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    Mulheres que acusam ator de Carinha de Anjo de estupro contam o que aconteceu

    30 de novembro de 2017 /

    A camareira e a assistente de figurino que denunciaram o ator Thogun Teixeira (da novela “Carinha de Anjo” e de filmes como “A Comédia Divina” e “O Escaravelho do Diabo”) por estupro e tentativa de estupro em Sorocaba, no interior de São Paulo, durante a produção do filme “A Volta”, relataram o que aconteceu para a reportagem do G1. Com medo, as mulheres pediram para não terem a identidade divulgada. Segundo as vítimas, o ator teria estuprado a camareira após o fim de um dia de filmagens, no fim de semana e, horas depois, tentado estuprar a assistente no mesmo quarto. As duas foram colegas de quarto durante o período de produção do filme em Sorocaba. “Cheguei de uma filmagem noturna, estava muito cansada, a galera ia ficar na beira da piscina bebendo e eu fui para o quarto. Entrei no banho e, quando ouvi a porta do quarto, abri o banheiro e já me deparei com aquela pessoa ali”, contou a camareira. A mulher conta que nunca teve nenhum tipo de aproximação com o ator, nem mesmo trocou número de telefone e que o relacionamento deles durante as gravações era estritamente profissional. “Ele não disse nada na hora, já me empurrou em cima do vaso sanitário e me agrediu ali mesmo. Ele é grande e eu não tive reação, me deu um tapa nas costas e foi tudo muito rápido, ele não aparentava estar normal”, conta a camareira. Em seguida, ela disse que o ator se despediu dizendo “boa sorte” e saiu do quarto. Sem reação, ela afirma que relatou o ocorrido para a colega quando retornou ao quarto, elas trancaram a porta e resolveram dormir. Horas depois, o ator teria entrado novamente no quarto e tentado estuprar a assistente de figurino, a acordando passando a mão em sua perna. Assustada, a vítima ameaçou fazer um escândalo e o mandou embora do quarto. O ator teria deixado o cartão que usou para entrar e saído. “Fui acordada com ele tocando minha perna e perguntei como conseguiu o cartão do quarto. Primeiro, ele disse que eu tinha dado a chave e depois falou que pegou na recepção, que era homem, e que por isso era fácil. Falou que disse estar hospedado no nosso quarto. Pedi para ir embora, ele deixou a chave e saiu”, afirmou a segunda vítima. Por conta do retorno dele ao quarto após o crime, a camareira acredita que, quando foi violentada, o ator estava à procura, na verdade, da assistente. “O alvo não era eu. Mas como eu estava ali, de toalha, ele veio para cima. Nunca tive nenhuma aproximação com ele, eu nunca troquei telefone com ele”, frisa. A assistente de figurino alega que era assediada há algum tempo pelo ator e que inclusive chegou a ser abordada por ele antes da noite do crime, durante um café da manhã no hotel. Na ocasião, ele teria se oferecido para ir até o quarto dela. A assistente garante que nunca respondeu as investidas e nem o autorizou a entrar em seu quarto. Em entrevista por telefone ao G1, Thogun nega os crimes e diz que o ato sexual com a camareira de figurino foi consensual. O ator confirma que teve relação sexual com a mulher, mas com consentimento dela. “Elas deixaram a chave autorizada na portaria. Eu peguei a chave e entrei no quarto. Como alguém conseguiria entrar no quarto?”, questiona Thogun. A delegada titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) em Sorocaba, Ana Luiza Salomone, abriu inquérito policial para apurar as denúncias. O boletim de ocorrência do caso foi registrado na madrugada de domingo (26/11) e as mulheres voltaram à DDM na terça-feira (28/11) para fazer a representação contra o ator. Por meio de nota, o hotel disse que está à disposição da Justiça para colaborar com as investigações. A polícia também irá investigar como o ator teve acesso ao quarto. O filme “A Volta” também inclui em seu elenco Tuca Andrada (novela “A Lei do Amor”), Guilhermina Guinle (novela “Êta Mundo Bom!”) e André Ramiro (“Tropa de Elite”) e tem estreia prevista para 2018. Com roteiro e direção de Ronaldo Uzeda (“Caminhos de Jesus”), ele conta a história de George (Tuca Andrada), que se torna justiceiro depois que sua mulher Bruna (Guilhermina Guinle) é assassinada e sua neta é sequestrada.

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    Disney sabia do comportamento do diretor de Toy Story: “Inapropriado até com as fadinhas”

    29 de novembro de 2017 /

    Novas informações vieram à tona sobre as acusações de assédio sexual contra John Lasseter, um dos fundadores da Pixar, diretor de “Toy Story” e chefe do departamento de animação da Disney. O Deadline ouviu funcionários da Disney, que não quiseram se identificar, mas confirmaram que a Disney sabia do comportamento de Lasseter e até designava “babás” para vigiá-los em reuniões com mulheres ou festas da companhia. Segundo a reportagem, Lasseter comparecia às festas escoltado por um funcionário, cuja função era “prevenir” ações que poderiam ser vistas como inapropriadas. Uma das fontes citou casos de executivas que se demitiram após toques indesejados e uma obsessão doentia pelas atrizes que serviam de modelo para as animações da franquia Tinker Bell, nos filmes de fadas feito para o mercado de DVD. “Ele era inapropriado até com as fadinhas”, disse um ex-executivo da Pixar, após revelar que ele convenceu a Disney a bancar uma viagem do elenco feminino da franquia e insistir em levar as atrizes para festas. “Tivemos que escalar alguém para acompanhá-lo e ter certeza de que ele não ficaria sozinho com elas”. Uma executiva contou que não podia sentar a seu lado em reuniões de trabalho, que ele passava a mão boba na sua perna. “Era muito desconfortável. Com o tempo, comecei a evitar me sentar perto dele sempre que podia, porque isso me afligia e me impedia de falar”, confidenciou. Outro executivo da Pixar descreveu um momento em que, após uma feira de brinquedos em Nova York, Lasseter propôs que todos saíssem para “tomar um drinque”. “Quando vimos, ele estava puxando a única mulher que havia no grupo para perto de si e passando a mão por todo o corpo dela. Ela tentou rir depois, mas era óbvio que ela ficou irritada, e com muita razão”, conta o entrevistado, revelando que ela se demitiu. A Disney e a Pixar não se pronunciaram sobre os novos detalhes do comportamento de Lasseter. O diretor se afastou provisoriamente de sua posição como chefe do departamento de animação da Disney – para “um semestre sabático”, segundo seu próprio comunicado – , e boatos indicam que Pete Docter, diretor de “Monstros S.A.” pode assumir seu lugar. Em texto enviado aos funcionários da Pixar, Lasseter disse: “Recentemente, tive uma série de conversas difíceis que foram muito dolorosas para mim. Nunca é fácil enfrentar seus erros, mas é a única maneira de aprender com eles. Minha esperança é que um semestre sabático possa me dar a oportunidade de começar a cuidar melhor de mim mesmo, me recarregar e me inspirar, para então retornar com a visão e a perspectiva que preciso para ser o líder que vocês merecem”. O texto de Lasseter também aborda sua fama de “pegajoso”. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, disse o produtor.

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    Após crossover, criador das séries dos heróis da DC é demitido por assédio sexual

    29 de novembro de 2017 /

    Enquanto as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow” comemoram o sucesso do crossover deste ano, “Crisis on Earth-X”, a Warner Bros. Television (WBTV) transformou a festa em despedida, anunciando que o roteirista e produtor dos episódios não fará mais parte do Arrowverse. Co-criador das quatro séries, Andrew Kreisberg foi oficialmente demitido, após amargar suspensão por denúncias de má conduta nos sets. O produtor foi acusado por 19 pessoas, que relataram casos de toques inapropriados, pedidos de massagens, comentários de teor sexual sobre a aparência de mulheres, além de beijos sem permissão. Quando as denúncias vieram à tona, os protagonistas das séries se juntaram num crossover diferente, usando as redes sociais para compartilharem mensagens contra o assédio sexual. A declaração mais forte foi a de Melissa Benoist. A intérprete de Supergirl foi a primeira a se manifestar, lembrando que a personagem representa “igualdade, feminismo, empoderamento e a luta pelo que é certo”, mas, “infelizmente, a série e a minha carreira fazem parte de uma indústria que nem sempre reflete esses sentimentos”. “Isto é de partir o coração e às vezes me faz sentir sem esperanças”, acrescentou, afirmando que as vítimas de assédio “deveriam sempre ser ouvidas”. “Quando as pessoas tem crises ou assediam os outros, elas devem sempre ser responsabilizadas — independentemente da indústria em que trabalhem ou quanto poder eles exercem”, disse ela, acrescentando que voltaria às gravações de “Supergirl” ainda mais comprometida a ser “uma parte da mudança de norma, escutando quando as pessoas falam, e recusando a aceitar um ambiente que seja menos do que um espaço seguro, respeitoso e colaborativo”. A WBTV promoveu uma “investigação completa” sobre as múltiplas alegações e constatou suas veracidades, antes de decidir pela demissão. Com isso, Greg Berlanti, principal produtor e também cocriador das quatro séries, assumirá responsabilidades adicionais no dia-a-dia de “The Flash” e “Supergirl”. Berlanti e sua parceira de produção, Sarah Schechter, divulgaram seu próprio comunicado, apoiando a demissão de Kreisberg. Diz o texto: “O Warner Bros. Television Group concluiu recentemente sua investigação sobre as alegações contra Andrew Kreisberg. Encorajamos e apoiamos esta investigação, acreditamos e apoiamos as pessoas que se apresentaram e concordamos com a decisão do estúdio. Nada é mais importante para nós do que a segurança e o bem-estar de todos os nossos colegas – colegas de trabalho, equipe e funcionários”.

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    Todo o Dinheiro do Mundo: Novo comercial troca Kevin Spacey por Christopher Plummer

    29 de novembro de 2017 /

    A Sony divulgou o primeiro comercial de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World) após a substituição de Kevin Spacey (série “House of Cards”) por Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”). Sem procurar esconder a mudança, a prévia até dá mais destaque ao trabalho do novo ator. A substituição de Spacey, que se envolveu num escândalo sexual, foi feita após a produção estar finalizada. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. Para complicar, Ridley Scott filmara “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil já estava marcada para 2018, em janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.

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    Ator de Carinha de Anjo é acusado de estupro durante produção de filme

    29 de novembro de 2017 /

    A polícia de Sorocaba, no interior de São Paulo, está investigando uma acusação de estupro durante a produção do longa-metragem “A Volta”, que teve cenas rodadas na cidade paulista. O ator Thogun Teixeira (“A Comédia Divina” e novela “Carinha de Anjo”) foi acusado por uma camareira de estupro, e por uma assistente de figurino de tentativa de abuso sexual. A delegada titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) em Sorocaba, Ana Luiza Salomone, informou ao UOL que um boletim de ocorrência foi registrado no domingo, em outra delegacia, e que as duas mulheres procuraram a DDM para fazer uma representação contra o ator na terça-feira (28/11). Os casos teriam ocorrido longe das filmagens, em um quarto de hotel de Sorocaba, e a delegada confirmou que constam entre as denúncias que ele teria invadido o quarto. “Para mim, o que importa é o fato em si e tudo vai ser apurado. As vítimas fizeram boletim de ocorrência no domingo, em uma delegacia de plantão, e mais tarde procuraram a Delegacia da Mulher e representaram contra ele, resultando na instauração de inquérito policial”. Procurado pelo UOL, Thogun Teixeira negou as acusações de estupro e afirmou que houve sexo consensual com uma das mulheres, mas afirmou que foi aconselhado por seus advogados a não se pronunciar mais longamente sobre o caso. “Fui orientado pelo meu advogado e minha assessoria e empresária para não responder mais nada a respeito disso. Providências jurídicas sérias estão sendo tomadas quanto a isso, porque a maior parte lesada sou eu e minha família; tenho um filho de 3 meses, mulher, e quero que a verdade apareça”, afirmou ele, que prestou depoimento em Sorocaba sobre o caso. O filme “A Volta” também inclui em seu elenco Tuca Andrada (novela “A Lei do Amor”), Guilhermina Guinle (novela “Êta Mundo Bom!”) e André Ramiro (“Tropa de Elite”) e tem estreia prevista para 2018. Com roteiro e direção de Ronaldo Uzeda (“Caminhos de Jesus”), ele conta a história de George (Tuca Andrada), que se torna justiceiro depois que sua mulher Bruna (Guilhermina Guinle) é assassinada e sua neta é sequestrada.

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  • Série

    Wisdom of the Crowd é virtualmente cancelada

    28 de novembro de 2017 /

    A rede americana CBS informou que não vai encomendar mais episódios da série “Wisdom of the Crowd”, além da encomenda inicial de 13 capítulos. Na prática, a decisão da CBS significa o cancelamento do programa. A série até vinha obtendo boa audiência nas noites de domingo, com média de 7 milhões de telespectadores, mas é estrelada por Jeremy Piven, um dos atores envolvidos nas denúncias de abuso sexual que atualmente sacodem Hollywood. Três mulheres denunciaram comportamento inconveniente do ator. Duas delas afirmam terem sido agredidas sexualmente quando figuraram na série “Entourage”. A mais famosa, Cassidy Freeman (séries “Smallville” e Longmire”), ecoou as acusações em seu Instagram, sem dar maiores detalhes. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário de tecnologia brilhante, que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Jeremy Piven vive o protagonista, Natalia Tena (a Osha de “Game of Thrones”, irreconhecível) é sua principal assistente no projeto e Richard T. Jones (série “Santa Clarita Diet”) interpreta o detetive policial encarregado de checar as informações recebidas. O elenco ainda inclui Blake Lee (série “Mixology”), Jake Matthews (série “Bosch”) e Monica Potter (série “Parenthood”). A série seguia uma fórmula que vem se provando fracassada, em que um milionário decide solucionar os problemas do mundo. Entre as produções recentes que partiram dessa premissa e foram canceladas na 1ª temporada estão “APB”, “Pure Genius” e “Proof”.

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    Após acusarem Harvey Weinstein, atrizes Rose McGowan, Asia Argento e Annabella Sciorra se encontram

    26 de novembro de 2017 /

    Três das mais engajadas acusadoras dos abusos de Harvey Weinstein, as atrizes Rose McGowan, Asia Argento e Annabella Sciorra se encontraram no fim de semana nos Estados Unidos. McGowan e Argento compartilharam a mesma foto do encontro em suas páginas no Instagram. Rose escreveu: “Momentos mágicos com @asiaargento & @iamannabellasciorra #WomenRise #Survivors #ROSEARMY”. Já Argento publicou um poema ao lado da foto: “Você é minha irmã/ E eu amo você/ Talvez todos seus sonhos se tornem realidade Eu quero isso para você/ Eles vão se tornar realidade @rosemcgowan @ iamannabellasciorra”. O que o grupo estava fazendo durante a reunião não foi abordado nas imagens. No entanto, Anthony Bourdain, célebre chef da TV, que está namorando Argento, também tuitou a foto com a legenda: “Foi uma honra cozinhar para esta reunião das mentes @AsiaArgento @rosemcgowan @AnnabellSciorra”. As três atrizes são as que mais têm dado dor de cabeça para Weinstein, com acusações de estupro. O nome de McGowan foi citado na primeira reportagem do jornal New York Times em outubro, que deu início à avalanche de escândalos sexuais que assola Hollywood, e após a polêmica veio à público falar de seu estupro. Argento foi a primeira atriz a assumir para a imprensa ter sido estuprada por Weinstein. E Sciorra afirmou que o produtor invadiu sua casa para estuprá-la.

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  • Série

    House of Cards deve retomar produção da 6ª temporada em dezembro

    26 de novembro de 2017 /

    A Media Rights Capital, empresa responsável pela produção de “House of Cards”, emitiu um comunicado definindo a intenção de retomar a produção da 6ª e potencialmente última temporada da série. O hiato foi oficialmente estendido até 8 de dezembro, após as gravações serem suspensas no final de outubro, em meio a acusações de assédio contra o ator Kevin Spacey, protagonista e produtor da atração. A pausa será duas semanas maior que o originalmente previsto. A MRC e a Netflix consideraram que um mês seria suficiente, mas na prática os roteiristas precisaram de mais tempo para resolver como eliminar o personagem de Kevin Spacey da trama já escrita. Ele foi demitido da série após o escândalo sexual tomar proporções “epidêmicas”. Além disso, o final da temporada está sendo reescrito para deixar aberta a possibilidade de um spin-off da série. A Netflix ainda não aprovou esse projeto, mas seria uma forma de continuar o legado de “House of Cards”, primeiro sucesso da plataforma, sem a sombra da participação de Spacey. “Estes últimos dois meses testaram todos nós de maneiras que nenhum de nós poderia ter previsto”, diz o comunicado da MRC. “A principal coisa que aprendemos ao longo deste processo é que esta produção é maior do que apenas uma pessoa e não podemos estar mais orgulhosos de estar associados a uma das mais leais e talentosas equipes de produção e elenco neste negócio”.

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  • TV

    Aguinaldo Silva explicita campanha pelo “perdão” a José Mayer na Globo

    24 de novembro de 2017 /

    O autor de novelas Aguinaldo Silva encampou a campanha pelo “perdão” ao ator José Mayer, afastado da Globo desde o final da novela “A Lei do Amor”, em março, após ser acusado de assédio sexual. Em sua página do Facebook, Silva divulgou uma imagem com a mensagem: “Força, Zé! Todos cometem erros… e não será um bando de oportunistas que vai apagar a sua estrela!”. Na legenda, escreveu: “Faço por valer o significado da palavra ‘Amigo”: jamais vou te esquecer e ninguém vai me calar!”. Aguinaldo Silva está em campanha ativa para ter Mayer em sua próxima novela. Ele já havia escalado o ator para “O Sétimo Guardião”, e, ao contrário de boa parte da emissora que atacou o ator, manteve o convite mesmo depois do caso de assédio. Desde então, o próprio escritor enfrentou uma polêmica em relação à autoria dessa novela, que foi cancelada. Mas já preparou uma nova história, “A História dos Lobos”, aprovada para entrar no ar no segundo semestre de 2018. Além da campanha a favor de Mayer, Aguinaldo Silva vem postando comentários polêmicos sobre o assunto do assédio sexual. No início de novembro, ele escreveu no Twitter: “Afinal, quem assedia quem neste nosso mundo em que ser um ‘sedutor’ tornou-se uma virtude e um trunfo para todos os sexos já reconhecidos?” José Mayer foi afastado depois que a figurinista Susllem Tonani tornou público o assédio que sofreu por meses nos bastidores da Globo. A abordagem teria começado com elogios, passado para cantadas mais abertas até o dia em que ele teria tocado suas partes íntimas sem consentimento. Ela denunciou as investidas do ator no Departamento de Recursos Humanos da emissora em 2016, mas, como isso não gerou resultados, decidiu tornar o fato público em março, no blog Agora É Que São Elas, da Folha de S. Paulo. O caso acabou ganhando grande repercussão e uniu as atrizes da emissora em seu apoio, com direito a hashtag, camiseta e slogan contra o assédio, “Mexeu com uma, mexeu com todas”. A princípio, o ator negou, dizendo que o confundiam com o personagem cafajeste que interpretava nas telenovelas. Depois, fez uma carta aberta assumindo o erro. Mas acabou afastado pela Globo de sua programação. Apesar da atitude firme em primeiro momento, a Globo vem emitindo sinais de que pode tirar Mayer da geladeira. Sinal disso foi uma homenagem realizada no programa “Grandes Atores”, do canal Viva, no final de outubro. O problema é que a “homenagem” pegou mal, num momento em que o assunto “assédio sexual” toma conta do noticiário do entretenimento, com as denúncias que viraram escândalos em Hollywood. Por conta disso, a estratégia de resgatar Mayer enfrentaria resistência de um movimento de atrizes, que defende no mínimo que ele continue na “geladeira” por mais um tempo – senão, para sempre. Há rumores de que algumas estrelas da Globo se recusariam a contracenar com Mayer se ele voltasse agora para as novelas. Serie este o “bando de oportunistas” do texto de Aguinaldo Silva?

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  • Filme

    Viva – A Vida É uma Festa estreia nos EUA com nota máxima de aprovação do público

    23 de novembro de 2017 /

    A Liga da Justiça vai sofrer para superar uma criança mexicana neste fim de semana. Após quebrar recordes de bilheteria no México, o novo longa animado da Pixar, que se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, obteve aprovação máxima do público nos Estados Unidos. O filme tirou nota A+ no CinemaScore, que registra a média da opinião do público, em sua estreia no feriadão do Dia de Ação de Graças nos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para completar, a expectativa da indústria é que a animação fature até US$ 70 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos e Canadá. O que fará com que “Liga da Justiça” sofra um tombo no ranking, aumentando a tensão nos bastidores da Warner Bros. Mas o ambiente na Pixar, estúdio dos mais famosos desenhos animados deste século, também estava sob nuvens cinzentas, após acusações de assédio e o afastamento voluntário de seu chefe, John Lasseter (diretor de “Toy Story”), no começo da semana. De forma inegável, o bom resultado de “Viva – A Vida É uma Festa” vira a página e volta a resgatar a moral da Pixar. O filme conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). Mas o público brasileiro ainda terá que esperar muito para assistir ao desenho. O lançamento nacional foi marcado apenas para 4 de janeiro. Por sinal, esta demora explica porque a Disney só disponibilizou um único trailer dublado em português do filme até o momento.

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  • Etc

    Mais uma figurante de Entourage acusa Jeremy Piven de abuso sexual

    23 de novembro de 2017 /

    Outra mulher está acusando Jeremy Piven de agressão sexual durante as gravações da série “Entourage”. Em uma denúncia publicada na noite de quarta-feira (22/11) pelo BuzzFeed News, Anastasia Taneie detalhou como foi agredida sexualmente pelo ator em 2009, quando trabalhou como figurante na série da HBO. O ator, que venceu três prêmios Emmy pelo papel do empresário artístico Ari Gold, teria aproveitado um momento em que os dois estavam sozinhos para empurrar a mulher contra uma parede e agarrar seus seios e órgãos genitais. Taneie diz que Piven só parou de atacá-la quando um assistente de direção surgiu. E que, ao ser surpreendido, o ator exigiu que ela fosse removida do set por se oferecer para ele. Definindo o ocorrido como “a coisa mais horrível que já experimentei”, Taneie explicou porque não prestou uma queixa formal. “Eu estava com medo na época de que ninguém fosse acreditar em mim”, afirmou. “Eu não queria fazer uma cena. Eu só queria ir para casa.” Piven nega todas as acusações de má conduta sexual que tem sido feitas contra ele. O ator afirma ter feito um teste de polígrafo, que seus advogados forneceram ao BuzzFeed como prova. “Deixe-me ser absolutamente claro, isso simplesmente não aconteceu”, ele disse ao site num comunicado. “Eu nunca me forçaria sobre uma mulher. Não consigo explicar sobre porque uma pessoa criaria uma história como essa”. Se oficialmente não consegue explicar porque uma pessoa criaria uma história como essa, tem mais problemas ainda para falar de mais de uma pessoa com histórias similares. Afinal, a primeira queixa contra ele foi de outra figurante de “Entourage”, Ariane Bellamar, que é mais conhecida, por ter sido Playmate da revista Playboy e aparecer em reality shows. Bellamar escreveu no Twitter: “Ei, Jeremy Piven! Lembra quando me encurralou em seu trailer no set de ‘Entourage’? Lembra de agarrar meus seios no sofá sem pedir? Lembra quando eu tentei sair e você agarrou a minha bunda?”. O ator também negou tudo e a HBO lavou as mãos. De fato, o canal pago emitiu uma nota a respeito do ocorrido que é exatamente igual ao comunicado sobre o novo caso. Em ambas, o texto repete: “Revisamos nossos registros e não recebemos nenhuma reclamação contra Jeremy Piven em ‘Entourage’. A HBO leva o assédio sexual muito a sério e tem como prioridade garantir que todos experimentem um ambiente de trabalho seguro e confortável”. O “desmentido” levou Bellamar a ser assediada no Twitter por fãs do ator, que a acusaram de querer aparecer com acusações mal intencionadas. Só que isso acabou com o silêncio de outra vítima. A atriz Cassidy Freeman, que estrelou as séries “Smallville” e “Longmire”, usou seu Instagram para confrontar o ator. “Você não pode negar isso porque, infelizmente, é inegável”, ela escreveu. “A reação sofrida por esta mulher após as acusações foi horrenda. E se as acusações são ou não verdadeiras, a verdade é que eu conheço você. Eu sei o que você fez e tentou fazer comigo quando eu era muito nova. Isto eu sei. E você também sabe disso. A menos que fossem tantas de nós, que você pode nem lembrar. O comportamento predatório é uma maneira crônica para você buscar o poder. Você se sente poderoso? Com seus advogados e suas redes e seus fãs ardorosos, que chamam suas vítimas de bimbos? Ou você sabe, em seu intestino podre, que você terá que mentir pelo resto de sua vida? Espero que, de agora em diante, você mantenha suas calças no lugar e nunca consiga fazer isso novamente”. Piven atualmente estrela a série “Wisdom of the Crowd”, na rede CBS, que, por conta das controvérsias ligadas ao ator, não teve encomenda de novos episódios além dos já produzidos. Se não houver reviravolta, a série se encerra em 17 de dezembro.

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  • Série

    Law & Order: SVU terá episódio inspirado no escândalo sexual de Harvey Weinstein

    23 de novembro de 2017 /

    A série “Law & Order: SVU” terá um episódio inspirado no escândalo sexual do produtor Harvey Weinstein. “Nós estamos fazendo uma referência direta a Harvey Weinstein, mas não na indústria do entretenimento”, contou o produtor executivo Michael Chernuchin à revista Entertainment Weekly. “É um episódio importante sobre cultura do estupro dentro de uma área, e queríamos que a trama fosse mais abrangente para criminalizar esse tipo de ambiente.” Em vez de Hollywood, o episódio será centrado no mundo da aviação – e já estava sendo escrito quando surgiram as denúncias contra Weinstein. “Nós estávamos trabalhando em uma história sobre pilotos de aviação e o ‘clube do bolinha’ que há nessa área, quando vimos: ‘Uau, isso é exatamente o que as atrizes passam em Hollywood. É a mesma coisa’. Então desenvolvemos a nossa história ‘Harvey’ com pilotos”. O episódio está previsto para ir ao ar em 2018. Série dramática mais antiga da TV americana “Law and Order: SVU” acompanha há 19 anos as investigações da detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay), que lidera uma unidade da polícia de Nova York incumbida de investigar crimes sexuais. No Brasil, a série é transmitida pelo Universal Channel.

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    Rashina Jones nega assédio de John Lasseter, mas acusa Pixar de discriminação sexual

    22 de novembro de 2017 /

    Após uma reportagem da revista The Hollywood Reporter ligar a saída de Rashida Jones de “Toy Story 2” à notícia de que John Lasseter, cofundador e diretor de criação da Pixar, estava se afastando do estúdio em meio a denúncias de assédio, a atriz negou ter sido assediada ou que sua decisão de abandonar o filme seja relacionada ao comportamento do chefe. Rashida, que era uma das roteiristas da sequência da franquia de animação, contou ao jornal The New York Times que a decisão de sair foi consequência do tratamento que a Pixar dá a mulheres e minorias no ambiente de trabalho, e não por conta de Lasseter. “A velocidade vertiginosa com que os jornalistas têm buscado o próximo perpetrador torna algumas notícias irresponsáveis”, criticou a atriz, em comunicado assinado com Will McCormack, seu parceiro criativo no projeto, que também optou por deixar “Toy Story 4”. “Nós não saímos da Pixar por conta de assédios. Isso não é verdade. Optamos por sair por diferenças criativas e, mais ainda, filosóficas”. No comunicado, Rashida e McCormack descreveram a Pixar como um lugar “em que mulheres e pessoas de cor não têm a mesma voz criativa que outros”. “Nós esperamos encorajar todos aqueles que sentiram que suas vozes não foram ouvidas no passado, que se sintam empoderados”, afirmaram. A reportagem da THR ligou a saída da dupla do desenvolvimento de “Toy Story 4” à denúncias de assédio que levaram Lasseter, diretor da divisão de animação da Disney, a anunciar seu afastamento por seis meses, após admitir que precisava “enfrentar seus erros”. A publicação afirmou que a decisão tinha sido decorrência de denúncia de Rashida Jones, por conta de um avanço não consensual de Lasseter, mas ela veio agora à público negar. Outras pessoas, que não quiseram se identificar, descreveram Lasseter como “pegajoso” no ambiente de trabalho. Segundo queixas, ele gosta de abraçar, beijar, falar no ouvido e tocar indevidamente funcionárias do sexo feminino. Na nota em que anunciou seu afastamento, Lasseter mencionou este fato. “Eu especialmente quero pedir desculpas a qualquer um que recebeu um abraço não desejado ou qualquer gesto que ultrapassasse o limite de qualquer forma. Não importa quão benigna fosse minha intenção, todos têm o direito de estabelecer seus próprios limites e tê-los respeitados”, comentou o produtor.

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