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    Versão lendária de Superman: O Filme, com três horas de duração, chega ao Blu-ray

    21 de setembro de 2017 /

    O clássico “Superman: O Filme”, maior blockbuster de 1978 e considerado até hoje um dos melhores filmes de super-heróis já feitos, vai ganhar uma edição especial em Blu-ray com três horas de duração. Esta versão é lendária. Originalmente exibido nos cinemas com 143 minutos de duração, “Superman” foi ampliado para sua estreia televisiva. Isto porque, em vez de cortar sua metragem para caber na grade televisiva, a rede ABC decidiu exibir o longa em duas partes, e para isso precisou aumentar sua duração para que cada parte ocupasse o tempo de um filme completo. O resultado foi uma versão de 188 minutos, que virou hit das gravações de VHS, mas que nunca tinha ganhado lançamento oficial em vídeo. O material adicional chegou a aparecer como extra em DVDs a partir do ano 2000, mas nunca foi oficialmente editado e restaurado com o resto do filme. Muito menos visto em alta definição, em qualidade de Blu-ray. Além da edição estendida, o filme protagonizado por Christopher Reeve será acompanhado de extras exclusivos, que incluem comentários do diretor Richard Donner, três documentários, vídeos dos testes de elenco e uma comparação do trabalho de restauração. A capa podia ser mais caprichada (veja abaixo), mas, enfim, o lançamento está marcado para o dia 3 de outubro nos Estados Unidos.

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    Todos são suspeitos no novo trailer legendado de Assassinato no Expresso do Oriente

    21 de setembro de 2017 /

    A Fox divulgou três novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Assassinato no Expresso do Oriente”. E a nova versão já chama atenção pelo título, diferente do filme de 1974, com uma preposição a mais, refletindo a tradução nacional do livro de Agatha Christie, publicado em 1934. A prévia apresenta os personagens como estereótipos de um romance de mistério – “o professor”, “o mordomo”, “a governanta”, etc. Todos são suspeitos de uma assassinato cometido a bordo do trem que dá título à produção. E quem leu o livro ou viu o filme anterior sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como outro estereótipo, “o maior detetive do mundo”, que se propõe a responder à pergunta inevitável dos enredos do gênero: “quem é o assassino”. A longa de lista de suspeitos inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). O estúdio sempre pretendeu reunir um grande elenco para fazer justiça à obra, cuja primeira adaptação rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o impressionante elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. Desta vez, quem vive o detetive belga Hercule Poirot é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do filme. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Todo o Dinheiro do Mundo: Novo filme de Ridley Scott ganha pôster nacional e trailer legendado

    20 de setembro de 2017 /

    A Diamond Films divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), novo filme de Ridley Scott (“Alien: Covenant”). A trama sobre o rapto real do herdeiro da maior fortuna do mundo é apresentada de forma brilhante, com o ritmo da ação acompanhando as batidas de uma versão remix de “Time of the Season”, clássico da banda The Zombies, em meio a um clima tenso e grandes interpretações, especialmente de Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) e de um irreconhecível Kevin Spacey (série “House of Cards”). O filme dramatiza o famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Williams), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. As filmagens começaram em maio na Itália e atualmente o longa está em pós-produção acelerada, visando chegar aos cinemas já em dezembro. A pressa tem dois objetivos: buscar indicações ao Oscar e evitar a concorrência de outro projeto sobre a mesma história, a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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    Batalha do Sexo entre Emma Stone e Steve Carell ganha 45 fotos e novos pôsteres

    19 de setembro de 2017 /

    A Fox Searchlight divulgou três pôsteres e 45 fotos de “Battle of the Sexes”, em que Emma Stone (“La La Land”) e Steve Carell (“A Grande Aposta”) voltam a contracenar após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011), disputando uma partida de tênis histórica. Os dois aparecem nas imagens com um visual retrô dos anos 1970, época em que a trama se passa. O filme gira em torno a partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana da época. Conhecida como “A Batalha dos Sexos”, o jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King (papel de Stone), 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs (papel de Carell), de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. Batalha dos Sexos foi um nome apropriado para o evento, pois o que estava realmente em jogo eram duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Não bastasse a pressão do evento midiático, Billie Jean King ainda escondia sua homossexualidade recém-descoberta das câmeras, enquanto permanecia casada com um homem. Ela se tornou a primeira atleta profissional feminina de destaque a admitir que era homossexual durante o processo de separação, que aconteceu na década seguinte e lhe custou todas as suas finanças. O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção foi realizada pelo casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). Exibido no Festival de Toronto, o filme arrancou muitos elogios da crítica (está com 79% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e estreia nos Estados Unidos nesta sexta (22/9). Já o lançamento no Brasil está marcado apenas para 19 de outubro.

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    Remake de Dona Flor e Seus Dois Maridos com Juliana Paz ganha primeiro trailer

    19 de setembro de 2017 /

    O remake de “Dona Flor e Seus Dois Maridos” ganhou pôster e seu primeiro trailer. A nova versão traz Juliana Paes (“A Casa da Mãe Joana”) no papel eternizado por Sonia Braga. E a prévia já demonstra como cada produção é resultado de sua época, detalhe que nem a trilha retrô do vídeo é capaz de disfarçar. O longa de 1976, um dos maiores sucessos do cinema brasileiro, veio em meio ao boom da pornochanchada e fazia da nudez de seus protagonistas seu principal chamariz. Já o remake chega numa época de muitos besteiróis pudicos e parece centrar a trama em piadas sobre falta de potência sexual, apoiadas no humorista Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”), que parece ter mais falas e destaque que Mauro Mendonça no original. O elenco ainda traz Marcelo Faria (“O Carteiro”) como Vadinho, o marido fogoso, papel vivido com grande desinibição por José Wilker. Desde elenco, Marcelo Faria é o único já habituado ao papel, que interpretou há anos no teatro. Por sinal, a nova versão tem direção de Pedro Vasconcelos, diretor de novelas da Rede Globo e responsável também pela versão teatral. No cinema, ele só assinou um filme, justamente um besteirol: “O Concurso” (2013). Ou seja, não é um Bruno Barreto. Já Juliana Paes assume pela segunda vez um papel que foi eternizado por Sonia Braga. Em 2012, ela protagonizou o remake da novela “Gabriela”. Tanto Dona Flor quanto Gabriela são personagens criadas pelo escritor Jorge Amado. O romance de Dona Flor foi publicado em 1966 e se passa na década de 1940, acompanhando uma professora de culinária de Salvador dividida entre dois amores, seu primeiro marido boêmio, já morto, e o atual, bastante conservador. A situação ganha ares de realismo fantástico quando o espírito do falecido passa a visitar sua cama, sem que mais ninguém consiga vê-lo. A versão filmada por Bruno Barreto levou 10,735 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros e, durante 34 anos, manteve-se como o filme nacional mais visto de todos os tempos. Atualmente, ele ocupa o terceiro lugar no ranking das produções brasileiras com maior público, atrás de “Os Dez Mandamentos” (11,215 milhões) e “Tropa de Elite 2” (11,146 milhões). “Dona Flor e seus Dois Maridos” também já foi minissérie na televisão, em 1998, com Giulia Gam, Edson Celulari e Marco Nanini nos papeis principais. O novo longa-metragem estreia em 2 de novembro, em circuito limitado ao Nordeste.

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  • Série

    Novo pôster de Stranger Things homenageia Tubarão

    16 de setembro de 2017 /

    A Neflix divulgou mais um pôster de “Stranger Things” que presta homenagem a filmes clássicos. Depois dos cartazes que referenciavam “Conta Comigo” (1986), “A Hora do Pesadelo” (1984), “O Sobrevivente” (1987), “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979) e “Chamas da Vingança” (1984), é a vez de “Tubarão” (1975). Por sinal, o novo cartaz é o que menos lembra o original. A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.

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  • Filme

    Trailer do novo filme de Ridley Scott impacta com tensão e grandes interpretações

    15 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer “All The Money In The World”, novo filme de Ridley Scott (“Alien: Covenant”), sobre o rapto real do herdeiro da maior fortuna do mundo. Editada de forma brilhante, com seu ritmo acompanhando as batidas de uma versão remix de “Time of the Season”, clássico da banda The Zombies, a prévia revela um clima tenso e grandes interpretações, especialmente de Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) e de um irreconhecível Kevin Spacey (série “House of Cards”). O filme dramatiza o famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Williams), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Spacey), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. As filmagens começaram em maio na Itália e atualmente o longa está em pós-produção acelerada, visando chegar aos cinemas já em dezembro. A pressa tem dois objetivos: buscar indicações ao Oscar e evitar a concorrência de outro projeto sobre a mesma história, a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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  • Filme

    Jamie Lee Curtis volta à franquia Halloween, 40 anos após estrelar o primeiro filme

    15 de setembro de 2017 /

    Michael Myers não é o único imortal da franquia de terror “Halloween”. A “vítima” favorita do psicopata mascarado também é, no mínimo, dura de matar. A produtora Blumhouse divulgou uma foto (acima) e uma notícia (abaixo) no Twitter que comprova: a atriz Jamie Lee Curtis vai voltar a viver Laurie Strode no próximo “Halloween”, que chegará aos cinemas 40 anos após a estreia do longa original, estrelado por ela própria. A atriz comentou a imagem em sua conta da rede social, acrescentando: “A mesma varanda. A mesma roupa. Os mesmos problemas. 40 anos depois. De volta a Haddonfield uma última vez para o Halloween”. A personagem sobreviveu a Michael Myers em três filmes da franquia original, “Halloween: A Noite do Terror” (1978), “Halloween II: O Pesadelo Continua!” (1981) e “Halloween H20: Vinte Anos Depois” (1998), mas teria finalmente morrido nas mãos do psicopata em “Halloween: Ressurreição” (2002). Depois disso, ela rejuvenesceu nos dois remakes de Rob Zombie, lançados em 2007 e 2009, ganhando interpretação da então adolescente Scout Taylor-Compton. A participação de Jamie Lee Curtis significa um resgate da história original, mas não se sabe como será explicada a morte da sua versão cronológica de Laurie Strode. O filme conta com aval do diretor John Carpenter, que escreveu, dirigiu e musicou o clássico que criou Myers e Strode. Mas, para surpresa dos fãs de terror, a direção será feita por David Gordon Green, responsável por comédias péssimas, como “O Babá(ca)” (2011) e o fracasso de Sandra Bullock “Especialista em Crise” (2015). Para completar, o roteiro foi escrito por ele e seu parceiro comediante, o ator Danny McBride. Os dois produziram juntos a série “Eastbound & Down” da HBO. Mas Carpenter garante que a história é muito boa. “David e Danny vieram ao meu escritório recentemente com Jason Blum (dono da Blumhouse) e compartilharam sua visão para o novo filme e … WOW. Eles entendem. Eu acho que vocês vão curtir. Eles me derrubaram”, o mestre do terror escreveu nas redes sociais. “Eu posso até fazer a música. Talvez. Seria legal. E você verá isso nos cinemas em 19 de outubro de 2018.” Jamie Lee Curtis returns to her iconic role as Laurie Strode in HALLOWEEN, released by Universal Pictures October 19, 2018. #HalloweenMovie pic.twitter.com/6tbbz2W1ZV — Blumhouse (@blumhouse) September 15, 2017

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  • Música

    Mike Myers entra no elenco do filme sobre a banda Queen

    12 de setembro de 2017 /

    O ator Mike Myers vai voltar a aparecer num filme, uma década após o fracasso de sua última comédia, “O Guru do Amor” (2008). Ele se juntou ao elenco de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen e de seu vocalista, Freddie Mercury. Ainda não há informações sobre qual será o papel do ator, que, curiosamente, tem uma relação cinematográfica com a música do Queen que nomeia a produção. A cena mais famosa da comédia “Quanto Idiota Melhor” (1992) trazia Myers e elenco cantando e batendo cabeças ao som de “Bohemian Rhapsody” num carrinho compacto. Relembre no vídeo abaixo. Um dos mais bem-sucedidos comediantes a sair do humorístico “Saturday Night Live” nos anos 1990, graças ao sucesso da franquia “Austin Powers”, Myers sumiu dos cinemas após o fiasco de “O Guru do Amor”, tendo aparecido apenas num pequeno papel de “Bastardos Inglórios” (2009) desde então. Mesmo assim, sua voz continuou sendo ouvida em desenhos da franquia “Shrek”, onde ele dubla o personagem-título. “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer (“X-Men”), o roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a produção executiva está a cargo de Brian May e Roger Taylor. Devido ao controle dos músicos, o filme não abordará as passagens mais sombrias e controvertidas da vida de Freddie Mercury. Não se sabe, por exemplo, como será tratada a homossexualidade do cantor, que oficialmente nunca saiu do armário, a menos que se conte, por ironia, a letra de “Bohemian Rhapsody”. A previsão de estreia é para o Natal de 2018.

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  • Etc

    Len Wein (1945 – 2017)

    11 de setembro de 2017 /

    Morreu o autor de histórias em quadrinhos Len Wein, criador do Wolverine, na Marvel, e do Monstro do Pântano, na DC Comics. Ele faleceu no domingo (11/9), aos 69 anos, mas a causa da morte ainda não foi divulgada. Desde março, a conta oficial de Wein no Twitter tem sido atualizada com publicações sobre o estado de saúde do artista. O post mais recente é de sábado e foi escrito pela mulher de Wein, Christine Valada. “Saí da minha última cirurgia. Tudo ocorreu muito bem”, escreveu ela, em nome do marido, no último tuíte. Nascido em 1948, Wein foi um dos maiores escritores dos quadrinhos. Ele começou sua carreira na DC Comics escrevendo a Turma Titã, em 1968. Pouco depois, criou com outro mestre, o artista Bernie Wrightson, o icônico Monstro do Pântano, que anos mais tarde seria o carro-chefe do lançamento da Vertigo, a linha de quadrinhos adultos da editora. Ele começou a trabalhar na Marvel no início dos anos 1970, onde criou Wolverine com os desenhistas John Romita Sr. e Herb Trimpe, durante o período em que escreveu a revista do Hulk. Mas seu trabalho de maior impacto costuma não receber os devidos créditos. Em 1975, ele decidiu reviver um dos títulos da Marvel que menos vendia e tinha sido cancelado há cinco anos. Ao lado do desenhista Dave Cockrum, Wein recriou os X-Men, reformando a equipe com a inclusão de novos personagens. Para começar, incluiu Wolverine na equipe, mas também acrescentou Tempestade, Noturno, Colossus e Passáro Trovejante. Eles se juntaram a alguns X-Men clássicos de Stan Lee e Jack Kirby na publicação, e em pouco tempo a revista se tornou a mais popular da Marvel, rendendo spin-offs com cada vez mais personagens até crescer a ponto de hoje ser responsável por um universo cinematográfico e até séries na Fox. Quando Chris Claremont assumiu os X-Men, levando-os ao seu ápice criativo, Wein voltou para a DC, mas em nova função. Contratado como editor, realizou outra revolução, ao abrir as portas a uma nova geração de escritores britânicos e histórias cada vez mais adultas, que mudaram o conteúdo dos quadrinhos de forma definitiva. Ele foi o editor, entre outras coisas, de “Watchmen” e responsável pela carreira de Alan Moore na DC Comics, começando pelas histórias do escritor no personagem que ele criou, o Monstro do Pântano. A influência de seu legado pode ser medida pela repercussão de sua morte nas redes sociais, que motivou tuítes sentidos, saudosos e elogiosos de gente tão diferente quanto Neil Gaiman, criador dos quadrinhos de “Sandman” na DC Comics/Vertigo e autor do livro que virou a série “American Gods”, Joss Whedon, o diretor de “Os Vingadores” e “Liga da Justiça”, Mark Millar, criador de “Kick-Ass” e “Kingsmen”, Hugh Jackman, o intérprete de Wolverine no cinema, entre inúmeros outros colegas e fãs de seu trabalho. “Len Wein foi o editor que trouxe os criadores britânicos para DC. Ele foi uma das melhores pessoas que conheci em 30 anos trabalhando em quadrinhos”, afirmou Gaiman. “Ele escreveu O Monstro do Pântano, O Vingador Fantasma & minhas histórias favoritas do Batman. Ele mostrou para um garoto de 12 anos que quadrinhos podiam ser literatura”, completou. “Co-criador de Wolverine & dos novos X-Men. Co-iniciador da era moderna dos quadrinhos com sua maior metáfora. E muito mais”, saudou Whedon. “Descanse em paz o grande Len Wein. Ele co-criou Wolverine & O Monstro do Pântano, dois personagens que me deram uma vida como escritor & prazeres imensuráveis como leitor”, escreveu Millar “Sou abençoado por tê-lo conhecido. Nos vimos pela primeira vez em 2008. Eu disse a ele que de suas mãos, coração e mente saiu o personagem mais icônico dos quadrinhos”, lembrou Jackman. “Len Wein era um dos caras mais acolhedores e uma das lendas dos quadrinhos. Percebi isso quando entrei na DC, há oito anos”, disse Diane Nelson, presidente da DC Entertainment. “Ele escreveu e editou quase todos os quadrinhos de personagens centrais da DC. Eu, a empresa e a indústria como um todo vamos sentir sua falta”.

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  • Série

    I’m Dying Up Here: Série de Jim Carrey sobre os pioneiros do stand-up é renovada

    9 de setembro de 2017 /

    O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “I’m Dying Up Here” para sua 2ª temporada. Produzida pelo ator Jim Carrey (“Sim Senhor”), a série acompanha um grupo de comediantes de stand-up dos anos 1970, o surgimento dos clubes de comédia e o início da geração mais inovadora do humor americano. Apesar de fictícios, os personagens são todos inspirados em personalidades reais da época. Carrey envolveu-se como produtor após se apaixonar pela premissa, que adapta o livro homônimo de William Knoedelseder. Na obra jornalística, os “personagens” são Jay Leno, David Letterman, Andy Kaufman, Richard Lewis, Robin Williams, Elayne Boosler e Tom Dreesen. Carrey, claro, viveu Kaufman no cinema, na cinebiografia “O Mundo de Andy” (1999). Na série, os nomes foram alterados. Apesar do potencial da história, a série dividiu a crítica, conquistando apenas 51% de aprovação no site Rotten Tomatoes por conta de roteiros fracos. Além disso, tem a pior audiência do canal e uma das mais baixas da TV paga no momento, registrando apenas 140 mil telespectadores por episódio. O voto de confiança do Showtime estaria relacionado aos talentos envolvidos na produção, mas espera-se que também seja consequência de uma apresentação inspiradíssima para uma reviravolta na 2ª temporada. O elenco, ao menos, é de tirar o chapéu: Melissa Leo (“A Grande Aposta”), Michael Angarano (“O Reino Proibido”), Clark Duke (“A Ressaca”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), Sebastian Stan (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Ari Graynor (“Celeste e Jesse para Sempre”), Andrew Santino (série “Mixology”), Erik Griffin (série “Workholics”), Ginger Gonzaga (“Ted”), Al Madrigal (série “About a Boy”), Stephen Guarino (“Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”), Jake Lacy (série “Girls”), Dylan Baker (“Selma”) e Alfred Molina (“O Amor É Estranho”). Os 10 primeiros episódios foram exibidos entre junho e agosto nos Estados Unidos. A 2ª temporada vai estrear em 2018.

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  • Série

    Netflix fará série sobre a enfermeira de Um Estranho no Ninho, estrelada por Sarah Paulson

    6 de setembro de 2017 /

    A Netflix adquiriu os direitos de produção e distribuição da próxima série de Ryan Murphy, que será protagonizada por ninguém menos que a musa do produtor, Sarah Paulson (série “American Horror Story”). Intitulada “Ratched”, a atração será um prólogo do filme clássico “Um Estranho no Ninho” (One Flew Over the Cuckoo’s Nest, 1975), centrado na enfermeira Mildred Ratched. O projeto gerou grande disputa entre canais e plataformas de streaming. Por isso, para garantir a produção, a Netflix precisou contratar duas temporadas iniciais. O ator Michael Douglas, que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, será um dos produtores executivos da série ao lado de Murphy. Mas a criação do projeto partiu de um roteirista inexperiente, Evan Romansky, que escreveu o roteiro do piloto e ofereceu no mercado. O texto acabou caindo nas mãos de Murphy, que organizou um “pacote de talentos” e foi ao mercado, gerando um frenesi entre os interessados. A história da série vai se iniciar em 1947, acompanhando a jornada que transformou uma enfermeira inocente num “verdadeiro monstro”, conforme visto no filme de 1975. A trama vai revelar a progressão de seus assassinatos, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental. No cinema, a enfermeira Ratched foi vivida por Louise Fletcher, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo papel. “Um Estranho no Ninho” também venceu os Oscars de Melhor Filme, Direção (Milos Forman), Ator (Jack Nicholson) e Roteiro Adaptado (Lawrence Hauben e Bo Goldman). E, apesar de ter estreado há 42 anos, continua a ser lembrado até hoje e a influenciar a cultura pop, como prova a música “Nurse Ratched”, da banda indie Cherry Glazerr, single de um disco lançado em janeiro. “Hatched” será a primeira série produzida por Ryan Murphy para uma plataforma de streaming. E reforça a propensão da Netflix para atrair os principais produtores da TV atual. Recentemente, a empresa fechou um contrato com Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”) e lançou uma série de Chuck Lorre (criador de “Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”). O detalhe é que a produção de Lorre, “Disjointed” foi considerada a pior série de 2017.

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  • Música

    Lucy Boynton viverá a inspiração de “Love of My Life” no filme da banda Queen

    6 de setembro de 2017 /

    A jovem estrela em ascensão Lucy Boynton (“Sing Street”) entrou no filme sobre a banda Queen. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela vai interpretar Mary Austin, com quem o cantor Freddie Mercury viveu em Londres por muitos anos. Na vida real, Mary Austin namorou o guitarrista Brian May antes de se encantar com Mercury, e permaneceu amiga do cantor mesmo após ele abraçar sua homossexualidade. Mercury passou a ter relações com outros homens enquanto os dois ainda conviviam como um casal. O relacionamento durou até metade dos anos 1970, quando ela admitiu sua verdadeira inclinação sexual, mas eles continuaram próximos – literalmente, já que Freddie lhe comprou uma residência próxima da sua. O grande afeto que o cantor sentia por ela foi explicitado em muitas canções do Queen, inclusive no grande sucesso “Love of My Life”. O filme, por sinal, tem o título de outro hit da banda, “Bohemian Rhapsody”, e traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. A direção é de Bryan Singer (“X-Men”), o roteiro foi escrito por Justin Haythe ( “A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e a produção executiva está a cargo de Brian May e Roger Taylor. Devido ao controle dos músicos, o filme não abordará as passagens mais sombrias e controvertidas da vida de Freddie Mercury. Não se sabe, por exemplo, como será tratada a homossexualidade do cantor, que oficialmente nunca saiu do armário, a menos que se conte, por ironia, a letra de “Bohemian Rhapsody”. A previsão de estreia é para o Natal de 2018.

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