Estreias | 10 séries e 5 filmes para ver em streaming
O melhor do streaming da semana não cabe num Top 10. Só de séries há 10 opções imperdíveis nas plataformas mais populares, enquanto as locadoras digitais recebem 5 filmes recém-saídos dos cinemas, oferecidos em VOD. Entre as séries, destacam-se a esperada 7ª temporada da espanhola “Elite”, que traz a cantora Anitta em seu elenco, além de novas minisséries de suspense, como “Garotas em Chamas” na Paramount+ e “Corpos” na Netflix, mais super-heróis, comédias e aventuras. Uma das maiores curiosidades é a coprodução portuguesa “Codex 632” na Globoplay, que apresenta uma trama de mistério ao estilo de “O Código Da Vinci” com Deborah Secco em seu elenco. Na lista de filmes, os destaques são “A Freira 2”, terror de maior bilheteria do ano, o documentário “Retratos Fantasmas”, de Kleber Mendonça Filho, que representa o Brasil na busca por uma vaga no Oscar 2023, e mais três títulos vindos do circuito cinematográfico: “Gran Turismo – De Jogador a Corredor”, “Drácula – A Última Viagem do Demeter” e a cinebiografia musical “A Era de Ouro”. Para aproveitar bem a diversidade de opções, confira abaixo um pouco mais sobre cada título e decida se o programa do fim de semana será maratona ou cinema em casa. 10 SÉRIES ELITE 7 | NETFLIX Os novos capítulos marcam a estreia de Anitta na série teen espanhola, como professora de defesa pessoal de Sara (Carmen Arrufat). Além disso, a 7ª temporada destaca a volta do ator Omar Ayuso, que interpretou o personagem Omar durante as cinco primeiras temporadas do programa. Os espectadores também verão mais da aventura de Nico (Ander Puig) e Sonia (Nadia Al Saidi), a chegada de uma mãe perdida e misteriosa na vida de um dos personagens e um romance estilo Romeu e Julieta da máfia. O elenco ainda inclui o brasileiro André Lamoglia (“Juacas”) e a argentina Valentina Zenere (“Sou Luna”), e ganhará novos personagens vividos por Mirela Balić (“Código: Imperador”), Fernando Lindez (“SKAM”), Iván Mendes (“O Caderno de Sara”), Alejandro Albarracín (“O Inocente”) e os veteranos Maribel Verdú (“O Labirinto do Fauno”) e Leonardo Sbaraglia (“Dor e Glória”). Lançada em 2018, a série conquistou o público por combinar melodrama com investigações criminais e cenas de sexo entre adolescentes. Diante do sucesso, já se tornou a série espanhola mais longa da Netflix – e vai se tornar a mais duradoura de todas na plataforma em sua 8ª temporada, já anunciada. GAROTAS EM CHAMAS | PARAMOUNT+ O suspense britânico acompanha a Reverenda Jack Brooks (interpretada por Samantha Morton, de “The Walking Dead”), que chega a uma nova paróquia com sua filha Flo (Ruby Stokes, de “Lockwood and Co.”) na esperança de um novo começo. Entretanto, o vilarejo bucolico de Chapel Croft, em Sussex, é assombrado por um passado sombrio: há cinco séculos, duas garotas protestantes foram queimadas na fogueira e, há 30 anos, duas adolescentes desapareceram sem deixar rastros. Além disso, o antecessor de Jack se enforcou na igreja há três meses. A despeito da atmosfera sombria, Jack e Flo decidem permanecer na vila, mesmo quando um kit de exorcismo é deixado à porta da Igreja, revelando que as ameaças de Chapel Croft não são apenas históricas. Baseada no best-seller de C.J. Tudor, a minissérie se aprofunda na investigação desses mistérios, com Jack e Flo enfrentando visões e descobertas perturbadoras. A hostilidade dos aldeões, em especial do zelador da igreja (David Dawson, de “The Last Kingdom”) e do proprietário de terras local (Rupert Graves, de “Emma.”), revelam um emaranhado de segredos e relações de poder. O vilarejo, com seu passado de traição e desaparecimentos misteriosos, é um personagem à parte na trama, contribuindo para a atmosfera de suspense e terror que permeia a narrativa. A obra foi adaptada pelos roteiristas Hans Rosenfeldt (criador de “Marcella”) e Camilla Ahlgren (criadora de “Barracuda Queens”), e tem direção de Charles Martin (“His Dark Materials”) e Kieron Hawkes (“Fortitude”). CORPOS | NETFLIX A minissérie criminal britânica é baseada na graphic novel homônima de Si Spencer. A trama se passa em quatro décadas diferentes, abrangendo 150 anos, em que quatro detetives investigam o assassinato do mesmo corpo, que é inexplicavelmente encontrado várias vezes no mesmo local em Whitechapel, em Londres. A narrativa singular começa nos anos 1890, quando o detetive Edmond Hillinghead investiga um homicídio em um contexto dominado pelos crimes de Jack, o Estripador. Avançando para os anos 1940, Charles Whiteman descobre um cadáver em meio aos escombros da Blitz em Londres. Já na década de 2010, a detetive Sahara Hasan encontra um corpo não identificado no mesmo local. Por fim, no ano de 2050, a detetive Maplewood depara-se com o assassinato em um mundo pós-apocalíptico. Shira Haas (“Nada Ortodoxa”) vive Maplewood, Jacob Fortune-Lloyd (“O Gambito da Rainha”) é Whiteman, Amaka Okafor (“Sandman”) interpreta Hasan e Kyle Soller (“Anna Karenina”) tem o papel de Hillinghead. Cada um deles faz suas próprias descobertas sombrias sobre o cadáver. Além deles, o elenco destaca Stephen Graham (“Peaky Blinders”). O roteiro é assinado por Paul Tomalin, conhecido por “No Offence” e “Torchwood”, e a produção corre por conta da equipe responsável por “Peaky Blinders”. PATRULHA DO DESTINO 4 – PARTE 2 | HBO MAX A equipe mais bizarra da DC retorna para concluir a série em seus seis últimos episódios. A narrativa retoma do ponto onde pausou em janeiro, trazendo de volta o time excêntrico de super-heróis que, após uma armadilha, perde sua imortalidade e precisa enfrentar o supervilão Immortus. A trama mergulha no tema da mortalidade, uma reflexão constante ao longo da série, agora trazida à tona pela ameaça de Immortus, equilibrando momentos de ação, humor e reflexões profundas sobre vida e morte. Os capítulos exploram as consequências das decisões tomadas pelos membros da Patrulha do Destino, além de destacar suas interações e sentimentos mútuos. O destaque recai sobre os atores principais que, através de atuações convincentes, exploram a evolução emocional e os dilemas enfrentados pelos heróis, culminando em um clímax que ressalta a união e a aceitação de suas individualidades. Desenvolvida por Jeremy Carver (“The Exorcist”), a série é estrelada por April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como Ciborgue, além de Brendan Fraser (“A Baleia”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Para completar, Michelle Gomez (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), introduzida no terceiro ano como a vilã Madame Rouge, também segue no elenco como uma versão regenerada de sua personagem. WHAT WE DO IN THE SHADOWS 5 | STAR+ A série criada por Jemaine Clement (“Flight of the Conchords”) e baseada no filme homônimo de 2014 dirigido por Clement e Taika Waititi (“Thor: Amor e Trovão”), possui uma abordagem humorística peculiar ao explorar as tradições vampíricas em contraste com a vida moderna. Os protagonistas são dois vampiros antiquados e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um vampiro enérgico (que suga energias com sua chatice) e um assistente humano. Nos novos capítulos, Guillermo, o humano, almeja transformar-se em um vampiro e toma medidas para alcançar seu objetivo, desencadeando consequências inesperadas. Além disso, a série continua a apresentar situações humorísticas e absurdas, como a primeira incursão dos vampiros em um shopping. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”), Harvey Guillen (“The Magicians”) e Mark Proksch (“The Office”), além de contar com a participação especial de Kristen Schaal (“O Último Cara da Terra”). A série já se encontra renovada até a 6ª temporada. UPLOAD 3 | PRIME VIDEO Primeira série criada por Greg Daniels desde o fim de “Parks and Recreation” em 2015, a comédia de ficção científica é uma espécie de “The Good Place” digital e capitalista, que se passa numa época em que os seres humanos podem continuar existindo após a morte, por meio do upload de suas consciências num céu virtual. Mas o negócio é caro e apenas os muito ricos conseguem uma pós-vida deluxe. Na trama, o remediado protagonista Nathan (vivido por Robbie Amell, o Nuclear da série “The Flash”) só vai pro céu porque Ingrid (Allegra Edwards, de “Briarpatch”), sua namorada rica e fútil, quer continuar a vê-lo via realidade virtual. Ao ter a consciência enviada para o paraíso, Nathan também passa a conviver com Nora (Andy Allo, de “A Escolha Perfeita 3”), funcionária responsável pelo atendimento aos clientes desse negócio, e os dois acabam se conectando de formas que não poderiam esperar. A 3ª temporada extrapola o triângulo amoroso ao mostrar um “download” de Nathan, que volta para o mundo real, onde passa a viver um romance com Nora. Só que Ingrid não se conforma com seu desparecimento do céu virtual e recria o namorado com um arquivo antigo de sua consciência. Com isso, Nathan se multiplica em dois e passa a experimentar simultaneamente uma vida real e outra virtual. HOW TO BE CARIOCA | STAR+ A nova série de Carlos Saldanha, diretor das animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando”, e criador de “Cidade Invisível”, traz Seu Jorge e outros atores mostrando a hospitalidade carioca para turistas gringos, em clima leve de comédia. A trama é baseada no livro da americana Priscilla Goslin, lançado em 1992, que descreve, de maneira cômica, hábitos e manias dos cariocas. Na adaptação, turistas da Alemanha, Argentina, Israel, Angola e Síria vivem aventuras durante experiências com a cultura local do Rio de Janeiro. São seis episódios de 40 minutos e cada um é apresentado como um manual de sobrevivência carioca. O elenco também inclui Débora Nascimento, Douglas Silva, Nego Ney, Raquel Villar, Malu Mader, Heloísa Jorge, Dan Ferreira, Mart’Nalia, Sérgio Loroza, Nando Cunha, Verónica Llinás, Andrea Frigerio, Peter Ketnath, Ahmad Kontar, Swell Ariel Or, Lelis Twevekamba e a cantora Fernanda Abreu. Já a equipe de produção e criação é formada por Carlos Saldanha, Diogo Dahl (“Novo Mundo”) e Joana Mariani (“O Cheiro do Ralo”), com Saldanha assinando ainda a direção artística e Joana, a direção geral. Para completar, a trilha sonora traz Maria Gadú. CODEX 632 | GLOBOPLAY Espécie de “O Código Da Vinci” português, a série é baseada num best-seller de José Rodrigues dos Santos e foi coproduzida pela Globoplay e a RTP. A aventura gira em torno de Tomás de Noronha, professor universitário contratado para continuar uma investigação aberta pelo seu falecido mentor, Martinho Toscano, que morreu no Rio de Janeiro em circunstâncias misteriosas. Perito em criptanálise e línguas antigas, o personagem tenta descodificar uma cifra e um segredo: a verdadeira identidade e missão do navegador Cristóvão Colombo ao “descobrir” a América, algo que pode mudar radicalmente a percepção coletiva da História do mundo. Lançado em 2005, “Codex 632” foi o primeiro dos livros com aventuras de Tomás de Noronha, que se transformaram numa franquia com mais de uma dezena de títulos publicados. O ator português Paulo Pires, conhecido dos brasileiros por sua participação na novela dos anos 1990 “Salsa e Merengue”, da Globo, vive o papel principal. Ele também esteve recentemente na série espanhola “White Lines”, da Netflix. Além disso, a produção conta com participação de artistas brasileiras, com destaque para Deborah Secco, que vive a esposa do protagonista, além de Betty Faria e Paulo Borges. DOONA! | NETFLIX O K-drama romântico é baseado num webtoon popular e acompanha Joon, um estudante universitário que, ao se mudar para um novo apartamento no seu primeiro dia de faculdade, surpreende-se ao descobrir que a ex-estrela do K-Pop Lee Doo-na mora no mesmo prédio. Logicamente, ele não consegue resistir a seu charme brutal. Mas conquistar a idol, cuja personalidade explosiva afasta quem está perto, não será tarefa fácil, mesmo que consiga descobrir os segredos que ela esconde. A atriz e cantora Bae Suzy (“Apostando Alto”), ex-integrante do grupo Miss A, dá vida à Lee Doo-na, enquanto Yang Se-Jong (“Dr....
Patos | Trailer da animação revela nova música de Taylor Swift
O estúdio Illumination, de “Minions”, “Sing” e “Pets”, divulgou o novo pôster e o trailer de “Patos!” (Migration), sua nova animação. A prévia apresenta a música tema da produção, que é nada menos que a estreia de “Out of the Woods (Taylor’s Version)”, faixa que estará inclusa na nova regravação de Taylor Swift, “1989 (Taylor’s Version)”. O desenho acompanha uma família de patos que convence o pai superprotetor a voar rumo às melhores férias de suas vidas. Mas além de locações paradisíacas, o trailer revela um destino sinistro, que deve convencer as crianças a virarem vegetarianas. O elenco de dubladores originais originais inclui Kumail Nanjiani (“Eternos”), Elizabeth Banks (“As Panteras”), Danny DeVito (“Mansão Mal-Assombrada”), Keegan-Michael Key (“Shmigadoon!”) e Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”). O roteiro é de Mike White (criador de “The White Lotus”) e a direção de Benjamin Renner (“Ernest & Célestine”). A estreia está marcada para 22 de dezembro nos EUA e 4 de janeiro no Brasil.
Dia das Crianças faz de “Patrulha Canina 2” o filme mais visto no Brasil
O Dia das Crianças foi bom para cachorro. De acordo com levantamento do Comscore, o feriado ajudou “Patrulha Canina: Um Filme Superpoderoso” a se tornar o filme mais visto do Brasil. O segundo longa da franquia animada teve 397 mil espectadores e uma bilheteria de R$ 8,06 milhões entre quinta (12/10) e domingo (15/10). Na mesma pegada, outra animação ficou com o 2º lugar, mas esta nem lançamento oficial teve. Exibida como “pré-estreia” paga em horários comerciais, “Trolls 3 – Juntos Novamente” faturou R$ 7,66 milhões e teve 357 mil espectadores. Com isso, “O Som da Liberdade” caiu para a terceira posição com R$ 7,1 milhões, após três semanas no topo, seguido pela estreia de “O Exorcista – O Devoto” e “O Protetor: Capítulo Final”, com R$ 6,8 milhões e R$ 3,82 milhões respectivamente. | Cinema brasileiro O principal lançamento nacional da semana, a cinebiografia “Meu Nome é Gal” conquistou a 7ª posição, com renda de R$ 1,44 milhão e público de 61 mil pessoas. No total, as bilheterias registraram R$ 41,09 milhões e atraíram 1,89 milhão de espectadores durante o feriadão, marcando uma movimentação significativa nos cinemas brasileiros.
Filme de Taylor Swift quebra recorde com maior bilheteria de documentário da História
O documentário musical “Taylor Swift: The Eras Tour” teve uma estreia impressionante nas bilheteiras dos EUA e Canadá, arrecadando uma estimativa de US$ 95 milhões a US$ 97 milhões em 3.850 salas de cinema. Embora não tenha alcançado a marca esperada de US$ 100 milhões, o sucesso do filme é notável, especialmente considerando que foi anunciado apenas seis semanas antes de seu lançamento e teve uma promoção mínima, basicamente via postagens da cantora nas redes sociais. O desempenho representa a maior estreia de um documentário musical em todos os tempos na América do Norte, superando com larga folga as bilheterias de “Hannah Montana e Miley Cyrus – Show: O Melhor dos Dois Mundos”, que teve uma abertura de US$ 31 milhões e um faturamento final de US$ 65,2 milhões em 2008, e “This Is It”, de Michael Jackson, que estreou com US$ 23,2 milhões e fez US$ 72 milhões ao todo em 2009. No mercado internacional, o filme da “The Eras Tour” adicionou mais US$ 33 milhões, elevando sua arrecadação global inicial para impressionantes US$ 130 milhões. Esse começo global também estabelece novos recordes. Trata-se da maior bilheteria de uma documentário musical em todos os tempos, ofuscando os US$ 73 milhões arrecadados por “Justin Bieber: Never Say Never” em 2011. Mais que isso: é a maior bilheteria de um documentário de qualquer tipo, superando o antigo campeão, “Fahrenheit 9/11”, que faturou US$ 119,1 milhões em 2004. A estreia no Brasil está marcada para 3 de novembro. Estratégia de lançamento O lançamento do filme está seguindo uma estratégia não convencional, com exibições apenas às quintas, sextas, sábados e domingos nos cinemas norte-americanos. Essa abordagem visa garantir que o documentário seja assistido por plateias lotadas, embora isso reduza o número de sessões. Em compensação, os ingressos custam mais do que o preço médio de cinema nos EUA. Como o filme foi feito de forma independente, sem envolvimento de um grande estúdio, a cantora fechou parceria direto com a AMC Theatres, a maior rede de cinemas do mundo, o que permite que ela leve para casa cerca de 57% do valor da venda de ingressos, aumentando ainda mais sua fortuna com alguns milhões. O resto do Top 5 No 2º lugar das bilheteiras norte-americanas, “O Exorcista: O Devoto” arrecadou US$ 11 milhões em seu segundo fim de semana, elevando seu total doméstico para US$ 44,9 milhões. Em 3º lugar, “Patrulha Canina: Um Filme Superpoderoso” conquistou US$ 7 milhões em seu terceiro fim de semana, ultrapassando a marca de US$ 100 milhões em todo o mundo. “Jogos Mortais X” ficou em 4º lugar, com US$ 5,7 milhões em seu terceiro fim de semana, somando um total doméstico de US$ 41,1 milhões e mais de US$ 85 milhões mundiais. A sci-fi “Resistência” completa o Top 5 com US$ 4,3 milhões em seu terceiro fim de semana, com um total doméstico de US$ 32,4 milhões e US$ 89,1 milhões globais. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | TAYLOR SWIFT: THE ERAS TOUR 2 | O EXORCISTA: O DEVOTO 3 | PATRULHA CANINA: UM FILME SUPERPODEROSO 4 | JOGOS MORTAIS X 5 | RESISTÊNCIA
Scott Pilgrim | Trailer da série destaca visual colorido de anime
A Netflix divulgou o trailer da série animada de “Scott Pilgrim”, inspirada nos quadrinhos de Bryan Lee O’Malley e no filme cult de Edgar Wright. Além de exibir o visual colorido em estilo anime da produção, a prévia mostra Scott Pilgrim convidando Ramona Flowers para sair, apenas para descobrir que antes precisará enfrentar sete ex-namorados dela. O detalhe mais interessante da produção é que os atores que participaram da adaptação cinematográfica de 2010, “Scott Pilgrim contra o Mundo”, voltam a dar voz aos seus personagens. O elenco volta a trazer Michael Cera (“Arrested Development”) como o personagem-título e Mary Elizabeth Winstead (“Aves de Rapina”) como Ramona, sem esquecer de Kieran Culkin (“Succession”), Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”), Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alison Pill (“The Newsroom”), Aubrey Plaza (“The White Lotus”), Brandon Routh (“Legends of Tomorrow”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Satya Bhabha (“Sense8”), Johnny Simmons (“The Late Bloomer”), Mark Webber (“Sala Verde”), Mae Whitman (“Intimidade Forçada”) e Ellen Wong (“GLOW”). Até o diretor Edgar Wright retorna como produtor do desenho, juntando-se ao autor dos quadrinhos originais, Bryan Lee O’Malley. A adaptação é assinada pelo roteirista BenDavid Grabinski (“A Felicidade é de Matar”), a direção é de Abel Gongora (“Star Wars: Visions”) e a animação está a cargo do estúdio japonês Science SARU (“Devilman: Crybaby”). A estreia de “Scott Pilgrim: A Série” está marcada para 17 de novembro.
Invencível | Reviravolta marca trailer da 2ª temporada
A Prime Video divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Invencível” (Invencible), que traz Mark temendo se tornar igual ao seu pai e, ao final, tornando-se uma ameaça igual à Terra – ao menos é o que as aparências indicam, mas o vídeo oferece dica de outra possibilidade. A trama acompanha Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. A 2ª temporada começa após a briga sangrenta entre pai e filho e a dificuldade de Mark aceitar tudo. Dubladores famosos A animação adulta adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”), que abordam o universo dos super-heróis com um olhar sombrio e uma abordagem ultraviolenta pesadíssima – que nos quadrinhos originais é ainda pior. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar por Steven Yeun (o Glenn), dublador de Mark, o Invencível. Além dele, o elenco de vozes originais inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). A produção também conta com dublagens de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe do protagonista, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco impressionante que justifica a opção por assistir aos episódios no idioma original. Compare abaixo os trailers dublados em português e com as vozes famosas em inglês. Os novos capítulos estreia em 3 de novembro.
Estreias | Gal Costa, Xuxa, Trolls e Exorcista movimentam a programação de cinema
Três estreias vão disputar as bilheterias do fim de semana, duas delas nacionais: a cinebiografia “Meu Nome É Gal”, sobre o começo da carreira de Gal Costa, e “Uma Fada Veio Me Visitar”, que marca a volta de Xuxa ao cinema. O terceiro título é “O Exorcista: O Devoto”, continuação do clássico de terror dos anos 1970, que liderou as bilheterias dos EUA no fim de semana passado, mas recebeu críticas muito negativas da imprensa norte-americana. Além desses lançamentos, a Universal resolveu adiantar a exibição de “Trolls 3: Juntos Novamente”, com pré-estreias a partir desta quinta (12/10). Assim, a animação se junta ao filme da Xuxa como opção para os baixinhos no Dia das Crianças. Confira abaixo mais detalhes e outras novidades em cartaz. MEU NOME É GAL A cinebiografia aborda a vida da icônica cantora Gal Costa, focando os anos de 1966 a 1971, que marcam a transformação da tímida Gracinha, que se muda de Salvador para o Rio de Janeiro, na renomada tropicalista. Dirigido por Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), a produção abre com uma cena do show “Fa-Tal” em 12 de outubro de 1971 e, a partir daí, retrocede para mostrar a chegada de Gal ao Rio de Janeiro e seu reencontro com figuras importantes como Caetano Veloso (Rodrigo Lelis), Gilberto Gil (Dan Ferreira) e o empresário Guilherme Araújo (Luis Lobianco). Dando um show verdadeiro no papel principal, Sophie Charlotte não apenas atua, mas também canta as canções no longa. Para fãs de Gal e da geração da Tropicália, a obra oferece cenas antológicas, que recriam a fase mais rebelde da cantora. Entretanto, a apresentação desconexa de eventos prejudica a narrativa, contexto e até a compreensão da história para quem não é iniciado. A relação de Gal com sua mãe, interpretada por Chica Carelli, e com outros personagens importantes, como Caetano Veloso e Gilberto Gil, é pouquíssimo desenvolvida. Além disso, a participação de Maria Bethânia, interpretada pela codiretora Dandara Ferreira, é tão breve que nada acrescenta à trama. Na comparação com outras cinebiografias musicais brasileiras, o longa se destaca por evitar os clichês mais comuns, focando-se em um período específico e crucial na carreira de artista, em vez de passar correndo por toda a sua vida. Embora nem assim consiga aprofundar questões importantes, a luta por autonomia da cantora ganha destaque, explorando suas relações e desafios em um período turbulento da história brasileira. Além disso, o filme confirma Sophie Charlotte como uma das melhores atrizes brasileiras da atualidade. Podem esperá-la nas premiações de melhores do ano. UMA FADA VEIO ME VISITAR A comédia adolescente marca o retorno de Xuxa Meneghel ao cinema após 14 anos de ausência. O filme é uma adaptação do best-seller de Thalita Rebouças, que também co-escreveu o roteiro. Na trama, Luna (Tontom Périssé, a filha de caçula de Heloisa Périssé) é uma adolescente que enfrenta desafios como notas baixas e bullying na escola. Sua vida toma um rumo inesperado quando ela recebe a visita da fada Tatu, interpretada por Xuxa, que tem uma missão especial a cumprir. A fada foi escolhida para transformar Luna e sua nemesis Lara, que se odeiam, em melhores amigas. Só que ela estava congelada desde os anos 1980 e também precisará lidar com as mudanças do século 21. Com direção de Viviane Jundi (“Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano”), o longa faz uma aposta na nostalgia ao substituir as referências aos anos 1960 do livro original por citações aos anos 1980, era em que Xuxa estourou. Por conta disso, a eterna Rainha dos baixinhos aparece em diversas caracterizações, homenageando figuras icônicas daquela década, como She-Ra e a amiga Angélica. O resultado é bem diferente da primeira adaptação da obra, “É Fada” (2016), e embora tenha momentos de humor forçado e caricatural, especialmente no tratamento do bullying, a presença carismática de Xuxa supera as limitações. Vale apontar que a parceria entre a estrela e Thalita Rebouças agradou tanto a ambas que elas já planejam novas produções conjuntas para o futuro. O EXORCISTA – O DEVOTO Depois de reviver a franquia “Halloween”, o diretor David Gordon Green aplica a mesma premissa ao revival de “O Exorcista”, filmado como uma sequência direta do primeiro filme como se as sequências anteriores não tivessem existido. Para isso, ele traz de volta Ellen Burstyn no papel de Chris MacNeil, a mãe da menina possuída no filme original de 1973. Ela entra em cena para ajudar um pai desesperado. A trama segue Victor Fielding (Leslie Odom Jr.), um fotógrafo viúvo e pai superprotetor, cuja filha Angela (Lidya Jewett) e amiga Katherine (Olivia Marcum) desaparecem após uma tentativa de realizar um ritual para contatar a mãe falecida de Angela. Três dias depois, as meninas são encontradas em uma fazenda distante, sem memória do que aconteceu. Logo, sinais de possessão demoníaca começam a aparecer em ambas. O que começa como um mistério sobrenatural meticulosamente construído, levantando questões sobre o que realmente aconteceu com as meninas, sofre uma queda abrupta quando Victor, inicialmente cético, aceita rapidamente a ideia de possessão demoníaca e busca a ajuda de Chris MacNeil. A partir deste ponto, “O Exorcista: Believer” abandona a ambiguidade e o ritmo cuidadoso que estabeleceu, optando por sustos fáceis, efeitos digitais e discursos inspiradores. Enquanto o terror icônico de 1973, dirigido por William Friedkin, foi um sucesso de bilheteria e recebeu 10 indicações ao Oscar, esta continuação falha miseravelmente em agradar o público do gênero e a crítica de cinema. Para dar ideia, o clímax apressado e pouco assustador vê Victor montando uma equipe de “caçadores de demônios” de várias religiões, reduzindo o que poderia ter sido uma homenagem inteligente e respeitosa a “O Exorcista” a um pastiche superficial. A crítica americana vomitou, resultando em apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes. TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE Em sua volta aos cinemas, Poppy e Tronco, os personagens dublados em inglês por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e Justin Timberlake (“O Preço do Amanhã”), são oficialmente um casal, apelidado de Troppy. Mas conforme ficam mais íntimos, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto: ele já fez parte da boyband favorita dela, BroZone, com seus quatro irmãos Floyd, John Dory, Spruce e Clay. Eles se separaram quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não vê seus irmãos desde então. Mas quando Floyd, é sequestrado, Tronco e Poppy embarcam em uma jornada emocionante para reunir os outros irmãos e resgatá-lo de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop. O detalhe é que essa historia é embalada por uma música do ‘N Sync, a boyband nada secreta do passado de Justin Timberlake, que voltou a gravar junta, 20 anos após sua separação, especialmente para a trilha sonora do filme. A animação também conta com a volta do diretor Walt Dohrn e com um elenco de dubladores que combina cantores e atores, como Camila Cabello (“Cinderella”), Eric André (“The Righteous Gemstones”), Amy Schumer (“Descompensada”), Andrew Rannells (“Um Pequeno Favor”), Troye Sivan (“The Idol”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Zooey Deschanel (“New Girl”), Kid Cudi (“Não Olhe para Cima”) e Anderson Paak (“Grown-ish”). BLACKBERRY A comédia baseada em fatos reais aborda a ascensão e queda da BlackBerry, a empresa canadense de tecnologia que revolucionou o mercado de smartphones no início dos anos 2000. O enredo foca nos co-fundadores Mike Lazaridis, interpretado por Jay Baruchel (“Fubar”), e Doug Fregin, interpretado pelo diretor e co-roteirista do filme, Matt Johnson (“Nirvanna the Band the Show”). A dupla, inicialmente focada em pagers e modems, vê sua inovação ganhar forma e mercado com a entrada de Jim Balsillie, interpretado por Glenn Howerton (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), um investidor que traz uma abordagem empresarial agressiva à empresa. O filme explora a dinâmica entre esses três personagens principais, cada um com sua própria visão e abordagem para o negócio. Lazaridis é o visionário tímido, Fregin o extrovertido peculiar e Balsillie o alfa agressivo e focado. Essa mistura de personalidades inicialmente impulsiona o sucesso da BlackBerry, mas também semeia as sementes de sua eventual queda, especialmente diante do lançamento do iPhone pela Apple em 2007, um evento que a equipe da BlackBerry subestima. Baseado num livro de não ficção, o longa captura o rápido crescimento e declínio da empresa, que em seu auge chegou a ocupar cerca de 45% do mercado de telefonia móvel nos Estados Unidos, de forma debochada. A narrativa se desenrola em um estilo de falso documentário, que adiciona comédia à situações reais – exibidas praticamente como surreais. Ou seja, seu tom está mais para “A Grande Aposta” (2015) do que para “A Rede Social” (2010). E agradou em cheio a crítica americana, que rasgou elogios e deu uma aprovação de 98% no Rotten Tomatoes. BONS COMPANHEIROS O drama chinês traz o veterano astro de ação Jackie Chan (“O Estrangeiro”) no papel de Luo, um dublê desempregado, que busca redenção e um retorno à indústria do cinema com a ajuda de seu cavalo Red Hare. O filme também explora a tentativa de reconciliação de Luo com sua filha afastada, Bao, interpretada por Liu Haocun (“Luta pela Liberdade”), enquanto ele enfrenta desafios financeiros e tenta uma segunda chance em sua carreira. A trama ganha um novo fôlego quando um vídeo de Luo e Red Hare humilhando cobradores de dívidas se torna viral, despertando interesse em suas habilidades como dublê. A produção também faz várias referências à carreira de dublê de Chan, incluindo cenas de arquivo de seus trabalhos anteriores, o que adiciona uma camada meta-textual à história. Por conta disso, o filme gerou discussões sobre o legado de Jackie Chan e a evolução da indústria cinematográfica, especialmente no que diz respeito ao trabalho de dublês. A obra do diretor Larry Yang (“My Other Home”) é tanto uma homenagem ao tipo de cinema que fez Chan famoso quanto uma crítica ao estado atual da indústria, que tem se afastado das acrobacias e dublês “reais” em favor de efeitos gerados por computador. VIVER MAL O filme do português João Canijo (“Fátima”) explora as complexidades humanas por meio da perspectiva dos hóspedes de um hotel em declínio. Por sua estrutura episódica, tem sido descrito como uma versão melancólica e melodramática da série “The White Lotus”, da HBO Max, mas sem o tom cômico. A trama é dividida em três capítulos, cada um focando em um grupo de hóspedes com suas próprias tensões e conflitos. Entre os personagens estão uma influenciadora que confessa uma traição ao namorado fotógrafo, uma mãe mais velha que manipula sua filha e genro, e uma jovem atriz dividida entre sua mãe controladora e sua namorada. O filme se passa durante um fim de semana e apresenta o hotel como um tipo de “casa assombrada” psicológica, onde os problemas preexistentes dos hóspedes se exacerbam. Embora funcione como uma obra independente, “Viver Mal” foi originalmente concebido como parte de um projeto de duas partes, juntamente com “Mal Viver”, inédito no Brasil. Este último foca na equipe do hotel e nas suas próprias complexidades e desafios. As duas obras foram exibidas juntas no Festival IndieLisboa, onde conquistaram o prêmio de Melhor Filme Nacional.
Netflix salva série “Star Trek” cancelada pela Paramount+
Cancelada pela Paramount+ em junho, a série animada “Star Trek: Prodigy” foi salva pela Netflix. Com essa transição, “Prodigy” se torna a primeira série do universo “Star Trek” a ser exibida fora do conglomerado Paramount desde o lançamento de “Star Trek: Discovery” em 2017. O detalhe é que a série foi cancelada com uma temporada inédita em trabalhos adiantados. Isto porque a animação foi renovada para a 2ª temporada em novembro de 2021 e os trabalhos na 2ª temporada estavam praticamente prontos. Por conta disso, a produtora CBS Studios resgatou os direitos da série para oferecê-la ao mercado, num pacote com as duas temporadas completas, incluindo os episódios inéditos. A Netflix gostou da oferta e vai (re)lançar a 1ª temporada ainda este ano, guardando a 2ª temporada para 2024. Em um comunicado conjunto, o produtor Alex Kurtzman e os criadores da série, os irmãos Dan e Kevin Hageman (de “Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia”), expressaram gratidão à comunidade de fãs da série por pressionar a Netflix a assumir a série. “Obrigado aos nossos incríveis fãs de ‘Star Trek: Prodigy’, que não apenas apoiaram um programa, mas uma comunidade sempre conectada pela crença de que construímos um futuro melhor juntos”, afirmaram. Eles também destacaram o trabalho contínuo na 2ª temporada: “A equipe ainda está trabalhando duro na segunda temporada, e mal podemos esperar para compartilhá-la com os incríveis fãs ao redor do mundo”. O que é “Star Trek: Prodigy” “Star Trek: Prodigy” foi a primeira série da famosa franquia espacial voltada para crianças, além da primeira animação em CGI (computadorizada) e o primeiro conteúdo desse universo em que a maioria dos personagens era alienígena. Desenvolvida pelos irmãos Hageman originalmente para o canal pago infantil Nickelodeon, ela acabou na plataforma de streaming Paramount+ por decisão do conglomerado ViacomCBS. Além de apresentar novos personagens, a série resgatou uma presença icônica da franquia, a Capitã Kathryn Janeway, novamente interpretada (no caso, dublada) por Kate Mulgrew, só que desta vez como um holograma de computador baseado na Capitã original da nave Voyager. Ela serve como guia para os novatos da série, adolescentes de diferentes planetas que encontram, por acaso, uma nave abandonada da Frota Estelar e decidem usá-la para viver várias aventuras, aprendendo com o holograma de bordo a navegar pelo espaço. Veja o trailer da temporada inaugural.
Sequência de “O Exorcista” lidera bilheteria nos EUA, mas não cumpre expectativas
“O Exorcista: O Devoto” conquistou o 1º lugar na bilheteria norte-americana neste fim de semana, arrecadando US$ 27,2 milhões em 3.663 salas de cinema. A continuação dirigida por David Gordon Green (do revival de “Halloween”) estreou 50 anos após o lançamento de “O Exorcista” original, que fez história no cinema. No entanto, o novo filme não cumpriu as expectativas, especialmente considerando que a Universal pagou US$ 400 milhões pelos direitos da franquia. Além do mercado doméstico, o filme também arrecadou US$ 17,9 milhões em seus primeiros 40 mercados internacionais, totalizando uma estreia global de US$ 45,1 milhões. O filme teve um orçamento relativamente modesto de US$ 30 milhões e já tem mais duas sequências planejadas, com a próxima prevista para 2025. O desempenho de “O Exorcista: O Devoto” na bilheteria ficou abaixo da estreia de “A Freira 2” (US$ 32,6 milhões). Além disso, o filme recebeu críticas extremamente negativas, com uma apenas 23% de aprovação no Rotten Tomatoes, que contabiliza a média das críticas em inglês, e uma nota C no CinemaScore, resultado de pesquisa com o público após as sessões de cinema. Originalmente, o terror estava programado para estrear na próxima sexta-feira 13, mas teve sua data antecipada em uma semana para evitar a concorrência com o novo filme de concerto de Taylor Swift, “The Eras Tour”, que tem seu 1º lugar nas bilheterias garantido apenas com a pré-venda de ingressos. No Brasil, a estreia do novo “O Exorcista” segue marcada para quinta-feira (12/10). O resto do Top 5 Líder da semana passada, “Patrulha Canina: Um Filme Superpoderoso” caiu para o 2º lugar, arrecadando US$ 11,7 milhões em 4.027 cinemas. Em dois fins de semana, a animação acumulou US$ 38,8 milhões na América do Norte e US$ 48,2 milhões internacionalmente, totalizando US$ 87,1 milhões em receitas globais. Outro filme de terror, “Jogos Mortais X”, ocupou o 3º lugar com US$ 8,15 milhões, uma queda de 55% em relação à sua estreia. Também com dois fins de semana em cartaz, o décimo filme da franquia “Jogos Mortais” soma US$ 32,5 milhões domésticos e US$ 43,8 milhões mundiais. O filme teve um orçamento de apenas US$ 13 milhões, posicionando-se para dar muito lucro em sua exibição nos cinemas. A sci-fi “Resistência”, dirigida por Gareth Edwards (“Rogue One”) e estrelada por John David Washington (“Tenet”), caiu para o 4º lugar com US$ 6,1 milhões. Igualmente em seu segundo fim de semana, a produção da 20th Century/Disney acumulou até agora US$ 24,9 milhões nos Estados Unidos e US$ 61,8 milhões globalmente, um desempenho nada espetacular, considerando o investimento de US$ 80 milhões em seu orçamento. Completando o Top 5, “The Blind”, um filme religioso sobre a estrela de “Duck Dynasty” Phil Robertson, arrecadou US$ 3,5 milhões em 1.312 cinemas e acumula US$ 10,9 milhões até o momento. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | O EXORCISTA: O DEVOTO 2 | PATRULHA CANINA: UM FILME SUPERPODEROSO 3 | JOGOS MORTAIS X 4 | RESISTÊNCIA 5 | THE BLIND
“Castlevania: Noturno” é renovada em tempo recorde
A Netflix anunciou em suas redes sociais nesta sexta-feira (6/10) que a animação “Castlevania: Noturno” terá 2ª temporada. A renovação do anime, inspirado no game na Konami, aconteceu em tempo recorde, apenas oito dias após o lançamento da temporada inaugural. A série animada derivada de “Castlevania” acompanha o personagem Richter Belmont, protagonista dos jogos “Symphony of Night” e “Blood of Rondo”, que enfrenta uma nova geração de vampiros com planos de dominação mundial. Richter é descendente de Trevor Belmont e Sypha Belnades, protagonistas da série original, e é acompanhado na nova aventura por Maria Renard, originalmente uma caçadora de vampiros que é apresentada nos jogos com apenas 12 anos – e eventualmente desenvolve um domínio poderoso sobre feitiços, espíritos animais e bestas celestiais. Os dois fazem parte do jogo “Castlevania: The Dracula X Chronicles” (remake de “Rondo of Blood”). “Noturno” também avança no tempo, deixando de lado a história medieval de Drácula para apresentar uma trama passada em 1792, durante a Revolução Francesa, o que permite aproveitar o pano de fundo histórico para desenvolver novas intrigas e vilões. A importância de “Castlevania” na Netflix Fundamental na História da programação original da Netflix, “Castlevania” foi lançada em julho de 2017 como a primeira série de estilo anime criada especificamente para o serviço de streaming. Bem recebida pela crítica, rapidamente desenvolveu fãs devotados, que estimularam a plataforma a investir em novas atrações no formato. A nova atração derivada, contudo, não conta com roteiros de Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”), showrunner original de “Castlevania”. Depois de terminar a 4ª temporada, ele foi afastado da produção em meio a alegações de má conduta sexual. Sem mais envolvimento com a franquia, Ellis não fez parte do desenvolvimento do spin-off. Em seu lugar, a atração é comandada por Clive Bradley, principal escritor da série islandesa “Trapped”. O FÃ DE CASTLEVANIA NÃO PARA DE VENCER! Castlevania: Noturno está renovada pra uma segunda temporada. 🧛🩸⚔️ pic.twitter.com/IU8SB7LXdr — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 6, 2023
Festival do Rio traz mais de 200 filmes para fãs de cinema
O Festival do Rio abre suas bilheterias para o público nesta sexta-feira (6/10), após reunir convidados na quinta para sua abertura com a animação espanhola “Atiraram no Pianista”, de Fernando Trueba e Javier Mariscal (do premiado desenho “Chico & Rita”). Até 15 de outubro, o festival exibirá mais de 200 filmes nacionais e internacionais para os fãs de cinema, encerrando-se com a première nacional de “Priscilla”, novo filme da diretora Sofia Coppola (“Maria Antonieta”) sobre o namoro e o casamento de Priscilla e Elvis Presley. O filme rendeu à Cailee Spaeny (“Mare of Eastown”) o prêmio de Melhor Atriz no recente Festival de Veneza deste ano. O principal destaque internacional da programação é “Pobres Criaturas”, novo filme de Yorgos Lanthimos estrelado por Emma Stone, que repetem a parceria em “A Favorita”. O filme foi o vencedor do Leão de Ouro no recente Festival de Veneza e é considerado um dos favoritos ao Oscar 2023. O evento ainda terá “Monster”, filme de Hirokazu Kore-eda que recebeu o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes, assim como “Os Delinquentes”, de Rodrigo Moreno, “Cobweb”, de Jee-woon Kim, e “Segredos de um Escândalo”, feito por Todd Haynes, todos exibidos em Cannes. A programação também apresenta a estreia internacional do cineasta brasileiro Karim Aïnouz: o drama de época “Firebrand”, estrelado por Jude Law (“Sherlock Homes”) e Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”). Só entre as produções brasileiras, selecionadas para a Première Brasil, o evento reúne 90 filmes (incluindo curtas-metragens), que competem pelo troféu Redentor. A lista traz títulos “Sem Coração”, de Nara Normande e Tião, exibido em Veneza, e “Pedágio”, de Carolina Markowicz, que foi selecionado pelos festivais de Toronto e San Sebastián. Além destes, as obras biográficas de Gal Costa (“Meu Nome É Gal”) e de Sidney Magal (“Meu Sangue Ferve por Você”) farão suas estreias mundiais no festival, que também exibirá “Mussum – O Filmis”, vencedor do Festival de Gramado, e novas obras de cineastas consagrados como João Jardim (“As Polacas”), André Novais Oliveira (“O Dia que te Conheci”), Lírio Ferreira (“Onoff”) e Lúcia Murat (“O Mensageiro”). Confira a programação completa, com horários e locais de exibição, no site oficial: https://www.festivaldorio.com.br.
Confira as 10 principais novidades do streaming nesta semana
O Top 10 do streaming desta semana destaca novas temporadas de séries muito esperadas, como “Loki” e “Lupin”. Enquanto a produção da Marvel avança a narrativa atual do MCU, com viagens temporais e múltiplas realidades, “Lupin 3” volta a explorar as façanhas do ladrão Assane Diop, agora transformado no criminoso mais procurado da França. A apuração das melhores séries inclui ainda “Twisted Metal”, adaptação da famosa franquia de jogos para PlayStation, e a brasileira “A Divisão”, que chega à sua 3ª temporada retratando sequestros no Rio de Janeiro. Já entre os filmes, chama atenção a quantidade de títulos de terror, que antecipam o clima do Halloween, celebrado no final do mês. Além disso, “Besouro Azul” é o grande lançamento das locadoras digitais. Aprofunde-se mais na seleção, com trailers, sinopses e detalhes, conferindo a curadoria abaixo. LOKI 2 | DISNEY+ A melhor série do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) retoma sua história do ponto em que foi interrompida em 2021, após Sylvie (Sophie Martino) enviar o universo para o caos ao esfaquear Aquele Que Permanece – a variante de Kang (Jonathan Majors) que criou a TVA (sigla em inglês para Autoridade de Variância Temporal) para proteger a Linha do Tempo Sagrada. Como resultado, Loki (Tom Hiddleston) é transportado para a sede da TVA, mas no passado, e se vê preso num vortex temporal, que o faz ir e voltar no tempo sem parar. Para se salvar, ele precisa de ajuda de Mobius (Owen Wilson) e do novo personagem vivido por Ke Huy Quan (de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”), um inventor/engenheiro/técnico de TI da TVA, enquanto a agência despacha tropas para exterminar Sylvie. Além de Sylvie, outros membros da TVA, o próprio Kang e até a Senhorita Minutos, a mascote da TVA, estão perdidos no tempo, conduzindo os próximos episódios para uma aventura temporal e pelo multiverso. Os principais integrantes da 1ª temporada estão de volta, incluindo Hiddleston, Di Martino, Majors, Wilson, Gugu Mbatha-Raw (Renslayer), Wunmi Mosaku (Hunter B-15) e Tara Strong (dublando a Senhorita Minutos). Roteirista da 1ª temporada e de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, Michael Waldron continua à frente da atração, enquanto a direção dos novos episódios passou para a dupla Justin Benson e Aaron Moorhead, diretores de “Cavaleiro da Lua”. LUPIN 3 | NETFLIX A série segue as peripécias de Assane Diop (Omar Sy), um ladrão astuto que se inspira no personagem Arsène Lupin, uma figura icônica da literatura francesa, considerado o maior ladrão da ficção. Na parte 3, ele anuncia que vai roubar uma valiosa pérola negra e nem as ações preventivas da polícia conseguem impedi-lo. Entretanto, a trama tem uma reviravolta quando sua mãe é raptada por criminosos que desejam o fruto de seu roubo. As Partes 1 e 2 de “Lupin” conquistaram o público e tornaram a produção a série francesa mais vista da Netflix, graças a uma trama intensa e divertida que conduz Assane em um jogo de tudo ou nada. O clima de suspense, as referências e os easter eggs da trama, bem como a interpretação carismática de Omar Sy, foram alguns dos elementos que contribuíram para seu sucesso. BESOURO AZUL | VOD* O primeiro filme de super-herói latino da DC – e estreia de Bruna Marquezine em Hollywood – é melhor que seu trailer deixa entrever, graças a um elenco carismático e o uso extensivo da família do herói, que alimenta cenas de humor bem alinhadas com as sequências de ação. Entretanto, não escapa dos clichês dos filmes de origem e dos problemas crônicos das produções da DC, como vilões genéricos, efeitos visuais fracos e uma narrativa previsível. Em seu primeiro papel em inglês, Marquezine vive Jenny Kord, personagem que não existe na DC Comics, mas que no filme é apresentada como filha de Ted Kord (o segundo Besouro Azul dos quadrinhos), que ao tentar preservar o legado de seu pai desaparecido e impedir que sua tecnologia caia nas mãos de sua tia maligna, torna-se responsável por entregar o besouro alienígena a Jaime Reyes, vivido por Xolo Maridueña (“Cobra Kai”). O problema é que o artefato transforma o jovem no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à espinha de Jaime, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o uniforme tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem – por sinal, a voz emitida pelo traje é fornecida pela cantora Becky G (“Power Rangers”). O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: Até o Fim”), Damian Alcázar (“O Poderoso Vitória”), Raoul Max Trujillo (“Mayans M.C.”), George Lopez (“As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl”), Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) e Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como a tia vilã de Marquezine. JOGO JUSTO | NETFLIX O suspense erótico, que foi adquirido por US$ 20 milhões em um dos maiores negócios do Festival de Sundance deste ano, acompanha o complexo relacionamento de um casal ambicioso. Vividos por Phoebe Dynevor (“Bridgerton”) e Alden Ehrenreich (“Han Solo: Uma História Star Wars”), eles competem pelo poder em uma firma financeira implacável. Quando uma promoção cobiçada surge, as trocas de apoio entre os amantes começam a azedar e se transformar em algo mais sinistro. À medida que a dinâmica de poder muda irrevogavelmente em seu relacionamento, o casal passa a enfrentar o verdadeiro preço do sucesso e os limites inquietantes da ambição. O filme marca a estreia da roteirista e diretora Chloe Domont, que já dirigiu episódios das séries “Ballers” da HBO e “Billions” da Showtime, e recebeu muitas críticas positivas após sua estreia em Sundance, atingindo 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e elogios à sua abordagem do mundo pós-#MeToo. O elenco também inclui Eddie Marsan (“Ray Donovan”), Rich Sommer (“Mad Men”) e Sebastian De Souza (“The Great”). DEZESSEIS FACADAS | PRIME VIDEO A comédia de horror estrelada por Kiernan Shipka (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) tem viagem no tempo e psicopata mascarado, numa espécie de mashup de “De Volta para o Futuro”, por sinal citado literalmente na trama, com “Sexta-Feira 13”. O filme acompanha o retorno de um infame serial killer, batizado de “Sweet Sixteen Killer”, na noite de Halloween, 35 anos após o chocante assassinato de três adolescentes, para reivindicar uma quarta vítima. A personagem de Shipka é Jamie, uma jovem de 17 anos que ignora avisos de sua mãe superprotetora (Julie Bowen, de “Modern Family”) e se depara com o maníaco mascarado. Em fuga por sua vida, ela acidentalmente viaja no tempo para 1987, ano dos assassinatos originais. Forçada a navegar pela cultura desconhecida e extravagante dos anos 1980, Jamie se une à versão adolescente de sua mãe (Olivia Holt, de “Manto e Adaga”) para derrotar o assassino de uma vez por todas, tentando evitar ficar presa no passado para sempre. Dirigido por Nahnatchka Khan (“Young Rock”), o terrir tem roteiro de David Matalon (“Até o Fim”), Sasha Perl-Raver (“Let’s Get Merried”) e Jen D’Angelo (“Abracadabra 2”). BOOGEYMAN – SEU MEDO É REAL | STAR+ Adaptação de um conto de Stephen King, o terror atmosférico acompanha uma adolescente e sua irmã mais nova que que se veem atormentadas por uma presença sinistra, enquanto ainda estão se recuperando da trágica morte da sua mãe. Com medo de um monstro que se esconde na escuridão – visto apenas pelas crianças – , elas tentam fazer com que seu pai, ainda em luto, perceba aquela ameaça antes que seja tarde demais. O elenco é formado por Sophie Thatcher (“Yellowjackets”), Vivien Lyra Blair (“Obi-Wan Kenobi”), Chris Messina (“Eu Me Importo”) e David Dastmalchian (“O Esquadrão Suicida”). O roteiro foi escrito por Scott Beck e Bryan Woods (roteiristas de “Um Lugar Silencioso”), em parceria com Mark Heyman (“Cisne Negro”), e a direção é de Rob Savage (“Cuidado com quem Chama”). CEMITÉRIO MALDITO: A ORIGEM | PARAMOUNT+ Prólogo da obra de Stephen King sobre o cemitério onde os enterros viram ressurreições, o filme se passa em 1969 e segue o jovem Jud Crandall (o personagem de John Lithgow no remake recente), que sonha em deixar sua cidade natal para trás, mas ao descobrir segredos sinistros é forçado a enfrentar uma história familiar sombria que o manterá para sempre conectado àquele local. Juntos, Jud e seus amigos de infância devem lutar contra um antigo mal que toma conta de Ludlow desde a sua fundação e que, uma vez desenterrado, tem o poder de destruir tudo em seu caminho. O elenco também inclui Jackson White (“Me Conte Mentiras”), Forrest Goodluck (“O Regresso”), Jack Mulhern (“Mare of Easttown”), Natalie Alyn Lind (“The Goldbergs”) e Isabella Star LaBlanc (“Solte o Ar Bem Devagar”), além de participações de Pam Grier (“Jackie Brown”), David Duchovny (“Arquivo X”) e Samantha Mathis (“Billions”). A adaptação foi escrita pela roteirista Lindsey Beer (“Sierra Burgess é uma Loser”), que também faz sua estreia na direção no projeto. MANSÃO MAL-ASSOMBRADA | DISNEY+ A adaptação cinematográfica da famosa atração dos parques da Disney dividiu a crítica dos EUA entre os que gostaram de sua proposta de terror infantil e os que lamentaram a falta de graça das piadas. A maioria ficou com o segundo o time. A trama gira em torno de um astrofísico interpretado por LaKeith Stanfield (“Judas e o Messias Negro”), que desenvolveu uma “câmera quântica” capaz de fotografar fantasmas e é convocado pelo Padre interpretado por Owen Wilson (“Loki”) para investigar as visitas espectrais noturnas na mansão mal-assombrada do título. Reunindo ainda uma médium excêntrica (Tiffany Haddish, de “Sócias em Guerra”) e um professor universitário ainda mais excêntrico (Danny DeVito, de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), os protagonistas se juntam para identificar a origem da infestação de fantasmas na casa, recentemente adquirida por uma mãe solteira (Rosario Dawson, de “Ahsoka”) e seu jovem filho. Ao explorar o local, eles descobrem a bola de cristal de Madame Leota (Jamie Lee Curtis, de “Halloween”), que os alerta sobre uma aparição misteriosa conhecida apenas como o “Fantasma da Caixa de Chapéu” – um papel creditado a Jared Leto (“Morbius”), embora o personagem seja totalmente criado por CGI. Apesar de ser uma comédia infantil, “A Mansão Mal-Assombrada” não foge da escuridão inerente a uma história sobre uma casa com espíritos de centenas de pessoas mortas. Há uma quantidade considerável de discussão sobre perda e tristeza, e Stanfield entrega um monólogo sobre sua falecida esposa que é surpreendentemente triste para o que é essencialmente um filme para assustar crianças. Vale lembrar que “Mansão Assombrada” já foi transformada numa comédia com Eddie Murphy, que foi um fracasso de bilheterias em 2003. Mas o estúdio foi destemido e decidiu filmar um roteiro de Kate Dipold, responsável por “Caça-Fantasmas” – também conhecido como “a versão feminina” de “Os Caça-Fantasmas” – , que foi outra atração do gênero terrir infantil a dar prejuízo. A direção é de Justin Simien (“Cara Gente Branca”). TWISTED METAL | HBO MAX A série baseada na franquia de jogos para PlayStation traz Anthony Mackie (“Falcão e o Soldado Invernal”) como John Doe, que precisa atravessar um deserto pós-apocalíptico e entregar um pacote misterioso para conseguir uma vida melhor. Game clássico de combate veicular, “Twisted Metal” começou no PlayStation em 1995 e já conta com oito títulos, em que o jogador enfrenta diferentes motoristas assassinos numa perseguição mirabolante. Desenvolvida por Michael Jonathan Smith (“Cobra Kai”), a trama acompanha John Doe por estradas e cidades devastadas, incluindo Lost Vegas – as ruínas de Las Vegas – , em luta contra diferentes veículos, incluindo um caminhão de sorvete dirigido pelo pior dos vilões: Sweet Tooth, um palhaço aterrorizante que é dublado por Will Arnett (“BoJack Horseman”) e interpretado pelo musculoso lutador de WWE Samoa Joe. O elenco também inclui Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine Nine”), Neve Campbell (“Pânico”) e Thomas Haden Church (“Homem Aranha:...
Cinema | Estreias incluem “O Protetor 3”, “Patrulha Canina 2” e “Rodeio Rock” com Lucas Lucco
A programação de cinema destaca três lançamentos amplos nesta quinta (5/10). Denzel Washington volta em “O Protetor – Capítulo Final”, encerrando a trilogia de ação que conquistou o público, “Patrulha Canina: Um Filme Superpoderoso” traz uma nova aventura dos cães mais amados da televisão e “Rodeio Rock” oferece romance no cenário musical brasileiro. Confira abaixo mais detalhes das estreias, incluindo os lançamentos limitados. O PROTETOR – CAPÍTULO FINAL Denzel Washington (“Sete Homens e Um Destino”) volta ao papel de Robert McCall no terceiro e supostamente último filme da franquia, após “O Protetor” (2014) e “O Protetor 2” (2018), para distribuir mais justiça com as próprias mãos. Desta vez, McCall se encontra na pequena vila calabresa de Altomonte, na Itália. Enquanto se recupera de ferimentos, ele se integra à comunidade local e começa a vislumbrar uma vida mais tranquila. No entanto, quando a máfia local começa a atormentar os moradores, ele se vê compelido a agir, resultando em um último confronto com gângsteres armados. Pela primeira vez, porém, ele não está sozinho, contando com a ajuda da nova personagem Emma Collins, interpretada por Dakota Fanning, uma agente da CIA que se tornar uma aliada. Um detalhe interessante é que Washington e Fanning realizam um reencontro na produção. Os dois trabalharam juntos anteriormente em outro thriller, “Chamas da Vingança” (2004), quando a atriz tinha 10 anos. O “Capítulo Final” mantém a abordagem violenta e gráfica que caracteriza a franquia, com sequências de ação audaciosas e sangrentas, novamente dirigidas por Antoine Fuqua. Além do mesmo tom dos filmes anteriores, também mantém elementos familiares para quem acompanha a trilogia. Mas o que eleva a produção acima do padrão é mesmo a performance de Washington, que adiciona um peso dramático à trama, com o arco de redenção do protagonista, que tenta se redimir do que fez como assassino do governo dos EUA. PATRULHA CANINA: UM FILME SUPERPODEROSO Animação realizada em parceria com o canal infantil Nickelodeon, o filme é o segundo da franquia para os cinemas, seguindo o sucesso de “Patrulha Canina: O Filme”, lançado em 2021. Escrito e dirigido por Cal Brunker e Bob Barlen (“Patrulha Canina: O Filme”), conta uma aventura inédita dos cães aventureiros, agora como super-heróis. Após um meteoro mágico se chocar com Adventure City, os filhotes da Patrulha Canina ganham superpoderes. Para Skye, menor membro da equipe, seus novos poderes são um sonho que se tornou realidade. Por outro lado, as coisas tomam um rumo inesperado quando o arqui-inimigo dos filhotes, Humdinger, escapa da prisão e se une a Victoria Vance, uma cientista maluca obcecada por meteoros, para tentar roubar os poderes dos superpets. Com o destino de Adventure City em jogo, a Patrulha Canina terá que deter os vilões antes que seja tarde demais. O grandioso elenco de vozes originais conta com Kristen Bell (“The Good Place”), Kim Kardashian (“The Kardashians”), Serena Williams (“Glass Onion: Um Mistério Knives Out”), Christian Convery (“Sweet Tooth”), McKenna Grace (“Ghostbusters – Mais Além”), Lil Rel Howery (“Amizade de Férias”), James Marsden (“Desencantada”), Taraji P. Henson (“Empire – Fama e Poder”), Marsai Martin (“Black-Ish”) e Ron Pardo (“Patrulha Canina: O Filme”). Já a versão brasileira destaca as dublagens da vice-campeã do “BBB 23” Aline Wirley, seu marido Igor Rickli e o filho do casal, Antônio, de apenas 8 anos. Adaptação de uma série animada, os filmes da “Patrulha Canina” não aspiram a profundidade das produções da Disney, Pixar, DreamWorks e Illumination, mas custam uma fração dos lançamentos desses estúdios. A produção da Paramount teve um orçamento de apenas US$ 30 milhões e é parte de uma franquia que já rendeu US$ 14 bilhões em vendas globais no varejo desde 2014. RODEIO ROCK O musical romântico conta a história de dois artistas idênticos em aparência, mas completamente diferentes em personalidade: o cantor sertanejo mais famoso – e polêmico – do Brasil, e um roqueiro que, apesar de talentoso, não é reconhecido. Ambos os personagens são interpretados por Lucas Lucco. Hero, o roqueiro talentoso, tem aversão à música sertaneja, principalmente por ser extremamente parecido com o maior cantor brasileiro do gênero, Sandro Sanderlei. No entanto, Hero vê sua vida mudar quando tem a chance de substituir o sertanejo em sua turnê, após o artista entrar em coma. Desempregado e cheio de dívidas, Hero aceita a proposta de viajar pelo país fazendo os shows de Sandro Sanderlei. No entanto, durante a turnê, ele conhece Lulli (Carla Diaz, de “A Menina que Matou os Pais”), ex-namorada de Sandro, e acaba se apaixonando por ela. A partir daí, ele terá que escolher entre perder sua identidade e ganhar a fama e o sucesso que sempre buscou, ou ser fiel aos seus princípios e conquistar a mulher que ama. A produção, dirigida por Marcelo Antunez (“O Palestrante”), marca a estreia como roteirista do ator Felipe Folgosi – que fez “Chiquititas” como Carla, só que em outra geração. NOSTALGIA O drama italiano explora a complexa relação de um homem com sua cidade e seu passado. No longa, Felice Lasco, interpretado por Pierfrancesco Favino (“O Traidor”), retorna a sua cidade natal, Nápoles, após 40 anos vivendo no exterior. O motivo inicial da visita é o estado de saúde frágil de sua mãe idosa, Teresa, mas a cidade e as memórias que ela evoca começam a exercer uma atração irresistível sobre ele. O reencontro com sua mãe é emocionalmente carregado, mas o que realmente assombra Felice é um assassinato cometido décadas atrás por seu melhor amigo da época, Oreste Spasiano – agora conhecido como O Malommo e um temido chefe da máfia local. O filme de Mario Martone (“Leopardi: Um Jovem Fabuloso”) é o representante oficial da Itália na disputa por vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional e é notável pela atuação sensível de Favino, que foi indicado ao European Film Award. A cinematografia de Paolo Carnera adiciona uma camada de autenticidade ao retrato de Nápoles, que muitas vezes se sente como um personagem à parte. Flashbacks formatados em Super 8 oferecem um contraste exuberante com as cenas mais pensativas ou sombrias do presente, reforçando a complexidade das escolhas e relações que moldam a vida de Felice. OS FILHOS DOS OUTROS O drama francês centra-se em Rachel, uma professora de 40 anos interpretada por Virginie Efira (“Benedetta”), que vive uma vida aparentemente plena em Paris, até que sua existência toma um novo rumo ao conhecer Ali, um designer de automóveis, interpretado por Roschdy Zem (“Notre-Dame – Catedral em Chamas”). A relação entre os dois se intensifica rapidamente, e Rachel se vê cada vez mais envolvida na vida da filha de Ali, Leïla. O filme explora a complexidade das escolhas modernas em torno da maternidade e dos relacionamentos, à medida que Rachel assume um papel de cuidadora, mas sempre à margem da relação entre Ali e a mãe de Leïla, Alice, interpretada por Chiara Mastroianni (“A Garota da Pulseira”). A trama segue Rachel durante aproximadamente um ano, abordando não apenas sua relação com Ali e Leïla, mas também sua vida profissional como professora e sua relação com a própria família. O filme também apresenta subtramas que incluem um aluno problemático e uma visita ao ginecologista, interpretado pelo cineasta documentarista Frederick Wiseman (“National Gallery”), que adicionam camadas à narrativa, mostrando as realidades muitas vezes contraditórias da vida adulta contemporânea. A diretora e roteirista Rebecca Zlotowski (“A Prima Sofia”) evita melodramas e soluções fáceis, optando por uma abordagem mais sutil e realista das complexidades emocionais e sociais enfrentadas pela protagonista. Virginie Efira, que já foi premiada com o César, venceu o troféu Lumiére de Melhor Atriz com este filme. UMA FAMÍLIA EXTRAORDINÁRIA Kiernan Shipka (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) estrela o drama indie com uma jovem que cuida de seus pais com deficiência mental. A trama foi inspirada pela sobrinha e os tios do diretor estreante Matt Smukler, que vivem a mesma complexa dinâmica familiar. Na trama, Shipka vive Bea, que enfrenta desafios típicos da adolescência, enquanto cuida de seus pais neurodivergentes. É um enredo que dialoga com temas de amadurecimento rápido e lealdade familiar, tornando-se um ponto de reflexão sobre os múltiplos aspectos do crescimento. A pressão para Bea crescer vem de diversas frentes, incluindo um professor que a incentiva a focar em si mesma e um interesse amoroso que questiona seus motivos para cuidar de seus pais, levando Bea a ponderar suas próprias necessidades contra as de sua família. O elenco inclui Samantha Hyde (“Atypical”) e Dash Mihok (“Ray Donovan”) como os pais, além de Charlie Plummer (“Quem É Você, Alasca?”), Alexandra Daddario (“As Bruxas Mayfair”), Jean Smart (“Hacks”), Brad Garrett (“Everybody Loves Raymond”), Jacki Weaver (“Yellostone”), Reid Scott (“Veep”) e a menina Ryan Kiera Armstrong (“Chamas da Vingança”) como a versão infantil de Bea. “Uma Família Extraordinária” teve sua première mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto do ano passado e chegou aos cinemas americanos em março. UM FILME DE CINEMA Vencedor do Festival de Tiradentes com “Jovens Infelizes ou um Homem que Grita Não é um Urso que Dança” em 2016, Thiago B. Mendonça voltou ao evento dois anos depois com uma proposta incomum: explorar a arte do cinema através do olhar infantil. O filme, que passou em vários países do mundo antes de finalmente estrear comercialmente no Brasil, gira em torno de um cineasta, interpretado por Rodrigo Scarpelli (“Psi”), que serve como um alter ego do próprio Mendonça. O personagem enfrenta uma crise criativa e encontra uma saída quando sua filha mais velha decide fazer um filme como trabalho escolar. O projeto se torna uma oportunidade para o pai revisitar a história do cinema e redescobrir sua paixão pela sétima arte. A produção foi inspirada nas filhas do diretor, Bebel e Isa, que protagonizam o filme de forma espontânea e improvisada. A produção mistura elementos documentais e ficcionais, capturando tanto a realidade da família quanto a magia do cinema, e funciona também como uma ferramenta educativa, que busca inspirar a criatividade do público infantil e contribuir para a formação de um novo público para o cinema brasileiro. LINHA DE FRENTE O filme da dupla Felipe Menezes e Gustavo Gama Rodrigues foca o trabalho de patrulha das fronteiras brasileiras, mais de 16 mil quilômetros que dividem o Brasil de seus países vizinhos. O documentário acompanha fiscais e agentes policiais, que se veem em um fogo cruzado de organizações criminosas. PLAUTO, UM SOPRO MUSICAL Documentário sobre um dos maiores músicos gaúchos: Plauto Cruz, considerado por muitos o melhor flautista do Brasil.












