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    Sergio Mendes compartilha foto e história de Harrison Ford antes da fama

    25 de dezembro de 2015 /

    O músico brasileiro Sergio Mendes compartilhou uma foto histórica em sua página do Facebook, em que presta homenagem ao melhor carpinteiro do espaço. Aproveitando a estreia de “Star Wars: O Despertar da Força”, ele revelou que, há muito tempo atrás, numa galáxia muito distante daquela mostrada nos filmes, Harrison Ford foi carpinteiro e um dos responsáveis por construir seu estúdio de gravação nos anos 1970. Em inglês, Sergio explicou: “Antes de Han Solo, havia um ótimo carpinteiro chamado Harrison Ford. E aqui está ele, com sua equipe, no dia em que eles terminaram a construção do meu estúdio de gravação lá nos anos 1970. Obrigado, Harrison e que a força esteja com você”. Em preto e branco, a foto já teve quase 5.000 curtidas. Atualmente com 73 anos, o ator aparece bem jovem e sem camisa na foto, o que gerou comentários sobre sua forma física. “Antes de Han Solo, Harrison Ford era um carpinteiro gostoso”, escreveu uma americana. Outros agradeceram Sergio por compartilhar a história. E houve até quem comparasse os cabelos compridos e a barba que o ator usava na época com a de outro famoso carpinteiro, que nasceu em Belém. Sergio Mendes vive nos Estados Unidos desde 1964 e alcançou o sucesso ao lançar uma versão bossa nova de “Mas Que Nada”, de Jorge Ben Jor. Ele também concorreu ao Oscar em 2012 na categoria Melhor Canção Original pela música “Real in Rio”, da animação “Rio”.

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  • Filme

    Invocação do Mal 2 deve abordar a casa mal-assombrada do filme Terror em Amityville

    16 de dezembro de 2015 /

    A continuação de “Invocação do Mal” (2013) deve abordar a casa mal-assombrada mais famosa de todos os tempos, que já inspirou mais de dez filmes: Amityville. Segundo o site Bloody Disgusting, a trama deve começar com a investigação da residência sinistra, do mesmo modo como o primeiro filme trouxe, em paralelo, o caso da boneca Annabelle – que depois ganhou um filme próprio. A história de terror da casa de Amityville, em Long Island, começou com a tragédia da família DeFeo em 1974, quando o jovem Ronald assassinou com uma espingarda os pais e todos os irmãos. DeFeo foi preso e condenado pelo crime e até hoje cumpre pena de prisão perpétua. Um ano depois dos assassinatos, a família Lutz se mudou para a casa, mas morou ali apenas por alguns dias. Eles saíram alegando que foram expulsos do lugar por forças demoníacas. O relato da família deu origem ao livro “The Amityville Horror” e à sua versão cinematográfica, “Terror em Amityville” (1979), que teve várias sequências, remakes, derivados e apropriações. O casal Ed e Lorraine Warren, interpretados por Patrick Wilson e Vera Famiga, chegou a investigar a casa na vida real. Cerca de 20 dias após a saída dos Lutzes, eles visitaram a casa acompanhados de um repórter de TV, seu cinegrafista e uma pequena equipe de investigadores e parapsicólogos. Enquanto estiveram lá, Lorraine afirmou que sentiu uma presença demoníaca. Uma presença, com a imagem do que parece ser de um menino, foi fotografada por uma das câmeras fotográficas. A trama principal do filme, porém, será outra, baseada em uma casa assombrada diferente: o caso conhecido como o “Poltergeist de Enfield”, que supostamente representa um registro real de atividade paranormal ocorrido na Inglaterra em 1977. Esta história foi recentemente adaptada numa minissérie do canal pago britânico Sky Living, “The Enfield Haunting”. Baseado em fatos reais descritos no livro “This House Is Haunted” (1980), de Guy Lyon Playfair, o poltergeist de Enfield teria sido responsável pela levitação de objetos e pessoas, além de desesperar os moradores da residência. Além dos intérpretes do casal Warren, o elenco de “Invocação do Mal 2” inclui Frances O’Connor (“A Grande Ilusão”),Maria Doyle Kennedy (“O Destino de Júpiter”), Franka Potente (“A Identidade Bourne”), Simon McBurney (“Missão Impossível: Nação Secreta”) e as meninas Madison Wolfe (“O Herdeiro do Diabo”) e Sterling Jerins (“Guerra Mundial Z”), entre outros. A direção está novamente a cargo de James Wan, voltando ao terror depois do blockbuster “Velozes e Furiosos 7”. O filme estreia em 9 de junho no Brasil.

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  • Música

    Playlist: Cinco clipes de clássicos acústicos do folk rock

    13 de dezembro de 2015 /

    Tim Buckley (“Song to the Siren”), Stephen Stills (“4+20”), Donovan (“Catch the Wind”), Melanie Safka (“Beautiful People”) e Neil Young (“Heart of Gold”) fornecem a trilha folk rock com violão, voz, uma eventual gaita e a perenidade dos grandes clássicos em mais um passeio pela ladeira da memória.

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  • Filme

    Ryan Gosling e Russell Crowe são detetives em trailer de comédia de ação

    5 de dezembro de 2015 /

    A Silver Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer da comédia de ação “The Nice Guys”, que traz Ryan Gosling como detetive e Russell Crowe como capanga de aluguel, durante os anos 1970. A prévia tem cenas hilárias e revela a origem do relacionamento da dupla, que começa na base da porrada e progride para uma parceria, durante a investigação do sequestro de uma adolescente. O humor é visceral, cortesia do cineasta Shane Black (“Homem de Ferro 3”), que assina a direção e o roteiro. O elenco ainda inclui Matt Bomer (série “American Horror Story”), Kim Basinger (“Los Angeles, Cidade Proibida”), Margaret Qualley (série “The Leftovers”), Ty Simpkins (“Homem de Ferro 3”), Yaya DaCosta (“O Mordomo da Casa Branca”) e Angourie Rice (“Horas Finais”) como a filha do personagem de Gosling. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Vinyl: Novo trailer da série de Mick Jagger e Martin Scorsese celebra o rock’n’roll dos anos 1970

    3 de dezembro de 2015 /

    O canal pago HBO divulgou o novo trailer legendado de “Vinyl”, série sobre a cena musical nova-iorquina dos anos 1970, produzida por Mick Jagger e Martin Scorsese. A prévia destaca Bobby Canavale (“Blue Jasmine”) na pele do dono de uma gravadora à beira da falência, mas também da descoberta de novos talentos, em meio à reconstrução febril do estilo de vida movido a sexo, drogas e rock’n’roll, entre uma coleção de ícones que definem as referências, da banda New York Dolls à Sly Stone. O elenco também inclui Olivia Wilde (“Rush: No Limite da Emoção”) como a modelo casada com o personagem de Canavale, Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”) como seu braço direito, Juno Temple (“Killer Joe”) como uma caçadora de talentos e James Jagger (filho de Mick) como cantor de uma banda punk. Chamado originalmente de “History of Music”, o projeto surgiu como ideia de Mick Jagger, que pretendia transformá-lo num filme. O cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), que ficou amigo do cantor durante as filmagens do documentário “Shine a Light” (2008), sobre os Rolling Stones, gostou da ideia, mas achou que renderia melhor como série. Ele próprio dirigiu o piloto aprovado pela HBO, que foi roteirizado por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”). “Vinyl” tem estreia mundial marcada para 14 de fevereiro na HBO.

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  • Filme

    Emma Stone e Steve Carell tem batalha confirmada nos cinemas

    1 de dezembro de 2015 /

    A atriz Emma Stone (“O Espetacular Homem-Aranha”) e o ator Steve Carell (“Foxcatcher”) foram oficialmente confirmados como rivais na comédia “Battle of the Sexes”, dirigida por Jonathan Dayton e Valerie Faris, a dupla de “Pequena Miss Sunshine”. Segundo o site The Hollywood Reporter, o acerto de Emma Stone foi o mais difícil. O estúdio Fox Searchlight teve que mudar o cronograma de filmagens para acomodar a agenda cheia da atriz, que quase foi substituída por Brie Larson (“Descompensada”) na produção. Com a confirmação, Stone voltará a contracenar com Carell após o sucesso de “Amor a Toda Prova” (2011). O filme fira em torno de uma partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970. Conhecida como “A Batalha dos Sexos”, a lendária partida aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King (papel de Stone), 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o aposentado Bobby Riggs (papel de Carell), de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. O detalhe é que esta é a terceira produção anunciada sobre o mesmo tema. Além do filme da Fox Searchlight, também há um longa da produtora Chernin Entertainment, que tem Will Ferrell (“Tudo por um Furo”) escalado para viver Riggs – intitulado “Match Maker”, o projeto está atualmente em pré-produção. Para completar, o canal pago HBO anunciou a produção de um telefilme sobre a mesma história, com roteiro de David Auburn (“A Casa do Lago”) e elenco formado por Elizabeth Banks (franquia “Jogos Vorazes”) e Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”).

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  • Etc,  Filme

    Maria Schneider (1952 – 2011)

    3 de fevereiro de 2011 /

    A atriz francesa Maria Schneider morreu nesta quarta (3/2) em Paris, de câncer, aos 58 anos. Ela ficou internacionalmente conhecida por seu papel no drama “O Último Tango em Paris” (1972), que a transformou em ícone sexual dos anos 70. Nascida Marie Christine Gélin em Paris, Maria Schneider era filha de uma modelo de origem romena e do ator Daniel Gélin, que nunca a reconheceu, e fez pequenos papéis num punhado de filmes, antes de estourar em “O Último Tango em Paris”. Maria só conheceu o pai aos 15 anos, quando fugiu de casa, mas a filiação a ajudou a conseguir emprego no cinema, como figurante, aos 17 anos. Ela estreou sem receber créditos no filme “Les Femmes” (1969). Seu nome não apareceu nas telas, mas foi reconhecido por Brigitte Bardot, a estrela do filme, que era amiga de seu pai. Sabendo de sua história, a estrela a convidou morar em sua mansão. Graças a Brigitte, Maria conheceu diversas personalidades da indústria cinematográfica. Warren Beatty a apresentou à agência de talentos William Morris, que fez subir seu status: de figurante sem falas, tornou-se coadjuvante sem nome em “Madly” (1970), estrelado por Alain Delon, e finalmente uma adolescente sexy e rebelde em “Les Jambes en l’Air” (1971) – praticamente, uma jovem Brigitte Bardot. Ela estava empolgada em fazer um novo filme com Delon, então o maior galã da França, quando veio a oferta para estrelar “O Último Tango em Paris”. Seu primeiro impulso, ao ler o roteiro, foi recusar o papel, mas a agência William Morris lhe aconselhou o contrário: “É um papel de protagonista ao lado de Marlon Brando — você não pode recusar.” A atriz foi selecionada pelo cineasta Bernardo Bertolucci aos 19 anos, após vê-la na casa de Brigitte Bardot. Bertolucci se encantou com aquela jovem ainda desconhecida, que circulava com intimidade pelos quartos da maior estrela da França, acreditando que possuía uma beleza angelical capaz de incendiar o mundo. E tratou de despir seu corpo, para contar uma história tórrida, sobre uma adolescente e um viúvo americano de passagem por Paris, que transam sem se conhecer. Foi um escândalo. Por conta das cenas de nudez frontal e uma sequência picante, envolvendo manteiga e sodomia, o maior sucesso de Maria Schneider se tornou também um dos mais filmes polêmicos de sua época. Não por acaso, “O Último Tanto em Paris” ficou proibido de ser exibido no Brasil por quase uma década, censurado pela ditadura militar. A fama do filme também pesou sobre a carreira da atriz, que passou a receber sempre ofertas de papéis de devassa. Dizendo-se manipulada por Bertolucci e traumatizada pelas cenas mais violentas – o estupro com manteiga não estava originalmente no roteiro e foi improvisado por Brando – , ela jurou nunca mais tirar as roupas no cinema e evitou falar sobre “O Último Tanto em Paris” por boa parte de sua vida. Quando voltou a falar do filme, não teve palavras gentis. Em 2007, ela revelou, numa entrevista: “Marlon me disse na ocasião da cena com a manteiga: ‘Maria, não se preocupe, é apenas um filme’. Mas durante a cena, ainda que não fosse real, eu chorei lágrimas verdadeiras. Eu me senti humilhada e, para ser honesta, um pouco estuprada por Brando e por Bertolucci. Eu devia ter chamado meu agente ou um advogado, porque não sabia se devia fazer uma cena que não estava no roteiro. E, depois da cena, Marlon não me consolou nem se desculpou. Felizmente, tudo durou apenas um take”. Sem tirar as roupas, ela estrelou outra produção importante de mais um proeminente cineasta italiano: “Profissão: Repórter” (1975), de Michelangelo Antonioni, em que atuou ao lado de Jack Nicholson. Obra de fotografia sublime, “Profissão: Repórter” deveria ter estabelecido Maria Schneider como uma das maiores estrelas da Europa. Mas Nicholson, que era um dos produtores, não quis que o filme tivesse um grande lançamento comercial, controlando sua distribuição para garantir que ele fosse apreciado como um “filme de arte”. A atriz também estrelou “La Baby Sitter” (1975), último filme do mestre francês René Clément, que infelizmente fracassou nas bilheterias, uma maldição que acompanhou todo o resto de sua carreira. Ela se envolveu com drogas, passou a ter comportamento errático e desenvolver fama de excêntrica. Em 1975, declarou-se bissexual. Escalada para viver uma das personagens principais de “Caligula” (1979), o épico erótico mais caro do cinema, deu chilique, disse que não tiraria a roupa nas filmagens e acabou demitida. Saiu dos sets de filmagem diretamente para uma clínica psiquiátrica em Roma, onde passou vários dias acompanhada por uma mulher descrita como sua amante. Sua recusa em fazer cenas de nudez também a levou a ser despedida do clássico “Esse Obscuro Objeto do Desejo” (1977), de Luis Buñuel. E houve também uma passagem escandalosa pelo Brasil, em que ela veio filmar no Rio, com a diretora Ana Carolina, surtou e largou a produção antes mesmo de começarem as filmagens. Numa entrevista dada mais tarde, Maria assumiu ter “perdido sete anos” da sua vida, entre o vício em heroína, overdoses, uma tentativa de suicídio e um internamento psiquiátrico. Ao se recusar a mostrar o corpo, ela acabou por enveredar pelo nascente cinema feminista. Auxiliou o despertar sexual de uma dona de casa oprimida em “Io Solo Mia” (1978), drama pioneiro por ter uma equipe técnica composta só por mulheres, da diretora Sofia Scandurra à assistente de iluminação. Assumiu um romance lésbico com a holandesa Monique van de Ven no avançado “Een vrouw als Eva” (1979), um dos primeiros a mostrar de forma positiva um casal de lésbicas. Interpretou ainda uma prostituta sofrida em “La Dérobade” (1979), que lhe rendeu uma indicação ao César (o Oscar francês). Mas, paradoxalmente, encerrou sua década de glória como vítima de “Mama Dracula” (1980), uma vampira que precisava do sangue de jovens virgens, numa das piores interpretações de sua filmografia. O despertar feminista teria sido motivado pelo grande amor de sua vida, a quem ela mencionava apenas como “meu anjo”, sem entrar na polêmica do sexo do anjos – embora as colunas de fofoca apontassem ser a herdeira americana Joan “Joey” Townsend. Maria Schneider continuou a aparecer no cinema e na TV até 2008, quase sempre em papéis secundários – entre eles, o da esposa insana de Edward Rochester na versão de Franco Zeffirelli para o romance gótico “Jane Eyre” (1996). Zeffirelli também lhe ofereceu o papel de Maria em sua minissérie “Jesus de Nazaré” (1977), mas ela recusou, prevendo a polêmica – uma decisão da qual ela se arrependeu. Embora seja sempre lembrada pelo escândalo de “O Último Tanto em Paris”, a atriz emplacou outros cults em sua filmografia. Além dos dramas feministas já citados, fez o suspense surreal “Merry-Go-Round” (1981), do mestre francês Jacques Rivette, e a sci-fi “Bunker Palace Hotel” (1989), do autor de quadrinhos Enki Bilal, um dos fundadores da revista “Metal Hurlant” (“Heavy Metal” nos EUA e resto do mundo). Seu último filme foi “Cliente” (2008), de Josiane Balasko. Na ocasião, lhe perguntaram que conselho daria para as jovens atrizes que estavam começando. “Nunca tire as roupas para velhos safados que dizem que isso é arte”, foi sua resposta.

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