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  • Série

    Série sobre os assassinatos de Tupac e Notorious B.I.G. ganha trailer completo

    16 de dezembro de 2017 /

    O canal pago americano USA Network divulgou o trailer completo de “Unsolved: The Murders of Tupac and The Notorious B.I.G.”, série policial que irá investigar os assassinatos dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur. A trama é baseada na investigação real do ex-detetive do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) Greg Kading, autor do livro “Murder Rap: The Untold Story of Biggie Smalls & Tupac Shakur Murder Investigations”, e tem roteiro de Kyle Long (da série “Suits”). A direção, por sua vez, é de Anthony Hemingway, que venceu o Emmy por seu trabalho em outra série limitada sobre um crime real: “American Crime Story: O Povo contra O.J. Simpson”. O elenco inclui Josh Duhamel (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jamie McShane (série “Bloodline”), Brent Sexton (série “The Killing”) e Jimmi Simpson (série “Westworld”) como detetives, Luke James (minissérie “The New Edition Story”) como P. Diddy, o estreante Wavyy Jonez como B.I.G. e Marcc Rose como Tupac, repetindo o papel que ele viveu no filme “Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”. Tupac Shakur morreu no dia 13 de setembro de 1996, em Las Vegas, no auge do sucesso, quando era um dos principais rappers da Costa Oeste norte-americana. Na época, havia uma disputa ferrenha entre rappers da California e de Nova York, que envolvia até criminosos que os apoiavam – um deles, Suge Knight, era o dono da gravadora de Tupac. Seis meses depois veio o troco, com o assassinato de Biggie Smalls (Notorious B.I.G.) no dia 9 de março de 1997, executado em Los Angeles também no ápice da carreira e da mesma forma que o rival: com tiros disparados contra seu carro. Esta história já foi apresentada nos filmes “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009) e em “All Eyez On Me”, cinebiografia de Tupac ainda inédita no Brasil. Além disso, Johnny Depp vai estrelar o filme “LAbyrinth”, que tem a mesma premissa de “Unsolved”. Com 10 episódios, a série estreia em 27 de fevereiro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Primeiro trailer de A Casa Torta revela mistério clássico de Agatha Christie

    4 de outubro de 2017 /

    A Sony divulgou três pôsteres internacionais e o primeiro trailer de “A Casa Torta” (Crooked House), filme baseado no romance homônimo de Agatha Christie. A prévia mostra um assassinato e sugere que todos os membros da família do morto são suspeitos. “A Casa Torta” é uma das poucas histórias de Agatha Christie que nunca foram filmadas. Publicado em 1949, o livro é uma história clássica de mistério com a marca da escritora. Na trama, o detetive Charles Hayward tem a missão de descobrir quem foi o responsável pela morte do milionário Aristide Leonides, patriarca idealizador da famosa “casa torta”, curiosa moradia que dividia com filhos, netos, noras, cunhada e sua esposa, 50 anos mais jovem. O elenco traz Max Irons (“A Dama Dourada”) como o detetive, e um grande elenco de suspeitos, entre eles Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”), Christina Hendricks (série “Mad Men”), Gillian Anderson (série “Arquivo X”), Stefanie Martini (série “Doctor Thorne”), Amanda Abbington (série “Sherlock”), Honor Kneafsey (“Já Estou com Saudades”) e Terence Stamp (“Grandes Olhos”) A adaptação tem direção de Gilles Paquet-Brenner (“Lugares Escuros”), que também mexeu no roteiro de Julian Fellowes (criador da série “Downton Abbey”) e Tim Rose Price (“Rapa Nui”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Diretor de Mundo Cão vai filmar história conturbada do assassinato do prefeito Celso Daniel

    29 de setembro de 2017 /

    O sucesso de “Polícia Federal – A Lei É para Todos” começa a trazer novos filmes de crimes políticos aos cinemas. O diretor Marcos Jorge (de “Estômago” e “Mundo Cão”) prepara outra obra sobre um vespeiro, o filme “Quem Matou Celso Daniel”, longa de ficção baseado no assassinato do então prefeito de Santo André em 2002. Segundo a revista Veja, a produtora Escarlate comprou os direitos autorais do livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, que conta com capítulos sobre o crime. A obra é de autoria do ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Junior, que participou das investigações, em depoimento ao jornalista Claudio Tognolli. O assassinato de Celso Daniel também entrou na pauta da Operação Lava-Jato. Para quem não lembra, Celso Daniel foi assassinado em janeiro de 2002, quando começava a coordenar a campanha presidencial do então candidato Lula da Silva. Foi arrancado por seus algozes de um carro dirigido pelo seu segurança, Sergio Soares da Silva, o Sombra, e morto depois de ser sequestrado e torturado. Em julho daquele ano, a Polícia Civil de São Paulo encontrou os assassinos de Daniel, uma quadrilha comandada por Ivan Rodrigues da Silva, conhecido como Monstro, que atuava na favela Pantanal, na divida de Diadema. O suspeito já era conhecido da Divisão Anti-Sequestro da polícia, por outros crimes similares cometidos nos anos anteriores, e a polícia concluiu que se tratava de um crime de sequestro para obtenção de dinheiro. O assunto, porém, não se encerrou ali. Além de ser ligado ao PT, Celso Daniel, que foi prefeito de Santo André três vezes, era próximo do empresário Ronan Maria Pinto – preso pela Lava-Jato – que estaria ligado a um esquema de extorsão em empresas de ônibus da região. Um esquema do qual Daniel poderia ter conhecimento, o que implicaria o PT, pois o partido se beneficiaria dos recursos desviados. Ronan Maria Pinto foi considerado culpado por ter recebido propina de RS$ 6 milhões em 2004, por intermédio do pecuarista João Carlos Bumlai, amigo de Lula, a pedido do PT, valor com o qual comprou o jornal Diário do Grande ABC. A tese da força tarefa da Lava Jato é que o dinheiro teria sido pago pelo partido para ele não revelar detalhes da morte de Daniel, que implicariam o PT. Devido a essa transação, o juiz Sergio Moro o condenou a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro. A tese de que o assassinato de Daniel podia se tratar de uma “queima de arquivo” foi levantada no mesmo ano da sua morte por seu irmão João Francisco, para quem o crime eliminaria uma provável testemunha dos casos de corrupção entre empresas de ônibus do ABC. Vale observar que, no livro que será adaptado, Tuma Júnior lembra ter sido vítima de uma campanha do governo Lula ao se recusar a pôr em prática os métodos de alguns figurões do PT. Os retratos que pinta do ex-Presidente e seus Ministros são devastadores. O filme está previsto para chegar aos cinemas em 2019 e será distribuído pela Downtown Filmes.

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  • Série

    Série sobre os assassinatos de Tupac e Notorious B.I.G. ganha primeiro teaser

    21 de julho de 2017 /

    O canal pago americano USA Network divulgou o trailer de “Unsolved: The Murders of Tupac and The Notorious B.I.G.”, sua versão de “American Crime Story”. O curioso é que o responsável por dirigir e produzir o piloto é Anthony Hemingway, que venceu um Emmy por seu trabalho em “American Crime Story: O Povo contra O.J. Simpson”. A 1ª temporada vai investigar os assassinatos dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur. A trama será baseada na investigação do ex-detetive do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) Greg Kading, autor do livro “Murder Rap: The Untold Story of Biggie Smalls & Tupac Shakur Murder Investigations”, e terá roteiro de Kyle Long (da série “Suits”). O elenco inclui Josh Duhamel (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jamie McShane (série “Bloodline”), Brent Sexton (série “The Killing”) e Jimmi Simpson (série “House of Cards”) como detetives, Luke James (minissérie “The New Edition Story”) como P. Diddy, o estreante Wavyy Jonez como B.I.G. e Marcc Rose como Tupac, mesmo papel que viveu no filme “Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”. Tupac Shakur morreu no dia 13 de setembro de 1996, em Las Vegas, no auge do sucesso, quando era um dos principais rappers da Costa Oeste norte-americana. Na época, havia uma disputa ferrenha entre rappers da California e de Nova York, que envolvia até criminosos que os apoiavam – um deles, Suge Knight, era o dono da gravadora de Tupac – , e seis meses depois veio o troco, com o assassinato de Biggie Smalls no dia 9 de março de 1997, executado em Los Angeles também no ápice da carreira e da mesma forma que o rival: com tiros disparados contra seu carro. Esta história já foi apresentada nos filmes “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009) e em “All Eyez On Me”, cinebiografia de Tupac ainda inédita no Brasil. Além disso, Johnny Depp vai estrelar “LAbyrinth”, que tem a mesma premissa policial da série “Unsolved”. A série vai estrear em 2018.

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  • Série

    Segredos e Mentiras é cancelada após 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A rede ABC anunciou o cancelamento de “Segredos e Mentiras” (Secrets and Lies) após a 2ª temporada. A série viu sua audiência desabar para 3,2 milhões de telespectadores, um tombo insuperável diante de uma temporada inaugural com média de 5,6 milhões. O resultado demonstra que os produtores não souberam continuar a premissa. Desenvolvida por Barbie Kligman (roteirista de “The Vampire Diaries” e “Private Practice”), a série era remake de uma minissérie australiana de mesmo nome. O detalhe é que a original contava toda a sua história, uma investigação de homicídio, em apenas seis episódios, enquanto a versão americana esticou o enredo por 10 capítulos na 1ª temporada. Com a resolução da trama inicial, apenas a personagem de Juliette Lewis retornou no segundo ano. Mas o novo caso, totalmente criado pelos roteiristas americanos, não empolgou como a reciclagem da ideia australiana. O novo caso investigado pela detetive Andrea Cornell (Juliette Lewis) envolvia o assassinato da mulher de um herdeiro milionário. E, como de praxe, o marido era o principal suspeito. A crítica odiou, rendendo rejeição no Rotten Tomatoes – média de 35%. No Brasil, a série foi exibida pelo canal pago Sony com o título traduzido para o português.

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  • Filme

    David Oyelowo e Russell Crowe vão estrelar novo filme de José Padilha

    9 de maio de 2017 /

    O diretor José Padilha, atualmente dividindo-se entre as séries “Narcos”, “O Mecanismo” e a pós-produção do thriller de ação “Entebbe”, começou a definir o elenco de seu próximo longa-metragem. Segundo o site Deadline, o ator David Oyelowo (“Selma”) já fechou e Russell Crowe (“Noé”) está em negociações avançadas para estrelar “Arc of Justice”. Trata-se da adaptação do livro “Arc of Justice: A Saga of Race, Civil Rights, and Murder in the Jazz Age”, de Kevin Boyle, que narra a história verídica de um incidente racial ocorrido em Detroit em 1925, que levou o médico negro Ossian Sweet ser levado a julgamento por um suposto assassinato. O médico e sua esposa tinham acabado de se mudar para sua casa nova num bairro de classe média de Detroit, revoltando os moradores locais, que se juntaram para forçá-los a ir embora. Cerca de mil moradores brancos do bairro criaram um tumulto na frente da casa dos Sweet, atirando pedras contra a residência e disparando tiros. No meio da confusão, um homem foi morto e a polícia decidiu prender o médico por homicídio. A história acompanha em paralelo os primeiros passos da organização NAACP (sigla, em inglês, de Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor), pioneira na luta pelos direitos civis, que financiou a defesa de Sweet, realizada pelo famoso advogado Clarence Darrow, uma lenda dos tribunais americanos. O discurso final de Darrow durou mais de oito horas e convenceu o júri de que todas as pessoas têm o direito de defender seu lar, independente da cor da pele. O veredito chocou a população branca da cidade. Anos depois, a casa dos Sweet foi tombada e virou patrimônio histórico de Detroit, com uma placa erguida diante de sua fachada para homenagear seus antigos moradores. Oyelowo está escalado para viver Sweet e Crowe negocia o papel de Darrow. O roteiro foi escrito por Max Borenstein (“Godzilla” e “Kong: A Ilha da Caveira”) e Rodney Barnes (séries “Todo Mundo Odeia o Chris” e “The Boondocks”), e a produção está a cargo da Mark Gordon Company.

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  • Etc

    Ex-Power Ranger é condenado a seis anos de prisão por assassinato

    30 de março de 2017 /

    O ator Ricardo Medina Jr., que ficou conhecido como intérprete do Ranger vermelho na série “Power Rangers Wild Force” (2002), foi condenado a seis anos de prisão nesta quinta-feira (30/6) pelo assassinato de seu antigo colega de apartamento. Medina já tinha se confessado culpado por ter matado Josh Sutter em 31 de janeiro de 2015, usando uma espada. O crime aconteceu na casa em que moravam, em Palmdale, Los Angeles, Estados Unidos. Segundo investigação, a briga dos dois começou após eles discutirem por conta da presença da namorada de Medina no apartamento que dividiam. A discussão partiu para a agressão física. Irritado, o ator esfaqueou o colega, chamou o socorro e ficou no local enquanto acontecia o atendimento médico. Além de “Power Rangers Wild Force”, Ricardo Medina Jr. também participou da série “Power Rangers Samurai”, exibida entre 2011 e 2012, na qual manejava uma espada cênica. Seus outros créditos como ator incluem aparições em “Plantão Médico” (em 2003) e “CSI: Miami” (2004), e nos filmes “Confessions of a Pit Fighter” (2005), “Bad Blood” (2006) e “Parasomnia” (2008).

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  • Etc

    Ex-Power Ranger confessa ter matado companheiro de quarto com espada

    16 de março de 2017 /

    O ator Ricardo Medina Jr., que ficou conhecido como intérprete do Power Ranger vermelho, na série “Power Rangers Wild Force” (2002), declarou-se culpado da acusação de homicídio na morte por esfaqueamento de seu companheiro de quarto, informou a promotoria de Los Angeles nesta quinta-feira (16/3). Segundo a promotoria, Medina discutiu sobre sua namorada com seu companheiro de quarto, Josh Sutter, de 36 anos, em 31 de janeiro de 2015. A discussão partiu para a agressão física, e o ator desferiu vários golpes de espada até matar o colega. Durante audiência em setembro de 2016, Medina declarou-se inocente no tribunal em Lancaster, na Califórnia. Mas agora o ex-Power Ranger, que está preso desde janeiro do ano passado, admitiu ter matado o colega com uma espada. A sentença do ator será anunciada em 30 de março. Se condenado, Medina pode ficar 26 anos preso em regime fechado. Além de “Power Rangers Wild Force”, Ricardo Medina Jr. também participou da série “Power Rangers Samurai”, exibida entre 2011 e 2012, na qual manejava uma espada cênica. Seus outros créditos como ator incluem aparições em “Plantão Médico” (em 2003) e “CSI: Miami” (2004), e nos filmes “Confessions of a Pit Fighter” (2005), “Bad Blood” (2006) e “Parasomnia” (2008).

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  • Filme

    José Padilha vai filmar julgamento histórico que marcou a luta contra o racismo nos EUA

    24 de fevereiro de 2017 /

    O cineasta brasileiro José Padilha vai dirigir um filme de época sobre um famoso caso de tribunal, que marcou a luta contra o racismo nos Estados Unidos. Segundo o site Deadline, ele assumiu o comando da adaptação do livro “Arc of Justice: A Saga of Race, Civil Rights, and Murder in the Jazz Age”, de Kevin Boyle, que narra a história verídica de um incidente racial ocorrido em Detroit em 1925, que levou o médico negro Ossian Sweet ser levado a julgamento por um suposto assassinato. O médico e sua esposa tinham acabado de se mudar para sua casa nova num bairro de classe média de Detroit, revoltando os moradores locais, que se juntaram para forçá-los a ir embora. Cerca de mil moradores brancos do bairro criaram um tumulto na frente da casa dos Sweet, atirando pedras contra a residência e disparando tiros. No meio da confusão, um homem foi morto. E a polícia decidiu prender o médico por homicídio. A história acompanha em paralelo os primeiros passos da organização NAACP (sigla, em inglês, de Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor), pioneira na luta pelos direitos civis, que financiou a defesa de Sweet, realizada pelo famoso advogado Clarence Darrow, uma lenda dos tribunais americanos. O discurso final de Darrow durou mais de oito horas e convenceu o júri de que todas as pessoas têm o direito de defender seu lar, independente da cor da pele. O veredito chocou a população branca da cidade. Anos depois, a casa dos Sweet foi tombada e virou patrimônio histórico de Detroit, com uma placa erguida diante de sua fachada para homenagear seus antigos moradores. A Mark Gordon Company comprou os direitos da adaptação, que será escrita por Max Borenstein (“Godzilla” e “Kong: A Ilha da Caveira”) e Rodney Barnes (séries “Todo Mundo Odeia o Chris” e “The Boondocks”). Padilha finalizou recentemente a filmagem do thriller “Entebbe”, outra produção de época, sobre a ação terrorista de um grupo palestino que sequestrou um avião nos anos 1970. Ele também está envolvido com a 3ª temporada da série “Narcos” e desenvolvendo uma série para a Netflix baseada na Operação Lava Jato.

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  • Filme

    Jackie é desafio quase experimental para o talento de Natalie Portman

    3 de fevereiro de 2017 /

    O tempo não fez muita justiça para Jacqueline Lee Bouvier Kennedy Onassis. Até hoje, é reconhecida como Jackie Kennedy, viúva de JFK, ou Jackie O., viúva de Onassis. Para as mulheres, foi consolidada somente como um ícone da moda e modelo comportamental. Compreendeu a posição secundária de primeira-dama perfeitamente e os seus looks rosas ou vermelhos adornados com um colar de pérolas segue mais emblemático que os seus feitos pessoais. Durante os 100 minutos de “Jackie”, no entanto, o interesse do cineasta Pablo Larraín, auxiliado pelo roteiro de Noah Oppenheim e a fotografia de Stéphane Fontaine, está em conferir o devido protagonismo a essa figura pública, desmistificando os conceitos que a opinião pública formou sobre ela. E o faz embaralhando a cronologia de um recorte específico, iniciado pelas formalidades dos eventos sociais até a solidão de uma mulher que perdeu o seu companheiro. Algumas distorções visuais e sonoras tratam de corresponder a essa intenção. A primeira é justamente a razão do plano, usando a janela 1.66 : 1 outrora tão comum em produções europeias. E há também a trilha. Tão celebrada desde sua brilhante composição para “Sob a Pele”, a britânica Mica Levi (mais conhecida no meio musical como Micachu) prepara aqui outra vez um ambiente sonoro em que escancara a protagonista como uma alienígena, alguém sem nenhum controle inclusive na execução de protocolos. Natalie Portman corresponde muito bem a esse desafio de encarnar Jackie dentro de uma proposta quase experimental, por vezes tendo mais deveres do que somente processar a sua vocalidade e postura. Uma fusão sobrenatural entre essas duas mulheres acontece especialmente em um dos melhores momentos do filme, em que trechos do documentário televisivo “A Tour of the White House with Mrs. John F. Kennedy” é recriado. São esforços primorosos para oferecer uma cinebiografia respeitosa sobre Jackie, mas o resultado final é insuficiente. E isso acontece porque o apego por conjuntos sensoriais sufocam justamente o fator humano na narrativa. A Jackie Kennedy que encontramos aqui se distancia do molde esmerado de mulher, tão forte inclusive pela ilusão de competitividade com Marilyn Monroe, suposta amante de JFK. Mesmo assim, Jackie segue enclausurada em um contexto em que as atenções, no fim das contas, são todas direcionadas ao marido e presidente assassinado. A figura atenta aos bastidores, com filhos para criar diante a ausência paterna e que se renova como editora são meramente rascunhados diante de nossos olhos inebriados diante de tanta beleza estética.

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    Jackie, que pode dar o segundo Oscar a Natalie Portman, ganha primeiro trailer legendado

    4 de janeiro de 2017 /

    A Diamond Films divulgou o trailer legendado de “Jackie”, que destaca a performance da atriz Natalie Portman (“Thor”) no papel-título, como a ex-primeira dama dos EUA Jacqueline Kennedy. A atriz vem vencendo diversos prêmios e está cotada para o Oscar pela produção, e a prévia indica o motivo, retratando-a no centro de cenas impressionantes – devastada com o marido sangrando em seu colo, desesperada na UTI, tomando banho para tirar o sangue de seu vestido, mas também forte como a viúva que exige um funeral grandioso. A produção marca a estreia do cineasta chileno Pablo Larrain (“No” e “O Clube”) em Hollywood, e acompanha Jackie em seus últimos dias na Casa Branca, que se seguiram ao assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963. Além da atriz, o elenco também conta com Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Billy Crudup (“Spotlight”), John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), John Carroll Lynch (série “American Horror Story”), Max Casella (série “Vinyl”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Caspar Phillipson (“Garoto Formiga”). O roteiro é de Noah Oppenheim (“Maze Runner”) e a produção executiva está a cargo do cineasta Darren Aronofsky, que dirigiu Portman em “Cisne Negro” (2010), o filme que rendeu à atriz seu festejado Oscar. Premiado nos festivais de Veneza e Toronto, “Jackie” já está em cartaz nos EUA, mas só chega no Brasil em 2 de fevereiro. Ao contrário de “Moonlight”, da mesma distribuidora, o filme não ganhou subtítulo no Brasil.

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  • Filme

    Vídeo de bastidores destaca os outros atores de Jackie

    12 de dezembro de 2016 /

    Grande parte da atenção de “Jackie” tem sido concentrada na interpretação da atriz Natalie Portman (“Cisne Negro”), que foi inclusive premiada no Critics Choice Awards por seu desempenho no papel-título. Mas há outros grandes atores no elenco, e a Fox Searchlight ajuda a lembrar isso com um vídeo de bastidores que destaca as performances de Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Billy Crudup (“Spotlight”) e John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), os principais coadjuvantes da produção. Entre os comentários, aparecem ainda o diretor chileno Pablo Larrain (“No” e “O Clube”), que faz sua estreia em Hollywood, o roteirista Noah Oppenheim (“Maze Runner”) e o produtor Darren Aronofsky (diretor de “Noé” e “Cisne Negro”). O filme acompanha Jacqueline Kennedy em seus últimos dias na Casa Branca, que se seguiram ao assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963. A estreia já aconteceu, inicialmente em cinco salas de cinema nos EUA, para cumprir as regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, visando qualificação para o Oscar. No Brasil, porém, o filme só vai chegar em 2 de março.

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    Os Dois Lados da Justiça: Keanu Reeves vira advogado em trailer legendado

    9 de dezembro de 2016 /

    A Playarte divulgou o trailer legendado do drama de tribunal “Os Dois Lados da Justiça”, que traz Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”) como advogado. Cheia de reviravoltas, a prévia mostra a evolução de um caso de assassinato, em que um adolescente é julgado por ter matado o próprio pai. Entretanto, novas evidências parecem apontar que o assassino foi outro, a própria mãe do rapaz (Renée Zellweger, de “O Bebê de Bridget Jones”). O elenco ainda traz Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Gabriel Basso (série “The Bic C”) e Jim Belushi (série “According to Jim”). A trama foi escrita por Nicholas Kazan (“O Reverso da Fortuna”), filho do cineasta Elia Kazan (“Sindicato de Ladrões”) e pai da atriz Zoe Kazan (“Rubi Sparks – A Namorada Perfeita”). A direção está cargo de Courtney Hunt, que finalmente volta para trás das câmeras, oito anos após impressionar com sua ótima estreia em “Rio Congelado” (2008). Mas vale avisar que o filme não impressionou a crítica americana. Lançado direto na internet nos EUA, foi comparado a um episódio caro de série jurídica e teve apenas 30% de aprovação no site Rotten Tomatoes A estreia no Brasil ainda não foi marcada.

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