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  • Série

    Netflix vai lançar nova série animada dos Cavaleiros do Zodíaco

    2 de agosto de 2017 /

    O clássico anime “Cavaleiros do Zodíaco”, que foi febre no Brasil nos anos 1990, vai ganhar uma nova série na Netflix. O anúncio foi feito pela plataforma de streaming nesta quarta (2/8), durante um evento em Tóquio, que revelou os planos da Netflix para ampliar a quantidade de animes (desenhos japoneses) em sua programação. Na ocasião, a Netflix também revelou trailers, cenas e material impresso das produções. Veja abaixo o pôster do novo “Cavaleiros do Zodíaco”. O projeto da Netflix prevê 12 séries novas de animação e um longa animado de “Godzilla”. O revival de “Cavaleiros do Zodíaco” foi batizado em inglês de “Knights of Zodiac” e não “Saint Seiya” (tradução do original “Seinto Seiya”) como era originalmente conhecida. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Os roteiros serão de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Por sua vez, o anime de “Godzilla: Monster Planet” vai se passar no futuro, 20 mil anos após o monstro gigante dominar a terra e um último confronto entre a criatura e a humanidade se aproxima. A produção será realizada em computação gráfica, numa parceria com a Polygon Pictures. As outras séries são “Cannon Busters”, “Devilman Crybaby”, “B: The Beginning”, “Sword Gai: The Animation”, “A.I.C.O. Incarnation”, “Lost Song”, “Baki”, “Kakegurui”, “Fate/Apocrypha”, “Children of the Whales” e “Rilakkuma Series” (título provisório de uma série em stop-motion). Ainda não há data de estreia para nenhuma destas atrações. Mas você pode saber mais sobre elas e ver seus trailers aqui.

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    Mangá One Piece vai virar série americana do produtor de Prison Break

    22 de julho de 2017 /

    O mangá e anime “One Piece”, de Eiichiro Oda, vai ganhar uma adaptação americana. O produtor Marty Adelstein (série “Prison Break”) pretende transformar a trama japonesa numa série com atores ocidentais. O anúncio foi feito durante uma celebração dos 20 anos da franquia, em Tóquio, e contou com a participação de Hiroyuki Nakano, editor-chefe da revista “Weekly Shonen Jump”, onde o mangá é publicado desde 1997. Eiichiro Oda também vai participar da adaptação, que será desenvolvida pelo Tomorrow Studios, de Adelstein. A produtora está envolvida ainda com outra adaptação de mangá/anime: a série baseada em “Cowboy Bebop”. Além disso, produz “Snowpiercer”, série baseada no filme sul-coreano “Expresso do Amanhã” (2013). Em comunicado, Adelstein sugeriu que “One Piece” pode ser a série mais cara de todos os tempos. Mas, até o momento, não fechou sua transmissão com nenhum canal ou serviço de streaming. A trama gira em torno de uma caça ao tesouro de piratas. Quando estava para ser executado, o lendário Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo seu mair segredo. “Meu tesouro? Se quiserem, podem pegá-lo. Procurem-no! Ele contém tudo que este mundo pode oferecer!”. A revelação da existência do maior tesouro da História (o “One Piece” do título), motivou a cobiça de dezenas que se lançaram a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Os quadrinhos foram lançados no Brasil pela editora Conrad e atualmente são publicados pela Panini no país.

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    Cena legendada de Death Note mostra a sedução do espírito assassino Ryuk

    20 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou uma cena legendada da versão live-action americana do mangá “Death Note”. A prévia revelam o primeiro encontro entre Light e o espírito Ryuk, interpretados respectivamente por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”), e a forma como este seduz o rapaz a testar o caderno amaldiçoado. O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e conta a história do estudante Light Yagami (Light Turner na versão americana), que encontra um caderno assombrado, capaz de matar qualquer um que tenha o seu nome escrito nele. Logo, o garoto começa a usar o caderno para matar criminosos, chamando a atenção da polícia. O mangá foi lançado em 12 volumes e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo à Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”), a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”) e o elenco também inclui Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”), Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). A estreia está marcada para 25 de agosto.

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    Adaptação do mangá Fullmetal Alchemist ganha pôsteres e teaser com origem trágica dos personagens

    19 de julho de 2017 /

    A Warner Bros. do Japão divulgou cinco pôsteres de personagens e um novo teaser do filme “Fullmetal Alchemist”, adaptação com atores do famoso mangá/anime criado por Hiromu Arakawa. A prévia destaca a trágica história de origem dos personagens centrais, que apesar de violenta é acompanhada por cenas de tom infantil. Na trama, os irmãos Alphonse e Edward Elric tentam trazer a mãe de volta à vida usando uma técnica proibida de alquimia, mas, para isso, eles precisam dar algo em troca. Como consequência, Ed perde sua perna e Al perde seu corpo. Para impedir que a alma de Al vague incorpórea, Ed sacrifica um braço para prendê-la dentro de uma grande armadura. E é assim, visando recuperar seus corpos, que os dois irmãos iniciam sua busca pela lendária pedra filosofal. Os quadrinhos foram publicados entre 2001 e 2010, em mais de 100 capítulos, e seguem uma linha steampunk, com a trama passada durante a revolução industrial, mas num universo alternativo de magia e fantasia. O mangá fez tanto sucesso que ganhou duas séries animadas e dois longas de animação. A primeira versão com atores da história tem direção de Fumihiko Sori, que trabalhou nos efeitos visuais de “Titanic” (1997), e chegará aos cinemas japoneses em dezembro. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Versão americana de Death Note ganha dois novos pôsteres

    18 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou dois novos cartazes da versão live-action americana do mangá “Death Note”. As artes destacam os personagens Light e L, interpretados respectivamente por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”) e Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”). Vale lembrar que o primeiro pôster divulgado trazia Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também inclui Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo à Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia está marcada para 25 de agosto.

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    Filme baseado no mangá Fullmetal Alchemist já tem continuação confirmada

    5 de julho de 2017 /

    O filme “Fullmetal Alchemist”, adaptação com atores do famoso mangá/anime criado por Hiromu Arakawa, só estreia em dezembro no Japão, mas já tem sua continuação garantida. A revelação foi feita em um painel da Anime Expo 2017, em Los Angeles. A produção foi anunciada como “Parte 2”, o que talvez signifique que a história tenha sido dividida em dois filmes, como aconteceu com outras adaptações live action de mangás, como “Gantz” e “Attack on Titan”. A trama original se estendeu por 27 volumes e mais de 100 capítulos, publicados entre 2001 e 2010, e faz uma linha steampunk, passada durante a revolução industrial, mas num universo alternativo de magia e fantasia. O longa deve se concentrar na trágica história de origem dos personagens centrais, os irmãos Alphonse e Edward Elric, que ao tentarem trazer a mãe de volta à vida usando uma técnica proibida de alquimia, sofrem duras consequências. Para realizar seu intento, eles precisam dar algo em troca. Ed perde sua perna e Al perde seu corpo inteiro. Para impedir que a alma do irmão vagueie incorpórea, Ed sacrifica também um braço para prendê-la dentro de uma grande armadura. E é assim, visando recuperar seus corpos, que os dois irmãos iniciem uma busca pela lendária pedra filosofal. O mangá fez tanto sucesso que ganhou duas séries animadas e dois longas de animação. A primeira versão com atores da história tem direção de Fumihiko Sori, que trabalhou nos efeitos visuais de “Titanic” (1997), e chegará aos cinemas japoneses em dezembro. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Trailer da versão americana de Death Note tem clima de filme de terror

    29 de junho de 2017 /

    A Netflix divulgou sete fotos e o primeiro trailer legendado da versão americana do mangá “Death Note”. A prévia traz cenas impactantes e ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo à Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e a direção é de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia está marcada para 25 de agosto.

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    Adaptação americana de Death Note ganha pôster sombrio

    28 de junho de 2017 /

    A Netflix divulgou um pôster sombrio para a versão americana de “Death Note”. A arte ressalta um clima assumido de terror, mas também evoca a iconografia original japonesa. Curiosamente, até agora pouco se reclamou do “embranquecimento” desta produção, ao contrário das ressalvas feitas em relação à adaptação hollywoodiana de “Ghost in the Shell”. O filme traz Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner (o nome foi ocidentalizado para o público americano), Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”), Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”) e Masi Oka (série “Heroes”). A versão americana tem roteiro de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e direção de Adam Wingard (da continuação da “Bruxa de Blair”). A estreia foi marcada para 25 de agosto. Vale lembrar que o mangá original criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de quatro filmes live action no Japão, sendo que o mais recente será exibido no Brasil em 2 de agosto.

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    O cultuado anime Cowboy Bebop vai virar série americana

    7 de junho de 2017 /

    O projeto de adaptação americana do cultuado anime “Cowboy Bebop” voltou à tona, com a contratação do roteirista Christopher Yost (do vindouro “Thor: Ragnarok”) para desenvolver a história. Há tempos cogitado como uma franquia cinematográfica, a produção será uma série com atores reais. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. Em 26 episódios, o desenho acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viaja na espaçonave Bebop, em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: Tengoku no Tobira”, em 2001. A versão americana está em desenvolvimento há uma década, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas a primeira versão do roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a Fox suspendeu a produção pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação está em desenvolvimento num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. “Estamos empolgados em trabalhar com o Sunrise para trazer esse amado anime aos EUA e ao mercado global como uma série de atores reais”, disse Marty Adelstein, proprietário do Tomorrow Studios, em comunicado. “A versão animada há muito ressoou com o público em todo o mundo, e com a manutenção da popularidade do anime, acreditamos que uma versão live action terá um impacto incrível hoje”, completou. A expectativa é que o roteiro do piloto seja finalizado antes de ser oferecido para canais e serviços de streaming. Vale observar que o roteirista Christopher Yost começou sua carreira escrevendo animações. Foi ele quem criou X-23, a personagem que se destacou no filme “Logan” (2017). Mas depois foi responsável pelo pior filme da Marvel, “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), e pela adaptação trash de “Max Steel” (2016).

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    Cavaleiros do Zodíaco vai virar filme com atores reais

    20 de maio de 2017 /

    A empresa japonesa Toei Animation anunciou a produção de um filme live action de “Cavaleiros do Zodíaco”. A adaptação da famosa série animada terá direção do polonês Tomasz Baginski, que venceu o Oscar de Melhor Curta Animada por “Katedra” (2002) e se tornou conhecido por criar as introduções do game “The Witcher”. Ele também está envolvido com a adaptação de “The Witcher” numa série da Netflix. Intitulado em inglês “Saint Seiya: Knights of the Zodiac”, a produção será estrelada por atores reais, mas o elenco ainda não foi definido. Tampouco há detalhes sobre qual trama será filmada. O mangá original dos “Cavaleiros do Zodíaco” foi criado por Masami Kurumada em 1986, mas a febre mundial se deve à série animada, adaptada de forma bastante fiel pela Toei Animation, e com produção quase simultânea à publicação dos quadrinhos, entre 1986 e 1989. Inspirada na mitologia grega, a trama acompanhava a evolução de um jovem órfão chamado Seiya, que obtém a Armadura de Bronze de Pégaso, uma veste usada pelos guerreiros da deusa grega Atena, conhecidos como Cavaleiros, e a partir daí enfrenta lutas intermináveis. A trama original já inspirou um recente longa animado, “Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário” (2014), que recriou a história de Kurumada por meio de computação gráfica, com direção de Keiichi Sato (diretor do anime de terror “Ashura”).

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    Fracasso nos EUA, A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell é a maior bilheteria do mundo no fim de semana

    9 de abril de 2017 /

    A tendência de adaptações de animes não deve se materializar em Hollywood, após o desempenho de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. A crítica do país não gostou, as redes sociais protestaram contra seu “racismo” e o público faltou à adaptação americana da obra clássica dos mangás e animes, que em dois fins de semana somou apenas US$ 31,5 milhões na bilheteria doméstica. Já o resto do mundo não só ignorou a patrulha ideológica contra a escalação de Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) num papel originalmente japonês como lotou os cinemas para assistir ao longa dirigido por Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). Só neste fim de semana, o live action de “Ghost in the Shell” faturou US$ 41,3 milhão no mercado internacional, tornando-se o filme de maior bilheteria e o mais visto do mundo nos últimos três dias. Metade desta arrecadação veio da China, onde “Ghost in the Shell” foi lançado na sexta (7/4), abrindo em 1º lugar. A produção da Paramount e da DreamWorks rendeu US$ 21,4 milhões no país, mais do que o sucesso “Lucy” (US$ 20 milhões em 2014), outra sci-fi de ação estrelada por Johansson. No Japão, de dimensões bem menores, fez US$ 3,5 milhões e recebeu críticas bastante entusiasmadas. A imprensa local se impressionou com os efeitos visuais, muito superiores aos de qualquer adaptação de anime/mangá já feita no país, e ainda achou curiosa a reação dos americanos à escalação de Johansson como protagonista. A mesma opinião foi compartilhada pelo público, conforme pode ser conferido aqui. Mesmo com o sucesso na Ásia, o filme ainda está sendo considerado deficitário. A rejeição nos EUA foi muito maior do que a Paramount e a DreamWorks esperavam.

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    Trailer do novo filme de Pokémon tem clima nostálgico

    9 de abril de 2017 /

    Foi divulgado o pôster e o trailer de “Pokemon the Movie: I Choose You”, novo filme da franquia animada. As cenas, sem legenda ou dublagem, revelam que a produção será um prólogo, com clima bem nostálgico para os fãs mais antigos, já que mostram Ash em sua roupa antiga, o envolvimento do Pokémon lendário Ho-Oh, Butterfree, Charmander e até a equipe Rocket. A trama e centrada no início do relacionamento entre Ash e Pikachu, antes dos dois se tornarem amigos de verdade, e acompanha a dupla se juntando a outros dois treinadores para encontrar o Ho-Oh e se tornarem “Heróis do Arco-iris”. “Pokemon the Movie: I Choose You” estreia em 15 de julho no Japão e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Japoneses aprovam Scarlett Johansson em A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell

    8 de abril de 2017 /

    “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” foi lançado no Japão na sexta (7/4), e os fãs dos mangás e animes em que o filme se baseia não viram polêmica na escalação de Scarlett Johansson como protagonista da trama. O filme sofreu patrulha ideológica nos EUA por ter uma atriz branca num papel originalmente escrito para uma asiática. Mas os japoneses ouvidos pelo site The Hollywood Reporter disseram que ela foi a melhor escolha e que outra não faria tão bem o papel. “Eu a amei nos Vingadores e queria ver este só porque ela estava nele. Se tivessem feito uma versão japonesa, provavelmente teriam escalada uma ‘idol’ boboca”, disse um fã, referindo-se às girl bands adolescentes do país, que costumam estrelar filmes baseados em mangás. “Ouvi dizer que pessoas nos Estados Unidos queriam uma atriz asiática para interpretá-la. Será que seria bom se ela fosse asiática ou asiática-americana? Honestamente, isso seria pior: alguém de outro país asiático fingindo ser japonês. É menos ofensivo tornar a personagem branca”, disse outro, revelando um lado da discussão que a patrulha ideológica ignorou completamente. Segundo a Paramount, as acusações de embranquecimento do material original teria resultado em críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado nos EUA. Além de Scarlett, o público se encantou com os efeitos visuais do filme, considerados muito superiores a qualquer adaptação de mangá e anime já feita no Japão. O único ponto negativo ficou por conta do roteiro, que os fãs da franquia consideraram superficial, tendo em vista as questões filosóficas da trama clássica de Masamune Shirow. “Foram os melhores efeitos visuais que eles poderiam ter feito em uma versão live-action. Mas a história foi um pouco superficial, evitando aprofundar os temas do anime. Mas é uma versão de Hollywood, então é meio isso que é o que se espera”, comentou um espectador. O filme foi cotado com 3,5 estrelas pelo público no site Yahoo Japan Movies: 4 para o visual e 3 para a história.

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