Novo pôster de A Bela e a Fera destaca o elenco central
A Disney divulgou um novo pôster de “A Bela e a Fera”, que volta a destacar Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, mas pela primeira vez traz o grandioso elenco de coadjuvantes. O filme também traz Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Constantine vai voltar como série animada
John Constantine vai voltar a habitar o universo das séries. Fãs dos quadrinhos publicados pela Vertigo (divisão adulta da DC Comics) estavam em campanha ativa pelo resgate do personagem na rede CW, desde o cancelamento da série na NBC – afinal, a emissora trouxe “Supergirl” com sucesso da CBS. Os boatos de que a CW estaria interessada em ressuscitar a série começaram logo após o personagem aparecer em “Arrow” e ganharam força em julho, quando um acordo foi fechado para a transmissão de “Constantine” em seu serviço de streaming, a plataforma CW Seed. Entretanto, a volta de “Constantine” não será exatamente como os fãs imaginavam. A CW anunciou a produção de uma série animada com o personagem, que será exibida na CW Seed. Para os fãs da produção original, fica a boa notícia de que Matt Ryan voltará ao personagem, agora como dublador. Será a segunda experiência do ator como dublador de Constantine, após dar voz ao personagem na animação da “Liga da Justiça Sombria”, produzida para o mercado de home video. Inicialmente, serão desenvolvidos entre seis e sete episódios, cada um com aproximadamente 10 minutos de duração, com produção de Greg Berlanti (o “dono” do universo DC na CW). A data de estreia ainda não foi anunciada, mas a CW Seed já divulgou um pôster da nova atração, que pode ser conferido acima.
Rogue One perde 1º lugar nos EUA, mas ultrapassa US$ 900 milhões em todo o mundo
“Rogue One: Uma História Star Wars” perdeu a liderança das bilheterias nos EUA em seu quarto fim de semana consecutivo, enfrentando uma tempestade de neve que fechou muitos cinemas por todo o país. O resultado foi uma vitória apertada de “Estrelas Além do Tempo”. A diferença ficou em US$ 800 mil. Independente de posicionamento, os mais de US$ 20 milhões acumulados nos últimos dias elevaram a arredação total do prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) a US$ 477,2 milhões. Agora, faltam apenas US$ 9 milhões – ou mais um fim de semana – para “Rogue One” superar “Procurando Dory” (US$ 486,2 milhões) e se tornar a maior bilheteria entre os filmes lançados em 2016 nos EUA. O lançamento na China no fim de semana ainda rendeu mais US$ 31 milhões à sua conta, ajudando o longa a atingir US$ 914,3 milhões de arrecadação em todo o mundo. Com esse total, “Rogue One: Uma História Star Wars” também virou a 5ª maior bilheteria mundial de 2016, criando um fenômeno histórico para o estúdio Disney. Todas as cinco maiores bilheterias mundiais do ano passado foram produções da Disney. As demais são “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões), “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Por sua vez, o bom desempenho de “Estrelas Além do Tempo” impressiona pelo gênero: um drama histórico. A história pouco conhecida das engenheiras negras que trabalharam no programa espacial americano, ajudando a colocar os primeiros astronautas do país no espaço, conquistou A+, a nota máxima do CinemaScore, pesquisa de satisfação feita com o público dos cinemas, e 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, agregador das críticas dos EUA. Caso raro de unanimidade entre público e crítica, o bom desempenho deu ainda mais tração para o filme chegar com força ao Oscar 2017. A estreia no Brasil está marcada apenas para 2 de fevereiro. O fim de semana também teve a estreia de “Anjos da Noite: Guerras de Sangue” nos EUA. O fiasco de bilheteria, com US$ 13,1 milhões e uma colocação em 4º lugar – sem falar nos 22% de tomatadas no Rotten Tomatoes – , garante a aposentadoria da franquia. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 22,8 milhões Total EUA: US$ 24,7 milhões Total Mundo: US$ US$ 24,7 milhões 2. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ US$ 477,2 milhões Total Mundo: 914,3 milhões 3. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 213,3 milhões Total Mundo: US$ 356,8 milhões 4. Anjos da Noite: Guerras de Sangue Fim de semana: US$ 13,1 milhões Total EUA: US$ 13,1 milhões Total Mundo: US$ 55,2 milhões 5. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 51,6 milhões Total Mundo: US$ 85,7 milhões 6. Passageiros Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 80,8 milhões Total Mundo: US$ 185,4 milhões 7. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 48,5 milhões Total Mundo: US$ 66,3 milhões 8. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 225,3 milhões Total Mundo: US$ 450 milhões 9. Fences Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 40,6 milhões Total Mundo: US$ 40,6 milhões 10. Assassin’s Creed Fim de semana: US$ 3,8 milhão Total EUA: US$ 49,5 milhões Total Mundo: US$ 99,8 milhões
Novo comercial de A Bela e a Fera mostra início do romance
A Disney divulgou um novo comercial de “A Bela e a Fera”, que traz cenas inéditas, focadas no início do romance entre os protagonistas, vividos por Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera. O filme também traz Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novo trailer de Star Wars: Rebels destaca participação de Obi Wan Kenobi
O canal pago americano Disney XD divulgou um novo trailer da segunda metade da 3ª temporada de “Star Wars Rebels”. E além de incluir diversos personagens vistos no recente filme “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), a prévia destaca a participação de Obi-Wan Kenobi, que aparece tanto com o visual jovem de Ewan McGregor na segunda trilogia quanto no clássico de Alec Guinness, com a barba branca eternizada em “Guerra nas Estrelas” (1977). Entre os personagens de “Rogue One”, por sua vez, é possível ver Mon Mothma (Genevieve O’Reilly) e especialmente Saw Gerrera, cuja participação inclui dublagem de seu intérprete no cinema, o ator Forest Whitaker. “Rebels” se passa logo após os eventos de “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005) e antes de “Rogue One”. E seu retorno à televisão acontece neste sábado (7/1) com um episódio especial, chamado de “Ghosts of Geonosis”, que faz referência ao planeta Geonosis, onde Anakin Skywalker virou Darth Vader.
Moana demonstra evolução dos filmes de princesa da Disney
Os desafios para as heroínas da Disney estão ficando cada vez mais difíceis. Rapunzel escapou de sua torre em “Enrolados” para que pudesse ver um festival de lanterna, Anna tentou impedir a irmã de congelar seu reino em “Frozen”, e agora a personagem-título de “Moana” tem que salvar seu povo e sua ilha da ira de uma Deusa. Detalhe: ela se atira à proeza sem contar com nenhum príncipe de plantão. Não há necessidade. Mais curioso ainda, sem príncipe, o desenho desenrola-se sem um romance. No lugar do bonitão viril e sorridente, a princesa da polinésia forma dupla com um semideus Maui gordo, desengonçado e meio bobão (dublado originalmente por Dwayne “The Rock” Johnson). A história é simples e cristalina como a textura que os desenhistas dão ao mar do Pacífico Sul. Moana Mawaliki (voz de Auli’i Cravalho na original e de Any Gabrielly, na versão brasileira) está na fila para suceder seu pai, o chefe da tribo e da ilha Motu Nui, mas a mocinha não quer administrar terras, seus olhos são atraídos pelo oceano e pelas lendas que sopram do além-mar. Uma dessas lendas diz respeito a uma pérola rara pertencente à deusa da fertilidade Te Fiti. O semideus Maui apoderou-se da joia e o roubo, dizem-nos, mergulhou o mundo na escuridão – é por isso que os oceanos são agora muitas vezes traiçoeiros. Há, acredite ou não, base histórica para este arranjo: cerca de dois mil anos atrás, uma abrupta mudança de temperatura tomou o Pacífico Sul formando uma zona de ciclones tropicais e a navegação tornou-se quase impossível por dezenas de anos. Como conseqüência, as correntes migratórias dos povos da região cessaram por um longo período. Os roteiristas e diretores Ron Clements e John Musker (responsáveis por “A Pequena Sereia” e “Aladdin”) douram a pílula. Transformam o fenômeno num espetacular embate de semideuses domando tufões e vulcões. A diminuta Moana enfrenta os titãs como se fosse uma formiga. Mas ela tem poderes especiais: os mares dobram-se a sua vontade. Plumas de água se estendem e brincam com os cabelos da princesa. As ondas ocasionalmente a carregam como se fossem um trono líquido. Isso lhe dá a coragem de fugir de sua aldeia para encontrar Maui, resgatar a pérola e entregá-la a Te Fiti. Quando, no entanto, Moana localiza o semideus, ele é um desapontamento grave, um narcisista muscular que perdeu todos os seus poderes especiais. Sem seu gancho de peixe mágico, que lhe permite se transformar em diferentes animais, Maui é praticamente inútil. Moana raspa a superfície da confiança do semideus e encontra um homem alquebrado – rejeitado pela humanidade, odiado pelos deuses, vivendo em ressentimento. Que ele desista tão facilmente de qualquer desafio é muitas vezes jogado no filme como uma piada, mas é difícil não se deixar levar por Maui. Sua auto-aversão o humaniza. Além disso, há um atrativo curioso: tatuagens animadas magicamente aparecem em seu peito e em suas costas após eventos importantes, contando a história de sua vida. O personagens é uma criação maravilhosa, e Dwayne Johnson o exprime com uma mistura hábil de fanfarronice e pathos. “Moana” faz a gente compreender como um personagem aflitivo pode ser tão adorável. E também como Ron Clements e John Musker podem ser afiados, talentosos e certeiros. Ambos têm a habilidade de pegar ideias caóticas e transformá-la em algo impressionante, mesmo quando não parece lógico. Exemplos: um vulcão se contorce e ganha corpo de um monstro e uma deusa serena deita-se na água e transforma-se numa ilha. O surrealismo em cena encadeia-se e forma um sentido, sim. Têm o sentido puro do universo das crianças, o mesmo espírito que nos perpassa quando olhamos um livro ilustrado da nossa infância e suspiramos pelas boas recordações.
Moana é a primeira grande estreia de 2017 com lançamento em mais de mil salas
O primeiro fim de semana de 2017 já registra o primeiro grande lançamento do ano: a animação “Moana – Um Mar de Aventuras” chega em mais de mil salas. Nova princesa da Disney, Moana é a filha do chefe de uma tribo da polinésia, que resolve visitar a ilha mítica onde viviam seus ancestrais e na jornada conta com a ajuda do semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na dublagem original). A produção volta a reunir a dupla Ron Clements e John Musker numa aventura marítima, quase três décadas após seu primeiro clássico do estúdio, “A Pequena Sereia” (1989). Grande sucesso internacional, já rendeu mais de US$ 200 milhões nos EUA e tem 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Outro destaque de distribuição ampla é “Passageiros”, sci-fi estrelada por dois astros de blockbusters: Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) e Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”). Na trama, eles são viajantes interplanetários que despertam de uma hibernação 90 anos antes dos demais passageiros e precisam evitar uma catástrofe em sua espaçonave. Orçado em US$ 110 milhões, por enquanto o filme está rendendo US$ 61 milhões em duas semanas de exibição nos EUA. Para complicar, não emplacou entre a crítica, conseguindo apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. Por aqui, será exibido em 650 salas, incluindo 3D e 4D. Os cinemas dos shopping centers ainda recebem o terror “Dominação”, que coloca um diretor de blockbuster (Brad Peyton, de “Terremoto – A Falha de San Andreas”) à frente de um produção com orçamento de trash. Na trama, um exorcista com poderes psíquicos (Aaron Eckhart, de “Sully”) tem suas habilidades confrontadas por um menino possuído (que quando crescer vai virar Batman na série “Gotham”). O que apavora mesmo é que, apesar de ter custado somente US$ 5 milhões, o horror está dando prejuízo (US$ 6,3 milhões arrecadados em todo o mundo!) e amarga só 14% no índice do Rotten Tomatoes. Vai assombrar 196 salas. Por outro lado, “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” está sendo subestimado com uma distribuição limitada a 50 salas. Fantasia com muitos efeitos visuais e uma das maiores bilheterias do ano na Europa, o filme dirigido pelo espanhol J.A. Bayona (“O Impossível”) acompanha a amizade entre um menino, cuja mãe está muito doente, e um monstro dublado por Liam Neeson (“Perseguição Implacável”). A mãe, por sua vez, é Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”). Coberto de elogios e líder em indicações ao Goya (o Oscar espanhol), a produção tem 89% de aprovação da crítica americana. Dois longas exibidos em Cannes também se destacam nos cinemas de arte. O vencedor da Palma de Ouro, “Eu, Daniel Blake”, do britânico Ken Loach, leva sua denúncia da burocracia e desumanização da previdência social a 24 salas. Em circuito similar, “O Apartamento”, premiado como Melhor Roteiro e Ator em Cannes, volta a trazer o tema favorito do iraniano Asghar Farhadi: a dissolução de um relacionamento, desta vez após a mulher sofrer uma agressão (que pode ser sexual) e esconder do marido. O português “John From” fecha o circuito com exibição em duas salas (o Cine Jóia Copacabana, no Rio, e o Cine Brasília, na capital federal). O roteiro conta a história de uma adolescente entediada que se interessa por um vizinho bem mais velho e tenta atrair sua atenção. O belo uso de cores em sua cinematografia é o maior atrativo da produção, que também passou no circuito de festivais europeus, porém sem conseguir se destacar com premiação. Clique nos títulos dos filmes para ver os trailers de cada produção.
Super-heróis e supervilões de Lego Batman ganham pôsteres individuais
A Warner Bros. divulgou 10 novos pôsteres da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014). As imagens reproduzem, em estilo grafite, os principais personagens do filme: super-heróis como Batman, Robin e Batgirl, e supervilões como Coringa, Mulher-Gato e Arlequina. Na versão original, a voz de Batman é feita por Will Arnett, que dublou o herói em “Uma Aventura Lego”. Além dele, o elenco de dubladores americanos destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como Robin, Rosario Dawson (série “Luke Cage”) como Batgirl, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) no papel de Alfred, Jenny Slate (série “Married”) como a voz da Arlequina e até a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação de “Uma Aventura Lego”. “Lego Batman” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Filme do mangá Fullmetal Alchemist ganha primeira foto oficial
A Warner Bros. do Japão divulgou a primeira foto oficial do filme “Fullmetal Alchemist”, adaptação com atores do famoso mangá/anime criado por Hiromu Arakawa. Os quadrinhos foram publicados entre 2001 e 2010, em mais de 100 capítulos, e seguem uma linha steampunk, com a trama passada durante a revolução industrial, mas num universo alternativo de magia e fantasia. Na trama, depois de perderem sua mãe, Alphonse e Edward Elric tentam trazê-la de volta usando uma técnica proibida de alquimia, mas, para isso, eles precisam dar algo em troca. Como consequência, Ed perde sua perna e Al perde seu corpo. Para impedir que a alma de Al vague incorpórea, Ed sacrifica um braço para prendê-la dentro de uma grande armadura. Visando recuperar seus corpos, os dois irmãos iniciem a busca da lendária pedra filosofal. O mangá fez tanto sucesso que ganhou duas séries animadas e dois longas de animação. “Fullmetal Alchemist” tem direção de Fumihiko Sori, que trabalhou nos efeitos visuais de “Titanic” (1997), e chegará aos cinemas japoneses em 2017. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Rogue One vira a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA
“Rogue One: Uma História Star Wars” precisou apenas de três fins de semana para virar a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA. O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) superou “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 408 milhões) e deve deixar para trás “Procurando Dolly” (US$ 486,2 milhões) para bater o recorde de arrecadação entre os filmes lançados no ano passado em, no máximo, mais duas semanas. Atualmente com US$ 440,9 milhões nos EUA, a superprodução de ficção científica também superou a marca de US$ 800 milhões de faturamento em todo o mundo, firmando-se como a 7ª maior bilheteria mundial de 2016. É bem provável que consiga somar mais US$ 75 milhões em todo o mundo, o que deixará para trás “Batman v Superman” (US$ 873,3 milhões) e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (US$ 875,5 milhões) e criará um fato histórico. Caso “Rogue One” atinja o 5º lugar, todas as 5 maiores bilheterias do ano serão do mesmo estúdio: Disney. Atualmente, as quatro maiores bilheterias de 2016 são: “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões), “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Confira abaixo o desempenho das dez maiores bilheterias norte-americanas do último fim de semana do ano. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 49,6 milhões Total EUA: US$ 440,9 milhões Total Mundo: US$ 801,9 milhões 2. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 42,8 milhões Total EUA: US$ 180,8 milhões Total Mundo: US$ 284,5 milhões 3. Passageiros Fim de semana: US$ 16,1 milhões Total EUA: US$ 66,1 milhões Total Mundo: US$ 122,9 milhões 4. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 10,9 milhões Total EUA: US$ 214,2 milhões Total Mundo: US$ 403,3 milhões 5. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 37 milhões Total Mundo: US$ 52,26 milhões 6. Fences Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 32,8 milhões Total Mundo: US$ 32,8 milhões 7. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 37,2 milhões Total Mundo: US$ 65 milhões 8. Assassin’s Creed Fim de semana: US$ 8,6 milhões Total EUA: US$ 42,4 milhões Total Mundo: US$ 87,32 milhões 9. Manchester à Beira-Mar Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 29,6 milhões Total Mundo: US$ 30 milhões 10. Beleza Oculta Fim de semana: US$ 4,1 milhão Total EUA: US$ 27 milhões Total Mundo: US$ 47 milhões
Veja os primeiros comerciais de A Bela e a Fera
A Disney divulgou os primeiros comerciais de “A Bela e a Fera”. Enquanto os primeiros basicamente condensam o trailer original, que teria batido recorde de visualizações na internet, o terceiro traz cenas inéditas de Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela. O filme também traz Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Disney vence processo de plágio contra animação chinesa que copiava Carros
A Disney obteve uma vitória importante contra a pirataria na China. Um tribunal de Xangai ordenou que duas empresas chinesas, entre elas a Blue MTV (sério, é o nome da empresa), paguem quase US$ 200 mil à Disney e à Pixar em indenizações por copiar partes dos filmes “Carros” (2006) e “Carros 2” (2011) num filme chamado “The Autobots”. O processo afirma que os personagens, as falas e artes da animação “The Autobots” eram basicamente iguais aos de seus filmes. O tribunal concordou, inclusive, que os personagens K1 e K2 de “Autobots” eram similares aos personagens Relâmpago McQueen e Francesco Bernoulli, informou a agência nacional de notícias Xinhua. A sentença ordena que os plágios cessem imediatamente, com a retirada do filme de circulação, e o pagamento de 1 milhão de iuanes como compensação financeira, além de 350 mil iuanes pelas despesas legais com o processo. A Xinhua afirmou que a indenização total será maior do que 1,35 milhão de iuanes, mas não listou quais outros pagamentos serão feitos. Este tipo descarado de “remake” é bastante comum na China. Plágios recentes incluem “Crazy Toy City”, versão de “Zootopia” (2016), “Mad Shelia”, versão de “Mad Max: Fúria na Estrada” (2015) e “Fifty Shades of Black”, que teve o mesmo título em inglês da já paródia “Cinquenta Tons de Preto” (2016). A Disney está investindo muito na China, incluindo a recente abertura de um parque temático em Xangai, ao custo de US$ 5,5 bilhões. Será o primeiro estabelecimento do tipo na China continental. Além disso, as animações “Zootopia – Essa Cidade é o Bicho” e “Operação Big Hero” foram grandes sucessos em terras chinesas. Recentemente, a montadora BMW e o ex-jogador de basquete Michael Jordan também venceram processos relativos à propriedade intelectual na China.
Tyrus Wong (1910 – 2016)
Morreu o artista chinês Tyrus Wong, que ajudou a conceber um dos personagens mais queridos da história da animação, o pequeno Bambi do filme homônimo de Walt Disney. Ele faleceu na noite de sexta (31/12) nos EUA, aos 106 anos de idade. Nascido em Cantão, na China, em 1910, Wong trabalhou nos estúdios Walt Disney durante apenas três anos, entre 1938 e 1941. Mas foi fundamental para o longa-metragem do filhotinho de cervo. Enquanto trabalhava no estúdio, desenhando curtas de Mickey Mouse, Wong soube que havia começado a fase de pré-produção de “Bambi” (1942). Por conta própria, pintou vários esboços de cervos em uma floresta, usando tons pasteis e interpretação impressionista. E as artes foram parar na mesa de Walt Disney, que se encantou e decidiu usá-las como base para o estilo visual do filme, principalmente para criar o visual da floresta de Bambi. “Walt Disney viu que Tyrus (Wong) era capaz de produzir obras de arte excelentes, que não necessariamente pareciam a floresta, mas se sentiam como a floresta. A visão que Walt Disney teve sobre Bambi e o uso que fez do trabalho de Tyrus ainda influencia os filmes de hoje”, manifestou-se em comunicado o The Walt Disney Family Museum. Após trabalhar para os estúdios de Walt Disney, Wong foi contratado pela produtora Warner Bros., onde trabalhou no departamento de arte de dezenas de filmes como “Juventude Transviada” (1955), “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1956) e “Meu Ódio Será Sua Herança” (1969). Em 2015, sua arte foi tema de um documentário, batizado apenas com seu primeiro nome, “Tyrus”.











