Universal programa estreias de Minions 2, Pets 2 e Sing 2
A Universal Pictures e o estúdio de animação Illumination Entertainment preparam continuações para seus maiores sucessos. Além de “Meu Malvado Favorito 3”, que chega aos cinemas em junho, vem aí as sequências de “Minions”, “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” e “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. Mas vai demorar. Muito. “Pets 2” é o que estreia mais cedo, e somente em julho de 2019. “Minions 2” está previsto para um ano depois, em julho de 2020. Por fim, “Sing 2” será a atração do Natal de 2020. Juntos, os três filmes originais renderam US$ 2,5 bilhões nas bilheterias. “Pets” faturou US$ 875,4 milhões ao redor do planeta, “Minions” fez US$ 1,1 bilhão e “Sing” arrecadou US$ 425 milhões desde dezembro.
Pôsteres de personagens de A Bela e a Fera ganham versão animada
A Disney divulgou a versão animada dos 12 pôsteres de personagens de “A Bela e a Fera”. A coleção inclui a Fera em duas versões, como efeito digital e como Dan Stevens (série “Downton Abbey”), além de Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e o grandioso elenco de coadjuvantes formado por Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”), Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”), Audra McDonald (série “Private Practice”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). Com direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”), “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique aqui para ver os cartazes originais, com opção para ampliá-los em tela inteira.
A Bela e a Fera ganha 12 pôsteres de personagens
A Disney divulgou 12 pôsteres de personagens de “A Bela e a Fera”. A coleção inclui a Fera em duas versões, como efeito digital e como Dan Stevens (série “Downton Abbey”), além de Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e o grandioso elenco de coadjuvantes formado por Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”), Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”), Audra McDonald (série “Private Practice”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). Com direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”), “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nos cartazes para ampliá-los.
Até o Último Homem é a melhor estreia em semana cheia de filmes de chorar
Com nove estreias, os cinemas voltam a registrar novidades no circuito limitado após a temporada de blockbusters de férias. Em parte é o efeito Oscar, com o lançamento de “Até o Último Homem” conquistando destaque num circuito intermediário. Melhor filme da semana e indicado a seis Oscars, “Até o Último Homem” é a volta de Mel Gibson à direção, uma década após seu último longa-metragem e depois de muitas polêmicas em sua vida pessoal. A produção traz as marcas do diretor, vencedor do Oscar por “Coração Valente” (1995). Com explosões, tiros, abusos e carnificina, apresenta um espetáculo apocalíptico de guerra, com direito a cenas brutais para ilustrar o contraste entre a desumanização e a fé. A trama é baseada na história real do soldado Desmond T. Doss, que ganhou a Medalha de Honra do Congresso dos EUA depois de se recusar a pegar numa arma durante toda a 2ª Guerra Mundial. Vivido por Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), Doss sofre bullying e humilhação de seus colegas recrutas, mas não abre mão de suas convicções, conquistando o direito de ir a combate desarmado. Taxado de covarde, ele se torna uma lenda ao salvar, sozinho, a vida de 75 homens durante a Batalha de Okinawa, resgatando feridos e ajudando a evacuar as linhas inimigas, mesmo atingido por uma granada e um franco-atirador japonês. Entre os Oscars a que concorre, estão os de Melhor Filme, Direção e Ator. O filme de Gibson é assumidamente emotivo e chega numa semana repleta de filmes manipulativos, embora alguns lançamentos deem outros motivos para chorar. Como é difícil definir qual o pior, “Resident Evil 6 – O Capítulo Final” ao menos tem o mérito de dar o fim numa franquia excruciante. Além disso, o público sabe exatamente no que está se metendo ao comprar o ingresso, após cinco filmes com zumbis que não assustam, lutas em câmera-lenta que ressaltam como o tempo demora a passar e 3D que não esconde o aspecto B da produção. “Max Steel”, por sua vez, merece todas as cópias dubladas que vai receber, pois não passa de um telefilme superestimado para crianças. Lançado em 2 mil cinemas nos EUA, a adaptação do brinquedo/desenho animado só fez US$ 3 milhões e conseguiu recorde de desaprovação no site Rotten Tomatoes, atingindo 0% de críticas positivas. O impressionante é que isso não abalou os planos da distribuidora nacional, que está ocupando salas com seu lançamento. O cheio de lixo também exala de “Beleza Oculta”, indicado ao Framboesa de Ouro de pior combinação de elenco. Melodrama apelativo, tenta contar uma história edificante com diversos atores conhecidos, mas resulta hilariante no pior sentido. A média no Rotten Tomatoes é 12%. “Quatro Vidas de um Cachorro” é outra dose canina de manipulação emotiva. Feito para ressaltar a ligação afetiva entre homens e cachorros, apela para a crença na vida após a morte para confortar crianças com a ideia de que, quando morrem, os cãezinhos viram magicamente um novo cachorro. Não bastasse, a trama ainda mostra as dúvidas metafísicas do bicho. Mas o escândalo do vídeo editado, com supostos maus tratos na filmagem, deve ter diminuído a vontade dos fãs do best-seller (sério, esta história vendeu horrores) de pagar para chorar no cinema. 30% no Rotten Tomatoes. Dentre tantos produtos infantilóides, a melhor opção para as crianças é a animação “A Bailarina”, produção franco-canadense que tenta replicar a magia da Disney e surpreende pela qualidade técnica. A trama gira em torno de uma menina órfã (dublada no Brasil por Mel Maia) que sonha virar uma grande bailarina na Paris do século 19, mas para seguir seu sonho precisa fugir de casa, com a ajuda de um menino que sonha virar um grande inventor. Não há fada madrinha para abrir caminhos de forma mágica, o que torna a mensagem desta Cinderela mais relevante, ao mostrar que trabalho e dedicação são o caminho para conquistar os sonhos. A realização de sonhos também é o mote de “O Ídolo”, uma espécie de “Quem Quer Ser um Milionário?” palestino. Escrito e dirigido por Hany Abu-Assad, acompanha um jovem da Faixa de Gaza, que sonha virar músico e vê no programa “Arab Idol” (o “Ídolos” do Oriente Médio) a oportunidade de trocar a penúria da zona de conflito pela vida de artista famoso. A fórmula bem conhecida de sucessos de Hollywood, baseada em “fatos reais”, desta vez é apresentada como filme de arte. E exibida em circuito limitado. Filme russo de maior destaque nos festivais mais recentes, “Paraíso” é trabalho de um mestre, Andrey Konchalovskiy, que recuperou o prestígio com vários troféus acumulados após voltar ao cinema de arte, tendo dirigido até Sylvester Stallone nos anos 1980. Filmado em preto e branco e apresentado como um pseudo-documentário, com depoimentos dos protagonistas, acompanha as circunstâncias dramáticas do reencontro entre uma aristocrata russa, condenada aos campos de concentração por abrigar judeus, e um oficial nazista que a amava desde a juventude. Completa o circuito o lançamento mais “artístico” e “difícil”, “A Morte de Luís XIV”. Mórbido, retrata a lenta agonia do rei da França, que começa a morrer cercado por seus súditos. Além da interpretação de Jean-Pierre Léaud, chama atenção a belíssima fotografia, que evoca pinturas dos grandes mestres do período. O diretor catalão Albert Serra já tinha tratado do tema da deterioração humana em seu filme anterior, “História da Minha Morte” (2013). Em suas obras, morrer não é bonito como em “Quatro Vidas de um Cachorro”. Clique nos títulos dos filmes para ver os trailers de cada uma das estreias.
Céline Dion vai cantar música inédita na trilha do filme A Bela e a Fera
A cantora canadense Céline Dion foi anunciada pela Disney na trilha sonora da versão com atores de “A Bela e a Fera”. Mais lembrada pela canção do filme “Titanic”, Dion também venceu um Grammy por sua música na animação original de “A Bela e a Fera” nos anos 1990. Desta vez, porém, ela não cantará o tema principal e sim uma música inédita, “How Does A Moment Last Forever”, composta por Alan Menken (também da animação de “A Bela e a Fera”) e Tim Rice (“O Rei Leão”). “Ser uma parte do ‘A Bela e a Fera’ original foi uma experiência mágica em minha vida e eu estou verdadeiramente honrada em fazer parte deste filme novamente”, declarou a cantora, em comunicado. “How Does A Moment Last Forever” será a música executada durante a projeção dos créditos finais do filme e fará parte da trilha sonora oficial, lançada em CD e em formato digital. Há poucos dias, a Disney já tinha confirmado que Ariana Grande e John Legend cantariam a música tema da produção, como um dueto. Céline Dion fez esta gravação original, em parceria com Peabo Bryson. Mas sua versão não entrou no filme, apenas na trilha lançada posteriormente. Confira abaixo o clipe do tema com a voz de Céline Dion e Peabo Bryson.
Volta dos Trapalhões abre apenas em 10º lugar nas bilheterias
A volta dos Trapalhões aos cinemas foi atrapalhada. “Os Saltimbancos Trapalhões – Rumo a Hollywood” abriu apenas em 10º lugar, com 36 mil espectadores e bilheteria em torno de R$ 500 mil. A trapalhada foi da distribuição, que subestimou o apelo do reencontro de Renato Aragão e Dedé Santana nas telas e o potencial da grife “Trapalhões” com uma distribuição numa centena de salas e em horário intercalado com outros filmes. Se os Trapalhões ficaram longe dos tempos em que lideravam as bilheterias nacionais, “Minha Mãe É uma Peça 2” continua impressionando. O besteirol de Paulo Gustavo repetiu o 2º lugar da semana passada, com 476 mil espectadores e R$ 7,6 milhões de arrecadação. Apenas R$ 100 mil a menos que o campeão, a animação “Moana”, da Disney, que também manteve a posição do último fim de semana. Entre as estreias da quinta (19/1) passada, “xXx: Reativado” foi quem se saiu melhor, com o 3º lugar e RS$ 7,4 milhões arrecadados. “La La Land” ficou em 5º e outro besteirol nacional, “Os Penetras 2”, em 6º. O Top 10 ainda conta com um quarto filme brasileiro. Para variar, mais um besteirol. A estreia do youtuber Christian Figueiredo “Eu Fico Loko” está em 8º. Em duas semanas em cartaz, o filme não repetiu a performance de “É Fada”, da Kéfera Buchmann. As informações são do ComScore e do Filme B.
Continuação de O que Será de Nozes? ganha trailer animado
A Open Road divulgou o pôster e o trailer da continuação de “O que Será de Nozes?” (2014). A prévia mostra que a continuação é quase um remake. Assim como no primeiro filme, o habitat dos bichinhos falantes sofre um acidente e eles são forçados a buscar um novo esconderijo. E, claro, precisarão lutar para defendê-lo. No caso, enfrentarão o projeto de transformar um parque verde num num parque de diversões, fazendo de tudo para impedir as obras, como visto em inúmeros curtas do Tico e Teco, da Disney, e no recente “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012). Produção canadense de médio orçamento, o primeiro filme acabou surpreendendo com uma bilheteria mundial de US$ 120,8 milhões. A continuação, intitulada em inglês “The Nut Job 2: Nutty by Nature”, tem coprodução sul-coreana e novo diretor, Cal Brunker (“A Fuga do Planeta Terra”), mas mantém os traços familiares dos bichinhos falantes – o ratinho ainda parece o primo pobre de “Ratatouile” (2007), o buldogue tem parente no “Rio” (2011), etc. O elenco de vozes originais, por sua vez, volta a reunir Will Arnett (série “Arrested Development”), Katherine Heigl (“A Verdade Nua e Crua”) e Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), e, num apelo ao público asiático, passa a incluir ninguém menos que Jackie Chan (“Fora do Rumo”) no mix de dubladores. A estreia está marcada para agosto na América do Norte e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Gorillaz lança novo clipe após seis anos, simulando a Trump Tower
O Gorillaz está de volta, após hiato de seis anos. A banda de desenho animado divulgou um novo clipe e música: “Hallelujah Money”, que contam com a participação do cantor-poeta inglês Benjamin Clementine. Bem diferente do que os fãs da banda estão acostumados, a música não não tem nada de comercial e o clipe deixa as animações em segundo plano. Literalmente ao fundo, mescladas com cenas de filmes, como a sci-fi “A Vila dos Malditos” (1960) e a animação “A Revolução dos Bichos” (1954), e até séries como “Couro Cru” (1959–1965), mostrando um Clint Eastwood muito jovem no papel de cowboy. Para completar, a cenografia simula a Trump Tower, um dos arranha-céus do presidente dos EUA. O clipe foi codirigido pela banda e Giorgio Testi, que anteriormente assinou o documentário da outra banda do cantor Damon Albern, “Blur: Live at Hyde Park, London – 2nd July 2009”, indicado ao Grammy. “Hallelujah Money” é a primeira novidade do disco novo do Gorillaz, que vai sair ainda este ano.
Patrick Stewart vai fazer merda no filme dos Emojis
A carreira de Patrick Stewart acaba de descer pelo toalete. O intérprete do Professor X em “X-Men” – e no vindouro “Logan” – vai dublar um cocô na animação dos emojis. O anúncio da inclusão do veterano ator no papel do emoji marrom foi feito nesta quarta-feira (18/1) pela Sony Pictures, por meio do Twitter, acompanhado por um cartaz com a frase “Merda acontece”, que revela o rostinho do personagem vestido com uma gravatinha borboleta e um sorriso no rosto. O nome do personagem será Poop, cocô em inglês. Ele se junta ao elenco de dubladores que inclui T.J Miller (“Deadpool”), James Corden (“Caminhos da Floresta”), Ilana Glazer (série “Broad City”), Rob Riggle (“Anjos da Lei”), Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Jennifer Coolidge (“American Pie”) e Jake T. Austin (série “The Fosters”). “Emoji – O Filme” tem direção de Anthony Leondis (“Igor”), que também assina o roteiro em parceria com Eric Siegel (produtor da série “Men at Work”). A trama vai girar em torno de um emoji que vive em Textópolis e terá uma “app-ventura” junto com amigos ícones como Meh e Devilicious. Os nomes e trocadilhos não fazem muito sentido em português e precisarão de uma boa ad-app-tação. A estreia está marcada para 31 de agosto no Brasil, quase um mês após o lançamento nos EUA. He ain’t no ??! So excited to announce the distinguished @SirPatStew as Poop in the #EmojiMovie – in theaters August 4th! #SonyAnimationDay pic.twitter.com/JTeEhP08qI — Sony Pictures (@SonyPictures) January 18, 2017
Homem-Aranha vai ganhar filme animado focado na versão de Miles Morales
A Sony confirmou que prepara uma animação do Homem-Aranha para o cinema. Será o primeiro longa animado do herói da Marvel. Mas a principal novidade é outra. Quem vestirá o uniforme aracnídeo não será Peter Parker, mas Miles Morales, que só virou o herói recentemente, na revista “Ultimate Spider-Man”. Morales é latino. E negro. Seus criadores, Brian Michael Bendis e Sara Pichelli, lançaram-no nos quadrinhos em 2011 dizendo terem se inspiraram no presidente Barack Obama e no ator Donald Glover (série “Atlanta”) – que, por sinal, está no filme “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, num papel misterioso. O novo Aranha foi criado para suprir a morte de Peter Parker na linha Ultimate da Marvel – um universo paralelo às histórias originais de Stan Lee. Quando a editora decidiu cancelar as publicações desse selo em 2015, Morales acabou incorporado ao universo oficial da Marvel. Mas desta vez Peter Parker continuou vivo, dividindo o combate ao crime com o novo Aranha. Desde o ano passado, o personagem também faz parte da série animada “Ultimate Homem-Aranha”, dublado por – adivinhe – Donald Glover. A nova animação será escrita e produzida pela dupla Phil Lord e Christopher Miller, que dirigiram “Anjos da Lei” (2012) e “Uma Aventura Lego” (2014) e também vão comandar o spin-off de “Star Wars” centrado em Han Solo. A direção está a cargo de Bob Persichetti, que estreia na função, após chefiar as animações de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A previsão de estreia é para dezembro de 2018.
Julia Roberts vai dublar uma Smurf na nova animação das criaturinhas azuis
A atriz Julia Roberts entrou para o elenco de dubladores da animação “Os Smurfs e a Vila Perdida”. Ela vai emprestar sua voz para uma nova personagem, chamada SmurfWillow, cujo visual pode ser conferido acima, em imagem divulgada via revista People. “Os Smurfs são uma parte tão divertida da nossa cultura animada”, disse Roberts, para a publicação. “Eles eram populares quando eu era criança e eles eram populares quando meus filhos eram pequenos. É divertido fazer parte de um grupo tão doce que continua a divertir os jovens”. A participação da atriz representará uma raridade no universo dos personagens. Afinal, as histórias em quadrinhos de Peyo afirmavam, inicialmente, que só existia uma versão feminina das criaturinhas azuis: a Smurfette, criada em laboratório como uma arma secreta de Gargamel, que se rebela contra o vilão e acaba adotada pelo Papai Smurf. Mas já existiram outras “smurfettes” nesse universo, como Sassette e Nanny Smurf. A nova personagem, SmurfWillo, tem cabelos brancos e parece uma Mamãe Smurf. Não por caso, na primeira foto divulgada, ela aparece contracenando com o Papai Smurf. Mais detalhes devem vir à tona no próximo trailer da animação, cuja trama vai destacar justamente a Smurfette (dublada em inglês pela cantora Demi Lovato). No desenho, Smurfette convence um grupo de Smurfs a se aventurar para longe de seu vilarejo, atravessando a Floresta Proibida, repleta de criaturas mágicas e perigosas, para encontrar uma Vila Perdida, habitada sabe-se lá por quem – ou o quê. Mas logo após sair do vilarejo, eles passam a ser perseguidos pelo vilão Gargamel (voz de Rainn Wilson, da série “The Office”), e não demoram a ficar em apuros. O elenco de vozes ainda inclui Joe Manganiello (“Magic Mike”) como Robusto, Jack McBrayer (série “30 Rock”) como Desastrado, Danny Pudi (série “Community”) como Gênio e Mandy Patinkin (série “Homeland”) como Papai Smurf. Escrito por Stacey Harman (série “The Goldbergs”) e Pamela Ribon (série “Samantha Who?”), e dirigido por Kelly Asbury (“Shrek 2” e “Gnomeu e Julieta”), “Os Smurfs e A Vila Perdida” chega aos cinemas brasileiros em 6 de abril.
Mangá Ataque dos Titãs vai ganhar versão de Hollywood
Hollywood dá indícios de que as adaptações de quadrinhos japoneses serão a próxima grande tendência de seus blockbusters. Antes mesmo da estreia de “Ghost in the Shell”, estrelado por Scarlett Johansson, os estúdios americanos negociam direitos de novos projetos do gênero. Como indicativo da tendência, a Warner, que há anos tenta tirar “Akira” do papel, adquiriu agora os direitos de “Attack on Titan”. O mangá criado em 2009 por Hajime Isayama – e editado no Brasil como “Ataque dos Titãs” – já foi adaptado em 2013 numa anime (série animada) cultuadíssima, dirigida por Tetsurō Araki (da série anime “Death Note”), que terá novos episódios em 2017. Além disso, uma adaptação live action (com atores) deu origem a dois filmes recentes, lançados de forma consecutiva em agosto e setembro de 2015 com grande sucesso no Japão. Segundo o site Deadline, a Warner planeja um projeto similar à adaptação japonesa, que também renderia dois filmes. A adaptação foi encomendada ao produtor David Heyman, responsável pela franquia “Harry Potter” e o spin-off “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. A trama se passa num futuro pós-apocalíptico, que retrata a humanidade enclausurado em territórios cercados por imensos muros. As construções servem para proteger as pessoas dos Titãs, criaturas imensas e perigosas, que surgiram para destruir a civilização. Decidido a enfrentar os gigantes, o protagonista Eren Yeager, sua irmã adotiva Mikasa Ackerman e seu amigo de infância Armin Arlert se unem para vingar a morte de entes queridos e tentar reconquistar a Terra. Outras adaptações de mangás em andamento incluem a já citada “Ghost in the Shell”, que ganhou o título de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” no Brasil, “Battle Angel Alita”, dirigida por Robert Rodriguez (“Machete”) e “Death Note”, que vai virar uma série da Netflix estrelada por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”). Menos adiantadas, ainda há produções americanas sobre “Naruto”, “Lobo Solitário” e “Astro Boy”.
Vídeo revela o dia em que Dory encontrou a menina de Divertida Mente e todas as conexões dos desenhos da Pixar
Fãs das animações da Pixar já repararam na existência de várias pistas (os chamados “easters eggs”) espalhadas entre seus desenhos, que aludem às outras produções do estúdio. Pois o que parecia uma brincadeira é um verdadeiro “universo compartilhado”, indica um vídeo impressionante, divulgado pela companhia, que revela a existência de muito mais conexões entre cada animação da Pixar do que se imaginava. Por exemplo, você já tinha reparado que a peixinha Dory (de “Procurando Dory”) e a menina Riley (de “Divertida Mente”) já se encontraram? As ligações vão muito além desse detalhe e incluem até o pouco apreciado “Vida de Inseto” (1998). Confira abaixo.












