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    Johnny Depp alega legítima defesa em processo por agressão a integrante da equipe de seu novo filme

    20 de agosto de 2018 /

    Johnny Depp se defendeu no processo em que é acusado de agredir o gerente de locações Gregg Brooks durante as filmagens de “City of Lies”, dizendo ter agido em legítima defesa. O site The Wrap conseguiu acesso a documentos da ação judicial aberta por Brooks contra o ator, nos quais os advogados de Depp afirmam que Brooks “deliberada e maliciosamente provocou” a briga, fazendo com que Depp sentisse que “sua segurança pessoal estava ameaçada no set”, assim como a do diretor Brad Furman (“Conexão Escobar”). Os advogados de Depp pedem, portanto, que o juiz do caso desconsidere a denúncia ou reduza a quantidade de dinheiro que o ator teria que pagar para Brooks. Segundo a denúncia feita pelo gerente de locações, o incidente aconteceu durante filmagens no Barclay Hotel, em Los Angeles. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, dia em que a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” “City of Lies” é um drama policial sobre a investigação do assassinato do rapper Notorious B.I.G. nos anos 1990. Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o crime, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos e entra em choque com a polícia da cidade. Em parte graças à polêmica, o suspense teve sua estreia norte-americana, originalmente marcada para 7 de setembro, adiada pelo estúdio e não tem mais previsão para chegar aos cinemas.

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  • Filme,  Série

    Filme Sexy Beast, que rendeu indicação ao Oscar para Ben Kingsley, vai virar série

    18 de agosto de 2018 /

    O filme britânico “Sexy Beast” (2000), lançado no Brasil com o mesmo título, virou projeto de série, numa parceria entre os estúdios Anonymous Content e Paramount Television, responsáveis por sucessos como “13 Reasons Why” e “The Alienist”. Filme de estreia do cineasta Jonathan Glazer (“Reencarnação” e “Sob a Pele”), “Sexy Beast” é um filme de gângsteres que rendeu até uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Ben Kingsley. Na trama, Ray Winstone vive Gal Dove, um ladrão que resolve se aposentar da vida do crime, saindo em férias com sua mulher e amigos para a Espanha. Mas seu antigo parceiro Don Logan (papel de Kingsley) quer que ele participe de um grande assalto em Londres e se recusa a aceitar “não” como resposta. Ian McShane também está no elenco com o poderoso chefão Teddy Bass, que se beneficiaria do crime. A série seria um prólogo que contaria o passado criminoso desses personagens, mostrando o começo da parceria entre Gal Dove e Don Logan, na época em que começam a trabalhar para o chefão Teddy Bass e Gal conhece e se apaixona pela estrela de cinema adulto DeeDee – sua futura esposa. Gal é um ladrão brilhante e Don é um gângster cruel, e a série vai explorar o complicado relacionamento do par, em meio à loucura sedutora do mundo criminoso de Londres durante os vibrantes e voláteis anos 1990. A atração está sendo desenvolvida por Michael Caleo, roteirista das séries clássicas “Rescue Me” e “Os Sopranos”, além do filme “A Família”, de Luc Besson, e será oferecida para interessados, visando um lançamento na TV paga ou em plataformas de streaming.

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  • Série

    Valley of the Boom: Série sobre a popularização da internet nos anos 1990 ganha primeiro trailer

    12 de agosto de 2018 /

    O canal pago National Geographic divulgou três fotos e o primeiro trailer da série “Valley of the Boom”, sobre o início da era da internet. O tema já foi abordado pela excelente “Halt and Catch Fire”, mas a nova produção se foca na chamada guerra dos browsers dos anos 1990, época em que o Netscape revolucionou a navegação online e popularizou a “web”, originalmente chamada de WWW (world wide web), e ameaçou o monopólio da Microsoft entre os softwares de computação. A produção é um híbrido que combina dramatização, ou melhor, “comeditização”, já que o tom é humorístico, com depoimentos de técnicos de informática e testemunhas reais da História, típicos de documentários televisivos. O formato híbrido já tinha sido experimentado pelo canal na série “Mars”, renovada para a 2ª temporada, apesar de ter decepcionado quem esperava uma sci-fi de ação. Criada, escrita, produzida e dirigida por Matthew Carnahan (criador da série “House of Lies”), “Valley of the Boom” traz em sua parte cômica os atores Lamorne Morris (série “New Girl”), Steve Zahn (série “The Crossing”), John Karna (série “Scream”) e Bradley Whitford (“Corra!”). A jornalista Arianna Huffington, fundadora do site The Huffington Post, é uma das produtoras da atração, que terá seis episódios. Ainda sem data de estreia, “Valley of the Boom” deve chegar à TV durante a temporada de outono (entre setembro e novembro) nos Estados Unidos.

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  • Série

    Remake de Charmed ganha novos comerciais

    7 de agosto de 2018 /

    A rede The CW divulgou dois novos comerciais do remake de “Charmed”, que muda a etnia das jovens bruxas dos anos 1990. As três irmãs agora são latinas, cortesia da imaginação da equipe de “Jane the Virgin”. Na nova versão, a morte trágica de sua mãe faz com que duas irmãs muito unidas descubram que tem uma terceira irmã mais velha. Mas a surpresa não fica nisso. Elas experimentam, de forma inesperada, poderes que até então não sabiam possuir. Logo, um conselheiro de bruxas explica a situação para as jovens. É muito simples, na verdade: as três são bruxas. A sinopse oficial ainda acrescenta um viés feminista na trama, ao afirmar que “esse poderoso trio deve se unir para combater as batalhas cotidianas e sobrenaturais que todas as bruxas modernas devem enfrentar: desde derrotar demônios poderosos até derrubar o patriarcado”. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. As três poderosas de 2018 são vividas por Madeleine Mantock (“Into the Badlands”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) e Sarah Jeffery (“Descendentes”), e o elenco de apoio ainda inclui Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), Ser’Darius Blain (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Charlie Gillespie (série “Degrassi: Next Class”). A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o projeto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. “Charmed” vai estrear em 14 de outubro nos Estados Unidos, inaugurando um novo horário de conteúdo original no canal americano, que passará a exibir séries também aos domingos.

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  • Série

    2ª temporada de Pose vai se passar em 1990 e registrar repercussão do hit Vogue, de Madonna

    7 de agosto de 2018 /

    A 2ª temporada de “Pose”, série de Ryan Murphy (“American Horror Story”) passada no final dos anos 1980 em meio à comunidade LGBTQIA+ de Nova York, voltará com um salto temporal para os anos 1990. O objetivo, segundo o criador da atração, será reproduzir a repercussão alcançada pela gravação do hit “Vogue”, de Madonna, que tirou a cena clubber transexual do underground. O detalhe é que a música também descontextualizou a inspiração e ganhou um vídeo com dançarinos exclusivamente cisgêneros. A série vai mostrar a reação dos personagens a essa apropriação cultural. Vale lembrar que, abafados pelo sucesso e críticas positivas à canção, houve protestos contra a exploração feita por Madonna. A feminista Nicole Akoukou Thompson escreveu no Latin Post que Madonna tinha “pego um fenômeno especificamente queer, transgênero, latino e afro-americano e apagado totalmente esse contexto” com a letra e o vídeoclipe de “Vogue”. A música acabou tendo grande impacto cultural no mainstream, ao trazer a house music pela primeira vez às paradas da música popular, e por devolver a celebração da cultura dançante ao rádio, uma década depois da disco music ter sua morte comercial decretada. Dezenas de imitadores se seguiram, e a dance music voltou com tudo ao pop. Exibida no canal pago FX, “Pose” entrou para a História ao escalar o maior elenco com atores transgêneros já visto na TV, e por ter pela primeira vez um episódio escrito, produzido e dirigido por uma trans negra, Janet Mock. A 1ª temporada se encerrou em 22 de julho nos Estados Unidos, e Ryan Murphy está doando todos os lucros obtidos pela produção para entidades relacionadas aos direitos LGBTQIA+. Relembre abaixo o clipe de “Vogue”, de Madonna, dirigido em 1990 pelo futuro cineasta David Fincher (“Clube da Luta”, “Garota Exemplar”).

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  • Filme

    Estreia do novo filme de Johnny Depp é cancelada

    6 de agosto de 2018 /

    “City of Lies”, estrelado por Johnny Depp e baseado na história real por trás da investigação sobre o assassinato do rapper Notorious B.I.G., teve sua estreia cancelada. O filme estava originalmente previsto para chegar aos cinemas em 7 de setembro, data escolhida para coincidir com o 46º aniversário do rapper, assassinado em 1997 em uma emboscada em Los Angeles. A notícia vem menos de um mês depois que o gerente de locação do filme processou Depp, acusando o ator de agressão durante as filmagens. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles. Segundo a vítima, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o assassinato dos rappers, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes e entra em choque com a polícia da cidade. Parte desta história também já foi mostrada em três filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017). E rendeu uma minissérie completa, “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Além disso, todas as teorias sobre as mortes dos rappers tiveram que ser revistas com o surgimento de um cúmplice dos crimes, que se apresentou voluntariamente em junho, após ser diagnosticado com câncer terminal.

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  • Série

    Vídeo registra reencontro do elenco de Murphy Brown no cenário do relançamento da série

    5 de agosto de 2018 /

    A rede CBS divulgou a primeira foto oficial (acima) e um vídeo do revival de “Murphy Brown”. A prévia registra o momento do reencontro do elenco para a primeira leitura coletiva dos roteiros, que aconteceu no estúdio de gravação, em meio ao cenário da produção. Por isso, há um clima de emoção e palmas que ressoam. A série original foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhando os bastidores de um telejornal que tinha como estrela a jornalista celebridade Murphy Brown, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo, e quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. Essa premissa acabou rendendo 17 troféus Emmy, tornando “Murphy Brown” uma das séries mais premiadas da CBS. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o elenco original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco Emmys de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Com ela, retornam Faith Ford (Corky Sherwood, na série), Joe Regalbuto (Frank Fontana), Grant Shaud (Miles Silverberg) e até Dena Dietrich (Phyllis), que fez três participações na série. Além destes, há duas novas adições confirmadas: Nik Dodani (da série “Atypical”) como Pat Patel, um jovem que tem a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21, e Jake McDorman (astro de “Limitless”) como o filho adulto da protagonista. Avery Brown era uma criança no final da série e será reintroduzido como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se tornou muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. Vale lembrar que o intérprete original do menino seguiu carreira de ator, mas os produtores não o convidaram para reprisar o papel porque seu tipo físico se tornou bem diferente do idealizado para o personagem. O Avery mais crescido da série foi vivido por ninguém menos que Haley Joel Osment, que após o fim de “Murphy Brown” foi ver gente morta em “O Sexto Sentido” (1999) e hoje em dia aparece gordinho e com indícios de calvície precoce em séries como “Arquivo X” e “Silicon Valley”. O revival vai estrear em 27 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Investigado por estupro, Steven Seagal vira representante especial da Rússia para “relações humanitárias” com os EUA

    5 de agosto de 2018 /

    Processado por abuso sexual e estupro por duas mulheres na Califórnia, o ator Steven Seagal foi escolhido pelo Ministério das Relações Exteriores da Rússia como seu representante especial para “relações humanitárias” entre a Rússia e os Estados Unidos. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia comparou o novo papel de Seagal ao de um embaixador da boa vontade da ONU. “É um caso de diplomacia popular cruzando com a diplomacia tradicional”, afirmou o Ministério, em comunicado. “Sempre tive um desejo muito forte de fazer tudo o que puder para ajudar a melhorar as relações entre a Rússia e os EUA”, disse Seagal, segundo a emissora de TV estatal russsa RT. “Eu trabalhei incansavelmente nesta direção por muitos anos não oficialmente e agora estou muito grato pela oportunidade de fazer a mesma coisa oficialmente.” Por mais de uma década, Seagal tem sido um visitante regular da Rússia, onde seus filmes ainda são populares. O presidente Putin é um de seus fãs e deu um passaporte russo de presente ao ator em 2016, dizendo que esperava que isso servisse para simbolizar como os laços entre Moscou e Washington estão começando a melhorar. Desde então, contudo, as relações entre EUA e Rússia só pioraram, com as agências de inteligência norte-americanas acusando o governo russo de interferir na gestão da Casa Branca de Donald Trump, uma alegação que a Rússia nega. Os dois países também estão em conflito sobre intervenções militares na Síria e na Ucrânia. Caso Sylvester Stallone tivesse aceitado o convite de Donald Trump para comandar os programas de Cultura dos EUA, os dois poderiam discutir diplomacia, enquanto explodissem os dois países em uma nova produção de Hollywood. Atualmente investigado pela polícia de Los Angeles, Steven Seagal pode ser condenado de 10 anos a prisão perpétua se o caso chegar ao tribunal da Califórnia. O processo corre em segredo de justiça, mas as denúncias são conhecidas. Nos últimos meses, Seagal foi acusado de abuso e assédio sexual por várias mulheres, algumas delas conhecidas, como Eva LaRue, que estrelou a série “CSI: Miami” por oito temporadas. Ela disse ao site Deadline que o ator a trancou em uma sala durante um teste em sua casa em 1990 e depois abriu seu quimono, ficando de pé diante dela, apenas de cueca. E Portia de Rossi, da série “Arrested Development” e casada com a apresentadora Ellen DeGeneres, relatou no Twitter que, durante outro suposto teste, Seagal desceu o zíper da sua calça de couro, o que a fez sair correndo. Outras atrizes que revelaram assédios de Seagal foram Julianna Margulies, Jenny McCarthy e Katherine Heigl.

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  • Filme

    Proposta Indecente vai ganhar remake da roteirista de A Garota no Trem

    31 de julho de 2018 /

    A Paramount Players, divisão da Viacom focada em explorar franquias do conglomerado, vai produzir um remake do clássico dos anos 1990 “Proposta Indecente”. O estúdio contratou a roteirista Erin Cressida Wilson (“A Garota no Trem”) para escrever uma atualização da história mais que conhecida. Lançado em 1993, o filme foi dirigido por Adrian Lyne (de “Atração Fatal”) e tinha uma premissa que acabou virando piada. Na trama, Demi Moore e Woody Harrelson vivem um casal que passa por dificuldades financeiras e se vê tentado pela oferta de um homem rico, interpretado por Robert Redford, que oferece US$ 1 milhão para transar com a jovem. A piada é que a maioria do público transaria de graça com o então ainda galã Redford. O filme teve uma bilheteria de US$ 266 milhões ao redor do mundo, considerada bastante elevada para a época, e marcou a transição de Demi Moore para a fase adulta de sua carreira, em papéis que exploraram sua sensualidade – depois, vieram “Assédio Sexual” (1994) e “Striptease” (1996). Cressida Wilson escreveu roteiros para os igualmente quentes e controversos “Secretária” (2002), “A Pele” (2006) e “O Preço da Traição” (2009), todos com temática sexual, antes de enveredar pelo drama indie em “Homens, Mulheres e Filhos” (2014) e o suspense típico de best-seller em “A Garota no Trem” (2016). O desafio será tornar a premissa original compatível com o mundo atual. Vinte e cinco anos depois, o tema tornou-se ainda mais politicamente incorreto, em meio aos escândalos sexuais dos poderosos de Hollywood. O remake de “Proposta Indecente” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Frasier pode ser a próxima série clássica a ganhar revival

    26 de julho de 2018 /

    Uma das séries de comédia mais premiadas da história do Emmy pode voltar a ser produzida. Segundo o site Deadline, o ator Kelsey Grammer estaria negociando com a CBS, emissora que exibiu a série originalmente, para voltar ao papel do Dr. Frasier Crane, personagem-título de “Frasier”. Sucesso absoluto entre 1993 e 2004, a série acompanhava a comédia da vida do psicólogo Frasier e sua família disfuncional. O revival o mostraria em novo endereço, morando na cidade de Seattle, o que justificaria a presença de outros coadjuvantes para suas trapalhadas. Alguma mudança seria necessária, já que John Mahoney, intérprete de seu pai na série, faleceu em fevereiro, aos 77 anos. De todo modo, não seria a primeira vez que o personagem mudaria de cenário, pois ele foi introduzido originalmente em “Cheers” (1982-1993), outra sitcom clássica. “Fraser” era, na verdade, um spin-off. A atração venceu cinco vezes consecutivas o Emmy de Melhor Série Cômica, entre 1994 e 1998, um recorde que só foi ser igualado recentemente por “Modern Family”. E Grammer conquistou quatro troféus de Melhor Ator em Série Cômica durante as 11 temporadas da série.

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  • Série

    Trailer do remake de Roswell mostra diferenças e reprises da série dos anos 1990

    22 de julho de 2018 /

    A rede The CW divulgou o primeiro trailer do remake de “Roswell”, que foi batizado de “Roswell, New Mexico”. O subtítulo, com o nome do estado em que se localiza a cidade de Roswell, também alude à revisão étnica da trama. Assim como no remake de “Charmed”, outra série dos anos 1990 revivida pelo mesmo canal, a trama sci-fi original foi reimaginada com uma protagonista latina. A prévia também destaca outra mudança que estava implícita, ao mostrar a mesma história com personagens adultos. Na série clássica e nos livros que a inspiraram – “Roswell High”, de Melinda Metz – , os protagonistas são adolescentes que frequentam a mesma high school. Fora isso, a trama ressurge praticamente igual à série de 1999, replicando detalhes como o tiro sofrido pela protagonista, momento em que o herói alienígena se revela para salvar sua vida. A sinopse oficial resume: “Mais do que em qualquer outro lugar na Terra, Roswell, no Novo México, é o ponto zero para aqueles que buscam provas de que os alienígenas existem. Nascida em Roswell, Liz Ortecho deixou tudo para trás há 10 anos, após a morte de sua amada irmã mais velha, Rosa. Mas com o pai doente, ela retorna relutantemente à cidade natal turística para voltar a morar com ele. Quando Liz chega, ela se reconecta com Max Evans, sua paixão adolescente, que agora é um policial de Roswell. Sua química é instantaneamente elétrica. Mas Liz logo descobre uma verdade chocante: Max é um alienígena, que manteve suas habilidades sobrenaturais escondidas durante toda a sua vida, junto com as de seus irmãos extraterrestres, Isobel e Michael. À medida que os dois se aproximam depois de uma década separados, Liz acha difícil manter a verdade escondida de sua melhor amiga, Maria de Luca, e do ex-namorado do colegial, o dr. Kyle Valenti. Também escondendo suas origens extraterrestres, Isobel nem mesmo revelou a verdade para seu marido, Noah, e Michael mantém sua identidade escondida sob um exterior de bad-boy rebelde. Enquanto isso, uma antiga conspiração do governo liderada pelo primeiro sargento Jesse Manes, juntamente com uma política de medo e ódio que corre solta em Roswell, ameaça expor Max e sua família, e poderia colocar em risco seu profundo romance com Liz … assim como suas vidas.” A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”), afirmou ter objetivo de atualizar o romance alienígena juvenil com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). A protagonista da atração dos anos 1990 era a então adolescente Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos pelos jovens Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”), único adulto do elenco central. Todos tiveram carreiras de sucesso. No remake, Jeanine Mason (intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”) vive Liz, Nathan Parsons (o Jackson de “The Originals”) interpreta Max, Lily Cowles (“BrainDead”) é Isobel, Michael Vlamis (visto em “New Girl”) vive Michael, Michael Trevino (o Tyler de “The Vampire Diaries”) é Kyle, Heather Hemmens (série “Hellcats”) dá vida a Maria, Trevor St. John (série “Contaiment”) interpreta o militar malvado, e Tyler Blackburn (o Caleb de “Pretty Little Liars”) vive seu filho, que esconde que é gay. Outra curiosidade sobre a produção é que seu piloto marca a estreia na direção de Julie Plec, criadora de “The Vampire Diaries”, “The Originals” e da vindoura “Legacies”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie. “Roswell, New Mexico” tem estreia prevista apenas para 15 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Buffy: A Caça-Vampiros vai ganhar nova série com produção de Joss Whedon

    21 de julho de 2018 /

    Joss Whedon deu o braço a torcer. Após anos se recusando a se envolver em projetos de remake, reboot ou continuação da série “Buffy: A Caça-Vampiros”, o criador da heroína aceitou participar da produção de uma nova versão da série que fez sua carreira deslanchar. A Fox já tinha anunciado planos de reviver “Buffy” em março, quando o presidente do canal e do estúdio de TV, Gary Newman, avisou que só estava a espera do aval de Whedon para iniciar a produção. Na ocasião, ele afirmou que, após “Arquivo X”, “Buffy” era a série clássica da Fox mais próxima do ponto de voltar à televisão. Descrita como uma versão “contemporânea” pelo site The Hollywood Reporter, a atração terá seu piloto co-escrito por Whedon, mas ele não terá participação ativa na produção, supervisionando à distância, como faz com “Agents of SHIELD”, de forma a legitimar o projeto e evitar equívocos muito grandes. A showrunner do revival será Monica Owusu-Breen, criadora da série “Midnight Texas” e conhecida de Whedon por ter trabalhado em “Agents of SHIELD”. Os dois assinam juntos o roteiro do piloto, que terá uma grande mudança em relação ao seriado cultuado: a protagonista será uma adolescente negra. Nenhuma atriz ainda foi definida no papel principal. A produção está em estágios iniciais e ainda não foi apresentada ao mercado. O fato de ser uma série da 20th Century Fox Television não implica, necessariamente, que entrará na programação da rede Fox – ainda mais agora que o canal e o estúdios estão prestes a virar empresas diferentes, com a aquisição da produtora pela Disney. “Buffy” foi originalmente exibida entre 1997 e 2003 e teve enorme influência na cultura pop, inspirando inúmeros personagens e produções diferentes desde então – sem esquecer, claro, que teve seu próprio spin-off, “Angel”, realizado entre 1999 e 2004. A história continuou, anos depois, em quadrinhos escritos pelo próprio Whedon, que, graças à popularidade atingida por sua criação, tornou-se um dos nomes mais famosos do universo das séries. Só não seguiu desenvolvendo muitos projetos porque acabou sendo atraído para Hollywood, onde dirigiu os dois maiores blockbusters da Marvel, “Vingadores” (2012) e “Vingadores: A Era de Ultron” (2015). Em março de 2017, o elenco original voltou a se reunir para comemorar os 20 anos da série, numa entrevista para a revista Entertainment Weekly, e o assunto de um revival foi abordado. Enquanto alguns atores se mostraram entusiasmados, a própria Buffy, Sarah Michelle-Gellar, colocou uma estaca no projeto, com a justificativa que isso arruinaria as lembranças dos fãs. O detalhe é que, na ocasião, Whedon ficou nostálgico… e impressionado pelo fato de todos terem envelhecido muito bem. “É como uma reunião de ensino médio, mas muito pior, porque todos eles ainda estão ótimos. Esperava que alguns deles teriam engordado um pouco, mas isso não aconteceu”, brincou. Atualmente, além da nova “Buffy”, ele está desenvolvendo uma série de super-heroínas para a HBO, “The Nevers”.

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  • Filme

    Felicity Jones luta pelos direitos das mulheres em trailer de cinebiografia

    16 de julho de 2018 /

    A Focus Features divulgou o pôster e o primeiro trailer de “On the Basis of Sex”. Ainda sem título ou previsão de estreia no Brasil, o filme traz a atriz inglesa Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como a versão jovem da juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg. A personagem é considerada um símbolo vivo da luta pelos direitos das mulheres na Justiça americana. Formada na Columbia Law School, Ruth Bader Ginsburg marcou época ao se tornar uma das primeiras professoras de Direito dos EUA nos anos 1960. Enfrentando forte preconceito ao longo de toda a carreira como advogada, integrou-se ao movimento pela igualdade de gêneros e passou a defender casos de discriminação sexual nos anos 1970, que criaram jurisprudência e mudaram as leis americanas. Em reconhecimento à sua atuação, o presidente Jimmy Carter a indicou a uma vaga de juiz na corte de apelações da capital dos EUA em 1980. E em 1993, o presidente Bill Clinton a promoveu ao ponto mais alto da justiça americana, como juíza da Suprema Corte. Ela se tornou a segunda mulher e a primeira judia a chegar na instituição máxima do judiciário do país. A prévia do filme ainda explora um detalhe relevante de sua biografia, que diferencia o longa de outras produções sobre lutas pelos direitos femininos. Ela teve apoio total em sua vida pessoal e profissional do marido, Martin D. Ginsburg, que era uma advogado renomado. Assim, a trama não vira uma história de ódio contra os homens, mas uma história de reconhecimento de uma grande mulher. Na produção de Hollywood, o marido da futura juíza é vivido por Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). O elenco também inclui Justin Theroux (série “The Leftovers”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Sam Waterson (“Law & Order”), Kathy Bates (“American Horror Story”), Stephen Root (“Barry”) e Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”). O roteiro foi escrito pelo estreante Daniel Stiepleman e a direção é da veterana Mimi Leder (“Impacto Profundo”), afastada do cinema há quase uma década, e que ultimamente vinha comandando as séries “The Leftovers” e “Shameless”. A estreia está marcada para 25 de dezembro nos Estados Unidos, data em que são lançados filmes para crianças ou potenciais candidatos ao Oscar. “On the Basis of Sex” não é a primeira opção.

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