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  • Filme

    Corey Stoll e Kyle Chandler serão astronautas no novo filme do diretor de La La Land

    23 de junho de 2017 /

    Os atores Corey Stoll (“Homem-Formiga”) e Kyle Chandler (série “Bloodline”) vão viver astronautas no novo filme do diretor Damien Chazelle. A produção, que vai voltar a reunir o diretor e o astro de “La La Land”, Ryan Gosling, vai contar a história real da conquista da Lua. Gosling viverá o personagem do título, o primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong. Stoll será o segundo homem na Lua, Buzz Aldrin. E Chandler o chefe dos astronautas, Deke Slayton, um dos sete pilotos originalmente selecionados pela NASA para o pioneiro projeto espacial da Mercury, nos anos 1950 – e cuja história rendeu o excepcional filme “Os Eleitos” (1983). “Fist Man”, é uma produção da Universal Pictures com roteiro de Josh Singer (“Spotlight”), baseado no livro “First Man: A Life of Neil A. Armstrong”. Descrita como uma história “visceral” e “em primeira pessoa”, o filme vai contar os bastidores de uma das missões espaciais mais perigosas da história, que culminou com a chegada na nave Apollo 11 à Lua em 20 de julho de 1969. A estreia está agendada para 12 de outubro de 2018.

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  • Série

    DC Entertainment disponibiliza episódio inédito de Powerless com Adam West

    18 de junho de 2017 /

    A DC Entertainment prestou uma nova homenagem a Adam West, intérprete da série clássica “Batman” (1966-68) falecido no início do mês. A produtora divulgou em seu canal no YouTube o episódio inédito da série “Powerless” que registra um dos últimos trabalhos da carreira do ator. A série foi cancelada e tirada do ar em abril, antes que a participação especial de West pudesse ser vista na televisão. Intitulado “Win, Luthor, Draw”, o episódio era o penúltimo da atração e trazia o ator como membro do conselho da Fundação Wayne, vindo de Gotham City para iniciar um processo de demissões. Ele também narrou o primeiro capítulo da série, que tentou levar comédia ao universo dos super-heróis da DC Comics. O episódio foi disponibilizado sem legendas e não ficará no ar por muito tempo, como avisa o texto abaixo do vídeo: “A ‘DC All Access’ orgulha-se de apresentar este episódio em sua totalidade por um tempo limitado como uma homenagem a Adam West e seu legado na DC”. Além da aparição em “Powerless”, a DC Entertainment confirmou que Adam West chegou a gravar sua voz na animação “Batman vs. Duas-Caras”, sequência de “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica” (2016), que está atualmente em pós-produção para um lançamento em Blu-ray no segundo semestre.

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  • Filme

    Drama racial da diretora de Guerra ao Terror ganha novo trailer e vídeo de depoimentos

    18 de junho de 2017 /

    A Annapurna divulgou um vídeo de depoimentos e o segundo trailer de “Detroit”, drama de época dirigido por Kathryn Bigelow, única mulher a vencer o Oscar de Melhor Direção. A prévia é tensa, registrando os fatos que originaram um confronto racial histórico, que abalou a cidade americana do título em 1967. E como complemento é possível ver, no vídeo logo abaixo, os personagens reais da história, recordando os eventos que culminaram no quebra-quebra de quase uma semana. 10º filme de Bigelow e o terceiro de sua bem-sucedida parceria com o roteirista Mark Boal, que escreveu seus longas mais recentes – “Guerra ao Terror” (2008) e “A Hora Mais Escura” (2012) – , o filme retrata a devastadora revolta popular que tomou conta de Detroit ao longo de cinco dias, quando uma operação policial e militar sem planejamento matou três jovens negros, precipitando uma rebelião civil, que cresceu para uma batalha campal com um saldo impressionante de 43 mortos, mais de 340 feridos e 7 mil prédios queimados. O elenco inclui John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”), Will Poulter (“O Regresso”), Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”), Anthony Mackie (“Capitão América: Guerra Civil”), Kaitlyn Dever (série “Justified”), John Krasinski (“13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”), Hannah Murray (série “Game of Thrones”), Tyler James Williams (série “The Walking Dead”) e Ben O’Toole (“Promessas de Guerra”). A estreia está marcada para 4 de agosto nos EUA, poucos dias após a comemoração do 50º aniversário dos tumultos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Vídeo e pôster de Planeta dos Macacos: A Guerra destacam novo símio da franquia

    15 de junho de 2017 /

    A menina humana Nova não é a única novidade de “Planeta dos Macacos: A Guerra”. A Fox divulgou um pôster e um vídeo dedicados a Bad Ape, um chipanzé inteligente, que fugiu de um zoológico e aprendeu a falar observando os humanos. Apesar do nome (macaco malvado, em português), ele se mostra bastante simpático. Isto se explica porque quem o batizou foram os humanos que exterminaram os demais macacos de seu zoo. Bad Ape é interpretado, via captura de performance, por Steve Zahn (“Capitão Fantástico” e “Clube de Compras Dallas”). Dirigido por Matt Reeves, que assinou o filme anterior, o novo capítulo da franquia sci-fi ainda traz de volta Andy Serkis como Caesar, num confronto com um exército humano, comandado por Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). A estreia acontece em 3 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Anita Pallenberg (1944 – 2017)

    13 de junho de 2017 /

    Morreu Anita Pallenberg, atriz e modelo de carreira intimamente ligada aos Rolling Stones. Ela tinha 73 anos e a causa da morte não foi revelada. Nascida em 1944 na Itália, Pallenberg estudou na Alemanha e era fluente em quatro idiomas. Sua carreira artística começou em Nova York, quando ela entrou na trupe do Living Theatre, participando da peça “Paradise Now”, repleta de nudez, numa época em que também era uma habitué da Factory de Andy Warhol. Em 1965, enquanto trabalhava como modelo, Pallenberg e um amigo conseguiram entrar nos camarins de um show de Rolling Stones em Munique, e isso levou a um romance com o guitarrista Brian Jones. Ela também namorou brevemente Mick Jagger, antes de iniciar um relacionamento duradouro com Keith Richards, com quem teve três filhos (um deles, morreu ainda bebê). Os dois ficaram juntos até 1980. Sua estreia no cinema aconteceu em 1967, protagonizando “Degree of Murder”, segundo longa do mestre alemão Volker Schlondorff, no qual assassinava um ex-amante e seduzia os dois homens que a ajudavam a se livrar do cadáver. A trilha sonora era de Brian Jones. Ao se estabelecer em Londres, Anita participou de grandes clássicos do cinema psicodélico. Além de aparecer em “O Muro das Maravilhas” (1968) e “Candy” (1968), viveu a Rainha Negra em “Barbarella” (1968), de Roger Vadim, seduzindo Jane Fonda, e foi muito íntima de Mick Jagger em “Performance” (1970), de Nicolas Roeg, que ficou dois anos aguardando liberação da censura britânica. As cenas de sexo, consideradas muito fortes para a época, eram resultado de muito “ensaio” – noite adentro, segundo “Life”, a autobiografia de Keith Richards. Ela ainda estrelou o filme seguinte de Schlondorff, “O Tirano da Aldeia” (1969), e “Dillinger Morreu” (1969), do italiano Marco Ferreri, no qual contracenou com Michel Piccoli. Mas os fãs de rock talvez a conheçam melhor por sua voz. É dela a principal voz do corinho de “Sympathy for the Devil”, dos Rolling Stones. Sua presença também tem proeminência no documentário dirigido por Jean-Luc Godard em 1968, que tem o título da canção. Sua própria carreira ficou para trás quando nasceram seus filhos, a partir de 1969, que também foi o ano em que Brian Jones morreu. Por isso, há quem diga que ela foi a Yoko Ono dos Stones, afastando Jones da banda – ele nunca teria superado sua rejeição. Mas Anita contribuiu com críticas que levaram a uma remixagem extensiva do disco “Beggar’s Banquet” (1968) e com o sexo e as drogas que acompanharam as gravações de “Exile on Main Street” (1972). No meio disso tudo, ela só fez um longa-metragem nos anos 1970, ao lado da amiga roqueira Nico: “Le Berceau de Cristal” (1976), dirigido por Philippe Garrel. Em compensação, virou personagem favorita dos tabloides, por conta de seu envolvimento com drogas e pelo suicídio de um jovem em sua casa, mais especificamente na cama que ela compartilhava com Keith Richards em 1979. O relacionamento do casal não resistiu ao escândalo, mas o guitarrista não se tornou rancoroso, descrevendo-a de forma poderosa em seu livro. “Eu gosto de mulheres espirituosas. E com Anita, você sabia que estava enfrentando uma valquíria – ela é quem decide quem morre numa batalha”. Nos anos seguintes, sua memória acabou resgatada por clipes da música pop. A banda Duran Duran, batizada com o nome de um personagem de “Barbarella”, usou cenas em que ela aparecia na sci-fi de 1968 no clipe de “Wild Boys” (1985). Mas foi Madonna quem interrompeu sua aposentadoria precoce, convidando-a para participar do vídeo de “Drowned World/Substitute for Love” em 1999. Dois anos depois, Anita ressurgiu como o Diabo num episódio da série “Absolutely Fabulous”, contracenando com outra velha amiga, a cantora Marianne Faithfull, escalada no papel de Deus. A aparição fez tanto sucesso que, por um breve período, ela experimentou um renascimento de sua carreira, estrelando cinco filmes em sequência: “Mister Lonely” (2007), de Harmony Korine, “Chéri” (2009), de Stephen Frears, e três longas de Abel Ferrara – “Go Go Tales” (2007), “Napoli, Napoli, Napoli” (2009) e “4:44 – O Fim do Mundo” (2011). De forma impressionante, Anita Pallenberg só trabalhou com cineastas cultuados.

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  • Filme

    Julie Andrews recusou-se a aparecer no novo Mary Poppins

    11 de junho de 2017 /

    A continuação de “Mary Poppins” não trará de volta a estrela do filme original. Julie Andrews foi convidada, mas não topou aparecer numa participação especial, como Dick Van Dyke, seu parceiro no clássico de 1964. O diretor Rob Marshall revelou que conversou com Julie Andrews durante uma festa de Natal quando o projeto de “O Retorno de Mary Poppins” ainda engatinhava. A atriz o estimulou a fazer o filme, mas, quando perguntada se toparia uma aparição, a eterna Mary Poppins declinou ao dizer que pretendia deixar Emily Blunt brilhar no papel. “Este será o show da Emily e eu realmente quero isso. Ela é brilhante”, teria dito Julie Andrews, segundo Rob Marshall. Apesar de não aparecer no longa, a atriz deu total apoio à equipe do filme para seguir em frente com a continuação, que vai ser passa em Londres, durante os anos 1930, e encontrará Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem ela foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a mágica Mary Poppins retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth. “O Retorno de Mary Poppins” tem estreia marcada apenas para 25 de dezembro de 2018 nos Estados Unidos e 3 de janeiro de 2019 no Brasil. Enquanto isso, Julie Andrews pode ser vista na série infantil “Julie’s Greenroom”, que teve sua 1ª temporada disponibilizada na Netflix em março, e ouvida na animação “Meu Malvado Favorito 3”, na qual volta a dublar a mãe de Gru. O desenho estreia no dia 29 de junho no Brasil.

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    DC Comics presta tributo à memória de Adam West

    10 de junho de 2017 /

    A DC Comics emitiu um comunicado em memória a Adam West, intérprete de Batman na série clássica de 1966 e em inúmeros desenhos animados, que morreu na noite de sexta-feira (9/6). “O retrato de Adam West de Batman foi uma enorme contribuição para o status do Cruzado Encapuzado como um verdadeiro ícone da cultura pop. Seu trabalho ajudou a levar os quadrinhos ao grande público e encorajou uma geração a descobrir as maravilhosas histórias e personagens que compunham o mundo de Batman através das páginas dos quadrinhos”, diz o comunicado. “Assim como aconteceu com muita gente, o Batman de Adam West fez parte da minha infância”, acrescentou Geoff Johns, presidente e diretor criativo da DC Entertainment. “As reprises de ‘Batman’, que assistia todos os dias depois da escola, tornou a leitura de quadrinhos muito mais real para mim na minha infância”. “A popularidade de Batman estará ligada para sempre a Adam West”, resumiu Jim Lee, Publisher da DC Entertainment. “Ele trouxe alegria para legiões de fãs em todo o mundo e foi a porta de entrada para se descobrir ou, em alguns casos, redescobrir o amor pelos quadrinhos. Sua ausência será profundamente sentida”. Após décadas tentando se distanciar da imagem do programa de TV dos anos 1960, a editora tinha criado recentemente uma nova revista inspirada no Batman interpretado pelo ator, intitulada “Batman 66”. Algumas aventuras fizeram, inclusive, crossovers com outras séries clássicas da sua época, como “Os Vingadores” britânicos e o “Agente da UNCLE”. O passar dos anos transformou o Batman de Adam West em herói cult.

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    Adam West (1928–2017)

    10 de junho de 2017 /

    Morreu Adam West, o intérprete mais famoso e querido de Batman. Ele faleceu na noite de sexta (9/6), em Los Angeles, de leucemia aos 88 anos. William West Anderson só virou Adam West a partir de seu primeiro filme, o clássico “O Moço de Filadélfia” (1959), no qual viveu o pai homossexual de Paul Newman. Como podia chocar sensibilidades da época, a homossexualidade de seu personagem era apenas aludida e, antes que pudesse causar controvérsia, rapidamente enterrada. O mesmo acidente de carro que o tirou de cena foi o pretexto para avançar a história e mostrar seu filho adulto – Paul Newman era três anos mais velho que West. A preferência do sobrenome West sobre Anderson coincidiu com o fato dele fazer muitas séries de western no começo da carreira, como “Cheyenne”, “Bronco”, “Colt .45”, “Maverick”, “Bonanza”, “Laramie”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke” e “O Homem de Virgínia”, entre outras. Seu primeiro papel fixo na TV foi na série “Os Detetives”, em 1961. A atração só durou uma temporada de 30 episódios, apesar de ter em seu elenco o astro de cinema Robert Taylor (“Quo Vadis”) e até Mark Goddard, o futuro Major West de “Perdidos no Espaço”. No cinema, destacou-se como coadjuvante da sci-fi “Robinson Crusoé em Marte” (1964) e da comédia dos Três Patetas “Os Reis do Faroeste” (1965), antes de virar protagonista com o western spaghetti “Os Quatro Implacáveis” (1965) e a aventura “Mara das Selvas” (1965). Mas sua carreira de galã de filmes B e de participações televisivas tomou um rumo completamente diferente a partir de 1966, quando o ator assumiu o papel que marcaria sua vida. Adam West virou Batman em 1966 e nunca mais deixou o personagem na imaginação dos fãs, mesmo que a produção tenha sido cancelada após três temporadas, em 1968. Primeira série a levar a estética dos quadrinhos para a TV, com a inclusão de onomatopeias, clifhangers que continuavam na próxima história, lutas totalmente coreografadas, ameaças absurdas e um colorido digno de quadros da pop art, “Batman” virou um fenômeno de audiência, foi indicada ao Emmy de Melhor Série de Comédia e até ganhou um filme, que reuniu os principais vilões da atração num esforço conjunto para derrotar a dupla dinâmica, formada pelo cruzado encapuzado e o menino prodígio – Robin, vivido por Burt Ward. Infelizmente, o surto criativo durou pouco. A série tornou-se repetitiva com a falta de imaginação de seus roteiristas, que abusaram das mesmas piadas em torno da “batcaverna”, “batmóvel”, “batfone” e “bat-repelente de tubarão”, na mesma “bat-hora” e no mesmo “batcanal”, gerando fadiga. Para piorar, a ideia de renovação do produtor William Dozier foi criar novos vilões, tão bobões que só existiram em seus episódios. A falta dos vilões clássicos levou à queda de audiência, que culminou no cancelamento após três anos. Uma inovação, pelo menos, acabou entrando para os quadrinhos: a Batgirl, originalmente interpretada por Yvonne Craig. Conforme foi emburrecendo, “Batman” também sofreu rejeição dos fãs de quadrinhos, e a editora DC precisou reinventar o herói de forma radical nos anos 1970, como uma figura sombria, para se distanciar do tom de pastelão do programa. A repercussão da atração foi tanta que Adam West encontrou dificuldades para fazer outro papel pelo resto da carreira. Embora tenha aparecido em algumas séries e coadjuvado dois filmes bem-sucedidos, “Só o Casamento Nos Separa” (1971) e “Hooper – O Homem das Mil Façanhas” (1978), os trabalhos se revelaram mais escassos que antes de “Batman”. Incapaz de sair da sombra de Batman, West acabou retornando ao papel após uma década como dublador da primeira série animada do herói, “As Novas Aventuras de Batman” (1977), que também contava com Burt Ward como a voz de Robin. Sem premeditação, esse trabalho acabou lhe abrindo uma nova linha de atuação. Ele voltaria a dublar Batman no desenho dos “Superamigos” (1985) e, a partir daí, passou a emendar inúmeras participações vocais em produções animadas – que eram melhores que os filmes trash que fez nos anos 1980, lutando contra zumbis e motoqueiros selvagens. Numa reviravolta, em 1992 foi convidado a enfrentar Batman, dublando o vilão Fantasma Cinzento na 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”. Mas foi só uma vez, e ele logo voltou a ser o herói encapuzado em desenhos dos “Animaniacs” (em 1997) e “Os Simpsons” (em 2002), antes de virar o prefeito de Gotham City na série animada “The Batman” (entre 2004 e 2006). Além de Batman, Adam West teve ainda outro papel reincidente: Adam West. Ao aparecer pela primeira vez como si mesmo na série “The Ben Stiller Show”, em 1992, o ator inaugurou um novo costume em sua carreira. Ele viveu Adam West em filmes como “O Tamanho das Melancias” (1996) e “Lindas de Morrer” (1999), séries animadas, como “O Crítico”, “Space Ghost Coast to Coast” e “Os Padrinhos Mágicos”, e em sitcoms, como “Murphy Brown”, “NewsRadio”, “The King of Queens”, “30 Rock” e “The Big Bang Theory” – num episódio exibido no ano passado. Sem esquecer que foi o Prefeito Adam West ao longo de mais de uma centena de episódios do desenho “Uma Família da Pesada” (Family Guy), entre 2000 e 2017. Famoso por ser ele mesmo, Adam West entretanto nunca foi reconhecido como alguém importante pelos produtores dos filmes de Batman. Ele jamais foi convidado a aparecer nos filmes do herói, embora intérpretes dos seriados de Superman tenham figurado nos longas do Homem de Aço. Esta desfeita refletia como a DC Comics enxergava o legado da série dos anos 1960. A avaliação negativa só começou a ser revista nos últimos anos, a ponto da Warner e a DC Comics desenvolverem novas linhas de produtos nostálgicos relacionados ao “Batman” de Adam West. Um desses lançamentos foi um longa animado, concebido como uma aventura da época da série, que fez grande sucesso no ano passado. Intitulado “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”, o filme voltou a reunir West e Burt Ward como Batman e Robin, além de resgatar a voz ronronante de Julie Newmar como Mulher-Gato. Lançado em home video, “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica” teve repercussão tão forte que o ator estava trabalhando numa sequência, “Batman vs. Duas-Caras”, que seria lançada no segundo semestre. Não há informações sobre a etapa em que se encontravam as dublagens. Declarando-se devastado pela perda do amigo, Burt Ward deu a dimensão do legado de Adam West num texto publicado nas redes sociais. “Adam e eu tivemos uma amizade especial há mais de 50 anos. Nós compartilhamos alguns dos momentos mais divertidos de nossas vidas juntos. Esta é uma perda terrivelmente inesperada de meu amigo de toda a vida. Eu sempre sentirei sua falta. Existem vários atores que retrataram o Batman nos filmes. Mas, para mim, só houve um verdadeiro Batman, que é e sempre será Adam West. Ele era verdadeiramente o Cavaleiro das Luzes”.

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    Novos trailer e pôster de Planeta dos Macacos: A Guerra destacam a importância de Nova

    9 de junho de 2017 /

    A Fox divulgou um pôster e um novo trailer de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, centrados em Nova. A prévia é mais emocionante que todas as anteriores sem uma cena de ação sequer. Ela mostra a origem da menina muda, que é criada pelos macacos inteligentes e se apega a Caesar (Andy Serkis), revelando brevemente de onde surgiu seu nome e como sua afeição e lealdade determinará seu lado durante a guerra do título, entre os macacos e o exército humano liderado pelo personagem de Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). A menina Nova tem o mesmo nome da humana selvagem que guiava o astronauta Taylor (Charleton Heston) pelo “Planeta dos Macacos” original, o filme de 1968. Vivida pela alemã Linda Harrison, a personagem de mini-saia de pele ainda apareceu na continuação apocalíptica “De Volta ao Planeta dos Macacos” (1970) e foi uma das personagens da animação homônima, lançada em 1975. Por sinal, a atriz fez até uma pequena participação como prisioneira humana no remake de 2001, dirigido por Tim Burton. Na nova versão, Nova ainda é uma criança e tem interpretação de Amiah Miller (“Quando as Luzes se Apagam”). Vale observar que “Planeta dos Macacos: A Origem” (2011) já continha uma cena breve em que um noticiário referia-se ao desaparecimento de uma nave espacial chamada Icarus – justamente a nave que carregava Taylor para o Planeta dos Macacos original. Dirigido por Matt Reeves, que assinou o filme anterior, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), o novo capítulo da franquia estreia em 3 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    O Filme da Minha Vida: Drama de Selton Mello ganha novo trailer belíssimo

    7 de junho de 2017 /

    A Vitrine Filmes divulgou o pôster e um novo trailer de “O Filme da Minha Vida”, drama dirigido por Selton Mello, seis anos depois do sucesso de “O Palhaço”. A prévia destaca uma fotografia belíssima, que dá à produção de época um aspecto refinado, acentuado ainda mais pela participação do francês Vincent Cassel (“Em Transe”). Passado nos anos 1960, o filme gira em torno de Jacques (Johnny Massaro, de “A Frente Fria que a Chuva Traz”), jovem professor de um povoado, que foi abandonado pelo pai, um forasteiro francês (Cassel), há vários anos. Um dia, ao visitar a cidade vizinha para ir ao cinema, Jacques descobre que a explicação de tudo pode estar muito perto dele. O elenco também destaca Bruna Linzmeyer (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Bia Arantes (“Real – O Plano por Trás da História”), Ondina Clais Castilho (“Meu Amigo Hindu”), Erika Januza (novela “Sol Nascente”), Martha Nowill (“Vermelho Russo”) e o veterano Rolando Boldrin (novela “Os Imigrantes”). A trama adapta o livro “Um Pai de Cinema”, do escritor chileno Antonio Skármeta (“O Carteiro e o Poeta”). E, ao contrário de “O Palhaço”, Selton não fará o papel principal, participando apenas como coadjuvante, além de dirigir e assinar o roteiro em parceria com Marcelo Vindicato, com quem trabalhou em “Feliz Natal” (2008) e “O Palhaço” (2011). A estreia está marcada para 3 de agosto.

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    Wendell Burton (1947 – 2017)

    2 de junho de 2017 /

    Morreu Wendell Burton, que estreou no cinema como par romântico de Liza Minnelli no clássico “Os Anos Verdes” (1969). Ele faleceu de câncer no cérebro na terça-feira (29/5), em sua casa em Houston, no Texas, aos 69 anos de idade. Burton tinha só 21 anos quando foi escalado em “Os Anos Verdes”, uma história de amor juvenil dirigida por Alan J. Pakula, que marcou o segundo papel cinematográfico de Liza Minnelli, então com 20 anos. Ela vivia uma universitária inquieta, ele era um universitário introvertido, e na trama os opostos acabavam se atraindo de forma romântica, mas também trágica. O filme acabou indicado para dois Oscars: Melhor Canção e Melhor Atriz para a jovem Liza. “Então”, diz a biografia do site oficial de Burton, “imaginando que estava evidentemente destinado a tornar-se rico e famoso, ele decidiu se mudar de vez para Hollywood, onde não conseguiu se tornar nem um nem outro, ao menos na medida em que imaginava. Embora, ao longo do caminho, tenha chegado a participar de vários filmes, telefilmes e episódios de séries”. Há quem diga que sua carreira tenha ficado marcada por seu segundo papel cinematográfico, como um presidiário que é estuprado e vira predador sexual no drama “Sob o Teto do Demônio” (1971), considerado muito forte para a época. Seus maiores destaques posteriores foram na TV, onde integrou o elenco do telefilme “Pergunte a Alice” (1974), adaptação de um best-seller juvenil que se tornou famoso como alerta para os perigos das drogas entre os adolescentes, e da minissérie de 1981 baseada no clássico literário “Vidas Amargas”, de John Steinbeck. Seu último filme foi “Encurralado em Las Vegas” (1986), com Burt Reynolds. Mas ele não abandonou a indústria do entretenimento, passando a vender anúncios para a TV a partir de 1988, até lançar um canal independente em Houston, em 1997. Também compôs e gravou músicas cristãs e relatou sua jornada de conversão espiritual num livro, publicado no ano passado. Ele deixa dois filhos: Haven Paschall, voz americana da personagem Serena na série animada “Pokémon”, e Adam Burton, que é músico.

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    Molly Peters (1942 – 2017)

    31 de maio de 2017 /

    Molly Peters, primeira bond girl a aparecer nua num dos filmes da franquia “007”, morreu na terça-feira (30/5). A atriz estava com 75 anos e a causa da morte não foi informada. Peters interpretou a enfermeira Patricia Fearing e contracenou com Sean Connery em “007 contra a Chantagem Atômica”(Thunderball), de 1965. A participação no filme de James Bond foi seu primeiro longa-metragem, após estrear num curta como modelo de nus artísticos. O diretor Terence Young a descobriu nesse trabalho, intitulado “Peter Studies Form” e lançado um ano antes, em 1964. Mas sua transformação em Bond girl veio acompanhada de muita controvérsia na época. Sua nudez quase levou a produção a ser restrita para maiores no Reino Unido e duas de suas cenas precisaram ser cortadas, por exigência do comitê britânico responsável pela classificação etária. Apesar do frisson em torno de sua presença em “007 contra a Chantagem Atômica”, a carreira da atriz não prosperou, limitando-se a mais três filmes nos anos 1960, sendo um deles para a TV alemã e todos em papéis muito pequenos. O último foi “Um Golpe das Arábias”, que Jerry Lewis filmou em Londres em 1968. De acordo com os extras do DVD de “007 contra a Chantagem Atômica”, lançado nos anos 1990, o fim da carreira de Peters como atriz se deveu a sérios desacordos entre ela e seu agente, mas os detalhes nunca foram conhecidos.

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    Robert Zemeckis vai produzir série sobre investigações reais de discos voadores

    30 de maio de 2017 /

    O canal pago americano History anunciou a aprovação de sua primeira série de temática sci-fi: “Blue Book”. A produção está a cargo do cineasta Robert Zemeckis, diretor da trilogia “De Volta ao Futuro”. A série vai manter a característica histórica que define a programação do canal, ao resgatar as investigações verídicas sobre aparições de discos voadores nos Estados Unidos, ao longo das décadas de 1950 e 1960. Estas investigações ganharam o nome de Projeto Livro Azul e já inspiraram uma série de ficção nos anos 1970, “Projeto U.F.O.”, que durou duas temporadas. “‘Blue Book’ é baseada nos verdadeiros eventos secretos e cheios de mistérios que ocorreram nos Estados Unidos”, descreveu o presidente do A+E Studios, Paul Buccieri. “Robert Zemeckis e a equipe criativa desenvolveram uma narração incrivelmente atrativa, tendo como base o que torna o History único: sua programação inspirada em fatos reais”, assegurou o executivo. “Poucas vezes participei de projetos que uniram com perfeição fatos históricos e entretenimento”, comentou Zemeckis no mesmo comunicado. “Estamos agradecidos pelo apoio do A+E Studios e do History na produção dessa fantástica série”, completou o produtor. “Blue Book” foi desenvolvida pelo roteirista estreante David O’Leary e pretende revelar as investigações secretas dos Estados Unidos, patrocinadas pela Força Aérea, para estudar os fenômenos relacionados a discos voadores a partir dos anos 1950. Os episódios mostrarão o trabalho do Dr. J. Alen Hynek, um brilhante professor universitário recrutado pela Força Aérea dos Estados unidos para liderar a equipe que investigou milhares de casos, muitos dos quais nunca tiveram solução. Cada episódio será baseado em arquivos reais e irá misturar teorias sobre discos voados e eventos históricos autênticos. Ainda não há previsão para a estreia da série.

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