Presidente da Warner admite que estúdio precisa melhorar seus filmes de super-heróis
O presidente e CEO da Time Warner, Jeff Bewkes, admitiu que o estúdio Warner Bros. precisa melhorar a qualidade de seus filmes de super-heróis, baseados nos quadrinhos da DC Comics. “Existe espaço para melhorias. Os personagens da DC Comics tem um pouco mais de leveza do que talvez mostramos nos filmes, por isso estamos pensando como consertar isso”, ele disse, em entrevista para a revista Variety. Entretanto, ele ressaltou que os dois filmes lançados nesse ano foram bem sucedidos financeiramente, alcançando o objetivo estratégico de reapresentar os personagens clássicos da DC para o público de uma nova geração. “Nosso objetivo principal era revigorar esses personagens para novos fãs. A reinicialização do Batman com Ben Affleck (no papel) foi um grande sucesso”, ele acredita. Há controvérsias, claro, já que “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” não acompanharam o desempenho de outros filmes de super-heróis lançados este ano, como “Deadpool” e “Capitão América: Guerra Civil”. Além disso, receberam as críticas mais negativas dedicadas ao gênero em 2016. A autocrítica de Bewkes não tranquiliza os fãs, especialmente porque ele faz sua avaliação de forma autocomplacente. “Estamos no caminho certo”, resume.
Superman: Agente de Henry Cavill confirma produção da continuação de O Homem de Aço
A Warner Bros. ainda não confirmou oficialmente, mas o boato de uma nova aventura solo do Superman nos cinemas deixou de ser mera especulação. O agente do ator Henry Cavill, intérprete de Superman nas produções da Warner, confirmou o projeto numa entrevista à revista Newsweek. “Nesses últimos cinco meses, ele reorganizou suas estratégias e adquiriu produtos (para sua companhia Promethean), agora ele está filmando ‘Liga da Justiça’ e desenvolvendo um filme solo do Supeman… ele está começando a expandir esse universo”, afirmou Dany Garcia, que cuida da carreira de Cavill. O agente do astro ainda promoveu seu cliente dizendo que “dentro de um ano ou dois, ele será uma força mundialmente”. No mês passado, uma publicação do site The Wrap afirmou que a Warner estaria desenvolvendo uma sequência de “O Homem de Aço” (2013), visando “acertar” o tom do personagem, após as críticas negativas de “Batman vs. Superman”, e usar o super-herói para dar uma nova direção ao universo cinematográfico da DC Comics. Apesar das críticas negativas a “Batman vs. Superman” e até “O Homem de Aço”, a interpretação de Henry Cavill como Clark Kent/Superman nunca foi questionada. E ele voltará a vestir a capa vermelha no filme da “Liga da Justiça”, que está atualmente sendo filmado. A estreia desta produção está marcada para novembro de 2017. Vale lembrar que, depois disso, há duas datas reservadas para lançamentos não revelados da DC Comics: 5 de outubro de 2018 e 1º de novembro de 2019. Uma delas deve ser utilizada pelo filme solo do Batman vivido por Ben Affleck, enquanto a outra pode vir a ser ocupada pelo Superman.
Liga da Justiça: Henry Cavill revela detalhe do novo uniforme de Superman, totalmente preto
O ator Henry Cavill postou uma foto no seu Instagram, que iniciou uma série de especulações sobre o novo traje do Superman em “Liga da Justiça”. A imagem é o close de um detalhe de um uniforme preto, que foi divulgada pelo ator com a hashtag #Superman. Na última aparição ao lado do Batman e Mulher-Maravilha, o super-herói vestiu o tradicional uniforme azul e vermelho. Mas Superman já usou um traje totalmente preto nos quadrinhos, após retornar dos mortos. Trata-se de um traje especial para que ele consiga absorver mais energia do sol e, assim, recuperar-se mais rapidamente. A presença do uniforme se encaixa com a trama de “Batman vs. Superman”, que, como agora se sabe, usou parte da narrativa da famosa história em quadrinhos “A Morte do Superman” (1993). Novamente escrito por Chris Terrio e dirigido por Zack Snyder (ambos de “Batman vs Superman”), o filme tem estreia marcada para novembro de 2017.
Suposta ex-funcionária da Warner afirma que filme da Mulher Maravilha é outro desastre
O fracasso consecutivo dos filmes da Warner inspiraram uma carta aberta, supostamente assinada por uma ex-funcionária usando um pseudônimo, que desanca o estúdio e seu CEO, Kevin Tsujihara, por insistir nos mesmos erros e ter os mesmos resultados ruins, filme após filme, revelando, ao final, que “Mulher-Maravilha” é outra bomba esperando estourar. Publicada no site Pajiba, a carta de Gracie Law (nome da personagem de Kim Cattrall em “Os Aventureiros do Bairro Proibido”) ataca a falta de rumo do estúdio, que vem causando demissões em série pelas péssimas decisões tomadas nos últimos anos. “Um monte de fãs podem estar com raiva (e com razão), porque estão destruindo personagens que a gente ama, mas isso é um pouco mais pessoal para mim. Veja, eu sou uma ex-funcionária da Warner Bros”, ela afirma, lembrando que, apesar de o fracasso de “O Homem de Aço” ter causado várias demissões em 2014, o estúdio recompensou o diretor Zack Snyder com filmes de orçamentos ainda mais caros. E “Batman vs. Superman” tampouco deu o retorno esperado. “Zack Snyder não está dando resultados. Ele está sendo punido? Ele está sendo recompensado com mais oportunidades de fazer mais pessoas serem demitidas”, ela desabafa, dizendo que isso era uma verdadeira lição de vida: “Quem está por cima estraga tudo e quem está embaixo é que sofre”. Para ela, o problema não se resume aos filmes da DC. E ela lista uma relação considerável de fracassos: “O Destino de Jupiter”, “O Durão”, “Max”, “Férias Frustradas”, “Pan”, “Caçadores de Emoção: Além do Limite”… “As pessoas perdem seus empregos e você decide que ‘Pan’ era uma boa ideia. Você acha que realizar outro ‘Mogli’ (depois da Disney) é uma boa ideia”, escreve a ex-funcionária na carta para Tsujihara. Revelando que acabara de sair de uma sessão de “Esquadrão Suicida”, ela assume que foi motivada a escrever pela raiva de ver como o estúdio conseguiu estragar o filme que poderia resgatá-lo da mediocridade. “O que vocês estão fazendo?”, lamentou, culpando a Warner por “arruinar completamente personagens que os fãs estão desesperados para amar.” A pá de cal vem na revelação sobre o próximo lançamento da DC Comics. “Quem sabe ‘Mulher Maravilha’ não seja um desastre tão grande. Mas não se enganem com o bom trailer, as pessoas dentro da produção já estão dizendo que as coisas estão horríveis”. Atualmente em pós-produção, “Mulher-Maravilha” tem estreia prevista para junho de 2017.
Esquadrão Suicida: Diretor revela que Robin foi assassinado pelo Coringa
O diretor David Ayer acabou com a especulação sobre um detalhe de “Esquadrão Suicida” tão relevante quanto o papel de Jena Malone em “Batman vs. Superman”. Afinal, quem matou Robin? Assim como na saga em quadrinhos “Morte em Família”, o assassino foi mesmo o Coringa. Fãs tinha concluído, por conta própria, que o personagem, que não apareceu em nenhum filme do universo compartilhado da DC, teria sido morto pela Arlequina – graças a um rápido vislumbre na ficha corrida da criminosa, em “Esquadrão Suicida”. Mas não foi nada disso. O diretor chegou até a revelar que, após o assassinato, Batman basicamente arrebentou a cara do Coringa e o jogou no Asilo Arkham. E foi lá que o vilão teria feito a tatuagem de “estragado” (damaged) na testa, como uma forma de dizer que ele “era bonito antes, mas o Batman estragou minha cara”, explicou Ayer, em entrevista para a revista Empire, sobre a história pregressa criada para os personagens. Agora, com as respostas, os fãs podem especular se o Robin morto é Jason Todd, como nos quadrinhos, ou Dick Grayson, o herói original, ou até mesmo algum outro substituto. Nada disso sequer foi escrito no roteiro de “Esquadrão Suicida”, filme que teve “seis ou sete montagens diferentes” e dezenas de cenas cortadas. Atualmente em cartaz nos cinemas, “Esquadrão Suicida” também teve a cara quebrada pela crítica internacional, mas conseguiu estrear no topo das bilheterias, tanto nos EUA quanto no Brasil.
Zack Snyder dirigiu cena importante de Esquadrão Suicida
Muitos fãs esperavam que “Esquadrão Suicida” fosse capaz de inaugurar uma nova etapa nos filmes baseados nos quadrinhos da DC Comics. Afinal, ao contrário de “Batman vs. Superman” e o anterior “O Homem de Aço”, ele tinha a distinção de ser o primeiro sem a direção de Zack Snyder, desde que a Warner lançou seu projeto de universo compartilhado em 2013. Mas agora vem a notícia de que nem isso era inteiramente verdade. Em entrevista ao site Collider, o diretor David Ayer admitiu que Zack Snyder dirigiu uma cena importante do filme. Trata-se da participação do Flash. A sequência em que o herói prende o vilão Capitão Bumerangue (Jai Courtney) nem sequer foi filmada nos EUA, como o resto do “Esquadrão Suicida”. Ela foi rodada no set da “Liga da Justiça”, na Inglaterra, quando “Esquadrão Suicida” já tinha encerrado sua fotografia principal e estava em pós-produção. Snyder filmou Ezra Miller como Flash, aproveitando um intervalo entre as filmagens da “Liga da Justiça”. “Flash sempre esteve no filme, mas fomos sortudos porque ‘Liga da Justiça’ estava sendo filmado e eles tinham o uniforme, tinham tudo pronto, então conseguimos filmar esta sequência”, contou Ayer. Muita coisa aconteceu no filme na pós-produção, especialmente na montagem, que cortou diversas cenas – segundo Jared Leto, o suficiente para um filme solo do Coringa – , e divergiu bastante do roteiro original do diretor, por pressão dos executivos da Warner Bros., após o mau desempenho de “Batman vs. Superman” junto à crítica. O resultado foi uma estreia ainda maisvilipendiada pela crítica, que deu a “Esquadrão Suicida” uma avaliação inferior (26% de aprovação) à já péssima cotação de “Batman vs. Superman” (27%). Mesmo assim, o longa de David Ayer abriu em 1º lugar em vários países, como os EUA e o Brasil, no fim de semana passado.
Novo filme solo de Superman vira prioridade da Warner
Superman deve ganhar um novo filme solo em breve. Segundo o site The Wrap, a Warner já está desenvolvendo uma sequência de “O Homem de Aço” (2013), que estaria sendo tratada como alta prioridade. O objetivo seria “acertar” o tom do personagem, após as críticas negativas de “Batman vs. Superman”, e usar o super-herói para dar uma nova direção ao universo cinematográfico da DC Comics. O estúdio não comentou oficialmente as informações, mas há duas datas reservadas para lançamentos não revelados da DC Comics: 5 de outubro de 2018 e 1º de novembro de 2019. Uma delas deve ser utilizada pelo filme solo do Batman vivido por Ben Affleck, enquanto a outra pode vir a ser ocupada pelo Superman. Apesar das críticas negativas a “Batman vs. Superman” e até “O Homem de Aço”, a interpretação de Henry Cavill como Clark Kent/Superman nunca foi questionada. E ele voltará a vestir a capa vermelha no filme da “Liga da Justiça”, que está atualmente sendo filmado. A estreia desta produção está marcada para novembro de 2017.
Esquadrão Suicida estreia em 1º lugar no Brasil, mas não supera Batman vs. Superman
O filme do “Esquadrão Suicida” foi lançado em número recorde de salas no Brasil – 1.405 salas, incluindo 912 telas 3D e todas as 12 de IMAX no país. Ou seja, seu lançamento representou uma das raras vezes em que quase metade de todo o parque exibidor do país exibiu o mesmo filme, com destaque para as salas com ingressos mais caros. Este monopólio, como esperado, garantiu-lhe o 1º lugar nas bilheterias, com R$ 35,3 milhões de arrecadação e 2 milhões de ingressos vendidos no fim de semana estendido. Considerando as premières pagas de quarta-feira (3/8) na conta, o valor chega até R$ 38,7 milhões e 2,2 milhões de ingressos, segundo os dados computados pela empresa de consultoria ComScore. Mas, mesmo assim, a arrecadação não superou as estreias de “Capitão América: Guerra Civil” (2,6 milhões de ingressos e R$ 43,9 milhões) e “Batman vs Superman” (2,4 milhões de ingressos e R$ 39 milhões – ou R$ 44 milhões contando a pré-estreia), para citar dois blockbusters deste ano, que tiveram lançamentos “menores”. Como consolo, o filme registrou alguns recordes pontuais no país, como a maior abertura de um filme lançado no mês de agosto ou protagonizado por Will Smith no Brasil. O recorde anterior era de “MIB³ – Homens de Preto 3” (2012). No mercado norte-americano, “Esquadrão Suicida” também dominou o fim de semana e bateu o recorde para uma estreia no mês de agosto, com US$ 135,1 milhões, bem acima dos US$ 94,3 milhões registrados por “Guardiões da Galáxia” em 2014. Segundo estimativas, o filme deve somar US$ 267,1 milhões em todo mundo em sua estreia, na contramão das críticas negativas que recebeu. Mas é esperada uma grande queda para a próxima semana.
Esquadrão Suicida: Jared Leto diz que várias cenas do Coringa foram cortadas do filme
A blitz publicitária do “Esquadrão Suicida” vai render uma bilheteria de estreia impactante, mas o filme não entrega o que promete. E um dos casos mais evidentes é o pouco espaço ocupado pelo Coringa na trama. Muito se falou sobre como Jared Leto incorporou o personagem nos bastidores da produção, mas na tela sua presença é mínima. Todas as cenas em que ele aparece foram mostradas nos trailers. E há, inclusive, imagens vistas na divulgação que não aparecem no filme. Segundo o próprio ator, sua participação foi bastante cortada. “Há muitas cenas que não entraram no filme final. Tomara que um dia elas sejam vistas. Quem sabe”, ele lamentou, em entrevista à publicação britânica TeleStar. Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter apurou que o trabalho do diretor David Ayer sofreu intervenção do estúdio, que encomendou uma montagem para a equipe que criou os trailers. “Batman vs. Superman” também teve uma montagem diferente para os cinemas, mas o objetivo foi diminuir a duração e a violência, não alterar o filme completamente. Além disso, a produção de uma versão estendida para Blu-ray, considerada a “versão do diretor”, foi anunciado antes mesmo da estreia do longa-metragem. Como Jared Leto chama a atenção, desta vez não se sabe se as cenas cortadas de “Esquadrão Suicida” serão vistas pelo público. A regra não escrita é que obras com problemas de bastidores dificilmente ganham “versão do diretor”. Afinal, caso superem a produção exibida nos cinemas, essas revisões servem apenas para escancarar a incompetência do estúdio, que mexeu onde não deveria – e de forma autoritária. Há muita curiosidade, por exemplo, a respeito de como seria a versão do “Quarteto Fantástico” do diretor Josh Trank. Mas há casos raros em que o tempo permite distanciamento suficiente para um “mea culpa”. A própria Warner já lucrou bastante com sua constrição em relação a “Blade Runner” (1982), filme mutilado pelo estúdio, que foi remontado à revelia de Ridley Scott e ganhou uma narração inexistente no roteiro para sua estreia nos cinemas. O culto à obra, porém, fez crescer tanto o interesse na versão “perdida” que o estúdio acabou pagando para Scott remontar o filme. Desde a era do VHS, a montagem “do diretor” é que ocupa as prateleiras das locadoras e lojas de vídeo.
Esquadrão Suicida: Saiba tudo o que deu errado nos bastidores da produção
A implosão crítica do filme “Esquadrão Suicida”, que está recebendo notas piores que as de “Batman vs. Superman”, começa a trazer a público um drama de bastidores tão intenso quanto o que tentou ser escondido durante a produção de “Quarteto Fantástico”, com interferências do estúdio, refilmagens e uma edição final que levou o filme a uma direção completamente diferente de seu projeto original. Segundo apuraram várias publicações americanas, os problemas começaram desde a aprovação do projeto. O diretor e roteirista David Ayer escreveu o roteiro em seis semanas e, assim que colocou suas mãos nele, a Warner aprovou as filmagens no ato, marcando uma data de estreia antes do elenco ser reunido. Isto não deu tempo para o roteiro ser melhor trabalhado. Mesmo assim, durante as filmagens, o estúdio decidiu que o roteiro não era o que eles queriam. Isto porque tinha o mesmo clima sombrio de “Batman Vs Superman”, que ao ser lançado precipitou uma avalanche de críticas negativas e ficou aquém do resultado de bilheteria esperado. Ao mesmo tempo, o longa do “Deadpool” mostrou que personagens psicopatas e humor eram uma combinação de sucesso. E a Warner decidiu que “Esquadrão Suicida” deveria ser mais parecido com o filme da Fox. De acordo com fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, o diretor David Ayer foi obrigado a modificar o filme, que era denso e sombrio, para algo leve e engraçado. A reportagem confirma o que boatos antigos diziam: que todas as piadas originais estavam nos primeiros trailers e que o resto do filme se levava muito a sério. Para complicar ainda mais a situação, os trailers, que seriam completamente diferentes do filme, fizeram muito sucesso. O que levou a Warner a procurar a empresa responsável por editá-los, a Trailer Park, para produzir uma edição alternativa do “Esquadrão Suicida”, enquanto Ayer ainda estava filmando. Em março, o estúdio começou a testar as duas versões: a séria de Ayer e a mais leve do Trailer Park. E as reações do público foram divididas. Como o diretor se mostrou receptivo a participar do processo, a Warner buscou encontrar um meio termo. Toda a abertura foi alterada, passando a trazer introduções dos vilões e gráficos coloridos. No filme original de Ayer, as cenas de “introdução” faziam parte de flashbacks espalhados ao longo da projeção. Mas isso deixou a história leve no começo e pesada no fim. Para equilibrar um pouco mais a trama, o estúdio concordou em aumentar seus gastos, com a reconvocação do elenco para filmagens extras. O objetivo foi inserir mais cenas engraçadas, como a blogosfera tinha apurado, e não apenas para aumentar a ação da trama, como a equipe justificou. Ao final, o resultado foi emendado e reeditado por um batalhão de profissionais contratados para dar a forma final ao filme, que se materializou apenas durante a montagem. Segundo as fontes do THR, as decisões foram tomadas em meio ao pânico de temer uma implosão do universo das adaptações dos quadrinhos da DC Comics. E teria envolvido muitos conflitos de ego, quando o necessário seriam cabeças frias. Uma das consequências do clima conturbado foi que o novo filme de Ayer, que voltaria a reuni-lo com Will Smith, saiu do cronograma da Warner. O diretor acabou fechando um acordo milionário com o Netflix para realizá-lo. Mas para abafar possíveis controvérsias, diretor e estúdio concordaram em emitir um comunicado conjunto, em que confirmam ter chegado ao “Esquadrão Suicida” que o público irá conhecer de comum acordo. O presidente de produção da Warner, Greg Silverman, assina a nota, em nome do diretor. “Esta foi uma experiência incrível. Nós fizemos um monte de experimentação e colaboração ao longo do caminho. Mas nós dois somos muito orgulhosos do resultado. Este… é um filme de David Ayer, e Warner tem o orgulho de apresentá-lo”, resume a versão oficial.
Jared Leto quer interpretar o Coringa no filme solo de Batman
Jared Leto gostou mesmo de interpretar Coringa em “Esquadrão Suicida”. Tanto que afirma que gostaria de viver o vilão novamente num filme de “Batman”. “Espero que seja apenas uma introdução, e não o fim. Eu poderia facilmente interpretar só o Coringa por mais umas duas vezes e depois me aposentar. Porque é tão satisfatório, criativo, imaginativo… É difícil pensar em algo mais além dele”, disse Leto, em entrevista ao jornal Toronto Sun. Sobre um possível retorno num filme do Batman, ele sugere: “Acho que seria incrível ver Batman e Coringa frente a frente. Esse Batman [Affleck] e esse Coringa. Seria divertido”. Boatos sobre o filme solo de Batman, que será escrito, dirigido e estrelado por Ben Affleck, situam a ação no Asilo Arkham, onde o Coringa e outros psicopatas costumam ser encarcerados. A produção ainda não tem cronograma de filmagem nem perspectiva de lançamento.
Batman: Rumor sugere que próximo filme do herói será passado no Asilo Arkham
O site Batman-News espalhou o rumor de que o filme “The Batman”, que está sendo escrito pelo ator Ben Affleck (intérprete de Batman em “Batman vs. Superman”) e o roteirista Geoff Johns (cocriador da série “The Flash”), pode se passar no Asilo Arkham, mostrando o herói preso entre seus maiores inimigos. Esta é a premissa da graphic novel “Asilo Arkham”, escrita por Grant Morrison e ilustrada por Dave McKean em 1989, que, inclusive, inspirou um videogame premiado de Batman. Entretanto, Ben Affleck já disse que a história do novo filme não se basearia em nenhuma aventura prévia dos quadrinhos e exploraria o lado de detetive do herói. Ben Affleck também vai dirigir o longa. Mas, antes disso disso, voltará a aparecer como Batman no filme “Esquadrão Suicida”, que estreia em agosto, e em “Liga da Justiça”, que começou a ser filmado em abril, com direção de Zack Snyder (também de “Batman vs. Superman”).
Personagem de Jena Malone em Batman vs. Superman finalmente é revelado
Uau! Os fofoqueiros nerds conseguiram errar três vezes o papel da atriz Jena Malone (franquia “Jogos Vorazes”) no filme “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. Uma cena da versão “definitiva” (na verdade, do Blu-ray), que caiu e já saiu da internet, finalmente revelou quem ela interpretou no longa-metragem. E não foram os três erros consecutivos do Latino Review, Heroic Hollywood e outros sites especialistas em boataria nerd. Jena Malone interpretou Jenet Klyburn. Quem? Uma personagem menor, cientista do S.T.A.R. Labs que, nos quadrinhos, se torna a diretora do laboratório. Por conta disso, ela pode reaparecer em novos filmes da DC Comics, como “The Flash” e “Cyborg” – que só serão lançados em 2018 e 2020, respectivamente. Ou não. Afinal, sua participação foi cortada da versão cinematográfica de “Batman vs. Superman”. O motivo do corte da atriz nunca foi explicado pela produção. O mais provável é que tenha sido uma decisão de montagem, para diminuir o tempo da projeção, que ainda assim ficou longa com duas horas e meia de duração. Mas o que chama mais atenção nesse história é a quantidade de posts que foram acumulados sobre a participação da atriz no filme, que sequer foi exibida. No começo, cravaram que ela seria Carrie Kelly, a versão feminina de Robin. Depois, seria Batgirl. E finalmente houve um “consenso” em torno da identidade civil da Batgirl, Barbara Gordon, filha do Comissário Gordon. Tudo errado e irrelevante, como seu corte demonstra. A extensão da participação de Jenet Klyburn só será revelada na versão em DVD e Blu-ray do filme, que chega nas lojas brasileiras no dia 19 de julho. Já Jena Malone poderá ser vista a seguir no terror “The Neon Demon”, de Nicolas Winding Refn (“Drive”), previsto para 1 de setembro.










