Série baseada na animação Tá Chovendo Hambúrguer ganha primeira prévia
O Cartoon Network divulgou uma prévia da série animada baseada em “Tá Chovendo Hambúrguer” (2009) A animação não é computadorizada como a produção do cinema, mas os traços são bem parecidos. Além disso, a trama é um prólogo e se passa antes das chuvas de hambúrgueres do título. A série vai acompanhar a adolescência de Flint Lockwood, o inventor precoce que tenta mudar o mundo, ao ritmo de uma invenção por episódio, junto com a aspirante a repórter Sam Sparks, o pai mau-humorado Tim, o macaco Steve, o professor Earl, o prefeito Shelbourne e todos os demais personagens do filme. O filme foi o primeiro sucesso da dupla Phil Lord e Chris Miller, que depois fez “Anjos da Lei” (2012), “Uma Aventura Lego” (2014) e agora trabalha no spin-off de “Star Wars” centrado na juventude de Han Solo. Desenvolvida por Mark Evastaff e Alex Galatis (ambos da série animada “Rocket Monkey”), “Cloudy with a Chance of Meatballs” (título original) estreia na sexta (3/3) nos EUA.
Confirmado: Hayao Miyazaki vai fazer mais uma animação
A volta do cineasta Hayao Miyazaki à atividade foi confirmada pelo produtor Toshio Suzuki, do Studio Ghibli. Um dos maiores mestres da animação do Japão, fundador do Studio Ghibli e responsável por clássicos como “Nausicaä do Vale do Vento” (1984), “O Castelo do Céu” (1986), “Meu Amigo Totoro” (1988), “Princesa Mononoke” (1997) e “A Viagem de Chihiro” (2001), que venceu o Oscar de Melhor Animação, Miyazaki tinha decidido se aposentar após “Vidas ao Vento” (2013). Mas uma reportagem do canal NHZ revelara, em novembro, que ele tinha mudado de ideia. Seu próximo filme deve ser também o seu primeiro longa em computação gráfica. Ele experimentou a tecnologia no curta “Kemushi no Boro”, mas não ficou satisfeito. Assim, a ideia é expandir o curta num longa para experimentar melhor as possibilidades da animação digital. A estreia está prevista para 2019. O Studio Ghibli, por sinal, está concorrendo a Melhor Animação no Oscar 2017 com “A Tartaruga Vermelha”, produzida por Suzuki.
Nova imagem do filme baseado no anime Fullmetal Alchemist destaca a armadura de Alphonse
A Warner Bros. do Japão divulgou uma nova foto oficial do filme “Fullmetal Alchemist”, adaptação com atores do famoso mangá/anime criado por Hiromu Arakawa. A imagem destaca a armadura de Alphonse, criada por meio de efeitos digitais. Os quadrinhos foram publicados entre 2001 e 2010, em mais de 100 capítulos, e seguem uma linha steampunk, com a trama passada durante a revolução industrial, mas num universo alternativo de magia e fantasia. Na trama, os irmãos Alphonse e Edward Elric tentam trazer a mãe de volta à vida usando uma técnica proibida de alquimia, mas, para isso, eles precisam dar algo em troca. Como consequência, Ed perde sua perna e Al perde seu corpo. Para impedir que a alma de Al vague incorpórea, Ed sacrifica um braço para prendê-la dentro de uma grande armadura. Visando recuperar seus corpos, os dois irmãos iniciem a busca da lendária pedra filosofal. O mangá fez tanto sucesso que ganhou duas séries animadas e dois longas de animação. A primeira versão com atores da história tem direção de Fumihiko Sori, que trabalhou nos efeitos visuais de “Titanic” (1997), e chegará aos cinemas japoneses em dezembro. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Gravação do tema de A Bela e a Fera por Ariana Grande e John Legend ganha vídeo de bastidores
A Disney divulgou um vídeo de bastidores da gravação da música “Beauty and the Beast”, tema do filme “A Bela e a Fera”, nas vozes de Ariana Grande e John Legend. A música, conhecida pela animação clássica, vai integrar a trilha da versão com atores e já foi incluída num dos trailers da produção. Trata-se da terceira gravação da música. Na animação clássica, ela é cantada pela atriz Angela Lansbury, que dublou a xícara Madame Samovar em 1991. Mas já na época ganhou outra versão para as rádios, gravada por Celine Dion e Peabo Bryson. A regravação, no entanto, não significa que Celine Dion ficará de fora da trilha do novo longa. A cantora anunciou em suas redes sociais que será responsável pelos vocais de uma música inédita na produção, “How does a Moment Last Forever”. Além disso, a produção já adiantou, em outro vídeo, trechos de “Belle”, a música tema de Bela, cantada por sua intérprete, Emma Watson (franquia “Harry Potter”). Com direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”), “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Estreias destacam grande muralha de mediocridade na semana do Oscar
O fim de semana do Oscar é também o fim de semana do carnaval, e o bloco dos lançamentos não é dos mais animadores. A programação dos shopping centers é um samba enredo repetitivo de fracassos americanos e filmes nacionais de qualidade discutível. O projeto mais ambicioso ocupa mais salas. Coproduzido por americanos e chineses, “A Grande Muralha” traz Matt Damon perdido na China e numa obra que usa a experiência do veterano cineasta Zhang Yimou, responsável pela abertura da Olimpíada de Pequim, para evocar uma experiência “olímpica” nas telas, com coreografias ambiciosas, repletas de cores e figurantes. Mas a escala épica e os efeitos visuais se resumem a contar uma batalha de guerreiros medievais contra monstros genéricos. Sucesso espetacular na China, estreou no último fim de semana com um desempenho medíocre nos EUA e sob uma saraivada de flechas da crítica. Estreia em 828 salas, das quais 561 em 3D (68% do total), além de todo o circuito IMAX (12 salas). Ainda mais fraco, “Monster Trucks” ocupa 517 salas e outra boa fatia do circuito 3D. Espécie de “Transformers com monstrinhos”, baseada em (mais) um brinquedo da Mattel, é tão infantilóide que merece chegar aos cinemas dublado como um programa televisivo. Filmado em 2014, teve seu lançamento adiado várias vezes pela Paramount, a ponto de ser tratado como fracasso antes mesmo da estreia – a previsão é de US$ 100 milhões de prejuízo. “A Lei da Noite” é um caso à parte. Seu fiasco foi tão colossal que balança estruturas na Warner. Estrelado e dirigido por Ben Affleck, custou uma fortuna não revelada para render apenas US$ 10 milhões nos EUA, empurrando a reputação do astro ladeira abaixo. A crise é tão grande que Affleck desistiu de dirigir o filme solo de Batman e já há rumores de que não quer viver mais o personagem, que estaria culpando pela fase negativa, após vencer o Oscar de Melhor Filme com “Argo” (2012). A desilusão é tanta que foi praticamente despejado em apenas 89 salas. Quem tiver curiosidade, vai encontrar um filme de gângster da lei seca estilizado. Os brasileiros que chegam aos shoppings são o besteirol “Internet – O Filme” e a animação “Bugigangue no Espaço”. O primeiro serve para demonstrar a teoria de Itararé: de onde nada se espera, nada vem mesmo. A coleção de vinhetas, estreladas por youtubers, lembra o pior do “Zorra Total”, com piadas preconceituosas e interpretações travadas no volume do histerismo, mas a distribuidora bota fé, como demonstram suas 406 salas. O segundo tenta usar referências nacionais numa história genérica de crianças que se aliam com ETs bonzinhos para enfrentar alienígenas malvados. Em 300 salas (10% delas em 3D), o resultado rende crianças brasileiras muito loiras e sexualizadas, com um “gostosa” disparado sobre a heroína mirim da trama. Felizmente, o fim de semana também tem Oscar e os cinemas recebem mais um candidato à premiação. Indicado em oito categorias, “Moonlight – Sob a Luz do Luar” leva a 59 salas um drama sensível, registrado de forma intimista, que acompanha o crescimento e a transformação de um menino num bairro violento de Miami. Vítima de bullying na infância, ele cresce para se tornar um traficante bem-sucedido, ao mesmo tempo em que busca compreender e aceitar sua homossexualidade, estimulado pelo relacionamento com seu melhor amigo. Um filme de machos, em vários sentidos. Com isso, apenas um destaque do Oscar permanece inédito, “Um Limite Entre Nós” (Fences). Oficialmente, o longa só estreia na semana que vem, mas, ainda que de forma tardia, a distribuidora percebeu o equívoco e programou “pré-estreias pagas” em 24 salas de seis cidades a partir desta quinta (23/2), dando oportunidade ao público saber porque deve torcer por Denzel Washington e Viola Davis na cerimônia da Academia. Dois filmes europeus completam a programação. “A Garota Desconhecida” é o mais recente trabalho dos irmãos Dardenne, que passou por uma reedição completa após ter decepcionado no Festival de Cannes passado. A própria passagem do tempo ajudou sua história a se tornar mais relevante, ao mostrar como a indiferença europeia pode ter consequências graves na vida de imigrantes pobres. Chega em apenas seis salas. Por fim, “A Jovem Rainha” conta em 11 salas a história da rainha Cristina da Suécia, a mulher mais letrada do século 17, que preferiu abdicar ao trono a se casar. O motivo, segundo o finlandês Mika Kaurismäki (irmão de Aki Kaurismäki), seria seu lesbianismo assumido. Não convenceu muito a crítica internacional. Clique nos títulos dos filmes em destaque para ver os trailers de todas as estreias da semana.
A Bela e a Fera: Emma Watson canta música tema de sua personagem, agora com legendas
A Disney divulgou a versão legendada do trecho de “A Bela e a Fera” em que Emma Watson solta sua voz, cantando a música tema de sua personagem, “Belle”. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Vídeo legendado destaca o elenco e a grandiosidade dos bastidores de A Bela e a Fera
A Disney divulgou um vídeo legendado de bastidores de “A Bela e a Fera”, em que o diretor Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o elenco estelar falam sobre a grandiosidade da produção e a motivação para criar uma versão com atores de um clássico animado. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) no papel de Bela e Dan Stevens (série “Legion”) no papel da Fera, o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Veja Emma Watson cantar numa cena de A Bela e a Fera
A Disney divulgou um trecho de “A Bela e a Fera”, em que Emma Watson solta sua voz, cantando a música tema de sua personagem, “Belle”. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Trailer da 8ª temporada mostra Archer como detetive noir dos anos 1940
O canal americano FXX divulgou o trailer da 8ª temporada de “Archer”, repleto de mudanças. A série está mudando seu canal nos EUA, trocando o FX pelo FXX nesta temporada. Mas esta não é a única modificação da produção. A atração terá também uma nova ambientação, passando-se na Los Angeles da década de 1940, com influência do film noir. A animação retorna com novos episódios no dia 5 de abril nos Estados Unidos.
Novas imagens de A Bela e a Fera destacam Emma Watson
A revista Entertainment Weekly divulgou novas imagens de “A Bela e a Fera”, adaptação com atores da famosa fábula encantada da Disney. Com o logo indefectível da publicação, as fotos destacam Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como a Bela, em cenas de bastidores e em imagens tratadas pelos efeitos da produção para transformar Dan Stevens (série “Legion”) na Fera e dar vida aos objetos falantes da trama. Também é possível ver o Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston. A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”) e a trilha de Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado em 1991. Por sinal, o filme contará com regravações das canções originais, além de várias músicas inéditas compostas por Menken e Tim Rice. Ou seja, “A Bela e a Fera” também preservará a característica musical da animação. A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Personagens de Zootopia invadem cartazes dos indicados ao Oscar 2017
“Zootopia”, que já saiu até em DVD e Blu-ray, ganhou novos pôsteres “de cinema”, como parte de sua campanha para conquistar a simpatia dos eleitores do Oscar 2017. Indicado ao Oscar de Melhor Animação, a produção usou seus personagens para recriar os cartazes de alguns candidatos em outras categorias da premiação: “La La Land”, “A Qualquer Custo”, “Florence – Quem é Essa Mulher?”, “Animais Noturnos”, “Até o Último Homem” e “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Confira o resultado abaixo, clicando nas imagens para ampliá-las em tela inteira.
Donald Glover será Simba na versão “live action” de Rei Leão
O diretor Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”) divulgou em seu Instagram quem fará as vozes de Simba e Mufasa, na versão “live action” de “O Rei Leão” (1994), seu próximo filme para a Disney. O comediante Donald Glover (série “Atlanta”) será a voz do jovem rei, enquanto James Earl Jones repetirá seu trabalho na animação clássica, como a voz insubstituível de Mufasa, o velho rei. A participação de Jones (que também é a voz de Darth Vader) marcará a primeira vez que um dublador de desenho clássico da Disney dará vida ao mesmo personagem na versão “live action” da fábula encantada. Não se sabe, porém, até que ponto a produção poderá ser chamada de “live action”, pois, ao contrário de “Mogli” (2016), em que os animais contracenavam com um ator mirim, desta vez não há personagens humanos na trama. Como chamar, afinal, um filme em que toda a interpretação pode se dar por meio de captura de performance e computação gráfica? É fácil. Com “As Aventuras de Tintim” (2011), que foi exatamente isso, a Sony e a Paramount chamaram de… “animação”! Claro que, se Favreau provou que é possível fazer uma animação de animais falantes hiper-realista com “Mogli”, “O Rei Leão” tem sido encenado por humanos reais há anos na Broadway. É aguardar para ver como o filme será considerado depois de pronto. Maior clássico moderno da Disney, “O Rei Leão” venceu dois Oscars e arrecadou US$ 968 milhões nas bilheterias mundiais. A nova versão ainda não tem previsão de estreia. I just can’t wait to be king. #Simba Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em Fev 17, 2017 às 4:24 PST Looking forward to working with this legend. #Mufasa Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em Fev 17, 2017 às 4:53 PST
Will Smith não vai estrelar Dumbo
As orelhas de Will Smith podem ser grandes, mas não estarão na versão com atores de “Dumbo”. Não foi exatamente Pinóquio quem espalhou que o astro de “Esquadrão Suicida” estrelaria a nova fábula da Disney, mas o site Deadline apurou que as negociações não vingaram. A publicação confirmou que houve realmente um contato entre Smith e os produtores, mas, por problemas de agenda e valor do cachê, nada foi concretizado. Will Smith estava negociando viver o pai da criança que desenvolve uma amizade com um elefante após vê-lo no circo. Isto porque a adaptação incluirá uma família humana na trama, que não existia no clássico animado de 1941, sobre um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes e por isso vira alvo de chacota dos outros animais. A figura de Dumbo será criada usando computação gráfica, assim como foi feito em “Mogli, o Menino Lobo” (2016). Outro grande nome de Hollywood sondado para o projeto era o de Tom Hanks (“Sully”). O astro estaria cotado para interpretar o vilão da produção, mas para ele teria que encontrar espaço na sua agenda lotada. Entre seus compromissos está, inclusive, um filme da própria Disney, como dublador do cowboy Woody em “Toy Story 4”. O roteiro de “Dumbo” está a cargo de Ehren Kruger, responsável pelas histórias dos três últimos “Transformers”.












