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    Adam West (1928–2017)

    10 de junho de 2017 /

    Morreu Adam West, o intérprete mais famoso e querido de Batman. Ele faleceu na noite de sexta (9/6), em Los Angeles, de leucemia aos 88 anos. William West Anderson só virou Adam West a partir de seu primeiro filme, o clássico “O Moço de Filadélfia” (1959), no qual viveu o pai homossexual de Paul Newman. Como podia chocar sensibilidades da época, a homossexualidade de seu personagem era apenas aludida e, antes que pudesse causar controvérsia, rapidamente enterrada. O mesmo acidente de carro que o tirou de cena foi o pretexto para avançar a história e mostrar seu filho adulto – Paul Newman era três anos mais velho que West. A preferência do sobrenome West sobre Anderson coincidiu com o fato dele fazer muitas séries de western no começo da carreira, como “Cheyenne”, “Bronco”, “Colt .45”, “Maverick”, “Bonanza”, “Laramie”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke” e “O Homem de Virgínia”, entre outras. Seu primeiro papel fixo na TV foi na série “Os Detetives”, em 1961. A atração só durou uma temporada de 30 episódios, apesar de ter em seu elenco o astro de cinema Robert Taylor (“Quo Vadis”) e até Mark Goddard, o futuro Major West de “Perdidos no Espaço”. No cinema, destacou-se como coadjuvante da sci-fi “Robinson Crusoé em Marte” (1964) e da comédia dos Três Patetas “Os Reis do Faroeste” (1965), antes de virar protagonista com o western spaghetti “Os Quatro Implacáveis” (1965) e a aventura “Mara das Selvas” (1965). Mas sua carreira de galã de filmes B e de participações televisivas tomou um rumo completamente diferente a partir de 1966, quando o ator assumiu o papel que marcaria sua vida. Adam West virou Batman em 1966 e nunca mais deixou o personagem na imaginação dos fãs, mesmo que a produção tenha sido cancelada após três temporadas, em 1968. Primeira série a levar a estética dos quadrinhos para a TV, com a inclusão de onomatopeias, clifhangers que continuavam na próxima história, lutas totalmente coreografadas, ameaças absurdas e um colorido digno de quadros da pop art, “Batman” virou um fenômeno de audiência, foi indicada ao Emmy de Melhor Série de Comédia e até ganhou um filme, que reuniu os principais vilões da atração num esforço conjunto para derrotar a dupla dinâmica, formada pelo cruzado encapuzado e o menino prodígio – Robin, vivido por Burt Ward. Infelizmente, o surto criativo durou pouco. A série tornou-se repetitiva com a falta de imaginação de seus roteiristas, que abusaram das mesmas piadas em torno da “batcaverna”, “batmóvel”, “batfone” e “bat-repelente de tubarão”, na mesma “bat-hora” e no mesmo “batcanal”, gerando fadiga. Para piorar, a ideia de renovação do produtor William Dozier foi criar novos vilões, tão bobões que só existiram em seus episódios. A falta dos vilões clássicos levou à queda de audiência, que culminou no cancelamento após três anos. Uma inovação, pelo menos, acabou entrando para os quadrinhos: a Batgirl, originalmente interpretada por Yvonne Craig. Conforme foi emburrecendo, “Batman” também sofreu rejeição dos fãs de quadrinhos, e a editora DC precisou reinventar o herói de forma radical nos anos 1970, como uma figura sombria, para se distanciar do tom de pastelão do programa. A repercussão da atração foi tanta que Adam West encontrou dificuldades para fazer outro papel pelo resto da carreira. Embora tenha aparecido em algumas séries e coadjuvado dois filmes bem-sucedidos, “Só o Casamento Nos Separa” (1971) e “Hooper – O Homem das Mil Façanhas” (1978), os trabalhos se revelaram mais escassos que antes de “Batman”. Incapaz de sair da sombra de Batman, West acabou retornando ao papel após uma década como dublador da primeira série animada do herói, “As Novas Aventuras de Batman” (1977), que também contava com Burt Ward como a voz de Robin. Sem premeditação, esse trabalho acabou lhe abrindo uma nova linha de atuação. Ele voltaria a dublar Batman no desenho dos “Superamigos” (1985) e, a partir daí, passou a emendar inúmeras participações vocais em produções animadas – que eram melhores que os filmes trash que fez nos anos 1980, lutando contra zumbis e motoqueiros selvagens. Numa reviravolta, em 1992 foi convidado a enfrentar Batman, dublando o vilão Fantasma Cinzento na 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”. Mas foi só uma vez, e ele logo voltou a ser o herói encapuzado em desenhos dos “Animaniacs” (em 1997) e “Os Simpsons” (em 2002), antes de virar o prefeito de Gotham City na série animada “The Batman” (entre 2004 e 2006). Além de Batman, Adam West teve ainda outro papel reincidente: Adam West. Ao aparecer pela primeira vez como si mesmo na série “The Ben Stiller Show”, em 1992, o ator inaugurou um novo costume em sua carreira. Ele viveu Adam West em filmes como “O Tamanho das Melancias” (1996) e “Lindas de Morrer” (1999), séries animadas, como “O Crítico”, “Space Ghost Coast to Coast” e “Os Padrinhos Mágicos”, e em sitcoms, como “Murphy Brown”, “NewsRadio”, “The King of Queens”, “30 Rock” e “The Big Bang Theory” – num episódio exibido no ano passado. Sem esquecer que foi o Prefeito Adam West ao longo de mais de uma centena de episódios do desenho “Uma Família da Pesada” (Family Guy), entre 2000 e 2017. Famoso por ser ele mesmo, Adam West entretanto nunca foi reconhecido como alguém importante pelos produtores dos filmes de Batman. Ele jamais foi convidado a aparecer nos filmes do herói, embora intérpretes dos seriados de Superman tenham figurado nos longas do Homem de Aço. Esta desfeita refletia como a DC Comics enxergava o legado da série dos anos 1960. A avaliação negativa só começou a ser revista nos últimos anos, a ponto da Warner e a DC Comics desenvolverem novas linhas de produtos nostálgicos relacionados ao “Batman” de Adam West. Um desses lançamentos foi um longa animado, concebido como uma aventura da época da série, que fez grande sucesso no ano passado. Intitulado “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”, o filme voltou a reunir West e Burt Ward como Batman e Robin, além de resgatar a voz ronronante de Julie Newmar como Mulher-Gato. Lançado em home video, “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica” teve repercussão tão forte que o ator estava trabalhando numa sequência, “Batman vs. Duas-Caras”, que seria lançada no segundo semestre. Não há informações sobre a etapa em que se encontravam as dublagens. Declarando-se devastado pela perda do amigo, Burt Ward deu a dimensão do legado de Adam West num texto publicado nas redes sociais. “Adam e eu tivemos uma amizade especial há mais de 50 anos. Nós compartilhamos alguns dos momentos mais divertidos de nossas vidas juntos. Esta é uma perda terrivelmente inesperada de meu amigo de toda a vida. Eu sempre sentirei sua falta. Existem vários atores que retrataram o Batman nos filmes. Mas, para mim, só houve um verdadeiro Batman, que é e sempre será Adam West. Ele era verdadeiramente o Cavaleiro das Luzes”.

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    Josh Gad sugere que viverá o Pinguim no filme do Batman

    4 de junho de 2017 /

    O ator Josh Gad (o Gaston de “A Bela e a Fera”) deixou a internet em polvorosa ao publicar em seu Twitter uma foto ao lado de Geoff Johns e Jon Berg, responsáveis pelos filmes de super-heróis da DC Comics, segurando uma publicação do Batman que destaca o vilão Pinguim. “Nada para ver aqui…”, ele escreveu, dissimulado, como legenda da imagem. O post disparou uma série de memes de fãs entusiasmados, a ponto da sugestão de casting se tornar viral. O filme solo de Batman teria originalmente o vilão Exterminador, vivido por Joe Manganiello, como vilão. Mas após mudanças na direção, com Ben Affleck cedendo lugar a Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), o ator disse não saber se continuava no longa. Reeves foi anunciado oficialmente como diretor de “The Batman” (título original em inglês da produção) no final de fevereiro, menos de um mês após Ben Affleck desistir de dirigir o filme, alegando preferir se concentrar na atuação. O astro teria decidido não estrelar mais filmes que dirigir, após o fracasso clamoroso de “A Lei da Noite” nos EUA – superprodução de valores não revelados que rendeu apenas US$ 10 milhões nas bilheterias. Matt Reeves está mexendo no roteiro e a data de estreia, anteriormente estabelecida em 2018, é considerada indefinida. Nothing to see here… pic.twitter.com/3wIc1Fj4Wr — Josh Gad (@joshgad) June 2, 2017

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  • Filme

    Vídeo mostra reação transtornada de Batman ao sucesso de crítica da Mulher-Maravilha

    4 de junho de 2017 /

    Um canal do YouTube postou um vídeo divertido da reação de Batman ao sucesso de crítica do filme “Mulher-Maravilha”. O vídeo é uma montagem de cenas de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, que traz Ben Affleck como Bruce Wayne diante de um computador. Na tela, estão as críticas positivas ao filme estrelado por Gal Gadot. O ponto alto fica por conta de sua cara desconsolável quando chega à página do Rotten Tomatoes, onde “Mulher-Maravilha” registra 94% de aprovação. Além das críticas positivas, “Mulher-Maravilha” também se tornou um sucesso de público, registrando a maior estreia de um filme dirigido por mulher na América do Norte, ao faturar US$ 100,5 milhões em seu primeiro fim de semana. O filme da diretora Patty Jenkins estreou em 1º lugar em vários países, incluindo o Brasil, cujos números oficiais serão conhecidos na segunda-feira.

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    Batman e Arlequina se juntam no trailer de nova animação em Blu-ray

    31 de maio de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou a capa e o trailer de sua nova animação da DC em Blu-ray, “Batman and Harley Quinn”. A prévia explica a premissa que leva Batman e Asa Noturna a recrutarem a ajuda da Arlequina para salvar o mundo. Tem a ver com outra parceria, entre Hera Venenosa e o Homem Florônico (vilão clássico dos quadrinhos do Monstro do Pântano), que se juntam para exterminar a humanidade. Como Arlequina é a melhor amiga de Ivy (Hera, em português), os heróis esperam que ela influencie a vilã a mudar de ideia. A animação marca a estreia da comediante Melissa Rauch, intérprete de Bernadette na série “The Big Bang Theory”, como dubladora da Arlequina. Além dela, Paget Brewster, da série “Criminal Minds”, também debuta como voz de Hera Venenosa. Elas vão trabalhar com dois veteranos da franquia animada: Kevin Conroy como a voz de Batman e Loren Lester como Asa Noturna. Eles eram os dubladores originais de Batman e Robin na séria clássica, que originou a Arlequina em 1992. Além deles, Bruce Timm, um dos criadores da Arlequina, também participa do projeto, assinando o roteiro. A direção é de Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”) e o lançamento vai acontecer em agosto, direto em Blu-ray.

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    Final de Gotham pode introduzir a vilã Arlequina

    31 de maio de 2017 /

    Não será só Ra’s Al Ghul quem aparecerá no final da 3ª temporada de “Gotham”. Segundo o ator David Mazouz, que interpreta o jovem Bruce Wayne na série, o episódio duplo também trará a vilã Arlequina. “Ela estará na (season) finale. Fiquem ligados”, disse o ator sobre a introdução da popular personagem dos quadrinhos, em entrevista ao site Movie Pilot. Curiosamente, a Warner proibiu a série “Arrow” de usar a vilã, que teve sua voz ouvida num episódio sobre o Esquadrão Suicida. A personagem foi vivida por Margot Robbie no filme “Esquadrão Suicida” (2016) e também estará em “Sereias de Gotham”, sobre as vilãs de Gotham City. Além disso, o longa animado “Batman e Arlequina” chega em home video em agosto. Na entrevista, Mazouz também comentou a jornada de seu personagem e como o final da temporada afetará a história de Bruce Wayne. “Algo importante acontece na última cena da 3ª temporada para Bruce. Ele toma uma decisão, e essa decisão influenciará o que ele faz”. Ele só não pode adiantar quais serão as consequências disso, porque a produção dos novos capítulos ainda não começou. “Ainda não sei o que vai acontecer na 4ª temporada, não recebi nenhum roteiro nem falei com os escritores sobre o que vai acontecer, mas vejo que (a história) segue para um ponto que eu queria ir há muito tempo. Você verá o que quero dizer. Bruce vai estar muito ocupado assumindo esse novo papel a que ele se propõe ao final da 3ª temporada e acho que isso será muito legal”, explicou o ator. A 3ª temporada de “Gotham” chega ao final na próxima segunda-feira (5/5), com a exibição de dois episódios seguidos, pela rede americana Fox. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.

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    Trailer do final da temporada de Gotham introduz o vilão Ra’s al Ghul

    30 de maio de 2017 /

    A rede Fox divulgou o trailer do final da temporada da série “Gotham”, que destaca a introdução de um novo grande vilão dos quadrinhos de Batman: Ra’s al Ghul. Ele aparece brevemente e rindo, com interpretação do ator Alexander Siddig (que foi Doran Martell na série “Game of Thrones”), e convida Bruce Wayne para se juntar a ele. Sua participação deve estabelecer sua presença como o grande antagonista da 5ª temporada. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), o programa acompanha a juventude do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie), em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato, do Pinguim e do Charada, revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. O final da 3ª temporada vai acontecer com um episódio duplo, com exibição marcada para segunda-feira (5/6) nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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    Fotos do final da temporada de Gotham reúnem legião de vilões

    28 de maio de 2017 /

    A rede Fox divulgou 31 fotos do final da temporada da série “Gotham”. E pelas imagens, o desfecho do arco, nomeado “Heroes Rise”, vai reunir os principais vilões da atração num grande confronto, digno das tramas das histórias em quadrinhos. Além dos ex-amigos Pinguim (Robin Lord Taylor) e Charada (Cory Michael Smith), as fotos destacam o Sr. Frio (Nathan Darrow), Vagalume (Camila Perez), Fish Mooney (Jada Pinkett Smith), Professor Hugo Strange (BD Wong), Chapeleiro Louco (Benedict Samuel), Barbara Kean (Erin Richards), Butch (Drew Powell), a agora malvada Dra. Leslie Thompkins (Morena Baccarin), sem esquecer dos ninjas da Liga dos Assassinos e o clone de Bruce Wayne (David Mazouz). Enquanto isso, os mocinhos contam apenas com o detetive James Gordon (Ben McKenzie), o chefe interino da polícia Harvey Bullock (Donal Logue) e o mordomo Alfred (Sean Pertwee), em situação muito delicada. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), o programa acompanha a juventude do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie), em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato, do Pinguim e do Charada, revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos de Batman. O final da 4ª temporada vai acontecer com um episódio duplo, com exibição marcada para 5 de junho nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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    Dina Merrill (1923 – 2017)

    24 de maio de 2017 /

    A atriz e empresária Dina Merrill, que estrelou clássicos como “Anáguas a Bordo” e “Disque Butterfield 8”, morreu em sua casa na segunda-feira (22/5), aos 93 anos. Seu verdadeiro nome era Nedenia Marjorie Hutton e ela era a única herdeira da fortuna de seus pais, o investidor de Wall Street Edward Francis “E.F.” Hutton e a socialite Marjorie Merriweather Post, que também herdou milhões da fábrica de cereais de sua família. Como se não bastasse, em 1946 ela se casou com Stanley M. Rumbough Jr., herdeiro da Colgate-Palmolive, e ficou com metade dos bens no divórcio, após 20 anos e três filhos. Apesar de bem-nascida e rica, ela não queria ficar sem trabalhar e enfrentou a ira da família para começar a atuar. A rebeldia da jovem logo se tornou uma carreira. Ela participou de diversas peças da Broadway, e antes que sua família pudesse dizer algo, começou a passar mais tempo em Hollywood que em sua casa, em Nova York. Fez mais de 25 filmes, conseguindo destaque em comédias famosas, como “A Canoa Furou” (1959), com Jerry Lewis, e “Anáguas a Bordo” (1959), com Cary Grant, antes de revelar seu talento dramático em “Disque Butterfield 8” (1960), ao lado de Elizabeth Taylor, e “Juventude Selvagem” (1961), com Burt Lancaster. Mesmo com essa variedade de projetos, nunca conseguiu evitar o esterótipo de garota – e, posteriormente, mulher – rica, vivendo reflexos de sua persona na maioria dos filmes e séries em que atuou. O fato de ser praticamente uma princesinha americana levou as colunas de celebridades a chamá-la de nova Grace Kelly, após a loira dos filmes de Hitchcock abandonar a carreira para virar Princesa de Mônaco. E, aos poucos, ela foi alinhavando uma carreira digna de Grace Kelly, trabalhando com diretores de prestígio, como Blake Edwards (“Anáguas a Bordo”), John Frankenheimer (“Juventude Selvagem”) e Vincente Minnelli (“Papai Precisa Casar”). O problema é que, no fundo, Dina não levava a carreira de atriz a sério. Tinha os negócios para tocar e outros interesses. E assim foi redirecionando sua vontade de atuar para a televisão, onde apareceu em mais de 100 episódios de séries clássicas, em participações que não lhe cobravam maior comprometimento. Ela até enfrentou Batman em 1968, como Calamity Jan, ajudante do vilão cowboy Shame, vivido por Cliff Robertson, que se tornou seu segundo marido. Aparecendo cada vez menos no cinema, ela passou a escolher filmes inesperados, e acabou coadjuvando em dois clássicos de Robert Altman, “Cerimônia de Casamento” (1978) e “O Jogador” (1992). Também atuou na comédia cultuada “Diga-me o que Você Quer” (1980), de Sidney Lumet, e no drama político “A Um Passo do Poder” (1991), de Herbert Ross. A partir daí, seus principais trabalhos no cinema foram atrás da câmera. Com seu terceiro marido, o empresário Ted Hartley, ela comprou o antigo estúdio RKO e o relançou como RKO Pictures em 1991. Virou produtora, mas não emplacou muitos sucessos. Seu principal lançamento foi uma coprodução da Disney, “Poderoso Joe” (1998), estrelado por Charlize Theron, no qual também fez uma pequena participação. Como o negócio não deu certo, ela redirecionou a empresa para produzir espetáculos musicais. E aí conseguiu até prêmios, com “Gypsy” (2008) na Broadway e “Top Hat” (2012) no West End londrino. Paralelamente, passou a se dedicar à filantropia, apoiando entidades beneficentes. Quando seu filho David foi diagnosticado com diabetes, Merrill fundou a Fundação de Diabetes Juvenil, dedicada à pesquisa para a cura da doença. Ela serviu como Embaixadora Internacional para ORBIS International, uma ONG dedicada a tratar de doenças oculares ao redor do mundo. E foi fundadora da Coalizão Pro-Choice, de defesa do direito do aborto nos Estados Unidos. Além disso, fazia parte das diretorias de várias organizações artísticas importantes, como o John F. Kennedy Center for the Performing Arts e o Eugene O’Neill Theater Center.

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    Gotham é renovada para a 4ª temporada

    11 de maio de 2017 /

    A rede Fox renovou a série “Gotham” para sua 4ª temporada. Isto significa que o canal será o primeiro a exibir em sua programação séries das maiores editoras rivais de quadrinhos dos EUA: DC Comics (“Gotham”) e Marvel (a recém encomendada “The Gifted”). “Gotham” vem perdendo audiência a cada temporada. A atração que partiu com uma média de 6,1 milhões de telespectadores em sua temporada inaugural chegou à metade desse número em seu terceiro ano. Criativamente, porém, não tem deixado a desejar. Os fãs não podem reclamar do desenvolvimento dos personagens, reviravoltas e proliferação de vilões. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), o programa acompanha a juventude do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie), em seus primeiros dias como detetive policial na GCPD, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude da Mulher Gato, do Pinguim e do Charada, revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos de Batman. A atual temporada ainda tem cinco episódios inéditos, encerrando seu ciclo apenas em 5 de junho. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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    Liga da Justiça ganha trailer internacional que enfatiza participação de Batman

    24 de abril de 2017 /

    O filme da “Liga da Justiça” ganhou um trailer internacional. Novamente ao som de um cover de “Come Together”, dos Beatles, a prévia é bastante similar ao vídeo anterior, divulgado com legendas e dublado em português. A diferença é uma maior ênfase no Batman (Ben Affleck). Os outros heróis que aparecem no vídeo são Mulher Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher). Por enquanto, Superman (Henry Cavill) continua guardado para outra fase do marketing. O trailer também repete um vislumbre dos parademônios, que compõem o exército de Darkseid, e desfila diversos coadjuvantes da história, entre eles Amy Adams como Lois Lane e J.K. Simmons como o Comissário Gordon. Dirigido por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”), “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Presidente do Marvel Studios perdoa “traição” de Joss Whedon por filme de Batgirl

    18 de abril de 2017 /

    A escolha de Joss Whedon para dirigir “Batgirl” não foi vista como uma traição pelo presidente do Marvel Studios Kevin Feige. Ao contrário, ele elogiou o fato de o diretor de “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015) ter lhe procurado antes da notícia se tornar pública. “Ele ligou há alguns meses, o que ele não precisava fazer e foi superlegal e supergentil da parte dele”, disse Feige em uma entrevista coletiva, realizada na sede da Marvel na segunda-feira (17/4). O chefão da Marvel ainda completou, dizendo que torce pelo sucesso do filme. “Nós não poderíamos ser mais solidários. Nós queremos ver um filme de Batgirl, de Joss Whedon, ser incrível.”

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    Bruce Wayne começa sua transformação em novas prévias de Gotham

    17 de abril de 2017 /

    A rede Fox divulgou as fotos, um novo trailer e uma cena do próximo episódio de “Gotham”, que destaca a aguardada e inevitável transformação de Bruce Wayne (David Mazouz), em seus primeiros passos para virar Batman. A prévia traz Raymond J. Barry (série “Justified”) assumindo o papel de mentor do jovem, que precisará virar o “herói sombrio” que Gotham precisa. Mas esta não é a única transformação vista nos vídeos. A cena adiantada revela que o “clone” de Bruce Wayne também está de volta, de cabelo cortado e servindo a Corte das Corujas, prestes a assumir o lugar do verdadeiro herdeiro das empresas Wayne. O retorno da série também trará a transformação de Edward Nygma (Cory Michael Smith) no vilão dos quadrinhos Charada. A série encerrou a primeira metade de sua 3ª temporada em 30 de janeiro e vai retornar nos EUA em 24 de abril, com o capítulo intitulado “How the Riddler Got His Name” (como o Charada ganhou seu nome). No Brasil, “Gotham” é exibida pelo canal pago Warner.

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    Joe Manganiello faz “laboratório” com o criador do Exterminador nos quadrinhos

    12 de abril de 2017 /

    O veterano autor de quadrinhos Marv Wolfman publicou em seu Facebook uma foto de um almoço com o ator Joe Manganiello. O fortão de “Magic Mike” estava escalado para viver o Exterminador (Deathstroke) no vindouro filme do Batman, antes da produção trocar de diretor, e teria conversado com o escritor sobre o vilão. Wolfman é um dos criadores do Exterminador, entre diversos outros personagens clássicos dos quadrinhos. No registro do encontro, Wolfman escreveu que agora tinha confiança de que o ator fará um bom trabalho nos cinemas, dando a entender que a participação estaria confirmada. Veja abaixo. A desistência de Ben Affleck como diretor e a contratação de Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) para comandar o filme deixou no ar se o roteiro ainda seria o mesmo – a última versão foi escrita por Chris Terrio (“Batman vs Superman”). A Warner não fez mais nenhum comunicado desde que anunciou o novo cineasta, mas especula-se que as filmagens só devam começar em 2018, o que daria tempo suficiente para a criação de um roteiro inédito. Enquanto isso, Manganiello continua bem cotado com a Warner, que lhe reservou um lugar no elenco de “Rampage”, ao lado de Dwayne Johnson (franquia “Velozes e Furiosos”).

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