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    Eduardo e Mônica: Filme da música do Legião Urbana vence festival no Canadá

    5 de outubro de 2020 /

    O filme “Eduardo e Mônica”, do diretor René Sampaio, foi premiado como Melhor Filme Internacional no Festival de Edmonton, do Canadá. Por causa da pandemia de coronavírus, o cineasta não viajou para acompanhar a exibição, que aconteceu em cinemas com lotação limitada e seguindo medidas de segurança estabelecidas pelo governo local. Em entrevista à GloboNews, Sampaio contou que foi informado da vitória por email, enviado pelos organizadores no domingo (4/9). “Eu não acreditei, recebemos um email, a láurea e começamos a comemorar. Liguei para os atores e comemoramos. Acho que esse prêmio vem em um bom momento para ajudar que as autoridades e o governo se organizem para que possamos promover de fato a cultura brasileira com sua pluralidade total”, disse o diretor. No filme, Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”) dão vida ao casal que ficou conhecido pela música homônima de Renato Russo, gravada pela banda Legião Urbana em 1986. Sampaio já tinha levado com sucesso outra música da banda para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante do novo filme inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). “Eduardo e Mônica” já deveria ter estreado no Brasil. A previsão original era de um lançamento em abril. Com o começo da pandemia, foi adiado para 12 de junho, junto do Dia dos Namorados. Mas como os cinemas continuaram fechados, a produção acabou desistindo de remarcar uma nova data. A estreia ficou oficialmente para “em breve”. Veja abaixo o primeiro trailer do longa, que foi disponibilizado ainda em 2019.

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  • Série

    The Crown: Novas fotos da 4ª temporada destacam a princesa Diana

    3 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou mais 12 fotos da 4ª temporada de “The Crown”, que destacam a chegada de Emma Corrin (“Pennyworth”) ao elenco, no papel da princesa Diana. Ela aparece, inclusive, vestida de noiva. Os novos episódios, que serão passados nos anos 1980, mostrarão o casamento do Príncipe Charles (Josh O’Connor) e Diana, além do governo da primeira-ministra Margaret Thatcher, interpretada na série por Gillian Anderson (“Arquivo X”). A 4ª temporada será a última com o elenco atual, que também destaca Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, e Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip. A estreia dos novos episódios está marcada para o dia 15 de novembro.

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  • Série

    Cobra Kai ganha teaser dos próximos capítulos e garante 4ª temporada

    2 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “Cobra Kai”, que, entre cenas bastante dramáticas, também revela sua data de estreia e a renovação da série para seu quarto ano de produção. Segundo a auditoria da empresa Nielsen, a série se tornou o conteúdo mais visto da Netflix desde seu lançamento há um mês. A grande ironia desta constatação é que as duas primeiras temporadas, disponibilizadas em 28 de agosto, não eram inéditas. Elas já tinham sido disponibilizadas no antigo projeto premium do YouTube, que foi cancelado no ano passado. “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube, mas as demais não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium do portal, com conteúdo pago em streaming. Com isso, a Sony, que produz o programa, acertou sua transferência para a Netflix. E o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou para ajudar a produção a encontrar uma segunda vida na plataforma rival. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A 3ª temporada, que já estava sendo produzida pelo YouTube quando a Netflix adquiriu a atração, ganhou data de estreia em 8 de janeiro.

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  • Filme

    Zac Efron vai estrelar nova versão de Chamas da Vingança, de Stephen King

    29 de setembro de 2020 /

    Depois de viajar pelo mundo em reality shows, Zac Efron vai voltar à atuação. Ele foi escalado na nova versão de “Firestarter”, adaptação do livro “A Incendiária” de Stephen King. O livro já foi filmado em 1984. Batizado no Brasil de “Chamas da Vingança”, a produção original trazia David Keith como pai de uma garota com poderes paranormais, que era capaz de incendiar objetos – e pessoas! – com a força do pensamento e, por isso, era perseguida por uma agência governamental secreta que deseja usar seu poderoso dom como arma. Inspiração clara para a personagem Eleven, de “Stranger Things”, a menina foi interpretada em 1984 por ninguém menos que Drew Barrymore, então com 9 anos de idade. Ainda não há informações sobre qual papel Zac Efron deverá desempenhar no filme, mas é bem provável que ele interprete o pai da nova incendiária. A versão atual tem roteiro de Scott Teems (da série “Rectify”) e será dirigida por Keith Thomas (“The Vigil”). A produção é da Universal e da produtora Blumhouse, especializada em filmes de terror – como “Corra!”, “Atividade Paranormal” e “O Homem Invisível”.

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  • Série

    The Crown: Fotos mostram princesa Diana e Thatcher na 4ª temporada

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos da 4ª temporada de “The Crown”, que destacam a estreia na produção de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como a primeira-ministra Margaret Thatcher e Emma Corrin (“Pennyworth”) como a princesa Diana. Os novos episódios, que serão passados nos anos 1980 e mostrarão o casamento de Charles (Josh O’Connor) e Diana, chegam em 15 de novembro. A 4ª temporada será a última com o elenco atual, que também destaca Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, e Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip.

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  • Série

    Netflix cancela O Cristal Encantado e deixa série sem fim

    21 de setembro de 2020 /

    A Netflix decidiu cancelar “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. O cancelamento foi comunicado após a série ganhar o Emmy de Melhor Programa Infantil na semana passada, e um ano após a estreia da atração. “Podemos confirmar que não teremos mais temporadas de ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência”, disse a produtora Lisa Henson, em comunicado divulgado à imprensa nesta segunda (21/9). “Sabemos que os fãs gostariam de saber como esse capítulo da saga se encerra, por isso nós procuraremos formas de contar essa história no futuro”, ela acrescentou. “Agradecemos à Netflix por ter acreditado na gente e realizado uma série tão ambiciosa. Estamos muito orgulhosos pelo trabalho feito em ‘A Era da Resistência’, que foi aclamado pelos fãs, pela crítica e por nossos colegas”, encerrou a produtora. Com a decisão, a série ficou sem final, já que acabou num cliffhanger. Não está claro porque exatamente a produção não foi renovada ou o que levou a Netflix a se manifestar apenas após um ano, mas o site The Hollywood Reporter apurou que “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” foi considerada um fracasso para a plataforma de streaming, a ponto de ser citada como um dos motivos do afastamento da executiva de longa data Cindy Holland, que ajudou a dar vida à série. Uma “decepção cara”, de acordo com uma fonte não identificada. Ao falar sobre a série com o site Gizmodo, no início deste ano, o produtor executivo Javier Grillo-Marxuach observou que o programa não era apenas caro como também apresentou a produção mais longa da história da Netflix. “Esta série não é uma franquia que você pode dizer ‘Ok, vamos contratar um monte de novos escritores para desenvolver a primeira temporada’. Este é um trabalho dinástico de amor artesanal. Para fazer direito, você precisa de todos. Você precisa dos Hensons, você precisa dos Frouds. Você precisa de um certo compromisso financeiro e também aceitar o fato de que leva tempo. E é difícil acertar. De tudo em que trabalhei, este era provavelmente a série mais difícil de acertar. E todas as condições precisam ser reunidas para que seja exatamente o que precisa ser”, explicou o produtor. A série era um prólogo do clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson, que foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não são fantoches, como os Muppets, mas animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso foi mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. O comando da produção ficou nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que produziu e dirigiu os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reuniu uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), que deram vida aos heróis Rian, Brea e Deet, protagonistas da série. Além deles, o elenco coadjuvante era igualmente impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Natalie Dormer (também de “Game of Thrones”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”).

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  • Filme,  Música

    Madonna anuncia que vai dirigir filme sobre sua vida

    15 de setembro de 2020 /

    Depois de confirmar que estava ajudando a roteirista Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno”) a escrever um filme sobre sua vida, Madonna anunciou que ela própria vai dirigir a produção. A estrela da música pop se associou à poderosa produtora Amy Pascal, ex-presidente da Sony Pictures e responsável pelos novos filmes do Homem-Aranha, e fechou investimento e distribuição com o estúdio Universal para realizar o longa. O filme literalmente autobiográfico tem título provisório de “Live to Tell”, que quer dizer “viver para contar” e é também nome de uma música de Madonna, mas ainda não possui previsão de estreia. “Quero transmitir a incrível jornada a que a vida me levou como artista, música, dançarina – um ser humano tentando abrir seu caminho neste mundo”, disse Madonna, em comunicado oficial sobre o projeto. “O foco desse filme sempre será a música. A música me manteve seguindo em frente e a arte me manteve viva. Existem tantas histórias inspiradoras e não contadas e quem melhor para contá-las do que eu? É essencial compartilhar a montanha-russa da minha vida com minha voz e visão. ” Madonna e Diablo Cody têm divulgado o progresso do roteiro há um mês, em diversos vídeos no Instagram. Num vídeo postado na quinta (10/9), elas celebraram ter ultrapassado as 100 primeiras páginas. “E tenho tanto mais para contar…”, disse Madonna na ocasião. O filme vai abordar a chegada da cantora na Manhattan dos anos 1980, quando conviveu com artistas como Andy Warhol, Keith Haring, Jean-Michel Basquiat e Martin Burgoyne, e se tornou uma figura conhecida na cena dançante da época. “Honestamente, [aquela fase foi] um dos melhores momentos da minha vida, e um dos piores também. Espero poder retratar ou expressar como foi emocionante para mim em todos os sentidos”, ela afirmou anteriormente sobre o projeto. A cantora também adiantou que a obra não será um musical, ainda que tenha muita música envolvida. E prometeu “uma cena incrível da composição da canção ‘Like a Prayer’”, a história de sua experiência “devastadora” com a Pepsi e os bastidores da canção “Vogue”. Ela ainda garantiu que retratará alguns episódios conturbados da carreira, citando brigas nos bastidores de “Evita” (1996) com Andrew Lloyd Webber, autor do musical que inspirou o longa. Com uma carreira que se estende por quase quatro décadas e vai muito além da música, o que não vai faltar é assunto. A relevância contínua de Madonna deve-se ao seu destemor em se reinventar, algo que ela fez com sua música nos anos 1990 e quando decidiu se tornar diretora de cinema. O filme sobre ela mesma será seu terceiro longa, após “Sujos e Sábios” (2008) e “W.E.: O Romance do Século” (2011). A próxima etapa da produção deve ser a mais curiosa. Ver quem Madonna escolherá para interpretá-la.

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  • Filme,  Música

    Madonna confirma que está escrevendo filme de sua vida

    11 de setembro de 2020 /

    Depois de atiçar os fãs por um mês inteiro, com vídeos em que falava da carreira para a roteirista Diablo Cody, vencedora do Oscar por “Juno” (2007), Madonna confirmou que o projeto em que as duas estão trabalhando é mesmo um filme autobiográfico. Em live no Instagram, a cantora foi direto ao ponto, dizendo que a produção é “sobre minha luta como mulher e artista tentando sobreviver no mundo dos homens. É realmente a jornada feliz, triste, insana, louca, boa, má e feia”. Num vídeo postado na quinta (10/9), ela celebrou ter ultrapassado as 100 primeiras páginas do roteiro. “E tenho tanto mais para contar…” O filme vai abordar seu surgimento na Manhattan dos anos 1980, ao lado de artistas como Andy Warhol, Keith Haring, Jean-Michel Basquiat e Martin Burgoyne, e a cena dançante da época. “Honestamente, [aquela fase foi] um dos melhores momentos da minha vida, e um dos piores também. Espero poder retratar ou expressar como foi emocionante para mim em todos os sentidos”, ela afirmou. A cantora também adiantou que a obra não será um musical, ainda que tenha muita música envolvida. E prometeu “uma cena incrível da composição da canção ‘Like a Prayer'”, a história de sua experiência “devastadora” com a Pepsi e os bastidores da canção “Vogue”. Ela ainda garantiu que retratará alguns episódios conturbados da carreira, citando brigas nos bastidores de “Evita” (1996) com Andrew Lloyd Webber, autor do musical que inspirou o longa. “Tive alguns colapsos nervosos me preocupando com a chance de ser demitida todos os dias”, ela revelou. Madonna só não contou se, além de ajudar Diablo Cody a desenvolver o roteiro, vai querer ela própria dirigir sua história. Não há maiores detalhes, como estúdio envolvido, sugestões de elenco ou previsão de estreia. Ainda em gestação, o projeto deve demorar para nascer. Veja abaixo alguns dos vídeos da interação entre Madonna e Diablo Cody na criação do projeto. Ver essa foto no Instagram #screenplay #diablocody #jamesbaldwin Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 10 de Set, 2020 às 2:08 PDT Ver essa foto no Instagram …………..I can’t make shit up! But in fact I dont need to. The truth will set you free and also be devastating! 😨😀😬😂 #screenplay #diablocody #movie #massiveattack Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 8 de Set, 2020 às 4:28 PDT Ver essa foto no Instagram Looking back its hard to believe that this book caused so much controversy……………………. And have we moved forward? Is the Patriarchal world we live in ready to accept Women expressing their Sexuality? …………………..#sex #wap #controversy #diablocody Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 5 de Set, 2020 às 1:11 PDT Ver essa foto no Instagram #screenplay #diablo #davidbanda Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 2 de Set, 2020 às 4:42 PDT Ver essa foto no Instagram Will work for 🥜 Nuts!!! #diablo #madonnalouise Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 26 de Ago, 2020 às 1:06 PDT ‘

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  • Música

    Shows Clássicos: Veja ao vivo Madonna, Michael Jackson, Prince, Wham, James Brown, Beastie Boys, NWA e mais

    6 de setembro de 2020 /

    A mostra de shows clássicos da Pipoca Moderna chega à 10ª edição com algumas das turnês mais populares da década de 1980, como as célebres “Virgin Tour” de Madonna e “Bad World Tour” de Michael Jackson. Além da Rainha e do Rei do Pop, a seleção tem o Príncipe no auge de sua carreira, na “LoveSexy Tour”. Especialmente dançante, a seleção ainda destaca os astros gays que surgiram durante a new wave e avança pelo pop rock que dominou as paradas de sucesso da década, até chegar no funk e nos primeiros astros do rap. Tem o Wham em show chinês, antes de George Michael lançar carreira e solo e se assumir gay, e Roxette levantando o público sueco com os hits da “Look Sharp Tour”. Também tem um dueto lendário entre James Brown e Aretha Franklin num especial produzido para a TV americana, Rick James mostrando porque era superfreak e até um registro do começo da carreira dos Beastie Boys, sem esquecer o show do NWA em Houston que foi recriado no filme “Straight Outta Compton” (2015). A seleção se encerra com uma “antologia” de acid house, com 10 performances televisivas de diversos artistas da época no “Top of the Pops” britânico. Para mergulhar ainda mais na história do pop/rock, também estão disponíveis abaixo os atalhos para as mostras anteriores, que cobrem diferentes gerações musicais. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) > Shows dos 1980 – Parte 5 (synthpop, new romantic, new wave) Fine Young Cannibals | 1989 Bronski Beat | 1984 Communards | 1986 Wham! | 1985 Culture Club | 1983 Oingo Bongo | 1987 The Bangles | 1986 Nena | 1983   Roxette | 1988 Cyndi Lauper | 1984 Madonna | 1985 Prince | 1988 Michael Jackson | 1988 Diana Ross | 1981 Rick James | 1982 Kool & the Gang | 1982 James Brown, Aretha Franklin & Friends | 1987 Chaka Khan | 1985 Run DMC| 1987 Beastie Boys | 1987 Public Enemy | 1989 NWA | 1989 De La Soul | 1989 A Tribe Called Quest | 1989 Acid House | 1988-89

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  • Filme

    Crítica americana diz que filme de Bill & Ted é “totalmente excelente”

    28 de agosto de 2020 /

    “Bill & Ted: Encare a Música” estreou nesta sexta (28/8) nos EUA com a melhor aprovação crítica de toda a trilogia. A imprensa americana adorou a continuação tardia da franquia dos anos 1980 estrelada por Keanu Reeves e Alex Winter. Continuação de “Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica” (1989) e “Bill & Ted: Dois Loucos no Tempo” (1991), o filme atingiu 81% de aprovação no Rotten Tomatoes, com elogios para sua capacidade de equilibrar nostalgia com uma renovação da história, por meio das filhas dos personagens. Já há até campanha para a Orion Pictures lançar uma produção derivada, destacando Billie e Thea, vividas por Brigette Lundy-Paine (“O Escândalo”) e Samara Weaving (“Casamento Sangrento”). A maioria das resenhas também destaca o roteiro de Chris Matheson e Ed Solomon, que assinaram o filme original e conseguem registrar o amadurecimento dos personagens após três décadas, especialmente na interação dos protagonistas com as filhas adolescentes. Claro, houve quem odiasse. Por exemplo, um jornalista do Detroit News disse que Reeves “emburreceu” ao reprisar o papel de Ted. Segundo ele, “certas franquias deveriam ser esquecidas no passado”. Mas o tom geral foi bastante positivo. Confira alguns dos elogios abaixo. Rolling Stone “Depois de, uau, 30 anos, Reeves e Winter retornam como os roqueiros californianos para mais uma tentativa de salvar o mundo. E pouco importa se o filme perca o foco, porque esse trabalho de amor e fan-service é a cura totalmente excelente para essa depressão pandêmica horrorosa”. The Wrap “Para um filme em que o mundo pode acabar a qualquer momento, ‘Bill & Ted: Encare a Música’ é terrivelmente doce e alegre”. Forbes “É um filme com alma, otimista, lembrando que Bill & Ted são excessivamente bondosos e (quando a situação requer) não tão burros quanto parecem ser”. Variety “O filme é leve e superbobo – um balão cheio de nostalgia. Ele passa voando e te faz sorrir e gargalhar”. Globe and Mail “Mas embora a história pareça um pouco leve demais – e sim, eu ainda estou ciente de que estamos falando sobre um filme de ‘Bill & Ted’ – o caso é, em última análise, uma diversão alegre e inofensiva”. Time “‘Bill & Ted: Encare a Música’ é o filme de bem-estar desse loop infinito de tempo e do próximo. E embora seja pura fantasia, também representa um salto de fé que todos temos que estar dispostos a dar. Mesmo sem cabines telefônicas para viagens no tempo, o filme ensina que as pessoas têm o poder para mudar”. The New York Times “Não sei se isso me fez sentir jovem ou velho, mas, em geral, senti uma experiência totalmente excelente”. Para quem não lembra, Bill (Winter) e Ted (Reeves) eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependeria da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. O novo filme traz finalmente o desfecho da história, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. Depois de sofrer adiamentos, a estreia acabou acontecendo em VOD e nos cinemas já abertos nos EUA e Canadá, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    Estreias online: Confira 7 séries para maratonar no fim de semana

    28 de agosto de 2020 /

    Sete séries lançam episódios em streaming nesta semana, oferecendo maratonas de aventura, ficção científica, comédia, drama e ação para os espectadores. A lista inclui três minisséries completas: a elogiada “Devs”, de Alex Garland, e a francesa “A Última Onda”, ambas de temática sci-fi, além da brasileira “Um Dia Qualquer”, trama policial que agradou na TV paga e agora começa a ser oferecida em VOD. Os destaques ainda incluem o final da premiada “Gatunas” e a transferência de “Cobra Kai”, do implodido YouTube Premium para a Netflix. Confira abaixo mais detalhes destes e dos demais lançamentos do gênero em streaming. Devs | EUA | Minissérie Criada pelo visionário cineasta Alex Garland, diretor de “Ex-Machina” (2014) e “Aniquilação” (2018), a série aborda física quântica, tecnologia de ponta e determinismo, por meio de uma história de ficção científica. O título “Devs” é o apelido dado aos “desenvolvedores” de programas de informática e a trama acompanha uma engenheira de computação novata, Lily Chan (Sonoya Mizuno, de “Ex_Machina”), funcionária de uma companhia tecnológica de São Francisco, que secretamente investiga a divisão de desenvolvimento da empresa após o desaparecimento misterioso de seu namorado. O elenco também conta com Nick Offerman (série “Parks and Recriation”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e Alison Pill (“Star Trek: Picard”). Lançada no começo do ano nos EUA, atingiu 81% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Disponível na Fox Play. Cobra Kai | EUA | 1ª e 2ª Temporadas O maior sucesso do YouTube Premium, agora na Netflix, retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme. A trama se concentra na renovada rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos ainda assinam a direção dos primeiros episódios. Disponível na Netflix. Gatunas | EUA | 2ª Temporada A 1ª temporada foi premiada com o Emmy de Melhor Série Juvenil do ano passado e os novos episódios encerram a trama, sobre três garotas viciadas em furtos de lojas, que nunca foram pegas e se desafiam a ser cada vez mais ousadas. A série adapta best-seller homônimo de Kirsten Smith, roteirista de Sessões da Tarde clássicas como “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999) e “Legalmente Loira” (2001). A própria escritora assina a adaptação, estrelada por Brianna Hildebrand (a Míssil Adolescente Megassônico de “Deadpool”), Kiana Madeira (a vilã Spin em “The Flash”) e a novata Quintessa Swindell. Disponível na Netflix. Masaba Masaba | Índia | 1ª Temporada Neena e Masaba Gupta, mãe e filha na vida real, interpretam versões de si mesmas numa divertida comédia sobre a vida no mundo da moda indiana. Disponível na Netflix. Aggretsuko | Japão | 3ª Temporada A simpática panda vermelha, que é estagiária de contabilidade durante o dia e metaleira de karaokê à noite, finalmente recebe uma promoção. Mas não demora a perceber que na verdade o que aumentou foi seu trabalho, enquanto se vê cada vez mais endividada. Concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), “Aggretsuko” foi concebida como representação de uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Disponível na Netflix. A Última Onda | França | Minissérie completa Neste thriller sobrenatural, uma nuvem sinistra encontra uma onda gigantesca durante uma competição de surf em uma cidade no sudoeste da França, fazendo os banhistas desaparecerem. Algumas horas depois, eles reaparecem sem nenhuma consequência aparente, mas também sem qualquer lembrança do que aconteceu. E todos começam a demonstrar poderes excepcionais e inexplicáveis. O detalhe é que a nuvem continua a pairar no horizonte, enquanto a natureza começa a se manifestar de forma ameaçadora e os moradores da cidadezinha se apavoram com a possibilidade de algo pior se materializar, numa vingança do meio ambiente contra a humanidade. Disponível na Globoplay. Um Dia Qualquer | Brasil | 1ª Temporada Depois de passar no canal pago Space, a nova série brasileira chega aos serviços VOD. A produção aborda as milícias do Rio em cinco episódios, que registram 24 horas de violência, drama e corrupção, a partir da jornada de uma mãe em busca da verdade sobre o seu filho desaparecido. Sua única pista é que o jovem foi visto pela última vez com um ex-policial, que atualmente se autodenomina “dono do bairro”. A direção é de Pedro von Krüger, que trabalhou na equipe de câmera dos filmes “Tropa de Elite” e foi diretor de fotografia da série “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, da Amazon. Ele também assina a história com outros roteiristas, incluindo Leonardo Gudel, que já trabalhou em duas séries criminais: “A Lei e o Crime” e “Acerto de Contas”. Já o elenco destaca Mariana Nunes (“Alemão”), Augusto Madeira (“Bingo, o Rei das Manhãs”), Jefferson Brasil (“Ilha de Ferro”), Tainá Medina (“O Doutrinador”), André Ramiro (“Tropa de Elite”) e Vinícius de Oliveira (o menino agora adulto de “Central do Brasil”). Disponível na Now, Sky Play e Vivo Play.

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  • Série

    Cobra Kai: Série que retoma Karatê Kid ganha trailer para estreia na Netflix

    24 de agosto de 2020 /

    A Netflix adquiriu os direitos de “Cobra Kai”, série originalmente produzida para o YouTube, que dá sequência à franquia dos anos 1980 “Karatê Kid”. Um trailer anuncia a disponibilização das duas primeiras temporadas em seu serviço, enquanto os produtores dão os toques finais da 3ª temporada, ainda inédita. “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube, mas as demais não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium do portal, com conteúdo pago em streaming. Com sinal verde para negociar um novo endereço, a Sony, que produz “Cobra Kai”, acertou sua transferência para a Netflix. E, para facilitar o negócio, o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou. Assim, as duas primeiras temporadas, que foram ao ar em 2018 e 2019, estrearão agora na Netflix. A 3ª temporada, que já estava sendo produzida, tem previsão de chegar na plataforma em 2021. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). Veja abaixo o trailer que prepara o relançamento das duas primeiras temporadas da série, que chegam na Netflix na sexta (28/8).

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    The Crown: Teaser com princesa Diana revela data de estreia da 4ª temporada

    20 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 4ª temporada de “The Crown”, que revela a data de estreia e as primeiras cenas de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como a primeira-ministra Margaret Thatcher e Emma Corrin (“Pennyworth”) como a princesa Diana – e o detalhe: vestida de noiva. Os novos episódios, que serão passados nos anos 1980 e mostrarão o casamento de Charles (Josh O’Connor) e Diana, chegam em 15 de novembro. A 4ª temporada será a última com o elenco atual, que também destaca Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, e Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip. A partir da 5ª temporada, o elenco da fase final da série vai incluir Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”) como Elizabeth, Lesley Manville (“Trama Fantasma”) como Margaret, Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como Philip e Elizabeth Debicki (“As Viúvas”) como Diana.

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