Vídeo legendado destaca o elenco e a grandiosidade dos bastidores de A Bela e a Fera
A Disney divulgou um vídeo legendado de bastidores de “A Bela e a Fera”, em que o diretor Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o elenco estelar falam sobre a grandiosidade da produção e a motivação para criar uma versão com atores de um clássico animado. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) no papel de Bela e Dan Stevens (série “Legion”) no papel da Fera, o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Veja Emma Watson cantar numa cena de A Bela e a Fera
A Disney divulgou um trecho de “A Bela e a Fera”, em que Emma Watson solta sua voz, cantando a música tema de sua personagem, “Belle”. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Trailer da 8ª temporada mostra Archer como detetive noir dos anos 1940
O canal americano FXX divulgou o trailer da 8ª temporada de “Archer”, repleto de mudanças. A série está mudando seu canal nos EUA, trocando o FX pelo FXX nesta temporada. Mas esta não é a única modificação da produção. A atração terá também uma nova ambientação, passando-se na Los Angeles da década de 1940, com influência do film noir. A animação retorna com novos episódios no dia 5 de abril nos Estados Unidos.
Novas imagens de A Bela e a Fera destacam Emma Watson
A revista Entertainment Weekly divulgou novas imagens de “A Bela e a Fera”, adaptação com atores da famosa fábula encantada da Disney. Com o logo indefectível da publicação, as fotos destacam Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como a Bela, em cenas de bastidores e em imagens tratadas pelos efeitos da produção para transformar Dan Stevens (série “Legion”) na Fera e dar vida aos objetos falantes da trama. Também é possível ver o Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston. A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”) e a trilha de Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado em 1991. Por sinal, o filme contará com regravações das canções originais, além de várias músicas inéditas compostas por Menken e Tim Rice. Ou seja, “A Bela e a Fera” também preservará a característica musical da animação. A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Personagens de Zootopia invadem cartazes dos indicados ao Oscar 2017
“Zootopia”, que já saiu até em DVD e Blu-ray, ganhou novos pôsteres “de cinema”, como parte de sua campanha para conquistar a simpatia dos eleitores do Oscar 2017. Indicado ao Oscar de Melhor Animação, a produção usou seus personagens para recriar os cartazes de alguns candidatos em outras categorias da premiação: “La La Land”, “A Qualquer Custo”, “Florence – Quem é Essa Mulher?”, “Animais Noturnos”, “Até o Último Homem” e “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Confira o resultado abaixo, clicando nas imagens para ampliá-las em tela inteira.
Donald Glover será Simba na versão “live action” de Rei Leão
O diretor Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”) divulgou em seu Instagram quem fará as vozes de Simba e Mufasa, na versão “live action” de “O Rei Leão” (1994), seu próximo filme para a Disney. O comediante Donald Glover (série “Atlanta”) será a voz do jovem rei, enquanto James Earl Jones repetirá seu trabalho na animação clássica, como a voz insubstituível de Mufasa, o velho rei. A participação de Jones (que também é a voz de Darth Vader) marcará a primeira vez que um dublador de desenho clássico da Disney dará vida ao mesmo personagem na versão “live action” da fábula encantada. Não se sabe, porém, até que ponto a produção poderá ser chamada de “live action”, pois, ao contrário de “Mogli” (2016), em que os animais contracenavam com um ator mirim, desta vez não há personagens humanos na trama. Como chamar, afinal, um filme em que toda a interpretação pode se dar por meio de captura de performance e computação gráfica? É fácil. Com “As Aventuras de Tintim” (2011), que foi exatamente isso, a Sony e a Paramount chamaram de… “animação”! Claro que, se Favreau provou que é possível fazer uma animação de animais falantes hiper-realista com “Mogli”, “O Rei Leão” tem sido encenado por humanos reais há anos na Broadway. É aguardar para ver como o filme será considerado depois de pronto. Maior clássico moderno da Disney, “O Rei Leão” venceu dois Oscars e arrecadou US$ 968 milhões nas bilheterias mundiais. A nova versão ainda não tem previsão de estreia. I just can’t wait to be king. #Simba Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em Fev 17, 2017 às 4:24 PST Looking forward to working with this legend. #Mufasa Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em Fev 17, 2017 às 4:53 PST
Will Smith não vai estrelar Dumbo
As orelhas de Will Smith podem ser grandes, mas não estarão na versão com atores de “Dumbo”. Não foi exatamente Pinóquio quem espalhou que o astro de “Esquadrão Suicida” estrelaria a nova fábula da Disney, mas o site Deadline apurou que as negociações não vingaram. A publicação confirmou que houve realmente um contato entre Smith e os produtores, mas, por problemas de agenda e valor do cachê, nada foi concretizado. Will Smith estava negociando viver o pai da criança que desenvolve uma amizade com um elefante após vê-lo no circo. Isto porque a adaptação incluirá uma família humana na trama, que não existia no clássico animado de 1941, sobre um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes e por isso vira alvo de chacota dos outros animais. A figura de Dumbo será criada usando computação gráfica, assim como foi feito em “Mogli, o Menino Lobo” (2016). Outro grande nome de Hollywood sondado para o projeto era o de Tom Hanks (“Sully”). O astro estaria cotado para interpretar o vilão da produção, mas para ele teria que encontrar espaço na sua agenda lotada. Entre seus compromissos está, inclusive, um filme da própria Disney, como dublador do cowboy Woody em “Toy Story 4”. O roteiro de “Dumbo” está a cargo de Ehren Kruger, responsável pelas histórias dos três últimos “Transformers”.
Batman Lego é pirado, divertido e obrigatório para os fãs dos quadrinhos
“Lego Batman – O Filme” é tão surtado quanto “Uma Aventura Lego”, a primeira incursão em longa-metragem da marca de brinquedos e a melhor animação de 2014. Pelo jeito, assim como os games e as animações para a TV, a franquia para o cinema seguirá esse tom pirado, com bobagens das grossas e motivos para muitas risadas. Mas vamos ponderar: no caso de “Uma Aventura Lego”, por concentrar a trama em um personagem inédito, a ousadia não tinha limites. Aqui, a pequena diferença é que estamos falando do Batman, o herói mais popular e provavelmente o mais conhecido dos quadrinhos, então é preciso seguir certas regras. Não que isso impeça a “Lego” de promover uma zoeira. Embora Batman seja ajustado à franquia, sua história, legado, tudo é devidamente referido. E o fato da animação ser uma comédia não significa, necessariamente, que ridiculariza o herói e seu universo. Ao contrário, é quase um processo de terapia para o personagem – a comédia rola solta, mas os realizadores levaram muito a sério (na medida do possível) o passado de Bruce Wayne, o motivo que o levou a se tornar o Batman, a relação com o Coringa e, sobretudo, algo que poucos exploraram sem enfiar na trama romances passageiros com Kim Basinger ou Nicole Kidman: a solidão do Homem-Morcego. Nas entrelinhas, é este o ponto central de “Lego Batman” e o que o torna obrigatório para qualquer fã dos quadrinhos. É para eles que o filme foi feito, com um buffet repleto de referências, incluindo menções aos filmes e séries da história do personagem, levando em conta até o tempo em que Batman está na ativa (ao pé da letra mesmo) e sua eficiência, afinal os vilões acabam sempre voltando mais cedo ou mais tarde. Isso não quer dizer que “Lego Batman” seja perfeito. Lá pelo meio, a animação viaja demais, envolvendo personagens demais, inclusive vilões de outros filmes que não têm nada a ver com as histórias da DC Comics. Legal, mas talvez mais apropriado em “Uma Aventura Lego”, que era um mix de franquias. Entretanto, “Batman Lego” existe neste universo. E é nesse momento que a animação revela suas intenções, como uma boa, criativa e divertida brincadeira de criança, ao misturar peças e bonecos de diferentes coleções da Lego. Vale frisar que, apesar de tanta loucura, o resultado termina muito bem costurado, com um ato final que se preocupa em concluir a situação do Batman solitário em sua Batcaverna. Não dava para esperar menos de Phil Lord e Chris Miller (“Tá Chovendo Hambúrguer” e, claro, “Uma Aventura Lego”) como produtores e Chris McKay (“Frango Robô”) como diretor. “Batman Lego” é muito engraçado e, ao não se levar a sério, evita as verdadeiras palhaçadas que foram os filmes do herói dirigidos por Zack Snyder e Joel Schumacher.
Livro ensina comunismo nas escolas do Uruguai com desenhos dos Smurfs
Um livro utilizado em algumas escolas particulares de ensino fundamental do Uruguai vem sendo alvo de críticas por recorrer ao desenho dos Smurfs, personagens dos quadrinhos do belga Peyo, para ensinar o sistema comunista. A questão se tornou tão séria que será discutida por autoridades, informou um porta-voz do setor educativo do governo uruguaio. O livro se chama “Uy-XX”, uma publicação da editora Índice, concebido para alunos do 6º ano do ensino fundamental. Segundo o texto, na sociedade comunista, assim como na aldeia dos Smurfs, “ninguém passa fome” e “todos têm casas”. Além disso, na aldeia dos personagens azuis, “o poço de água é para uso coletivo, não é de ninguém e é de todos”. As comparações vão além. “Todos têm obrigações com a comunidade, por exemplo, se encarregam daquilo que sabem fazer. O Smurf cozinheiro cozinhará, o Smurf carpinteiro consertará o que quebrar, e assim cada um da comunidade oferece o seu trabalho e recebe a contribuição dos demais. O comunismo poderia ser uma situação similar”, continua o texto. O livro não faz parte do currículo da educação pública, mas é adotado por algumas escolas particulares, de acordo um porta-voz da Administração Nacional de Educação Pública do Uruguai (Anep). Sua distribuição para crianças do ensino fundamental será abordada durante uma reunião da Anep para analisar “uma futura estratégia em torno deste tipo de publicação” e seus conteúdos. Ao contrário do que o livro ensina, os Smurfs pertencem a uma franquia capitalista muito bem-sucedida. Sua próxima animação, “Os Smurfs e a Vila Perdida”, tem produção da multinacional Sony e estreia em 30 de março no Brasil.
Mulan será a primeira fábula com atores da Disney dirigida por uma mulher
A Disney anunciou uma diretora para a adaptação da fábula “Mulan”. A versão live action da animação de 1998 será dirigida pela neozelandesa Niki Caro, que chamou atenção em 2002 à frente de uma história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”. Será a primeira vez que uma mulher vai dirigir uma fábula “live action” do estúdio, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e a vindoura “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisa ir por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 chamou muita atenção por mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, que dispensava ajuda do Príncipe Encantado para vencer seus desafios. Niki Caro finalizou recentemente a série infantil “Anne”, que estreia em março na TV canadense, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, que chega aos cinemas americanos também em março. Além disso, ela trabalhou com a Disney no drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico. Além da versão da Disney, a Sony também prepara uma adaptação de “Mulan”. Esta produção será dirigida por Alex Graves, que já comandou seis episódios de “Game of Thrones”.
Resident Evil ganha animação do diretor do terror O Grito. Veja o trailer
A Sony divulgou o trailer de “Resident Evil: Vendetta”, terceira animação da franquia “Resident Evil”. A produção é japonesa, a cargo do famoso cineasta Takashi Shimizu, criador da franquia de terror “O Grito” (Ju-On), e busca um equilíbrio entre a estética dos games e o estilo dos animes. Para os fãs dos jogos, a trama traz personagens conhecidos, como o capitão Chris Redfield e o agente do governo norte-americano Leon Scott Kennedy (dublado por Matthew Mercier, como nos games e animações anteriores), vistos até nos filmes estrelados por Milla Jovovich. Além deles, a animação marcará a estreia de Rebecca Chambers, personagem favorita dos games, que nunca havia sido adaptada antes. O roteiro é de Makoto Fukami (da série anime “Psycho Pass”), a direção de Takanori Tsujimoto (da minissérie “Ultraman X”) e a estreia está marcada para 27 de maio no Japão. Não há previsão para o lançamento no Brasil, onde as animações anteriores saíram direto em DVD.
Animação Lego Ninjago ganha trailer dublado em português
A Warner divulgou a versão dublada do trailer da animação da linha de brinquedos Ninjago da Lego. Batizado de “Lego Ninjago – O Filme”, a prévia parece tão engraçada quanto o “Lego Batman”. Com muito humor, o vídeo apresenta a luta entre os ninjas bonzinhos e o vilão Lord Garmadon, com direito a robôs gigantes e trilha de “Bad Blood”, de Taylor Swift. O detalhe mais explorado da apresentação é que o Ninja Verde na verdade se chama Lloyd e é filho de Garmadon. Esse universo ninja foi apresentado na série animada “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”, do canal pago americano Cartoon Network. Na trama, o Mestre Wu e quatro ninjas se juntam para lutar contra Lord Gagmadon, um senhor do mal que planeja tomar o poder e destruir tudo. O elenco original de dubladores inclui Dave Franco (“Nerve”) como Lloyd, Justin Theroux (série “The Leftovers”) como Lord Garmadon e Jackie Chan (“Fora do Rumo”) como Mestre Wu, o líder dos ninjas que defendem Ninjago City do mal. As vozes dos demais personagens são feitas por Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Michael Peña (“Homem-Formiga”), Abbi Jacobson (série “Broad City”), Zach Woods (série “Silicon Valley”), Kumail Nanjiani (também de “Silicon Valley”) e Fred Armisen (série “Portlandia”). A animação tem direção de Charlie Bean (séries “Tron: Uprising”), história de Dan Hageman e Kevin Hageman (ambos da própria série “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”) e roteiro final de Hilary Winston (criadora da série “Bad Teacher”), Bob Logan (roteirista da série animada “Dennis, o Pimentinha”) e do estreante Paul Fisher. A produção está a cargo de Phil Lord e Christopher Miller, que dirigiram “Uma Aventura Lego”. A estreia está marcada para 21 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Séries dos heróis da DC Comics ganham pôsteres Lego
As séries da DC Comics entraram no clima de “Lego Batman”, com cartazes criados com bonecos Legos. As atrações homenageadas foram “Gotham”, “Supergirl”, “Arrow” e “The Flash” – as duas últimas compartilhando um mesmo cartaz – , todas produzidas pela Warner, como o filme animado. Além dos pôsteres, as atrações do canal CW também realizaram um crossover com o super-herói Lego, num trailer divertido, que pode ser conferido abaixo (em bis, já que tinha sido anteriormente divulgado). “Lego Batman” estreou nos cinemas brasileiros na quinta (9/2), um dia antes do lançamento nos EUA.












