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    Tobe Hooper (1943 – 2017)

    28 de agosto de 2017 /

    O diretor de cinema Tobe Hooper, conhecido pelos clássicos de terror “Poltergeist” (1982) e “O Massacre da Serra Elétrica” (1974), morreu na Califórnia aos 74 anos. A causa da morte, que ocorreu na cidade de Sherman Oaks, não foi informada. Nascido em Austin, no estado americano do Texas, Hooper era professor universitário e produtor de documentários antes de virar diretor de longa-metragens. Ele estreou com o terror indie “Eggshells” (1969), sobre hippies numa floresta maligna, antes de criar um dos filmes de terror mais influentes de todos os tempos. Hooper rodou “O Massacre da Serra Elétrica” em 1974 por menos de US$ 300 mil, a partir de um roteiro que ele próprio escreveu, e contou com atores que nunca tinham feito cinema antes. Gunnar Hansen, por exemplo, queria ser poeta, mas precisava de dinheiro e foi fazer o teste para o filme que estava sendo produzido na sua região. Em seu livro de memórias, ele recorda que o diretor explicou rapidamente o personagem, dizendo que tinha problemas mentais e, apesar de parecer aterrador, sofria abusos de sua própria família insana. As sequelas traumáticas de sua infância impediram seu desenvolvimento, inclusive a fala, levando-o a apenas grunhir como um porco. Além disso, era tímido a ponto de viver sob uma máscara. O gigante islandês foi escalado para dar vida a um dos monstros mais famosos do terror moderno, Leatherface, o canibal rural que esconde o seu rosto atrás de uma máscara feita de pele humana e brande feito louco uma motosserra capaz de dilacerar instantaneamente os membros de suas vítimas. O personagem era um dos muitos assassinos brutais da família canibal do filme de 1974 e foi inspirado no serial killer Ed Gein. A cena final do longa, em que ele agita sua serra furioso numa estrada, é das mais icônicas do cinema. Mas o filme também eternizou outros takes perturbadores, como os close-ups extremos nos olhos da protagonista, amarrada numa mesa para jantar com canibais. Em busca de realismo, Hooper filmou até sangue real, quando Marilyn Burns se cortou inteira ao esbarrar em arbustos durante a perseguição mais famosa da trama, com Leatherface tocando o terror em seu encalço. Em 1999, a revista Entertainment Weekly elegeu “O Massacre da Serra Elétrica” como o segundo filme mais assustador de todos os tempos, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). Mas, na época em que foi lançado, o filme perturbou muito mais que a superprodução do diabo, sendo proibido em diversos países. No Reino Unido e na Escandinávia, por exemplo, só foi liberado no final dos anos 1990. Mesmo assim, tornou-se uma das produções americanas independentes mais rentáveis nos anos 1970, segundo a Variety. “O Massacre da Serra Elétrica” foi lançado antes da febre das franquias de terror, quando qualquer sucesso ganhava continuação. Por isso, Hooper emendou a produção com outro filme similar, estrelado pela mesma atriz e passado na mesma região, mas com um psicopata e enredo diferentes. Em “Eaten Alive” (1976), um caipira que cuida de um hotel decadente no interior do Texas mata todo mundo que o incomoda e ainda aproveita os pedaços das vítimas para alimentar seu crocodilo gigante de estimação. “Eaten Alive” também marcou o início de uma tradição de brigas entre Hooper e seus produtores, que geralmente terminavam com ele sendo substituído na direção dos filmes. O diretor de fotografia do longa é creditado por parte das filmagens. Mas isto não foi nada comparado ao resultado de seu filme seguinte, “The Dark”, em que Hooper simplesmente abandonou o set no primeiro dia de filmagens. Era para ser um filme de zumbis, mas virou uma sci-fi com alienígenas, com uma trama e um elenco de pseudo-celebridades que dariam orgulho nos responsáveis por “Sharknado”. Desgastado, Hooper foi fazer um telefilme. E com “A Mansão Marsten” (1979), adaptação do romance “Salem’s Lot”, de Stephen King, voltou a mostrar sua capacidade de criar terror com baixo orçamento, desde que o deixassem em paz. Ele seguiu esse projeto com “Pague Para Entrar, Reze Para Sair” (1981), filme relativamente bem-sucedido sobre outro psicopata mascarado, numa época em que os psicopatas mascarados, novidade introduzida com Leatherface, tinham virado a norma do gênero. Mas todas as brigas com produtores de seu passado alimentaram inúmeras especulações a respeito de seu filme seguinte. Com o maior orçamento de sua carreira e o melhor resultado, tanto nas bilheterias como na própria qualidade da produção, “Poltergeist – O Fenômeno” (1982) não parecia com nada que Hooper tinha feito antes. John Leonetti, diretor de “Annabelle” (2014), era assistente de câmera do longa e recentemente deu força à teoria de conspiração, ao dizer que o filme, escrito e produzido por Steven Spielberg, também tinha sido dirigido pelo cineasta, após divergências com Hooper. O fato é que “Poltergeist” virou, como dizia seu subtítulo nacional, um fenômeno. Assim como “O Massacre da Serra Elétrica”, originou várias cenas icônicas, reproduzidas à exaustão por imitadores que o sucederam. Referências à casas construídas sobre cemitérios indígenas, estática televisiva, consultoria de médium, objetos que se movem sozinhos e o terror focado em famílias com crianças pequenas subverteram o gênero e se tornaram elementos básicos de uma nova leva de terror, a começar pelo evidente “A Casa do Espanto” (1985) até chegar em marcos contemporâneos como “O Chamado” (2002) e “Sobrenatural” (2010). Hooper ganhou os créditos pelo filme e aproveitou. Assediado, brincou de gravar videoclipes (é dele o famoso “Dancing with Myself”, de Billy Idol) e recebeu outro grande orçamento para se afirmar entre os mestres do gênero. Mas “Força Sinistra” (1985), sobre vampiros espaciais, acabou fracassando nas bilheterias. Ainda assim, ganhou sobrevida em vídeo e se tornou cultuadíssimo, transformando em sex symbol a francesa Mathilda May, nua na maior parte de suas cenas. Ele voltou ao território de Spielberg com “Invasores de Marte”, remake de um clássico de 1953 reescrito por Dan O’Bannon (o gênio por trás de “Alien” e “A Volta dos Mortos-Vivos”). Mas nem a escalação da icônica Karen Black como uma professora do mal ajudou o filme a escapar do reducionismo de um “Invasores de Corpos para crianças”. Na trama, o pequeno Hunter Carson (o menino de “Paris, Texas”) tentava impedir marcianos de tomarem os corpos dos pais e professores de sua cidade. Novamente, foi cultuado em vídeo. Frustrado com a promessa de um futuro que não aconteceu, Hooper voltou ao passado. Ele decidiu fazer “O Massacre da Serra Elétrica 2” (1986), juntando os integrantes originais da família canibal e um Dennis Hopper ainda mais alucinado que eles, em busca de vingança pela morte de seu parente no primeiro filme. Com jorros de sangue e muita violência, o filme dividiu opiniões. Ao mesmo tempo em que apontou como “O Massacre da Serra Elétrica” se tornaria uma franquia mais duradoura que os populares “Halloween” e “Sexta-Feira 13”, também demonstrou a estagnação da carreira de seu diretor. A partir daí, Hooper foi para a TV, retomando a parceria com Spielberg na série “Histórias Maravilhosas” (1987). Ele também dirigiu episódios de “A Hora do Pesadelo — O Terror de Freddie Krugger” (1988), “Contos da Cripta” (1991) e até “Taken” (2002), outra produção de Spielberg, o que demonstra que os boatos de briga entre os dois eram infundados. Seu último clássico foi justamente uma obra televisiva, “Trilogia do Terror” (1993), em que dividiu as câmeras com outro mestre, John Carpenter (“Halloween”). Em seu segmento, Hooper dirigiu Mark Hammill (o Luke Skywalker) como um atleta que perde um olho num acidente e, após um transplante, passa a ser assombrado por visões. A produção ganhou notoriedade por também incluir em seu elenco as cantoras Sheena Easton e Debbie Harry. Ao mesmo tempo, Hooper deixou de chamar atenção com seus trabalhos cinematográficos. Embora ainda estivesse ativo, escrevendo e dirigindo filmes como “Combustão Espontânea” (1990), “Noites de Terror” (1993) e “Mangler, O Grito de Terror” (1995), parecia ausente dos cinemas, tão minúsculas e mal vistas tinham se tornado suas produções. Não demorou a entrar no mercado dos lançamentos feitos diretamente para DVD, com “Apartamento 17” (1999), “Crocodilo” (2000), “Noites de Terror” (2004) e “Mortuária” (2005). Até que uma série de TV fez com que muitos refletissem sobre o que tinha acontecido com os grandes mestres do terror dos anos 1970 e 1980. Intitulada, justamente, “Mestres do Terror”, a série de antologia tirou a poeira de vários profissionais famosos do gênero, alguns já considerados aposentados. Hooper dirigiu dois episódios nas duas temporadas da atração, exibidas em 2005 e 2006. Animado com a repercussão, tentou voltar ao cinema. Fez um filme de zumbis, “Destiny Express Redux” (2009), que foi exibido apenas no festival South by Southwest de 2009 e nunca mais voltou à tona. A carreira acabou encerrada no lançamento seguinte, “Djinn” (2013), com a mesma premissa de “Poltergeist” – uma casa construído sobre um terreno maldito – , só que estrelado por atores do Oriente Médio e falado em árabe. Um final paradoxal para a filmografia do responsável por revolucionar o terror americano.

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  • Série

    Elenco aparece assustado em 12 novos pôsteres de Stranger Things

    27 de agosto de 2017 /

    A Neflix divulgou 12 novos pôsteres de “Stranger Things”, que trazem os personagens centrais da série fazendo caras assustadas. Além dos atores que retornam da 1ª temporada, as imagens destacam duas novidades: Sadie Sink (série “American Odissey”) e Dacre Montgomery (série “Power Rangers”). Os dois interpretarão irmãos nos novos episódios. A 2ª temporada estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

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  • Filme

    Blade Runner 2049 ganha novos pôsteres e comercial estendido com cenas inéditas

    27 de agosto de 2017 /

    “Blade Runner 2049” ganhou diversos pôsteres e um comercial estendido de um minuto e meio de duração, em versões legendada e dublada. As prévias trazem várias cenas inéditas e insinuam que o papel de Harrison Ford é pequeno na trama. Mesmo assim, ele divide o destaque dos cartazes com Ryan Gosling (“La La Land”), intérprete do protagonista na continuação do clássico dos anos 1980. O elenco também inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), o inglês Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial para mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. “Blade Runner 2049” tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Criadores de Stranger Things dizem que a série terá só quatro anos

    27 de agosto de 2017 /

    Os irmãos Duffer, criadores de “Stranger Things”, confirmaram, em entrevista ao site Vulture, que a série está renovada até a 3ª temporada. Eles foram além e revelaram que a série deve ter só mais uma temporada depois disto, e encerrar no quarto ano. “Estamos pensando que será uma coisa de quatro temporadas e acabou. Só temos que ficar ajustando a história. Eu só não sei como poderemos justificar que tanta coisa ruim acontece uma vez ao ano”, brincou Ross Duffer. Sem revelar muito, Ross também explicou que a 2ª temporada foi concebida como uma continuação e não como uma nova história completamente diferente. “Disse para Matt: ‘não quero chamar de 2ª temporada, quero que pareça uma sequência de filme’. Se você tem um filme bem-sucedido, o segundo é sempre um pouco maior.” A 2ª temporada de Stranger Things estreia em 27 de outubro na Netflix

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  • Etc,  Série

    Millie Bobby Brown vem ao Brasil no começo de setembro

    27 de agosto de 2017 /

    A atriz Millie Bobby Brown, intérprete de Eleven em “Stranger Things”, virá ao Brasil no primeiro fim de semana de setembro, para um evento pago. Ela deve comentar a 2ª temporada da série e conhecer alguns fãs no Geek City, que ocorre em Curitiba no final de semana dos dias 2 e 3. Esta será a primeira visita da atriz ao país, já que ela cancelou sua participação em outro evento em que era esperada, devido a conflitos de agenda. A 2ª temporada de “Stranger Things” será disponibilizada em 31 de outubro na Netflix.

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  • Filme

    Tom Cruise volta a ser um ás indomável no vídeo de bastidores do thriller Feito na América

    27 de agosto de 2017 /

    A Universal divulgou um vídeo de bastidores de “Feito na América” (American Made), que explora o tom divertido e frenético da produção. O filme conta a história real de Barry Seal, um piloto de avião que transportava armas para a CIA e drogas para Pablo Escobar, interpretado por Tom Cruise com um sorriso arteiro e a arrogância de um ás indomável, e descrito pelo diretor Doug Liman como “um cowboy” dos ares. Algumas situações impossíveis do filme realmente aconteceram, como sugere a narração do próprio Cruise. Mas muitas outras são exagero e estilo, como o pouso forçado de seu avião nos subúrbios, sob uma nuvem branca de cocaína. O elenco também inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”), Caleb Landry Jones (“Corra!”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Sarah Wright (série “Marry Me”), Jayma Mays (série “Glee”), Lola Kirke (“Mistress America”), Benito Martinez (série “American Crime”) e Connor Trinneer (série “Star Wars: Enterprise”). Segunda parceria entre Tom Cruise e o diretor Doug Liman, após o bem-sucedido “No Limite do Amanhã” (2014), “Feito na América” estreia em 14 de setembro no Brasil, duas semanas antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Novos pôsteres de Stranger Things homenageiam as sci-fis O Sobrevivente e Alien

    27 de agosto de 2017 /

    A Neflix divulgou dois novos pôsteres de “Stranger Things”, que prestam homenagens a filmes clássicos. Depois dos cartazes que referenciavam “Conta Comigo” (1986) e “A Hora do Pesadelo” (1984), é a vez da sci-fi distópica “O Sobrevivente” (1987), com o xerife Jim Hopper (David Harbour) no lugar de Arnold Schwarzenegger, e do terror espacial “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979). A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

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  • Filme

    Wagner Moura tenta roubar papel de Vladimir Brichta em vídeo de Bingo, O Rei das Manhãs

    15 de agosto de 2017 /

    A Warner divulgou um vídeo promocional diferente do filme “Bingo: O Rei das Manhãs”. Disfarçado de “making of”, o vídeo é uma esquete de humor, que brinca com uma puxada de tapete no ator Vladimir Brichta (“Muitos Homens num Só”). Ao entrar em seu camarim, Britcha se depara com Wagner Moura (série “Narcos”) se maquiando para assumir o personagem do Bingo nas filmagens. Argumentando que o papel foi criado para ele e que sua agenda abriu com a morte de seu personagem (em “Narcos”), Moura vai tornando a situação cada vez mais incômoda. Ao final, quando vai reclamar com o diretor, Brichta encontra outro ator fantasiado de Bingo, ensaiando assumir o papel: Lázaro Ramos. Apesar do que insinua o vídeo, Brichta tem impressionado nos trailers da produção. Na trama, ele vive Augusto, personagem inspirado na vida de Arlindo Barreto. Assim como o homem real por trás da maquiagem do Bozo, Augusto é um artista que sonhava com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar “Bingo”, um palhaço apresentador de programa infantil na televisão, que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara, o que faz de Augusto, o “Rei das Manhãs”, o anônimo mais famoso do Brasil. Com um humor ácido e uma narrativa surreal, o filme recria os anos 1980 num mix escandaloso de sexo, drogas e programa infantil. O filme marca a estreia na direção de Daniel Rezende, o premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus” (2002). O roteiro é de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças” e “Uma História de Amor e Fúria”), a fotografia de Lula Carvalho (“As Tartarugas Ninja”, “Robocop”) e o elenco ainda inclui Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”), Tainá Müller (“O Duelo”), Augusto Madeira (“Malasartes e o Duelo com a Morte”), o dinamarquês Soren Hellerup (“Meu Amigo Hindu”) e até o ex-apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial. A estreia está marcada para 24 de agosto.

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  • Série

    Novo pôster de Stranger Things referencia o terror de A Hora do Pesadelo

    12 de agosto de 2017 /

    A Neflix divulgou um novo pôster da 2ª temporada de “Stranger Things”, que presta homenagem a outro filme clássico dos anos 1980. Depois do cartaz que referenciava “Conta Comigo” (1986), os produtores revelam uma imagem evocativa de “A Hora do Pesadelo” (1984). Um detalhe curioso dessa homenagem é que a atriz Natalia Dyer interpreta uma personagem chamada Nancy em “Stranger Things”, mesmo nome da protagonista de “A Hora do Pesadelo”, vivida por Heather Langenkamp. Apenas uma coincidência? A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

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  • Série

    GLOW: Série de luta livre feminina é renovada para a 2ª temporada

    10 de agosto de 2017 /

    A Netflix renovou a série “GLOW”, passada no submundo das lutas livres femininas dos anos 1980. A atração terá mais 10 episódios em sua 2ª temporada, prevista para 2018. “GLOW” é a segunda série produzida por Jenji Kohan na programação da plataforma. Kohan é a criadora do sucesso “Orange Is the New Black”. Mas “GLOW” foi criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”). De todo modo, as duas séries tem muito em comum. Ambas são focadas em universos femininos, inspiradas por histórias reais e se tornaram sucessos com ressonância na cultura pop. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, das seis novas séries de comédia lançadas pela plataforma em 2017, “GLOW” foi a que mais repercutiu em citações na mídia e nas redes sociais. Os demais lançamentos foram “Santa Clarita Diet”, “Dear White People”, “One Day At a Time”, “Friends from College” e a já cancelada “Girlboss”. A série gira em torno de uma atriz desempregada, que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato em um projeto televisivo sobre luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série inclui em seu elenco Alison Brie (“Community”), Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros.

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  • Série

    Série Snowfall, sobre a história do crack, é renovada para a 2ª temporada

    9 de agosto de 2017 /

    O canal pago FX renovou a série dramática “Snowfall” que conta a origem da explosão do consumo de crack. Passada em Los Angeles em 1983, a trama conta como os traficantes passaram da cocaína para o crack, traçando um paralelo com a política da guerra às drogas e o escândalo Irã-Contras, que revelou como os EUA se associaram aos cartéis de drogas para financiar uma revolução no Irã. “Snowfall” foi criada pelos cineastas Eric Amadio (“Acompanhados”) e John Singleton (“+Velozes +Furiosos”) e é estrelado por um elenco pouco conhecido. Contada por meio de tramas paralelas, a série segue numerosos personagens em curso de violenta colisão, destacando Franklin Saint (Damson Idris), jovem traficante de rua em uma busca de poder e dinheiro, Gustavo “El Oso” Zapata (Sergio Peris-Mencheta), um lutador mexicano metido numa luta de poder dentro de uma família do crime, Teddy McDonald (Carter Hudson), um funcionário da CIA envolvido na operação Irã-Contras, e Lucia Villanueva (Emily Rios), a filha de um poderoso chefão do crime mexicano. A estreia aconteceu em 5 de julho nos EUA, e desde então a série vem mantendo uma média de 5 milhões de telespectadores (ao vivo e por streaming). O último episódio da temporada inaugural vai ao ar em 6 de setembro

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  • Música

    Música de Guardiões da Galáxia Vol. 3 ganha clipe com David Hasselhoff e elenco do filme

    6 de agosto de 2017 /

    A música “Inferno”, gravada pelo ator David Hasselhoff para a trilha sonora de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, ganhou um clipe. Hasselhoff tem um pequeno papel no filme, o que explica – sem dar maiores spoilers – porque “Inferno” toca durante os créditos finais. A música é creditada à banda fictícia Sneepers, inventada pelo diretor James Gunn e o compositor Tyler Bates. Gunn, por sinal, aparece como baterista no clipe, com costelas gigantes. Além dele, alguns dos Guardiões da Galáxia também aparecem em cena, dançando com roupas e perucas do começo dos anos 1980. Karen Gillan, Zoe Saldana e Pom Klementieff roubam a cena, mostrando que são muito mais atraentes sem as maquiagens alienígenas do filme. Já o contrário pode ser dito para Dave Bautista, que encontrou uma peruca terrível para usar. Nem todos são fáceis de identificar, e não é porque estão disfarçados de robô, como Chris Pratt. O clipe tem uma estética de VHS e recria o clima espacial dos últimos dias da discoteca. O detalhe é que não é James Gunn quem assina sua direção. A façanha coube a David Yarovesky (do terror B “A Colmeia”). O vídeo musical foi concebido como extra do Blu-ray de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, que chega às lojas em 22 de agosto, pouco mais de três meses após o lançamento nos cinemas. Tem até pôster e vídeo de bastidores para acompanhar, veja abaixo. .@DavidHasselhoff goes BTS of "Inferno."Pre-Order #GotGVol2 & get it Tuesday with Extras including the music video!https://t.co/4e52tg8sFH pic.twitter.com/uJdHtCQM1L — iTunes Movies (@iTunesMovies) August 6, 2017

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  • Série

    She’s Gotta Have It: Série de Spike Lee ganha primeiras fotos oficiais

    5 de agosto de 2017 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais de “She’s Gotta Have It”, adaptação do filme “Ela Quer Tudo”. O primeiro longa-metragem da carreira de Spike Lee, rodado em duas semanas de 1986 por apenas US$ 175 mil, agora vai virar também a primeira série do diretor. A atração tem o título original da comédia e a mesma personagem central, Nola Darling, uma artista do Brooklyn que luta para se firmar, enquanto divide seu tempo entre seus amigos, seu trabalho e seus três amantes: o modelo Greer Childs, o banqueiro Jamie Overstreet e o b-boy Mars Blackmon (que no filme era interpretado pelo próprio Spike Lee). O elenco, claro, foi totalmente reformulado, com DeWanda Wise (série “Shots Fire”) no papel central, além de Cleo Anthony (série “Extant”) como Childs, Lyriq Bent (série “Rookie Blue”) como Overstreet e Anthony Ramos (“Branquinha”) como Blackmon. Cada um deles aparece no vídeo, contracenando com Wise. O cineasta vai dirigir todos os 10 episódios da 1ª temporada e cada capítulo terá cerca de 30 minutos de duração. A estreia está marcada para 23 de novembro.

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