mais de 900 salas, de acordo com o site Ingresso.com. As transações para sessões do filme corresponderam a 96,6% das vendas totais no site, que comercializa tickets para as redes Cinemark, Playarte, Espaço Itaú, Kinoplex, Cinépolis, UCI e outras.
Cine Holliúdy 2 bate Capitã Marvel e vira filme mais visto do Ceará
Em cartaz há uma semana, a comédia nacional “Cine Holliúdy 2 — A Chibata Sideral” virou fenômeno de bilheteria no Ceará, onde lidera o ranking dos filmes mais vistos — à frente até de “Capitã Marvel”. A sequência da comédia premiada de 2013 teve, em seu primeiro fim de semana, 50,1 mil espectadores e renda de R$ 783,4 mil, com 68% dos ingressos vindos de seu estado de origem, segundo dados do site Filme B, que analisa o mercado cinematográfico. Os rendimentos da abertura são duas vezes superiores ao do filme original, que chegou a vender mais de 5 milhões de ingressos ao todo. Mas o primeiro estreou em apenas 11 cinemas, contra 86 da continuação. Considerando todo o país, “Cine Holliúdy 2” é o 5º filme mais visto no momento, atrás de, claro, “Capitã Marvel”, “A Cinco Passos de Você”, “Nós” e “O Parque dos Sonhos” – em ordem de liderança. Por enquanto em exibição apenas no Nordeste e em Brasília, o longa de Halder Gomes, que também dirigiu o original, estreia no resto do país no dia 4 de abril. “Cine Holliúdy 2” conta a história de Francisgleydisson (Edmilson Filho), o dono do cinema do título, que tem um contato imediato e decide filmar uma ficção científica, em que Lampião enfrenta extraterrestres, contratando moradores locais para integrar o elenco. O filme também vai virar série da Globo, com estreia prevista para maio. Saiba mais aqui.
Aquaman supera Liga da Justiça e vira maior bilheteria da DC Comics no Brasil
No mesmo fim de semana em que atingiu a maior bilheteria mundial de uma adaptação dos quadrinhos da DC Comics, “Aquaman” também registrou o recorde equivalente nacional. Segundo a empresa de monitoramento ComScore, o filme dirigido por James Wan e estrelado por Jason Momoa chegou neste fim de semana à R$ 135,5 milhões de arrecadação no Brasil, superando “Liga da Justiça” (R$ 134,5 milhões), que era o maior sucesso cinematográfico da DC nos cinemas do país. O número total de espectadores de “Aquaman”, porém, ainda é inferior aos de “Liga da Justiça” e “Batman vs Superman” no Brasil, mas o filme, que continua em cartaz, pode ultrapassá-los em breve. Em todo o mundo, “Aquaman” já soma mais de US$ 1,09 bilhão em bilheteria, tendo superado no domingo (27/1) “Batman: O Cavaleiro Das Trevas Ressurge” (2012), o antigo recordista mundial. Leia mais sobre este recorde aqui.
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald leva mais de 1 milhão de brasileiros aos cinemas
O novo filme do universo Harry Potter, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, levou 1,1 milhão de brasileiros aos cinemas em sua estreia no último fim de semana, rendendo R$ 21,6 milhões, segundo a Comscore. Contando também a pré-estreia, o longa atingiu uma bilheteria total de R$ 24,9 milhões e público de 1,3 milhão no Brasil. O sucesso nacional é importante para os planos da franquia, que não rendeu o esperado na América do Norte, mas teve ótimo desempenho no exterior. A Warner pretende fazer mais três filmes de “Animais Fantásticos”, um deles possivelmente passado no Rio de Janeiro e outro na China, o que demonstra atenção ao mercado fora dos Estados Unidos. Líder nas duas últimas semanas, “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, caiu para o 2º lugar no ranking nacional, mas ainda continua atraindo grande público. Nada menos que 403 mil pessoas assistiram ao filme entre quinta-feira e domingo. Desde a estreia, a produção já foi vista por 1,7 milhão de brasileiros e acumula bilheteria de R$ 30,9 milhões. Em 3º lugar ficou a animação “O Grinch”, com público de 348 mil pessoas e arrecadação de R$ 5,7 milhões. Completam o Top 5 a fantasia da Disney “O Quebra Nozes e os Quatro Reinos” (85,7 mil espectadores e R$ 1,2 milhão) e o religioso “Entrevista com Deus” (76,8 mil e R$ 1,2 milhão).
Cinema brasileiro bate recorde de ingressos vendidos em 2018
Há dois meses do final do ano, o público de cinema nacional já superou os números de 2017, registrando recorde de ingressos vendidos. Segundo o site Filme B, 21,2 milhões de pessoas viram filmes brasileiros em 2018, contra 18,5 milhões no ano passado. O curioso é que, mesmo com mais público, o cinema nacional não conseguiu bater o recorde de arrecadação do ano passado. A culpa é de um filme. A produção mais vista do ano, “Nada a Perder”, cinebiografia do Bispo Edir Macedo, teve ingressos vendidos com valor abaixo da média do mercado. Vários lotes foram arrecadas por pessoas ligadas à Igreja Universal com descontos. Isto explica o sucesso do filme. E também porque, enquanto em 2017 o cinema nacional arrecadou R$ 253 milhões, neste ano a arrecadação está em R$ 247 milhões, com quase 15% mais público. Além de “Nada a Perder”, só dois outros filmes nacionais venderam mais de 2 milhão de ingressos: as comédia “Os Farofeiros”, com 2,6 milhões e “Fala Sério, Mãe!”, com 2,4 milhões. Depois disso, a diferença é brutal. O Top 5 não tem mais nenhum filme visto por mais de 1 milhão de pessoas. A lista dos mais assistidos se completa com “Tudo por um Pop Star” (939 mil) e “Uma Quase Dupla” (636 mil).
Megatubarão devora quase R$ 8 milhões em sua estreia no Brasil
O filme “Megatubarão” estreou em 1º lugar nas bilheterias brasileiras no final de semana. Mais de 442 mil pessoas foram aos cinemas nacionais para para ver o quarto lançamento americano de criatura gigante em 2018, somando uma arrecadação de R$ 7,9 milhões. O sucesso do filme é mundial, tendo também aberto na liderança das bilheterias da América do Norte e da China. Com valores corrigidos, “Megatubarão” faturou US$ 146,9 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição em todo o mundo. Em 2º lugar, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” foi visto por 251 mil pessoas entre quinta e domingo (13/8), com renda de R$ 4,7 milhões. E o 3º lugar ficou com “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo”, que teve público de 135 mil espectadores e bilheteria de R$ 2,5 milhões. Os dados são da consultoria ComScore. O levantamento também revela que “Os Incríveis 2”, em cartaz há sete semanas, atingiu R$ 140 milhões em arrecadação e público acumulado de 9,4 milhões de pessoas, tornando-se um dos maiores sucessos do ano no Brasil.









