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  • Música

    Documentário resgata vida e morte intensas de Torquato Neto

    17 de março de 2018 /

    A escolha do personagem Torquato Neto para um documentário não poderia ser mais feliz. O poeta, que viveu pouco, mas teve intensa e profunda atuação cultural, estava mesmo precisando ser lembrado e resgatado em sua obra, que envolvia música, como letrista, cinema, como criador e intérprete, jornalismo, com seus textos e poemas, e a produção cultural, de modo geral. Isso foi feito. O filme de Eduardo Ades e Marcus Fernando resgata a poesia e a prosa de Torquato Neto, na voz do ator Jesuíta Barbosa, e compreende a sua atuação por meio de muitos depoimentos e trechos de filmes em que ele participou, com o personagem do curta “Nosferato no Brasil” (1970), dirigido por Ivan Cardoso, e muitos exemplares do cinema marginal, com quem ele interagia, e do cinema novo. Sua vida cultural envolveu trabalhos com Edu Lobo, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé, Jards Macalé, Wally Salomão, Hélio Oiticica, e muitos outros que compunham com ele a geleia geral brasileira do período em que ele viveu. Esse piauiense tão talentoso, inovador e provocador, suicidou-se aos 28 anos de idade, em 1972, e falar da sua vida é, inevitavelmente, falar dessa escolha, que sempre o acompanhou como ideia e que ele acabou por concretizar. Não há respostas, há tentativas de aproximação e entendimento. O que importa hoje é a obra que ficou, que é muito relevante e merece ser revisitada. Não faltam elementos, informações, referências visuais ao documentário “Torquato Neto – Todas as Horas do Fim”, mas ele seria mais interessante se tivesse se preocupado um pouquinho mais em ser didático, o que costuma ser mal visto pelos documentaristas atuais, mas que faz falta, muitas vezes. E não é nenhum pecado mortal, convenhamos. As falas, os depoimentos, são ouvidos quase o tempo todo, enquanto as imagens mostram filmes e fotos. Algumas vezes, aparece o nome da pessoa que fala, outras, não. Quem não identificar o tom de voz, fica sem saber quem está falando. Caetano, Gil, Tom Zé, têm timbres bem conhecidos e divulgados, outros, nem tanto. É possível dizer que o importante é o que se diz, não quem disse. Mas, sem dúvida, o espectador quer saber e tem esse direito. Outro aspecto que causa estranheza é a ausência de Edu Lobo no filme. A música de Torquato Neto que mais se ouve ainda hoje é “Pra Dizer Adeus”, parceria com Edu, tocada duas vezes no filme. Porém, a única referência a Edu Lobo na vida de Torquato é uma foto, junto com outras pessoas, e o crédito na música citada, ao final. Enquanto isso, Caetano e Gil aparecem prodigamente. Nada contra. Mas há um descompasso que poderia ter sido pelo menos compensado por alguma citação, se é que Edu não pôde ou não quis dar depoimento para o filme. Ficou faltando a sua presença, que certamente é menos provocadora, mas não menos importante. O tropicalismo, movimento que Torquato Neto ajudou a criar e militou culturalmente, tem grande destaque no documentário e as imagens dele, no papel de vampiro, perpassam todo o filme. As palavras que ele manejava como poucos inundam a tela. Ao final, um resgate bonito e necessário.

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  • Série

    Vídeo e fotos de Perdidos no Espaço revelam cenas inéditas com muitos efeitos visuais

    14 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou cinco novas fotos e um vídeo legendado de bastidores da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space). A prévia explora cenas de ação e muitos efeitos visuais do remake, enquanto apresenta comentários do elenco e dos criadores. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, “Perdidos no Espaço” é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o navegador Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para 13 de abril.

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  • Música

    Graphic novel O Quinto Beatle vai virar minissérie com músicas originais dos Beatles

    11 de março de 2018 /

    A graphic novel “O Quinto Beatle” (The Fifth Beatle: The Brian Epstein Story) vai virar série no canal pago americano Bravo, mais conhecido por exibir reality shows. O autor da história em quadrinhos, Vivek J. Tiwary, fará a própria adaptação. E ele conta com algo que nenhum outro produtor já conseguiu: autorização para usar as músicas originais dos Beatles na atração. Embora novato na indústria televisiva, Vivek goza de bastante prestígio nos meios teatrais. Suas produções para a Broadway já foram indicadas a 44 Tony Awards e renderam 25 troféus. Entre seus créditos, estão as montagens de “A Família Addams” e “American Idiot”, baseado no disco homônimo da banda Green Day. O chamado “quinto beatle” é Brian Epstein (1934-1967), primeiro empresário dos Beatles e um dos responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. A expressão foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. A minissérie será produzida pela Universal Cable Productions e a Sonar Entertainment, e a trama acompanhará a jornada do empresário para levar a banda ao sucesso. Epstein já foi retratado numa minissérie anteriormente. Ele foi vivido por Ed Stoppard na produção britânica “Cilla” (2014), sobre outra artista que ele ajudou a estourar, a cantora Cilla Black. Não há detalhes adicionais sobre o projeto ou previsão para a estreia. Com desenhos de Andrew Robinson (dos quadrinhos de “Star Wars” e “Batman”) e contribuições adicionais do premiado artista Kyle Baker (da graphic novel “Why I Hate Saturn”), “O Quinto Beatle” foi editado pela Dark Horse nos EUA e recebeu uma edição nacional pela Editora Aleph em 2014. Veja a capa abaixo.

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  • Filme

    Série Sopranos vai ganhar prólogo cinematográfico

    9 de março de 2018 /

    O criador da série “Sopranos”, cujo último capítulo foi ao ar em 2007, resolveu retomar a família mafiosa do canal pago HBO num longa-metragem. Mas, em vez de continuar a história, ele pretende fazer um prólogo, passado nos 1960, que mostrará as versões jovens de diversos personagens conhecidos. Segundo o site Deadline, o projeto está sendo chamado “The Many Saints of Newark” e teria como contexto os conflitos entre negros e imigrantes italianos de Newark, em Nova Jersey, sobretudo os gângsteres das duas comunidades. Numa entrevista de 2012, Chase já tinha mencionado o desejo de criar um prólogo. Para ele, seria a única forma de retornar ao universo dos Sopranos, após a morte de James Gandolfini, intérprete do protagonista da atração. O ator faleceu em 2013, aos 51 anos, de ataque cardíaco. Entretanto, o final ambíguo da série lhe permitiria continuar a história, considerando que Tony Soprano, o personagem de Gandolfini, poderia ter sido assassinado nos segundos seguintes ao escurecimento final da tela – o que daria maior peso para a forma como a série acabou. Mas Chase já disse não considerar esse caminho, em homenagem ao ator. “Há alguns episódios na História que me interessam, como Newark, em New Jersey. Um deles seria no fim dos anos 1960, começo de 1970, sobre a animosidade racial, ou o começo, o comecinho mesmo, da invasão das drogas”, ele antecipou há seis anos. “Sopranos” é considerada uma das séries mais influentes de todos os tempos. A complexidade de sua narrativa abriu as portas para uma revolução televisiva, que transformou a HBO em padrão de qualidade a ser seguido. Primeira produção de TV paga a vencer o Emmy de Melhor Série de Drama, ela mudou um paradigma, levando ao domínio das séries por assinatura nas premiações da indústria. Ao todo, “Sopranos” conquistou 21 prêmios Emmy durante as seis temporadas em que ficou no ar, entre 1999 e 2007. O filme estaria sendo desenvolvido pelo estúdio New Line, parte do conglomerado Warner, do qual também faz parte a HBO.

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  • Filme

    Diretor de X-Men: Fênix Negra vai filmar remake de Fuga do Século 23

    8 de março de 2018 /

    A Warner retomou seus planos de realizar um remake de “Fuga do Século 23” (Logan’s Run). O projeto já tem quase duas décadas e trocou de roteiristas e diretores inúmeras vezes. Mas agora vai, parece, talvez. Segundo o site Deadline, o estúdio quer levar às telas um roteiro de Peter Craig (das duas partes de “Jogos Vorazes: A Esperança”) com direção de Simon Kinberg, também roteirista, que vai estrear oficialmente como diretor em “X-Men: Fênix Negra”. Esta equipe foi definida após o estúdio recusar os projetos de, entre outros diretores, Joseph Kosinski (“Tron: Legacy”), Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Nicolas Winding Refn (“Demônio de Neon”), além de roteiros de Alex Garland (“Ex-Machina” e “Aniquilação”), Tim Sexton (“Filhos da Esperança”) e Ryan Condal (criador de “Colony”). A história original é baseada num romance cultuado de ficção de científica, escrito por William F. Noland e George Clayton em 1967. A história se passa no futuro distópico e seu protagonista chamado Logan (Michael York, no filme original) é um caçador de foragidos de uma rígida lei populacional, que determina que todas as pessoas que completam 21 anos sejam mortas. Mas quando chega sua vez, ele também decide escapar. A adaptação cinematográfica original também se tornou cult e rendeu até uma série de TV, mas trazia uma diferença em relação à trama literária: os adultos eram condenados à morte ao completar 30 anos. Lançado em 1976, tinha direção de Michael Anderson (“1984”) e também foi estrelado por Jenny Agutter (“Equus”), Peter Ustinov (“Quo Vadis”) e Farrah Fawcett (série “As Panteras”). Curiosamente, a Warner tinha contratado Kinberg para escrever o roteiro e produzir a adaptação em 2015. Três anos depois, o projeto tem outro roteirista e Kinberg virou diretor.

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  • Série

    Trailer legendado de Perdidos no Espaço revela muitas diferenças da série clássica dos anos 1960

    6 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer completo legendado de “Perdidos no Espaço”. A prévia revela diversas diferenças em relações à série clássica. Além do Dr. Smith ser uma mulher, como antecipado, houve uma mudança na origem do Robô, que os roteiristas resolveram tornar alienígena. O tom dramático também destoa dos episódios mais leves dos anos 1960 e parece substituir o monstro da semana por desafios de sobrevivência num ambiente desconhecido e hostil. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, “Perdidos no Espaço” é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama original se passava em 1997 – o futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão da série vai trazer Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o navegador Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para 13 de abril

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  • Filme

    Emily Blunt desce dos céus no primeiro teaser do Retorno de Mary Poppins

    5 de março de 2018 /

    A Disney divulgou um pôster e o primeiro teaser da volta de Mary Poppins ao cinema. A prévia registra Emily Blunt (“A Garota no Trem”) descendo dos céus, em meio a uma tarde especialmente ventosa, espantando Lin-Manuel Miranda e uma criança, que lutam para empinar uma pipa. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chegará aos cinemas no Natal de 2018.

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  • Filme

    Assassinato de Sharon Tate inspira mais dois filmes além do projeto de Tarantino

    1 de março de 2018 /

    Quentin Tarantino não é o único cineasta desenvolvendo um filme em torno do assassinato da atriz Sharon Tate (é ela na foto acima). O fato de o crime completar 50 anos em 2019 anima mais dois projetos. A produção de maior potencial está a cargo de Mary Herron, a diretora de “Psicopata Americano” (2000). Intitulado “Charlie Says”, o filme examinará os assassinatos infames cometidos pela “família” de Manson, a seita de hippies sanguinários que barbarizou os EUA no final dos anos 1960. A trama será centrada nas três mulheres que foram condenadas à prisão perpétua por levar adiante o assassinato de Tate e outras pessoas. O roteiro, já finalizado, é de Guinevere Turner, com quem Harron trabalhou em “Psicopata Americano”. O ator Matt Smith (ex-“Doctor Who” e “The Crown”) viverá o psicopata americano real e o elenco inclui Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Hannah Murray (série “Game of Thrones”), Odessa Young (“A Filha”), Marianne Rendon (série “Imposters”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Kaylie Carter (série “Godless”) e Merritt Wever (também de “Godless”). Outro projeto em desenvolvimento é “The Haunting of Sharon Tate”, em que Hilary Duff (série “Younger”) interpreta a atriz assassinada. O filme tem roteiro e direção de Daniel Farrands, roteirista de “Halloween 6: A Última Vingança” (1995), produtor de “Evocando Espíritos” (2009) e diretor de diversos documentários sobre franquias de terror. E foi rodado em duas semanas com baixo orçamento. Trata-se de uma história de terror, mas baseada em fatos reais. A trama pretende examinar os últimos dias de vida de Tate e é inspirada por uma entrevista real da atriz, publicada um ano antes de sua morte. Nela, a atriz revelou ter sonhos sobre fantasmas que assombravam sua casa e previu sua própria morte nas mãos de um culto satânico. O elenco também inclui Jonathan Bennett (série “Awkward”), Lydia Hearst (série “South from Hell”) e o estreante Ben Mellish como Charles Mason. Ao contrário de “Once Upon a Time em Hollywood”, o filme de Tarantino que estreia em 9 de agosto de 2019 nos Estados Unidos, exatamente o dia em que se completará 50 anos do assassinato de Sharon Tate, nenhuma das demais produções têm previsão de lançamentos. Vale lembrar que esta história também foi recentemente encenada na série “Aquarius”, que durou duas temporadas, exibidas entre 2015 e 2016.

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  • Filme

    Brad Pitt e Leonardo DiCaprio vão estrelar novo filme de Tarantino, que já tem título

    28 de fevereiro de 2018 /

    O ator Brad Pitt vai se juntar a Leonardo DiCaprio no novo filme de Quentin Tarantino, que teve seu título oficial divulgado junto do anúncio. O longa será chamado “Once Upon a Time em Hollywood” (Era uma Vez em Hollywood, em tradução literal). O comunicado da Sony Pictures descreve a produção como “uma história passada em Los Angeles em 1969, no auge da era hippie de Hollywood. Os dois personagens principais são Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), ex-estrela de uma série de western, e seu dublê de longa data Cliff Booth (Brad Pitt). Ambos estão lutando para manter as carreiras numa Hollywood que não reconhecem mais. Mas Rick tem uma vizinha muito famosa ao lado de sua casa… Sharon Tate.” Para quem não lembra, Sharon Tate era uma atriz belíssima, que vivia o auge da carreira e esperava o primeiro filho de seu casamento com o diretor Roman Polanski quando foi assassinada pelos seguidores de Charles Manson em 1969. Pitt e DiCaprio já tinham trabalhado antes com o diretor, respectivamente em “Bastardos Inglórios” (2009) e “Django Livre” (2012). Mas nunca estiveram no mesmo longa em suas carreiras. A única vez que contracenaram foi num curta, “The Audition” (2015), interpretando a si mesmos para Martin Scorsese. “Eu tenho trabalhado neste roteiro por cinco anos, além de morar em Los Angeles a maior parte da minha vida, inclusive em 1969, quando eu tinha sete anos de idade. Estou muito animado para contar esta história de uma LA e uma Hollywood que não existem mais. E não poderia estar mais feliz com a dupla dinâmica de DiCaprio & Pitt como Rick & Cliff”. O diretor agora busca definir a intérprete de Tate. Ele estaria de olho em Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) para viver a atriz. Polanski também é um dos personagens do filme, e havia boatos de um papel para Tom Cruise, que pode ser justamente este. “Once Upon a Time em Hollywood” tem previsão de estreia para 9 de agosto de 2019 nos Estados Unidos, dia em que se completará 50 anos do assassinato de Sharon Tate.

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  • Filme

    Lewis Gilbert (1920 – 2018)

    27 de fevereiro de 2018 /

    Morreu o diretor Lewis Gilbert, lendário cineasta britânico, responsável por mais de 40 filmes, entre eles três longas de James Bond e três dos melhores dramas já feitos no cinema mundial. Ele tinha 97 anos. Nascido em Londres em 1920, Gilbert começou a carreira como ator infantil em “Dick Turpin” (1934) e chegou a ter um papel não creditado ao lado de Laurence Olivier em “O Divórcio de Lady X” (1938). Mas, ao final da adolescência, decidiu mudar seu foco para a direção, conseguindo trabalho na equipe do clássico “A Estalagem Maldita” (1939), de Alfred Hitchcock. Ele desenvolveu sua aptidão pelo registro cinematográfico em plena 2ª Guerra Mundial, durante a qual trabalhou para a unidade de filmes da Royal Air Force, realizando documentários. Esta experiência lhe abriu as portas da indústria do cinema britânico, lançando sua carreira de diretor com uma série de filmes noir nos anos 1950. Mas após dirigir clássicos do gênero, como “Os Bons Morrem Cedo” (1954) e “A Sombra do Pecado” (1955), demonstrou vocação para cenas de ação vertiginosas, ao levar para as telas a guerra que presenciou de verdade. O diretor virou um expert em filmes de combate. Ele dominou o gênero por meio de clássicos como “O Céu ao Seu Alcance” (1956), “Amanhã Sorrirei Outra Vez” (1958) e o incomparável “Afundem o Bismarck” (1960). Este filme se tornou um dos maiores sucessos do cinema britânico da época e o levou a outro blockbuster marítimo, “Revolta em Alto Mar” (1962). Ao atingir seu auge no cinema de ação, resolveu diversificar com o romance “Fruto de Verão” (1961). Mas a grande virada veio com um dos maiores clássicos do cinema britânico, “Alfie” (1966), que ganhou no Brasil o título de “Como Conquistar as Mulheres”. Revolucionário para a época, o filme em preto e branco trazia o jovem Michael Caine como um gigolô cínico que, no processo de explorar mulheres ricas, acabava se compadecendo de uma jovem pobre que decide abortar. Esta história forte era narrada com sensibilidade e humor, além de trazer elementos marcantes, como o visual e a vibração da era mod da Swinging London, ao mesmo tempo que se filiava ao “kitchen sink realism”, um movimento do cinema britânico que focava os dramas da classe baixa do país. Entretanto, também se diferenciava de tudo o que existia no cinema da época por incluir um artifício até então inusitado, em que o protagonista abandonava a trama por alguns minutos para se dirigir ao público com comentários mordazes sobre seu comportamento ou o que acontecia na história. No jargão teatral, isso se chama “quebrar a quarta parede”, com o detalhe de que, o que hoje parece normal num filme de Deadpool, era uma grande novidade em 1966. “Alfie” venceu o Prêmio Especial do Júri em Cannes e recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme. A repercussão do longa fez Gilbert ser procurado pelos produtores Harry Saltzman e Albert R. Broccoli para dirigir o quinto filme de James Bond, “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” (1967), em que Sean Connery enfrentou o grande vilão da franquia, Ernst Stavro Blofeld (vivido por Donald Pleasence). Ele filmaria mais dois títulos do agente secreto, retornando em “007 – O Espião Que Me Amava” (1977), o melhor dos longas estrelados por Roger Moore, e sua continuação imediata, “007 Contra o Foguete da Morte” (1979), passado no espaço. No intervalo desses filmes, ainda filmou o sucesso de guerra “Alvorada Sangrenta” (1975). Sua carreira entrou em nova fase nos anos 1980, quando se concentrou em produções “menores”, pelo menos em termos de orçamento. O impacto, porém, foi dos maiores. Ao voltar a se reunir com Michael Caine em “O Despertar de Rita” (1983), criou um dos marcos do chamado “novo cinema britânico”, mesmo sendo um diretor da “velha guarda”. “O Despertar de Rita” girava em torno da dona de casa do título, vivida por Julie Walters, que decidia completar sua educação antes de ter filhos. Mas conforme aprendia e tinha contato com cultura, mais se distanciava do marido, até se separar. Caine viveu seu professor e os dois atores foram indicados ao Oscar – venceram o Globo de Ouro. O filme, por sua vez, conquistou o BAFTA, o prêmio da Academia britânica. O cineasta voltou a abordar uma mulher em crise de meia idade em outro filme marcante, “Shirley Valentine” (1989). Vendo a vida estagnada, a protagonista interpretada por Pauline Collins tinha uma mudança de perspectiva ao viajar com amigos para a Grécia e, no processo, resolve acordar para o que deseja de verdade. O longa rendeu indicação ao Oscar para Collins – que venceu o BAFTA – e nova história de lição de vida eternizada pelo cinema. Gilbert ainda fez três filmes antes de encerrar a carreira: o musical “O Despertar do Sucesso” (1991), estrelado por Liza Minnelli, o terror “Ilusões Perigosas” (1995), com Aidan Quinn e Kate Beckinsale, e a comédia dramática “Antes de Você nos Deixar” (2002). A evocação de sua carreira ajuda a lembrar que, embora Hollywood sugira o contrário, são na verdade raras as vezes em que o cinema produz filmes relevantes de fato, que exprimem as mudanças de suas épocas com precisão, servindo de guia e exemplo. Lewis Gilbert fez esta raridade acontecer três vezes em sua vida, abordando personagens contemporâneos da classe baixa e não os aristocratas de antigamente, que predominam até hoje no cinema britânico. Ao educar Rita, Alfie e Shirley Valentine, ele presenteou o público com personagens engraçados, dramáticos e reais, que poucas vezes se materializaram de forma tão envolvente nas telas. E isto não aconteceu por mero acaso. Lewis Gilbert foi um dos grandes mestres do cinema.

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  • Filme

    Saoirse Ronan mostra nova atuação arrebatadora em trailer da adaptação do best-seller Na Praia

    23 de fevereiro de 2018 /

    A distribuidora Bleecker Street divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer do drama de época britânico “On Chesil Beach”, novo filme estrelado por Saoirse Ronan (“Lady Bird”). A prévia tem fotografia belíssima e sugere mais um desempenho arrebatador da atriz, que apesar de ter apenas 23 anos já foi indicada três vezes ao Oscar, inclusive em 2018. Adaptação do best-seller “Na Praia”, de Ian McEwan, a produção marca a segunda vez que Saoirse filma um drama baseado na obra do escritor. A anterior foi “Desejo e Reparação” (2007), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como Atriz Coadjuvante aos 13 anos de idade. “On Chesil Beach” se passa em 1962 e acompanha Florence, uma jovem e talentosa violinista, que sonha com uma carreira profissional e uma vida perfeita ao lado de Edward, um jovem estudante de História. O livro aborda temas como medo e mostra como os equívocos podem moldar o resto das nossas vidas. Dirigido por Dominic Cooke (minissérie “The Hollow Crown”), o filme ainda inclui no elenco Billy Howle (“Dunkirk”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Adrian Scarborough (série “Crashing”), Emily Watson (“Cavalo de Guerra”) e Samuel West (“O Destino de uma Nação”). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto com críticas positivas, e a estreia comercial está marcada para 15 de julho no Reino Unido. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Guillermo Del Toro nega que A Forma da Água seja plágio

    22 de fevereiro de 2018 /

    O diretor Guillermo Del Toro resolveu negar publicamente que o filme “A Forma da Água”, indicado a 13 prêmios no Oscar 2018, seja um plágio da peça teatral “Let Me Hear You Whisper”, de Paul Zindel, escrita em 1969. Ele decidiu se manifestar após as insinuações virarem processo judicial, aberto na quarta-feira (21/2) pelo filho do autor, David Zindel. “Eu nunca li ou vi a peça teatral”, disse o diretor ao site americano Deadline. “Eu nunca ouvi falar sobre essa peça antes de fazer ‘A Forma da Água’, e nenhum dos meus colaboradores mencionaram a peça”, completou. Porém, o processo acusa o produtor Daniel Kraus, que propôs o filme a Del Toro, de ser um grande admirador da obra Zindel, assim como o cineasta. As coincidências entre os enredos de peça e filme são múltiplas. A história de Zindel gira em torno de Helen, uma faxineira que se encanta por um golfinho mantido em cativeiro pelo governo. Para salvar a vida do animal, ela arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Já no filme de Del Toro, Sally Hawkins vive Elisa, uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura marinha, mantida em cativeiro em um laboratório secreto do governo. Ela também arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Mas os resultados daí em diante são muito diferentes. De fato, se há similaridades na premissa, o restante, incluindo execução, desdobramentos e uma riqueza infinita de detalhes, são opostos. A Fox Searchlight também divulgou um comunicado apoiando Del Toro. “As acusações do senhor Zindel não têm fundamento, são totalmente sem mérito e vamos nos defender. Além disso, a queixa parece coincidir com o ciclo de votação do Oscar para pressionar o nosso estúdio a resolver o caso rapidamente. Em vez disso, nós vamos nos defender vigorosamente e, por extensão, este filme inovador e original”.

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    Acusação de plágio contra A Forma da Água vai parar na Justiça

    21 de fevereiro de 2018 /

    O Oscar de Guillermo del Toro começa a fazer água. O filme “A Forma da Água”, campeão de indicações e um dos favoritos à premiação da Academia, está sendo formalmente processado por plágio da peça “Let Me Hear You Whisper”, escrita por Paul Zindel no final da década de 1960. A ação foi aberta na Justiça americana nesta quarta (21/2) pelo filho do autor, David Zindel. O caso, que sacudiu o diretor Guillermo del Toro, veio à tona em janeiro, após o filme receber 13 nomeações ao Oscar 2018, incluindo as de Melhor Filme, Diretor e, ironicamente, Roteiro Original. De acordo com a acusação, o produtor Daniel Kraus, que propôs o filme a Del Toro, seria um grande admirador da obra Zindel, dramaturgo respeitado nos Estados Unidos e vencedor do Prêmio Pulitzer, assim como o próprio cineasta, e teria apresentado a ideia de situar a história na mesma época em que a peça foi transmitida na TV americana, durante os anos 1960. “Esses e outros detalhes reveladores da escrita e produção do longa evidenciam fortemente que os réus infringiram conscientemente os direitos da peça de Zindel”. Em comunicado, a Fox Searchlight classificou a acusação de “sem fundamento” e “totalmente sem mérito”. “Vamos apresentar uma moção para a corte da Califórnia abandonar o caso”, afirma o estúdio. “Além disso, a queixa parece coincidir com o ciclo de votação do Oscar para pressionar o nosso estúdio a resolver o caso rapidamente. Em vez disso, nós vamos nos defender vigorosamente e, por extensão, este filme inovador e original”. As coincidências entre os enredos de peça e filme são múltiplas. A história de Zindel gira em torno de Helen, uma faxineira que se encanta por um golfinho mantido em cativeiro pelo governo. Para salvar a vida do animal, ela arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Já no filme de Del Toro, Sally Hawkins vive Elisa, uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura marinha, mantida em cativeiro em um laboratório secreto do governo. Ela também arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Mas os resultados daí em diante revelam-se muito diferentes. De fato, se há similaridades na premissa, o restante, incluindo execução, desdobramentos e uma riqueza infinita de detalhes, são opostos. Mesmo assim, David Zindel acredita que se trata de um plágio total. “Estamos chocados que um estúdio desse tamanho possa fazer um filme obviamente baseado no trabalho do meu pai, achando que ninguém reconheceria, ou sem nos perguntar sobre os direitos”, ele argumentou, em email enviado ao jornal inglês The Guardian. Nas redes sociais, a produção de Del Toro já ganhou o apelido maldoso de “A Forma do Plágio”. E surgiu até quem quisesse aumentar o conto, como o cineasta francês Jean-Pierre Jeunet, que acusou o filme de Del Toro de plagiar uma cena de “Delicatessen” (1991). Neste caso, porém, não há a menor semelhança, a não ser pela inspiração de ambos na comédia muda de Charles Chaplin. A versão televisiva de “Let Me Hear You Whisper” foi disponibilizada no YouTube e pode ser conferida abaixo, em quatro partes que confirmam semelhanças e diferenças em relação a “A Forma da Água”.

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