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  • Filme

    Relembre cinco vezes em que o Oscar constrangeu seus vencedores

    27 de fevereiro de 2017 /

    O desfecho do Oscar 2017 vai entrar para a História, graças ao erro no anúncio do vencedor. Mas não foi a primeira vez que a empresa de auditoria responsável pelos envelopes entregou o conteúdo errado para um apresentador. E isto nem foi o pior que já aconteceu. Relembre a seguir cinco momentos em que o Oscar causou constrangimento em seus vencedores. 1. Me deram o envelope errado Cinco décadas atrás, o cantor Sammy Davis Jr. se viu na mesma saia justa de Warren Beatty. Mas sua experiência nos palcos de Las Vegas veio bem a calhar, ajudando-o a lidar com a confusão com muito bom humor. Veja abaixo como ele se livrou do constrangimento de anunciar um vencedor que não estava concorrendo na categoria de Melhor Canção de 1964. A propósito, as risadas nervosas que ele provoca ao dizer “Me deram o envelope errado. Esperem até o NAACP saber disso” reflete as tensões raciais da época. NAACP é uma das mais antigas entidades de defesa dos direitos civis dos negros nos EUA. 2. Venha aqui, Frank Mas muitas gafes famosas não foram preservadas para a posteridade, por terem acontecido antes da invenção da televisão. Mesmo assim, fazem parte do folclore do Oscar. Uma das trapalhadas mais antigas aconteceu na 6ª edição da premiação em 1934, quando o ator, cantor e cowboy Will Rogers anunciou o prêmio de melhor diretor com as seguintes palavras: “Venha aqui pegá-la, Frank!”, inspirando Frank Capra, diretor do clássico “Dama por um Dia”, correr para o palco, apenas para descobrir que o vencedor era Frank Lloyd, por “Cavalgada”. Posteriormente, Capra descreveu a experiência como “a mais longa, triste e arrasadora caminhada de minha vida”. Detalhe: no ano seguinte, ele venceu realmente a premiação com um de seus filmes mais famosos, “Aconteceu Naquela Noite”. 3. Spencer “Dick” Tracy Em 1938, o ator Spencer Tracy ganhou o prêmio de Melhor Ator pelo filme “Marujo Intrépido”, mas teve que receber uma segunda estatueta. A que lhe entregaram no dia da cerimônia veio com o nome Dick Tracy gravado, como o famoso personagem de quadrinhos – por coincidência, vivido por Warren Beatty no cinema. 4. Assalto ao vivo A atriz Alice Brady decidiu não comparecer à premiação em 1938, e a estatueta que deveria receber como Melhor Atriz Coadjuvante por “No Velho Chicago” foi entregue a um homem desconhecido, que subiu ao palco como seu representante. O troféu e o homem jamais foram vistos novamente. A atriz morreu antes que a Academia pudesse encomendar uma nova estatueta para ela, aos 46 anos em 1939. 5. Amadeus! Em 1985, a confusão também aconteceu em meio ao anúncio do Melhor Filme. Jack Lemmon caprichou tanto nos elogios para introduzir Laurence Olivier, que o veterano o ator britânico se empolgou em agradecimentos, esquecendo simplesmente de anunciar os nomes dos indicados na categoria. Em vez disso, ele disse direito o resultado: “Amadeus!” Confira o burburinho que a situação rendeu no vídeo abaixo.

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  • Etc

    James Cameron divulga carta emocionada em tributo ao ator Bill Paxton

    26 de fevereiro de 2017 /

    O cineasta James Cameron escreveu uma carta emocionada sobre a morte de Bill Paxton, um de seus mais antigos e melhores amigos em Hollywood, a quem dirigiu em quatro filmes. Como ele recorda, os dois se conheceram há 36 anos, quando Paxton ainda não era ator. O jovem era um assistente de produção, trabalhando como carpinteiro e pintor na sci-fi barata “Galáxia do Terror” (1981), que tinha Cameron como cenógrafo, também em começo de carreira. Depois disso, o cineasta o escalou numa pequena figuração em “O Exterminador do Futuro” (1984), deu-lhe seu primeiro grande papel em “Aliens, o Resgate” (1986), além de ter feito participação como ator no primeiro filme a destacar Paxton num pôster, o terror “Quando Chega a Escuridão” (1987), de Kathryn Bigelow – namorada de Cameron na época. Os dois ainda trabalharam juntos nos sucessos “True Lies” (1994) e “Titanic” (1997). Mas compartilharam muito mais que filmes, como conta o diretor na carta abaixo. Leia na íntegra: “Estou sofrendo com isso, tentando fazer meu coração e minha mente aceitarem. Bill deixa um vazio. Ele e eu éramos amigos íntimos há 36 anos, desde que nos conhecemos no set de um filme de baixo orçamento de Roger Corman. Ele entrou para trabalhar no cenário, e eu lhe dei um pincel e apontei para uma parede, dizendo: “Pinte isso!” Reconhecemos rapidamente a centelha criativa que havia surgido naquele simples gesto e nos tornamos amigos rapidamente. O que se seguiu foram 36 anos de filmagens em conjunto, ajudando a desenvolver projetos uns dos outros, indo em viagens de mergulho juntos, assistindo nossos filhos crescerem juntos, até mesmo visitando os destroços naufragados do Titanic em um submarino russo. Era uma amizade de riso, aventura, amor ao cinema e respeito mútuo. Bill me escreveu belas cartas sinceras e pensadas, um anacronismo nesta era da digitação eletrônica. Ele cuidava bem de seus relacionamentos com as pessoas, sempre preocupado e presente para os outros. Ele era um bom homem, um grande ator e um dínamo criativo. Espero que, em meio ao burburinho da noite do Oscar, as pessoas levem um momento para se lembrar deste homem maravilhoso, não apenas por todas as horas de alegria que ele nos trouxe com sua presença vívida nas telas, mas para o grande humano que ele foi. O mundo é um lugar menor após sua morte, e eu sentirei profundamente sua falta.”

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  • Etc,  Filme,  Série

    Bill Paxton (1955 – 2017)

    26 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o ator americano Bill Paxton, que marcou época em grandes produções como “Aliens, o Resgate” (1986), “Twister” (1996) e “Titanic” (1997) e estrelou a série “Amor Imenso” (Big Love) na HBO. Segundo comunicado da família, ele morreu repentinamente devido a complicações de uma cirurgia, aos 61 anos. Paxton não começou sua carreira em Hollywood como ator. Nos anos 1970, ele trabalhou como carpinteiro e pintor de cenários de diversos filmes B, incluindo produções de Roger Corman. Foi numa delas, “Galáxia do Terror” (1981), que chamou atenção do cenógrafo e diretor assistente James Cameron. Os dois se tornaram grandes amigos e Cameron o convidou a participar de seu segundo filme como cineasta: “O Exterminador do Futuro” (1984). Ele viveu um punk que enfrentava o robô interpretado por Arnold Schwarzenegger logo no começo da trama. No mesmo ano, apareceu no clipe “Shadows of the Night” (1984), de Pat Benatar, e logo começou a demonstrar sua capacidade para roubar cenas, como o irmão mais velho de um dos nerds de “Mulher Nota Mil” (1985), clássico de John Hughes. Mas foi o velho amigo James Cameron quem lhe deu seu primeiro grande papel, como o soldado Hudson, um dos fuzileiros espaciais do cultuado “Aliens, o Resgate”. Indo do egoísmo ao sacrifício pessoal, da covardia ao heroísmo, Paxton construiu um arco tão rico do personagem que sua morte foi uma das mais lamentadas do filme. A cineasta Kathryn Bigelow, na época namorada de Cameron, também se impressionou com o rapaz e o escalou como um vampiro sanguinário em “Quando Chega a Escuridão” (1987), mistura de terror, western e love story rural com idéias inovadoras. Mergulhando no sadismo do personagem, Paxton roubou as cenas e acabou sendo escolhido para ilustrar o cartaz da produção, mesmo não sendo o mocinho. O ator também apareceu num clipe do New Order, “Touched by the Hand of God” (1989), enfrentou os futuros rivais dos Aliens em “Predador 2 – A Caçada Continua” (1990) e acabou se consolidando como um dos coadjuvantes mais requisitados de Hollywood. O período incluiu papéis de destaque em “Marcados Pelo Ódio” (1989), “Os Saqueadores” (1992), “Encaixotando Helena” (1993), “Tombstone” (1993), “Apollo 13” (1995) e “True Lies” (1994), novamente dirigido por Cameron. Tantos destaques consecutivos abriram caminho para sua transformação em protagonista, que aconteceu no filme de desastre ambiental “Twister” (1996), em que enfrentou tornados com a mesma coragem com que lutou contra Aliens. Ele confirmou ser um dos atores favoritos de James Cameron ao embarcar a bordo de “Titanic” (1997), que bateu recordes de bilheteria mundial. E aproveitou o período de sucesso para dar sequência à carreira de protagonista, estrelando o excelente suspense “Um Plano Simples” (1998), de Sam Raimi, um remake infantil da Disney, “Poderoso Joe” (1998), ao lado de Charlize Theron, e um thriller de alpinismo, “Limite Vertical” (2000). A esta altura, decidiu passar para trás das câmeras, estrelando e dirigindo o terror “A Mão do Diabo” (2001), que conquistou críticas positivas, mas baixa bilheteria. Ele só dirigiu mais um filme, “O Melhor Jogo da História” (2005), no qual escalou seu filho, James Paxton (atualmente na série “Eyewitness”). Mas acabou descuidando da própria carreira de ator. Apostou em produções infantis, como a franquia “Pequenos Espiões” e a adaptação da série de fantoches “Thunderbirds”, que implodiram. E o declínio o convenceu a realizar uma curva estratégica, rumo à televisão. Com o primeiro papel fixo numa série, veio a consagração que lhe faltava. Ele conquistou três indicações ao Globo de Ouro como protagonista de “Big Love”, história de um polígamo, casado com três mulheres diferentes, exibida entre 2006 e 2011. Também se agigantou na premiada minissérie “Hatfields & McCoys” (2011), que lhe rendeu sua única indicação ao Emmy, teve uma passagem marcante como vilão em “Agents of SHIELD” (em 2014) e liderou o elenco da minissérie “Texas Rising” (2015). Ao voltar às produções de ponta, relembrou o soldado Hudson na sci-fi “No Limite do Amanhã” (2014), na qual voltou a enfrentar alienígenas, desta vez ao lado de Tom Cruise. E ainda teve papel importante no excelente “O Abutre” (2014), filme indicado ao Oscar, com Jake Gyllenhaal. Paxton participava atualmente da nova série “Traning Day”, baseada no filme “Dia de Treinamento”, numa versão do papel que deu o Oscar a Denzel Washington, e poderá ser visto ainda em uma última sci-fi, “O Círculo”, de James Ponsoldt, com Emma Watson e Tom Hanks, que estreia em abril.

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  • Filme

    Michelle Rodriguez entra em thriller de ação do diretor de 12 Anos de Escravidão

    25 de fevereiro de 2017 /

    Michelle Rodriguez será uma das protagonistas do thriller “Widows”, novo filme do diretor Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão”), informou o site Deadline. O longa é uma adaptação da série britânica “As Damas de Ouro” (Widows), criada por Lynda La Plante (série “Prime Suspect”) em 1983. A série contava a história de três viúvas de ladrões e uma comparsa que resolvem seguir os passos dos seus maridos, realizando o assalto que eles não conseguiram fazer e que os matou. A atração teve uma 2ª temporada em 1985 e um remake televisivo em 2002, cujo título nacional foi “As Viúvas”. A estrela da franquia “Velozes e Furiosos” vai se juntar a Viola Davis (indicada ao Oscar 2017 por “Um Limite Entre Nós”), Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), Daniel Kaluuya (“Sicario”) e André Holland (“Moonlight”). O roteiro está a cargo da romancista Gillian Flynn, autora de “Garota Exemplar”, que transportará a ação para os EUA. A expectativa é por um lançamento em 2018.

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  • Série

    Nova personagem de Stranger Things surge em primeira foto

    25 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou as versões em alta resolução das fotos da 2ª temporada de “Stranger Things” anteriormente divulgadas com cortes e logotipos pela revista Entertainment Weekly. De quebra, ainda surgiu uma novidade em média resolução: a primeira imagem da atriz Sadie Sink (série “American Odissey”), que vive Max. Max é uma menina recém-chegada à cidade, junto com seu irmão Billy (Dacre Montgomery, um dos novos “Power Rangers”). Enquanto Billy não consegue fazer amigos por seu temperamento (ele deve assumir uma postura de vilão na série), Max logo se aproxima dos meninos e atrai as atenções de Lucas e Dustin. Enquanto isso, a passagem para o Mundo Invertido continua aberta no laboratório, que agora é administrado pelo simpático Dr. Owens (Paul Reiser, de “Aliens”). A série vai retornar em outubro na Netflix.

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  • Filme

    Versão comédia de CHiPs ganha pôsteres com seus personagens

    24 de fevereiro de 2017 /

    A Warner divulgou dois pôsteres individuais dos protagonistas da versão de cinema da série policial “CHiPs”: Frank ‘Ponch’ Poncherello, vivido por Michael Peña (“Homem-Formiga”), e Jon Baker, interpretado por Dax Shepard (série “Parenthood”). Além de estrelar, Shepard também escreveu e dirigiu a produção, cujo primeiro trailer, repleto de piadas de pênis, irritou os astros da série original. Para quem lembra, “CHiPs” era a sigla da California Highway Patrol, a Polícia Rodoviária da Califórnia. Na série, que durou 6 temporadas entre 1977 e 1983, os personagens eram interpretados respectivamente por Larry Wilcox e Erik Estrada. A dupla caçava bandidos e patrulhava as rodovias da Califórnia de motocicleta. O filme é bem diferente. Uma comédia de ação ao estilo de “Anjos da Lei” e do vindouro “Baywatch”, que toma muitas liberdades com a trama original. Além de Shepard e Peña, o elenco da adaptação inclui a australiana Jessica McNamee (série “Sirens”), Adam Brody (série “StartUp”), Ryan Hansen (série “Veronica Mars”), Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Justin Chatwin (série “Shameless”), Jane Kaczmarek (série “Malcolm in the Middle”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), Adam Rodriguez (“Magic Mike”), Ben Falcone (“A Chefa”) e Kristen Bell (série “The Good Place”), que é casada com Shepard. Antes de “CHiPs”, Dax Shepard teve apenas um trabalho como diretor: a comédia indie de ação “Relação Explosiva”, também repleta de perseguições rodoviárias – e cotação perfeitamente medíocre de 50% no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Série baseada no game Castlevania ganha primeira arte

    24 de fevereiro de 2017 /

    O produtor Adi Shankar divulgou nas redes sociais o pôster da série de “Castlevania”, adaptação do game clássico que ele está desenvolvendo para a plataforma de streaming Netflix. Trata-se de uma imagem do castelo de Drácula diante de uma lua vermelha, dando um gostinho de como será a arte visual da produção. A arte também deixa claro que se trata de uma animação, algo que ainda gerava dúvidas entre os fãs. A série vai adaptar a trama game “Castlevania III: Dracula’s Curse”, em que “o último membro sobrevivente do desonrado clã Belmont, tenta salvar a Europa Oriental da extinção pela mão do próprio Drácula“. Shankar também confirmou que a série terá classificação para maiores de idade, o que vai garantir uma boa dose de violência e sangue na tela. Segundo o produtor, “esta será a mais fodástica adaptação de videogames já feita até hoje!“. Lançado em 1989, “Castlevania III: Dracula’s Curse” tem como protagonista Trevor Belmont no ano de 1476. Além do caçador de vampiros, há outros três importantes personagens na história: Sypha Belnades, uma jovem sacerdotisa, com vários poderes mágicos, Grant DaNasty, um ágil pirata com a habilidade de escalar paredes e tetos, e Alucard, o filho de Drácula. O responsável pela adaptação é o aclamado escritor inglês de quadrinhos Warren Ellis, criador dos quadrinhos adaptados nos filmes “Red – Aposentados e Perigosos” (2010) e “Homem de Ferro 3” (2013).

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  • Série

    Série baseada em Máquina Mortífera é renovada para sua 2ª temporada

    22 de fevereiro de 2017 /

    A série baseada no filme “Máquina Mortífera” foi renovada para a sua 2ª temporada pela rede americana Fox. Intitulada em inglês “Lethal Weapon”, como o título original da franquia cinematográfica, a série acompanha a improvável dupla policial formada pelo veterano sargento Roger Murtaugh (Damon Wayans Sr.) e o impulsivo detetive Martin Riggs (Clayne Crawford), que trabalham juntos no Departamento de Polícia de Los Angeles, e precisam aprender a conciliar seus estilos opostos de trabalho. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Matt Miller (criador de “Forever”) e teve seu piloto dirigido pelo cineasta McG (“3 Dias Para Matar”). O elenco também conta com Kevin Rahm (série “Desperate Housewives”) como o Capitão Avery, chefe da dupla, Golden Brooks (série “Hart of Dixie”) como Trish Murtaugh, esposa do personagem de Wayans, e Jordana Brewster (uma das estrelas da franquia “Velozes e Furiosos”) no papel de uma personagem que não existia no filme, a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora de sequestros e terapeuta da polícia de Los Angeles. A 2ª temporada teve encomenda de mais 22 episódios, resultado da boa audiência conquistada em seus primeiros episódios – uma média de 6,6 milhões de telespectadores ao vivo. “Toda semana, a série entrega uma jornada divertida, mas também mantém uma ligação humana e genuinamente emocional, e isso é graças à química que foi desenvolvida não apenas entre Damon Wayans e Clayne Crawford, mas entre todo o elenco”, comentou o diretor de programação da Fox, David Madden. No Brasil, a atração é exibida no canal pago Warner.

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    Bingo – O Rei das Manhãs ganha clipe com marchinha de carnaval imprópria

    17 de fevereiro de 2017 /

    O filme “Bingo – O Rei das Manhãs” ganhou um clipe em ritmo de carnaval. Disponibilizado pela Warner, mostra o personagem do título, um palhaço televisivo claramente inspirado em Bozo, cantando e dançando uma marchinha de carnaval, que faz alusões ao consumo de cocaína e à atividades sexuais. O humor impróprio do vídeo segue a proposta do filme, um mix escandaloso de sexo, drogas e programa infantil baseado na história real de Arlindo Barreto, intérprete brasileiro do palhaço Bozo. O longa marca a estreia na direção de Daniel Rezende, o premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus” (2002), e traz Vladimir Britcha (“Muitos Homens num Só”) no papel de Augusto, o homem sob a fantasia do palhaço Bingo No roteiro de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças” e “Uma História de Amor e Fúria”), Augusto é um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar Bingo, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto nos anos 1980. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara, o que faz de Augusto, o “Rei das Manhãs”, o anônimo mais famoso do Brasil. E isto lhe acarreta uma enorme frustração, com consequências trágicas. O elenco ainda inclui Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”) e até o apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial. “Bingo – O Rei das Manhãs” tem estreia prevista para 24 de agosto.

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  • Série

    5ª temporada de The Americans ganha trailers e teasers repletos de elogios

    12 de fevereiro de 2017 /

    O canal pago americano FX divulgou seis teasers e trailers da 5ª temporada de “The Americans”, acompanhados por elogios rasgados da imprensa. As prévias enfatizam a evolução do relacionamento do casal de espiões vivido por Keri Russell e Matthew Rhys com sua filha, interpretada por Holly Taylor, agora que ela sabe a verdade sobre os pais. A próxima temporada será a antepenúltima da série de espionagem passada nos anos 1980, que chegará ao fim em 2018, concluindo sua história. A estreia dos novos episódios está marcada para 16 de março.

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  • Série

    2ª temporada de Stranger Things ganha novas fotos

    12 de fevereiro de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou novas fotos da 2ª temporada de “Stranger Things”, entre elas um novo registro dos amigos Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin) e até Will Buyers (Noah Schnapp) como Caça-Fantasmas. Há ainda fotos dos personagens Joyce (Winona Ryder), Jonathan (Charlie Heaton), Nancy (Natalia Dyer) e do xerife Hopper (David Harbour), aparentemente investigando outro mistério noturno, além de uma imagem dos bastidores com os criadores da série, os irmãos Duffer, e o produtor Shawn Levy. A série vai retornar em outubro na Netflix.

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    Oprah Winfrey pode estrelar remake de Laços de Ternura

    11 de fevereiro de 2017 /

    O cineasta Lee Daniels pode retomar sua parceria com a apresentadora Oprah Winfrey num remake de “Laços de Ternura”, segundo o site The Wrap. Oprah seria uma das estrelas do projeto, interpretando a personagem que rendeu o Oscar de Melhor Atriz para Shirley MacLaine no drama clássico de 1982. O filme original girava em torno de mãe protetora (MacLaine) e filha com câncer (Debra Winger), mas graças a Jack Nicholson, que também venceu um Oscar por seu papel de astronauta aposentado, não virava um melodrama de chorar sem parar. O mais impressionante é que “Laços de Ternura” superou a obra-prima “Os Eleitos” para ficar com o Oscar 1984 de Melhor Filme. Caso aconteça, o remake será a segunda parceria entre Lee Daniels e Oprah, após realizarem juntos “O Mordomo da Casa Branca” (2013), que, além de estrelar, ela também produziu. A Paramount, que detém os direitos de “Laços de Ternura”, não confirmou a produção.

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    Diretor de comédias vai filmar o novo Halloween

    11 de fevereiro de 2017 /

    O veterano diretor John Carpenter anunciou na sua página no Facebook quem vai dirigir o remake de seu clássico de terror “Halloween” (1978). E para surpresa dos fãs de terror, trata-se de um diretor de comédias: David Gordon Green, responsável pelo péssimo “O Babá(ca)” (2011) e o recente fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Não bastasse sua falta de experiência no gênero, Green também é um cineasta bastante irregular, capaz de surpreender tanto positivamente (como no drama “Joe”) quanto negativamente (o já citado “O Babá(ca)”). E, para completar, ele também vai escrever a adaptação ao lado de um comediante, Danny McBride, com quem trabalhou em “Segurando as Pontas” (2008), “Sua Alteza?” (2011) e na série “Eastbound & Down” (2009-2013). Mas Carpenter diz ter ficado impressionado com a visão do cineasta e seu parceiro cômico para a franquia, após uma reunião de produção. Ele divulgou um comunicado em que Danny McBride garante que o novo filme não será uma comédia. “David e eu estamos animados para sair das nossas colaborações cômicas e mergulhar em um horror sombrio e pavoroso. Ninguém vai rir”, afirmou ele. Green, por sua vez, se assumiu fã do filme original. “O Halloween de John Carpenter foi uma experiência monumental de filme de terror para mim e para milhões de fãs de cinema. É uma honra trabalhar com esta equipe criativa para criar um novo capítulo na história de Michael Myers”, o diretor afirmou. Ao contrário do remake de Rob Zombie, o novo “Halloween” terá produção de Carpenter, em parceria com Jason Blum (“Atividade Paranormal”). O projeto visa um lançamento em 19 de outubro de 2018, para coincidir não apenas com a comemoração do Halloween, mas com os 40 anos do começo da franquia.

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